Your SlideShare is downloading. ×
7º PPO – Encontro de Espiritualidade: Padre Nadai
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

7º PPO – Encontro de Espiritualidade: Padre Nadai

6,357

Published on

7º PPO – Encontro de Espiritualidade: Padre José Arlindo de Nadai

7º PPO – Encontro de Espiritualidade: Padre José Arlindo de Nadai

Published in: Spiritual
0 Comments
3 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
6,357
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
3
Actions
Shares
0
Downloads
75
Comments
0
Likes
3
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1.  
  • 2. ENCONTRO DE ESPIRITUALIDADE 7. PPO
  • 3.
    • OBJETIVO GERAL
    • “ Evangelizar a partir do encontro com Jesus Cristo, como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária, para que todos tenham vida e a tenham em abundância (Jo 10, 10)”.
  • 4. INTRODUÇÃO
  • 5. A Pastoral consiste no agir da Igreja
  • 6.
      • Conhecer
      • Organizar e coordenar
      • Unir recursos
        • humanos e materiais
      • Partilhar
      • Planejar
  • 7.
      • O processo de planejamento resulta no Plano de Pastoral
      • “ Agir pastoralmente é projetar e executar ações.”
  • 8. 1. PLANO DE PASTORAL
  • 9. Todo Plano supõe um Objetivo Geral como horizonte a ser atingido e marca o ponto de chegada.
  • 10. Os projetos pastorais indicam os caminhos concretos a serem percorridos
  • 11.
    • Farol que ilumina, orienta
    • Garante a unidade pastoral
    O Objetivo Geral é:
  • 12.
    • Tem um horizonte amplo e abrangente
    • É um vínculo de articulação orgânica
    • que assegura
    • a eficácia pastoral
  • 13.
    • Estreita os laços de comunhão de nossa Igreja Particular com as Diretrizes Gerais da Igreja no Brasil
  • 14.
    • PALAVRAS CHAVE
    • Evangelizar
    • Participação e Comunhão
    • Missão
  • 15.
    • Alegria e Mística do
    • Discípulo Missionário
    • Planejamento participativo = colegialidade e
    • corresponsabilidade
  • 16. 2. PÉS NO CHÃO
  • 17.
    • Ponto de partida –
    • A Realidade
    • O Plano quer chamar atenção para a Realidade onde acontece a
    • missão da Igreja – Evangelizar
  • 18.
    • RMC: caracterizada por
    • Zonas luminosas
    • habitadas por:
    • Gente “rica e ligeira”
    • Alta qualidade de vida
    • Maior número de católicos
  • 19.
    • Zonas Opacas
    • habitadas por:
    • Gente “pobre e lenta”.
    • Baixa escolaridade.
    • Maior número de evangélicos.
  • 20.
    • População residente em 2009
      • Total = 2.752.991
      • Homens = 1.355.703
      • Mulheres = 1.397.288
    Fonte: Projeções Fundação SEADE QUANTOS SOMOS?
  • 21.
    • Uma configuração urbana de chocantes contrastes sociais de desigualdade e exclusão
    CONSEQUÊNCIAS
  • 22. Globalização garante conforto e bem estar para uns, desigualdade e exclusão de outros
  • 23.
    • Violência - insegurança e medo
    • Individualismo e isolamento das pessoas
  • 24.
    • Nova configuração familiar
  • 25.
    • Pluralismo religioso
  • 26.
    • Divórcio entre fé e vida
    • Privatização da fé.
  • 27. 3. OLHOS NO HORIZONTE
  • 28. Toda ação Pastoral supõe uma iluminação; Teologia na qual se fundamenta: permeia o 7º. PPO uma Eclesiologia de Povo de Deus e de Mistério de Comunhão.
  • 29. Esta iluminação Teológica transparece sempre que todos os membros da Igreja são chamados, no Plano, a exercer sua corresponsabilidade na vida das Comunidades nos vários ministérios da Palavra, Liturgia e Caridade.
  • 30. A Metodologia Participativa supõe corresponsabilidade e colegialidade, características de uma Igreja Povo de Deus em Comunhão.
  • 31.
    • CONCLUSÃO TEOLÓGICO PASTORAL
    • Toda a Igreja, Povo de Deus, em comunhão e participação é responsável pela Evangelização e pela Pastoral na Vida da Igreja
    • de forma planejada,
    • organicamente articulada.
