WCM 2009
  WORLD CLASS MAINTENANCE



Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa

Eng. MSc Marcelo Albuquerque de Oliveir...
Introdução
Realizar estudo para aplicação da metodologia de gestão de
manutenção conhecida por RCM nos equipamentos do
lab...
Agenda
Breve apresentação da Empresa (5 min.)
Características do Laboratório (5 min.)
Breve abordagem do processo de cada ...
Visão Geral
Conceitos básicos de RCM.
Como aplicar a metodologia em ambiente
de baixa utilização.
Estratégias de controle....
Objetivos da Manutenção
Para Smith, a manutenção tem como objetivo
“preservar    as    capacidades    funcionais de
equipa...
RCM Overview
Uma das características da RCM é fornecer um método
estruturado para selecionar as atividades de
manutenção p...
RCM Overview
                              Mas enfim o que é o RCM?
É uma metodologia ( ou processo ) composta por 7 quest...
Questões Básicas

Quais as funções a preservar ?
Quais as falhas funcionais ?
Quais os modos de falha ?
Quais os efeitos d...
Questões Básicas
• Quais são as funções do
  equipamento?
• De que forma ele pode falhar?
• O que faz falhar?
• O que acon...
Seqüência de Implementação

Seleção do sistema e coleta de informações.
Análise de modos de falhas e efeitos.
Seleção de f...
Seqüência de Implementação
         P R O C E S S O P R Ó - A T IV O



         C O N F IA B IL ID A D E




         C O...
Seqüência de Implementação
EXEMPLO DE PL
           PLANILHA DE INFORMAÇÕES RCM




  5° Congresso WCM 2009   Aplicando RC...
Seqüência de Implementação
                                   F ALH A




PLANILHA
                  E V ID E N T E       ...
Seqüência de Implementação
   EXEMPLO DE PLANILHA DE DECISÃO




 5° Congresso WCM 2009   Aplicando RCM em um Laboratório ...
Definições
Função: o que o usuário deseja que o item ou sistema
faça dentro de um padrão de performance
especificado.

  P...
Definições
Falha: consiste na interrupção ou alteração da
capacidade de um item desempenhar uma função
requerida ou espera...
Definições
Modos de Falha:
Um evento ou condição física, que causa uma falha funcional; ou
Um dos possíveis estados de fal...
Definições
    Efeitos de Falhas: efeito é o que acontece quando um modo de falha se apresenta.
    Podem ser classificado...
Definições
Conseqüências de Falhas: segundo a RCM, uma função será
significante se uma falha funcional vier a provocar efe...
Função


                          A perda da função tem efeito     Sim
                     adverso de segurança ou no am...
Níveis e Critérios de Decisão
    Níveis de Decisão:
       Nível 1: avalia cada modo de falha de acordo com a visibilidad...
Diagrama de Decisão
    Para implementar o processo decisório, cada modo de falha é inicialmente
    avaliado quanto à sua...
Nível                                Lógica de Decisão
                                                                   ...
Aplicabilidade da Manutenção
    O estudo das conseqüências de falhas e a escolha das funções
    significantes de uma ins...
Classificação de Atividades
Para estudar as aplicabilidades das tarefas de manutenção, é usual dividi-
las em atividades p...
Atividades Programadas
Atividades Direcionadas por Tempo: devem ser executadas em
datas ou ciclos limites de operação. São...
Atividades Não-Programadas
                Não-
    Atividades de Correção de Defeitos: são
    executadas quando da ident...
Tipo de Manutenção por
                 Comportamento da Falha

Evolução da Falha              Ação                    Tip...
Efetividade da Manutenção
    A escolha de uma atividade de manutenção depende, além da sua
    aplicabilidade ao modo de ...
Seleção de Atividades
A etapa final de seleção das atividades de manutenção, para um determinado modo de falha,
obedece a ...
Questões Básicas

1. Um serviço operacional é aplicável e efetivo ?

2. Uma inspeção preditiva é aplicável e efetiva ?

3....
Periodicidade da Manutenção
A metodologia RCM produz um conjunto de atividades
aplicáveis e efetivas, que são apropriadas ...
Passos Básicos de Aplicação da Manutenção
              Centrada na Confiabilidade
A maioria dos procedimentos incluem alg...
Processo de Implantação


O sucesso da implementação da RCM depende não
só da experiência prática e fundamentação teórica ...
Processo de Implantação -
                   Thermotron
Contexto Operacional resumido:

   O equipamento a ser estudado te...
Processo de Implantação -
                    Thermotron
Contexto Operacional resumido:

