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37Plano Nacional de LeituraPNLPNLArranque da 2.ª fase: 2012Plano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraA segunda fas...
38Plano Nacional de LeituraPNLPNLBibliografiaBibliografiaMinistério da Educação (dez 2001). Resultados do Estudo Internaci...
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Plano Nacional de Leitura PNL Docente: Professor Doutor Rui Teixeira Santos (ESE Jean Piaget, Almada), 2013

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Mestrado em Administração e Gestão Escolar
Direito e Procedimentos Administrativos
Docente: Professor Doutor Rui Teixeira dos Santos

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Plano Nacional de Leitura PNL Docente: Professor Doutor Rui Teixeira Santos (ESE Jean Piaget, Almada), 2013

  1. 1. Plano Nacional de LeituraPNLPNLMAGEMestrado em Administração e Gestão EscolarDireito e Procedimentos AdministrativosDireito e Procedimentos AdministrativosDocente: Professor Doutor Rui Teixeira dos SantosSandra Luísa Santos DAjuda Pita de VasconcelosSandra Luísa Santos DAjuda Pita de Vasconcelos n.º 31442
  2. 2. 2Enquadramento HistóricoEnquadramento HistóricoPlano Nacional de LeituraPNLPNLA 23 de novembro de 2005, a Presidência do Conselho de Ministros emconjunto com os Ministérios da Educação e da Cultura, através do Despacho conjunton.º 1081/2005, preveem a realização de um Plano, a nível nacional, para a promoçãoda leitura.Este despacho vem na sequência dos resultados divulgados pelo PISA -Programme for International Student Assessment ou Programa Internacional deAvaliação de Estudantes.
  3. 3. 3Plano Nacional de LeituraPNLPNLEnquadramento HistóricoEnquadramento HistóricoOs resultados do PISA 2000 não eram nada animadores no que dizia respeitoaos níveis de literacia no final do ensino obrigatório em Portugal, uma vez quecolocavam Portugal no final da lista.Assim, a Presidência do Conselho de Ministros em conjunto com osMinistérios da Educação e da Cultura decidiram quea promoção de um plano nacional de leitura constitui uma resposta (...) àpreocupação pelos níveis de iliteracia da população em geral eparticularmente dos jovens, à saída do ensino obrigatório, definindo oconjunto de estratégias consideradas adequadas com vista à plena aquisiçãode competências de leitura. (preâmbulo do Despacho conjunto n.º 1081/2005 de 23 enovembro)
  4. 4. 4Tendo então por base o relatório do PISA de 2000, o governo português, em2005/2006 decidiu:Plano Nacional de LeituraPNLPNLEnquadramento HistóricoEnquadramento HistóricoCriar, através do Despacho conjunto n.º 1081/2005:✗ um plano nacional de leitura com o objetivo de desenvolver competênciasnos domínios da leitura e da escrita;✗ e o alargamento e aprofundamento dos hábitos de leitura.
