Proposta para elaboração dos projetos 7º PPO Arquidiocese de Campinas
 
O processo de planejamento pastoral participativo TOMADA DE DECISÃO PARTILHADA
Etapas do processo de planejamento pastoral participativo: Passos da Metodologia
A. Pés no chão   Significa ter uma visão objetiva e analítica da realidade, o que significa conhecer as raízes mais profun...
B. Olhos no horizonte   É  uma iluminação da realidade à luz da fé. É a explicitação do “dever ser”, do “ideal, da utopia”...
C.Diagnóstico pastoral O diagnóstico mostra as necessidades de evangelização  Consiste no confronto entre a realidade que ...
Tem como finalidade definir e classificar as principais necessidades e problemas que afetam a ação pastoral para estabelec...
D. Mãos na massa   Trata-se agir sobre a realidade, desencadeando um processo de transformação  consequente com as nossas ...
1. Objetivo <ul><li>O Objetivo é a expressão do que se quer alcançar.  </li></ul><ul><li>Todo Objetivo deve responder a du...
O objetivo  nunca se inventa, nasce da realidade.  É a chave para se ter uma pastoral de conjunto.
No planejamento pastoral utiliza-se um  objetivo geral   – farol que a todo o momento ilumina e orienta e vários objetivos...
Objetivo Geral: <ul><li>“ Evangelizar </li></ul><ul><li>a Partir do Encontro com Jesus Cristo, </li></ul><ul><li>Como disc...
Objetivos específicos   são os caminhos concretos que ajudam a alcançar o objetivo geral. Precisam ser claros, compreensív...
IGREJA QUE ACOLHE <ul><li>Intensificar a espiritualidade bíblico-litúrgica </li></ul><ul><li>Dar atenção às famílias nas d...
IGREJA QUE SE RENOVA <ul><li>Acolher e motivar a nucleação de novos grupos que garantam a inserção da Igreja em tantos amb...
IGREJA DO SERVIÇO SOLIDÁRIO <ul><li>Firmar parcerias com a sociedade civil que criem oportunidade de atendimento às situaç...
2. Critérios de Ação   Por onde se vai começar  Estratégias  = modos, maneiras formas de ação. Ações concretas que ajudam ...
Inventário de recursos É feito a partir de um levantamento do que se dispõe ou do que se poderá dispor em termos de recurs...
a)  Recursos humanos b)  Recursos físicos c)   Recursos econômicos d)   Recursos institucionais
e)  Programação É o momento de concretização dos objetivos específicos que levarão à realização do objetivo geral. A progr...
A programação nasce da resposta às necessidades locais, cada comunidade e cada nível eclesial terá a sua própria programaç...
Cada grupo de trabalho, organismo ou setor de pastoral, se reúne e estuda seu plano de trabalho para realizar a partir de ...
Cada grupo de trabalho volta a se reunir separadamente, para reestruturar sua própria programação e a modifica, se necessá...
A redação de um programa obedece aos seguintes passos:
<ul><li>uma meta ( o que se quer alcançar),   </li></ul><ul><li>responsáveis e participantes  (por quem e para quem);  </l...
 
Cronograma Nessa etapa do processo em que os objetivos já estão claros para todos, trata-se então de pensar como alcançá-l...
A distribuição das atividades no tempo tem como objetivo evitar choques de atividades simultâneas, sobrecarga em certos pe...
Um plano, por melhor que seja, se não for prevista sua execução, corre o risco de ficar no papel.
O processo de planejamento não termina com a programação. É preciso pensar na sua execução; concretamente nos mecanismos q...
A organização diz respeito à provisão dos meios para a execução do plano: a distribuição dos trabalhos entre os organismos...
Responsabilizam-se pessoas e põem-se um movimento esforços, recursos e estruturas em vista da aplicação do Plano.
A organização contempla ainda a avaliação, tão importante quanto a ação.
O objetivo da avaliação é buscar a eficácia da ação. Seguimento consiste em acompanhar a execução das atividades programad...
O que realmente se deve fazer é dito pelo evangelho, em seu processo de encarnação numa realidade concreta, levado a  cabo...
<ul><li>QUE NOSOS PASSOS </li></ul><ul><li>SE TORNEM MEMÓRIA </li></ul><ul><li>DO AMOR FIEL </li></ul><ul><li>QUE MARIA GE...
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7º PPO – Encontro sobre a Elaboração dos Projetos