    Falhas termo-mecânias, tais
 ...
Processo de Implantação -
                   Thermotron
         Sample aged at 150oC for 50 hours
                       ...
Processo de Implantação -
                  Thermotron
Contexto Operacional resumido:
   Outro teste que pode ser
   reali...
Processo de Implantação –
               Caracterização RCM
Função:
   1. realizar testes térmicos sob condição controlada...
Processo de Implantação –
                Caracterização RCM
Causa da Falha:
   1. controlador de temperatura funcionando ...
Manutenção Efetiva e Competitiva
A manutenção só cumpre realmente seu papel quando chega antes e consegue
prever possíveis...
Manutenção Efetiva e Competitiva
É importante dar-se conta que com o nível de mecanização da fábrica e a
operação de produ...
Conclusão
A metodologia RCM produz um conjunto de atividades aplicáveis e
efetivas, que são apropriadas para prevenir ou r...
Conclusão
Algumas etapas básicas são necessárias para a condução e
aplicação desta metodologia, a saber:
   Time deve ser ...
Onde conseguir Mais informações

LEVITT, Joel, The Handbook of Maintenance Management, 1st
Edition, New York-NY, 1997.

HI...
Informações do Apresentador
Marcelo Albuquerque de Oliveira
Instituto Nokia de Tecnologia
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WCM 2009-TT10 INdT NOKIA-RCM-

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Este trabalho foi apresentado no Congresso WCM 2009 realizado no Instituto de Engenharia de S. Paulo, promovido pela Excellence. O INdT NOKIA apresenta o trabalho desenvolvido na aplicação RCM na Gestão Eficaz dos Ativos – Um Estudo de Caso.