  • 32. Concílio Vaticano II: “Toda a Igreja é missionária e a obra da Evangelização é um dever fundamental do Povo de Deus”
  • 33. “ A Missão da Igreja consiste em reconhecer os ‘sinais dos tempos’ e interpretá-los à luz do Evangelho.” Doc 62 da CNBB – Missão e Ministérios dos cristãos leigos(as)
  • 34.
    • É necessário conhecer e compreender o mundo em que vivemos,
    • as suas esperanças e aspirações, o seu caráter tantas vezes dramático.
  • 35. Esta teologia de Igreja Povo de Deus e Mistério de Comunhão é o fio condutor que perpassa todo o 7º. PPO.
  • 36. “ No Povo de Deus a comunhão e a missão estão profundamente unidas entre si. A comunhão é missionária e a missão é para a comunhão...
  • 37. ... Nas Igrejas particulares todos os membros do Povo de Deus, segundo suas vocações, somos convocados à santidade na comunhão e na missão.”
  • 38. MÃOS NA MASSA
  • 39.
    • Muito importante a interpenetração dos três eixos:
    • Igreja que acolhe,
    • Igreja que se renova,
    • Igreja do serviço solidário.
  • 40. Acolher- atitude humana e pastoral em relação aos membros da comunidade e em relação àqueles que se encontram afastados.
  • 41. Quem acolhe precisa ser criativo e conhecer os trabalhos pastorais a fim de sugerir possibilidades de inclusão, engajamento e participação.
  • 42. É preciso ir ao encontro com disposição de diálogo e abertura.
  • 43. “ Jesus percorria todas as cidades e aldeias... ia às casas e sinagogas para levar sua Palavra e a Misericórdia de Deus” (Mt 9,35)
  • 44. Nos Atos dos Apóstolos Paulo reafirma com veemência “...nunca deixei de anunciar publicamente e também de casa em casa ”. (At 20,20)
  • 45. É preciso cuidar com zelo e carinho da chama que ainda fumega.
  • 46. Preservar e reavivar os vínculos que afloram em ocasiões especiais:
  • 47. IGREJA QUE ACOLHE
  • 48. Acolher a Pessoa como é, com disposição fraterna e pastoral de dialogar.
  • 49. Quais os sujeitos de nosso acolhimento pastoral?
  • 50. Os que vêm em busca dos serviços religiosos, especialmente dos Sacramentos... Os que procuram atendimento pessoal, aconselhamento e orientação espiritual
  • 51.
    • Quais são os sujeitos, cujos rostos nos interpelam mais, hoje? Rostos sofredores que doem em nós?
  • 52.
    • Pessoas que vivem nas ruas nas grandes cidades, inclusive meninos e meninas
  • 53.
    • Migrantes – por conta da mobilidade humana e social
  • 54.
    • Enfermos:
    • Dependentes de Drogas:
    • Detidos em prisões:
  • 55.
    • O acolhimento se prolonga no acompanhamento:
    • Como dar continuidade e seguimento?
  • 56.
    • Poderia, concretizar-se no processo de iniciação à vida cristã.
    • Catequese permanente.
  • 57.
    • Pastoral da Saúde -acompanha o enfermo criando um vínculo afetivo com ele e também com os cuidadores e familiares...
  • 58.
    • Destaques
    Igreja que acolhe
  • 59. A Palavra de Deus gera uma comunidade acolhedora PROPOSTA 1
  • 60. Intensificar a Espiritualidade Bíblico-Litúrgica OBJETIVO 1
  • 61. Duas realidades inseparáveis: Ser Igreja e acolher. PROPOSTA 2
  • 62.
    •   Sair e ir ao encontro
  • 63.
    •   Pastoral da Visitação
    • Reinventar a missão popular urbana
    • Atenção pastoral especial aos pobres, idosos, doentes e pessoas com deficiência.
  • 64.
      • Quantos idosos?
      • Maiores de 65 anos = 289.349
    Fonte: Projeções Fundação SEADE QUANTOS SOMOS?
  • 65. Acompanhamento: expressão de acolhida PROPOSTA 3
  • 66.
    • Reorganizar a preparação aos sacramentos conforme a catequese da iniciação à vida cristã
  • 67. Acolher e evangelizar o jovem PROPOSTA 4
  • 68.
    • Quantos jovens ?
      • Menores de 15 anos = 589.818
      • De 15 a 24 anos = 454.583
    Fonte: Projeções Fundação SEADE QUANTOS SOMOS?