  5. 5. 5a) A promoção da leitura diária em Jardins-de-infância e Escolas de 1.º e 2.º Ciclosnas salas de aula;b) A promoção da leitura em contexto familiar;c) A promoção de leitura em bibliotecas públicas e noutros contextos;d) O recurso aos meios de comunicação social e a campanhas para sensibilização daopinião pública;Plano Nacional de LeituraPNLPNLA 1 de junho de 2006, a Presidência do Conselho de Ministros, emite aResolução n.º 86/2006, a qual refere:Enquadramento HistóricoEnquadramento Histórico
  6. 6. 6e) A produção de programas centrados no livro e na leitura a emitir pela rádio e pelatelevisão;f) O apoio a blogs e chat-rooms sobre livros e leitura para crianças, jovens eadultos.Plano Nacional de LeituraPNLPNLA 1 de junho de 2006, a Presidência do Conselho de Ministros, emite aResolução n.º 86/2006, a qual refere:Enquadramento HistóricoEnquadramento Histórico
  7. 7. 7Plano Nacional de LeituraPNLPNLÉ um instrumento de política pública de alcance abrangente, vocacionado paraa produção de efeitos de mudança positiva nas atitudes relativamente à leitura, naspráticas de leitura e nas competências de literacia ao nível da sociedade como umtodo – em especial, no caso dos programas de apoio à leitura orientada na escola,para a produção desses efeitos no sistema nacional de ensino básico e de educaçãopré-escolar. (Costa, 2011)Definição de PNLDefinição de PNL
  8. 8. 8Este anexo encontra-se dividido em 10 partes:1 - Introdução2 – Objectivos do Plano Nacional de Leitura3 – Linhas de Estratégia4 – Destinatários e áreas de execução5 – Fases de execução6 - ProgramasPlano Nacional de LeituraPNLPNLEm Anexo a esta Resolução, surge então a definição e traçado do PNL.Plano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006
  9. 9. 9Este anexo encontra-se dividido em 10 partes:7 – Apoios/formação8 – Plano de comunicação9 – Estruturas de coordenação do Plano Nacional de Leitura10 – Estudos/avaliação do Plano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraPNLPNLPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006
  10. 10. 10Os resultados globais de estudos nacionais e internacionais realizados nasúltimas duas décadas demonstram que, no que respeita ao domínio da leitura, asituação de Portugal é grave, revelando baixos níveis de literacia,significativamente inferiores à média europeia, tanto na população adulta, comoentre crianças e jovens em idade escolar.Plano Nacional de LeituraPNLPNL1 - IntroduçãoPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Os resultados relativos a avaliação de níveis de leitura (literacia de leitura)revelam que Portugal se encontra numa situação muito desfavorável. Osprimeiros elementos, publicados em 2000, colocaram 48 % dos jovensportugueses nos patamares inferiores (1 ou 2) de uma escala de cinco níveis.E entre a primeira apresentação de resultados e a seguinte, em 2003, não sedetectou evolução positiva.
  11. 11. 11Plano Nacional de LeituraPNLPNL1 - IntroduçãoQuadro 1 - Desempenho dos alunos em literacia deleitura – percentagem dos alunos pornível de proficiênciaQuadro retirado do relatório do PISA 2000:Plano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006
  12. 12. 12Plano Nacional de LeituraPNLPNL1 - IntroduçãoPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006O Plano Nacional de Leitura propõe-se criar condiçõespara que os Portugueses alcancem níveis de leitura emque se sintam plenamente aptos a lidar com a palavraescrita em qualquer circunstância da vida, possaminterpretar a informação disponibilizada pela comunicaçãosocial, aceder aos conhecimentos da ciência e desfrutaras grandes obras da literatura.
  13. 13. 13Plano Nacional de LeituraPNLPNL2 – Objectivos do Plano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006a) Promover a leitura, assumindo-a como factor de desenvolvimentoindividual e de progresso colectivo;b) Criar um ambiente social favorável à leitura;c) Inventariar e valorizar práticas pedagógicas e outras actividades queestimulem o prazer de ler entre crianças, jovens e adultos;d) Criar instrumentos que permitam definir metas cada vez mais precisaspara o desenvolvimento da leitura;e) Enriquecer as competências dos actores sociais, desenvolvendo a acçãode professores e de mediadores de leitura, formais e informais;f) Consolidar e ampliar o papel da rede de bibliotecas públicas e da rede debibliotecas escolares no desenvolvimento de hábitos de leitura;g) Atingir resultados gradualmente mais favoráveis em estudos nacionais einternacionais de avaliação de literacia.
  14. 14. 14Plano Nacional de LeituraPNLPNL3 – Linhas de EstratégiaPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006a) Alargar e diversificar as acções promotoras de leitura em contextoescolar, na família e em outros contextos sociais;b) Contribuir para criar um ambiente social favorável à leitura;c) Assegurar formação e instrumentos de apoio;d) Inventariar e optimizar recursos e competências;e) Criar e manter um sistema de informação e avaliação.