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  1. 1. WCM 2009 WORLD CLASS MAINTENANCE Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa Eng. MSc Marcelo Albuquerque de Oliveira Eng. Erik Fabiano Luiz Maciel Instituto Nokia de Tecnologia
  2. 2. Introdução Realizar estudo para aplicação da metodologia de gestão de manutenção conhecida por RCM nos equipamentos do laboratório de pesquisa do INdT. O objetivo central deste trabalho é de mostrar o resultado da aplicação de técnicas modernas de manutenção, com o intuito de desenvolver um sistema de gestão e controle de manutenção no laboratório de pesquisa que pudesse, ao mesmo tempo, determinar os períodos de manutenção para equipamentos do laboratório, bem como as classes a serem aplicadas, visando a otimização dos ativos e redução de custos de manutenção de forma inteligente. A busca por melhorias nos processos de manutenção do instituto, com posterior aplicação no ambiente fabril, foram os elementos de motivação para este estudo. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 2
  3. 3. Agenda Breve apresentação da Empresa (5 min.) Características do Laboratório (5 min.) Breve abordagem do processo de cada estágio ( 10 min. ) Definição de cada estágio e os equipamentos constituintes destes (5 min.) Tópicos relativos aos processos de manutenção (15 min.) Conclusão e recomendações finais (15 min.) 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 3
  4. 4. Visão Geral Conceitos básicos de RCM. Como aplicar a metodologia em ambiente de baixa utilização. Estratégias de controle. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 4
  5. 5. Objetivos da Manutenção Para Smith, a manutenção tem como objetivo “preservar as capacidades funcionais de equipamentos e sistemas em operação”. Para Moubray, o objetivo da manutenção é “assegurar que itens físicos continuem a fazer o que seus usuários desejam que eles façam”. Já a norma SAE JA1011 estabelece que a manutenção deve garantir que “itens físicos continuem a desempenhar suas funções planejadas”. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 5
  6. 6. RCM Overview Uma das características da RCM é fornecer um método estruturado para selecionar as atividades de manutenção para qualquer processo produtivo. O método é formado por um conjunto de passos bem definidos, os quais precisam ser seguidos em forma seqüêncial para responder às questões formuladas pela RCM e garantir os resultados desejados. Conceito fundamental e resumido da RCM : “aplicar a manutenção mais adequada a cada modo de falha”. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 6
  7. 7. RCM Overview Mas enfim o que é o RCM? É uma metodologia ( ou processo ) composta por 7 questões, usado para se determinar o que precisa ser feito para assegurar que qualquer ativo físico continue a fazer o que seus usuários desejam que ele faça dentro do seu contexto operacional atual É um processo onde participam obrigatoriamente representantes da manutenção, da operação, e outros especialistas que se fizerem necessários e que se desenvolve em duas etapas. etapas. A primeira etapa é voltada ao Conhecimento do ativo, proporcionado através do preenchimento de uma planilha denominada Planilha de Informação, onde são Informação, definidas as Funções , as Falhas Funcionais ( perda das funcões ), os Modos de Falha ( causas da falhas ) e o Efeitos das Falhas ( o que acontece quando as falhas ocorrem - o que precisa ser evitado ) A segunda etapa é voltada à tomada de decisão. O preenchimento da Planilha de decisão. Decisão completa o processo. Se o Conhecimento foi adquirido durante a primeira processo. etapa, será possível decidir o que fazer em cada caso, de forma efetiva e custo favorável, a partir da aplicação da lógica estruturada denominada Diagrama de Decisão É um processo predominantemente Pró-Ativo, buscando antecipar-se sempre às falhas Pró-Ativo, antecipar- e suas conseqüências, afim de minimizá-las e evitá-las, através de ações de minimizá- evitá- manutenção, reprojetos físicos, revisão de procedimentos operacionais e de manutenção e ajustes nos estoques. estoques. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 7
  8. 8. Questões Básicas Quais as funções a preservar ? Quais as falhas funcionais ? Quais os modos de falha ? Quais os efeitos das falhas ? Quais as conseqüências das falhas ? Quais as tarefa aplicáveis e efetivas ? Quais as alternativas restantes ? Quais as freqüências ideais das tarefas ? 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 8
  9. 9. Questões Básicas • Quais são as funções do equipamento? • De que forma ele pode falhar? • O que faz falhar? • O que acontece quando ele falha? • Quanto importa se ele falhar? • Há algo que possa fazer para prever ou prevenir a falha? • O que acontece se não pudermos prever nem prevenir a falha? Estas perguntas só podem ser respondidas sensatamente pelo pessoal de manutenção e produção trabalhando em conjunto 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 9
  10. 10. Seqüência de Implementação Seleção do sistema e coleta de informações. Análise de modos de falhas e efeitos. Seleção de funções significantes. Seleção de atividades aplicáveis. Avaliação da efetividade das atividades. Seleção das atividades aplicáveis e efetivas. Definição da periodicidade das atividades. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 10