  • 69. Conhecer a realidade e a cultura do jovem... seus anseios e seus medos.
  • 70.
    • Capacitação de lideranças para o trabalho com os jovens:
    • Agentes, jovens e também sacerdotes e diáconos
  • 71.
    • Jovens evangelizando jovens por conta da:
      • proximidade etária
      • cultura jovem
      • ideais próprios
      • medos comuns
      • linguagens
  • 72. IGREJA QUE SE RENOVA
  • 73. Insistente interpelação do Plano é a Renovação da Paróquia cujas estruturas são consideradas ultrapassadas, estagnadas e antiquadas, de tal modo que não dão conta da Pastoral Urbana
  • 74. Esta é a grande questão Renovar sim, mas também inovar . É preciso: uma boa dose de ousadia e coragem
  • 75. Passos importantes foram dados, contudo não ainda de forma global, abrangente e significativa, de tal modo a criar um novo rosto de Igreja, na cidade, segundo uma nova configuração
  • 76. Os pastoralistas destacam nas últimas décadas configurações predominantes que a Igreja assumiu na Cidade.
  • 77.
    • Ação católica (50-60)
    • Comunidades Eclesiais de Base (70-80)
    • As Pastorais Sociais (80-90...)
  • 78. Nossos Planos Pastorais sempre tiveram como luz e interpelação constantes a opção preferencial pelos pobres e excluídos, seja no enunciado do Objetivo Geral, seja nos projetos específicos.
  • 79. O Plano também considera as novas comunidades que se organizam em vista de um determinado carisma, mas que não têm a mesma configuração e identidade das CEBs
  • 80. Igreja como Rede de Comunidades PROPOSTA 1
  • 81. 1.     CEBs:
  • 82.
    • Sinal de vitalidade da Igreja
    • Primeiro e fundamental núcleo eclesial
    • Fator primordial da promoção humana em lugares como vizinhança, bairros, periferia, favelas
  • 83.
    • Valoriza as relações de gratuidade e reciprocidade: oferecer – receber – retribuir
    • Gente simples, fazendo coisas pequenas em lugares pouco importantes consegue mudanças extraordinárias
  • 84.
    • Ao surgimento de um novo sujeito social - o sujeito popular – corresponde o surgimento de um novo sujeito eclesial com nova consciência de Igreja - CEBs
  • 85.
    • Encontros intereclesiais das CEBs
    • CEBs ajudam a Igreja a estar mais comprometida com a vida e o sofrimento dos pobres, como fez Jesus.
  • 86.
    • A paróquia seja uma rede de comunidades, quando possível.
  • 87.
    • Como viver em comunidade numa realidade globalizada e urbana?
    DESAFIOS
  • 88.
    • A lógica do mercado expulsa as relações de cooperação e solidariedade e introduz relações de competição
    • Como viabilizar esta proposta nos centros urbanos?
  • 89. – Igreja toda Ministerial PROPOSTA 2
  • 90. A Igreja, Povo de Deus é uma realidade histórica, os caminhos da humanidade são os caminhos da Igreja – dos discípulos missionários.
  • 91.
    • A noção de Povo de Deus exprime:
    • A profunda e radical unidade entre seus membros
    • A comum dignidade
  • 92.
    • A fundamental habilitação de todos.
    • A participação corresponsável na vida e missão da Igreja
  • 93. Raiz comum é a condição cristã.“Um é, pois, o povo eleito:um só Senhor uma só fé um só batismo”
  • 94.
    • O Doc 62 da CNBB – apresenta a missão e ministérios dos leigos segundo os três múnus (ofícios):
    • profético
    • sacerdotal
    • e real
    • (pastoral)
  • 95.
    • O povo de Deus participa da função profética de Jesus Cristo
  • 96.
    • O Sacerdócio comum pertence e abrange todos os fiéis
  • 97.
    • Todos os fiéis cristãos participam também da função real , pastoral, de Jesus Cristo enquanto Igreja
  • 98.
    • O ministério é um dom que torna a pessoa habilitada a desempenhar determinadas atividades e serviços na vida da Comunidade que atendem às necessidades de sua vida e missão.
  • 99. O Batismo é a fonte de todas as vocações e desta fonte emanam os Ministérios na Igreja.