  15. 15. 15Plano Nacional de LeituraPNLPNL3 – Linhas de EstratégiaPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Alargar e diversificar as acções promotoras de leitura em contextoescolar, na família e em outros contextos sociais:a) Lançamento de programas de promoção da leitura para os diferentessectores dos públicos alvo;b) Acções de estímulo nas crianças e jovens do prazer de ler, intensificandoo contacto com o livro e a leitura na escola, designadamente nas salas deaula, nas bibliotecas e na família;c) Criação de oportunidades de leitura para as crianças, jovens e adultosque requerem meios especiais de leitura;d) Reforço da promoção da leitura em espaços convencionais de leitura,designadamente nas bibliotecas públicas;e) Criação de oportunidades de leitura e contacto com os livros em espaçosnão convencionais de leitura.
  16. 16. 16Plano Nacional de LeituraPNLPNL3 – Linhas de EstratégiaPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Criar um ambiente social favorável à leituraa) Disponibilização de informação, alargar o conhecimento e o debatepúblico sobre as questões da leitura e da literacia;b) Mobilização da comunidade literária, da comunidade científica e dosórgãos de comunicação social para a questão da leitura e para os objectivosdo Plano;c) Reforço da cooperação e da conjugação de esforços entre a escola, afamília, as bibliotecas e outras organizações sociais;d) Valorização, divulgação e apoio ao esforço de profissionais e instituiçõescom intervenção na área da leitura;e) Estabelecimento de parcerias e desenvolvimento de acções concertadas,mobilizando entidades públicas e privadas.
  17. 17. 17Plano Nacional de LeituraPNLPNL3 – Linhas de EstratégiaPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Assegurar formação e instrumentos de apoioa) Definição de parâmetros para a formação de educadores, professores emediadores de leitura de acordo com os princípios do Plano Nacional deLeitura;b) Disponibilização de instrumentos, conteúdos e metodologias orientadorasda formação de professores e mediadores de leitura;c) Disponibilização de orientação e apoio directo e online a práticaspromotoras de leitura na escola, na biblioteca escolar, na família, nabiblioteca pública e noutros contextos culturais;d) Mobilização de instituições de formação para ampliar a oferta na área daleitura;e) Coordenação e divulgação de acções de formação para mediadores deleitura organizadas por diferentes instituições.
  18. 18. 18Plano Nacional de LeituraPNLPNL3 – Linhas de EstratégiaPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Inventariar e optimizar recursos e competênciasa) Inventariar, descrever e divulgar programas, iniciativas e experiências quetêm contribuído para criar hábitos de leitura;b) Atender aos resultados da experiência nacional e às experiências deoutros países na organização de novas iniciativas;c) Proporcionar livros e outros recursos de informação às escolas;d) Recorrer às novas tecnologias de comunicação para promover o acessoao livro estimular a diversificação das actividades de leitura e a informaçãosobre livros e autores;e) Angariar e optimizar financiamentos e co-financiamentos.
  19. 19. 19Plano Nacional de LeituraPNLPNL3 – Linhas de EstratégiaPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Criar e manter um sistema de informação e avaliaçãoa) Inventariar e divulgar os resultados de investigação já realizada e asiniciativas bem sucedidas, tanto em Portugal como noutros países;b) Disponibilizar informação actualizada sobre literacia e hábitos de leiturados Portugueses;c) Criar modelos de avaliação que permitam efectuar balanços de situação;d) Criar instrumentos de avaliação utilizáveis em contexto escolar quepermitam aos docentes dos vários níveis de escolaridade monitorizar odesenvolvimento da leitura e da escrita dos seus alunos;e) Avaliar políticas e acções a desenvolver no âmbito do Plano Nacional deLeitura.