  11. 11. Seqüência de Implementação P R O C E S S O P R Ó - A T IV O C O N F IA B IL ID A D E C O N H E C IM E N T O C O N T E X T O O P E R A C IO N A L FU N Ç Õ E S P L A NIHA F A L H A S F U N C IO N A IS DE M O D O S D E FA L H A S IN F O R M A Ç Ã O E F E IT O S D A S F A L H A S C O N S E Q Ü Ê N C IA S T A R E F A S - A p li c a b i lid a d e P L A N I L H A D E D E C IS Ã O - E f e t iv id a d e E S T R A T É G IA S D E S C R IÇ Ã O D A S T A R E F A S F R E Q Ü Ê N C IA P la n o d e M a n u t e n ç ã o TA R E FA S D E M A N U TE N ÇÃ O T A R E F A S O P E R A C IO N A I S RE P R O JE T O S 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 11
  12. 12. Seqüência de Implementação EXEMPLO DE PL PLANILHA DE INFORMAÇÕES RCM 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 12
  13. 13. Seqüência de Implementação F ALH A PLANILHA E V ID E N T E O C U LT A DE DECISÃO SEG U R A N Ç A M E IO A M B IE N T E C O N S E Q Ü Ê N C IA S O P E R A C IO N A L N Ã O O P E R A C IO N A L S O B C O N D IÇ Ã O R EST AU R A Ç ÃO PR O G R A M A D A D ESC A R TE PR O G R AM AD O C O M B IN A Ç Ã O D E T A R E F A S TA R EF A B U S C A D E F A L H A (S O M E N T E P A R A FA LH A S O C U L TA S ) N EN H U M A M AN U T EN Ç Ã O PR O G R AM AD A R EPR O JE TO 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 13
  14. 14. Seqüência de Implementação EXEMPLO DE PLANILHA DE DECISÃO 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 14
  15. 15. Definições Função: o que o usuário deseja que o item ou sistema faça dentro de um padrão de performance especificado. Principal: Gera o objetivo principal do sistema Secundária: Acrescenta objetivos ao sistema Auxiliar: Modifica objetivos do sistema Supérflua: Introduz objetivos desnecessários. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 15
  16. 16. Definições Falha: consiste na interrupção ou alteração da capacidade de um item desempenhar uma função requerida ou esperada. Pode ser classificada sob vários aspectos: Origem: Primária ou Secundária Extensão: Parciais ou Completas Manifestação: Degredação, Catastróficas ou Intermitentes Velocidade: Graduais ou Repentinas Criticidade: Críticas e Não-críticas Idade: Prematura, Aleatórias ou Progressivas. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 16
  17. 17. Definições Modos de Falha: Um evento ou condição física, que causa uma falha funcional; ou Um dos possíveis estados de falha de um item para uma dada função requerida. O modo de falha está associado ao evento ou fenômeno físico que provoca a transição do estado normal ao estado anormal. Causa das Falhas: o modo descreve o que está errado na funcionalidade do item. Já a causa descreve porque está errada a funcionalidade do item. Falha Evidente Falha Oculta Falha Múltipla 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 17
  18. 18. Definições Efeitos de Falhas: efeito é o que acontece quando um modo de falha se apresenta. Podem ser classificados sob vários aspectos: Efeito Catastrófico: se a falha pode causar a morte de seres humanos, ou perda do sistema principal, ou dano ao meio ambiente. Efeito Crítico: se a falha pode causar ferimento severo ou mesmo a morte, ou dano significante ao sistema ou ao meio ambiente, resultando na perda da missão da instalação. Efeito Marginal: se a falha causar ferimento leve ou dano de pequeno porte no sistema ou no meio ambiente, resultando em demora ou degradação de sua missão. Efeito Mínimo: se a falha provoca conseqüências reduzidas na operação, meio ambiente e segurança abaixo dos níveis máximos permitidos das normas legais, demandando recursos econômicos mínimos para restauração `condição original. Efeito Insignificante: se a falha causa ferimentos em seres humanos, ou danos ao sistema, ou impactos no meio ambiente insuficientes para infringir qualquer norma ambiental. ● Segundo a metodologia RCM, apenas os modos de falha com efeitos considerados inaceitáveis e intoleráveis, na escala de aceitabilidade ao risco, serão considerados nas etapas seguintes do processo RCM. Os demais modos de falha, classificados como toleráveis ou desprezíveis na escala de aceitabilidade, serão apenas documentados no estudo de FMEA. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 18
  19. 19. Definições Conseqüências de Falhas: segundo a RCM, uma função será significante se uma falha funcional vier a provocar efeito adverso no sistema principal, com conseqüências sobre: segurança, meio ambiente, operação e economia. Lógica de Seleção: para escolher as funções significantes, a RCM utiliza uma lógica simples de seleção, que leva em conta não só estes critérios, como também se já existe alguma atividade de manutenção orientada para a falha funcional. Segundo esta lógica, uma função será significante se sua falha afetar a operação, o meio ambiente, a segurança física ou a economia do processo, ou se já existir alguma atividade de manutenção preventiva. Esta última condição garante que qualquer função protegida por uma tarefa de manutenção existente será reavaliada pela RCM, independente dela impactar os demais aspecto 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 19