  • 100. reconhecer, confirmar e valorizar a presença e ministérios das Mulheres DESTAQUE
  • 101. na Evangelização, Pastorais e tantos outros serviços em nossas Comunidades. DESTAQUE
  • 102.
    • Igreja de Comunhão e Partilha
    PROPOSTA 3
  • 103. Expressão de uma Igreja Povo de Deus, onde todos são chamados a participar e se corresponsabilizar por toda a Vida e Missão da Igreja.
  • 104.
    • Os ministros ordenados são os primeiros corresponsáveis com o
    • Bispo,
    • Agentes das Pastorais
    • Organismos
    • Movimentos
    • pela vida e missão da Igreja
  • 105. Urge ultrapassar uma visão piramidal e autoritária de Igreja por outra de circularidade – comunhão – participação e colegialidade.
  • 106.
    • Na organização e funcionamento da
      • Arquidiocese,
      • Paróquias e
      • Comunidades :
  • 107.
    • corresponsabilidade dos
    • Conselhos
    • Coordenações
    • Socialização e Partilha dos bens materiais de toda a Igreja
  • 108. Formação e Espiritualidade PROPOSTA 4
  • 109. A formação é um requisito fundamental para uma presença e atuação competentes dos cristãos na Igreja e na Sociedade
  • 110. Formação humana, bíblica, teológico-pastoral e espiritual
  • 111.
    • Escolas da Fé
    • Curso de Teologia para
    • leigos
    • Escola de Fé e Política
    • Itinerário de formação
    • catequética permanente.
  • 112. Evangelização pela Comunicação PROPOSTA 5
  • 113. Existem muitas iniciativas nesta direção. Longo caminho a percorrer em tecnologia dos meios, em conteúdos e qualidade da própria Comunicação.
  • 114. Metodologia Participativa PROPOSTA 6
  • 115. Metodologia do Planejamento Participativo - processo pedagógico envolvendo todos, de forma progressiva e cumulativa, na participação e responsabilidade na Igreja, povo de Deus.
  • 116. IGREJA DO SERVIÇO SOLIDÁRIO
  • 117. É profundamente evangélica e eclesial: Pés na dura realidade social da pobreza, miséria, exclusão e marginalização
  • 118. Confirma a “opção pelos pobres” não só como uma interpelação da realidade social e econômica, mas como uma interpelação do Evangelho.
  • 119. Contemplamos no rosto de nossos irmãos sofredores o rosto de Jesus crucificado que nos convoca a servi-los.
  • 120. O serviço solidário da Igreja é um sinal e testemunho para sua credibilidade.
  • 121. “ Os discípulos que outrora na fé acolheram Jesus de Nazaré, na carne humilde e pobre, hoje devem acolhê-lo, no amor, na carne desprezada e descartada:
  • 122.
    • dos famintos
    • sedentos,
    • migrantes,
    • despojados,
    • doentes e
    • encarcerados”, “esperando contra toda a esperança”.
  • 123. Opção Preferencial pelos Pobres DESTAQUES PROPOSTA 1
  • 124.
    • Quando propõe uma Pastoral Social organizada e descentralizada, que se sustente por uma espiritualidade encarnada de todos os Agentes de Pastoral
  • 125. que deve provocar um estilo de vida sóbrio, simples e samaritano como foi o de Jesus de Nazaré.
  • 126. Rede de solidariedade DESTAQUES PROPOSTA 2
  • 127. Compromisso sócio-transformador - de toda a Igreja. Os leigos cristãos têm neste âmbito sua missão própria, são chamados a tornar presente e operante a Igreja nos lugares e circunstâncias, onde ela só por meio deles pode vir a ser sal da terra”.
  • 128.
    • No mundo do:
    • Trabalho e Saúde
    • Cultura, Ciência e Economia
    • Comunicação
    • Sindicatos e movimentos
    • populares...
    • Política
  • 129.
    • Para uma presença que faça a diferença em tarefas tão desafiadoras:
    • Formação cristã
    • profunda e específica.
    • Não basta só boa
    • vontade e amadorismo.
  • 130. Pastoral da Saúde: expressão da misericórdia de Deus DESTAQUES PROPOSTA 3
  • 131. A Pastoral da Saúde é uma resposta à interpelação do Evangelho da Vida.
  • 132. É o rosto misericordioso de Deus pelo ministério da Igreja que “enxuga toda lágrima dos olhos e todo o suor das faces sofredoras”.
  • 133.