  20. 20. 20Plano Nacional de LeituraPNLPNL4 – Destinatários e áreas de intervençãoPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Devido a estudos que demonstraram que “as competências básicas ou seadquirem precocemente, nas primeiras etapas da vida, ou dão lugar adificuldades que progressivamente se acumulam”, surge a necessidade dese adotar este PNL a partir das seguintes idades:a) Educação pré-escolar;b) 1.º ciclo;c) 2.º Ciclo.Assim como ad) Educadores e Professorese) Pais e encarregados de educação, bibliotecários, mediadores eanimadores de leitura.
  21. 21. 21Plano Nacional de LeituraPNLPNL4 – Destinatários e áreas de intervençãoPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Público Alvo Áreas de intervençãoCrianças do pré-escolarAlunos do ensino básicoJardins de infânciaEscolasBibliotecas escolaresFamílias e bibliotecas públicasEducadores e professoresPais, bibliotecários, mediadores eanimadoresInstituições de formaçãoBibliotecas públicasNet
  22. 22. 22Plano Nacional de LeituraPNLPNL5 – Fases de execuçãoPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Foram planeadas 2 fases de execução:a) a 1.º fase iniciou-se em setembro de 2006;b) a 2.ª fase iniciar-se-á após a conclusão da 1.ª fase, aquando dadivulgação da avaliação do PNL.
  23. 23. 23Plano Nacional de LeituraPNLPNL5 – Fases de execuçãoPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Ainda relativamente à 1.ª fase, esta englobava:a) Programas de intervenção e de formação;b) Apoio e divulgação de projectos promovidos por outras entidades(públicas, da sociedade civil e privadas);c) Um plano de comunicação;d) Estudos e avaliação do Plano Nacional de Leitura.
  24. 24. 24Plano Nacional de LeituraPNLPNL6 – ProgramasPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/20061 - Programas de incentivo e promoção da leitura:a) Em contextos escolares:i) Nas salas de aulas;ii) Nas bibliotecas escolares;b) No contexto das bibliotecas públicas e outros espaços da comunidade;c) Em contexto familiar/tempo livre;d) Em contextos não convencionais de leitura.2 - Projectos experimentais de promoção da leitura;3 - Apoio a iniciativas de outras instituições (públicas, privadas e dasociedade civil).
  25. 25. 25Plano Nacional de LeituraPNLPNL7 – Apoios/formaçãoPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Estão previstos os seguintes programas apoiados:a) A disponibilização online de orientações para as actividades de leitura,designadamente:i) Listas de obras recomendadas para leitura na sala de aula e paraleitura autónoma;ii) Orientações para leitura orientada na sala de aula, para actividadescentradas nos livros e para avaliação do progresso dos alunos;b) O financiamento gradual das escolas, com o contributo de parceiros,mecenas e patrocinadores, para que adquiram conjuntos de obrasadequadas às actividades da hora de leitura dos vários anos;c) A formação online e presencial dirigida aos educadores, professores,bibliotecário, contadores de histórias, animadores e mediadores.
  26. 26. 26Plano Nacional de LeituraPNLPNL8 – Plano de comunicaçãoPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Destina-se a sensibilizar a opinião pública, criar condições para umacolhimento favorável da parte dos diferentes sectores do público alvo e dacomunicação social e mobilizar instituições, captar parceiros, mecenas epatrocinadores. O Plano de Comunicação prevê, desde já, os seguintesrecursos:a) O sítio do Plano Nacional de Leitura na Internet, para disponibilizarinformação e orientações, criar uma rede nacional de informação sobreprojectos e iniciativas de promoção da leitura e permitir monitorizar a acçãodos diferentes participantes;b) A campanha de promoção da leitura e os concursos e prémios nacionaisde leitura a realizar, com o apoio de canais de televisão, de rádios, daimprensa nacional e regional e de parceiros, mecenas e patrocinadores.