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7º PPO – Encontro sobre a Elaboração dos Projetos – em Junho de 2010

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7º PPO – Encontro sobre a Elaboração dos Projetos

  1. 1. Proposta para elaboração dos projetos 7º PPO Arquidiocese de Campinas
  2. 3. O processo de planejamento pastoral participativo TOMADA DE DECISÃO PARTILHADA
  3. 4. Etapas do processo de planejamento pastoral participativo: Passos da Metodologia
  4. 5. A. Pés no chão Significa ter uma visão objetiva e analítica da realidade, o que significa conhecer as raízes mais profundas dos fatos, fazer uma análise das causas dos problemas. Evidencia carências da realidade
  5. 6. B. Olhos no horizonte É uma iluminação da realidade à luz da fé. É a explicitação do “dever ser”, do “ideal, da utopia” o quer alcançar à luz da fé. Implica na escuta dos desígnios de Deus a respeito das contradições da situação presente, em relação ao seu plano.
  6. 7. C.Diagnóstico pastoral O diagnóstico mostra as necessidades de evangelização Consiste no confronto entre a realidade que temos e o que queremos ter em vista de uma tomada de posição como cristãos diante da própria realidade.
  7. 8. Tem como finalidade definir e classificar as principais necessidades e problemas que afetam a ação pastoral para estabelecer as ações necessárias. Como a realidade não é a mesma em cada realidade local, mas há situações que perpassam todas delas, o diagnóstico pastoral também é diferenciado.
  8. 9. D. Mãos na massa Trata-se agir sobre a realidade, desencadeando um processo de transformação consequente com as nossas aspirações. Uma vez decididas as urgências ou prioridades pastorais, o processo de planejamento se encaminha para o estabelecimento dos objetivos, dos critérios da ação e para a realização do inventários de recursos.
  9. 10. 1. Objetivo <ul><li>O Objetivo é a expressão do que se quer alcançar. </li></ul><ul><li>Todo Objetivo deve responder a duas perguntas: </li></ul><ul><li>O que se quer? </li></ul><ul><li>Para que se quer? </li></ul>
  10. 11. O objetivo nunca se inventa, nasce da realidade. É a chave para se ter uma pastoral de conjunto.
  11. 12. No planejamento pastoral utiliza-se um objetivo geral – farol que a todo o momento ilumina e orienta e vários objetivos específicos.
  12. 13. Objetivo Geral: <ul><li>“ Evangelizar </li></ul><ul><li>a Partir do Encontro com Jesus Cristo, </li></ul><ul><li>Como discípulos missionários, </li></ul><ul><li>à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, </li></ul><ul><li>promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade </li></ul><ul><li>participando da construção de uma sociedade justa e solidária, </li></ul><ul><li>para que todos tenham vida em abundância (Jo 10,10)”. </li></ul><ul><li>(DGAE 2008 -2010). </li></ul>
  13. 14. Objetivos específicos são os caminhos concretos que ajudam a alcançar o objetivo geral. Precisam ser claros, compreensíveis, realizáveis, oportunos e avaliáveis. Podem ser a curto, médio e longo prazo.
  14. 15. IGREJA QUE ACOLHE <ul><li>Intensificar a espiritualidade bíblico-litúrgica </li></ul><ul><li>Dar atenção às famílias nas diferentes situações em que se apresentam, destacando-se a realidade dos casais em segunda união </li></ul><ul><li>Rever, organizar e assumir as diretrizes para a preparação dos Sacramentos. </li></ul>
  15. 16. IGREJA QUE SE RENOVA <ul><li>Acolher e motivar a nucleação de novos grupos que garantam a inserção da Igreja em tantos ambientes desafiadores na realidade urbana. </li></ul><ul><li>Valorizar a presença das mulheres nos diferentes carismas e serviços. </li></ul><ul><li>Rever o itinerário catequético como forma de dar suporte a este processo assumindo a iniciação à vida cristã como princípio norteador para a catequese. </li></ul>
  16. 17. IGREJA DO SERVIÇO SOLIDÁRIO <ul><li>Firmar parcerias com a sociedade civil que criem oportunidade de atendimento às situações de exclusão </li></ul><ul><li>Articular um trabalho com outras denominações religiosas que prestam serviço pastoral nos hospitais </li></ul><ul><li>Promover ações articuladas para evitar a destruição da natureza tanto no meio urbano quanto rural. </li></ul>
