Your SlideShare is downloading. ×
Petrobras - Rede de Melhoria da Gestão - Plano Estratégico 2011-2020
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Petrobras - Rede de Melhoria da Gestão - Plano Estratégico 2011-2020

1,272
views

Published on


0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
1,272
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
32
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. ARededeMelhoriadaGestãoparao DesenvolvimentodaCadeiaNacionalde FornecedoresdeBenseServiçosdaPetrobras PlanoEstratégico2011-2020 Concepção,ProgramasdeTrabalhoeGovernança 30denovembrode2010 Versãoinicial RededeMelhoriadaGestão-PlanoEstratégico2011-2020 Dobra Dobra
  • 2. | p á g i n a | 1 Apresentação do Relatório Este documento procura apresentar uma visão de conjunto da Rede de Melhoria de Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras, sendo integrado por:  Contextualização, onde se faz algumas considerações sobre o momento atual da Petrobras e seus desdobramentos em relação à cadeia;  Resumo Executivo, que apresenta, de modo sintético, a visão de futuro da rede, os requisitos, valores e princípios orientadores da sua ação, os resultados que se pretende alcançar, as entidades participantes, a governança em três níveis e os programas de trabalho com respectivas alocações iniciais de recursos e os próximos passos;  Capítulo 1 – que detalha a Visão de Futuro, Valores e Princípios da Rede;  Capítulo 2 – constituído pelas Políticas ou Requisitos de Gestão da Rede e seus Objetivos Estratégicos de Longo Prazo (2020) e de Curto prazo (2011);  Capítulo 3 – que explicita a governança e modelo de funcionamento da rede, através de suas três instâncias: consultiva, deliberativa e executiva;  Capítulo 4 – que traz a caracterização e detalhamento dos programas de trabalho;  Capítulo 5 que, a título de conclusão, apresenta recomendações de encaminhamento para a implantação e pleno desenvolvimento da Rede;  Anexo I – integrado por um breve histórico da formação e desenvolvimento da Rede;  Anexo II, com a listagem de entidades que integram a Rede; e  Anexo III, com a relação de participantes dos principais eventos da Rede. Rio, novembro de 2010 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – MP Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras Fundação Nacional da Qualidade – FNQ Movimento Brasil Competitivo – MBC
  • 3. | p á g i n a | 2 Agradecimentos O gigantesco desafio do pré-sal e a orientação do presidente José Sergio Gabrielli de Azevedo nos levaram a iniciar um processo para a melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras. Decidimos pela criação de uma rede orientada para resultados e valores voltada para a melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, por ser este um espaço importante a ser completado, conforme diagnosticado em recentes análises e entrevistas (realizadas em novembro de 2009 e consolidadas no 1º Caderno de Trabalho). Com o envolvimento de um grande conjunto de entidades públicas, empresariais e do terceiro setor, tomamos como premissas que, em um primeiro momento, só seriam convidadas entidades com abrangência nacional e que, também, nos manteríamos independentes de outras redes já consolidadas no trato desta cadeia produtiva, evitando que seus conhecimentos dominassem o ambiente da discussão, uma vez que nosso foco era gestão. Em nossa 1ª Oficina de Trabalho, em dezembro de 2009, esclarecemos que teríamos duas etapas para a implantação da rede, a primeira para planejar e construir a Rede e a segunda para operacionalizá-la e integrá-la às demais iniciativas existentes. Podemos nos orgulhar por termos aprendido a trabalhar em rede não hierárquica, por termos negociado um modelo de governança, pelo alinhamento a estratégias governamentais para o desenvolvimento, como a PDP e o PROMINP, por incentivarmos o diálogo entre as entidades, criando agendas comuns, pela representatividade empresarial e sindical, pelo debate aberto e obtenção de consenso em nossas oficinas e GTs e, principalmente, pela integração promovida entre as entidades. Agradecemos a todos os representantes das entidades que colaboraram voluntariamente neste processo coletivo de planejamento, para chegarmos a este 5º Caderno, instrumento de trabalho que utilizaremos para negociar os recursos necessários para a consolidação da Rede. Sem dúvida, uma grande contribuição para o desenvolvimento nacional. Agradecimentos especiais aos outros coordenadores da Rede de Melhoria de Gestão, MPOG, FNQ e MBC, aos consultores da MACROPLAN, PUBLIX, AMANA-KEY e COPPE-UFRJ. Nossos agradecimentos à equipe da Petrobras que contribuiu no desenvolvimento do processo: Andressa da Silva Pereira, Luiz Fernando Vieira, Marina Benedita Pinto de Souza e Pedro Penido Duarte Guimarães. As estratégias da Rede fortalecem a cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços e poderão potencializar programas existentes. A partir deste momento, buscaremos a multiplicação regional do trabalho e o envolvimento de novas entidades. As diversas sugestões de políticas públicas no corpo deste trabalho serão encaminhadas ao Governo como contribuição. O MDIC, a ABDI e o CDES tiveram papel importante, junto com o MPOG, na articulação com o Governo.
  • 4. | p á g i n a | 3 Cumprimos assim nossa etapa de planejamento, iniciando agora o processo de negociação para criação da Secretaria Executiva, do Comitê de Governança, a obtenção de recursos e a estruturação dos programas, projetos e ações. Convidamos todos vocês para participar da nova etapa deste processo. Sydney Granja Affonso Assessor do Presidente da Petrobras Coordenador Geral da Rede de Melhoria da Gestão da Cadeia Nacional de Bens e Serviços da Petrobras Presidente do Conselho das Partes Interessadas (ConPI) do MBC Membro do Conselho Curador da FNQ Representante Titular no Comitê Gestor do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – Gespública – MPOG
  • 5. | p á g i n a | 4 Sumário Apresentação do Relatório.............................................................................................................................. 1 Agradecimentos .............................................................................................................................................. 2 Contextualização............................................................................................................................................. 5 Resumo Executivo ......................................................................................................................................... 11 1. Visão de Futuro, Valores e Princípios da Rede........................................................................................... 15 2. Políticas ou Requisitos de Gestão e Objetivos Estratégicos ....................................................................... 21 3. Governança e Modelo de Funcionamento da Rede................................................................................... 24 4. Detalhamento dos Programas................................................................................................................... 28 5. Recomendações........................................................................................................................................ 97 Anexo I. Histórico do Desenvolvimento da Rede ........................................................................................... 99 Anexo II. Entidades Participantes da Rede................................................................................................... 107 Anexo III. Participantes dos Eventos da Rede .............................................................................................. 110
  • 6. | p á g i n a | 5 Contextualização As descobertas de grandes acumulações de petróleo e gás no pré-sal brasileiro permitem formular um novo modelo de desenvolvimento no Brasil, de modo soberano e autóctone. A Petrobras, que terá papel preponderante no desenvolvimento do setor de energia, planeja realizar vultosos investimentos visando cumprir o seu papel histórico de indutor do desenvolvimento nacional. O Brasil está numa situação privilegiada, com uma matriz energética e base industrial diversificadas, grande mercado consumidor, estabilidade institucional e jurídica e alta tecnologia em petróleo, e com potencial para incorporar ou ampliar a participação de outras fontes renováveis. Como o petróleo ainda continuará tendo excepcional importância no cenário energético mundial até 2030, conforme diversos estudos internacionais e nacionais, a descoberta do Pré-sal e a ampliação da capacidade produtiva e de investimentos da Petrobras abre grandes oportunidades para o desenvolvimento sustentável brasileiro. O Brasil tem condições objetivas para desenvolver uma indústria de suprimento de bens e serviços de escala e classe mundial. As oportunidades são múltiplas e os desafios diversos, especialmente de ganhos de escala e de novos negócios que se abrem para empresas. A estratégia corporativa da Petrobras, baseada nos três pilares de crescimento integrado, rentabilidade e responsabilidade socioambiental, estabelece que sua atuação seja segura e rentável, com responsabilidade social e ambiental, nos mercados nacional e internacional, fornecendo produtos e serviços adequados às necessidades dos clientes e contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e dos países onde atua. O plano de investimentos atual da companhia, para o período 2010- 2014, é ambicioso, com investimentos previstos de US$ 224 bilhões, sendo 95% destes a serem realizados no país. São investimentos robustos, que garantirão a execução de uma das mais consistentes carteiras de projetos da indústria do petróleo no mundo. Na área de Exploração e Produção (E&P) os investimentos têm como objetivo aumentar a produção de petróleo e gás natural, aproveitando o sucesso exploratório alcançado no pós e pré-sal e inclui também o aumento das atividades exploratórias. No entanto, a expansão da Petrobras não está restrita ao segmento de exploração e produção de óleo e gás, mas se reflete em todos os segmentos: em refino, transporte e comercialização de petróleo e derivados, em gás e energia, em distribuição, petroquímica e biocombustíveis. No Refino, Transporte, Comercialização (RTC) e Petroquímica os investimentos serão realizados para aumentar a produção de derivados para atender à crescente demanda do mercado doméstico com a construção de refinarias, agregando valor ao óleo produzido, aumentando as margens da companhia, permitindo também a exportação de derivados e petroquímicos. Também serão realizados investimentos para melhorar a qualidade dos derivados (gasolina e diesel), atendendo aos padrões internacionais e ambientais mais rigorosos. O Plano de Negócios Petrobras 2010-14 contempla a ampliação da malha de gasodutos, da capacidade de geração de energia elétrica e terminais de GNL. Na área de fertilizantes os investimentos serão direcionados para aumentar a escala de produção, garantindo demanda
  • 7. | p á g i n a | 6 adicional para o gás natural, visando à ampliação dos ganhos da companhia com a produção de gás, aproveitando o grande potencial agrícola brasileiro com demandas crescentes por fertilizantes. O plano também prevê investimentos em novas plantas de etanol e biodiesel e infraestrutura para escoamento da produção de etanol. Esta é também uma oportunidade extraordinária para reposicionar alguns setores na nossa indústria de bens e serviços, especialmente a de bens de capital. Uma expansão doméstica da indústria de óleo e gás na dimensão que vem sendo anunciada dará escala para o Brasil se tornar um player industrial global neste segmento. A estratégia e os esforços de ampliação do conteúdo nacional da oferta de bens e serviços representam um desafio ainda maior na implantação dos diversos empreendimentos que integram a carteira da Petrobras. A Política de Desenvolvimento Produtivo – PDP, coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC, e apoiada por uma Secretaria-Executiva, formada pela ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), BNDES e Ministério da Fazenda, pressupõe que o momento atual da economia brasileira demanda apoio amplo e firme à formação de capital e à inovação para dar sustentabilidade ao crescimento de longo prazo da nação. Em uma perspectiva de continuidade com evolução, é necessário conferir maior potência à política industrial, por meio da ampliação da sua abrangência, do aprofundamento das ações já iniciadas e da consolidação da capacidade de desenhar, implementar e avaliar políticas públicas. São essenciais alguns elementos da PDP, relativos ao setor de petróleo, gás natural e petroquímica e aos setores mais próximos da economia: adensamento da cadeia produtiva com medidas de substituição competitiva de importações, expansão de fóruns regionais e estruturação de fundos de investimento para fornecedores; apoio à inovação, com medidas de depreciação acelerada, financiamentos e fundos de empresas emergentes; investimentos em modernização tecnológica do complexo industrial de defesa através de financiamentos, fortalecimento industrial e formação de recursos humanos; apoio à modernização e expansão da indústria naval e renovação da frota de apoio; inserção de micro e pequenas indústrias através de medidas que promovam atividades produtivas no entorno de projetos industriais e que promovam a convergência da PDP com planos regionais de desenvolvimento. A demanda existente hoje no setor de petróleo e gás no país é função principalmente dos investimentos que a Petrobras está planejando, e que definem um conjunto de tarefas. Hoje tem-se uma visão detalhada desses projetos a um nível extremamente pormenorizada, e disponível para as empresas. Contempla não apenas os grandes sistemas necessários à implantação dos projetos da Petrobras, mas também os subsistemas, enumerando os equipamentos e componentes necessários para estes subsistemas. É possível visualizar em base trimestral as principais demandas de aço, parafusos, válvulas, de diversos tipos de máquinas, compressores, equipamentos, através do portal coordenado pelo Prominp – Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural. Esta demanda 2010-2014, prevista trimestralmente, abre possibilidades tanto para as empresas que são fornecedoras diretas quanto para aquelas que são fornecedoras indiretas, ou seja, fornecedoras de fornecedoras, ou ainda fornecedoras de fornecedoras de fornecedoras. A demanda, tanto de grandes equipamentos quanto de milhares de componentes menores, pode ser identificada do ponto de vista da cadeia nacional de fornecedores, em razão da exigência crescente de conteúdo nacional.
  • 8. | p á g i n a | 7 O Prominp tem estruturado um abrangente conjunto de iniciativas com foco no aumento da qualificação profissional, na geração de emprego e no fortalecimento e competitividade da indústria nacional. A preparação de pessoas e empresas para o atendimento aos altos padrões e requisitos exigidos pelo setor, com focos de qualificação profissional, empregabilidade e reforço escolar. O Prominp Tecnológico, que é o Plano de Desenvolvimento Tecnológico Industrial do Prominp, visa elevar a competitividade dos fornecedores de bens e serviços do setor de petróleo e gás, através do desenvolvimento e da implantação de tecnologias produtivas de base e do fortalecimento da integração entre indústria e universidade, em toda a cadeia de fornecimento fazendo frente aos supridores internacionais para a indústria de petróleo e gás natural. Na aproximação da indústria com as instituições de ciência e tecnologia, são utilizados recursos não reembolsáveis na execução dos projetos, com contrapartida de caráter não-financeiro das empresas participantes (configurada através da alocação de profissionais nos projetos, disponibilização de infraestrutura para realização de testes, e outros). Desde a criação do Programa, a participação da indústria nacional nos investimentos do setor aumentou de 57% em 2003 para 75% em 2009. Três grandes iniciativas para fortalecer e preparar a cadeia de fornecedores estão em curso: inserção de micro e pequenas empresas na cadeia de petróleo e gás (convênio Petrobras-Sebrae); mecanismos alternativos de captação de recursos financeiros e portal de oportunidades da cadeia de suprimentos. No entanto, ainda existe um longo caminho pela frente, uma vez que existem lacunas relevantes na oferta competitiva pela indústria brasileira, em especial em itens de maior conteúdo tecnológico. Há uma série de insuficiências na cadeia, embora com uma evolução positiva decorrente das ações do Prominp, entre outras. A questão é que com o pré-sal, o desafio se ampliou. O desenvolvimento e fortalecimento da indústria brasileira para o atendimento do programa de investimentos da Petrobras será o nosso passaporte para disputar negócios no mercado internacional em pé de igualdade com os principais centros fornecedores no mundo. Temos os ingredientes para construir uma indústria petrolífera competitiva de classe mundial e que atenda a crescente demanda nacional. Neste sentido, é preciso modernizar o parque industrial e de serviços brasileiro e torná-lo mais eficiente para fazer frente à competição internacional. A Petrobras é a grande âncora, mas sem ter a exclusividade dos seus fornecedores. Acresce que o ambiente de negócios será cada vez mais pressionado pela competição internacional. Neste campo, destacam-se três movimentos: (1) a indústria petrolífera do Mar do Norte, Reino Unido e Noruega, principalmente, passam a ver o Brasil como uma grande oportunidade de manutenção da atividade e de empregos; (2) a China, que tem sido agressiva em diversos segmentos, também atua em várias frentes com relação ao petróleo; e (3) a estratégia de crescimento de uma empresa estrangeira no Brasil normalmente está atrelada à otimização do parque mundial da matriz. Nesta visão, uma atenção especial cabe à sustentabilidade. Nossa cadeia produtiva de óleo e gás deve se tornar cada vez mais “baixo carbono” e com um gerenciamento transparente das questões ambientais. Inclusão e justiça social assim como apropriação das riquezas nacionais pela população brasileira são requisitos essenciais nesta direção. Por outro lado, com as perspectivas de crescimento que estão postas, esta indústria vai ser um dos grandes eixos estruturadores do desenvolvimento do país nesse próximo período. Haverá também
  • 9. | p á g i n a | 8 um transbordamento saudável das melhorias implementadas nesta cadeia para outras adjacentes, como a da construção civil. A gestão pública também precisa se preparar melhor para auxiliar a alavancar as oportunidades de desenvolvimento brasileiro. Esse processo também vai certamente influenciar grande parte da política industrial brasileira. Para atendimento desta demanda, os empreendedores da cadeia assumem os riscos normais de uma atividade empresarial na organização da sua atividade produtiva. É preciso avançar em termos do desenvolvimento de instrumentos e mecanismos de minimização desses riscos e de redução da exposição ao conjunto desses riscos. A Petrobras, em conjunto com o BNDES e com o Governo Federal, vem criando vários mecanismos de assunção de parte de riscos importantes da cadeia, com seguros e com fundos especiais. É também necessário viabilizar acesso a financiamentos adequados, em prazos e em condições adequadas para a cadeia nacional de fornecedores. Sejam aqueles que são diretamente contratados pela Petrobras, sejam aqueles que são contratados pelos contratados da companhia. O Programa Progredir, lançado pela Petrobras em setembro de 2010, em conjunto com seis bancos, concede créditos baseados nos contratos firmados pelos fornecedores nos vários níveis. Por outro lado, existem alguns estrangulamentos estruturais na cadeia: a inovação tecnológica, a integração de políticas públicas, o encadeamento de pólos empresariais e APLs – arranjos produtivos locais, as questões de logística e transporte, o desenvolvimento sustentável de territórios. O desenvolvimento tecnológico necessita que sejam identificados e equacionados os estrangulamentos tecnológicos de modo a permitir aumentar a produtividade das empresas brasileiras e ao mesmo tempo superar as dificuldades e atender às novas especificações e necessidades vindas da frente operacional. A inovação será fundamental para oferecer respostas aos desafios que irão se apresentar e, neste contexto, o desenvolvimento de centros ou redes de excelência torna-se essencial. A criação de empresas modernas e com escala de produção são imperativas neste momento do setor de petróleo e gás. Uma dimensão crítica e transversal, e tão importante quanto as outras, é a questão da gestão e da capacidade de gestão nas empresas e ao longo da cadeia de fornecedores. E é nessa dimensão que a Rede de Melhoria da Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores da Petrobras tem um papel fundamental. É a identificação e melhoria dos problemas e condições de gestão, e na possibilidade de utilizar as redes existentes no setor para identificar e superar as dificuldades e problemas de gestão, inclusive os relativos à gestão pública. Evidentemente, não há receitas prontas e nem soluções únicas para os problemas de gestão. As situações são sempre distintas, e a necessidade de trabalhar em rede é vital para absorver e compreender a diversidade de problemas existentes. O fato de se estar conseguindo articular a diversidade de entidades que já integram a Rede e unificar o diagnóstico central dos principais problemas, já foi um primeiro passo para a formulação de programas e projetos capazes de impactar favoravelmente o público alvo, que são as empresas. Estas necessitam de ajuda e apoio, para que, utilizando os recursos disponíveis e minimizando os riscos, possam criar atividades econômicas e atender às necessidades desse gigantesco programa associado ao pré-sal brasileiro. A velocidade de realização dos investimentos que a Petrobras pretende fazer nos próximos anos dependerá diretamente da capacidade da cadeia de fornecedores em absorver esta demanda. Estes
  • 10. | p á g i n a | 9 investimentos eram inferiores a US$ 5 bilhões nos anos 90, atingiram a cifra de US$ 35,1 bilhões em 2009, com perspectivas de superar US$ 45 bilhões em 2010, e serão ainda maiores nos próximos anos. A gestão desta cadeia de fornecedores, diretos e indiretos, se torna então um dos aspectos essenciais para o sucesso deste ambicioso plano de investimentos da companhia. Assim, visando o aumento da competitividade da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, o MP – Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a Petrobras – Petróleo Brasileiro S.A., a FNQ – Fundação Nacional da Qualidade, e o MBC – Movimento Brasil Competitivo, em comum acordo, deram início a um processo abrangente de melhoria de gestão dessa cadeia, tanto do ponto de vista de seus elos, quanto de todo o conjunto de entidades que a influenciam de modo significativo. Participam do planejamento e estruturação desta rede entidades voltadas para a melhoria de gestão, organizações empresariais e de trabalhadores da cadeia nacional de fornecedores da Petrobras, ministérios e entidades do governo federal, conselhos das secretarias estaduais de planejamento e administração e de desenvolvimento econômico e entidades de fomento e financiamento do desenvolvimento brasileiro. Vários estudos e diagnósticos serviram de base e referência nas discussões durante o processo de construção das propostas. Entre eles, destacamos: ‘”Estudo de alternativas regulatórias, institucionais e financeiras para a exploração e produção de petróleo e gás natural e para o desenvolvimento industrial da cadeia produtiva de petróleo e gás no Brasil”, Bain & Company, Tozzini e Freire, coordenação BNDES, 2009; “Estudo da dimensão territorial para o Planejamento”, realização do Ministério do Planejamento em parceria com CGEE, 2008; “Projeto PiB - Perspectivas de Investimento no Brasil”, coordenado pelos Institutos de Economia da UFRJ e UNICAMP, 2009; “Poder de Compra da Petrobras: impactos econômicos nos seus fornecedores”, organizador: IPEA – versão preliminar, 2010. A ONIP lançou a “Agenda de competitividade da cadeia produtiva de óleo e gás offshore no Brasil”, em agosto de 2010, incorporando vários elementos discutidos no âmbito dos grupos de trabalho da rede de melhoria de gestão. Outros documentos que também foram usados encontram-se referenciados no anexo digital. Visualizamos a formação de uma rede de melhoria de gestão que alie competição com cooperação, integre iniciativas, promova o aumento de escala e a competitividade brasileira, promova o desenvolvimento sustentável, a responsabilidade social e ambiental, a distribuição de benefícios, a justiça social, a conservação ambiental, a ética, a transparência, o respeito à vida, o empreendedorismo, a inovação com resultados para a sociedade e que seja fator chave para o sucesso dos empreendimentos que serão construídos nos próximos anos. Portanto, é hora de avançar nessa experiência nova, que é a constituição de uma rede que não tenha apenas o objetivo de propiciar a troca de idéias entre seus elos, mas que, em última instância, se constitua um programa executivo, um programa de ação. Esta rede precisa chegar além das entidades que fazem parte da rede, que chegue ao público fim, às empresas, aos segmentos que vão se organizar, se estruturar. Tanto aos segmentos que já estão em condições de crescer e que precisam de estímulo além do seu crescimento normal, quanto àqueles que precisam se associar com outros para crescer, ou aqueles que precisam inovar para desenvolver novas atividades, ou aqueles outros que precisam ser auxiliados a adotar uma atitude de crescimento importante. Então, essa rede e o seu conjunto de programas têm um papel fundamental nessa dimensão para trazer ao debate temas nem sempre tratados, mas essenciais para a implementação de uma política industrial,
  • 11. | p á g i n a | 10 orientada pela demanda, com redução de riscos na atividade, propiciando uma intervenção nos processos de gestão das empresas que constituem essa cadeia. A Rede de Melhoria da Gestão para o Desenvolvimento da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras vem sendo desenvolvida desde o final de 2009, através de uma mobilização crescente e um alinhamento das instituições relacionadas com a melhoria da gestão – pública e privada – às estratégias e investimentos da Petrobras 2010/20. Soma-se a outras iniciativas em curso no contexto nacional e fortalece o Brasil como fornecedor e exportador de bens e serviços. É oportuno ressaltar que este processo de construção coletiva esteve também alinhado com as políticas do governo federal através da articulação e participação de profissionais de diversos ministérios e entidades públicas, com destaque para o MPOG, CDES, ABDI, MDIC, PROMINP, BNDES, CGEE, MME, SAE e SEBRAE. Com a liderança da Petrobras, a rede será apropriada por todos os participantes, mobilizando ações e recursos multi-institucionais e contribuindo com resultados. Através de um amplo processo de debates e construção coletiva, com cerca de 80 entidades de âmbito nacional, várias reuniões de motivação, incontáveis reuniões de grupos de trabalho, produção de quatro cadernos de trabalho, relatórios estes que sintetizam e apoiaram as duas oficinas de trabalho, realizadas em dezembro de 2009 e em abril de 2010, foram desenvolvidos os elementos apresentados de modo sintético no presente documento. A expansão da rede acontecerá pela aproximação, incorporação e participação de governos e instituições estaduais, regionais e municipais, e principalmente de empresas fornecedoras que são, em última análise, o seu público- alvo. Assim, este documento tem por finalidades: 1. apresentar uma visão de conjunto da Rede, seus programas, projetos e ações; e 2. iniciar a negociação de patrocínio da Rede junto aos principais parceiros e estimular adesões e engajamentos de instituições e entidades relacionadas.
  • 12. | p á g i n a | 11 Resumo Executivo A rede de melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras visa: “Contribuir de modo efetivo para a melhoria da gestão na cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, tornando-a mais competitiva em escala global, sustentável nas dimensões econômica, social e ambiental, e dotada de elevada capacidade de inovação, mobilização e integração.” Os requisitos abaixo serão observados no desenvolvimento e consolidação dessa rede:  melhoria do ambiente de negócios e das condições de competitividade setorial, incluindo a melhoria da capacidade de gestão dos investimentos públicos, inclusive em infraestrutura e logística;  gestão e fortalecimento da cadeia de fornecedores diretos e indiretos, incluindo todos os seus integrantes;  capacidade de gestão das empresas para produzirem ou fornecerem bens e serviços de acordo com padrões de excelência e volumes demandados;  educação e capacitação de pessoas, a partir dos níveis de base até os mais especializados;  prioridade ao conteúdo nacional nas aquisições ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras; e  gestão do desenvolvimento local e regional nas áreas de influência e de seus impactos ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras. Juntamente com esses requisitos, um conjunto de valores e princípios orientam a ação de todos os envolvidos no contexto da rede. São eles:  Valores: Transparência e credibilidade; comportamento ético; cooperação e compartilhamento de benefícios; comprometimento e engajamento; e respeito à diversidade sob todos os seus aspectos.  Princípios: Consciência do propósito maior; cultura do servir; excelência em gestão; equilíbrio técnico-humano; qualidade das decisões; uso sadio do poder; competências humanas refinadas; consistência parte-todo; tempo e atenção de qualidade; excelência dos quadros; postura pró-soluções; conduta ética e auto-regulação; negociações ganha- ganha; abundância e generosidade; autodeterminação; e auto-organização. A atuação da rede se destina à obtenção de importantes resultados, abaixo sintetizados: 1. Competitividade global da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras e seus integrantes, com fornecedores e profissionais qualificados e certificados
  • 13. | p á g i n a | 12 segundo padrões internacionais; operação eficaz e auto-sustentável, e permanente desenvolvimento da gestão dessa cadeia; 2. Bom uso do poder de compra para o desenvolvimento e proteção do mercado local, estimulando a capacitação das empresas e a economicidade das aquisições; 3. Desenvolvimento sustentável nas áreas de influência dos grandes empreendimentos, consolidado através de políticas públicas integradas, melhoria da qualidade e da eficiência dos serviços públicos, ordenamento territorial, infraestrutura física, de serviços, tecnologia e conhecimento integrada e adequada ao atendimento da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras e ampla participação da sociedade civil; 4. Ambiente de negócios do setor de petróleo e gás constituindo fator alavancador da competitividade sistêmica da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, de forma a alcançar isonomia contratual, técnica, fiscal, tributária e de crédito, dentre outras, e a governança tributária, financeira e contratual, com alto grau de inovação em todas as dimensões, e contando com a otimização do desempenho da logística ao longo da cadeia de fornecedores; e 5. Existência de atores locais das áreas de influência dos empreendimentos da Petrobras altamente capacitados e melhoria da qualidade da formação na estrutura formal de ensino. Diversas instituições de caráter nacional estão envolvidas no processo de estruturação da rede, dentre as quais: ABCE, ABDI, ABDIB, ABEAM, ABEMI, ABENDI, ABIMAQ, ABINEE, ABITAM, ABM, ABNT, ANDIFES, ANE, ANP, ANPROTEC, BB, BNDES, CAIXA, CDES/PR, CEBDS, CE-EPC, CGEE, CGTB, CIAGS, CIC, CNI, CONFEA, CONSAD, CONSEPLAN, COPPE/UFRJ, CUT, DIEESE, FBTS, FENAINFO, FINEP, FNQ, FÓRUM QPC, IEL, INMETRO, IOS, IPEA, MBC, MCidades, MDIC, MDS, MDEFESA, MFAZENDA, MTRANSPORTES, MI, MMA, MME, MP, ONIP, PACTO GLOBAL, PETROBRAS, PROMINP, SAE/PR, SBGC, SEBRAE, SENAI, SESI, SINAVAL, SRI/PR, SYNDARMA e UGT. A governança da rede prevê a instituição de três instâncias principais, a saber: consultiva, deliberativa e executiva. Na instância consultiva, um Comitê Consultivo formado por todos os integrantes da Rede deverá se constituir em instância permanente de consulta e de apoio decisório ao Comitê de Governança. Comitês Temáticos e Comitês Regionais serão formados com o objetivo de demarcar espaços de negociação, solução de conflitos e tratamento de temas transversais, e funcionarão como instâncias de facilitação do papel integrador do Comitê de Governança. Na instância deliberativa, será constituído um Comitê de Governança formado por membros fixos e por membros rotativos, mantendo representatividade mínima de segmentos estratégicos tais como associações e entidades representativas dos fornecedores, governos das diversas instâncias, academia/instituições de CT&I, ONGs, entidades de fomento, notáveis e outros. E na última instância, será estruturada uma Secretaria Executiva, com a função de dar suporte à implementação de programas, exercendo a macro-coordenação dos comitês temáticos e comitês regionais, provendo o suporte operacional para o funcionamento da rede (por meio dos processos de
  • 14. | p á g i n a | 13 animação, monitoramento e avaliação, apoio institucional, suporte de TI e gestão administrativa e financeira), e apoiando o Comitê de Governança. A rede será operacionalizada através de 12 programas, coordenados por diversas instituições parceiras, e com financiamento multi-institucional. O orçamento estimativo para o período 2011- 2014 prevê um montante de R$ 441,87 milhões para a execução dos 12 Programas, que envolverão, de início, cerca de 67 projetos estratégicos e 278 ações. A constituição da rede prevê captação de recursos junto a diversas instituições. O aporte de recursos da Petrobras terá efeito alavancador em relação à participação das entidades envolvidas, expandindo-se à medida em que a rede também vá se expandindo e consolidando. Os programas de trabalho e respectivas previsões de aporte financeiro multi-institucional são: Programa Recursos (R$ 103 ) 2011 2012-2014 Total 1. Desenvolvimento de Pólos Empresariais e Arranjos Produtivos Locais 10.733,08 18.557,59 29.290,67 2. Desenvolvimento Sustentável de Territórios Impactados por Investimentos 13.550,00 8.000,00 21.550,00 3. Modelo de Melhoria Contínua da Gestão Empresarial 20.797,77 74.007,45 94.805,22 4. Modernização da Gestão Pública 26.552,06 39.700,00 66.252,06 5. Inteligência em Logística e Transporte 7.924,00 6.251,89 14.175,89 6. Inovação em Gestão, Processos, Bens e Serviços 20.700,00 41.300,00 62.000,00 7. Fortalecimento da Engenharia Brasileira 18.472,08 13.381,27 31.853,35 8. Mecanismos Financeiros e Tributários e Apoio ao Conteúdo Nacional 18.040,00 11.790,00 29.830,00 9. Mecanismos de Integração da Gestão da Cadeia 10.812,00 6.100,00 16.912,00 10. Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores na América Latina 4.948,00 7.692,75 12.640,75 11. Capacitação e Desenvolvimento de Competências 14.340,00 16.420,00 30.760,00 12. Secretaria Executiva da Rede 11.370,00 15.480,00 26.850,00 Total 179.625,65 262.247,96 441.873,61 Assim, o conjunto de ações a serem empreendidas para implementar a rede e toda a sua programação de trabalho inclui:  a pronta implantação da Rede de Melhoria de Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores da Petrobras e de sua governança, com a instituição da Secretaria Executiva e do Comitê de Governança;  a formalização e estabelecimento de parcerias e termos de cooperação entre as diversas entidades da rede para a operacionalização dos 12 programas de trabalho previstos;
  • 15. | p á g i n a | 14  a priorização dos programas, negociação, definição e alocação de recursos para a execução de 2011;  a formatação e implantação do sistema de gestão dos programas; e  a expansão da rede pela aproximação, incorporação e participação de governos e instituições estaduais, regionais e municipais e, principalmente, de empresas fornecedoras que são, em última análise, o seu público-alvo.