  27. 27. 27Plano Nacional de LeituraPNLPNL9 – Estruturas de coordenação do Plano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006São responsáveis pela coordenação do Plano Nacional de Leitura osseguintes serviços e organismos:a) O Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares, ao qual compete acoordenação do Plano Nacional de Leitura;b) O Instituto Português do Livro e das Bibliotecas (IPLB), que desempenhafunções de parceiro estratégico responsável pelos programas na área dacultura;c) O Instituto da Comunicação Social (ICS), que desempenha funções deparceiro estratégico para as iniciativas na área da comunicação social;d) O Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo doMinistério da Educação (GIASE), ao qual compete a coordenação geral dosestudos, incluindo a avaliação do Plano.
  28. 28. 28Plano Nacional de LeituraPNLPNL10 – Estudos/avaliação do Plano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Estudos a realizarEstudos sociológicos:Inquérito aos hábitos de leitura dos Portugueses;Inquérito aos hábitos de leitura da população escolar;Inquérito sobre promoção de leitura na escola;Identificação e análise de práticas nacionais e internacionais (OCDE) para promoçãoda leitura.Estudos linguísticos:Levantamento de instrumentos de avaliação de leitura produzidos em Portugal;Aferição de instrumentos de avaliação da leitura;Definição de instrumentos a criar;Estabelecimento de níveis de referência (benchmarks) do desenvolvimento daleitura (dos 1.o ao 6.o anos de escolaridade).Estudos pedagógicos — práticas pedagógicas para o desenvolvimento da leitura eda escrita.
  29. 29. 29Plano Nacional de LeituraPNLPNL10 – Estudos/avaliação do Plano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006Avaliação do Plano Nacional de Leitura:Execução dos programas;Atitudes dos diferentes segmentos do público abrangido;Impacte dos programas no desenvolvimento da leitura.
  30. 30. 30Plano Nacional de LeituraPNLPNLAvaliação da 1.ª fase: 2006-2011Avaliação do Plano Nacional de LeituraAvaliação do Plano Nacional de LeituraIdentificaram-se alguns pontos com impacto positivo:✗ No desenvolvimento regular de actividades de leitura num conjunto de contextosinstitucionais – escolas, bibliotecas, unidades de saúde, Centros NovasOportunidades, associações, clubes, famílias;✗ No envolvimento, em iniciativas de promoção da leitura e da literacia, de umadiversidade de actores sociais – professores e bibliotecários, educadores de infânciae formadores de adultos, médicos e enfermeiros, municípios e fundações, meios decomunicação social e empresas, universidades e centros de investigação científica,entre vários outros;✗ Nas práticas de leitura dos alunos, assim como nas suas atitudes relativamente àleitura e às bibliotecas e nas suas competências de literacia – sobretudo nos trêsciclos do ensino básico, mas abrangendo também as crianças dos jardins-de-infânciae os adultos dos Centros Novas Oportunidades;✗ Na sensibilização da opinião pública a respeito da importância da leitura e da literaciae das acções que visam promovê-las – associando à implementação do PNL odesenvolvimento de um ambiente social claramente mais favorável à leitura do queanteriormente.