  20. 20. Função A perda da função tem efeito Sim adverso de segurança ou no ambiente ? Não A perda da função tem efeito Sim adverso na operação da instalação ? Não A perda da função tem impacto Sim Econômico na instalação ? Não Função A função já é protegida por uma Sim Função Não-significante tarefa existente de manutenção ? Significante Que modo de falha poderá ocorrer se esta tarefa não for executada ? Isso garante não só a revisão dos critérios atuais de manutenção, como a descoberta de novos modos de fala, mas principalmente a eliminação de atividades desnecessárias, que não seja orientadas para os 4 aspectos priorizados pela RCM. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 20
  21. 21. Níveis e Critérios de Decisão Níveis de Decisão: Nível 1: avalia cada modo de falha de acordo com a visibilidade dos efeitos produzidos. Nível 2: avalia as conseqüências da falha sobre a segurança e economia/operação da instalação. Nível 3: avalia as causas de cada modo de falha para selecionar o tipo de atividade de manutenção que seja aplicável e efetiva. • Critérios de Decisão: Visibilidade da falha funcional para a equipe de operação Conseqüência da falha para a instalação e suas variáveis Visibilidade da falha potencial para a equipe de operação Causa e mecanismo de falha no tempo Impactos econômicos, ambientais e de segurança. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 21
  22. 22. Diagrama de Decisão Para implementar o processo decisório, cada modo de falha é inicialmente avaliado quanto à sua visibilidade e conseqüência, e classificado em uma das categorias abaixo: ESA – Segurança/Ambiental Evidente OSA – Segurança/Ambiental Oculta EEO – Operacional/Econômico Evidente OEO – Operacional/Econômico Oculta • Para a classificação ocorrer, questões importantes necessitam ser respondidas: A falha é evidente ? Se a falha é evidente, afeta a segurança/ambiente ? Se a falha é oculta, afeta a segurança/ambiente ? 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 22
  23. 23. Nível Lógica de Decisão Critério Sim Não A falha é Efeito Evidente ? Sim Não Sim Não Afeta a segurança Afeta a segurança ou ambiente ? ou ambiente ? Conseqüência Evidente Evidente Oculto Oculto Segurança Econômico Econômico Segurança Ambiente Operacional Operacional Ambiental Causa ESA EEO OEO OSA 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 23
  24. 24. Aplicabilidade da Manutenção O estudo das conseqüências de falhas e a escolha das funções significantes de uma instalação são os requisitos exigidos pela RCM para selecionar as atividades aplicáveis na prevenção ou correçào das falhas. • Critérios de Aplicabilidade: para que uma atividade de manutenção seja aplicável a um modo de falha, ela deve assegurar um conjunto de requisitos de natureza técnica e de ordem prática. Segundo a RCM, uma atividade de manutenção, para ser aplicável, deve garantir um dos seguintes objetos: Prevenir modos de falha Reduzir a taxa de deterioração Detectar a evolução das falhas Descobrir falhas ocultas Suprir necessidades e consumíveis do processo Reparar o item após a falha. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 24
  25. 25. Classificação de Atividades Para estudar as aplicabilidades das tarefas de manutenção, é usual dividi- las em atividades programadas ( executadas em intervalos pré- determinados ) e não-programadas ( executadas quando a ocorrência de defeitos ou falhas funcionais ). Atividades Programadas: Atividades Direcionadas por tempo Atividades direcionadas por condição Atividades direcionadas por falhas Atividades direcionadas por operação. Atividades Não-Programadas: Atividades de correção de defeitos Atividades de correção de falhas 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 25
  26. 26. Atividades Programadas Atividades Direcionadas por Tempo: devem ser executadas em datas ou ciclos limites de operação. São adequadas para modos de falha com desgastes progressivos ou vida útil previsível, para as quais é possível antecipar o instante futuro da falha. Atividades Direcionadas por Condição: são recomendadas para modos de falhas observáveis e evolutivos. As técnicas preditivas são utilizadas largamente nestes casos, quando se consegue detectar a evolução futura da falha. Atividades Direcionadas por Falhas: destina-se essencialmente a descobrir a ocorrência de modos de falha ocultos, visando evidenciar sua existência e prevenir sua evolução para falhas múltiplas. Atividades Direcionadas por Operação: visam suprir o processo de materiais consumíveis, tais como combustíveis e lubrificantes, e preservar o ambiente da instalação, tais como limpeza e conservação de iluminação, etc. por serem atividades simples e de alta freqüência, são recomendadas para execução pela própria equipe de operação. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 26
  27. 27. Atividades Não-Programadas Não- Atividades de Correção de Defeitos: são executadas quando da identificação de um estado de deterioração funcional, visando corrigir o defeito antes de sua evolução para uma falha. Abaixo, seguem algumas formas de realizar esta identificação. Pela manutenção programada Por uma análise de dados e desempenho operacional Pela equipe de operação. • Atividades de Correção de Falhas: são executadas após uma falha, visando restaurar, substituir ou reparar a capacidade funcional do item. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 27