  • 16. | p á g i n a | 15 1. Visão de Futuro, Valores e Princípios da Rede A visão de futuro, com o horizonte de 2020, que inspira a rede de melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras é: “Contribuir de modo efetivo para a melhoria da gestão na cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, tornando-a mais competitiva em escala global, sustentável nas dimensões econômica, social e ambiental, e dotada de elevada capacidade de inovação, mobilização e integração.” Essa rede, que se tangibiliza na forma de projetos, visa à atuação que consiga gerar os melhores resultados no curto, médio e longo prazos, de forma coerente com o propósito maior. Todos os envolvidos devem ter uma visão clara e detalhada do que se busca construir. Ao especificar os detalhes dessa visão futura, passa-se e enxergar com mais clareza em que contextos e situações a observância dos valores:  Transparência e credibilidade;  Comportamento ético;  Cooperação e compartilhamento de benefícios;  Comprometimento e engajamento; e  Respeito à diversidade sob todos os seus aspectos, se aplica e deve ser demonstrada. A “carta do futuro”, que detalha a visão com o horizonte de 2020, e que inspira a rede de apoio à melhoria de gestão da cadeia é: “A rede de apoio à gestão da cadeia nacional se compõe de fornecedores de bens e serviços para a Petrobras, fornecedores de insumos, recursos financeiros e conhecimento, fornecedores de fornecedores, órgãos de fomento, órgãos reguladores e poderes públicos, além da própria Petrobras. Estas entidades estão situadas nos planos local, regional, estadual, nacional, continental e global. Quaisquer investimentos feitos pela Petrobras e os demais integrantes da Rede são precedidos pelo questionamento de todas as implicações econômicas, ambientais, sociais, políticas e culturais. As soluções são identificadas e implementadas com excelência porque há perfeita integração entre todos os integrantes da rede. Os poderes públicos locais, regionais, estaduais e nacionais têm conhecimento pleno das iniciativas de investimento e fazem parte do processo decisório a respeito delas. Assim, as diversas legislações buscam criar as melhores condições para os empreendimentos, facilitando trâmites, agilizando procedimentos, simplificando processos e garantindo igualdade de
  • 17. | p á g i n a | 16 condições a todos os que demonstram interesse em participar deles. Isto acontece porque o pacto federativo é perfeitamente claro, com a definição precisa das atribuições, direitos e deveres dos municípios, das entidades regionais, dos estados e do governo federal. Também estão claramente definidos os limites de atuação do setor público, do setor privado e do terceiro setor. Estas definições foram produto da ação conjunta e continuada dos atores de todos estes setores, pautada pela busca do bem comum. Nos âmbitos local e regional os integrantes da rede participam efetivamente da elaboração e implementação de planos de desenvolvimento sustentáveis que contemplam as dimensões econômica, ambiental, social, política e cultural. No âmbito estadual, a participação dos integrantes da rede se dá na contribuição para a formulação de políticas de desenvolvimento integrado que aproveitem as capacidades e potenciais de cada município e/ou região para o benefício de todos. De outro lado, busca-se assegurar que essas políticas estabeleçam incentivos para investimentos que promovam a evolução equilibrada da qualidade de vida de toda a população. No âmbito nacional os integrantes da rede procuram contribuir para o aperfeiçoamento constante de leis, regulamentos, códigos, normas e procedimentos para que reflitam a realidade real e, ao mesmo tempo, os ideais mais amplos de evolução contínua do bem estar coletivo. No seu âmbito de atuação, os integrantes da rede trabalham em conjunto com os poderes públicos para assegurar ambiente de negócios equilibradamente competitivo e voltado para a inovação. Isto se dá por assegurar condições de financiamento de investimentos altamente estimulantes, isonomia contratual, técnica, fiscal e tributária, dentre outras, para todos os fornecedores, independentemente do seu porte, localização (no Brasil ou no exterior) e ramo de atividade. Os integrantes da rede também procuram contribuir com a evolução permanente dos órgãos de fomento do desenvolvimento, nacionais e internacionais. Além disso, procuram atuar junto a organismos internacionais (ONU, OIT, OMC, FAO, OMS, UNESCO, UNICEF, ISSO, FMI, BIS, BID, Banco Mundial) para que as melhores condições de intercâmbio justo e produtivo sejam asseguradas para todos os fornecedores. No âmbito do conhecimento, os integrantes da rede participam ativamente de sua criação e disseminação através não apenas de suas próprias pesquisas e descobertas na ação, como também pelo apoio a centros de estudos vinculados a universidades e empresas em todo o mundo. Todo o conhecimento gerado desta forma é amplamente compartilhado entre os integrantes, preservando-se apenas aqueles mais sensíveis que possam colocar em risco a competitividade de alguma organização em particular. Todas estas ações se dão por iniciativa de cada um dos integrantes da rede, que opera de forma auto-organizada, autodeterminada e pratica o autocontrole. O que mantém toda a rede conectada são os princípios de ação pactuados entre todos e aos quais todos os integrantes aderem inequivocamente.
  • 18. | p á g i n a | 17 Por agir desta forma, a rede é um exemplo de organização excepcionalmente bem sucedida que inspira a formação de similares em todo o mundo.” Todos os envolvidos na operação da rede devem ter orientações claras sobre pontos a observar sistematicamente para fazer com que o todo, no dia a dia, funcione muito bem e faça a visão tornar-se realidade. Esse é o papel dos princípios, que têm coerência com os valores e contextualizam o conjunto todo na forma de orientações claras para todos os envolvidos (da alta administração, pessoas da média administração e pessoal da base de todas as organizações envolvidas). Portanto, os princípios apresentados adiante estão intimamente ligados à visão do funcionamento ideal da rede como um todo. Assim, visão, valores e princípios devem ser considerados em conjunto. Os princípios que deverão guiar a ação de toda a rede de melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores da Petrobras, a serem efetivamente internalizados e demonstrados nas ações do dia a dia por todos os funcionários / colaboradores de todas as organizações que, direta ou indiretamente, poderão contribuir para a melhoria da gestão e evolução da cadeia como um todo, constituem-se em:  Consciência do propósito maior  Cultura do servir  Excelência em gestão  Equilíbrio técnico-humano  Qualidade das decisões  Uso sadio do poder  Competências humanas refinadas  Consistência parte-todo  Tempo e atenção de qualidade  Excelência dos quadros  Postura pró-soluções  Conduta ética e auto-regulação  Negociações ganha-ganha  Abundância e generosidade  Autodeterminação  Auto-organização Estes princípios foram referendados na 2ª Oficina de Trabalho com a seguinte redação: Consciência do propósito maior Esteja o tempo todo consciente do objetivo último, a razão de ser da própria Rede e de como você pode, a partir do que faz, contribuir para a eficácia e evolução dessa Rede como um todo. Busque sempre o melhor para sua organização, para seus parceiros, para a Rede, para a Petrobras, para o país, para o planeta, plenamente consciente da crescente interdependência entre todos. Cultura do servir Esteja o tempo todo consciente da importância do estar a serviço de cada um e de todos como atitude essencial para a efetiva realização do propósito maior da Rede. Procure contribuir para o desenvolvimento
  • 19. | p á g i n a | 18 da cultura do servir em sua organização e na própria Rede através de seu exemplo em tudo que faz no dia a dia. Excelência em gestão Busque em seu dia a dia contínuo aperfeiçoamento da gestão em tudo que é feito na organização e na Rede, sempre tendo por referência o que existe de melhor no mundo (que, por sua vez, evolui a cada dia). Ouse tornar-se benchmark mundial criando continuamente formas inovadoras de gerar resultados em novos patamares de excelência em sua própria seara e na Rede como um todo, na premissa de que todos no país estarão igualmente alinhados nessa direção. Equilíbrio técnico-humano Atue em seu dia a dia buscando assegurar que a dimensão humana esteja sempre no centro de tudo que é feito em seu trabalho, em sua organização e na Rede como um todo. Esteja consciente que a própria excelência técnica, que deverá pautar tudo que é e será feito pelo conjunto das organizações a serviço dos objetivos últimos da Rede depende, direta ou indiretamente, da excelência do humano. Qualidade das decisões Traga sempre as verdades ao centro dos foros de decisão de sua organização e da Rede da forma mais clara possível e no timing adequado, para tornar possível que as decisões tomadas em todos os pontos da Rede sejam as melhores possíveis em relação ao seu propósito maior. Especial atenção deverá ser dada à transparência necessária nas questões mais complexas e sensíveis – inclusive nas relativas a situações de conflito de interesses e práticas não-éticas no dia a dia – tendo sempre como foco orientador o propósito/a busca do bem comum. Uso sadio do poder Utilize o poder inerente ao seu cargo e sua organização, e as competências políticas que possui, sempre a serviço do bem comum e não para auferir benefícios próprios que desotimizem a força de contribuição da Rede como um todo. Assuma, em seu dia a dia, responsabilidade integral pelas decisões que, de alguma forma, sempre estarão afetando a todos os públicos com os quais a Rede se relaciona. Competências humanas refinadas Invista de forma contínua no refinamento de suas atitudes e competências em diálogo, conexão humana e decisões em conjunto visando assegurar a melhor qualidade das relações entre as pessoas que compõem a Rede. A qualidade das relações será sempre determinante da qualidade dos resultados que a Rede estará gerando no curto, médio e longo prazos e a efetiva realização do propósito maior. Consistência parte-todo Contribua a partir do que faz em seu trabalho para assegurar coerência dentro de cada organização/ fornecedor da Rede. Assegure que as atitudes, valores e ações na base, no nível intermediário e na cúpula, estejam sempre em perfeito alinhamento e a serviço da eficácia da Rede como um todo. Uma vez que os
  • 20. | p á g i n a | 19 contatos entre organizações que participam da Rede podem acontecer em qualquer ponto da estrutura, esse alinhamento será crucial e deverá receber a atenção de todos. Tempo e atenção de qualidade Contribua o tempo todo para assegurar correto dimensionamento de todos os recursos relevantes à efetiva realização do propósito maior da Rede. Isso será fundamental para fazer com que tempo e atenção na dose apropriada sejam alocados a todos os processos – humanos, políticos, técnicos, culturais, estratégicos, organizacionais, operacionais – e assegurar os melhores resultados para a Rede como um todo. Excelência dos quadros Contribua, a partir do que faz, para o contínuo desenvolvimento dos profissionais de sua organização e de toda a Rede, visando assegurar quantidade e qualidade de pessoas muito bem preparadas para lidar com os desafios que a Rede terá à frente nos próximos anos. Assegure que inovações “fora da caixa” sejam criadas e implantadas o tempo todo e em todos os níveis para levar o desenvolvimento de pessoal para o patamar que os desafios irão demandar. Postura pró-soluções Assegure que você e todos na organização e na Rede estejam o tempo todos mais mobilizados na direção de soluções do que de diagnósticos e críticas. Coloque foco agudo na busca de soluções que contemplem o todo e não apenas resolvam parte desse todo, mais vinculados a seus interesses específicos ou aspectos pontuais, localizados, menores. Conduta ética e auto-regulação Atue o tempo todo a partir de um compromisso coletivo e individual com os mais elevados padrões de honestidade, justiça e conduta ética. Contribua para que todos, coletiva e individualmente, assumam total responsabilidade por suas ações. Esteja sempre em estado de “auto-vigília” e autogestão e aja de preferência de forma preventiva para impedir ações não éticas que ameacem a saúde de parte e do todo da Rede. Negociações ganha-ganha Atue sempre se esforçando para criar opções de acordo que beneficiam todas as partes envolvidas e em consonância com os mais elevados padrões éticos e o propósito maior da Rede. Desenvolva negociações e relacionamentos pautados pela viabilização de parcerias genuínas, capazes de gerar resultados que sejam benéficos para todas as partes, principalmente a sociedade e o todo maior, num autêntico processo ganha- ganha-ganha. Abundância e generosidade Atue na premissa de que há mais negócios e mercado do que nossa organização e todo o conjunto da Rede conseguirá atender. Atue com generosidade no compartilhamento de conhecimentos, idéias, soluções inovadoras e novos referenciais. Seja solidário com todos diante de eventuais problemas e seja flexível para
  • 21. | p á g i n a | 20 fazer ajustes e renegociar condições diante de imprevistos que afetem as organizações da Rede e o propósito maior. Autodeterminação Tenha sempre em mente que, embora seja parte de um todo maior, a Rede é livre para fazer escolhas, tomar decisões, cometer erros e aprender com eles, se auto-definir, auto-nomear, auto-criar e falar em seu nome. Reconheça a natureza única e especial da Rede em relação ao propósito maior, que é de evolução de natureza biológica e não algo mecânico, de comando e controle. Auto-organização Esteja o tempo todo consciente de seu papel no aperfeiçoamento/evolução da forma de atuar da Rede como um todo. A Rede pressupõe que todos os seus membros estejam muito ativos na busca do melhor jeito de atuar, do melhor jeito de operar e no melhor jeito de tomar decisões de forma coletiva. Inclusive a própria governança pressupõe participação de todos, para assegurar um caráter de auto-organização ao conjunto e em todas as dimensões da vida da Rede. Nesse sentido, estes princípios terão papel nuclear para dar ordem ao processo de auto-organização mais livre.
  • 22. | p á g i n a | 21 2. Políticas ou Requisitos de Gestão e Objetivos Estratégicos As principais políticas ou requisitos de gestão a serem observados para o desenvolvimento e consolidação dessa rede, de modo a que ela possa contribuir de modo efetivo para a realização da visão de futuro são:  a melhoria do ambiente de negócios e das condições de competitividade setorial, incluindo a melhoria da capacidade de gestão dos investimentos públicos, inclusive em infraestrutura e logística;  a educação e capacitação de pessoas, a partir dos níveis de base até os mais especializados;  a gestão e fortalecimento da cadeia de fornecedores diretos e indiretos, incluindo todos os seus integrantes;  a capacidade de gestão das empresas para produzirem ou fornecerem bens e serviços de acordo com padrões de excelência;  a prioridade ao conteúdo nacional nas aquisições da Petrobras; e  a gestão do desenvolvimento local e regional – regulação urbana, minimização de externalidades negativas – nas áreas de influência e impacto da cadeia e da Petrobras. A inserção das micro e pequenas empresas na cadeia é considerada um requisito “transversal” a todos os demais requisitos acima listados, ou seja, deve integrar-se a todos eles. Os Objetivos Estratégicos a serem perseguidos pela Rede constituem-se em: Objetivos Estratégicos de Longo Prazo Os Objetivos Estratégicos com horizonte 2020 da Rede de Apoio à Melhoria da Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras consistem em: 1. Dispor de uma cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras e seus integrantes globalmente competitivos 2. Integrar e orientar as políticas públicas para o desenvolvimento sustentável - econômico, ambiental e social - da área de influência dos empreendimentos 3. Simplificar a regulação e melhorar a qualidade e a eficiência dos serviços públicos na área de influência dos empreendimentos, garantindo ampla participação da sociedade civil 4. Promover o bom uso do poder de compra para o desenvolvimento e proteção do mercado local, estimulando a capacitação tecnológica das empresas e a economicidade das aquisições
  • 23. | p á g i n a | 22 5. Dispor de infraestrutura física, de serviços, tecnologia e conhecimento integrada e adequada ao atendimento da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras 6. Otimizar o desempenho do transporte e da logística da cadeia e da Petrobras 7. Ampliar substancialmente o desenvolvimento tecnológico e a inovação em todas as dimensões da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras 8. Tornar o ambiente de negócios do setor de petróleo e gás um fator alavancador da competitividade sistêmica da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, de forma a alcançar isonomia contratual, técnica, fiscal, tributária e de crédito, dentre outras, e a governança tributária, financeira e contratual. 9. Dispor das áreas de influência dos empreendimentos ordenadas territorialmente, caracterizadas por indicadores socioeconômicos e territoriais e em processo de desenvolvimento sustentável 10. Dispor, no mercado e na cadeia de nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, de profissionais qualificados e certificados segundo padrões internacionais 11. Dispor, tempestivamente, de atores locais das áreas de influência dos empreendimentos da Petrobras capacitados institucionalmente 12. Melhorar a qualidade da formação na estrutura formal de ensino 13. Assegurar a operação eficaz e auto-sustentável, bem como o permanente desenvolvimento da rede de melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras Objetivos Estratégicos de Curto Prazo Os Objetivos Estratégicos de curto prazo – ou imediatos – da Rede, a serem atingidos ainda no exercício de 2011 são: 1. Iniciar a implantação de um programa vigoroso e focalizado na promoção da competitividade sustentável da cadeia de fornecedores e seus integrantes em pelo menos cinco estados onde houver empreendimentos significativos em curso 2. Identificar e difundir as melhores práticas e os principais entraves para a melhoria da gestão pública com foco nas políticas públicas, qualidade dos serviços públicos e desenvolvimento do mercado local 3. Implantar projetos piloto em regiões selecionadas pela rede 4. Propor ao Ministério de Transportes, na revisão do PNLT – Plano Nacional de Logística e Transportes, políticas nacionais de transportes, que promovam a integração, interiorização e o atendimento às demandas da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, 5. Propugnar pela incorporação da dimensão do desenvolvimento territorial aos planos de logística e transporte 6. Promover ampliação e adequação da infraestrutura básica local – saneamento, saúde, educação, segurança, habitação e mobilidade urbana
  • 24. | p á g i n a | 23 7. Formular e iniciar a implementação de um amplo programa de estímulo à atualização e ao desenvolvimento tecnológico e à inovação de bens, serviços e processos (produtivos, de gestão, de modelos de negócios e outros) em segmentos estratégicos da cadeia de fornecedores da Petrobras 8. Formular e iniciar a implantação de um amplo programa consensual mínimo de identificação e eliminação de gargalos críticos à competitividade da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras 9. Constituir processos e mecanismos de planejamento e gestão participativos, incluindo governos, empreendedores e sociedade civil, resultando em Plano de Desenvolvimento Territorial estabelecidos, suportados por governança territorial compatível com os desafios identificados 10. Intensificar a qualificação profissional para aumentar a qualidade da gestão na cadeia e o nível de emprego local nas áreas de influência dos empreendimentos 11. Tornar operacional a rede de apoio à melhoria da gestão da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras
  • 25. | p á g i n a | 24 3. Governança e Modelo de Funcionamento da Rede A rede de melhoria de Gestão é uma rede de colaboração, induzida para gerar cooperação para execução de uma estratégia comum. Trata-se essencialmente de um conjunto de atores com uma agenda em comum. Baseia-se na convergência de propósitos e é orientada para resultados, combinando elementos hierárquicos e de auto-organização. Requer, portanto, a percepção de que a cooperação gera valor e de que a apropriação do valor gerado pelas partes se dá de forma justa. A rede de melhoria da gestão compõe-se assim por um conjunto de atores, e um conjunto de programas, que, de forma articulada, irão atuar sobre esse universo vasto e diversificado já existente – muito embora nem todos os seus atores participem da implementação dos programas. O modelo de governança da Rede de Melhoria da Gestão está baseado nos seguintes princípios:  Desenho de instâncias consultivas e deliberativas plurais (e em alguma extensão rotativas, para que não se constituam assembléias, que dificultam o processo decisório), que promovam participação, representatividade e impeçam a feudalização e a oligarquização do poder – mesmo considerando-se relações de poder assimétricas.  Regras decisórias que assegurem espaço de discussão e contraditório, para construção de consensos, negociação e solução de conflitos – idealmente baseadas em fatos, estudos, diagnósticos e levantamentos objetivos.  Delimitação de um espaço decisional centrado em regras e questões gerais, no direcionamento e no controle estratégicos (diretrizes, foco, avaliação de resultados) – assumindo-se que as instâncias executivas/implementadoras devem possuir ampla autonomia para buscar os resultados se configurando e reconfigurando de muitas possíveis maneiras.  Existência de instâncias consultivas gerais e sob a forma de comitês temáticos e regionais para interlocução e mediação de conflitos. O modelo de governança é composto por três principais instâncias, conforme representado na figura a seguir:  Consultiva: o Um Comitê Consultivo formado por todos os integrantes da Rede (que atuarão ou não direta ou indiretamente em programas), como instância permanente de consulta, de apoio decisório ao Comitê de Governança. Operará por meio de oficinas, que serão espaços de trabalho para formulação e avaliação estratégicas da Rede. o Comitês Temáticos e Comitês Regionais serão formados com o objetivo de demarcar espaços de negociação, solução de conflitos e tratamento de temas transversais, e funcionarão como instâncias de facilitação do papel integrador do Comitê de Governança.
  • 26. | p á g i n a | 25  Deliberativa: o Um Comitê de Governança formado por membros fixos (em primeira proposta, os iniciadores e patrocinadores da rede, tais como a Petrobras, que o presidirá, MPOG, MBC e FNQ) e entre vinte e trinta membros rotativos (com mandato de 1 ano), mantendo representatividade mínima de segmentos estratégicos tais como associações e entidades representativas dos fornecedores, governos das diversas instâncias, academia/instituições de CT&I, ONGs, entidades de fomento (BNDES, FINEP, fundos de desenvolvimento etc.), notáveis e outros. o Caberá ao Comitê de Governança: i. Deliberar sobre diretrizes, focos, regras operacionais, recursos e avaliar os resultados da Rede; ii. Avaliar necessidade de novos participantes, conhecimentos ou recursos para a Rede; ou rever atuais (mediante definição de critérios para ativação/desativação) iii. Definir regras e visão de futuro e assegurar cumprimento (enquadramento); iv. Promover o fortalecimento das interações pessoais e organizacionais na Rede (mobilização); v. Mediar, discutir e convergir interesses particulares frente aos objetivos da Rede; vi. Realizar reuniões bimestrais/trimestrais ordinárias contemplando permanentemente resultados frente aos objetivos.
  • 27. | p á g i n a | 26  Executiva o Uma Secretaria Executiva, com a função de dar suporte à implementação de programas, exercendo a macro-coordenação dos comitês temáticos e comitês regionais, provendo o suporte operacional para o funcionamento da rede (por meio dos processos de animação, monitoramento e avaliação, apoio institucional, suporte de TI e gestão administrativa e financeira), e apoiando o Comitê de Governança em sua tarefa de avaliar a atuação da rede e revisar periodicamente seu plano estratégico. O Secretário-Executivo, a ser escolhido pela Petrobras a partir de sugestões do Comitê de Governança, estabelecerá pautas, consolidará informações e análise de problemas e formulará propostas para soluções e debates, promovendo a interação institucional. O processo de solução de problemas privilegiará o rápido acionamento do Comitê de Governança pela Secretaria Executiva e o acionamento das instâncias consultivas e políticas pelo Comitê de Governança, sempre que a natureza dos problemas assim o demandar. O núcleo operacional da Rede, o conjunto das unidades implementadoras dos programas, é formado pelas estruturas dos atores envolvidos – entidades representativas de integrantes da cadeia de fornecedores da Petrobras, empresas, parceiros estratégicos, representantes dos beneficiários, e outras partes interessadas que participem de seus diversos processos. Dentre as várias categorias possíveis de atores que comporão a rede, além daqueles que atuarão diretamente na execução de programas, poderá haver parceiros estratégicos permanentes como por exemplo centros, redes de excelência, núcleos de suporte ao desenvolvimento da tecnologia e inovação aos beneficiários etc. Programas, como elementos da estratégia, e atores se cruzam, formando redes de implementação no âmbito de cada programa e relacionados a determinados territórios – formando três eixos: atores, programas e territórios. Dos atores diretamente envolvidos com a implementação, haverá aqueles com interface única a determinados programas e outros que terão participação em mais de um programa, ou seja: atores com múltiplos programas e programas com múltiplos atores. Trata-se de um modelo de gestão matricial, que exigirá intensa coordenação e no qual cada programa ensejará uma (micro) rede de governança peculiar, variando caso a caso, com modelos diversos (supervisão externa, supervisão, auto- coordenação, rodízio, colegiado etc.), conforme ilustrado na figura a seguir.
  • 28. | p á g i n a | 27 O suporte às ações da Rede caberá à sua Secretaria Executiva. Alem dos processos de interlocução e facilitação desempenhados pelos Comitês Temáticos e Regionais, com o apoio e sob a coordenação da Secretaria Executiva, há processos de suporte relacionados a temas tais como animação, planejamento, monitoramento e avaliação, fomento institucional, gestão de tecnologia da informação e comunicações e gestão administrativa e financeira, que devem ser desempenhados para o funcionamento satisfatório da Rede. A figura a seguir representa os processos mencionados.
  • 29. | p á g i n a | 28 4. Detalhamento dos Programas Para assegurar a consecução dos Objetivos Estratégicos da rede, de longo e curto prazo, será implantado um conjunto de 12 Programas, a saber:  Programa 1 – Desenvolvimento de Pólos Empresariais e Arranjos Produtivos Locais  Programa 2 – Desenvolvimento Sustentável de Territórios Impactados por Investimentos  Programa 3 – Modelo de Melhoria Contínua da Gestão Empresarial  Programa 4 – Modernização da Gestão Pública  Programa 5 – Inteligência em Logística e Transporte  Programa 6 – Inovação em Gestão, Processos, Bens e Serviços  Programa 7 – Fortalecimento da Engenharia Brasileira  Programa 8 – Mecanismos Financeiros e Tributários e Apoio ao Conteúdo Nacional  Programa 9 – Mecanismos de Integração da Gestão da Cadeia  Programa 10 – Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores na América Latina  Programa 11 – Capacitação e Desenvolvimento de Competências  Programa 12 – Secretaria Executiva da Rede O detalhamento desses Programas é apresentado em seqüência.
  • 30. | p á g i n a | 29 Programa 1 – Desenvolvimento de Pólos Empresariais e Arranjos Produtivos Locais Instituições Coordenadoras: ABDI, ABINEE, SEBRAE e MDIC Entidades Envolvidas na Execução: Petrobras, ABDI, MDIC, CNI, SEBRAE, ABINEE, BNDES, INMETRO Escopo: Programa composto de 6 projetos e 28 ações Público Alvo: Empresas nacionais (grandes, médias, pequenas e micro) potenciais e efetivas, direta e indiretamente, fornecedoras da cadeia produtiva de petróleo, gás e energia, em Pólos Industriais e APL de petróleo e gás. Objetivo(s): Apoiar o fortalecimento de pólos empresariais (indústria e serviços) e APL, a serem definidos em função da governança e das oportunidades dos investimentos ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras (E&P, Abastecimento, G&E, Materiais, Cenpes, Engenharia, etc.) visando a inserção das empresas de forma competitiva e sustentável na cadeia de valor global do setor de petróleo, gás e energia. Contextualização: O programa foi idealizado de modo a permitir que a atuação da rede alcance, de fato, a ponta da indústria. É central, todavia, estruturar um plano de ação que anteveja mudanças nas estruturas empresariais e que elimine deficiências tecnológicas, de qualidade e de escala. Não há possibilidade de avanços, por exemplo, sem um modelo de gestão pública moderna ou sem infraestrutura e logística apurada. Este programa foi idealizado de forma a aumentar, segundo metodologias alinhadas às realidades locais, a capacidade produtiva da cadeia de fornecedores do setor de petróleo e gás no Brasil. Considera o cenário retratado no “Estudo da dimensão territorial para o planejamento”, coordenado pelo MPOG e CGEE em 2008 1 , os resultados do estudo sobre os fornecedores da Petrobras elaborado pelo IPEA 2 , que apontam as aglomerações industriais em todo o território nacional e suas potencialidades, a previsão de novos investimentos da Petrobras, e as demandas e impactos decorrentes. O programa visa contribuir para o desenho de um novo ordenamento produtivo a partir de três eixos. O primeiro deles prevê o fortalecimento de pólos empresariais e APL, bem como novas a criação de novas aglomerações industriais, novas formas de relacionamento e encadeamento produtivo que suportem e se beneficiem dos investimentos previstos em regiões menos desenvolvidas. É preciso inovar na capacidade de articular distintas estruturas produtivas no país. O segundo eixo é o de estimulo à formação de grandes empresas nacionais 3 em regiões mais desenvolvidas. Por fim, o terceiro eixo prevê a ampliação dos trabalhos realizados no âmbito do convênio SEBRAE-Petrobras pela inclusão do apoio também às médias empresas. Evidências prévias indicam que o perfil das firmas nacionais dos diversos setores industriais que fornecem diretamente à Petrobras é de médias e grandes empresas 4 . Ou seja, atualmente, o rol de empresas atendidas pelo referido convênio não contempla o grupo de fornecedores diretos, mas apenas os fornecedores de fornecedores. O mapa a seguir ilustra o escopo de atuação do Programa. Os oito macropolos destacados em amarelo foram definidos em função da polarização geoeconômica exercida pelos centros urbanos que cada elipse engloba, da concentração industrial, de serviços em geral, e da previsão de novos investimentos e empreendimentos tais como a construção de estaleiros, a instalação de refinarias e de novas plantas fabris do setor siderúrgico e metal mecânico. Nos macropolos 1, 2, 3, 4 e 5, como destacado no mapa, a expectativa é ampliar e fortalecer a rede de fornecimento já existente tanto por meio do apoio às médias empresas, quanto por meio do fomento à formação de grandes empresas, sociedades e ou criação de novos modelos de produção. Nos macropolos 6, 7 e 8, por sua vez, a rede de fornecimento é reduzida e deve ser reforçada. Nessas localidades, além da atuação junto às empresas existentes, serão priorizadas ações de articulação junto ao setor público com vistas à adoção de uma política industrial local que viabilize a realização dos investimentos previstos no PN Petrobras 2010- 2014. A intenção é fomentar a criação de incentivos para a instalação de novas indústrias atrelada a mecanismos que
  • 31. | p á g i n a | 30 sustentem o crescimento local. Neste ponto será necessária intensa interlocução com o Programa 2 – Desenvolvimen- to de Territórios Impactados por Grandes Investimentos e Melhoria da Infraestrutura. Neste sentido, o programa pressupõe que os Pólos Empresariais e APL contemplados sejam definidos em função das vocações locais para o atendimento a demandas críticas identificadas pela Petrobras e das oportunidades decorrentes de outros investimentos públicos e privados. 1. BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos - SPI. Estudo da Dimensão Territorial para o Planejamento: Volume III – Regiões de Referência / Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos. Brasília: MP, 2008. 146p. 2. Resultados preliminares referente ao projeto “Poder de Compra da Petrobras: Impactos Econômicos nos seus Fornecedores” relativo ao Convênio Petrobras/IPEA N º 03686. Estudo em fase de editoração. 3. Estudo do IPEA aponta que as empresas industriais de caital estrangeiro sediadas no país representam apenas 6% do total dos fornecedores, mas respondem por mais de 56% das compras da Petrobras. O ticket médio das empresas estrangeiras é mais de 20 vezes maior que o das empresas de capital nacional. Ou seja, os principais agentes econômicos deste setor são predominantemente grandes empresas. 4. De acordo com estudo do IPEA, as firmas industriais e de serviços com mais de 30 pessoas ocupadas são responsáveis por 60,7% do valor dos contratos de bens e serviços constantes na base de dados da PETROBRAS no período de 1998 a 2007. Outro dado importante é que enquanto o número médio de pessoas ocupadas entre as firmas não fornecedoras é 176, entre as firmas fornecedoras este número é, em média, de 535 pessoas ocupadas. Ou seja, no limite entre média e grande empresa sob o ponto de vista do número de empregados. Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Projeto voltado à estruturação dos processos de planejamento, monitoramento e avaliação do programa. Será executado pela equipe alocada na entidade eleita para a gestão do programa, cabendo a um Comitê Gestor a definição de diretrizes e a tomada de decisões. Resultado(s): Comitê Gestor do programa constituído, cronogramas de execução física e financeira definidos; metodologia de monitoramento e indicadores estipulados.