    • Criar e dinamizar as Capelanias dos hospitais
    • Vazio Pastoral no que diz respeito à
    • situação do luto
  • 134.
    • Pastoral da Educação presença profética da Igreja:
    • palavra
    • testemunho
    DESTAQUES PROPOSTA 4
  • 135. A urgente necessidade da presença e missão dos educadores cristãos no mundo da Educação
  • 136. Permanece ainda sem perspectiva o Ensino Religioso nas Escolas...
  • 137. Pastoral Carcerária: presença de Jesus libertador DESTAQUES PROPOSTA 5
  • 138. “ Estive preso e viestes ver-me” (Mt 25,35) “ Por acaso não consiste nisso o jejum que escolhi” (I s 58,7)
  • 139.
    • Urgência de nucleação de Agentes da Pastoral Carcerária:
    • formação específica e conhecimento do sistema prisional
    • Prisão, desemprego e violência são situações correlacionadas.
  • 140. Consciência Ecológica: sinal de amor pela criação DESTAQUES PROPOSTA 6
  • 141. Trata-se da preservação da integridade da criação e de seus cuidados, como casa de todos.
  • 142.
    • O 7o. PPO assume claramente, com palavras corajosas e firmes, que o sistema paroquial está ultrapassado, estagnado e antiquado, exigindo uma conversão pastoral que provoque mudança de mentalidade de todos os responsáveis e uma transformação institucional.
    ENFIM...
  • 143.
    • Ultrapassar uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária e evangelizadora.
  • 144.
    • A obediência ao Espírito passa pela atenção aos “sinais dos tempos” e pela fidelidade ao que pede a
    • realidade.
  • 145.
    • Escutar e discernir o que o Espírito está dizendo à nossa Igreja:
    • Abertura para o novo
    • Liberdade frente ao tradicional
    • Busca de novas formas para evangelizar de acordo com as culturas e circunstâncias
    • Abandonar estruturas que já não favorecem a transmissão e vivência da fé
  • 146.
    • Por força da tradição ou pela falta de imaginação criativa, ou até pela lei da inércia, quanto tempo em reuniões, quanta energia e vigor de nossos jovens padres e recursos materiais temos gasto na criação de novas paróquias que reproduzem o modelo que nós mesmos, há tanto tempo, avaliamos superado.
  • 147.
    • Por que não avançar para
    • águas mais profundas,
    • com coragem e ousadia
    • lançar as redes confiantes
    • nas palavras do Senhor?
  • 148.
    • “ Não tenham medo, eu estou com vocês”
  • 149.
    • Por que não buscar novos caminhos, novos modelos, novas configurações eclesiais na desafiadora realidade urbana?
  • 150.
    • Deve passar por uma Igreja de místicos – profunda espiritualidade – a partir do encontro pessoal com Jesus Cristo que provoca conversão e seguimento – discípulo.
    NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
  • 151.
    • Uma Igreja de cristãos(ãs) missionários(as). Pois a Igreja é comunidade de salvação e o será somente quando viver profundamente a vida cristã.
    NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
  • 152.
    • Uma Igreja dos pobres que tem seu fundamento na revelação.
    • Não se trata de compaixão. Nem que os pobres sejam mais virtuosos.
    • Mas de predileção de Deus revelada em Jesus Cristo.
    NOVA FIGURAÇÃO DA IGREJA
  • 153.
    • Não se trata de nenhuma aventura, pois temos desde o início da elaboração do 7o. PPO a carta pastoral de nosso Bispo e Pastor,
  • 154.
    • que desencadeou o processo, acompanhou-o passo a passo, promulgou-o solenemente na 5a. feira santa, na Catedral Metropolitana e o entregou a toda a Igreja.
  • 155.
    • Na confiança e na humildade da fé também podemos dizer: pareceu bem ao Espírito e a nós. (At 15,28)
  • 156.
    • Esta é a Igreja:
    • nós, a comunidade dos
    • fiéis, o povo de Deus
    • com seus pastores
    • chamados a percorrer os
    • caminhos da história.
  • 157.
    • entre as alegrias e as
    • esperanças, as tristezas
    • e as angústias dos homens
    • e mulheres de hoje .
  • 158.
    • QUE NOSOS PASSOS
    • SE TORNEM MEMÓRIA
    • DO AMOR FIEL
    • QUE MARIA GEROU,
    • REINO DE DEUS
    • ATUANDO NA HISTÓRIA.

×