  28. 28. Tipo de Manutenção por Comportamento da Falha Evolução da Falha Ação Tipo de Manutenção Estável Nenhuma Desnecessária Mensurável Detectar Inspeção Preditiva Previsível Antecipar Restauração ou Substituição Controlável Controlar Serviço Operacional Invisível Descobrir Inspeção Funcional Visível Corrigir Manutenção Corretiva Incontrolável Reparar Resumo Funcional 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 28
  29. 29. Efetividade da Manutenção A escolha de uma atividade de manutenção depende, além da sua aplicabilidade ao modo de falha, da sua efetividade em prevenir ou corrigir falhas. Por efetividade entende-se a economicidade e viabilidade de sua aplicação, considerando os recursos disponíveis e necessários, e os retornos esperados em relação a outras alternativas. Segundo a RCM, para que uma atividade de manutenção seja efetiva contra um determinado modo de falha, ela deve atender, simultâneamente, aos seguintes critérios de efetividade: Ser aplicável tecnicamente Ser viável com os recursos disponíveis Produzir os resultados esperados Ser executável a um intervalo razoável. • Formas de execução das atividades: Serviço operacional Inspeção preditiva Restauração preventiva Substituição preventiva Inspeção funcional Tarefas default. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 29
  30. 30. Seleção de Atividades A etapa final de seleção das atividades de manutenção, para um determinado modo de falha, obedece a um processo estruturado que levaa em conta não só a adequacidade e efetividade de cada tarefa possível, ma stambém um conjunto de regras lógicas de priorização das opções disponíveis. A RCM estrutura este processo de forma a maximizar os resultados econômicos e operacionais, sujeito às restrições de segurança e proteção ao meio ambiente. Processo de Seleção: Executar uma das 5 tarefas de manutenção programada Executar uma combinação de 2 ou mais tarefas Aguardar que o modo de faalha ocorra, ou Executar uma outra alternativa ( default : manutenção combinada, mudança de projeto ou reparo funcional). Priorização de Atividades: 1. Serviço Operacional ( SO ) 2. Inspeção Preditiva ( IP ) 3. Restauração Preventiva ( RP ) Esta priorização será 4. Substituição Preventiva ( SP ) aplicada a cada 5. Inspeção Funcional ( IF ) modo de falha. Processo de Decisão: ESA - Segurança/Ambiental Evidente OSA - Segurança/Ambiental Oculta EEO - Operacionaal/Econômico Evidente OEO - Operacionaal/Econômico Oculta 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 30
  31. 31. Questões Básicas 1. Um serviço operacional é aplicável e efetivo ? 2. Uma inspeção preditiva é aplicável e efetiva ? 3. Uma restauração preventiva é aplicável e efetiva ? 4. Uma substituição preventiva é aplicável e efetiva ? 5. Uma inspeção funcional é aplicável e efetiva ? 6. Uma manutenção combinada é aplicável e efetiva ? 7. Uma mudança de projeto é aplicável ? 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 31
  32. 32. Periodicidade da Manutenção A metodologia RCM produz um conjunto de atividades aplicáveis e efetivas, que são apropriadas para prevenir ou reduzir as conseqüências de falhas funcionais. Processos Decisórios: muitos módulos e teorias têm sido propostos para analisar e suportar o processo decisório de definição da freqüência da manutenção. Os modelos mais usuais são: Exploração da Idade ( Age Exploration ) Diagrama de Influência Árvore de Eventos Teoria dos Jogos Teoria Bayseana Processos Markovianos Decisões Multicritérios. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 32
  33. 33. Passos Básicos de Aplicação da Manutenção Centrada na Confiabilidade A maioria dos procedimentos incluem alguns ou todos os sete passos exigidos a seguir: Preparações iniciais Selecionar o equipamento a ser analisado Identificar as funções Identificar falhas funcionais Identificar e avaliar ( categorizar ) os efeitos da falha Identificar as causas das falhas Selecionar as tarefas de manutenção. Time deve ser multifuncional. Definir a abrangência da análise ( item, componente, subsistema, sistema ou planta ). Recomenda-se uma análise top-down. Descrever os sistemas em forma de diagrama de blocos funcionais, hierarquias, interfaces, esquemas, planos de manutenção e etc. Detectar falhas funcionais ( falha total ao executar uma função, desempenho ineficiente de uma função, sub-desempenho de uma função, mais desempenho de uma função, executando uma função involuntária, etc. ). Determinar a lista de tarefas aplicáveis e selecionar aquela que alcançará os objetivos pré-determinados. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 33
  34. 34. Processo de Implantação O sucesso da implementação da RCM depende não só da experiência prática e fundamentação teórica de seus processos, mas também da adequacidade dos meios organizacionais e de planejamento utilizados. Por ser uma metodologia bem estruturada, exige-se um nível compatível de organização dos processos administrativos e de suporte, especialmente na aplicação a sistemas industriais complexos, sem os quais estarão comprometidos os resultados esperados. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 34