  • 32. | p á g i n a | 31 Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão. jan/2011 out/2011 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa. jan/2011 out/2011 3. Integração e animação Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados. jan/2011 dez/2014 4. Comunicação e divulgação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores. jan/2011 dez/2014 Marcos Críticos:  Mobilizar atores para a constituição do Comitê Gestor;  Realizar o planejamento detalhado das atividades em tempo não superior a três meses;  Definir indicadores. Projeto 2: Sistematização de procedimentos e metodologias para atuação em Pólos Empresariais e APL Emergentes e Dinâmicos de Petróleo e Gás Descrição Básica: Projeto voltado à definição de metodologias que possam levar ao desenvolvimento de Pólos Empresariais e APL Emergentes e Dinâmicos, em especial nas regiões que deverão receber os investimentos decorrentes do PN 2010-2014 da Petrobras. A intenção é que os esforços não sejam direcionados apenas às empresas, mas aos atores públicos, entidades de classe, e até mesmo organizações do terceiro setor que, de alguma forma, possam assumir responsabilidades relativas ao ordenamento territorial, ao suprimento de serviços de saúde, educação, saneamento básico, infra-estrutura energética e de transportes, de forma que o crescimento gere o mínimo de externalidades negativas. Este projeto deve estar alinhado ao Desenvolvimento de Territórios Impactados por Grandes investimentos e as metodologias devem ser definidas a partir da realização de experiências piloto. Destaque-se também que, as referidas metodologias devem buscar, além da melhoria dos atributos de competitividade internos às firmas, a promoção de formas de produção integrada com vistas a prover escala aos empreendimentos de menor porte, e o adensamento dos espaços produtivos definidos, com a promoção e/ou atração de investimentos, para preenchimento dos vazios produtivos identificados. Resultado(s): Metodologias definidas a partir das experiências piloto e alinhadas aos objetivos das políticas públicas de desenvolvimento local/regional e aos objetivos da Petrobras, de modo a dar suporte aos novos investimentos previstos e ao crescimento sustentável. Ação Descrição Início Término 1. Identificação de boas práticas Mapeamento de boas práticas internacionais e nacionais relacionadas ao desenvolvimento de pólos empresariais, clusters industriais, APL etc. jan/2011 abr/2011 2. Pesquisas com base em dados primários e secundários sobre Pólos Empresariais e APL e em estreita sintonia com estudos de desenvolvimento regional e aquele sobre fornecedores da Petrobras feito pelo IPEA Realização de pesquisas e elaboração de relatório consolidado sobre variáveis que permitam a identificação dos pontos fortes e fracos dos Pólos Empresariais e APL e que viabilizem a escolha de locais para a realização de experiências piloto (em região com maior grau de desenvolvimento e em região menos estruturada). jan/2011 jun/2011 3. Estruturação dos planos de trabalho para as experiências piloto Correlação entre matriz de demandas global e da Petrobras e capacidade de oferta dos Pólos Empresariais e APL estudados; definição de demandas críticas (no máximo 10); escolha dos locais para a realização das experiências piloto; definição de atores locais que deverão integrar as experiências piloto; planejamento da abordagem a esses atores e planejamento prévio das atividades a serem desenvolvidas. jan/2011 out/2011 4. Articulação com a governança dos Pólos ou APL escolhidos para as experiências piloto Realização de workshops e reuniões (primeiramente com atores públicos e, em seguida, com atores privados) para a apresentação da proposta de trabalho, ajustes, pactuação de responsabilidades e formalização de adesão jun/2011 dez/2011
  • 33. | p á g i n a | 32 5. Realização e avaliação das experiências piloto Execução dos planos de trabalho e avaliação dos resultados por meio da comparação entre uma linha de base (que deverá ser construída no início das atividades) e a situação final, que considere expansão da produção, aumento da produtividade, incremento da qualidade, redução de custos, geração de emprego, impacto ambiental, criação de parcerias empresariais, ampliação do portfólio de produtos do APL, incremento no fornecimento para a Petrobrás e outros fatores relevantes. jun/2011 dez/2012 6. Definição de metodologias a serem adotadas nos demais Pólos e APL Emergentes e Dinâmicos Consolidação das duas metodologias (uma para regiões mais desenvolvidas e outra para regiões menos estruturadas). jun/2011 dez/2012 Marcos Críticos:  Identificação de boas práticas e realização de pesquisas em tempo não superior a dois meses;  Estruturação dos planos de trabalho para as experiências piloto;  Adesão de atores públicos e privados às experiências;  Elaboração das metodologias. Projeto 3: Apoio à formação ou desenvolvimento de APLs Emergentes Descrição Básica: Projeto voltado especificamente ao desenvolvimento de APL Emergentes em locais a serem definidos em função da capacidade de governança, da demanda e perspectiva de investimentos da Petrobras e das vocações produtivas locais. O objetivo central é apoiar governos estaduais e demais atores institucionais locais na implementação da política industrial regional, a qual deve estar alinhada à Política de Desenvolvimento Produtivo Federal, já desenvolvida pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), e das atividades relacionadas à metodologia definida no Projeto 2, para regiões com menor grau de desenvolvimento. Pretende-se criar instrumentos (ou aproveitar os já existentes) que viabilizem a implantação e/ou expansão de infra-estruturas de produção de serviços e de bens, bem como de suporte aos empreendimentos já existentes. Resultado(s): Implantação e/ou expansão de infra-estruturas de produção de serviços e bens para a realização dos investimentos previstos pela Petrobrás, por meio da estruturação e apoio à execução de proposições de política industrial regional e de planos de trabalho para o desenvolvimento de APL Emergentes, conforme metodologia definida no Projeto 2, alinhados com o conjunto de Programas da Rede de Gestão e com as políticas públicas que visem ao desenvolvimento sócio-econômico e ambiental nos territórios/estados que receberão os investimentos da Petrobras. Ação Descrição Início Término 1. Mobilização de atores locais Realização de reuniões de sensibilização nos estados que abriguem os APL escolhidos para alinhamento da proposta de trabalho com a governança local, articulando os atores envolvidos, divulgando as informações da Rede e atraindo os grandes fornecedores da cadeia. jan/2011 dez/2011 2. Estruturação de propostas de Política Industrial Regional Apoio, segundo a metodologia da ABDI, à estruturação da proposta de política industrial regional a partir da experiência de formulação, acompanhamento e monitoramento da Política de Desenvolvimento Produtivo Federal jan/2011 dez/2011 3. Estruturação de Planos de Trabalho para Desenvolvimento de APL Emergentes Apoio, segundo a metodologia definida no Projeto 2, à estruturação da proposta de plano de trabalho para desenvolvimento do APL Emergente foco da ação, a partir da experiência de formulação, acompanhamento e monitoramento dos APL Pilotos, adquirida no Projeto 2. jan/2011 dez/2011 4. Apoio à implementação das principais proposições da política industrial regional e ao atendimento a demandas que decorram da execução da metodologia de desenvolvimento de APL Emergentes definida no Projeto 2 Apoio à execução de ações propostas na política industrial regional em articulação com outros programas da Rede de Gestão e atendimento às demandas apresentadas nos Planos de Trabalho para Desenvolvimento de APL Emergentes, tais como: atração de empresas para o local; implementação de programas de qualificação de fornecedores locais; apoio à constituição de distritos e condomínios industriais etc. out/2011 dez/2014 5. Ações previstas no modelo do Convênio Petrobras/SEBRAE Conforme descrito no Projeto 4 out/2011 dez/2014
  • 34. | p á g i n a | 33 Marcos Críticos:  Mobilização de atores locais;  Fechamento de propostas de políticas industriais estaduais;  Fechamento de propostas de Planos de Trabalho para Desenvolvimento de APL Emergentes. Projeto 4: Fortalecimento de APL Dinâmicos Descrição Básica: Projeto voltado ao aumento da competitividade a partir do apoio direto a médias e grandes empresas fornecedoras da cadeia de petróleo, gás e energia, situadas em Pólos Empresariais e APL Dinâmicos, especialmente por meio de ações de extensionismo, de forma a complementar o trabalho que vem sendo realizado por meio do convênio Petrobras/SEBRAE junto às micro e pequenas empresas do setor. Os aglomerados produtivos contemplados serão definidos em função das vocações locais para o atendimento a demandas críticas identificadas pela Petrobras. A metodologia de ação será aquela definida no Projeto 2 para regiões com maior grau de desenvolvimento. Resultado(s):  Ampliação sustentável da base de fornecedores da Petrobras com capacidade de inserção competitiva na cadeia global de valor do setor de petróleo e gás nos APL selecionados.  Aumento da competitividade da base de fornecedores da Petrobras por meio da elevação da capacidade produtiva, com eficácia e eficiência operacional. Ação Descrição Início Término 1. Fortalecimento da Cultura de Cooperação Sensibilização dos atores públicos e privados, empresas âncoras dos Pólos ou APL por meio de visitas, reuniões, workshops em que a proposta do Programa bem como a metodologia de ação seja apresentada. Os Núcleos da Rede Nacional de Política Industrial (RENAPI), que já reúnem representantes de secretarias estaduais de desenvolvimento e de federações de indústrias, bem como as demais instâncias envolvidas no trabalho com APL, estarão automaticamente inseridos na ação. Espera- se ainda, no âmbito desta ação, formalizar a adesão dos parceiros à iniciativa e alinhar a proposta de trabalho ao Programa Desenvolvimento de Territórios Impactados por Grandes Investimentos jun/2011 dez/2014 2. Desenvolvimento de Fornecedores / Ampliação da capacidade produtiva Realização de mapeamento entre as empresas participantes de seus maiores gargalos para o atendimento a demandas críticas pré-identificadas e realização de consultorias ad hoc, workshops e capacitações temáticas sobre: ferramentas gerenciais; de responsabilidade social; de eficiência energética; legais; econômicas; dentre outras, caso isso possa contribuir para a diminuição das dificuldades identificadas jun/2011 dez/2014 3. Desenvolvimento Tecnológico e Inovação Realização de consultorias ad hoc, workshops e capacitações temáticas sobre: questões de normalização; certificações específicas do setor de petróleo e gás e naval; gestão da inovação; método para a celebração de acordos de cooperação técnica entre empresas, universidades e centros tecnológicos, caso isso possa contribuir para a diminuição das dificuldades identificadas na ação anterior. Esta ação também prevê a realização de missões de prospecção tecnológica em centros de referência para o setor petróleo e gás (Reino Unido, Noruega, Holanda e Coréia do Sul) e deverá estar alinhada ao Programa Inovação para Bens e Serviços jun/2011 dez/2014 4. Acesso a mercados promovendo a interação entre empresas compradoras e fornecedoras da cadeia Promoção da participação das empresas em feiras e organização de rodadas de negócios para ampliação de mercados e geração de negócios entre os fornecedores nacionais de bens e serviços e as empresas-âncora da cadeia global jun/2011 dez/2014
  • 35. | p á g i n a | 34 Marcos Críticos:  Constituição da governança local;  Contratação de consultorias;  Adesão das empresas com aporte de recursos. Projeto 5: Desenvolvimento e Integração de Pólos Industriais e de Serviços Associados à Indústria de Petróleo & Gás Descrição Básica: Projeto voltado à ampliação, a preços competitivos, da capacidade de oferta da indústria nacional frente às demandas da cadeia global de petróleo, gás e energia (tanto em termos de escala como de qualidade) a partir: do desenvolvimento de pólos industriais e de serviços associados à indústria; do fomento à criação de grandes empresas brasileiras atuando com escala no setor de petróleo e gás; e da negociação com poder público local para o suprimento de ofertas de competência do Estado. O projeto terá como foco (i) o desenvolvimento de eixos estruturantes e integradores de pólos empresariais e o (ii) apoio para o desenvolvimento de pólos relevantes ao longo da cadeia de fornecedores e à criação de grandes empresas. Resultado(s): Aumento do conteúdo nacional no mercado de bens e serviços para petróleo, gás e energia; contribuição para as decisões de investimento público nas regiões no entorno dos grandes investimentos privados e para o ordenamento do investimento industrial nas diferentes regiões do país. Ação Descrição Início Término 1. Definição dos Pólos Empresariais que serão contemplados Definição das áreas de atuação a partir da ação prevista no Projeto 1 de identificação de possibilidades de articulação inter APL, do conjunto de informações consolidadas no Projeto 2, da experiência adquirida nos Projetos 3 e 4, e de um mapeamento de empresas com potencial de atendimento a maiores lacunas de oferta, com foco na priorização de equipamentos/produtos estratégicos. jun/2011 dez/2011 2. Articulação com setor público Negociação com atores públicos locais sobre as possibilidades de suprimento de eventuais demandas por infra-estrutura ou por instrumentos de incentivo fiscal e financeiro (caso já não existam) para a implantação de novas plantas fabris ou criação de conglomerados etc. jun/2011 dez/2011 3. Articulação com o setor privado Sensibilização das empresas identificadas como potenciais grandes fornecedoras sobre as perspectivas de ganhos relacionadas à formação de parcerias para integração produtiva, de consórcios, conglomerados frente à disposição da Petrobras de incentivar e viabilizar o aumento do conteúdo nacional em suas compras. jun/2011 dez/2011 4. Integração das ações anteriores com os outros Programas da Rede Cruzamento dos resultados dos outros Programas com os objetivos deste Projeto de forma que os resultados já alcançados contribuam para articulação com o setor público e privado. jun/2011 dez/2011 5. Elaboração de planos de negócios ou modelos de sustentação dos investimentos privados (EVTE, alternativas societárias, dimensionamento e sistemas produtivos, tecnologia de produção, modelo tributário, funding, investimento e giro associado ao empreendimento, etc.). jun/2011 dez/2011 Marcos Críticos:  Mobilização dos atores públicos;  Identificação dos produtos/equipamentos estratégicos;  Definição da demanda.  Mobilização dos atores privados.
  • 36. | p á g i n a | 35 Projeto 6: Apoio à Internacionalização de empresas da cadeia de fornecedores da Petrobras Descrição Básica: Projeto voltado à melhoria das condições para a internacionalização das empresas da cadeia à medida que comprovem capacidade técnica e financeira para atender, além da demanda interna, o mercado estrangeiro. As ações deverão ser executadas em parceria com o SEBRAE e APEX-Brasil, que já executam e acumulam experiências com o ProInter P&G e o PSI P&G Resultado(s): Aumento da participação das empresas brasileiras nas exportações mundiais do setor de petróleo e gás. Ação Descrição Início Término 1. Cultura da cooperação e formação de redes comerciais Identificação de empresas com potencial para participação de atividades de internacionalização; fomento à criação de redes comerciais com o objetivo de estimular o aprendizado, a troca de experiências e o desenvolvimento de parcerias nos aspectos técnicos e comerciais. jan/2011 dez/2011 Ação Descrição Início Término 2. Inteligência competitiva Mapeamento de oportunidades de negócios no mercado internacional e análise das competências das empresas participantes do projeto com relação à dinâmica desses mercados, bem como a realização de pesquisas em mercados definidos como alvo do programa, de modo a identificar potenciais clientes para as empresas participantes do projeto, canais de distribuição, necessidades de adequações de produtos e processos, mapeamento das competências dos concorrentes e de suas forças nos mercados-alvo, bem como os preços praticados e estratégias de entrada mais adequadas para o grupo de empresas em foco. jun/2011 dez/2011 3. Qualificação em negócios internacionais Realização de workshops de sensibilização; realização de diagnósticos sobre o estágio organizacional e de internacionalização das empresas participantes; realização de treinamentos e consultorias sobre trâmites de comércio internacional e para adequação de produtos e processos. out/2011 dez/2012 4. Acesso ao mercado internacional: promoção às exportações e transferência tecnológica – melhoria dos fatores competitivos Realização de missões comerciais, rodadas de negócios, participação em feiras, projeto comprador, visitas in company e ações de divulgação de imagem, bem como de missões tecnológicas prospectivas para mercados definidos como alvo. O objetivo é identificar novas tecnologias aplicáveis às empresas do projeto, levantar oportunidades de negócios, análise de tendências e informações de mercado. out/2011 dez/2014 Marcos Críticos:  Adesão das empresas ao projeto.
  • 37. | p á g i n a | 36 Orçamento Preliminar
  • 38. | p á g i n a | 37 Programa 2 – Desenvolvimento Sustentável de Territórios Impactados por Investimentos Instituições Coordenadoras: Petrobras, SAE/PR, CDES/PR Entidades Envolvidas na Execução: Ministério da Integração Nacional, Petrobras, CDES, SAE, CBDES, IOS, SEBRAE, BNDES, CNI, IEL, SESI, SENAI, MTransporte, MME, MCidades, MComunicações, Min. da Saúde, MEC, MJustiça, Secretaria de Portos, MDefesa, MMA, MDS, ANATEL, ANEEL, ANTT, ANTAQ, ANAC, ANA, CCPR/PR, SRI/PR, SPI/MP, CAIXA, CNI, MDIC, ABDI e outras Escopo: Programa composto de 6 projetos e 26 ações Público Alvo: Cadeia de fornecedores (latu sensu) de bens e serviços e territórios impactados pelos investimentos ao longo da cadeia (empresas, associações e governos) Objetivo(s):  Alavancar o desenvolvimento sustentável (econômico, social e ambiental) nos territórios impactados por investimentos ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras – investimentos diretos e indiretos; contribuir para a melhoria da infraestrutura física, econômica e social dos territórios nas áreas ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras. Contextualização: Fazer que os novos investimentos previstos para os próximos anos no âmbito das estratégias da Petrobras e do setor de petróleo e gás possam gerar desenvolvimento sustentável nos territórios impactados, com distribuição equilibrada das fontes de prosperidade e de oportunidades, é um dos desafios importantes para o Brasil nas próximas décadas. Em paralelo aos investimentos diretos da Petrobras, investimentos privados de monta ao longo da cadeia estão sendo e serão feitos pelas empresas fornecedoras de bens e serviços para adequar ou ampliar sua oferta, ou seja, adequar ou ampliar sua produção para atender a grande demanda. Também concomitante, o poder público está investindo seletivamente em determinados territórios para dotá-los de infra-estrutura e serviços públicos de qualidade. É necessário considerar as transformações de outros grandes investimentos no país, tais como as hidrelétricas de Santo Antônio, Jirau e Belo Monte, o canal do São Francisco, as ferrovias Norte-Sul, Oeste-Leste e Transnordestina, e viabilizar que as sinergias potenciais com os investimentos da Petrobras se realizem. Isto requer um grande esforço de convergência de ações, públicas e privadas, tendo por referência uma estratégia nacional de desenvolvimento, articulada com planos integrados territoriais, o que implica no envolvimento dos três níveis de governo, como também da sociedade civil organizada. Unir os investimentos privados com os planos do Governo permite que regiões, que são de fato o lócus onde os investimentos são realizados, venham a ter o desenvolvimento organizado, como é o caso da região do Recife com a refinaria Abreu Lima, o porto Suape, estaleiros, etc. Considerações sobre a dinâmica empresarial local, se estabelecida e consolidada ou em implantação, são importantes no planejamento e estabelecimento da governança destas ações, para que não se repitam os erros de outras regiões, que acarretaram no não equacionamento de externalidades negativas. No início do século XXI, o desenvolvimento de territórios é percebido como uma questão de responsabilidade de todos os envolvidos, e não mais vista como problema apenas dos governantes. O “Estudo da dimensão territorial para o planejamento” do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão é marco de referência nacional em assuntos de gestão de territórios e para este programa da Rede de melhoria de Gestão. Dois colóquios sobre o tema foram realizados em 2010 numa parceria do CDES- Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (da Presidência da República) com a Petrobras. O Brasil é um país com notórias desigualdades regionais e sociais. A redução da pobreza e da marginalização depende de empreendimentos estruturantes que permitam o incremento de atividades econômicas correntes, a geração de riqueza e a melhoria das condições sociais em todo País. Porém, para combater tais desigualdades, os grandes investimentos devem ser considerados de forma mais ampla e integrada e não de isoladamente, projeto a projeto. Devem-se levar em consideração os interesses reais e legítimos dos atores econômicos, sociais e políticos, buscando a conciliação entre eles com a formulação um plano que expresse o patamar do desenvolvimento sustentável que se
  • 39. | p á g i n a | 38 pretende em cada um dos territórios. Considerações ambientais são essenciais na conservação de recursos e na manutenção da qualidade dos serviços ambientais, tais como a qualidade dos recursos hídricos disponíveis para a população, para os empreendimentos e para os ecossistemas e como a redução da intensidade de emissões de gases de efeito estufa, contribuindo para a mitigação da mudança do clima. Neste sentido, o programa “Desenvolvimento Sustentável de Territórios Impactados por grandes investimentos” proposto objetiva alavancar o desenvolvimento sustentável nos territórios impactados por investimentos, como também contribuir para a melhoria da infra-estrutura física, econômica, social e ambiental dos territórios nas áreas ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras. Pretende-se adotar medidas a partir de projetos integrados de infra- estrutura econômica e social, com vistas a assegurar que as pessoas e empresas localizadas nos territórios impactados tenham condições de apropriação das oportunidades geradas por grandes investimentos, num contexto de desenvolvimento sustentável. Tais medidas referem-se desde o apoio à elaboração de planos integrados de desenvolvimento, a instalação e o fortalecimento de governança institucional, buscando o diálogo e a concertação em torno de um projeto que expresse as necessidades do desenvolvimento do território, até a implantação de Observatório Socioeconômico e Ambiental para monitorar o nível de desenvolvimento sustentável por meio de indicadores. Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Planejamento, monitoramento, acompanhamento e controle dos projetos; gestão da integração dos projetos; avaliação dos resultados; governança do programa Resultado(s): Assegurar a execução dos projetos que compõem o Programa Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão. jan/2011 out/2011 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa. jan/2011 out/2011 3. Integração e animação Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados. jan/2011 dez/2014 4. Comunicação e divulgação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores. jan/2011 dez/2014 Projeto 2: Planejamento Integrado de Infraestrutura nos Territórios Impactados Descrição Básica: Apoio à elaboração de Planos Integrados de Desenvolvimento e de Infraestrutura nos Territórios impactados pelos investimentos ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras (investimentos diretos e indiretos) Resultado(s): Menores impactos socioambientais e melhor apropriação pelos territórios das oportunidades advindas dos investimentos ao longo da cadeia da Petrobras Ação Descrição Início Término 1. Mapeamento da oferta e da demanda futura por infraestrutura econômica, física – logística, e social Conhecer a oferta planejada e as necessidades futuras de infraestrutura física, econômica e social decorrentes dos investimentos ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras, Levantamentos de estudos e planos existentes de governos; Levantamento das Demandas Futuras ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras e realização de seminários regionais para discussão com atores locais; Estudo de compatibilidade das demandas futuras com nos planos de governo já elaborados jan/2011 dez/2012
  • 40. | p á g i n a | 39 Ação Descrição Início Término 2. Identificação de necessidades e de potencialidades econômicas, sociais e ambientais do território Promoção de seminários regionais para apresentação dos resultados e sugestão de adequações e prioridades Identificação de necessidades (habilidades e competências) de capacitação de indivíduos, empresas e organizações públicas e do terceiro setor do território relacionadas à cadeia de suprimentos da indústria de petróleo.Identificação das necessidades dos indivíduos do território; Identificação das necessidades das empresas fornecedoras (efetivas e potenciais) da cadeia de suprimentos dos investimentos no território; Identificação das necessidades de empresas de comércio, serviços e do terceiro setor (efeito renda) impactadas pelo empreendimento.Mapear potencialidades relacionadas ao desenvolvimento sustentável do território a partir dos vetores econômicos, sociais e ambientais. jul/2011 dez/2014 3. Avaliação dos impactos dos investimentos nos territórios Estudos prévios de impactos econômicos e socioambientais nos territórios como conseqüência dos investimentos da Petrobras e comparação com as capacidades institucionais existentes para gerenciá-los; Levantamentos de estudos de impacto sócio-ambientais já elaborados para os investimentos ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras; Estudos das capacidades institucionais dos territórios para gerenciar os efeitos sócio-ambientais previstos; Workshops para apresentação de resultados e proposições jan/2011 dez/2014 4. Desenvolvimento de Capacidades Articular mecanismos de desenvolvimento de capacidades técnicas e gerenciais dos atores locais para a viabilização dos projetos de infraestrutura jan/2011 dez/2014 5. Ferramentas de apoio Desenvolver ferramentas para auxiliar os agentes do território a elaborar planejamento, projetos de financiamento e execução de projetos integrados de infraestrutura jan/2011 dez/2014 Projeto 3: Observatório Socioeconômico e Ambiental Descrição Básica: Instalação de observatório para monitorar o desenvolvimento sustentável do território através de indicadores e seminários regionais Resultado(s):  Condições de vida e trabalho identificadas  Condições do meio ambiente identificadas  Número de empresas recenseadas no território  Número de atores e lideranças identificados  Número de projetos existentes  Identificação de oportunidades econômicas e potencialidades sociais e ambientais Ação Descrição Início Término 1. Informações sobre as condições de vida e trabalho da população; condições do meio ambiente; censo de empresas, atores e lideranças do território. Identificar as condições de vida e trabalho da população; as condições do meio ambiente; as atividades econômicas e as potencialidades (produtivas e tecnológicas) do território. Mapear habilidades, competências e serviços das instituições públicas, privadas e do terceiro setor que operam no território. jan/2011 dez/2014 2. Identificação de projetos com foco no desenvolvimento integrado e sustentável do território. Mapear iniciativas existentes e entidades responsáveis de projeto sem andamento visando convergências e complementaridades, evitando a superposição de esforços. jan/2011 dez/2014
  • 41. | p á g i n a | 40 Ação Descrição Início Término 3. Desenvolvimento de metodologias de diagnóstico e de Indicadores Territoriais Desenvolvimento / benchmarking de metodologias de levantamento socioeconomico e ambiental de informações relacionadas ao território (condições de vida e trabalho da população; meio ambiente; setor empresarial; atores e lideranças locais; projetos existentes; potencialidades). Definição de metodologia para identificação e mensuração de indicadores jan/2011 dez/2014 4. Observatório Socioeconômico e Ambiental Instalação de observatório para monitorar o desenvolvimento sustentável do território através de indicadores e seminários regionais jan/2011 dez/2014 Projeto 4: Governança Institucional em territórios Descrição Básica: Estabelecimento de um processo de articulação, cooperação e gestão compartilhada do desenvolvimento integrado e sustentável de territórios, envolvendo atores e lideranças nos três níveis de governo e em organizações civis e não governamentais do território Resultado(s): Estruturação de Redes de Relacionamento (setoriais e territoriais) e formalização de ambientes de Governança do território. Ação Descrição Início Término 1. Mapeamento de experiências de mobilização e sensibilização dos atores e lideranças do território Promover o mapeamento de experiências de sucesso e mal-sucedidas de integração entre instituições e movimentos em territórios (eventos, oficinas, seminários, entre outros) jan/2011 dez/2014 2. Fomento à estruturação das Redes de Relacionamento Realizar oficinas de planejamento das Redes em alguns territórios selecionados pela Secretaria Executiva jan/2011 dez/2014 3. Arquiteturas de Formalização da Governança Definir instrumentos e arquiteturas possíveis de administração da Governança com a descrição das responsabilidades dos atores envolvidos. jan/2011 dez/2014 4. Elaboração de Modelos de Governança em planos de desenvolvimento integrado e sustentável do território Realizar eventos para estruturação coletiva de prioridades que irão constituir o Plano de desenvolvimento integrado e sustentável do território. jan/2011 dez/2014 5. Apoio a Redes de Relacionamento para governança Apoio para articulação de atores e lideranças do território para a estruturação de ambientes de cooperação e gestão compartilhada do processo de desenvolvimento integrado e sustentável do território. jan/2011 dez/2014 Projeto 5: Modelo Institucional para Implementação de Projetos de Infraestrutura Descrição Básica: Concepção de novos modelos institucionais de contratação e gestão de empreendimentos frente aos entraves existentes (institucionais, legais e gerencias) que dificultam o desempenho da implementação de projetos de infraestrutura Resultado(s): Concepção de novos modelos institucionais de contratação e gestão de empreendimentos frente aos entraves existentes (institucionais, legais e gerencias) que dificultam o desempenho da implementação de projetos de infraestrutura Ação Descrição Início Término 1. Estudos prospectivos de modelo Conduzir estudos que comparem possíveis modelos institucionais de gestão de projetos integrados de infraestrutura, com base nas análises das restrições elaboradas jan/2011 dez/2014 2. Workshop Workshop nacional para apresentação dos resultados e discussão de soluções jan/2011 dez/2014 3. Levantamento das restrições Pesquisar as restrições institucionais, legais e gerenciais que provocam deficiências no desempenho (atrasos e sobrecustos) da implementação de projetos jan/2011 dez/2014
  • 42. | p á g i n a | 41 Projeto 6: Mapeamento e monitoramento de pactos e acordos nacionais e internacionais Descrição Básica: Levantamento dos principais pactos e acordos relacionados à responsabilidade social e ambiental da cadeia de fornecedores que impactam no território. Não existe informação consolidada para o setor, dificultando a adesão a pactos e acordos para o setor. Resultado(s): Maior comprometimento dos integrantes da cadeia à sua responsabilidade social e ambiental, principalmente em relação a sua área de influência Ação Descrição Início Término 1. Levantamento dos instrumentos disponíveis Mapeamento dos principais acordos e pactos utilizados pela Petrobras e sua cadeia de fornecedores jan/2011 dez/2014 2. Discussão sobre os instrumentos e possíveis demandas Realização de Oficinas (com presença de atores locais) para avaliação da efetividade dos instrumentos utilizados e para identificação de potencialidades jan/2011 dez/2014 3. Divulgação dos acordos para a cadeia Formalização e disseminação dos acordos a serem praticados pela cadeia jan/2011 dez/2014 4. Criação de estruturas de assistência e monitoramento Estruturas de monitoramento das ações realizadas pelos fornecedores e seminário de melhores práticas jan/2011 dez/2014 5. Desenvolvimento de um banco de dados de práticas Desenvolvimento de banco de dados contendo todas as ações realizadas pela cadeia, atualizadas anualmente jan/2011 dez/2014
  • 43. | p á g i n a | 42 Orçamento Preliminar
  • 44. | p á g i n a | 43 Programa 3 – Modelo de Melhoria Contínua da Gestão Empresarial Instituições Coordenadoras: FNQ, IEL e MBC Entidades Envolvidas na Execução: PETROBRAS, FNQ, IEL, MBC, SEBRAE, PROMINP e outras Escopo: Programa composto de 6 projetos e 23 ações Público Alvo: Empresas da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras. Objetivo(s):  Adaptar o Modelo e aplicar processo de melhoria contínua da gestão em empresas da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, para o aumento da competitividade da cadeia. Contextualização: A melhoria de gestão nas empresas ao longo da cadeia de fornecedores da Petrobras é imperativa para o aumento da competitividade do setor de petróleo e gás. Para conseguir este aumento da competitividade está sendo proposta a utilização do Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade - FNQ, como metodologia para a avaliação das empresas e identificação de oportunidades de melhoria visando o aumento de sua competitividade. Além desta metodologia, serão utilizados o Programa IEL (Instituto Euvaldo Lodi/CNI) de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores (PQF); a Metodologia Núcleo de Apoio ao Planejamento de Gestão da Inovação (NUGIN) do IEL/SC entre outras. Para maximizar os resultados é necessário adaptar a os Critérios de Excelência, utilizados no MEG, para considerar os objetivos estratégicos da Petrobras e as características da cadeia de petróleo e gás, como por exemplo sustentabilidade econômica, ambiental e social, e conteúdo nacional. A análise da gestão das empresas, identificação das oportunidades de melhoria, desdobramento em planos de ação, acompanhamento da execução dos planos de ação e avaliação serão etapas do processo, trabalhadas em três níveis de maturidade de gestão: Critério de Excelência - para empresas de maior maturidade; Rumo a Excelência - empresas de maturidade intermediária; Compromisso com a Excelência - para empresas que estão iniciando na busca da excelência. Serão apontadas oportunidades de melhoria na gestão nas empresas, seja gestão financeira, gestão fiscal e tributária, gestão sustentável de seus próprios insumos de produção, gestão da responsabilidade social, gestão da segurança operacional, gestão da inovação e do conhecimento, ou gestão trabalhista e de recursos humanos. Abaixo, um diagrama ilustra este processo. Mobilização Capacitação Autoavaliação assistida Diagnóstico Elaboração de Plano de Ação Reconhecimento Consultoria Capacitação Técnico/Operacional Praticas de gestão Inovação Capacitação dos Consultores Engajamento Definição da trilha de aplicação para a empresa Oportunidades de melhoria Grau de maturidade da Gestão Análise comparativa Planos de Ação Reconhecimento Consultores capacitados para conduzir processo de melhoria contínua FNQ- IEL FNQ- IEL FNQ- IEL IEL FNQ- IEL FNQ- IEL FNQ- IEL IEL
  • 45. | p á g i n a | 44 É fundamental motivar as empresas a participarem deste processo e, portanto, o programa é iniciado com atividades de mobilização e capacitação dos atores para que reconheçam as vantagens que o programa traz para as cadeias e para as empresas. Será necessário preparar e qualificar recursos humanos para a condução dos programas de treinamento e acompanhamento dos planos de ação deste programa. Este programa será conduzido por vários parceiros, e com coordenação conjunta da FNQ e do IEL. A FNQ dissemina os fundamentos da Excelência em Gestão para o aumento de competitividade das organizações e do Brasil. Desde a sua criação, a FNQ treinou mais de 45 mil pessoas no Modelo de Excelência da Gestão® (MEG). Até a sua 18ª edição em 2009, o Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) recebeu 484 candidaturas. E envolveu nesse período 5.027 voluntários na banca examinadora, que visitaram 148 organizações em todo o Brasil, das quais 42 foram finalistas e 35 premiadas. Além do PNQ, a FNQ participa ativamente em premiações setoriais e estaduais. Vale ressaltar o Prêmio MPE Brasil realizado em parceria com Sebrae, o (MBC) e a Gerdau, que em 2010 contou com quase 100 mil empresas inscritas. O Instituto Euvaldo Lodi – IEL, criado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 1969, promove o aperfeiçoamento da gestão, a capacitação empresarial e a interação entre as empresas e os centros de conhecimento, contribuindo para a competitividade da indústria brasileira. O IEL possui uma estrutura com 103 unidades de atendimento e atuação em cerca de 450 cidades brasileiras, provendo soluções às demandas empresariais por meio de capacitações, consultorias e informações estratégicas customizadas. Duas linhas de serviços se destacam: Desenvolvimento Empresarial: que no período de 2002 a 2010, ministrou aproximadamente 5 mil cursos, capacitando 191 mil gestores, tendo atendido mais de 20 mil empresas em todo o território brasileiro. Vale destacar o Programa IEL de Desenvolvimento e Qualificação de Fornecedores – PQF, que no período de 2007 a 2010, em 18 Estados, atendeu 2.106 empresas fornecedoras e 279 empresas compradoras parceiras, dentre elas a Petrobras, Transpetro, Vale, Furnas, Perdigão, Aracruz, Garoto, AcelorMittal, Oi, Bosch, Suzano, Gerdau, Eletronorte, entre outras; e Estágio: o qual já beneficiou aproximadamente 1,5 milhões de alunos, tendo mais de 41 mil empresas parceiras e 10 mil instituições de ensino conveniadas. RESULTADOS ESPERADOS 1. Critérios de Excelência específicos para a cadeia de petróleo e gás em três níveis de gestão e ferramental de software: 2. Modelos de Melhoria de Gestão para o setor de petróleo e gás 3. Processos de capacitação de consultores conduzir o processo de melhoria da gestão das empresas e certificação de profissionais para a avaliação da gestão das empresas. 4. Melhoria de gestão nas empresas fornecedoras ao longo da cadeia e Capacitação das empresas em gestão em seus diversos aspectos MARCOS CRÍTICOS 1. Adaptação dos Critérios; 2. Plataforma de software para auxiliar na aplicação e controle da metodologia; 3. Primeira impressão da documentação de apoio ao processo; 4. Certificação de Profissionais na Avaliação da gestão das Empresas; 5. Melhoria de Gestão das 2000 empresas, em 3 anos.