  31. 31. 31Plano Nacional de LeituraPNLPNLAvaliação da 1.ª fase: 2006-2011Avaliação do Plano Nacional de LeituraAvaliação do Plano Nacional de LeituraUm dos impactos mais salientes do PNL foi ter contribuído decisivamentepara que nas escolas do ensino básico de todo o país se tivesse implantado umaactividade regular e consistente de leitura orientada em sala de aula. (Costa, 2011)Este impacto decorre de:✗ essa actividade ser promovida e apoiada pelo PNL de forma continuada (todos osanos, ao longo de todo o ano);✗ abrangente (todo o sistema público de ensino e uma parte crescente das escolas privadas) e✗ integrada (meios financeiros para a aquisição de livros pelas escolas, sugestões de títulos ede actividades de leitura, mobilização intensa e altamente qualificada da Rede de BibliotecasEscolares, disponibilização de um portal próprio e outros recursos electrónicos em rede). (Idem,2011)
  32. 32. 32Plano Nacional de LeituraPNLPNLAvaliação da 1.ª fase: 2006-2011Avaliação do Plano Nacional de LeituraAvaliação do Plano Nacional de LeituraQuadro 2 - Balanço geral do PNL segundo a percepção dos professores, 2009/10(% de “concorda totalmente” + “concorda em parte”)Fonte: CIES-IUL, Inquérito PNL às Escolas, 2010 (Costa, 2011:99)
  33. 33. 33Plano Nacional de LeituraPNLPNLAvaliação da 1.ª fase: 2006-2011Avaliação do Plano Nacional de LeituraAvaliação do Plano Nacional de LeituraAs escolas são praticamente unânimes em considerar que os professores promovem mais actividades de leitura,as bibliotecas são mais frequentadas, os alunos lêem mais e melhor, os pais estão mais atentos à importânciada leitura para os filhos e a leitura recebe mais atenção da sociedade em geral. (Costa, 2011:99)Segundo Costa (2011), observa-se, entre 2000 e 2009, um aumento da pontuação média obtida e umaaproximação ao valor médio do conjunto dos países da OCDE. Se, em 2000, os resultados de Portugal nodomínio da leitura foram dos mais baixos da OCDE, em 2009 os resultados médios obtidos deixam, pelaprimeira vez, de ser significativamente inferiores à média da OCDE (Costa, 2011:99).
  34. 34. 34Plano Nacional de LeituraPNLPNLAvaliação da 1.ª fase: 2006-2011Avaliação do Plano Nacional de LeituraAvaliação do Plano Nacional de LeituraQuadro 3 - Desempenho médio no domínio da leitura em Portugal e na OCDE, de 2000 a 2009Fonte: PISA 2009 (Costa, 2011)
  35. 35. 35Plano Nacional de LeituraPNLPNLAvaliação da 1.ª fase: 2006-2011Avaliação do Plano Nacional de LeituraAvaliação do Plano Nacional de LeituraQuadro 4 - Níveis de desempenho em leitura em Portugal, 2000 e 2009(em percentagem)Fonte: PISA 2009 (Costa, 2011)
  36. 36. 36Plano Nacional de LeituraPNLPNLBalanço geral decorridos 4 anos da aplicação do PNLBalanço do Plano Nacional de LeituraBalanço do Plano Nacional de Leitura
  37. 37. 37Plano Nacional de LeituraPNLPNLArranque da 2.ª fase: 2012Plano Nacional de LeituraPlano Nacional de LeituraA segunda fase, prevista para os próximos cinco anos, ganhará em prosseguiras linhas de força orientadoras e os programas estruturantes do PNL. Mas ganharátambém em suscitar novas vertentes, desejavelmente tão estimulantes e eficazescomo as da primeira fase. (Costa, 2011)
  38. 38. 38Plano Nacional de LeituraPNLPNLBibliografiaBibliografiaMinistério da Educação (dez 2001). Resultados do Estudo Internacional PISA2000. Lisboa: GAVECosta, A. F.(Coord.) (2010). Avaliação Externa do Plano Nacional de Leitura – 4.º ano.IV Conferência Internacional. CIES – Centro de Investigação e Estudos deSociologia e ISCTE – Instituto Universitário de LisboaCosta, A.F. (Coord.) (2011). Avaliação do Plano Nacional de Leitura: os primeiros 5 anos.GEPE. Lisboa: Ministério da EducaçãoDespacho conjunto n.º 1081/2005, de 23 de novembroResolução do Conselho de Ministros n.º 86/2006, de 12 de julhohttp://portal.inep.gov.br/pisa-programa-internacional-de-avaliacao-de-alunoshttp://www.planonacionaldeleitura.gov.pthttp://www.ua.pt/sbidm/biblioteca/PageText.aspx?id=4761
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