  35. 35. Processo de Implantação - Thermotron Contexto Operacional resumido: O equipamento a ser estudado tem por aplicação a avaliação da integridade de equipamentos eletrônicos, e seus subitens ( componentes ), após estes terem sido submetidos a processos de testes de temperatura e umidade. As amostras são coletadas e depositadas em bandejas em distintos ambientes no interior da câmara climática, para que os testes possam ser realizados. Por meio de telemetria, as condições de funcionalidade das amostras são monitoradas, após aplicação de sinais elétricos de excitação, com o intuito de avaliar o impacto dos testes no funcionamento natural do dispositivo e descobrir modos de falha potenciais. Para a aplicação de testes de temperatura, a técnica utilizada é o Choque Térmico, que consiste em adotar dois níveis extremos de temperatura e submeter as amostras a estes níveis. Em um ambiente a câmara trabalhará com altas temperaturas e, no segundo, ambiente com baixas temperaturas. A faixa de valores do equipamento para testes de temperatura vai de - 80◦ C até +200◦ C. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 35
  36. 36. Processo de Implantação - Thermotron Contexto Operacional resumido: Falhas termo-mecânias, tais como fadiga térmica e formação de trincas podem ser visualizadas posteriormente, uma vez que a mudança de temperatura pode provocar stress nos terminais dos componentes, favorecendo a ocorrência de fadiga nos materiais. Formação de trincas ou efeitos similares podem ser verificados posteriormente na estrutura da placa onde os componentes eletrônicos estão dispostos. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 36
  37. 37. Processo de Implantação - Thermotron Sample aged at 150oC for 50 hours Cracks in the Intermetallic Cu3Sn Layer Cu6Sn5 Mecanismo de Falhas : trincas através dos pontos de solda. Formação de curto SEM picture shows crack in the intermetallic layer circuito na vizinhança dos pontos aplicados. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 37
  38. 38. Processo de Implantação - Thermotron Contexto Operacional resumido: Outro teste que pode ser realizado combina a avaliação da integridade e confiabilidade dos produtos eletrônicos após a exposição destes a condições ambientais distintas, combinando umidade e temperatura. A faixa de valores do equipamento para testes de umidade vai de 0 até 100 RH. As condições de funcionalidade e verificação de falhas potenciais são verificadas em seguida. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 38
  39. 39. Processo de Implantação – Caracterização RCM Função: 1. realizar testes térmicos sob condição controlada de temperatura, nos limites de -80º C a +120º C; 2. realizar testes de umidade e temperatura combinadas sob condição controlada, nos limites de 0 a 100 Rh. Falha: 1. não realizar testes térmicos; 2. não realizar testes térmicos sob condição controlada de temperatura; 3. não realizar testes de umidade e temperatura combinadas ; 4. não realizar testes de umidade e temperatura combinadas sob condição controlada; 5. não atingir os limites de temperatura do teste; 6. não atingir os limites de umidade do teste; Modo de Falha: 1. alta temperatura 2. baixa temperatura 3. alta umidade 4. baixa umidade. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 39
  40. 40. Processo de Implantação – Caracterização RCM Causa da Falha: 1. controlador de temperatura funcionando incorretamente; 2. falha de leitura do termopar; 3. controlador de umidade funcionando incorretamente; 4. falha na leitura do sensor de umidade. Efeitos da Falha: 1. temperaturas de regime de trabalho não serão atingidas e os testes não poderão ser realizados; 2. leituras incertas dos níveis de temperatura poderão provocar medidas incorretas ou até mesmo a interrupção dos testes ; 3. nível de umidade de regime de trabalho não será atingida e os testes não poderão ser realizados; 4. leituras incertas dos níveis de umidade poderão provocar medidas incorretas ou até mesmo a interrupção dos testes. Estratégias de Manutenção: 1. aplicação de técnicas preditivas para o monitoramento das condições de umidade e temperatura; 2. testes periódicos dos elementos de controle e proteção ( determinação dos FFI’s - intervalos de busca de falhas ). 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 40
  41. 41. Manutenção Efetiva e Competitiva A manutenção só cumpre realmente seu papel quando chega antes e consegue prever possíveis acontecimentos que possam paralisar e prejudicar a produção, com conseqüente perda de volume, aumento das despesas da operação e redução das margens do negócio. Quando a manutenção é preventiva, criteriosa e competente, os riscos de provocar os impactos acima são minimizados e a equipe de manutenção fica fora do foco das preocupações da direção da empresa. Como conseqüência, há uma tend6encia de julgamento precoce de que a manutenção tem excesso de recursos e, portanto, pode ter ser orçamento reduzido. Entretanto, isso se constitui num erro estratégico para redução de custos pois o que acaba realmente acontecendo é a redução das práticas preventivas e preditivas, com um significativo aumento das ações corretivas. Prática corretiva é o início da espiral indesejável que leva as empresas ao caos da ineficiência e rápida deterioração da operação. E as razões são muito simples de entender, uma vez que o evento que a dispara sempre ocorre durante o processo de produção e sua correção implica em parar a produção para executar o conserto. Portanto, conceitualmente, fazer manutenção “pré” supõe fazê-la preventivamente, caso contrário trata-se de uma ação sumária de reparo. O que se procura, no entanto, é minimizar as práticas corretivas com tendência assintótica. Convém suportar esta idéia com a gama de ferramentas disponíveis para o melhor gerenciamento da manutenção e o estudo das falhas. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 41