  • 46. | p á g i n a | 45 Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Planejamento, monitoramento, acompanhamento e controle dos projetos; gestão da integração dos projetos; avaliação dos resultados; governança do programa Resultado(s): Assegurar a execução dos projetos que compõem o Programa Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão jan/2011 dez/2011 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa jan/2011 dez/2014 3. Gestão da integração dos projetos Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados jan/2011 dez/2014 4. Plano de comunicação, mobilização e animação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores jan/2011 dez/2014 Projeto 2: Desenvolvimento e Customização Descrição Básica: Serão desenvolvidos ou adaptados Critérios de Excelência, ferramental, documentação e processos específicos para atender às necessidades da cadeia de petróleo e gás. Os resultados esperados serão obtidos através de atuações de Comitês e subcontratações de competências específicas. Resultado(s): Critérios de excelência específicos para a cadeia de petróleo e gás, em 3 níveis de gestão. Ferramental de Software para suportar a aplicação dos Critérios, a elaboração e acompanhamento dos planos de ação, geração de indicadores de resultado nas empresas e na cadeia e acompanhamento do programa. Ação Descrição Início Término 1. Adaptação Expedita dos Critérios Adaptação dos Critérios do Modelo de Excelência em Gestão aos requisitos específicos da cadeia de petróleo e gás, através de um comitê específico da cadeia, incluindo sustentabilidade EAS e conteúdo nacional jan/2011 jul/2014 2. Adaptação Contínua dos Critérios para Setores Empresariais Adaptação dos Critérios com elaboração de material didático específico para o setor empresarial Ago/2011 dez/2014 3. Desenvolvimento de ferramentas Desenvolvimento de soluções de software para cadastro, diagnósticos, avaliação, acompanhamento de planos de ação, indicadores e avaliação dos resultados. jan/2011 dez/2011 4. Elaboração da documentação Edição e impressão dos Cadernos e Critérios de Excelência. mar/2011 dez/2014 Projeto 3: Processo de Melhoria Contínua Descrição Básica: Aplicação recorrente de autoavaliação, elaboração e acompanhamento de planos de ação, segundo os Critérios definidos no Projeto 2 – Desenvolvimento e Customizações, aplicação das ações prescritas, nas empresas da cadeia de petróleo e gás, com o objetivo da melhoria da competitividade das mesmas e da cadeia. Resultado(s): Melhoria da competitividade da cadeia de petróleo e gás, conforme Indicadores de Gestão Ação Descrição Início Término 1. Capacitação de consultores Capacitação de consultores para aplicar a avaliação da gestão e elaboração de planos de ação. jul/2011 dez/2014 2. Aplicação e reavaliação do modelo adaptado proposto Aplicação do processo de melhoria continua em 1 módulo de 5 empresas "âncoras" com 10 fornecedores cada uma. ago/2011 dez/2014 3. Implantação em regime custo por módulo Aplicação do processo de melhoria continua em 7.700 empresas fornecedores da cadeia set/2011 dez/2014
  • 47. | p á g i n a | 46 Ação Descrição Início Término 4. Gestão da Inovação Mobilização de 320 e orientação de 160 empresas, orientação de 400 técnicos e implantação da metodologia de gestão da inovação em 50 empresas de 04 estados brasileiros, por ano set/2011 dez/2014 Projeto 4: Aprimoramento da Gestão Financeira, Fiscal e Trabalhista – SGFFT Descrição Básica: Customização e implementação de um Sistema de Gestão Financeira, Fiscal e Trabalhista – SGFFT, orientando os fornecedores da cadeia de petróleo e gás a implementação de uma política e objetivos que levem em conta informações, requisitos legais e outros requisitos das âncoras, referentes às práticas de gestão financeira, fiscal e trabalhista da cadeia de petróleo e gás Resultado(s): Aprimoramento gerencial dos fornecedores, em relação às suas obrigações fiscais, contábeis e trabalhistas Ação Descrição Início Término 1. Adaptação e customização do SGFFT à cadeia de petróleo e gás Elaboração do manual da metodologia, dos módulos didáticos; material de divulgação; sistemas de acompanhamento e controle, entre outros relativo a gestão tributária, segundo as perspectivas: jurídica, econômica, contábil, administrativa e legal jan/2011 dez/2011 2. Capacitação dos aplicadores da metodologia SGFFT Esta capacitação poderá ser feita no Projeto 3 – Processo de Melhoria Contínua jan/2012 dez/2014 3. Implementação do SGFFT nas empresas Ações de sensibilização, mobilização, definição do grupo de empresas e implementação do SGFFT em 500 empresas jan/2012 dez/2014 Projeto 5: Processo de Qualificação e Certificação de Profissionais Descrição Básica: Definição do processo de qualificação e certificação de profissionais em avaliação de práticas e modelos de modelos de gestão e operação deste processo por 2 anos Resultado(s): 3000 profissionais certificados até 2014 Ação Descrição Início Término 1. Desenvolvimento da Qualificação/ Certificação por reconhecimento Criação da estrutura do modelo de certificação, definição do processo, mobilização dos recursos e implantação, considerando as áreas pública e privada. jan/2011 dez/2011 2. Desenvolvimento da Certificação por Exame Definição dos requisitos dos sistema; do processo; elaboração e validação do banco de questões, exames e gabaritos. jan/2012 ago/2012 3. Definição Requisitos para treinamento e capacitação Elaboração do programa treinamento; e definição dos requisitos de reconhecimento dos Organismos de Treinamento (OTR). jan/2011 out/2011 4. Elaboração e implementação de Plano de Comunicação Elaboração de plano de comunicação e divulgação do processo de certificação para profissionais, das áreas pública e privada, OTR´s e Sociedade. jan/2011 out/2011 5. Operação do Processo de Certificação Operação do processo de certificação e qualificação jan/2012 dez/2013 Projeto 6: Desenvolvimento de cursos para capacitação de avaliadores de práticas e modelos de gestão Descrição Básica: Desenvolvimento de cursos para a capacitação de avaliadores de práticas e modelos de gestão, específicos para a cadeia de petróleo e gás, incluindo ciclo de revisão e atualização anual Resultado(s): 36 módulos para capacitação de avaliadores de práticas e modelos de gestão e 1 curso para instrutores/ consultores, e seu material de apoio Ação Descrição Início Término 1. Desenvolvimento do conteúdo do treinamento Criação do conteúdo dos 36 módulos correspondentes aos três níveis de maturidade da gestão (réguas 250, 500 e 1000 pontos). Inclui ciclo de revisão e atualização anual 03/01/2011 01/02/2011
  • 48. | p á g i n a | 47 Ação Descrição Início Término 2. Desenvolvimento do treinamento para consultores Elaboração do conteúdo do curso, slides, material de apoio, cadernos de questões, material de aluno para curso presencial. Inclui revisão/ atualização anual. Inclui ciclo de revisão e atualização anual 01/02/2011 31/12/2014 3. Desenvolvimento dos módulos de ensino a distância Montagem do conteúdo em rich media para execução a distância em LMS(Learn Management System). Inclui revisão/ atualização anual. 01/02/2011 31/12/2014 Orçamento Preliminar Orçamento Preliminar
  • 49. | p á g i n a | 48 Programa 4 – Modernização da Gestão Pública Instituições Coordenadoras: Ministério do Planejamento, CGEE, MBC Entidades Envolvidas na Execução: MPlanejamento, SAF/PR, Ministérios, MBC, FNQ, Fórum QPC, CGEE, Prefeituras, Governos Estaduais, Governos Municipais, Escolas de Governo, IBAM, INMETRO, ABDI, SEBRAE, parceiros da sociedade civil, ANDIFES, escolas técnicas, universidades, FINEP, BNDES, ABINEE, ABIMAQ, ABCE, ABDIB, ABITAM, ABEAM, ABEMI, ABENDI, ABM, SINAVAL, SYNDARMA, CAIXA, Petrobras e outras Escopo: Programa composto de 5 projetos e 18 ações Público Alvo: Governos e organizações públicas (Federal, Estadual e Municipal), empresas da cadeia de fornecedores da Petrobras, outras empresas atuantes nas áreas de influência, sociedade civil e cidadãos das áreas de influência Objetivo:  Desenvolver e consolidar estratégias de apoio à melhoria da gestão pública, transparente, participativa e eficaz, que viabilizem melhorias no setor petróleo e gás no país; promover a articulação e a cooperação intergovernamental e intersetorial no estabelecimento de políticas públicas e práticas de gestão de alta qualidade que afetem a competitividade empresarial e a dinâmica do setor de petróleo e gás. Contextualização: Uma gestão pública eficaz é capaz de influenciar positivamente as condições de competitividade de todas as cadeias produtivas e também na cadeia de Petróleo e Gás e sua gama de fornecedores, uma vez que o ambiente de negócios é influenciado diretamente por meio de suas normas e regulações. A gestão pública configura-se como um fator determinante para a melhoria da gestão da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras e para o sucesso da Rede de Melhoria de Gestão que está em implementação, apresentando inúmeros pontos de interface com os requisitos para a sua consolidação, seus resultados e objetivos estratégicos tanto de longo como de curto prazos. É um tema praticamente transversal a todos os programas da rede. Um fator que impacta diretamente este ambiente é a profusão de procedimentos burocráticos necessários ao funcionamento das empresas da cadeia. Processos de abertura e fechamento e cumprimento de leis e regras tributárias e cartoriais para viabilização de negócios são outros exemplos da importância da interface pública com a cadeia. Outros fatores são a integração de políticas públicas e a atualização profissional dos diversos gestores públicos. A competitividade da cadeia de fornecedores depende também da existência de uma boa infra-estrutura pública, que depende de articulação e investimentos públicos e privados, os quais necessitam ser bem gerenciados para que a sua oferta ocorra de forma compatível com a demanda da cadeia produtiva. A energia necessária para as indústrias, a logística necessária para o transporte dos insumos e produtos, os sistemas de telecomunicações que viabilizam a comunicação e transportam dados e informações dos produtos e serviços, os centros de estudos e pesquisas para inovação e desenvolvimento tecnológico, as estratégias e ações de desenvolvimento regional e local e a qualificação profissional em todos os níveis são apenas exemplos de como as políticas públicas são decisivas para o ambiente de negócios. O detalhamento dos programas da rede mostra que haverá interfaces com praticamente todas as políticas públicas em todas as instâncias de governo, o que exigirá um trabalho de comunicação e articulação constante. Uma especial articulação se dará com a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão por meio do Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização – GesPublica e da Rede Nacional de Gestão Pública (RNGP), que têm a função de mobilizar diversos agentes nacionais para a melhoria da capacidade de produzir resultados efetivos para a sociedade. O Programa Modernização da Gestão Pública pretende atuar nos quatro seguintes pilares:  melhoria da governança pública dos territórios em consonância com os Programas 1 (Desenvolvimento de Pólos Empresariais e Arranjos Produtivos Locais) e 2 (Desenvolvimento Sustentável de Territórios Impactados por Grandes Investimentos) atuando em metodologias que permitam a mobilização, a articulação dos diversos segmentos e a participação cidadã na consciência sobre em que território vivem, que território querem e sobre como aproveitarão as externalidades positivas dos investimentos buscando um desenvolvimento humano, social e ambiental compatível com o desenvolvimento econômico que se anuncia;
  • 50. | p á g i n a | 49  apoio à Rede Nacional de Gestão Pública (RNGP), capitaneada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para estabelecer uma plataforma pluri-institucional em âmbito nacional de definição e aplicação de soluções para a melhoria da gestão pública e implementação de projetos relacionados à melhoria da competitividade da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras;  Melhoria dos processos críticos da gestão pública: este pilar pretende identificar os processos críticos que dificultam ou impedem a competitividade da cadeia de fornecedores de bens e serviços e atuar no sentido de simplificá-los e remodelá-los, firmando parcerias com os órgãos responsáveis; e  Integração de políticas públicas: diversas políticas públicas não só de âmbito federal, mas também de âmbito estadual e municipal, têm relações tanto com a cadeia produtiva de petróleo e gás quanto com os programas da Rede. É necessário criar mecanismos de integração e implementá-los, provocando o máximo de sinergia possível entre as políticas de modo a beneficiar a cadeia de fornecedores e o desenvolvimento dos territórios. Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Planejamento, monitoramento, acompanhamento e controle dos projetos; gestão da integração dos projetos; avaliação dos resultados; governança do programa Resultado(s): Assegurar a execução dos projetos que compõem o Programa Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão jan/2011 dez/2014 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa jan/2011 fev/2011 3. Integração e animação Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados jan/2011 dez/2014 4. Comunicação e divulgação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores jan/2011 dez/2014 Projeto 2: Melhoria da Governança Pública Descrição Básica: Estabelecimento de um processo sustentável de melhoria da governança pública nas esferas municipa,l estadual e federal (articulação e cooperação entre as 3 esferas), conforme necessidades e potencialidades específicas, contemplando ações relativas a: a) melhoria da gestão (estratégia, estrutura, gestão fiscal etc.); b) gestão de competências; c) engajamento cidadão e transparência; d) articulação governamental; e e) revisão de processos críticos, atendimento e prestação de serviços. Resultado(s): Fortalecimento das capacidades e melhoria do desempenho dos arranjos de governança do território" A", promovendo a melhoria do ambiente de negócios, a atratividade de investimentos, a eficiência empresarial, o bem estar da população e o desenvolvimento sustentável (econômico, social e ambiental). Ação Descrição Início Término 1. Mobilização Desenvolvimento de Metodologia de fortalecimento de capacidades e sensibilização de atores jan/2011 abr/2010 2. Diagnóstico participativo do território Metodologia e análise participativa da situação: Identificação das potencialidades, carências e demandas do território abr/2011 ago/2011
  • 51. | p á g i n a | 50 Ação Descrição Início Término 3. Planejamento: modelagem dos Subprojetos e desenvolvimento metodológico Definição de modelos de planos de intervenção (carteira de subprojetos nos temas: Melhoria da Gestão, Gestão de Competências, Engajamento Cidadão e Transparência, Articulação Governamental, Rev. de Processos Críticos); adequação das metodologias às especificidades do território ago/2011 out/2011 4. Implementação da carteira de subprojetos Apoio técnico e financeiro para implementação da carteira de sub-projetos, incluindo contratação de serviços de consultoria out/2011 dez/2014 Projeto 3: Apoio à operacionalização de projeto piloto da Rede de Inovação na Gestão Pública (RIGEP) voltada ao desenvolvimento da cadeia de fornecedores da Petrobras Descrição Básica: Estabelecimento de uma plataforma pluri-institucional em âmbito nacional de definição e aplicação de soluções para a melhoria da gestão pública e implementação de 10 projetos relacionados à melhoria da competitividade da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras. Resultado(s): Fortalecimento das capacidades e melhoria do desempenho dos arranjos de governança nas esferas federal, estadual e municipal, promovendo a melhoria do ambiente de negócios, a atratividade de investimentos, a eficiência empresarial, o bem estar da população e o desenvolvimento sustentável (econômico, social e ambiental). Ação Descrição Início Término 1. Concepção inicial: mapeamento e identificação de atores; processos, modelo de governança; e marcos estratégicos Mapeamento e identificação de atores e estratégias de adesão; definição do modelo de governança (instâncias consultivas, deliberativas e executivas); construção dos marcos estratégicos; e definição do modo de operação jan/2011 abr/2011 2. Elaboração de Instrumentos e metodologias Desenvolvimento de instrumentos e metodologias para a atuação da rede: interação, diagnósticos, modelos de intervenção etc. mai/2011 set/2011 3. Detalhamento da estratégia da rede: definição de linhas programáticas (baseados em soluções e problemas), modelo de financiamento e elegibilidade de projetos; e implementação de 10 projetos Resultados a serem alcançados, linhas programáticas, modalidades de assistência, critérios de elegibilidade, seleção de projetos e implementação de 10 projetos que tenham impacto positivo no ambiente de negócios do setor petróleo e gás mai/2011 set/2011 4. Estabelecimento da Plataforma de interação Concepção e implementação de uma plataforma informatizada de interação da Rede de Inovação mai/2011 set/2011 5. Modelo de Gestão do Conhecimento Desenvolvimento de modelos integradores de Gestão do Conhecimento e criação de Laboratórios de Governo/Governança mai/2011 set/2011 Projeto 4: Melhoria dos processos críticos da gestão pública Descrição Básica: Redesenhar e melhorar o desempenho de processos críticos da gestão pública para a competitividade das empresas da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras. Resultado(s): Ambiente de negócios favorável e receptivo Ação Descrição Início Término 1. Diagnóstico Identificar e validar os principais processos críticos e diagnosticar a situação atual (ex.: abertura e fechamento de empresas, sistemas de controle, compras, importação e exportação, compartilhamento de dados) jan/2011 dez/2011 2. Implementação da carteira de subprojetos Remodelagem dos processos críticos (ex.: abertura e fechamento de empresas, sistemas de controle, compras, importação e exportação, compartilhamento de dados) mai/2011 jun/2011
  • 52. | p á g i n a | 51 Projeto 5: Estímulo para integração de políticas públicas relacionadas ao setor de petróleo e gás Descrição Básica: Apoiar e melhorar os processos críticos da elaboração de políticas públicas para a competitividade das empresas da cadeia de fornecedores da Petrobras. Resultado(s): Políticas públicas relacionadas à competitividade do setor de petróleo e gás integradas Ação Descrição Início Término 1. Mapeamento de Políticas Mapear as políticas públicas que guardem interface com o setor de petróleo e gas e que tenham impacto na competitividade das empresas da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras out/2011 jul/2012 2. Proposição de mecanismos para integração de políticas Proposição de mecanismos para integração das políticas identificadas e apoio à sua implementação e validação junto aos diversos atores ago/2012 nov/2012 3. Implementação dos mecanismos de integração de políticas Implementação dos mecanismos para integração das políticas identificadas e apoio à sua implementação dez/2012 dez/2014 Orçamento Preliminar Orçamento Preliminar
  • 53. | p á g i n a | 52 Programa 5 – Inteligência em Logística e Transporte Instituições Coordenadoras: Ministério dos Transportes, Ministério da defesa, Coppe Instituições Envolvidas na Execução: Ministério dos Transportes e da Defesa, GSI/Casa Civil,MDIC, Petrobras, Transpetro, BNDES, ABDI, COPPE/UFRJ, PUC-RJ, IPT, SOBENA, SINAVAL, SYNDARMA, ABIMAQ, ONIP e outras Escopo: Programa composto de 6 projetos e 20 ações Público Alvo: Empresas da Cadeia de Fornecedores e seus gerentes e técnicos, Universidades, órgãos de governo, Petrobras Objetivo(s):  Aprimorar a inteligência em logística da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras a fim de otimizar (aperfeiçoar) a eficiência e a eficácia dos sistemas de transportes e recursos da cadeia; Promover valorização do tema Logística no meio empresarial e governamental. Integrar ações com os trabalhos em curso dos Ministérios de Transportes e da Defesa Contextualização: Há um consenso nacional sobre a importância e estreita ligação da questão da Logística e Transportes para a competitividade brasileira. O pré-sal está provocando uma multiplicação do investimento da Petrobras da ordem de dez, de Norte a Sul, bem como em escala elevada na cadeia de fornecedores, também em todo o País. No momento, existem carências em logística, fato diagnosticado já identificado no PNLT – Plano nacional de Logística e Transporte e nos vários grupos que trataram do tema na rede. Essas carências variam regionalmente no país desde deficiências de apoios e recursos a sobrecarga no uso de infraestruturas existentes. Assim, o tema merece um tratamento global, porém associado a uma perfeita ação regional. O tema cresce de importância com a criação de Pólos Regionais, que acentuam a demanda local de apoios e de infraestruturas, bem como com a multiplicação e crescimento dos Arranjos Produtivos Locais exigindo também maior disponibilidade local de apoios e de infraestruturas. No campo dos portos e do transporte marítimo entre as várias regiões de interesse, no campo dos suportes à construção e montagem e aos serviços rotineiros para as plataformas marítimas, registram-se carências muito acentuadas demandando ações estruturantes de vulto. Nesse quadro, surgiu o Programa de Inteligência em Logística e Transportes que se alicerça: 1. Na perfeita integração dos vários trabalhos assemelhados e complementares como os em curso de planejamento e ação referentes ao Plano Nacional de Logística e Transportes – PNLT do Ministério dos Transportes e os em curso no Ministério de Defesa considerando a escala e posição estratégica da Petrobras e da sua Cadeia de Fornecedores no contexto das estratégias nacionais e empresariais. Esse Plano tanto leva em conta os aspectos globais, como setoriza e regionaliza as demandas em logística e transportes considerando todos os modais. 2. Na criação/disponibilização, em maior escala, de ferramental de uso amplo no tema (softwares, hardwares, processo, padrões, tecnologias, conhecimentos, portais com conteúdo etc); 3. Na criação/aperfeiçoamento, em maior escala, de organismos capazes de suportar ou promover os avanços desejados na Cadeia de Fornecedores, como centros de referência, temáticos, de excelência ou assemelhados em questões de interesse; 4. Na ampliação e otimização do uso da estrutura de ensino/capacitação para ação mais generalizada e abrangente visando chegar a um menor custo da Logística existente e a existir. Os projetos do Programa reúnem o tratamento, com uma abordagem com foco na logística, dos aspectos de transportes, estrutura industrial, defesa das instalações, impactos ambientais e infra-estrutura tecnológica, objetivando a produtividade dos investimentos e a competitividade em toda a rede de fornecedores. Propõem, ainda, uma estrutura capaz de promover a integração entre os diferentes atores.
  • 54. | p á g i n a | 53 Resultado(s) Esperados(s):  Valorização da Logística na gestão empresarial da cadeia;  Agenda para a solução dos problemas de logística de fornecedores e empresários da cadeia;  Disponibilidade de competências técnicas e acadêmicas de classe mundial para as demandas de Logística da Petrobras;  Disponibilização de propostas e análises para evoluir na infraestrutura e logística no país. Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Planejamento, monitoramento, acompanhamento e controle dos projetos; gestão da integração dos projetos; avaliação dos resultados; governança do programa Resultado(s):  Comitê Gestor do programa constituído;  Metodologia de monitoramento e indicadores estipulados;  Cronogramas de execução física e financeira cumpridos.  Planejamento, integração dos projetos e das ações e comunicação do programa alcançadas. Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão jan/2011 dez/2014 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa jan/2011 dez/2014 3. Integração e animação Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados jan/2011 dez/2014 4. Comunicação e divulgação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores jul/2011 dez/2014 5. Captação de idéias Reunião com notáveis para debate sobre os temas e andamento do programa jan/2011 dez/2014 Projeto 2: Ferramentas analíticas para aprimorar o planejamento e aumentar a competitividade da Logística de Petróleo Descrição Básica: Desenvolver metodologias e ferramentas de inteligência da logística, visando otimizar os recursos da cadeia, aumentado sua eficiência e eficácia. Estas metodologias serão desenvolvidas focando os diferentes níveis de planejamento: estratégico, tático e operacional da cadeia. Resultado(s): Mapa de situação e ferramentas de projeto, e avaliação de redes logísticas Ação Descrição Início Término 1. Sistemas e Processos para o Planejamento Estratégico da Logística da Cadeia de Fornecedores da Petrobras Identificar os principais gargalos da logística presente e futura, e propor soluções para aprimorar esta cadeia, A localização dos principais agentes desta cadeia e a otimização dos fluxos logísticos no longo prazo fazem parte do escopo desta ação. Outro tema a ser desenvolvido é a otimização do dimensionamento e posicionamento dos recursos da cadeia dentro de uma visão estratégica. jan1/2011 dez/2014
  • 55. | p á g i n a | 54 Ação Descrição Início Término 2. Definição e posicionamento dos estoques estratégicos da Logística da Cadeia de Fornecedores da Petrobras Os estoques podem se referir aos insumos para a produção de petróleo, peças e materiais de reposição ou suprimento das obras. A questão será definir o tamanho destes estoques e onde eles deverão ser posicionados (nas das obras, nas instalações dos fornecedores, em plataformas de apoio logístico, etc.). Esta linha de ação deverá considerar a incerteza associada aos processos de produção e transporte, evitando a ruptura da produção ou o desabastecimento das obras ou de unidades produtivas jan/2011 dez/2014 3. Desenvolvimento de sistemas e algoritmos inteligentes para a otimização operacional dos recursos e processos da cadeia logística. Trata do aprimoramento da operação de portos e terminais marítimos; utilização ótima da capacidade de armazenagem de portos e plataformas; uso otimizado de meios de transportes, etc. jan/2011 dez/2014 Projeto 3: Apoio à consolidação da Rede de Inovação para Competitividade da Indústria Naval Descrição Básica: Apoio à consolidação da Rede RICINO, em fase de implantação sob coordenação da Sociedade Brasileira de Engenharia Naval, que visa à articulação entre a indústria e instituições de pesquisa. Desenvolvimento de ações estratégicas e projetos estruturantes. Resultado(s): Rede Ricino implantada. Um Centro de Tecnologia da Construção Naval – CTCN, articulando e consolidando estruturas existentes. Um programa permanente de avaliação tecnológica, monitoramento do desempenho e benchmarking da indústria naval brasileira. Projeto de protótipo de embarcação de apoio com alto índice de nacionalização de componentes.Base de conhecimento para implantação de unidades independentes de produção de blocos estruturais e módulos de navios. Ação Descrição Início Término 1. Consolidação de uma Rede de Inovação integrando a indústria e os centros de pesquisa Consolidação de uma rede, centrada na indústria, com base em núcleos temáticos (Construção e reparação naval e offshore; Cadeia de suprimentos; e Projeto Naval e Offshore), e núcleos regionais (RS e PE) visando a produzir agendas tecnológicas efetivamente a partir da indústria, integrando os agentes e elaborando Planos Anuais de Ações Estratégicas de P, D&I. A proposta de constituição de uma rede nacional de inovação, com o objetivo de articular as ações de empresas, instituições de pesquisa e órgãos governamentais voltadas para P, D & I, já foi lançada por um conjunto de instituições do setor. Atualmente a Rede de Inovação para Competitividade da Indústria Naval e Offshore – RICINO encontra-se em fase de implantação. O principal mecanismo de comunicação para suporte da REDE será o PORTAL RICINO, que será financiado pelo MDIC. Entretanto, a efetivação da REDE dependerá do desenvolvimento de atividades técnicas e gerenciais, que demandarão financiamento específico. O projeto proposto será desenvolvido, sob responsabilidade gerencial da SOBENA, através das seguintes atividades básicas: identificação de gargalos tecnológicos; organização de seminários e workshops; elaboração de planos de ação estratégicos de P, D & I; avaliação continuada dos programas e projetos; disseminação de produtos tecnológicos de resultados. jan/2011 dez/2014 2. Apoio à criação do Centro de Tecnologia da Construção Naval - CTCN, articulando e consolidando estruturas existentes em um centro de referência nacional e internacional A criação do CTCN é a principal ação estratégica no âmbito da Rede RICINO, agregando laboratórios e grupos de pesquisa já em operação em várias instituições. jan/2011 dez/2014
  • 56. | p á g i n a | 55 Ação Descrição Início Término 3. Implantação de um programa permanente de avaliação tecnológica da indústria naval e offshore Aprimoramento da matriz para estimação do Índice de Desenvolvimento Tecnológico (IDT). Avaliação dos IDT para os estaleiros fornecedores da indústria do petróleo. Levantamento e análise dos tempos de construção e produtividade da mão- de-obra. Desenvolvimento e aplicação de modelos de benchmarking. Identificação e análise dos fatores de ineficiência. Programa de monitoramento tecnológico e acompanhamento e análise do desempenho. jan/2011 dez/2014 4. Desenvolvimento de modelos de gestão integrada e articulação entre projetistas, estaleiros, classificadoras e fabricantes de equipamentos Desenvolvimento de projetos de unidades de apoio e exploração offshore, com índice elevado de nacionalização de componentes, e desenvolvimento de fornecedores de sistemas integrados. Desenvolvimento de tecnologias de controle de fabricação precisa, logística e planejamento simultâneo para viabilizar a implantação de unidades de fabricação de blocos estruturais e módulos de navios e plataformas. Esse modelo vai contribuir para a expansão rápida, porém flexível, da capacidade, de modo a enfrentar a expansão de demanda de curto prazo e a futura acomodação e patamares inferiores, sem alocação ineficiente, a longo prazo, de capital e recursos humanos. jan/2011 dez/2014 Projeto 4: Apoio à Rede de Referência em Logística Descrição Básica: Apoio ao desenvolvimento de uma rede de referência em logística com foco inicial para a cadeia de fornecedores da Petrobras, que será estruturada e gerenciada pelo Min. dos Transportes Resultado(s):  Criação da rede de Referência em Inteligência de Logística, com foco inicial em logística para a cadeia de fornecedores da Petrobras  Desenvolvimento de material eletrônico/digital de difusão. Ação Descrição Início Término 1. Estruturar cursos e estabelecer conexões Estruturar conjunto hierarquizado de cursos em logística do petróleo, bem como produzir material didático básico para os cursos. Estabelecer conexão com Centro de Excelência em Engenharia de Transportes, de modo a criar conteúdo mútuo de Inteligência em Transportes. Estabelecer conexão com Centro de Excelência do Mar Brasileiro da Marinha e COPPE, já que ele cuida de estratégias para o uso do mar nacional e assim deverá criar matéria para o conjunto em Logística jan/2011 dez/2014 2. Produzir handbook digital em logística de petróleo Produzir e sistematizar material digital (handbook eletrônico) de referência em logística de petróleo, com amplo acesso via web jan/2011 dez/2014 3. Criar fórum em logística do petróleo Criar sistema via web que permita divulgar/agrupar o material produzido, bem como sediar fórum permanente de debates no assunto jan/2011 dez/2014 4. Difusão Preparar estratégias para que sejam ministrados cursos, de diferentes níveis, assunto em diferentes locais no Brasil jan/2011 dez/2014 5. Apoio ao desenvolvimento da Rede de Referência em Logística (com foco inical em Logística para a Cadeia de Fornecedores da Petrobras) Orientar os trabalhos de formataçao da Rede entre universidades e centros de pesquisa nacionais e internacionais no domínio de inteligência logística. Promover o levantamento da carteira de Projetos Estruturantes para dar sequencia ao projeto com outros atores. Buscar e registrar os conhecimentos gerados nos demais projetos. Preparar o projeto de sustentabilidade da Rede. jan/2011 dez/2014
  • 57. | p á g i n a | 56 Projeto 5: Segurança e Defesa da Cadeia de Fornecedores e de seus fluxos Descrição Básica: Desenvolver e aplicar metodologia para identificar alternativas de meios e procedimentos para a segurança e defesa relacionados à cadeia de fornecedores Resultado(s): Bases conceituais para o tratamento de segurança e defesa da cadeia de fornecedores. Metodologia de planejamento para identificar alternativas de projeto de força e organizacional para proteção, monitoramento, pronta resposta, segurança e defesa da cadeia diante de ameaças convencionais e não convencionais. Aplicação piloto da metodologia. Ação Descrição Início Término 1. Estabelecimento das Bases Conceituais Estabelecer bases conceituais para: (i) capacitar para o diagnóstico dos requisitos de defesa e segurança de um objeto distribuído em termos de território e fluxos logísticos complexos e (ii) permitir o desenvolvimento de uma metodologia capaz de sustentar o processo de projeto de força e organizacional capaz de atendê-los em termos de monitoramento, resposta e governança, com estudo original diante do estado-da-arte da literatura. jan/2011 dez/2011 2. Desenvolvimento da Metodologia Elaborar uma metodologia capaz de elencar alternativas de projeto de força e organizacional para dar conta de requisitos de defesa e segurança de objeto distribuído em termos de território e fluxos logísticos complexos para: (i) sistematizar em bases tecnicamente sólidas o processo de análise e avaliação de requisitos de segurança e defesa; (ii) estruturar o processo de identificação e composição de alternativas de meios de força e arranjos organizacionais diante de ameaças convencionais e terroristas; (iii) estabelecer critérios e mecanismos de hierarquização, distribuição e operação de forças e organizações para segurança e defesa com projeto de procedimento de análise, avaliação, composição de alternativas e hierarquização de forças e organizações para segurança e defesa. jan/2012 mar/2013 3. Determinação dos Requisitos de Segurança e Defesa Fazer aplicação piloto da metodologia para identificar as alternativas de projeto de força e organizacional capaz de atender a segurança e defesa da cadeia de fornecedores. Isso para: (i) determinar as alternativas de projeto de força e organizacionais para dar conta do monitoramento, pronta resposta, segurança e defesa da produção e fluxo da cadeia de fornecedores da Petrobrás diante de ameaças convencionais e não-convencionais; (ii) Especificar sistemas e forças. Tudo isso com aplicação da metodologia desenvolvida incorporando dados a serem levantados com os atores envolvidos em recorte e resolução compatíveis com a verificação da metodologia. abr/2013 dez/2014
  • 58. | p á g i n a | 57 Orçamento Preliminar
  • 59. | p á g i n a | 58 Programa 6 – Inovação em Gestão, Processos, Bens e Serviços Instituições Coordenadoras: ANPROTEC,CGEE, SBGC, CNI, Petrobras Entidades Envolvidas na Execução: Petrobras, ANPROTEC, CGEE, SBCG, CNI, INMETRO, ABDI SEBRAE, ICTs, FINEP, BNDES, MCT, ABINEE, ABIMAQ, ABCE, ABDIB, ABITAM, ABEAM, ABEMI, ABENDI, ABM, SINAVAL, SYNDARMA e outras Escopo: Programa composto de 4 projetos e 17 ações Público Alvo: Empresas fornecedores na cadeia de petróleo e gás, instituições de governo, instituições empresariais, OS, OSCIP Objetivo(s):  Estimular a adoção de inovações em gestão, processos, bens, produtos, serviços ao longo da cadeia, auxiliando a competitividade das empresas Contextualização: Com a popularização do termo inovação no Brasil ao longo dos anos recentes, é oportuno delinear o que é inovação. Um dos pioneiros e mais importantes estudiosos do tema, Christopher Freeman, professor emérito da University of Sussex, alertou que um dos problemas em gerir a inovação é a variedade de entendimentos que as pessoas têm desse termo, freqüentemente confundindo-o com invenção. [...]. Inovação é o processo de tornar oportunidades em novas idéias e colocar estas em prática de uso extensivo. 1 A Lei 10.973/04, cognominada Lei da Inovação, e coerente com o delineamento acima, define-a como introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços. A iniciativa da Rede de Melhoria da Gestão é uma inovação. Este programa “Inovação em Gestão, Processos, Bens e Serviços” apresenta um conjunto de projetos e ações para apoiar e promover vários tipos de inovação, em especial a inovação em gestão e a gestão da inovação. O conceito de inovação é evolutivo. Assim, a principal referência internacional na mensuração da inovação, que é o Manual de Oslo, ampliou o seu conceito da segunda (1997) para a terceira edição (2005). 2 Ampliando o escopo anterior da inovação tecnológica em produtos e processos, passou a considerar quatro tipos de inovação: produtos, processos, marketing e organização. Ademais, destaca a necessidade de expandir o conceito de inovação, incluindo as inovações não tecnológicas, pelo fato de que muita inovação no setor de serviços e na indústria de transformação de baixa tecnologia não é apreendida de maneira adequada pelo conceito de inovação tecnológica de produto e processo. A legislação recente que busca promover a inovação no Brasil apresenta diferentes abordagens, mesmo na esfera federal. Assim, a citada Lei 10.973/04 aborda a inovação, como introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços. Já a subseqüente Lei 11.196/05, cognominada Lei do Bem, prevê incentivos à inovação tecnológica, entendida como a concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado. Esse mesmo conceito foi adotado na Lei Complementar 123/06, que institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, no capítulo que trata do estímulo à inovação (sem especificar, no título, que se restringe à inovação tecnológica). A medida da inovação no Brasil é feita pelo IBGE, por intermédio da Pesquisa da Inovação Tecnológica (Pintec) , com metodologia que segue as diretrizes metodológicas definidas na mencionada edição de 2005 do Manual de Oslo. As informações da Pintec 3 continuam se concentrando na inovação de produtos e processos, porém incorporam em seu escopo a inovação organizacional e a de marketing. 1 FREEMAN, C. The economics of industrial innovation. 2. ed. London: Frances Pinter, 1982. 2 OSLO MANUAL: Guidelines for collecting and interpreting innovation data. 3rd ed. Paris, OECD & Eurostat, 2005. 3 A Pintec está disponível em http://www.pintec.ibge.gov.br/.