  17. 18. 2. Critérios de Ação Por onde se vai começar Estratégias = modos, maneiras formas de ação. Ações concretas que ajudam a concretizar tal objetivo específico.
  18. 19. Inventário de recursos É feito a partir de um levantamento do que se dispõe ou do que se poderá dispor em termos de recursos humanos, físicos, financeiros, institucionais, etc. É preciso tomar consciência do que se tem para depois ver o que falta.
  19. 20. a) Recursos humanos b) Recursos físicos c) Recursos econômicos d) Recursos institucionais
  20. 21. e) Programação É o momento de concretização dos objetivos específicos que levarão à realização do objetivo geral. A programação se constitui de um conjunto orgânico de atividades ou projetos, elaborados a partir de um objetivo específico para um período determinado. Cada programa é concretizado através de ações.
  21. 22. A programação nasce da resposta às necessidades locais, cada comunidade e cada nível eclesial terá a sua própria programação, o que não impede a realização de ações conjuntas. Cuidar para não repetir ou duplicar atividades sem necessidade ou para não desperdiçar recursos
  22. 23. Cada grupo de trabalho, organismo ou setor de pastoral, se reúne e estuda seu plano de trabalho para realizar a partir de seu objetivo específico. Os diversos grupos de trabalho se reúnem e colocam em comum os diferentes planos de trabalho para saber o que os outros propõem que seja feito, para pedir ajuda ou oferecer ajuda.
  23. 24. Cada grupo de trabalho volta a se reunir separadamente, para reestruturar sua própria programação e a modifica, se necessário.
  24. 25. A redação de um programa obedece aos seguintes passos:
  25. 26. <ul><li>uma meta ( o que se quer alcançar), </li></ul><ul><li>responsáveis e participantes (por quem e para quem); </li></ul><ul><li>passos (como), </li></ul><ul><li>recursos (com que); </li></ul><ul><li>data (quando) e </li></ul><ul><li>lugar (onde) </li></ul>
  26. 28. Cronograma Nessa etapa do processo em que os objetivos já estão claros para todos, trata-se então de pensar como alcançá-los, por onde começar, o que fazer primeiro e o que fazer depois. Elaborados os diferentes programas e projetos, é necessário distribuí-los bem no tempo, elaborando-se o calendário pastoral. .
  27. 29. A distribuição das atividades no tempo tem como objetivo evitar choques de atividades simultâneas, sobrecarga em certos períodos e interferências em datas especiais.
  28. 30. Um plano, por melhor que seja, se não for prevista sua execução, corre o risco de ficar no papel.
  29. 31. O processo de planejamento não termina com a programação. É preciso pensar na sua execução; concretamente nos mecanismos que darão suporte à ação e nas formas de avaliação,
  30. 32. A organização diz respeito à provisão dos meios para a execução do plano: a distribuição dos trabalhos entre os organismos, grupos e pessoas; definição dos mecanismos de coordenação, com seus primeiros responsáveis e suas respectivas funções.
  31. 33. Responsabilizam-se pessoas e põem-se um movimento esforços, recursos e estruturas em vista da aplicação do Plano.
  32. 34. A organização contempla ainda a avaliação, tão importante quanto a ação.
  33. 35. O objetivo da avaliação é buscar a eficácia da ação. Seguimento consiste em acompanhar a execução das atividades programadas, zelando antes e durante, para que tudo certo, conforme previsão ou desejado. Revisão final: que se faz depois que a atividade foi realizada, ou quando todo o plano foi aplicado e tem a finalidade de medir seus resultados.
  34. 36. O que realmente se deve fazer é dito pelo evangelho, em seu processo de encarnação numa realidade concreta, levado a cabo por uma comunidade consciente de sua missão.
  35. 37. <ul><li>QUE NOSOS PASSOS </li></ul><ul><li>SE TORNEM MEMÓRIA </li></ul><ul><li>DO AMOR FIEL </li></ul><ul><li>QUE MARIA GEROU, </li></ul><ul><li>REINO DE DEUS </li></ul><ul><li>ATUANDO NA HISTÓRIA. </li></ul>
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