  42. 42. Manutenção Efetiva e Competitiva É importante dar-se conta que com o nível de mecanização da fábrica e a operação de produção no limite de capacidade é fundamental que se apure a manutenção preventiva, bem como se mantenha sob estreito controle os indicadores de eficiência da fábrica, como: OEE, FRC, MTBF, MTTR, aliado aos indicadores de qualidade. Também é igualmente importante que seja entendido que uma equipe de manutenção é um grupo seleto de especialistas que não se constrói overnight, exige dedicação, empenho, treinamento, formação, sensibilidade para problemas operacionais e espírito vanguardista, pois promover o conserto de algo que quebrou é efetivamente simples. O difícil é chegar antes de sua manifestação prática. Uma consideração importante do insucesso da administração dos serviços de manutenção “embaixo” da gerência de produção é exatamente o imediatismo exacerbado, tanto na solução das falhas de equipamentos como nas prioridades orçamentárias. Outra “falha“ freqüente na administração da atividade produtiva é a não vinculação dos resultados da produção com a eficiência da manutenção. Portanto, e por este motivo, os indicadores, hoje universais, como o OEE (overall equipment efectiveness), MTBF (mean time between failure), MTTR (mean time to repair), aliados a indicadores específicos de qualidade do produto, interna e externa (pelos clientes consumidores), parametrizam o desempenho da manutenção 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 42
  43. 43. Conclusão A metodologia RCM produz um conjunto de atividades aplicáveis e efetivas, que são apropriadas para prevenir ou reduzir as conseqüências de falhas funcionais. O sucesso da implementação da RCM depende não só da experiência prática e fundamentação teórica de seus processos, mas também da adequação dos meios organizacionais e de planejamento utilizados. Por ser uma metodologia bem estruturada, exige-se um nível compatível de organização dos processos administrativos e de suporte, especialmente na aplicação a sistemas industriais complexos, sem os quais estarão comprometidos os resultados esperados. Passos a seguir: Preparações iniciais Selecionar o equipamento a ser analisado Identificar as funções Identificar falhas funcionais Identificar e avaliar ( categorizar ) os efeitos da falha Identificar as causas das falhas Selecionar as tarefas de manutenção. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 43
  44. 44. Conclusão Algumas etapas básicas são necessárias para a condução e aplicação desta metodologia, a saber: Time deve ser multifuncional. Definir a abrangência da análise ( item, componente, subsistema, sistema ou planta ). Recomenda-se uma análise top-down. Descrever os sistemas em forma de diagrama de blocos funcionais, hierarquias, interfaces, esquemas, planos de manutenção e etc. Detectar falhas funcionais ( falha total ao executar uma função, desempenho ineficiente de uma função, sub-desempenho de uma função, mais desempenho de uma função, executando uma função involuntária, etc. ). Determinar a lista de tarefas aplicáveis e selecionar aquela que alcançará os objetivos pré-determinados. No caso dos equipamentos do laboratório de análise, a metodologia nos auxiliou a encontrar o intervalo ótimo para as atividades de manutenção, bem como na negociação de contratos de atividades mais realísticos, conforme o novo plano adotado. Propiciou sincronizar as atividades de calibração e manutenção baseada na utilização real do equipamento. Como etapa adicional, implementar a metodologia para os demais equipamentos do parque, mesmo considerando um nível moderado de utilização. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 44
  45. 45. Onde conseguir Mais informações LEVITT, Joel, The Handbook of Maintenance Management, 1st Edition, New York-NY, 1997. HIGGINS, Lindley R., MOBLEY, R. Keith, Maintenance Engineering Handbook, 6st Edition, McGraw-Hill, 2002. MOUBRAY, John, Manutenção Centrada em Confiabilidade, 2nd Edition, Aladon Ltd, 2000. SMITH, Anthony M., HINCHCLIFFE, Glenn R., RCM - Gateway to World Class Maintenance, 1st Edition, Elsevier Butterworth- Heinemann, 2004. BLOOM, Neil, Reliability Centered Maintenance (RCM) - Implementation Made Simple, 1st Edition, McGraw-Hill, 2005. SQL Brasil Consultoria em RCM. 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 45
  46. 46. Informações do Apresentador Marcelo Albuquerque de Oliveira Instituto Nokia de Tecnologia Dados para Contato: jumaroliveira@uol.com.br maoliveira.0312@gmail.com marcelo.a.oliveira@indt.org.br (92) 8191-8036 ou (92) 2126-1081 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 46
  47. 47. Perguntas Espaço Aberto para Discussões 5° Congresso WCM 2009 Aplicando RCM em um Laboratório de Pesquisa 47

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