  • 60. | p á g i n a | 59 No conceito ampliado, a inovação na organização (e na gestão) está inserida, entre outros, em programas tão diversos como o de Melhoria contínua da gestão das empresas da cadeia, Mecanismos de integração da gestão da cadeia, Modernização da gestão pública e Desenvolvimento de pólos regionais/APLs. O que justifica a formulação específica de um programa em inovação é a necessidade de reforçar ações que estimulem inovações em gestão, processos, bens e serviços. Assim, o tema inovação é eixo estruturante desse programa (e não apenas componente adjuvante, como em outros programas), e dois tipos de benefícios sobre a competitividade são melhores explicitados como efeitos da inovação em gestão neste programa: produtos (bens, se tangíveis e/ou serviços, se intangíveis) e processos – sejam eles de produção, de comercialização ou organizacionais. Existem três equívocos conceituais freqüentes no entendimento 4 da inovação : reducionismo (considerar inovação apenas a de base tecnológica), encantamento (considerar inovação tecnológica apenas a espetacular) e descaracterização (relaxar o requisito de mudança tecnológica dessa inovação). As circunstâncias que podem facilitar as inovações em produtos e/ou processos das empresas fornecedoras de bens e serviços ao longo da cadeia da Petrobras, alvo da iniciativa em curso, incluem, sem a elas se limitar, a gestão de cada empresa (em especial a gestão de pessoas e a organização do trabalho) e a ambiência para a inovação (por vezes cognominada sistema nacional de inovação). E, sendo o espírito do Programa buscar ou incrementar a inovação sistemática na cadeia de fornecedores, não se contentando com a inovação episódica, será imprescindível elevar a competência das empresas e demais organizações dessa cadeia de valores na gestão da inovação. Ações de capacitação constituirão parte essencial desse amadurecimento coletivo. Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Planejamento, monitoramento, acompanhamento e controle dos projetos; gestão da integração dos projetos; avaliação dos resultados; governança do programa Resultado(s): Assegurar a execução dos projetos que compõem o Programa Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão jan/2011 dez/2014 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa jan/2011 dez/2014 3. Integração e animação Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados jan/2011 dez/2014 4. Comunicação e divulgação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores jan/2011 dez/2014 Projeto 2: Sistema de observação e vigilância de inovações e escritório de soluções Descrição Básica: Detalhamento, implantação e operação de um Sistema de Observação, Vigilância e Gestão do Conhecimento sobre aspectos da Inovação relacionados à Rede de fornecedores do setor de petróleo e gás com o objetivo de viabilizar uma continuada melhoria na gestão das competências bem como a otimização de sua capacidade de inovação. Desenvolvimento, implantação e operação de processos e estruturas para aprendizagem coletiva e compartilhamento transorganizacional, em inovação e gestão da inovação, em produtos, serviços e processos nas cadeias de fornecedores da Petrobras. Teia de fluxos de informação e conhecimento numa organização em rede dos especialistas das empresas nos diversos processos e de inovação e gestão da inovação. Compreenderá formatos organizacionais tradicionais como comunidades de aprendizagem, comunidades de prática, e outros formatos mais estruturados e menos estruturados. 4 PLONSKI, G. A. Bases para um movimento pela inovação tecnológica no Brasil. SÃO PAULO EM PERSPECTIVA, v. 19, n. 1, p. 25-33, jan./mar. 2005. Acessível em http://www.seade.gov.br/produtos/spp/v19n01/v19n01_02.pdf
  • 61. | p á g i n a | 60 Resultado(s):  Detalhamento e implantação do Sistema de Observação e Vigilância para a Rede de Fornecedores 2011.  Disseminação e progressivo engajamento dos atores da Rede de Fornecedores e identificação de gargalos e competências e detalhamento do Escritório de Soluções 2011/2012  Operação do Sistema e início da montagem dos projetos/ações com o objetivo de superar os gargalos identificados e selecionados e detalhamento dos projetos de soluções por parte do Escritório de Soluções 2012/2014. Ação Descrição Início Término 1. Mapeamento Georreferenciado Identificação de atores e descrição das competências e gargalos com georreferenciamento agregando dados locais a serem detalhados conforme o caso. jan/11 dez/14 2. Detalhamento e Implantação do Sistema de Observação e Vigilância Detalhamento das ações do Sistema incluindo o conjunto de ferramentas e softwares a serem utilizados, definição dos parâmetros e indicadores para cada caso, as bases de dados e o grau de detalhamentos das informações e ações relacionadas teste de operação jan/11 dez/12 3. Comunicação, disseminação e Engajamento de Atores Definição dos processos de comunicação, gestão da informação, gestão de conteúdo; disseminação e progressivo engajamento dos atores da Rede de Fornecedores e identificação de gargalos e competências e detalhamento do Escritório de Soluções mar/11 dez/14 4. Operação Piloto do Sistema Identificação dos cases iniciais e detalhamento e operação piloto do Sistema gerando os primeiros projetos executivos mar/11 dez/11 5. Operação Plena do Sistema e Montagem e Operação do Escritório de Soluções Operação do Sistema e implantação da montagem dos projetos/ações com o objetivo de superar os gargalos identificados e selecionados e detalhamento dos projetos de soluções por parte do Escritório de Soluções bem como a elaboração dos projetos e negociação com os vários atores envolvidos jan/12 dez/14 Projeto 3: Ambientes e mecanismos para Empreendedorismo e Inovação Sustentável em Gestão, Bens, Serviços e Processos Descrição Básica: O projeto desenvolverá e dará suporte técnico à implementação de medidas para estimular o empreendedorismo inovador no Brasil e para fortalecer o sistema de hábitats de inovação no País, notadamente incubadoras de empresas, parques tecnológicos e pólos de inovação voltados aos interesses do setor de petróleo & gás. Ele contribuirá para duas das quatro idéias-chave para a inovação contemporânea da Petrobras, preconizadas pelo Cenpes. Uma delas, a necessidade de inovar para inovar, envolve, entre outros, o estímulo ao empreendedorismo inovador NAS EMPRESAS, NAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS, NAS ENTIDADES, nas instituições científico-tecnológicas. Um fruto recente dessa estratégia é a primeira participação da Petrobras no capital de uma empresa incubada (numa universidade holandesa). Duas estratégias complementares buscam tirar partido de outra idéia-chave, que reconhece o fato de que a inovação é um esforço global. A primeira, de internação, visa a atrair centros de pesquisa e desenvolvimento de empresas internacionais e articula a sua instalação em parques tecnológicos, nos quais a própria Petrobras vem apoiando a construção de infra-estrutura de pesquisa e desenvolvimento à altura dos desafios da Companhia. A outra, de externação, tem por objetivo tornar o Brasil fornecedor de serviços, equipamentos e tecnologias para o mercado mundial. No contexto o Programa VIII este projeto constituirá um sistema de plataformas capazes de dar viabilizar de maneira ágil os resultados do Projeto 2 (Sistema de Observação e Vigilância sobre Competências e Demandas do Setor de Petróleo & Gás e Escritório de Soluções). Resultado(s): Operação de um sistema de classe mundial de ambientes e mecanismos para estímulo à inovação sustentável voltados aos interesses do setor de petróleo & gás, contribuindo para gerar tecnologias e processos capazes de dar autonomia ao País em bens e serviços críticos para os desafios do setor de petróleo & gás.
  • 62. | p á g i n a | 61 Ação Descrição Início Término 1. Estímulo a empresas inovadoras nascentes a) Reavaliação, ampliação e aprimoramento dos mecanismos de estímulo à criação, desenvolvimento, incluindo venture capital, de novas empresas intensivas em conhecimento, sustentáveis e dotadas de modernos métodos de gestão, que sejam potencialmente fornecedoras da PETROBRAS; b) Reforço ao reposicionamento das incubadoras de empresas brasileiras, que ampliam o seu papel para se tornarem Centros de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (CERNE) em seu entorno, facilitando também o acesso de micro e pequenas empresas a informações relevantes para o seu desenvolvimento em gestão da inovação; e c) Implementação de mecanismos para cooperação internacional e para internacionalização de empresas inovadoras de pequeno porte como, por exemplo, soft landing e co-incubação. Essa ação facilitará a realização de uma das intenções do Programa, que é o domínio de tecnologias relevantes mediante aquisição de empresas estrangeiras emergentes, assegurando que o poder de decisão esteja no Brasil. jan/11 dez/14 2. Fortalecimento de ambientes para inovação sustentável a) Reavaliação, ampliação e aprimoramento dos mecanismos para consolidação de um sistema brasileiro de habitats de inovação voltados ao setor de petróleo e gás, integrando incubadoras de empresas, parques tecnológicos e pólos de inovação. Esse trabalho se apoiará no Programa Nacional de Apoio às Incubadoras de Empresas e aos Parques Tecnológicos (PNI); b) Estabelecer nessas plataformas mecanismos que facilitem a cooperação entre empresas da cadeia de fornecedores e instituições científico-tecnológicas, em adição aos já manejados pelos Núcleos de Inovação Tecnológica definidos pela Lei da Inovação; e c) Aproveitamento desses ambientes para aumentar, de forma bidirecional, o nível de internacionalização da cadeia de valor da PETROBRAS. Nesse sentido serão considerados modelos exitosos no exterior, como os pólos de competitividade franceses e os parques tecnológicos de terceira geração na Ásia Pacífico. mac/11 dez/14 3. Delineamento do Sistema Brasileiro de Apoio à Inovação no Setor de Petróleo e Gás a) Levantamento de ações programadas para o período 2011- 2015 de apoio à inovação no Brasil, em especial no setor de petróleo & gás; b) Identificação de boas práticas internacionais de estabelecimento de agendas compartilhadas e de coordenação de ações para apoio ao desenvolvimento tecnológico e à inovação; e c) Aprimoramento, integração e, se for o caso, ampliação dos mecanismos de fomento direto às empresas para o desenvolvimento tecnológico e a inovação. jan/11 dez/14 4. Cooperação interinstitucional para desenvolvimento tecnológico e apoio à inovação a) Ampliação dos mecanismos de cooperação tecnológica entre a Petrobras e a cadeia de fornecedores de bens e serviços e, em particular, da interação entre o Cenpes e as empresas nacionais; b) Estímulo a centros de pesquisa, desenvolvimento e engenharia compartilhados, com a participação de ICTs e empresas, para dar suporte ao desenvolvimento de bens e serviços de interesse da PETROBRAS; e c) Otimização da utilização e, quando necessário, criar núcleos de apoio ao desenvolvimento tecnológico e à inovação. jan/11 dez/14 5. Sinergia Buscar sinergia com processos de inovação na esfera pública Jun/11 Dez/14
  • 63. | p á g i n a | 62 Projeto 4: Mobilização pela inovação ao longo da cadeia de fornecedores Descrição Básica: Estimular a inovação nas empresas, na sua gestão, em seus processos, no seu relacionamento, nos seus produtos Resultado(s): Mudança cultural e gerencial para inovação; melhoria de produtividade pela incorporação de inovações e acesso a mercados; aumento da competitividade. Ação Descrição Início Término 1. Sensibilização das empresas Sensibilização das empresas da cadeia de petróleo e gás, com ênfase no seu corpo diretivo, para a relevância da agenda da inovação e a necessidade de incorporá-la na gestão estratégica das empresas, através de criação de núcleos de inovação, eventos e prêmios. Busca-se uma mudança cultural e gerencial semelhante ao ocorrido na década de noventa com o movimento nacional da qualidade e produtividade. jan/11 dez/14 2. Desenvolvimento de competências Ampliar a base de entidades capazes de prestar serviços de apoio à inovação para as empresas assim como ampliar a capacidade interna nas empresas para melhorar a gestão da inovação. Busca-se com isso dar um suporte efetivo às empresas envolvidas com a agenda da inovação, através da elaboração de metodologias padronizadas, o credenciamento de consultorias e de consultores, a capacitação das entidades ofertantes, e a realização de programas de treinamento (oficinas, mini- cursos, seminários, workshops. jan/11 dez/14 3. Comunicação e disseminação de informações Estabelecer estratégias de comunicação e marketing e realizar atividades de disseminação e disponibilização de informações. Envolve campanhas nacionais e a mobilização de parceiros e colaboradores junto à mídia e às entidades parceiras através da produção e difusão de conteúdos relativos à agenda de inovação nas empresas, como cartilhas, manuais, textos metodológicos, kits, vídeos, relatos de casos de sucesso, serviços on line na web. Engloba também o suporte aos processos de capacitação e mobilização, em temas como cultura e gestão da inovação; instrumentos de apoio à inovação nas empresas; desenvolvimento e transferência de tecnologias; fontes de informações; marco legal da inovação; metrologia. jan/11 dez/14
  • 64. | p á g i n a | 63 Orçamento Preliminar
  • 65. | p á g i n a | 64 Programa 7 – Fortalecimento da Engenharia Brasileira Instituições Coordenadoras: CE-EPC; ABCE ; ABEMI; CONFEA ; COPPE ; FNQ ; ANE ; Petrobras . Entidades Envolvidas na Execução: CE-EPC, PETROBRAS, PROMINP, ABCE, ABDI, ABDIB, ABEAM, ABEMI, ABIMAQ, ABINEE, ABITAM, ABM, CNC, CONFEA, FENAINFO, SINAVAL, SYNDARMA, CIC, SBGC, IEL, SEBRAE, ABENDI, DNIT / MT, INMETRO, ANE, ONIP, CNI e outras Escopo: Programa composto de 8 projetos e 39 ações Público Alvo: Empresas e entidades associadas à Cadeia de Engenharia no mercado nacional; fornecedores de produtos e serviços (potenciais e efetivos) para o setor de Petróleo e Gás. Objetivo(s):  Aumento da competitividade e produtividade da Engenharia Brasileira por meio de um processo incremental de melhorias nos procedimentos, métodos e formas de trabalho, usando como benchmark referenciais nacionais e internacionais. Contextualização: Nos anos 80 ocorreu redução drástica dos investimentos públicos em infraestrutura e as empresas enfrentaram uma grande crise, houve um desmonte do setor de Engenharia no país. Os bons profissionais migraram para outros setores (bancos, por exemplo), levando embora boa parte da expertise. Na retomada do crescimento e dos investimentos, (metade da década de 90 para frente) aconteceram alguns processos que, ao invés de provocar a re-estruturação e retomada sustentável do setor, contribuíram para a desvalorização da engenharia. A engenharia, principalmente a engenharia consultiva, passou a ser tratada, talvez por desconhecimento da sua importância estratégica, como uma commodity, ou seja, um serviço qualquer (como segurança) e contratar por pregão, leilão, menor preço, querendo economizar num item que é causa de muitos prejuízos causados pela má qualidade dos projetos de engenharia e que percentualmente, pesa muito pouco na grande maioria dos empreendimentos. Buscando reduzir custos para serem competitivas com essa realidade, as empresas economizaram em encargos trabalhistas, passando a contratar seus profissionais seniores (onde está o conhecimento e experiência) como prestadores de serviço. Além disso, com uma margem reduzida, não se investiu em recursos em modernização tecnológica de ponta. Com isso, as empresas brasileiras de consultoria em engenharia hoje estão longe de conseguir competir com as empresas internacionais. Algumas corporações, dentre elas a Petrobras, criaram suas próprias áreas de engenharia e, por sentirem-se supridas internamente, passaram a contratar a engenharia consultiva só como serviços complementares. Em paralelo, surgiram outras estratégias de contratação, sendo o EPC(Engenharia , Suprimento e Construção) uma delas. Por meio do EPC, os contratantes delegam aos EPCistas as tarefas de providenciar a engenharia (mesmo que seja subcontratando), os contratos diversos de um empreendimento ( suprimento ou procurement) e a construção. Sabemos que os EPCistas (com raras exceções) são as grandes empreiteiras que, ao cuidarem da tarefa da engenharia, fazem com que o processo perca totalmente a isenção. Há quem defenda que a engenharia deve ser independente evitando onerações de custos. Algumas empresas de consultoria em engenharia, percebendo isso como uma oportunidade, passaram a atuar também como EPCistas . No entendimento de que a Engenharia deve ser tratada como um importante e estratégico instrumento de política industrial, é necessário implementar medidas de fortalecimento do setor de engenharia de projeto e gerenciamento. Este assunto vem sendo abordado em diversas iniciativas, tais como:  PROMINP cujos relatórios apontaram os problemas mais críticos da Engenharia aqui resumidos em quatro áreas: Capacitação; Formas de contratação que, pela natureza do “negócio” EPC tendem a fragmentar as ações de engenharia; Acesso a software nacional ou importado; Acesso a tecnologias de processo incluindo equipamentos, produtos e serviços já desenvolvidos no exterior e que precisam ser internalizados no Brasil.  A Associação Brasileira de Consultoria em Engenharia (ABCE) considera que é necessário o aprimoramento das estratégias de contratação das relações contratuais visando o maior equilíbrio nas relações das empresas com a Petrobras e também ao longo da cadeia de fornecedores, buscando o fortalecimento das empresas nacionais.
  • 66. | p á g i n a | 65  A Agenda de Competitividade da Cadeia Produtiva de Óleo e Gás Offshore no Brasil, promovido pela ONIP – Organização Nacional da Indústria de Petróleo, num claro alinhamento a demandas apontadas em estudos anteriores, aponta a necessidade de: Recuperar a engenharia básica “acelerando o processo de desenvolvimento de competências”; Aproximar indústria e meio acadêmico “possibilitando o acesso direto da indústria a recursos de P&D dentro de condições pré-estabelecidas” É necessário criar condições para que as empresas de engenharia possam absorver com recursos locais, mais oportunidades de trabalho que serão oferecidas com o desenvolvimento do setor de Óleo e Gás. O fortalecimento da Engenharia Brasileira permitirá a absorção de mais projetos criando um “circulo virtuoso” que envolverá mais contratações de serviços, aumentando o potencial de absorção de mão de obra, oxigenando o setor. É preciso pensar na renovação dos recursos humanos existentes, ampliando a oferta de trabalho que ocorrerá com o aumento da qualidade dos serviços prestados. É necessário reforçar e divulgar o debate sobre a adequação da qualificação dos atuais engenheiros e os currículos das escolas de engenharia, adaptando sua formação às novas realidades, aproximando os engenheiros da sociedade e das empresas. Os cursos de engenharia de petróleo, por exemplo, existentes nos últimos anos, são testemunho da necessidade de atualização permanente. Ao mesmo tempo, a falta de profissionais no país em um mercado aquecido traz à tona a urgência de larga utilização de técnicos e engenheiros estrangeiros que não escureça a necessidade de formação de quadros nacionais em quantidade. A criação deste programa “Fortalecimento da Engenharia Brasileira” dentro da Rede de Melhoria de Gestão representa, portanto, um vetor positivo para o desenvolvimento do setor de Engenharia, somando a outras iniciativas e contribuindo com o diferencial de melhoria de gestão. Projeto 1: Gestão e Integração do Programa de Desenvolvimento da Engenharia Consultiva Nacional Descrição Básica: Estruturação e Operação do Sistema de Gestão do Programa Resultado(s):  Estabelecer o modelo de governança e open discussão com as entidades diretamente envolvidas), seria criação no CE-EPC de um Comitê de Desenvolvimento da Engenharia Consultiva composto por associações de classe e empresas de engenharia tendo como Coordenador do Comitê uma das Entidades Diretamemte Envolvidas no Programa (ABCE, CE-EPC, ABEMI, e Petrobras), com mandato rotativo a cada período. A este Comitê se subordinará uma Coordenadoria Executiva exclusivamente dedicada a Gerir a Carteira de Projetos do Programa.  Implantar Rede de Colaborativa via WEB para acompanhamento dos Projetos, Banco de Especialistas, compartilhamento das melhores práticas de engenharia. Ação Descrição Início Término 1. Estruturação da Governança. Estratégias de Comunicação Planejamento Estratégico e Tático das Informações referidas nos projetos. Estabelecimento de Métricas e Indicadores de Performance jan/2011 dez/2011 2. Reforço de espaço de decisão das entidades diretamente envolvidas no programa. Operacionalização das atividades de comunicação e transferência Operacionalização do Modelo da Governança do Programa. Governança dos Projetos (desdobramento) jan/2011 dez/2011 3. Monitoramento e avaliação dos resultados (PDCA) Estratégias de Medição e Seguimento. Operacionalização jan/2012 dez/2012 4. Estratégias de Comunicação e Divulgação Estratégia de Comunicação e Divulgação. Ferramentas disponíveis jan/2012 dez/2012 5. Estruturação e Manutenção da Rede Operacionalização Técnica e Coordenação das Atividades ao longo da vida do programa jan/2011 dez/2014
  • 67. | p á g i n a | 66 Projeto 2: Estratégias para a Engenharia Consultiva Descrição Básica: Estratégias para valorização da engenharia consultiva nacional; Benchmarking; Padronização de termos (Engenharia, Projeto, Empreendimento, projeto conceitual, Básico, Feed, Projeto Detalhamento, Projeto Executivo, FELS/Fases 1/2/3,etc. ); Desenvolvimento da Ferramenta para calcular grau/índice de Maturidade em cada uma das fases. Resultado(s):  Plano de ação para desenvolvimento e valorização da Engenharia consultiva brasileira; Construção da Ferramenta de Grau de Maturidade devidamente validado  Consolidação dos diagnósticos do Estado da Arte nas Empresas de Engenharia Consultiva Brasileira; Proposição para a ABNT de Norma e principais definições dos termos e conceitos na Engenharia Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Levantamento e comparação de estudos, práticas e modelos nacionais e internacionais sugeridas. Plano de Ação (táctico-operacional) jan/2011 abr/2011 2. Consolidação e construção do modelo Identificar os melhores modelos, políticas e procedimentos usados em cada um dos países referência (por ex. Índia, Noruega e Coréia do Sul.). Tabulação, análise e propostas para o contexto nacional. mai/2011 ago/2011 3. Validação do modelo e ajustes Desenhar modelos que consolidem as melhores práticas levantadas. Validação do modelo os stakeholders do programa. set/2011 abr/2012 4. Grau de maturidade Definição/habilitação de ferramenta e procedimentos com viabilidade técnica para calcular grau de maturidade em cada fase ( ...) jul/2011 dez/2011 5. Estratégias de Implementação da valorização da engenharia brasileira Promover os mecanismos para sua implementação. Manutenção e atualização dos modelos e ferramentas mai/2012 dez/2012 Projeto 3: Melhoria da formação dos engenheiros Descrição Básica: Apoio à uma proposta para um programa nacional de aperfeiçoamento e melhoria na formação de engenheiros, considerando os desafios da engenharia, da tecnologia e da gestão resultantes. Resultado(s): Salto quantitativo e qualitativo no formação dos engenheiros nacionais, compatibilizando o processo de formação com o necessário conhecimento para um inovador mercado de trabalho, e adequada obtenção das capacidades pertinentes ao exercício da atividade profissional. Ação Descrição Início Término 1. Coordenação e Elaboração Conceitual Coordenação e ação executiva junto parceiros; Definição dos termos de referência do projeto e conceitos; Levantamento bibliográfico e do que está sendo feito; Realização de um workshop jan/2011 dez/20102 2. Desenvolvimento e negociação da proposta Trabalho de campo com entidades envolvidas; Discusão sobre o projeto. Fóruns regionais de discussão; Fechamento do trabalho e elaboração de relatório com propostas. Uma oficina de trabalho com participantes dos fóruns jan/2011 dez/20102 3. Promoção Divulgação dos trabalhos com usos de recursos especiais e apoios eventuais dos parceiros. jan/2011 dez/20102
  • 68. | p á g i n a | 67 Projeto 4: Adequação das práticas da Engenharia de Comissionamento de Empreendimentos de O&G no Brasil Descrição Básica: Análise das políticas e "melhores práticas" dentro do tema de comissionamento, e proposição de alinhamentos e ações para sua melhoria. Resultado(s): Validação e divulgação das melhores práticas Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do escopo, prazos e gestão dos recusos envolvidos jan/2011 fev/2011 2. Integração de documentos e diagnósticos Levantamento e integração dos trabalhos nacionais/internacionais que possam servir de subsídio para o desenho do material fev/2011 ago/2011 3. Consolidação e Análise de Campo, Modelo Piloto Consolidação do material bibliográfico. Geração de um modelo consolidado ago/2011 out/2011 4. Validação Identificação do grau de adesão da indústria as informações obtidas tanto nacional como internacionalmente out/2011 dez/2011 5. Operacionalização para a adequação e melhoria e certificação final Proposição de plano de operacionalização para a adequação e melhoria das práticas de Engenharia de Comissionamento de Empreendimentos, a partir da consolidação das informações provenientes da indústria ago/2011 dez/2011 Projeto 5: Desenvolvimento de Processos e Tecnologias Integradas para o Setor de Aquisição, Contratação e Suprimentos nos Empreendimentos l Descrição Básica: Este projeto tem como objetivo principal desenvolver processos e tecnologias integradas para a gestão de suprimentos na cadeia produtiva de empreendimentos de petróleo e gás natural no Brasil, com foco para os ganhos sistêmicos de produtividade dentro da referida cadeia; estudos e propostas para aprimorar as formas de contratação Resultado(s): Modelo de Tecnologias Integradas para o Gerenciamento de Suprimentos; Manual de Aquisição, Contratos, Relações Contratuais e Suprimentos para a Cadeia Produtiva de petróleo e gás Maior equilíbrio nas relações contratuais da Engenharia; Fortalecimento das empresas brasileiras de engenharia Ação Descrição Início Término 1. Modelo de Referência Revisar Bibliografia; Selecionar Tecnologias de Integração; Desenvolver os Questionários e os Roteiros de Entrevista, Parceria com entidades nacionais e internacionais jan/2011 jun/2011 2. Pesquisa de Campo Aplicar os Questionários e os Roteiros de Entrevista; Visitar Empresas e Empreendimentos; Avaliar todos os documentos técnicos de todos os Empreendimentos analisados jan/2011 jul/2011 3. Análise do Setor de Aquisição e Suprimentos Desenvolver Diagnóstico do Setor; Identificar Boas Práticas; Analisar Tecnologias de Integração jan/2011 jun/2011 4. Desenvolvimento de Tecnologias Integradas Desenvolver e Validar Modelo de Referência; Implementar Protótipo jun/2011 nov/2011 5. Manuais e proposições de melhoria Elaborar Manual de Aquisição, Contratação e Suprimentos; Elaborar a Documentação do Modelo de Tecnologias Integradas; Propor modelo para maior equilíbrio nas relações contratuais na Engenharia Brasileira out/2011 fev/2012
  • 69. | p á g i n a | 68 Projeto 6: Desenvolvimento de uma carteira de projetos - conceituais e básicos - e de ferramentas para a engenharia nacional Descrição Básica: Estabelecer uma Política para manutenção do Estoque mínimo de projetos conceituais e básicos de unidades e sistemas para fomentar o desenvolvimento da inteligência em engenharia, manutenção de carteira mínima em momentos de baixa demanda da engenharia consultiva e maximização do conteúdo local de bens e serviços. Resultado(s): 1. Criação de um Banco de ideia para projetos e tecnologias. 2. Modelo de Gestão de Portfólio e Carteira Inicial de Projetos básicos e conceituais de interesse da Petrobras; 3. Banco de Ferramentas (Simuladores e Procedimentos) para projetar equipamentos críticos de plantas industriais e de simuladores para estimativas de custos de unidades e equipamentos; 4. Modelo de negócios para transferência de tecnologia para as empresas brasileiras Ação Descrição Início Término 1.Planejamento, avaliação e recomendação de softwares Geração do Escopo, Produtos e principais atividades do projeto. Identificação de Parceiros potenciais no desenvolvimento das atividades jan/2011 mar/2011 2. Identificação de modelos e ferramentas Identificação do modelo e ferramentas em base a modelos internacionais já testados. jan/2011 mai/2011 3. Análise dos simuladores de estimativa de custo de equipamentos Taxonomia das ferramentas. Usos . Estado da Arte de cada uma das ferramentas identificando seu potencial. Alternativas de uso nos equipamentos de suporte. Construção da Base de Dados e operacionalização do Banco de Ferramentas jan/2011 dez/2011 4. Proposta de uma Política para manutenção do Estoque mínimo de projetos conceituais e básicos para fomentar o desenvolvimento da engenharia brasileira Estabelecimento da política devidamente validada pela Indústria (Fornecedores-Contratantes). Análise das tendências e mercados. jun/2011 ago/2011 5. Criação de um Banco de Idéias para projetos e tecnologias inovadoras. Carteira de Projetos básicos e conceituais de interesse da Petrobras Estruturação técnica da Ferramenta. Testes e desenho final. Operacionalização da ferramenta. Cargas Iniciais. set/2011 nov/2011 6. Divulgação e Promoção da Carteira Promoção e Divulgação do produto. Modelo de continuidade e sustentabilidade. out/2011 dez/2011 Projeto 7: Apoio para a criação de Ambientes de Engenharia Descrição Básica: Os "Ambientes de Engenharia" tem por finalidade oferecer infraestrutura física (salas de trabalho, treinamento e operacionais), de hardware e softwares de engenharia e help desk tecnológico (pessoal especializado no uso dos softwares) para apoiar as empresas de engenharia e de consultoria na elaboração de projetos e planejamento de construção, montagem e manutenção de equipamentos e instalações destinadas aos diferentes segmentos da indústria do petróleo, gás s energia, tais como naval, offshore, onshore, refinarias, transporte dutoviário e quaisquer outros projetos em que a qualidade e a tecnologia de ferramentas de hardware e software - incluindo 3D e 4D - façam a diferença na segurança, constructabilidade e custos dos projetos de engenharia, contribuindo sobremaneira para a competitividade das empresas e qualidade dos projetos. As salas (ou ambientes) com estações de trabalho interligadas a infraestrutura central de hardware e software especializados em trabalhos de engenharia, estarão disponíveis para uso das empresas e consultorias independentes para o desenvolvimento de seus projetos, por tempo determinado, mediante pagamento por uso do espaço, por hora de uso das máquinas e softwares, como forma de contribuir para a sustentabilidade do "Ambiente de Engenharia". O projeto piloto a ser construído na Cidade do Rio de Janeiro prevê local de aproximadamente 800m2 (10 salas de 50 m2 para uso pelas empresas/projetos, sala de computadores, sala operacional, sala de treinamento, administração e secretaria, almoxarifado) seja cedido pela municipalidade (já existe negociação com a Prefeitura do Rio de Janeiro para instalação no Parque Tecnológico Barão de Mauá, na Av. Presidente Vargas) ou instituição sem fins lucrativos. Os recursos solicitados neste projeto servirão para cubrir os custos de adequação da infraestrutura física, aquisição de hardware e software (a maioria fornecido com licença para pagamento por hora de uso), aquisição de mobiliário e pagamento do pessoal próprio nos dois anos iniciais do projeto. Prevê também local de 200m2 para demonstração das atividades de engenharia consultiva, a ser patrocinado por empresa(s) privada(s) e aberto ao público, especialmente jovens estudantes interessados em conhecer as atividades de projetos de engenharia. Prevê-se o apoio para outros 2 ambientes.
  • 70. | p á g i n a | 69 Resultado(s): 1. Disponibilização de profissionais para trabalhar com as ferramentas de projetos de engenharia 2. Disponibilidade de hardware e software para as empresas e consultorias desenvolverem projetos com ferramentas modernas e atualizadas, sem terem que fazer altos investimentos 3. Redução dos custos para desenvolvimento de projetos de engenharia 4. Dispensa de treinamentos de longo prazo para uso das ferramentas pela disponibilidade de help desk tecnológico local para orientação e treinamento durante o desenvolvimento dos projetos 5. Garantia de integração de projetos por uso comum de ferramentas; compartilhamento de experiências 6. Possibilidade de uso da infraestrutura para desenvolvimento de catálogos digitais de produtos em 3D ou 4D, especialmente como forma de treinamento de RH Ação Descrição Início Término 1. Projeto básico e executivo das instalações físicas Detalhamento dos ambientes, materiais, móveis e utilidades. Plantas para as obras civis de adequação do prédio e para licenciamentos jan/2011 jun/2011 2. Adequação das instalações Reformas e/ou obras de adequação física das instalações, aquisição e instalações de utilidades (estação de energia complementar, ar condicionado, cabeamento de fibra ótica interno/externo) e móveis mai/2011 dez/2011 3. Aquisição de Hardware e Software Aquisição dos computadores centrais e periféricos (previsão de 6 estações de trabalho por sala), dos softwares de trabalho em rede e de aplicação aos projetos de engenharia (considera que 80% das licenças serão obtidas mediante contrato de arrendamento por uso efetivo) mai/2011 jan/2012 4. Contratação do pessoal administrativo, operacional e especialistas Seleção e contratação do pessoal gerencial, administrativo-financeiro, de manutenção, operacional e especialistas para treinamentos e help desk tecnológico. Pagamento da folha nos dois anos iniciais (após inauguração) mai/2011 jan/2014 5. Manutenção das instalações e sistemas Contratos e serviços eventuais de manutenção e atualização das instalações prediais, hardware e software jan/2012 jan/2014 Projeto 8: Apoio á Rede Inteligente de Relacionamentos em Engenharia Descrição Básica: O Projeto desenvolverá e implantará instrumentos e software dedicado à Engenharia e Tecnologia Brasileiras em ambiente seguro, escalável, flexível, confiável. Gradualmente, consolidará a RIENG como uma efetiva plataforma digital “chave” da Engenharia. Sob orientação da ANE, parceiros e apoiadores, engenheiros, empresas, organizações, entidades, instituições, etc, participarão do estratégico processo de Valorização da Engenharia Nacional tendo como foco inicial a Cadeia de Fornecedores de Bens e Serviços para à Petrobras, visando à Engenharia e Tecnologia Brasileiras interesses da Empresa e do Brasil. Resultado(s): RIENG em condições de operabilidade. Promoção de ampla campanha de sensibilização e adesão dos protagonistas que atuam na Engenharia Nacional. Emprego de mídia impressa e digital. A Plataforma RIENG terá recursos para a Mobilização de relacionamentos objetivos. sinergia e interoperabilidade. A Plataforma RIENG visa auxiliar a incorporação de fornecedores comprometidos com os Projetos de Promoção da marca Petrobrás e o desenvolvimento de Apoio aos trabalhos de Melhoria de Gestão da sua cadeia de fornecedores. Incorpora a veiculação de ampla base de informações, conhecimentos e conteúdos do interesse da cadeia de fornecedores da Petrobrás e da Engenharia de forma mais ampla. Ação Descrição Início Término 1. Elaboração Conceitual Definição de Conceitos, Objetivos, Escopo, Requisitos, Elaboração, Arquitetura de HW e SW e BBD jan/2011 jun/2011 2. Execução do Projeto Desenvolvimento, testes e homologação. ago/2011 jul/2012 3. Divulgação e Participação Propaganda, Marketing jun/2011 dez/2011 4. Gestão Coordenação técnica e administrativa jun/2011 dez/2011 5. Infra-Estrutura Instalação e custeio do escritorio do projeto jun/2011 dez/2011
  • 71. | p á g i n a | 70 Orçamento Preliminar
  • 72. | p á g i n a | 71 Programa 8 – Mecanismos Financeiros e Tributários e Apoio ao Conteúdo Nacional Instituições Coordenadoras: BNDES, Petrobras, ABIMAQ, CNI Entidades Ligadas à Execução: BNDES, Petrobras, CNI e Federações, MDIC, PROMINP, MF, MPOG, CONFAZ, Receita Federal, FENAINFO, ABINEE, ABIMAQ, ABCE, ABDIB, ABITAM, ABEAM, ABEMI, ABENDI, ABM, SINAVAL, SYNDARMA,BNDES, CAIXA, FINEP, SEBRAE, ABCE, Banco Central, CVM, CBIC, ASSIMPI, CODEFAT, BNB, BASA, Banco do Brasil, FENAINFO, ABINEE, ABIMAQ, ABDIB, ONIP, COPPE, e&e (Economia e Energia) e outras Escopo: Programa composto de 5 projetos e 22 ações Público Alvo: Empresas da cadeia nacional de fornecedores da Petrobras, outras empresas atuantes nas áreas de influência, governos e organizações públicas e agentes financiadores Objetivo(s):  Apoiar o desenvolvimento e estruturação de mecanismos financeiros e tributários visando a ampliação do conteúdo nacional, reduzindo as assimetrias, garantindo oferta e acesso de crédito específico a toda cadeia, promovendo a isonomia real entre os fornecedores e desonerando a cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços no setor de petróleo e gás. Contextualização: A demanda representada pelos investimentos da Petrobras é amplificada pelos investimentos dos sócios da companhia, pelos investimentos dos diversos setores do empresariado ao longo da cadeia, seja para ampliar a capacidade de produção seja para sua adequação em termos de padrão de qualidade e requisitos, e pelos investimentos públicos necessários para que o Brasil se torne um player industrial global do setor de petróleo e gás. A ampliação e a manutenção de altos percentuais de conteúdo nacional nos bens e serviços é elemento diferencial neste momento do desenvolvimento brasileiro. Para tal os empreendedores ao longo da cadeia assumem os riscos normais de uma atividade empresarial na organização da sua atividade produtiva. Outra questão relacionada é a assimetria tributária já fartamente diagnosticada, alardeada e com propostas diversas para sua redução, muitas vezes com o nome de “desoneração fiscal”. Este Programa foi estruturado para auxiliar a desenvolver soluções para superar a fragilidade de inserção da empresas nacionais na cadeia de fornecedores, avançando em novos instrumentos e mecanismos de minimização dos riscos e de redução da exposição ao conjunto dos riscos, superando as dificuldades de financiamento para expansão e capital de giro, propondo modelos e medidas de redução das assimetrias tributárias, bem como propostas de apoio e aprimoramento ao conteúdo nacional. A Petrobras, em conjunto com o BNDES e com o Governo Federal, vem criando vários mecanismos de assunção de parte de riscos importantes da cadeia, com seguros e com fundos especiais. É também necessário viabilizar acesso a financiamentos adequados, em prazos e em condições adequadas para a cadeia nacional de fornecedores. Sejam aqueles que são diretamente contratados pela Petrobras, sejam aqueles que são contratados pelos contratados da companhia. O Programa Progredir foi lançado pela Petrobras em setembro de 2010, em conjunto com seis bancos: Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco Itaú, Unibanco, Banco Santander e Banco HSBC. São concedidos créditos baseados nos contratos firmados pelos participantes da cadeia nos vários níveis. Os recebíveis não performados gerados proverão garantia de crédito, mecanismos de mitigação de riscos e garantia dos fluxos de pagamento, reduzindo os custos de captação para as empresas fornecedoras da Petrobras. Para que atenda a maior parte das empresas envolvidas é necessário que nenhum elo da cadeia seja rompido, todos os participantes devem estender seus benefícios aos seus fornecedores. Com o Portal de Financiamento do Prominp cria-se um canal de relacionamento entre os bancos e os elos da cadeia de fornecedores, com troca segura de informações. Foram analisados, durante o período de debate que a Rede desenvolveu com seus membros, programas, documentos e propostas com soluções sobre os temas abordados. O estudo “Impacto do Custo Brasil na competitividade da indústria brasileira de bens de capital” da Abimaq mensurou o diferencial de custo entre a indústria brasileira e seus concorrentes internacionais. O custo é definido como
  • 73. | p á g i n a | 72 diferencial de custo medido em percentuais da receita líquida, ressaltando a existência de outros custos não quantificáveis. Avalia que uma apreciação cambial do real e um processo de reversão da ‘desindustrialização seletiva’ seriam positivos para a competitividade. Considerando que se inicia um forte ciclo de investimento, puxados pelo pré- sal, as entidades signatárias deste estudo alertam que é o momento de corrigir o impacto do custo Brasil, compensando via câmbio e políticas industriais nossas desvantagens sistêmicas. Os projetos e ações deste programa buscam avançar nas propostas e outras medidas. Como resultados esperados, teremos: uma carteira de instrumentos e mecanismos de financiamento / opções de crédito adequados para toda cadeia de fornecedores do setor de petróleo e gás divulgada; articulação entre atores de governo e da sociedade visando equacionar e resolver a assimetria tributária; e ampliação do apoio ao conteúdo nacional de bens e serviços. Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Planejamento, monitoramento, acompanhamento e controle dos projetos; gestão da integração dos projetos; avaliação dos resultados; governança do programa Resultado(s): Assegurar a execução dos projetos que compõem o Programa Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão jan/2011 dez/2014 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa jan/2011 dez/2014 3. Integração e animação Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados jan/2011 dez/2014 4. Comunicação e divulgação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores jan/2011 dez/2014 Projeto 2: Redução da assimetria tributária na cadeia de fornecedores da Petrobras Descrição Básica: Estabelecimento de medidas de redução da assimetria tributária na cadeia de fornecedores da Petrobras Resultado(s): Melhoria do ambiente de negócios por meio do incremento de competitividade da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras Ação Descrição Início Término 1. Diagnóstico da situação tributária ao longo da cadeia Mapear e analisar políticas, programas e legislações referentes a incentivos fiscais, tributários e medidas de desoneração já existentes do setor de petróleo e gás. E avaliar a carga tributária que incide sobre diversos arranjos de fornecedores jan/2011 out/2011 2. Planejamento: proposições de modelos de incentivos e redução da assimetria tributária Propor medidas de redução da assimetria tributária para fornecimento de bens e serviços afetos à cadeia produtiva identificadas como necessárias e ainda não contempladas pelas políticas e programas atuais out/2011 dez/2011 3. Definição e Implementação de uma estratégia de advocacy Formação de uma coalizão de apoio, divulgação/debate, encaminhamento das propostas dez/2011 dez/2014 4. Apoio da implementação de reforma do sistema tributário Formação de uma coalizão de apoio, divulgação/debate, acompanhamento da proposta dez/2011 dez/2014
  • 74. | p á g i n a | 73 Projeto 3: Apoio ao Conteúdo Nacional e Acesso a Linhas de Financiamento Descrição Básica: Disponibilização de instrumentos/mecanismos de financiamento adequados; Disponibilização de instrumentos/mecanismos de apoio ao conteúdo nacional, visando alavancar a competitividade sistêmica da cadeia nacional de fornecedores Resultado(s): Cadeia de fornecedores da Petrobras com capacidade de captação e gestão dos recursos; e acesso a informações e instrumentos de financiamento adequados Ação Descrição Início Término 1. Diagnóstico dos instrumentos/mecanismos de financiamento e de apoio ao conteudo nacional Mapear e analisar linhas de crédito disponíveis, necessidades/demandas de financiamento por parte dos atores da cadeia e programas e regulamentos que contemplam tratamento e incentivo diferenciados para o conteúdo nacional jan/2011 jun/2011 2. Proposições de oferta e acesso de fornecedores a linhas de financiamento Propor medidas de acesso de fornecedores a linhas de financiamentos adequados, com fontes de recursos diferenciadas, estabelecimento de garantias e aproveitamento oportunidades de desenvolvimento econômico, justiça social e conservação ambiental, como o PROGREDIR jun/2011 set/09/2011 3. Estratégia de Comunicação Divulgação e comunicação de linhas de crédito, garantindo a oferta e acesso de crédito específico a toda cadeia set/2011 dez/2014 4. Medidas de apoio ao conteúdo nacional Propor medidas de apoio ao conteúdo nacional, tais como: aprimorar as condições de acesso de potenciais fornecedores aos sistemas de cadastro e a modalidades de contratação da Petrobras; propor adequações nos programas e regulamentos que contemplam tratamento e incentivo diferenciados para o conteúdo nacional; etc. jun/2011 set/2011 5. Definição e Implementação de uma estratégia de advocacy Formação de uma coalizão de apoio, divulgação/debate, encaminhamento das propostas set/2011 dez/2014 Projeto 4: Prejuízos do Brasil com a importação de um produto Descrição Básica: Levantar todos os custos diretos e indiretos decorrentes da importação de um item. (quanto o Brasil perde ou deixa de ganhar quando importa um item) Resultado(s): Identificar o valor agregado de um produto fabricado no Brasil, não aparente no preço de compra. Ação Descrição Início Término 1. Diagnóstico dos custos e despesas e perdas quando se importa um produto em detrimento da compra local. Levantamento, identificação e quantificação de todos os custos, despesas e perdas diretas e indiretas, quando se compra um produto importado em detrimento de um produto local. jan/2011 dez/2014 2. Planejamento: proposições de modelos de editais contemplando compensação dessas despesas vis-à- vis o preço de compra Propor medidas de modelos e fórmulas que viabilizem a valoração e a consideração dos custos ao longo do ciclo de vida (ex: assistência técnica, sobressalentes, etc.) e as perdas diretas na importação (dispêndio de divisas, impostos) set/2011 dez/2014 3. Definição e Implementação de uma estratégia de advocacy Formação de uma coalizão de apoio, divulgação/debate, encaminhamento das propostas dez/2011 dez/2014 4. Apoio da implementação do processo Formação de uma coalizão de apoio, divulgação/debate, acompanhamento da proposta dez/2011 dez/2014
  • 75. | p á g i n a | 74 Projeto 5: Incremento da Produtividade de Capital na Cadeia de Fornecedores Petrobrás Descrição Básica: O pré-sal multiplicará por um fator próximo a dez os investimentos na Petrobrás e de um fator semelhante os investimentos na cadeia de fornecedores exigindo que a estrutura de bens de capital seja bem dimensionada ao longo da cadeia em virtude da limitada Resultado(s): Diagnóstico atual da produtividade de capital na Cadeia de Fornecedores Petrobrás; Comparação da produtividade de capital na logística (com base na metodologia OCDE) entre a Cadeia da Petrobrás com outros países e empresas do mesmo ramo Ação Descrição Início Término 1. Diagnóstico da Produtividade de Capital no Brasil; Escolha dos cadeias de produção da Rede Petrobrás a serem estudadas e prospecção de investimentos O estado da arte sobre a produtividade de capital no Brasil e no setor petróleo com ênfase na Rede de Fornecedores da Petrobras. Articulação com as partes interessadas da Rede de Gestão Petrobras para a escolha de cadeias de produção em que se fará os estudos jan/2011 jun/2011 2. Diagnóstico sobre a Produtividade de Capital nas cadeias de produção selecionadas e projeção de seus investimentos visando otimizar a cadeia Projetar a evolução das cadeias produtivas e os investimentos associados; aprofundamento dos estudos sobre a produtividade de capital nos setores escolhidos das unidades de produção e da cadeia produtiva Desenho de instrumentos metodológicos específicos; realização do diagnóstico de produtividade de capital nas cadeias escolhidas da Rede de Fornecedores da Petrobras; Seminários com os varios atores; discussão de mecanismos de indução de otimização de investimentos jan/2011 jul/2011 3. Desenvolvimento da metodologia do trabalho para diagnóstico, processamento de informações e simulação de cenários e mecanismos de indução de planejamento de investimento com o BNDES Revisão dos dados achados; análise dos padrões dos resultados encontrados; teste das hipóteses de causalidade; Seminários com os atores envolvidos ago/2011 fev/2014 4. Análise, síntese e tratamento dos dados coletados Conclusões preliminares; definição preliminar de medidas de gestão recomendadas fev/2012 ago/2014 5. Resultados e Proposições Identificação das causas de baixa produtividade; simulação do potencial do crescimento da produtividade se as barreiras forem removidas; proposições para o incremento da produtividade fev/2012 dez/2014
  • 76. | p á g i n a | 75 Orçamento Preliminar
  • 77. | p á g i n a | 76 Programa 9 – Mecanismos de Integração da Gestão da Cadeia Instituições Coordenadoras: ABDI/MDIC, CNI e PROMINP Instituições Envolvidas na Execução: Petrobras, SEBRAE, CNI, PROMINP, ABCE, ABDI, ABDIB, ABEAM, ABEMI, ABIMAQ, ABINEE, ABITAM, ABM, IEL, CNC, CONFEA, FENAINFO, SINAVAL , SYNDARMA, CIC, SBGC, CE-EPC e outras Escopo: Programa composto de 4 projetos e 17 ações Público Alvo: Entidades componentes da Rede de Melhoria de Gestão da Cadeia de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras, Empresas, Governos Federal, Estaduais e Municipais, Associações Empresariais e Entidades de Fomento e Apoio Objetivo(s):  Incentivar um ambiente favorável para o desenvolvimento e integração ao longo da cadeia, proporcionando um maior conhecimento do setor e estimulando parcerias e cooperação para a melhoria da competitividade. Contextualização: A estratégia e os esforços de expansão doméstica da indústria de petróleo e gás com a ampliação do conteúdo nacional da oferta de bens e serviços representam uma oportunidade para reposicionar alguns setores empresariais. Um dos desafios é a maior integração entre os elos da cadeia, que será tanto maior quanto o conhecimento de suas partes (empresas, associações, instituições, organizações), de seus fluxos, de suas relações, de suas potencialidades. Na implantação dos diversos empreendimentos que integram a carteira de investimentos do setor, iniciativas com maior eficácia serão alavancadas quando as empresas e instituições conhecem melhor o mercado e o contexto, com dados e fatos que propiciem a elas realizar novas ações, fornecendo maior embasamento nas análises entre as diversas opções de negócios. Um dos estudos marcantes sobre a realidade do setor de petróleo no país foi o “Estudo de alternativas regulatórias, institucionais e financeiras para a exploração e produção de petróleo e gás natural e para o desenvolvimento industrial da cadeia produtiva de petróleo e gás no Brasil”, realizado pela Bain & Company e Tozzini e Freire, com a coordenação do BNDES, através do Fundo de Estudos e Projetos – FEP. Iniciado em 2008 para dar suporte ao grupo ministerial que discutia alternativas regulatórias para o pré-sal brasileiro, este estudo foi publicado em 2009 com três principais focos: análise do setor offshore no Brasil e de seus fornecedores, um benchmarking dos marcos regulatórios existentes no mundo, e uma análise sobre os diversos fundos sociais. Vários outros estudos foram realizados e outros tantos foram propostos ou estão em vias de contratação. Assim, este programa foi concebido a partir de três grandes motivações. A primeira motivação diz respeito à necessidade de coordenação de todo o processo de levantamento de informações, realização de estudos e mapeamentos que subsidiarão os demais programas da Rede, de modo que esforços não sejam duplicados nem recursos sejam utilizados de forma ineficiente. Um dos estudos em fase de delineamento pela Petrobras e pelo BNDES tem o foco na cadeia de fornecedores do downstream, incluindo a logística e a petroquímica. A segunda reflete a preocupação de disseminação de todo esse conhecimento estratégico em linguagem acessível, de maneira condensada e em tempo hábil para que a rede de fornecedores possa se planejar e atender demandas dos compradores, bem como aproveitar oportunidades de capacitação e prospecção de conhecimento. A terceira motivação está relacionada ao apoio tático e operacional para a interação entre as empresas e os diversos elos da cadeia, a promoção de rodadas, visitas e eventos de negócios, celebração de parcerias e formação de redes específicas. Assim, este programa propiciará que complementaridades e potenciais de cooperação entre os fornecedores nacionais sejam trabalhados, com redução dos riscos referentes à dependência da concentração em poucos compradores / fornecedores ao longo da cadeia do setor de petróleo e gás.
  • 78. | p á g i n a | 77 Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Planejamento, monitoramento, acompanhamento e controle dos projetos; gestão da integração dos projetos; avaliação dos resultados; governança do programa Resultado(s): Assegurar a execução dos projetos que compõem o Programa Entidades Envolvidas: Petrobras, SEBRAE, CNI, PROMINP, ABCE, ABDI, ABDIB, ABEAM, ABEMI, ABIMAQ, ABINEE, ABITAM, ABM, IEL, CNC, CONFEA, FENAINFO, SINAVAL e SYNDARMA, CIC, SBGC, CE-EPC Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão jan/2011 dez/2014 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa jan/2011 dez/2014 3. Integração e animação Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados jan/2011 dez/2014 4. Comunicação e divulgação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores jan/2011 dez/2014 Marcos Críticos:  Mobilizar atores para a constituição do Comitê Gestor. Projeto 2: Mapeamento de informações estratégicas para a cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras Descrição Básica: Projeto voltado à coordenação de todo o processo de realização de estudos que subsidiem as ações deste e dos demais programas da Rede, de forma a evitar sobreposições. Proposições prévias para mapeamento e estudos: i) cadeia de fornecedores com base na matriz estratégica de compras da Petrobras considerando fornecedores atuais e potenciais; ii) cadeia de fornecedores atuais e potenciais com base na matriz estratégica de compras das grandes empresas globais do setor (upstream e downstream) e iii) panorama da indústria global de fornecedores de bens e serviços no segmento downstream da cadeia de petróleo e gás (a exemplo do existente para o upstream) Resultado(s): Definição de todos os estudos que subsidiarão os trabalhos da Rede, realização dos mesmos e disseminação das informações aos interessados Ação Descrição Início Término 1. Definição de diretrizes básicas para todos os estudos da Rede Estabelecimento, juntamente com as entidades coordenadoras dos demais programas da Rede, das linhas gerais dos estudos e mapeamentos que deverão ser realizados, de forma a evitar sobreposições. Caberá ao Comitê Gestor convocar reuniões e coordenar essas discussões jan/2011 dez/2014 2. Mapeamento e categorização dos fornecedores atuais e potenciais da Petrobras Elaborar a caracterização e segmentação da cadeia de fornecedores com base na matriz estratégica de compras da Petrobras (upstream e downstream), a partir dos resultados dos estudos do IPEA, ONIP, BAIN, etc., considerando fornecedores atuais e potenciais, identificando as lacunas existentes de fornecimento e as possibilidades de integração entre as empresas pertencentes à cadeia e diagnosticar os fatores de competitividade da cadeia. jan/2011 jul/2011 3. Elaboração de estudos ao longo da cadeia de fornecedores Mapeamento da cadeia de fornecedores com base na matriz estratégica de compras das grandes empresas (upstream e downstream), considerando fornecedores atuais e potenciais, identificando as lacunas existentes de fornecimento e as possibilidades de integração entre as empresas pertencentes à cadeia. jan/2011 jul/2011
  • 79. | p á g i n a | 78 Ação Descrição Início Término 4. Elaboração do panorama da indústria global de fornecedores de bens e serviços no segmento downstream Construção do panorama da indústria global de fornecedores de bens e serviços no segmento downstream da cadeia de petróleo e gás (a exemplo do existente para o upstream). A realização desse estudo já foi, inclusive, negociada com o BNDES. jan/2011 out/2011 5. Disseminação das informações aos interessados Coleta dos estudos e mapeamentos realizados por este e por outros programas da Rede e disseminação dessas informações aos interessados em canais a serem definidos pelo Comitê Gestor ago/2011 dez/2014 Marcos Críticos:  Elaboração dos TdRs e contratação das instituições que realizarão os estudos. Projeto 3: Promoção de negócios e parcerias Descrição Básica: Projeto voltado à divulgação das informações estratégicas, a fim de apoiar o setor empresarial no planejamento de suas atividades para que consigam, em tempo hábil, atender demandas dos compradores. Desse modo, pretende-se promover a geração de negócios, a celebração de acordos de cooperação e difundir as boas práticas de gestão Resultado(s): Roadshows, oficinas de troca de experiências, rodadas de negócio, missões técnicas realizadas, acordos de cooperação firmados e negócios gerados Ação Descrição Início Término 1. Divulgação periódica de informações estratégicas (técnicas, comerciais e sobre instrumentos de fomento) e disseminação de boas práticas Realização de road shows anuais (3 anos) e regionais (Nordeste-3, Sul-2-Sudeste-3) para divulgar informações: comerciais (projetos básicos , cronogramas de compras da Petrobras, subsidiárias e epcistas); técnicas (resultados dos estudos dos projetos da rede, calendário de capacitações, missões, rodadas de negócios, feiras, oportunidades de cooperação empresa/universidade, etc.) e sobre instrumentos de fomento (ex: Guia Eletrônico de Instrumentos da PDP) de forma a apoiar o setor empresarial no planejamento de suas atividades para que consigam, em tempo hábil, atender demandas dos compradores e, desse modo promover a geração de negócios, a celebração de acordos de cooperação e difundir as boas práticas de gestão (oficinas para troca de experiências). Continuamente essas informações serão encaminhadas aos responsáveis pela sua disponibilização no portal da Rede. jan/2011 dez/2014 2. Fortalecimento do Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços do setor de petróleo e gás e do Catálogo Navipeças (ONIP) Estímulo à adesão das empresas, durante os road shows e demais eventos da rede, ao Cadastro de Fornecedores de Bens e Serviços do Setor de Petróleo e Gás e ao Catálogo Navipeças (www.onip.org.br). jan/2011 dez/2014 3. Promoção de acordos de cooperação entre empresas Estímulo à cooperação entre empresas a partir de: rodadas de negócios; prospecção de parcerias internacionais para joint-ventures, associações, consórcios; e missões técnicas, em coordenação com os demais programas da Rede. O próprio Portal Nacional da Rede e o ambiente descrito na próxima ação podem ser algumas das ferramentas para essa interação entre as empresas e divulgação dos eventos mencionados jan/2011 dez/2014 4. Interação e cooperação tecnológica – Integração empresa / entidades / universidades Construção de um ambiente exclusivo para a Rede de Melhoria de Gestão dentro do Portal Inovação - http://www.portalinovacao.mct.gov.br/pi/, visando à interação entre a oferta de conhecimento técnico/científico e sua demanda pelo setor empresarial, por meio de aplicação eletrônica a ser desenvolvida. Esta aplicação poderá ser integrada ao programa Portal da Cadeia Nacional de Fornecedores por meio de um link ou banner jan/2011 dez/2011
  • 80. | p á g i n a | 79 Ação Descrição Início Término 5. Desenvolvimento de canal de informações Desenvolvimento de canal para divulgação de informações de inteligência de negócio das empresas com participação do governo jan/2011 dez/2014 Marcos Críticos:  Mobilização dos atores locais prevista no Projeto de Consolidação e Formação de Redes;  Compilação de informações sobre oportunidades de cooperação e realização de negócios no âmbito dos demais programas. Projeto 4: Consolidação de Redes Empresariais e Institucionais Locais Descrição Básica: Projeto voltado ao apoio ao fortalecimento de redes empresariais e institucionais de petróleo e gás. Resultado(s): Redes Empresariais e Institucionais locais fortalecidas e mobilizadas em torno dos objetivos da Rede de Melhoria de Gestão da Cadeia de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras Ação Descrição Início Término 1. Identificação e caracterização das redes existentes Identificação das redes empresariais e institucionais locais já existentes e caracterização segundo o seu grau de maturidade, de forma que suas capacidades de mobilização de atores locais e atuação nos programas da Rede de Melhoria de Gestão sejam identificadas e potencializadas. Exemplos: Redes Petro, Câmaras de Petróleo e Gás, Núcleos RENAPI, entre outras. jan/2011 dez/2014 2. Integração das redes Análise das informações levantadas na ação anterior para identificação das melhores práticas a serem difundidas em eventos regionais e nacionais, visando à troca de experiências entre atores de diferentes regiões, por exemplo, Redes Petro. jan/2011 dez/2014 3. Apoio ao fortalecimento de redes Estímulo ao fortalecimento de redes de cooperação no setor de petróleo e gás em locais onde existam lacunas de articulação e governança por meio da divulgação de casos de sucesso e dos benefícios que esse tipo de associação pode gerar. jan/2011 dez/2014
  • 81. | p á g i n a | 80 Orçamento Preliminar
  • 82. | p á g i n a | 81 Programa 10 – Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores na América Latina Instituições Coordenadoras: ABDI, PETROBRAS, INMETRO Instituições Envolvidas na Execução: ABDI, MDIC, SEBRAE, MRelações Exteriores, Petrobras, BNDES, INMETRO, BNDES, CNI, SAE, MDefesa e outras. Escopo: Programa composto de 6 projetos e 24 ações Público Alvo: Pequenas e médias empresas dos Estados Partes do Mercosul e demais países da América Latina, industriais (bens) e prestadoras de serviços, fornecedoras potenciais e efetivas para os elos de Exploração, Produção e Refino da cadeia produtiva de Petróleo e Gás Objetivo(s):  Fortalecer a cadeia produtiva de Petróleo e Gás da América Latina, a partir da qualificação, da integração e da complementação das empresas fornecedoras (potenciais e efetivas) do setor petróleo no Brasil, em alinhamento com as demandas e necessidades das empresas-âncora dos países Contextualização: Este programa está relacionado com a ampliação do conceito de integração comercial no Mercosul, no início dos anos 90, para uma abordagem que reforce as questões de integração e complementação produtiva para a América Latina, conforme estratégia enfatizada na Cúpula de Córdoba em 2006. Nesse contexto, o setor de petróleo e gás e toda a sua cadeia produtiva têm grande importância para o desenvolvimento e a integração da indústria na América Latina, por seu dinamismo e sua capacidade de gerar emprego, renda e investimento, de modo relevante para a constituição do bloco regional. O Brasil – país que possui o setor de petróleo e gás mais desenvolvido do bloco e como uma potência regional preocupada em exercer sua liderança por meio de uma estratégia “soft power” - identificou a necessidade de elaborar uma metodologia que tem como objetivo a internacionalização de empresas brasileiras fabricantes de bens ou prestadoras de serviços do segmento de petróleo e gás, de maneira competitiva e sustentável. O atual convênio desenvolvido pela Petrobras, em parceria com o Sebrae Nacional (Convênio Petrobras-Sebrae), já na sua segunda etapa, é um projeto-referência nesta área e tendo em conta as realidades do setor de Petróleo e Gás e dos fornecedores nacionais em cada Estado Parte do Mercosul, o mesmo poderá ser adotado com pequenas adaptações e ajustes para toda a América Latina. Nesse sentido, a ABDI deverá executar, no período de 2011-2012, um projeto financiado pelo FOCEM (Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul) para contribuir com os demais países do bloco para a integração produtiva no setor de petróleo e gás em função do grande desafio de desenvolver a cadeia de fornecedores para atendimento a gigantesca demanda para exploração da camada pré-sal. O valor total a ser aportado para o projeto é de U$ 3.672.236,19, com contrapartida de U$ 823.172,78 da ABDI e o restante pelo FOCEM. Sua implantação e os resultados alcançados até o presente no Brasil apontam para a possibilidade de ser aproveitada em benefício da integração dos países doa América Latina que possuem realidades semelhantes no sentido de que suas empresas fornecedoras de bens e serviços poderiam contribuir mais com o abastecimento das empresas-âncora, fato este que não acontece por diversos motivos, tais como: falta de capacitação gerencial para obtenção de certificações, desconhecimento das normas para fazer parte do cadastro de fornecedores das empresas-âncora, desconhecimento do mercado potencial, entre outros. Além disso, desenvolver e implantar um projeto comum para o bloco econômico fortalece ainda mais a relação entre os países do bloco, o que aumenta as possibilidades de ganhos para a cadeia produtiva de petróleo e gás em todo o continente. O programa terá seis pilares: 1. Disseminar uma cultura de internacionalização abrangendo as múltiplas dimensões do processo de globalização e abertura da economia; 2. Foco em um mercado-alvo;
  • 83. | p á g i n a | 82 3. Formação de um capital intelectual nas empresas da cadeia produtiva e criação de uma estratégia de internacionalização; 4. Montagem de uma plataforma de exportação, através das empresas-âncora e do múltiplo relacionamento dos agentes econômicos envolvidos na cadeia produtiva; 5. Ampliar o projeto inicialmente financiado pelo FOCEM e ABDI (24 meses e foco no MERCOSUL) para os demais países da América Latina; 6. Ampliar os esforços da Rede de Melhoria de Gestão da Cadeia de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras fomentando a participação de outras instituições e a criação de instituições de apoio aos fornecedores da cadeia de petróleo e gás da América Latina. Apesar do destaque para a utilização de empresa-âncora, a metodologia não deixa de tratar dos múltiplos caminhos para a internacionalização de empresas, ou seja, a metodologia contempla as possíveis exportações diretas, indiretas e investimentos no exterior que possibilitem, entre outras ações, a criação de joint-venture, franquias, abertura de filial, representação comercial, parcerias para distribuição e produção, etc, prevê a criação de novas aglomerações industriais (APL) que suportem e se beneficiem dos investimentos previstos em regiões menos desenvolvidas. O mapa abaixo ilustra o escopo de atuação do Programa. . Os projetos 1, 2, 3 e 4 já estão com recursos garantidos por meio de acordo de cooperação já firmado pelo FOCEM e ABDI. Os referidos projetos deverão ser executados em até 24 meses, reservando-se um período de 12 meses para o encerramento. O programas 5 visa ampliar a experiência a ser desenvolvida nos países do bloco do MERCOSUL para demais países da América Latina que também possam contribuir para o fortalecimento da cadeia de fornecedores da Petrobras, como o Equador, Peru, Colômbia, Chile, Bolívia e Venezuela. O programa 6 visa ampliar a experiência da Rede de Gestão na América Latina, por meio da agregação de instituições nacionais e multilaterais, bem como fomentar a criação de instituições voltadas para a melhoria da gestão.
  • 84. | p á g i n a | 83 Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Planejamento, monitoramento, acompanhamento e controle dos projetos; gestão da integração dos projetos; avaliação dos resultados; governança do programa Resultado(s): Assegurar a execução dos projetos que compõem o Programa Entidades Envolvidas: Petrobras, ABDI, MDIC, SEBRAE, BNDES, INMETRO, BNDES, CNI, MRE (Ministério das Relações Exteriores), SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) e Ministério da Defesa Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão jan/2011 dez/2014 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa jan/2011 dez/2014 3. Integração e animação Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados jan/2011 dez/2014 4. Comunicação e divulgação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores jan/2011 dez/2014 Marcos Críticos:  Formalizar grupo de trabalho institucional, com representantes empresariais e governamentais dos Estados Partes;  Resultado da primeira pesquisa de avaliação;  Resultado da segunda pesquisa de avaliação. Projeto 2: Gestão da Informação: diagnóstico da cadeia na América Latina, em especial, o Mercosul Descrição Básica: Mapear e produzir e difundir informação necessária para promoção de negócios, a saber: famílias de itens (bens e serviços) de baixa competitividade e importados extra-regionais; políticas de compras das empresas-âncora; empresas fornecedoras (efetivas e potenciais) que participarão do projeto Resultado(s): Cadeia produtiva mapeada e informações para tomada de decisão Ação Descrição Início Término 1. Mapeamento da cadeia produtiva de petróleo e gás do MERCOSUL, a partir das seguintes questões: quais famílias de itens (bens e serviços) possuem baixa competitividade (poucos fornecedores); quais famílias de itens fornecidos por empresas extra- MERCOSUL; quais os critérios para fornecimento desses itens Após definição, pelo Grupo Institucional, das empresas- âncora participantes, será realizado trabalho junto aos setores de compras dessas empresas, por quatro consultores, um por Estado Parte, de entrevista, coleta dos dados necessários e posterior tratamento dos mesmos jan/2011 dez/2011 2.Sistematizar as políticas de compras das grandes empresas (empresas- âncora) da cadeia de petróleo e gás Realizar-se-ão entrevistas, consulta documental e análise comparativa, junto às empresas-âncora jan/2011 dez/2011 3. Definição de um grupo de itens para compor o escopo do projeto de integração e complementação de fornecedores do MERCOSUL A partir dos resultados das atividades anteriores, os consultores realizarão análise documental e mapearão os grupos de itens jan/2011 dez/2011
  • 85. | p á g i n a | 84 Ação Descrição Início Término 4. Difusão de informações às empresas fornecedoras – quem compra, que tipo de item compra, quais as políticas de compra das empresas-âncora e identificar potenciais empresas fornecedoras participantes do projeto Realizar 8 workshops de 2 dias cada, 2 em cada Estado Parte, para apresentar informações sobre o que é o projeto e quais serão seus benefícios para as empresas participantes. Difundir, ainda, as informações levantadas nas atividades anteriores. Fazer identificação preliminar das empresas que poderiam se beneficiar do projeto jan/2011 dez/2011 5. Definição e diagnóstico das 100 empresas fornecedoras (efetivas e potenciais) dos itens que compõem o escopo do projeto, que assinarão termo de adesão ao projeto Dentre as potenciais empresas participantes do projeto, identificadas na atividade anterior, o Grupo Institucional definirá as 100 empresas dos Estados Partes, que assinarão termo de adesão ao projeto. Os consultores realização diagnóstico de sua atuação, por meio de entrevistas e análise documental jan/2011 dez/2011 Marcos Críticos:  Documento "Diagnóstico da Cadeia Produtiva"  Documento sobre política de compras das empresas âncora. Projeto 3: Ações para o Fortalecimento da Competitividade no MERCOSUL Descrição Básica: Promover ações vinculadas à competitividade das empresas fornecedoras selecionadas para participar do projeto, a partir de duas linhas: desenvolvimento de competências gerenciais e promoção da inovação tecnológica Resultado(s): Ampliação sustentável da base de fornecedores com capacidade de inserção competitiva na cadeia global de valor do setor de petróleo e gás no Mercosul Ação Descrição Início Término 1. Promoção de atividades e eventos para melhorar as competências gerenciais das empresas fornecedoras Realizar-se-ão 8 oficinas, de 2 dias cada, para difusão de competências gerenciais às empresas fornecedoras participantes do Projeto, sendo 4 no Brasil, 2 na Argentina, 1 no Uruguai e 1 no Paraguai. jan/01/2011 dez/2011 2. Fomento da inovação tecnológica nas empresas fornecedoras Esta ação possui duas frentes de atuação, que visam capacitação das empresas do Projeto: 2 missões de intercâmbio tecnológico, de 2 dias cada, entre empresas fornecedoras e empresas compradoras da cadeia, 1 no Brasil e 1 na Argentina; e a realização de 4 workshops tecnológicos de 2 dias cada, 1 por Estado Parte, entre empresas fornecedoras e atores que se relacionam com o componente tecnológico da cadeia de Petróleo e Gás (universidades, institutos tecnológicos, parques, incubadoras, etc.). jan/2011 dez/2011 3. Difusão para os EP de boas práticas de iniciativas que promovam a melhoria da competitividade das empresas do setor de petróleo e gás. (ex: Prominp e Convênio Sebrae/Petrobras) Trata-se de realizar 4 seminários de 2 dias cada, 1 por Estado Parte, para apresentação de casos de sucesso e experiências de boas práticas implementadas em cada país. jan/2011 dez/2011 Marcos Críticos:  Realização de 40% dos eventos programados;  Realização de 80% dos eventos programados.
  • 86. | p á g i n a | 85 Projeto 4: Ações para o Acesso a Mercados Descrição Básica: Desenvolver atividades para abertura de mercados e geração de negócios para os fornecedores de bens e serviços, junto às empresas-âncora da cadeia produtiva da América Latina e dos Estados Partes do Mercosul. Resultado(s): Empresas participando de feiras e missões com potencial de exportação. Ação Descrição Início Término 1. Difusão de oportunidades de negócios no setor de petróleo e gás nos países membros do MERCOSUL. Realização de 4 missões comerciais de 2 dias cada, 1 por Estado Parte, com vistas a identificar oportunidades concretas de negócios entre empresas fornecedoras e âncoras da cadeia produtiva de Petróleo e Gás do MERCOSUL. jan/2012 dez/2014 2. Promoção de interação entre empresas compradoras e fornecedoras da cadeia petróleo e gás no MERCOSUL. Esta ação será realizada em duas etapas:  4 rodadas de negócios de 2 dias cada, com vistas a promover ambiente favorável ao fechamento de negócios entre empresas fornecedoras e âncoras da cadeia; e  4 rodadas de trabalho (intercâmbios comerciais) de 2 dias cada entre dirigentes de associações e de redes, bem como de representantes de empresas fornecedoras, para criação de sinergias e aproximação. jan/2012 dez/2014 Marcos Críticos:  Realização de 40% dos eventos programados;  Realização de 80% dos eventos programados. Projeto 5: Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores de Petróleo, Gás e Energia na América Latina Descrição Básica: Ampliar a atuação de fortalecimento da cadeia produtiva de Petróleo e Gás no âmbito dos países da América Latina a partir da qualificação, da integração e da complementação das empresas fornecedoras (potenciais e efetivas), em alinhamento com as demandas e necessidades das empresas-âncora dos países:  Realizar mapeamento da cadeia produtiva de Petróleo e Gás nos países definidos na América Latina;  Produzir informação sistematizada sobre oportunidades de negócios nas empresas-âncora da cadeia produtiva;  Promover a competitividade de empresas fornecedoras participantes do projeto, viabilizando desenvolvimento de competências gerenciais e inovação tecnológica; e  Desenvolver atividades para abertura de mercado e geração de negócios. Resultado(s):  Fortalecimento da cadeia produtiva de petróleo e gás dos países definidos na América Latina;  Aumento do volume de vendas e de bens entre empresas fornecedoras e empresas-âncora da cadeia produtiva;  Promoções de intercâmbios comerciais entre empresas da cadeia produtiva;  Disseminação de boas práticas de gestão empresarial, voltadas à melhoria da competitividade de pequenos fornecedores;  Promoção de parcerias e de transferência de tecnologia, assim como de acesso à inovação tecnológica;  Melhora da qualidade dos itens (bens e serviços) fornecidos por empresas dos países definidos da América Latina. Ação Descrição Início Término 1. Sensibilização dos atores públicos e privados dos países definidos Sensibilizar os atores públicos e privados, empresas âncoras dos pólos regionais dos países, por meio de visitas, reuniões, workshops para disseminação de informações da relevância da participação no Programa e na Rede de Melhorias de Gestão da Cadeia de Fornecedores da Petrobras. set/2012 dez/2014
  • 87. | p á g i n a | 86 Ação Descrição Início Término 2. Estruturação da governança do projeto e planejamento, acompanhamento e monitoramento do projeto Formalizar grupo de trabalho institucional, com representantes empresariais e governamentais dos países. Será responsável pela definição de diretrizes do projeto, pela articulação e mobilização de pessoas e empresas participantes. Responsável pelos termos de adesão das empresas âncoras e fornecedoras. Serão realizadas reuniões com a participação da Presidência da ABDI, 1 em cada país para apresentação do projeto e 1 final, no Brasil, com representantes de instituições de todos os países que aderiram ao projeto. Planejar as atividades, acompanhar a execução e monitoramento dos resultados jan/2013 dez/2014 3. Diagnóstico Mapear a cadeia produtiva de petróleo e gás dos países; Sistematizar as políticas de compras das grandes empresas (empresas-âncora); definir um grupo de itens por EP para compor o escopo do projeto de integração e complementação de fornecedores da América Latina; difundir informações às empresas fornecedoras e identificar potenciais empresas fornecedoras participantes do projeto e definir e diagnósticar as 100 empresas fornecedoras (efetivas e potenciais) dos itens que compõem o escopo do projeto, que assinarão termo de adesão ao projeto jan/2013 set/2013 4. Fortalecimento da Competitividade Promover atividades e eventos para melhorar as competências gerenciais das empresas fornecedoras; Fomentar a inovação tecnológica nas empresas fornecedoras e difundir para os EP boas práticas de iniciativas que promovam a melhoria da competitividade das empresas do setor de petróleo e gás. (ex: Prominp e Convênio Sebrae/Petrobras) mar/2013 set/2013 5. Acesso a Mercados Difundir oportunidades de negócios no setor de petróleo e gás nos países definidos na América Latina mar/2013 dez/2014 Marcos Críticos:  Sensibilização dos atores públicos e privados dos países definidos;  Estruturar a governança do projeto;  Adesão das empresas ao projeto. Projeto 6: Ampliação da Rede de Melhoria de Gestão para a América Latina Descrição Básica: Ampliar a Rede de Melhoria de Gestão na América Latina por meio da articulação com instituições multilaterais como: Cepal, IIRSA, OLADI, ALADI, ARPEL.. Resultado(s):  Rede instalada em países definidos na América Latina com adesão de institucionais locais Ação Descrição Início Término 1. Sensibilização dos atores públicos e privados dos países definidos Sensibilizar os atores públicos e privados, empresas âncoras dos pólos regionais dos países, por meio de visitas, reuniões, workshops para disseminação de informações da relevância da participação no Programa e na Rede de Melhorias de Gestão da Cadeia de Fornecedores da Petrobras. jun/2011 dez/2014 2. Governança da rede Formalizar grupo de trabalho institucional, com representantes empresariais e governamentais dos países. Será responsável pela definição de diretrizes do projeto, pela articulação e mobilização de pessoas e empresas participantes. jun/2011 dez/2014 3. Plano de animação e comunicação Desenvolver e implementar os planos de comunicação e animação da Rede. jun/2011 dez/2014
  • 88. | p á g i n a | 87 Ação Descrição Início Término 4. Estudos complementares Análise de necessidade estudos complementares para ações de melhoria de competitividade das empresas da cadeia nos países. jun/2012 dez/2014 5. Análise das ações da Rede que podem ser implementadas Analisar diante ao panorama encontrado nos países quais programas/projetos da Rede de Gestão podem ser implantados. jan/2013 dez/2014 Marcos Críticos:  Sensibilização dos atores públicos e privados dos países definidos;  Estruturar a governança do projeto. Orçamento Preliminar
  • 89. | p á g i n a | 88 Programa 11 – Capacitação e Desenvolvimento de Competências Instituições Coordenadoras: Prominp, PETROBRAS Entidades Envolvidas na Execução: MPlanejamento, MME, Prominp, MEC, IEL, MDIC, SENAI, SESI, escolas técnicas, universidades, Instituto Publix, Amaná-Key e outras Escopo: Programa composto de 6 projetos e 23 ações Público Alvo: Fornecedores de bens e serviços para a Petrobras atuais e potenciais. (empresas fornecedoras diretas e indiretas, esfera pública, associações e instituições, lideranças, corpo gerencial, gestores administrativos e financeiros, área de recursos humanos, mão de obra de produção, ...) Objetivo(s):  Capacitar líderes, profissionais e atores da cadeia no estado-da-arte em gestão  Contribuir para a melhoria de capacitação nacional no ensino fundamental, profissionalizante e superior visando profissionais melhores preparados ao longo da cadeia de petróleo e gás Contextualização: Um dos estrangulamentos estruturais identificados na cadeia de fornecedores é a questão da gestão e da capacidade gerencial nas empresas e ao longo da cadeia de fornecedores. A velocidade de realização dos investimentos que a Petrobras pretende fazer nos próximos anos dependerá diretamente da capacidade de gestão ao longo da cadeia de fornecedores em absorver esta demanda. A identificação dos problemas em gestão aponta que a eficácia do equacionamento da demanda depende da capacitação gerencial ao longo da cadeia, seja ela pública e privada. Vem crescendo a necessidade de gestores devidamente qualificados. Um estudo recente coordenado UNICAMP e UFRJ (“PIB: Perspectivas do Investimento no Brasil”, que aborda o ressurgimento da indústria naval brasileira e o potencial para tornar empresas brasileiras players mundiais, alerta sobre a necessidade de incluir a melhoria e qualificação em gestão no desenvolvimento das cadeias de fornecedores. Em uma cadeia de fornecedores tão complexa, a necessidade de trabalhar em rede é vital para absorver e compreender a diversidade de problemas existentes e para desenvolver competências em escala nacional. O Programa de Capacitação e Desenvolvimento de Competências foi idealizado após a percepção de que capacitar profissionais para suprir a demanda técnica da área de petróleo e gás não era suficiente para atender a demanda e atingir o desenvolvimento da cadeia de fornecedores e do país. O desenvolvimento de ações voltadas para capacitação na área de gestão contribuirá para reduzir ineficiências e para melhorar a competitividade das empresas e do setor. O Prominp desenvolve uma de suas principais rotas de atuação através do PNQP – Plano Nacional de Qualificação Profissional, rota esta essencial no processo de suprir a demanda de profissionais técnicos no mercado, realizando cursos de qualificação profissional para atender o crescente setor de petróleo e gás em função dos grandes investimentos e empreendimentos previstos na construção civil, engenharia, manutenção e operação, envolvendo 80 instituições de ensino em 17 estados. O mercado necessita também de líderes, de profissionais de alto nível gerencial (executivos), gestores públicos e atores para gerenciar os gargalos, as oportunidades e os desafios e atuar como agentes de transformação, negociadores e mobilizadores da cadeia. É necessária a formação e a atualização de gestores com práticas gerenciais que busquem incrementar a produtividade e que aliem o gerenciamento adequado das externalidades com a melhoria de desempenho nos produtos, projetos e processos. Outra necessidade observada mais ampla é a melhoria do ensino fundamental e profissionalizante no país, além do nível superior, em apoio a iniciativas do MEC e governos estaduais. No longo prazo, visualizamos uma formação fundamental de qualidade para a população brasileira. No futuro, isto liberará o Prominp de uma de suas rotas de ação que é o reforço escolar, hoje extremamente importante e necessária para preparar parte da população para processos seletivos e potencializar sua chance de empregabilidade. Os projetos propostos neste programa abordam: a ampliação da capacitação de lideranças e executivos ao longo da cadeia baseados em gestão do futuro, aliando base conceitual a pragmatismo, e sintonizado com paradigmas emergentes; o aperfeiçoamento de capacidades e desenvolvimento de
  • 90. | p á g i n a | 89 competências em gestão empresarial (em várias áreas de conhecimento – finanças, contabilidade, recursos humanos, inovação, conhecimento, tecnologia, sustentabilidade, mudanças climáticas, tributos, estratégia empresarial, responsabilidade social, gestão de territórios, etc.); o apoio a planos e ações de melhoria da formação e capacitação de gestores públicos nos níveis federal, estadual e municipal, em várias áreas de conhecimento; o apoio a planos de educação fundamental e profissionalizante no país para atender no médio e longo prazos as demandas do setor de petróleo e gás através, por exemplo, de suporte à melhoria de formação e capacitação de professores e profissionais do ensino. Projeto 1: Gestão e Integração dos Projetos e Ações do Programa Descrição Básica: Planejamento, monitoramento, acompanhamento e controle dos projetos; gestão da integração dos projetos; avaliação dos resultados; governança do programa Resultado(s): Assegurar a execução dos projetos que compõem o Programa Ação Descrição Início Término 1. Planejamento Planejamento do programa, com estabelecimento de objetivos e metas; estruturação da governança e constituição do comitê gestor; elaboração e implementação do modelo de gestão jan/2011 dez/2014 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa jan/2011 dez/2014 3. Integração e animação Gestão da integração dos projetos; animação das ações e da integração, inclusive com outros programas; avaliação de resultados jan/2011 dez/2014 4. Comunicação e divulgação Plano de comunicação e divulgação dos processos e resultados, auxiliando a integração, a troca de informações e a sinergia; realização de eventos para animação da rede e mobilização de atores jan/2011 dez/2014 5. Apoio para articulação em rede para capacitação e desenvolvimento de competências em gestão Articulação de instituições no âmbito do Prominp que possam atuar como operadores do Programa, visando ampliar a capacitação e desenvolver competências em gestão empresarial. jan/2011 dez/2014 Projeto 2: Formação de lideranças Descrição Básica: Ampliação da capacitação de lideranças e executivos ao longo da cadeia baseados em gestão do futuro, aliando base conceitual a pragmatismo, e sintonizado com paradigmas emergentes Resultado(s): Lideres com visão estratégica de longo prazo – futuro Ação Descrição Início Término 1. Desenvolvimento de conteúdo programático Conteúdo necessário aos lideres do futuro: os executivos como estadista, estrategista, agente de transformação, catalisador de resultados, negociador, mobilizador, gerenciador de processos, pessoas, resultados e redes, educador, jan/2011 dez/2011 2. Estratégias de implementação de cursos Desenvolvimento de estratégias de implementação de cursos em larga escala jan/2011 dez/2011 3. Seleção de líderes e empresas-líder Processo de seleção de lideranças nos públicos-alvo do programa ago/2011 dez/2014 4. Acompanhamento Avaliação dos cursos e da maturidade do processo ago/2011 dez/2014
  • 91. | p á g i n a | 90 Projeto 3: Capacitação em gestão empresarial Descrição Básica: Ampliação da capacitação e desenvolver competências em gestão empresarial para os fornecedores de bens e serviços da cadeia de fornecedores da Petrobras – sustentabilidade, mudanças climáticas, gestão financeira e tributária, contabilidade, recursos humanos, estratégia empresarial, responsabilidade social, gestão de territórios, Resultado(s): Evolução em termos de maturidade em gestão, com base nos critérios do Modelo de Excelência em Gestão do PNQ; melhoria da Competitividade das Empresas Ação Descrição Início Término 1. Desenvolvimento de conteúdo programático Desenvolvimento de conteúdo modular - necessário ao aperfeiçoamento de capacidades e desenvolvimento de competências em gestão empresarial - aproveitar conteúdos eventualmente já desenvolvidos no Prominp (sustentabilidade, mudanças climáticas, finanças, tributos, contabilidade, recursos humanos, estratégia empresarial, responsabilidade social, ...) jan/2011 mai/2011 2. Estratégias de implementação de cursos Desenvolvimento de estratégias de implementação de cursos em larga escala, por meio da convênios com instituições jun/2011 ago/2011 3. Processo de seleção / auto- avaliação Realização de Processo de Seleção e de auto-avaliação das empresas set/2011 dez/2011 4. Avaliação de maturidade Avaliação de maturidade em gestão a fim de verificar a evolução jan/2012 dez/2014 Projeto 4: Desenvolvimento de competências em gestão pública Descrição Básica: Apoio a planos e ações de melhoria da formação e capacitação de gestores públicos nos níveis federal, estadual e municipal, em várias áreas de conhecimento Resultado(s): Gestores mais eficazes, processos mais integrados e ágeis, redução do custo Brasil Ação Descrição Início Término 1. Mapeamento de demandas Integração das demandas já mapeadas e novos mapeamentos, com base em critérios de níveis de capacidades institucionais. jan/2011 abr/2011 2. Definição de Conteúdos Desenvolvimento de conteúdos de capacitação de forma participativa (com governo federal, estados e municípios) mai/2011 jul/2011 3. Estratégia de implementação Desenvolvimento de estratégias de implementação de cursos em larga escala, por meio de contratos de resultados com instituições ago/2011 nov/2011 4. Avaliação Avaliação da evolução do nível de capacidade institucional jan/2012 dez/2014 Projeto 5: Apoio e potencialização de planos nacionais e regionais de educação fundamental e profissionalizante Descrição Básica: Apoio a planos de educação fundamental e profissionalizante no país para atender no médio e longo prazos as demandas do setor de petróleo e gás Resultado(s): Melhoria da capacitação fundamental e profissionalizante no país Ação Descrição Início Término 1. Capacitação de Profissionais Apoio à melhoria de formação e capacitação de professores e profissionais nos estados com empreendimentos previstos jan/2011 dez/2014 2. Apoio a planos governamentais de educação Apoio ao Plano Nacional de Educação - PNE - coordenado pelo MEC e planos estaduais/regionais jan/2011 dez/2014 3. Reforço Escolar para População de Baixa Renda em certos territórios Apoio ao Plano Nacional de Qualificação Profissional (Projeto comum ao Prominp) jan/2011 dez/2014
  • 92. | p á g i n a | 91 Projeto 6: Capacitação em Gestão da Inovação e do Conhecimento para Bens, Serviços e Processos Descrição Básica: A inovação e o conhecimento como elementos centrais da competitividade; sua gestão otimizada para alcançar novos patamares Resultado(s): Crescimento da maturidade em gestão do processo de inovação e aumento das inovações das empresas/organizações dos segmentos estratégicos selecionados da cadeia de fornecedores de bens e serviços da Petrobras Ação Descrição Início Término 1. Planejamento do Projeto de Capacitação A) Consolidação dos diagnósticos existentes (do PROMINP, SEBRAE, ONIP, IBP, ABIMAQ e outros) sobre carências na gestão do processo de inovação nas empresas/organizações dos segmentos estratégicos selecionados da cadeia de fornecedores de bens e serviços B)análise sobre necessidades de capacitação em inovação em gestão e gestão da inovação (amplo senso) Jan/2011 nov/2011 2. Desenvolvimento de conteúdo programático e estratégia de implantação Desenvolvimento de conteúdo modular - aproveitar conteúdos eventualmente já desenvolvidos no Prominp Jan/2011 nov/2011 3. Acompanhamento e avaliação do Projeto de Capacitação a) Acompanhamento dinâmico dos subprojetos e atividades realizadas mediante adaptação do modelo de gerenciamento proposto; b) Avaliação do avanço do nível de maturidade em gestão do processo de inovação dez/2011 dez/2014 Orçamento Preliminar Ação R$2011Projeto R$2012-2014 R$Total
  • 93. | p á g i n a | 92 Programa 12 – Secretaria Executiva da Rede Instituições Coordenadoras: Petrobras, Ministério do Planejamento, Movimento Brasil Competitivo, Fundação Nacional da Qualidade Entidades Envolvidas na Execução: PETROBRAS, MP, MBC, FNQ, CNI, IEL, ABDI, PROMINP, CGEE, MT, MD, MME, SAE, CDES, BNDES, ANPROTEC, SBGC, ABCE, CE-EPC, MF, ABIMAQ, ABINEE, ABEMI, SEBRAE, CEDBS, IOS e outras Escopo: Programa composto de 6 projetos e 21 ações Público Alvo: Toda a rede Objetivo(s):  Implantar e operar estrutura e infraestrutura de apoio à rede, contemplando (i) animação da rede e comunicação; (ii) abrigo, planejamento, monitoramento e avaliação dos projetos estratégicos; (iii) fomento Institucional & integração com outras iniciativas; (iv) gestão administrativa e financeira; e gestão de TIC  Implantar Gestão Estratégica Orientada para Resultados tendo por objeto a Carteira de Programas Estratégicos da rede  Ampliar a participação de entidades e empresas na rede Contextualização: A rede de melhoria de Gestão é uma rede de colaboração, induzida para gerar cooperação para execução de uma estratégia comum. Trata-se essencialmente de um conjunto de atores com uma agenda em comum. Baseia-se na convergência de propósitos e é orientada para resultados, combinando elementos hierárquicos e de auto-organização. Requer, portanto, a percepção de que a cooperação gera valor e de que a apropriação do valor gerado pelas partes se dá de forma justa. A rede de melhoria da gestão compõe-se assim por um conjunto de atores, e um conjunto de programas, que, de forma articulada, irão atuar sobre esse universo vasto e diversificado já existente – muito embora nem todos os seus atores participem da implementação dos programas. O modelo de governança é composto por três principais instâncias, a saber:  Consultiva: instância formada pelo Comitê Consultivo (que é uma instância permanente de consulta com todos os integrantes da Rede, que atuarão ou não direta ou indiretamente nos programas, de apoio decisório ao Comitê de Governança; e que operará por meio de oficinas como espaços de trabalho para formulação e avaliação estratégicas da Rede); e formada também por Comitês Temáticos e Comitês Regionais (formados com o objetivo de demarcar espaços de negociação, solução de conflitos e tratamento de temas transversais, e que funcionarão como instâncias de facilitação do papel integrador do Comitê de Governança).  Deliberativa: instância formada pelo Comitê de Governança (com membros fixos - em primeira proposta, os iniciadores e patrocinadores da rede, tais como a Petrobras, que o presidirá, MPOG, MBC e FNQ - e entre vinte e trinta membros rotativos, com mandato de 1 ano, mantendo representatividade mínima de segmentos estratégicos tais como associações e entidades representativas dos fornecedores, governos das diversas instâncias, academia/instituições de CT&I, ONGs, entidades de fomento, notáveis e outros)  Executiva: instância formada pela Secretaria Executiva, com a função de dar suporte à implementação de programas, exercendo a macro-coordenação dos comitês temáticos e comitês regionais, provendo o suporte operacional para o funcionamento da rede (por meio dos processos de animação, monitoramento e avaliação, apoio institucional, suporte de TI e gestão administrativa e financeira), e apoiando o Comitê de Governança em sua tarefa de avaliar a atuação da rede e revisar periodicamente seu plano estratégico. O Secretário-Executivo, a ser escolhido pela Petrobras a partir de sugestões do Comitê de Governança, estabelecerá pautas, consolidará informações e análise de problemas e formulará propostas para soluções e debates, promovendo a interação institucional. Assim, o suporte às ações da Rede caberá à sua Secretaria Executiva. Além dos processos de interlocução e facilitação desempenhados pelos Comitês Temáticos e Regionais, com o apoio e sob a coordenação da Secretaria Executiva, há processos de suporte relacionados a temas tais como animação, planejamento, monitoramento e avaliação, fomento
  • 94. | p á g i n a | 93 institucional, gestão de tecnologia da informação e comunicações e gestão administrativa e financeira, que devem ser desempenhados para o funcionamento satisfatório da Rede. A figura a seguir representa os processos mencionados. O processo de solução de problemas privilegiará o rápido acionamento do Comitê de Governança pela Secretaria Executiva e o acionamento das instâncias consultivas e políticas pelo Comitê de Governança, sempre que a natureza dos problemas assim o demandar. Projeto 1: Implantação da Secretaria Executiva e Instrumentos de Gestão Descrição Básica: Implantação da Secretaria Executiva e Instrumentos de Gestão Resultado(s): Implantação da estrutura, processos e mecanismos de gestão da Rede Ação Descrição Início Término 1. Implantação e operacionalização da Secretaria Executiva da Rede Implantação e operacionalização da Secretaria Executiva da Rede jan/2011 dez/2014 2. Monitoramento, controle e avaliação Monitoramento, controle e avaliação da execução dos projetos e ações; controle e acompanhamento do programa por meio do cronograma físico e financeiro e demais planos do programa jan/2011 dez/2014 3. Sistema de Informações Sistema de apoio à gestão e integração dos projetos jan/2011 dez/2014 Projeto 2: Governança da Rede Descrição Básica: Detalhamento operacional do modelo já aprovado de governança da Rede Resultado(s): Processo decisório ágil; expansão da rede; processos de consulta permitam decisões mais robustas e legítimas Ação Descrição Início Término 1. Detalhamento da modelagem Definição sobre o modelo operacional da rede, regras para novos entrantes, estatuto jan/2011 jun/2010 2. Instalação das instâncias deliberativas e de consulta Instalação das instâncias deliberativas e de consulta mar/2011 jun/2011
  • 95. | p á g i n a | 94 Projeto 3: Planejamento e monitoramento da rede Descrição Básica: Concepção e implantação de um modelo de monitoramento e avaliação e a realização de ajustes dos programas e projetos Resultado(s): Carteira de programa e projetos focada, coerente e legítima; feedback para ajustes; aprendizagem contínua. Ação Descrição Início Término 1. Planejamento tático Detalhar o planejamento estratégico da Rede em necessidades operacionais e plano de contingência jan/2011 jun/2011 2. Monitoramento dos pilares, programas e entidades Criação e implementação de metodologia de monitoramento dos pilares, programas e entidades; monitoramento dos pilares e programas jan/2011 jun/2011 3. Acompanhamento dos princípios e valores Criação e implementação de metodologia para acompanhamento de princípios e valores jan/2011 jun/2011 4. Implantação sala de situação Montagem do painel de controle (definição de variáveis e forma de disponibilização dos dados) jan/2011 jun/2011 5. Avaliação de resultados Avaliação de resultados dos programas e da rede como um todo jan/2012 dez/2014 Projeto 4: Plano de animação e comunicação Descrição Básica: Desenvolvimento e implementação dos planos de comunicação e animação da Rede Resultado(s): Novas adesões; redução de conflitos; Engajamento e adesão; apoio e patrocínios. Ação Descrição Início Término 1. Comitês deliberativos e de consulta Animação, comunicação e apoio aos comitês deliberativos e de consulta jan/2011 dez/2014 2. Eventos Organização de eventos do programa e da Rede de Gestão; agenda de eventos dos demais programas da Rede. jan/2011 dez/2014 3. Desenvolvimento e governança do site da Rede de Gestão Desenvolvimento do site, acompanhamento, alimentação do site da Rede de Gestão jan/2011 dez/2014 4. Plano de Comunicação e Animação Comunicação à alta administração e partes interessadas na Petrobras, Comunicação entre integrantes da rede, Comunicação com novos entrantes, Divulgação externa jan/2011 dez/2014 Projeto 5: Apoio ao fortalecimento institucional Descrição Básica: Apoio às entidades que operacionalizam a rede em ações de melhoria em capacidade de gestão dos projetos Resultado(s): Excelência na execução dos projetos Ação Descrição Início Término 1. Apoio à gestão de programas Coaching e disponibilização de ferramentas de apoio jan/2011 dez/2014 2. Fortalecimento institucional Projetos de melhoria da gestão e da capacidade de gestão das organizações executoras de projetos e programas da Rede jan/2011 dez/2014 3. Desenvolvimento de capacidades Capacitação dos gestores dos programas e projetos da Rede jan/2011 dez/2014 4. Diagnóstico de necessidades das instituições Diagnóstico permanente das necessidades institucionais das entidades envolvidas jan/2011 dez/2014
  • 96. | p á g i n a | 95 Projeto 6: Gestão do conhecimento da rede Descrição Básica: Mapeamento das competências institucionais das entidades e das competências individuais das pessoas-chaves de cada entidade e implantação de mecanismos de gestão do conhecimento nos projetos da rede Resultado(s): Banco de conhecimento da rede, permitindo aos gestores das entidades fácil identificação das entidades e das pessoas detentoras das competências específicas requeridas nos vários projetos e ações da rede e o respectivo repositório do conhecimento gerado nos projetos, incluindo suas lições aprendidas e memória técnica Ação Descrição Início Término 1. Banco do conhecimento da rede Mapeamento das competências institucionais das entidades e das competências individuais das pessoas- chave de cada entidade jan/2011 dez/2014 2. Monitoramento do conhecimento na rede Construção da metodologia de gestão e monitoramento do conhecimento nos projetos da rede e estruturação do escritório de gestão do conhecimento como base operacional da inteligência coletiva do MGE jan/2011 dez/2014 3. Práticas de gestão do Conhecimento Operacionalização das práticas de gestão do conhecimento da Rede jan/2011 dez/2014 Orçamento Preliminar
  • 97. | p á g i n a | 96 Em síntese, a rede será operacionalizada através de 12 programas, coordenados por diversas instituições parceiras, e com financiamento multi-institucional. O orçamento estimativo para o período 2011-2014 prevê um montante de R$ 442,07 milhões para a execução dos 12 Programas, que envolverão, de início, cerca de 67 projetos estratégicos e 278 ações. A constituição da rede prevê captação de recursos junto a diversas instituições. O aporte de recursos da Petrobras terá efeito alavancador em relação à participação das entidades envolvidas, expandindo-se à medida em que a rede também vá se expandindo e consolidando. Os programas de trabalho e respectivas previsões de aporte financeiro multi-institucional são: Programa Recursos (R$ 103 ) 2011 2012-2014 Total 1. Desenvolvimento de Pólos Empresariais e Arranjos Produtivos Locais 10.733,08 18.557,59 29.290,67 2. Desenvolvimento Sustentável de Territórios Impactados por Investimentos 13.550,00 8.000,00 21.550,00 3. Modelo de Melhoria Contínua da Gestão Empresarial 20.797,77 74.007,45 94.805,22 4. Modernização da Gestão Pública 26.552,06 39.700,00 66.252,06 5. Inteligência em Logística e Transporte 7.924,00 6.251,89 14.175,89 6. Inovação em Gestão, Processos, Bens e Serviços 20.700,00 41.300,00 62.000,00 7. Fortalecimento da Engenharia Brasileira 18.472,08 13.381,27 31.853,35 8. Mecanismos Financeiros e Tributários e Apoio ao Conteúdo Nacional 18.040,00 11.790,00 29.830,00 9. Mecanismos de Integração da Gestão da Cadeia 10.812,00 6.100,00 16.912,00 10. Desenvolvimento da Cadeia de Fornecedores na América Latina 4.948,00 7.692,75 12.640,75 11. Capacitação e Desenvolvimento de Competências 14.340,00 16.420,00 30.760,00 12. Secretaria Executiva da Rede 11.370,00 15.480,00 26.850,00 Total 179.625,65 262.247,96 441.873,61
  • 98. | p á g i n a | 97 5. Recomendações Vivemos um momento impar no país e temos diante de nós um conjunto de oportunidades para o desenvolvimento brasileiro. A Petrobras, cumprindo seu papel histórico de indutor do desenvolvimento nacional, já está fortalecendo a indústria brasileira com seu robusto programa de investimentos com expressivo conteúdo nacional. Temos uma oportunidade única para disputar negócios no mercado internacional em pé de igualdade com os principais centros fornecedores no mundo. Temos os ingredientes para construir uma indústria petrolífera competitiva de classe mundial e que atenda a crescente demanda nacional. Neste sentido, é preciso modernizar e expandir o setor industrial e de serviços no Brasil e torná-lo mais eficiente para fazer frente à competição internacional. Como outros projetos estruturantes, faz-se necessário unir esforços em um grande "mutirão nacional", integrando ações do Estado, empresariado e sociedade organizada. Para atender a demanda advinda dos investimentos da Petrobras, é necessária uma melhoria da capacidade de gestão nas empresas e ao longo da cadeia de fornecedores. É nessa dimensão que a Rede de Melhoria da Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores da Petrobras tem o papel fundamental de identificação e melhoria das questões e condições de gestão, propondo soluções e superando dificuldades, tanto as relativas à gestão empresarial quanto à gestão pública. A velocidade de realização dos investimentos que a Petrobras pretende fazer nos próximos anos dependerá diretamente da capacidade da cadeia de fornecedores em absorver esta demanda, que inclui a necessária ampliação do parque nacional. Portanto, é preciso avançar na constituição de uma rede orientada a resultados e valores que tenha um programa executivo, um programa de ação. E que propicie a troca de idéias entre seus elos, além das entidades que já fazem parte da rede, que chegue ao público fim, às empresas, aos segmentos que vão se organizar. Essa rede e o seu conjunto de programas têm um papel importante de trazer ao debate temas essenciais para a implementação de uma política industrial, orientada pela demanda, com redução de riscos na atividade, propiciando uma intervenção nos processos de gestão das empresas que constituem essa cadeia. O desenvolvimento da rede de melhoria de gestão minimizará riscos nos investimentos e estratégias, e será um instrumento de integração entre os envolvidos, com forte liderança governamental e empresarial. Assim, o conjunto de ações a serem empreendidas para implementar a rede e toda a sua programação de trabalho inclui:  a pronta implantação da Rede de Melhoria de Gestão da Cadeia Nacional de Fornecedores da Petrobras e de sua governança, com a instituição da Secretaria Executiva e do Comitê de Governança;  a formalização e estabelecimento de parcerias e termos de cooperação entre as diversas entidades da rede para a operacionalização dos 12 programas de trabalho previstos;  a priorização dos programas, negociação, definição e alocação de recursos para a execução de 2011;
  • 99. | p á g i n a | 98  a formatação e implantação do sistema de gestão dos programas; e  a expansão da rede pela aproximação, incorporação e participação de governos e instituições estaduais, regionais e municipais e, principalmente, de empresas fornecedoras que são, em última análise, o seu público-alvo.
  • 100. | p á g i n a | 99 Anexo I. Histórico do Desenvolvimento da Rede
  • 101. p á g i n a | 100 A partir de iniciativas anteriores voltadas para o aumento da competitividade da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços da Petrobras, o MP – Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, a Petrobras – Petróleo Brasileiro S.A., a FNQ – Fundação Nacional da Qualidade, e o MBC – Movimento Brasil Competitivo, em comum acordo, deram início a um processo abrangente de melhoria de gestão dessa cadeia, tanto do ponto de vista de seus elos, quanto de todo o conjunto de entidades que influem de modo significativo em relação a ela. Durante os últimos meses de 2009 foi desenvolvido um intenso trabalho de realização de contatos e reuniões de trabalho com órgãos e entidades públicas, associações e entidades de representação de segmentos da cadeia, entidades voltadas para o desenvolvimento do conhecimento e processos de gestão, tendo por objeto a apresentação da iniciativa e a adesão dessas entidades ao movimento. A partir da decisão da realização de uma primeira oficina de trabalho, ainda em 2009, o grupo patrocinador convocou as consultoras Macroplan, Publix e Amana Key para apoiarem tecnicamente o evento, e, de imediato, foi iniciada pela primeira a realização de um conjunto de 29 entrevistas, individuais ou em pequenos grupos, com representantes dos atores citados, para obter suas percepções e sugestões sobre o tema. O conteúdo gerado pelas entrevistas foi utilizado pelas consultoras, juntamente com outros insumos, para a preparação de um “Caderno de Trabalho”, previamente distribuído aos participantes da 1ª Oficina, de modo a orientar sua reflexão individual preparatória de sua participação no evento, que teve lugar em 15 e 16 de dezembro de 2009, na Granja Viana, Cotia, São Paulo. Essa 1ª Oficina objetivou a mobilização e o alinhamento das instituições relacionadas com a melhoria da gestão – pública e privada – visando sua contribuição para o desenvolvimento da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços essenciais às estratégias e investimentos da Petrobras 2010/20, em especial o pré-sal, somando-se a outras iniciativas em curso no contexto nacional e, adicionalmente, fortalecendo o Brasil como exportador de bens e serviços. Vislumbrava-se a criação de uma rede específica de melhoria de gestão – fortalecendo as entidades voltadas à melhoria da gestão, criando uma rede específica juntamente com as organizações empresariais e de trabalhadores da cadeia nacional de fornecedores da Petrobras, com os Ministérios do Governo Federal, com as secretarias estaduais de planejamento e administração e com entidades de fomento e financiamento do desenvolvimento brasileiro, de modo a propiciar:  Contribuição para o aumento da competitividade da cadeia de fornecedores da Petrobras objetivando o atendimento à demanda prevista e potencial com elevado índice de nacionalização, envolvendo a gestão das empresas e de seus relacionamentos (fornecedores, Governos e Petrobras);  Confiabilidade no fornecimento de bens e serviços e sustentabilidade econômica, social e ambiental da Cadeia no longo prazo;  Aproveitamento das sinergias existentes, indicando projetos a serem desenvolvidos conjuntamente e minimizando as vulnerabilidades da indústria nacional;
  • 102. p á g i n a | 101  Compartilhamento das boas práticas e metodologias de gestão, com menor custo na capacitação/desenvolvimento de fornecedores, usando como referência um modelo de aceitação nacional;  Fortalecimento das entidades voltadas à melhoria da gestão através de integração e sinergias da rede, propiciando-lhes aprofundamento dos conhecimentos e reconhecimento da Sociedade;  Busca de novos paradigmas de atuação para o desenvolvimento cooperativo das empresas nacionais de bens e serviços;  Abrangência da rede, prevendo-se envolvimento de fornecedores dos fornecedores e atendendo necessidades e capacidades diferenciadas para grandes, médias, pequenas e micro-empresas;  Visualização e acompanhamento de toda a cadeia de processos, inclusive da Petrobras;  Transparência e abertura para conquistar novos entrantes e respeitar as diferenças;  Contribuição para as demais cadeias produtivas do País; e  Potencialização de oportunidades e minimização de impactos negativos no desenvolvimento local e regional da área de influência dos empreendimentos. A conceituação inicial de Gestão adotada foi ampla, reunindo conhecimentos de Qualidade, Produtividade, Competitividade, Sustentabilidade, Responsabilidade Social e Ambiental, Inovação, Pessoas, Gestão do Conhecimento, Eficiência Energética, Financiabilidade e Disciplina de Capital. Foram convidadas as seguintes entidades com abrangência nacional:  Entidades voltadas à Melhoria da Gestão: ABENDI, ABNT/CB-25, ANDIFES, ANPROTEC, CEBDS, CGEE, DIEESE, FNQ, GesPública, IEDI, IEL, INMETRO, INPI, Instituto Observatório Social, MBC, Pacto Global, Rede Brasil +, SBGC e SEBRAE.  Entidades governamentais: MPOG, MME, MCT, MDIC, MD, MMA, SAE, CDES, CONSEPLAN, CONSAD, ABDI, ANP, IPEA.  Entidades de fomento: BNDES, FINEP e FEBRABAN.  Entidades empresariais: ABCE, ABDI, ABDIB, ABEAM, ABEMI, ABIMAQ, ABINEE, ABITAM, ABM, CNI, CONFEA, FENAINFO, SINAVAL e SYNDARMA.  Entidades sindicais: CUT, Força Sindical, CGTB, CTB, UGT, NCST.  Petrobras A oficina teve como primeira atividade um painel sobre a melhoria de gestão da cadeia, que contou com os seguintes painelistas:  Presidente da Petrobras – José Sérgio Gabrielli  Presidente do BNDES – Luciano Coutinho  Presidente de Honra do Movimento Brasil Competitivo – Jorge Gerdau  Presidente da FNQ – Luis Ernesto Gemigniani
  • 103. p á g i n a | 102  Presidente da CNI – Armando Monteiro  Presidente Nacional do SEBRAE – Paulo Okamoto  Secretário de Gestão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – Marcelo Viana  Ministro das Minas e Energia – Edison Lobão Durante os dias 15 e 16, através de trabalhos em grupos e em reuniões plenárias, chegou-se à formulação de uma visão de futuro com o horizonte 2020, e à definição de políticas ou requisitos de gestão, princípios e valores, iniciativas prioritárias de curto prazo (2010- 2011), diretrizes para a rede de apoio e medidas para instalação imediata dessa rede. Ao final do primeiro dia de trabalho foi também realizado um conjunto de cinco apresentações sobre entidades diretamente envolvidas com o processo:  Centro de Excelência – EPC – Laerte Santos Galhardo  PROMINP – José Renato Ferreira de Almeida  GESPÚBLICA – Bruno Carvalho Palvarini  FNQ – Ricardo Corrêa Martins  MBC – Claudio Leite Gastal O entendimento comum a que chegaram as entidades participantes é traduzido pela “Carta da Granja Viana”, apresentada a seguir. Reunidos na Granja Viana, Cotia, São Paulo, nos dias 15 e 16 de dezembro de 2009, e considerando a mudança de escala que os gigantescos investimentos da Petrobras nos próximos anos em toda a cadeia produtiva de óleo e gás – capitaneados pela explotação das reservas do pré-sal – proporcionarão a produção, industrialização e comercialização de óleo e gás no Brasil, os representantes das entidades abaixo concordam e apóiam a constituição de uma rede visando à melhoria da gestão para o desenvolvimento da cadeia nacional de fornecedores de bens e serviços à Petrobras. A visão de futuro que inspira esta rede é contribuir para a consolidação, até 2020, de uma cadeia de suprimento competitiva em escala global, sustentável nas dimensões econômica, social e ambiental, e dotada de elevada capacidade de inovação, mobilização e integração. Esta iniciativa se soma a outras em curso nas esferas pública, privada e do terceiro setor e tem como agenda prioritária a melhoria do ambiente de negócios e das condições de
  • 104. p á g i n a | 103 competitividade da indústria brasileira de óleo e gás; a gestão, o fortalecimento e a viabilização da expansão da cadeia de fornecedores, inclusive com maior inserção de micro e pequenas empresas; a capacitação tecnológica e gerencial das empresas que integram esta cadeia; a busca de crescente conteúdo nacional em condições globalmente competitivas; e uma atenção especial à gestão proativa do desenvolvimento sustentável das localidades mais diretamente afetadas pela produção de óleo e gás evitando ou minimizando seus efeitos negativos. São estabelecidas como principais diretrizes para a implementação desta rede: a definição dos papéis e das responsabilidades dos seus diversos entes; a capilaridade e ampla representatividade dos atores nela envolvidos, bem como o estabelecimento de mecanismos de coordenação, monitoramento e avaliação contínua do seu funcionamento, permitindo à Petrobras e aos demais atores agir sistemicamente na superação de gargalos e em prol do bem comum. Os signatários reafirmam sua crença e confiança de que nós, os brasileiros, seremos capazes de capturar as extraordinárias oportunidades trazidas pelos investimentos na expansão da indústria de óleo e gás e transformá-las em propulsoras do desenvolvimento sustentável do país – nesta e em futuras gerações. Granja Viana, 16 de dezembro de 2009 ABDI – Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial ABEAM – Associação Brasileira das Empresas de Apoio Marítimo ABEMI – Associação Brasileira de Engenharia Industrial ABENDI – Associação Brasileira de Ensaios não Destrutivos e Inspeção ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos ABINEE – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica ABITAM – Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal ABM – Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração ABNT/CB-25 – Comitê Brasileiro de Qualidade da Associação Brasileira de Normas Técnicas ANDIFES – Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis ANPROTEC – Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social CEBDS – Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável CE-EPC – Centro de Excelência em EPC CGEE – Centro de Gestão e Estudos Estratégicos CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil CNI – Confederação Nacional da Indústria CONFEA – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia CONSEPLAN – Conselho das Secretarias de Planejamento Estaduais CUT – Central Única dos Trabalhadores DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos FENAINFO – Federação Nacional das Empresas de Informática FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos FNQ – Fundação Nacional da Qualidade GesPública – Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização
  • 105. p á g i n a | 104 IEL – Instituto Euvaldo Lodi INMETRO – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial Instituto Observatório Social MBC – Movimento Brasil Competitivo MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MMA – Ministério do Meio Ambiente MME – Ministério de Minas e Energia MPOG/SEGE – Ministério do Planejamento/ Secretaria de Gestão PETROBRAS – Petróleo Brasileiro S.A. PROMINP – Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural Rede Brasil + SBGC – Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SINAVAL – Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore SYNDARMA – Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima Da 1ª Oficina resultaram os elementos iniciais do plano estratégico e da modelagem da rede. Em seqüência ao evento, foram constituídos cinco Grupos de Trabalho temporários (com prazo até à 2ª Oficina), a saber:  GT 1 – Coordenação e Integração  GT2 – Esfera Pública Relacionada ao Ambiente de Negócios  GT3 – Apoio à Melhoria da Gestão Empresarial  GT4 – Sustentabilidade Local e Regional  GT5 – Integração de Diagnósticos Ao GT1, integrado pelas instituições patrocinadoras – Ministério do Planejamento, Petrobras, MBC e FNQ, além dos Coordenadores dos demais GTs, coube a coordenação e integração dos trabalhos, com especial ênfase na transversalidade presente em relação a todos os temas tratados; a elaboração de uma proposta dos elementos centrais necessários para a constituição da rede; e a proposição de um conjunto de princípios de atuação de todos os integrantes da cadeia nacional de fornecedores nacionais de bens e serviços da Petrobras. Aos GTs 2, 3 e 4 coube o desenvolvimento, a partir das iniciativas prioritárias identificadas na 1ª oficina, o detalhamento de propostas de objetivos, estratégias e programas estratégicos relacionados aos respectivos temas. O GT2, coordenado pelo Ministério do Planejamento e pelo MBC, e que teve por tema central a esfera pública relacionada ao ambiente de negócios, definiu um conjunto de cinco focos principais, a saber: financiabilidade; modelo tributário; gestão pública; desenvolvimento local e regional; e infraestrutura econômica e social e dividiu-se em sub-grupos, cada um voltado para um foco específico. O GT3, coordenado pela FNQ e pelo Sebrae, e voltado para a “melhoria da gestão empresarial” também optou por trabalhar em sub-grupos, voltados para os seguintes focos: promoção da
  • 106. p á g i n a | 105 competitividade sustentável das empresas da cadeia de fornecedores; desenvolvimento e disseminação de mecanismos de promoção da eficiência da Gestão da Cadeia de Fornecedores; promoção da formação, qualificação e certificação de profissionais e empresários em gestão; logística Integrada do Projeto à Instalação; e mudança de escala – complexidade e porte – do transporte e serviços de apoio. O GT4, coordenado pelo CGEE e CEBDS, e dedicado à “sustentabilidade local e regional” optou por trabalhar segundo uma matriz multidimensional, envolvendo as dimensões econômica, ambiental, social, política e cultural, centrados em dois focos principais: o desenvolvimento territorial e a responsabilidade das empresas integrantes da cadeia nacional de fornecedores. O GT5, coordenado pela ABDI e BNDES, voltado para a identificação, análise e síntese dos diversos estudos e diagnósticos existentes sobre o tema, municiou os GTs 2, 3 e 4 com informações e referências para suas formulações, e também formulou um conjunto de propostas de Programas Estratégicos para a rede. Os Grupos de Trabalho desenvolveram suas atividades durante o período compreendido entre a 1ª e a 2ª Oficina, envolvendo, cada um deles, em média, representantes de cerca de 20 a 30 instituições de abrangência nacional, e realizando reuniões de trabalho, presenciais e virtuais, e troca de informações através do site da rede e de e-mails. Os resultados dos trabalhos integraram um Caderno de Trabalho – o 3º Caderno, que foi previamente encaminhado aos participantes da 2ª Oficina, no intuito de apoiar sua preparação individual para o evento. Foram convidadas para a 2ª Oficina as seguintes entidades com abrangência nacional:  Entidades voltadas à Melhoria da Gestão: ABNT/CB-25, ANE, ANPROTEC, CGEE, CIAGS, CIC, DIEESE, FNQ, Fórum QPC, IEDI, IEL, INMETRO, INPI, Instituto Observatório Social, MBC, SBGC, SEBRAE, SENAI, CEBDS, Pacto Global, ABENDI, ANDIFES, COPPE/UFRJ;  Entidades governamentais: MP, MME, MCT, MDEFESA, MDIC, MDS, MMA, MTRANSPORTES, SAE, CDES, CONSEPLAN, CONSAD, ABDI, ANP, IPEA, MCIDADES, MFAZENDA, FNP, MEC, IBAM;  Entidades de fomento: Banco do Brasil, BNDES, CEF, FINEP, FEBRABAN;  Entidades empresariais: ABCE, ABDIB, ABEAM, ABEMI, ABIMAQ, ABINEE, ABITAM, ABM, CNI, CONFEA, FENAINFO, ONIP, SINAVAL, SYNDARMA, CNC, FBTS, SENAI;  Outras entidades: PROMINP, CE-EPC;  Petrobras.
  • 107. p á g i n a | 106 A partir dos resultados da 2ª Oficina de Trabalho, que chegou à definição de uma carteira de Projetos Estratégicos para a rede, e também de entidades coordenadoras do detalhamento de cada um deles, foram desenvolvidos trabalhos de detalhamento dessa carteira de projetos estratégicos. Ao longo desse detalhamento, pela complexidade envolvida, se evoluiu do conceito de projetos estratégicos para o de programas estratégicos. O detalhamento da carteira de programas estratégicos apresentado no item 6 é resultado desse processo de trabalho.
  • 108. p á g i n a | 107 Anexo II. Entidades Participantes da Rede
  • 109. p á g i n a | 108 ABCE ABDI ABDIB ABEAM ABEMI ABENDI ABIMAQ ABINEE ABITAM ABM ABNT ANDIFES ANE ANP ANPROTEC BB BNDES CAIXA CDES/PR CEBDS CE-EPC CGEE CGTB CIAGS CIC CNI CONFEA CONSAD CONSEPLAN COPPE/UFRJ CUT DIEESE FBTS FENAINFO FINEP FNQ FÓRUM QPC IEL INMETRO Associação Brasileira de Consultores de Engenharia Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base Associação Brasileira das Empresas de Apoio Marítimo Associação Brasileira de Engenharia Industrial Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica Associação Brasileira da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal Associação Brasileira de Metalurgia Associação Brasileira de Normas Técnicas Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior Academia Nacional de Engenharia do Brasil Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores Banco do Brasil Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Caixa Econômica Federal Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável Centro de Excelência em EPC Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Central Geral dos Trabalhadores do Brasil Centro Interdisciplinar de Desenvolvimento e Gestão Social Centro para Inovação e Competitividade Confederação Nacional das Indústrias Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração Conselho Nacional das Secretarias Estaduais do Planejamento Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia Central Única dos Trabalhadores Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos Fundação Brasileira de Tecnologia da Soldagem Federação Nacional das Empresas de Serviços Técnicos de Informática Financiadora de Estudos e Projetos Fundação Nacional da Qualidade Fórum Nacional dos Programas de Qualidade, Produtividade e Competitividade Instituto Euvaldo Loddi Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial
  • 110. p á g i n a | 109 IOS IPEA MBC MCIDADES MDIC MDS MDEFESA MFAZENDA MTRANSPORTES MI MMA MME MP ONIP PACTO GLOBAL PETROBRAS PROMINP SAE/PR SBGC SEBRAE SENAI SESI SINAVAL SRI/PR SYNDARMA UGT Instituto Observatório Social Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Movimento Brasil Competitivo Ministério das Cidades Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome Ministério da Defesa Ministério da Fazenda Ministério dos Transportes Ministério da Integração Nacional Ministério de Meio Ambiente Ministério das Minas e Energia Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Organização Nacional da Indústria do Petróleo Pacto Global Rede Brasileira Petróleo Brasileiro S.A. Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Serviço Nacional de Apredizagem Industrial Serviço Social da Indústria Sindicato Nacional da Indústria da Construção Naval Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima União Geral dos Trabalhadores
  • 111. p á g i n a | 110 Anexo III. Participantes dos Eventos da Rede
  • 112. p á g i n a | 111 Participante Entidade Adelman Moreira Ribeiro PETROBRAS Ademir Figueiredo DIEESE Adroaldo Quintela SEDES/SRI/PR Adyval Sodré Filho SINDUSCON/BA Afonso Celso Granato Lopes PETROBRAS Agostinho Guerreiro CREA-RJ Alain Fares Pierre Fares CIC Alberto de Barros Moraes Sayão MINISTÉRIO DA DEFESA Alberto Machado Neto ABIMAQ Alceu Fernandes Molina Junior CONFEA Alcir Cachapuz PETROBRAS Alessandro Rodrigues CDES / CGTB Alex Guimarães Lourenço PETROBRAS Alexandre Alcantara Schmidt PETROBRAS Alexandre Barra CNI Alexandre Borges PUBLIX Alexandre Palhano PETROBRAS Alexandre Ribeiro P. Lopes MDIC / SDP Aline Machado da Matta SAE/PR Américo Tristão Bernardes INMETRO Ana Christina Moreno Maia Barbosa BNDES Ana Starling CDES Analucia Alcantara de Freitas BNDES André Ferro BNDES Andre Meira Melhado PETROBRAS Andrea Costa Magnavita SAE/PR Andressa Pereira PETROBRAS Angela Gomes SEDES/PR Anivaldo Bonfim Daltro PETROBRAS Anna Paula Martins BNDES Antoninho Marmo Trevisan CDES Antonio Augusto Faria PETROBRAS Antonio Carlos Galvão CGEE Antonio Gonzaga PETROBRAS Antonio Luiz Benevides PREVI Antonio Muller ABEMI Antonio Neto CDES / CGTB Aparecido Donizeti da Silva INSTITUTO OBSERVATÓRIO SOCIAL Ari M. Cardoso MINISTÉRIO DA DEFESA Arildo Mota Lopes CDES Armando de Mello Meziat MDIC Armando Vieira SAE/PR Arnaldo Alves de Souza CONSEPLAN Arthur Fernando Lara Rocha MINISTÉRIO DA DEFESA Athayde Ribeiro ABRAMAN Augusto Riccio PETROBRAS Barbara Regina Soares Farias PETROBRAS Bernardo Furtado IPEA Bolívar Pêgo IPEA Bruno de Oliveira Cruz IPEA Bruno Kahane PROMINP Bruno Von Montfort PETROBRAS Bruno Palvarini MPOG Bruno Quick SEBRAE Nacional Caio Azevedo BNDES
  • 113. p á g i n a | 112 Participante Entidade Caio B. Pimenta ONIP Cândida Beatriz de Paula Oliveira ABDI Carla Ferreira ABDI Carlos Afonso Aguiar CE-EPC Carlos Antonio L de Araújo MDIC Carlos Eduardo Flores ABDI Carlos Eduardo Macedo MDIC Carlos Eduardo Xavier Junior IPEA Carlos Feu Alvim COPPE Carlos Macedo MDIC Carlos Mauricio Lima de Paula Barros ABEMI Carlos Reis Vilhena FBTS Carlos S. Amorim Junior ABNT Carlos Senna Figueiredo CNI Carlos Wagner IPEA César P. Viana MPOG Charles Estevam de Oliveira Hasler MINISTÉRIO DA DEFESA Claudio Ferreira da Silva ABDI Claudio I. Nogueira ABEAM Claudio Leite Gastal MBC Claudio Nogueira Dias MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES Claudio Porto MACROPLAN Clayton Campanhola ABDI Clemente Ganz DIEESE Clézia Pinto BNB Daniel Braga PETROBRAS Daniel Guimarães MACROPLAN Danilo Gonçalves Freitas CE-EPC Dário Castro de Arauzo CAIXA Denise Schalom SEBRAE Diogo Assmar PROMINP Eberaldo de Almeida Neto PETROBRAS Edalmo Porto Rangel CAIXA Eduardo Celino MDIC Eduardo Galvão ABIMAQ Elena Martinis PETROBRAS Eliane Lobato Peixoto Borges SEBRAE Eliane Monteiro Alvarez MDIC Elvio Lima Gaspar BNDES Enilson Simôes de Moura UGT Erik Camarano MBC Ernani Turazzi PETROBRAS Esther Bemerguy de Albuquerque CDES/PR Fábio Aurélio da Silveira Nunes CONSAD Felipe Oliveira MACROPLAN Fernanda Gimenes CEBDS Fernando Almeida CEBDS Fernando Baratelli Junior PETROBRAS Fernando Castilhos BNDES Fernando Jefferson de Oliveira SBGC Fernando Siqueira AEPET Francisco de Assis Medeiros PETROBRAS Francisco Helder de Oliveira BNB Franco Papini SINAVAL Frederico A. Turra IEL
  • 114. p á g i n a | 113 Participante Entidade Frederico França Batista MDIC Fuad Gattaz Sobrinho SDPS Gabriela Muniz MPOG Geísa de Abreu Leite MDIC / SDP Geórgia Grace Bernardes CBIC Gerson Bier MINISTÉRIO DA DEFESA Gezsler Carlos West PETROBRAS Gianna Sagazio BNDES Gilda Pessoa PACTO GLOBAL Gilson Barbosa da Silva INMETRO Gilson Freitas Coelho ABDIB Gilson Krause FNQ Glaucia Regina Gomes MPOG Guilherme Ary Plonski ANPROTEC Guilherme Maia Rebouças SUDENE Guilherme Romanelli PROMINP Gustavo dos Anjos MMA Gustavo Emediato MBC Gustavo Henrique A. Campos MDIC Gustavo Utescher FNQ Hébrida Verardo Fam Ministério da Fazenda Heitor Pereira SBGC Helio Amorim ABCE Helio Rodrigues ABM Heloisa Menezes CNI Heloisa Salgueiro dos Santos Pereira SENAI Henrique Jager DIEESE Henrique Villa da Costa Ferreira MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL Hermes Gomes da Silva Filho PETROBRAS Horacídio Leal Barbosa Filho ABM Horácio Nelson Hastenreiter Filho COPPE Humberto Falcão Martins PUBLIX Idalino Serra Hortêncio CONFEA Idarilho Nascimento TENARIS CONFAB Iedo Brito MDIC Irenaldo Rubens Soares BNB Irene Alves Vilas Boas PETROBRAS Irineu José de Oliveira MINISTÉRIO DA DEFESA Isabel Cristina V. Santana PETROBRAS Ismar Ferreira da Costa Filho MDIC Jacy Afonso de Melo CDES / CUT Nacional Jayme Eduardo Miranda e Silva PETROBRAS João Alencar Oliveira MCidades João Antonio Conte ABENDI João Antonio Sucupira PETROBRAS João Bosco CDES/PR João Carlos de Medeiros Ferraz PETROBRAS João Carlos Ribeiro CONSEPLAN João Luis Trofino CDES João Mendes Rocha Melo MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL João Paulo Mota Cordeiro PUBLIX Jorge Luis Ferreira Boeira ABDI Jorge Luiz Freitas PETROBRAS José Adolfo Siqueira ABITAM
  • 115. p á g i n a | 114 Participante Entidade José Alexandre Pires MINISTÉRIO DA DEFESA José Alfredo Bello FBTS José Botelho Neto MME José Eduardo Fiates ANPROTEC José Fantine COPPE/UFRJ José Henrique Danemberg PETROBRAS José Homero Xavier Sampaio ABEAM José Lopez Feijóo CDES / CUT Nacional José Maria P. Garcia ABDIB José Mario Souza MINISTÉRIO DA DEFESA José Renato Ferreira de Almeida PROMINP José Ribamar Araújo MDIC José Vicente CDES / Unipalmares José Vieira Neto IEL Joseph Couri CDES / ASSIMPI Josué Lisboa Fortes PETROBRAS Juarez de Paula SEBRAE Juliana Iten FNQ Julio Miranda IEL Junia Casadei Motta ABDI Jusilene de Sá Oliveira PETROBRAS Laerte Santos Galhardo CE-EPC Laura Bahiense COPPE Lauro Valdir de Souza PETROBRAS Leandro Santos PETROBRAS Lelio Fellows Filho CGEE Levi da Conceição Ferreira COPPE Liliane Rank CGEE Liliane Vidal Mahmoud-El-Mohi CAIXA Lindolfo Luiz da Silava Neto ABCE Lúcia Barreto MPOG Luciana e Sá Alves INMETRO Luciano Pinto CONDEPE/FIDEM Lucio Monteiro Bastos BDO Consultores Luis Antonio Tauffer Padilha MPOG Luis Cesar Stano PETROBRAS Luiz Blank ABNT Luiz Claudio França ABDI Luiz Ernesto Gemignani FNQ Luiz Engênio Gomes MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES Luiz Fernando Bergamini de Sá FÓRUM QPC / Progr.Qualidade Rio Luiz Fernando de Souza Coloussi PETROBRAS Luiz Fernando Maia Nery PETROBRAS Luiz Fernando Vieira PETROBRAS Luiz Freire PETROBRAS Luiz Ildebrando Pierry FÓRUM QPC Luiz Nascimento PETROBRAS Luiz Quental Coutinho CONDEPE/FIDEM Manoel Tenório MDIC / SDP Marcelo de Carvalho SINAVAL Marcelo Fernandes BNDES Marcelo Maciel Pereira FBTS Marcelo Martin Amaral PETROBRAS Marcelo Pereira Melo PETROBRAS Marcelo Rodrigues Trevenzolli PUBLIX
  • 116. p á g i n a | 115 Participante Entidade Marcelo Saboia MDS Márcia Paterno Joppert PUBLIX Marcilio Ribeiro de Miranda PETROBRAS Marcio Alberto Cancellara ABEMI Marcio Alves Santos Carneiro FNQ Marcio Ellery Girão Barroso FENAINFO Marcio Vaz F. Ramos ABCE Marcio Xavier PETROBRAS Marco Antonio Petkovic PETROBRAS Marcos Antonio de Oliveira Barbosa PETROBRAS Marco Aurélio da Rosa Ramos PETROBRAS Margarete Gandini MDIC Maria Cristina Honorato dos Santos INMETRO Maria Lúcia Vilmar INSTITUTO OBSERVATÓRIO SOCIAL Maria Luisa Machado Leal ABDI Maria Mirorlavia Uchôa Pinho ABDI Mariana Meirelles Nemrod Guimarães SAE/PR Marina Gama SAE/PR Marina Grossi CEBDS Marina Oliveira ABDI Martin Vicente Gottschalk SAE/SRI/PR Mauricio Medeiros Alvarenga ANE Mauricio Reis Santos BNDES Maurilio Lima CONDEPE/FIDEM Mauro Lourenço MACROPLAN Michel Fabianski Campos PETROBRAS Miguel Luiz Ribeiro Ferreira ANDIFES Miracildo Ferreira da Silva PETROBRAS Miriam Machado Zitz SEBRAE Myriam Marques da Silva Carvalho SENAI Monise Santos de Araújo ABDI Nabil Moura Kadri SAE/PR Nelson Delduque da Costa Junior ABIMAQ Nelson Figueiredo Rodrigues INMETRO Nicola Martini MBC Nilton Sacenco Kornijezuk MDIC Oscar Acselrad INMETRO Oscar Chiarelli MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES Oscar Felizzola Souza CE-EPC Oscar Motomura AMANA-KEY Patrícia da Silva Pego SEDES/SRI/PR Paulo Azzi BNDES Paulo Bancovsky ANE Paulo Cesar Medeiros CONSAD Paulo Ferraz Guimarães BNDES Paulo Lacerda ABDI Paulo Lage CUT Paulo Mol Junior CNI Paulo Morin CE-EPC Paulo Sérgio Galvão ABINEE Paulo Simão CDES / CBIC Paulo Tarciso Okamotto SEBRAE Pedro Penido D.Guimarães PETROBRAS Rachid Cury Félix ABEAM
  • 117. p á g i n a | 116 Participante Entidade Rafael de Carvalho Lins ANP Rafael Lucchesi CNI Rafaello Ribeiro FBTS Regina Celia Dalvi de Souza MDIC Reginaldo Braga Arcuri ABDI Renato Cavalcante de Mendonça MINISTÉRIO DA DEFESA Renato Flit SAE/SRI/PR Renato Fogagnol Júnior ABENDI Renato Lee ABNT Renato Marques Correa da Silva PETROBRAS Ricardo Corrêa Martins FNQ Ricardo de Almeida Paula MPOG Ricardo Fragoso ABNT Ricardo Imbuzeiro COPPE Ricardo Luis Chagas Amorim MDS Ricardo Machado Ruiz UFMG/Cedeplar Ricardo Maranhão AEPET Ricardo Marquini Cunha SEBRAE Ricardo Ramagem MIN. DA INTEGRAÇÃO NACIONAL Ricardo Santos Azevedo PETROBRAS Rita Josina Feitosa BNB Rivaldo Pinheiro Neto MMA Roberta Nunes ABDI Roberto Alfradique Vieira PETROBRAS Roberto Galli SYNDARMA Roberto Magalhães ONIP Roberto Sampaio Pedreira ABDI Robson Schmidt SEBRAE Rodrigo Duarte Torres ABDI Rodrigo Sigaud ABCE Rogerio Allegretti SEBRAE Rogério Boeira BNDES Ronaldo Bosco Kuffner SEDES/SRI/PR Ronaldo C.Garcia MDS Ronaldo de Almeida Melo Silva MDIC Ronaldo R. Vasconcellos MDS Rosane Lourenço MINISTÉRIO DA DEFESA Rossano Macedo e Silva CAIXA Rubia A. C. Quintão CGEE Sandro Furtado PETROBRAS Sebastiana de Oliveira PETROBRAS Sergio Bonfá FNQ Sergio Niskier CREA-RJ Shigeo Shiki MMA Silvio Hamacher COPPE Simone Pinto Paiva FINEP Socorro Tito BNB Sofia Shellard CEBDS Solon Guimarães FBTS Sonia Coelho Oliveira FÓRUM QPC Sonia Wada SBGC Suely Lima Pereira IEL Suzana Peixoto Silveira CNI Sydney Granja Affonso PETROBRAS Tânia Fischer CIAGS
  • 118. p á g i n a | 117 Apoio de Consultoria: Participante Entidade Tarcisio Cardieri AMANA-KEY Tatiana F. Mello IEL Tatiana Ribeiro MBC Valdenio Araujo ABDI Valmir Dantas MPOG Vandete Cardoso Mendonça ABDI Vernon George Walmaly SUDENE Victor Prodonoff MACROPLAN Vinicius Samu BNDES Wagner Cardoso CNI Walsey de Assis Magalhães BNDES Walter Lapietra ABIMAQ Walter Maliene Banco do Brasil Washington Luiz F. Salles PETROBRAS
  • 119. ARededeMelhoriadaGestãoparao DesenvolvimentodaCadeiaNacionalde FornecedoresdeBenseServiçosdaPetrobras PlanoEstratégico2011-2020 Concepção,ProgramasdeTrabalhoeGovernança 30denovembrode2010 Versãoinicial RededeMelhoriadaGestão-PlanoEstratégico2011-2020 Dobra Dobra

×