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  • 1. Alzheimer Uma Abordagem PsicológicaLisboa, 25 de Março de 2009 Rui Grilo 1 Psicólogo Clínico
  • 2. ObjectivosOs formandos deverão de ser capazes de :- Apreender o conceito associado à doença de Alzheimer;- Reconhecer a demência através da sintomatologia mais evidente;- Alterar atitudes e comportamentos perante a doença de Alzheimer e do estigma associado a 2 ela.
  • 3. O que é uma demencia?• Multiplas definições Criterios DSM-IV e ICD-10• Precisas alterações em pelo menos 3 das seguintes áreas: – Linguagem. – Memória – Capacidade visuoespacial. – Personalidade. – Capacidades cognitivas (abstracção, calculo, juiço, funções executivas). 3
  • 4. Como chegar a saber que nos encontramos perante uma demência?• História clínica: – Características demográficas. – Antecedentes pessoais de doença neurológica/psiquiátrica. – História familiar de demência. – Intervenções farmacológicas.• Sintomas: – Perfil de instalação e evolução cronológica. – 3 esferas: • Cognitivos. • Capacidade funcional. • Psiquiátricos. 4
  • 5. Envelhecimento Queremos envelhecer, não queremos ser velhosEnvelhecimento biológicoEnvelhecimento Psicológico (adaptação à realidade) Aceitação Rejeição PreconceitoEnvelhecimento Demencial 5
  • 6. Parkinson AlzheimerFunções Motoras Funções Cognitivas 6
  • 7. Alois Alzheimer 1906 Expressão Psicológica da DoençaAlucinações, desorientação temporal e espacialDeterioração mentalAmnésiaDificuldade de apreensão de novos conceitosAlucinações, desorientação temporal e espacialNegaçãoAgressividadeEmpobrecimento do discurso / comunicaçãoAgitação sem objectivosComportamentos irreflectidosLabilidade emocionalApatia 7Estranheza
  • 8. Evolução da demência tipo Alzheimer.• 2 – 20 anos.• 4 fases: – FASE LIGEIRA: • Defeito de memória. • Defeito de nomeação. • Perda de autonomia. Défices notados pelos familiares. 8
  • 9. 9
  • 10. 10
  • 11. Evolução da Doença de Alzheimer• FASE MODERADA: – Dificuldades de orientação temporo-espacial. – Lentos e muito repetitivos. – Início de sintomas psicológicos: delírio de roubo, paranoide… – Alteração do reconhecimento de pessoas ou objectos menos habituais. 11
  • 12. 12
  • 13. 13
  • 14. Evolução da Doença de Alzheimer• FASE SEVERA: – Não reconhece os familiares próximos. – Discurso fragmentado e vazio. – Precisa de ajuda para as actividades básicas. – Alucinações. Alterações do ritmo de sono.• FASE TERMINAL: – Doente acamado, incontinente, em mutismo. – Aparecem as complicações médicas: úlceras, infecções… 14
  • 15. 15
  • 16. 16
  • 17. • INTERVENÇÃO NÃO FARMACOLÓGICA. – Psicoterapia Individual numa fase incial – Psicoterapia em grupo numa fase posterior – Tipos: • Programas de actividades e estimulação. • Orientação para a realidade. • Memórias da vida. • Terapia de validação. 17
  • 18. 18
  • 19. 19
  • 20. 20
  • 21. • ALTERAÇÕES PSICOLÓGICAS. – Regras gerais: • Eliminar os factores desencadeantes ou “elo” de manutenção. Adaptar o meio do doente. • Informação continuada ao cuidador e vigilância das suas condições psicológicas. • Tratamento farmacológico: curto sempre que possível e com aumentos lentos. 21
  • 22. 22
  • 23. 23
  • 24. 24
  • 25. 25
  • 26. Reacções Psicológicas dosCuidadores do Doente de Alzheimer Depressão Sentimento de perda gradual / luto antecipado Stress insidioso Ansiedade Hostilidade Sintomas obsessivo-compulsivos Sentimentos de impotência Sintomas histéricos 26
  • 27. Acompanhamento Psicológico Ao CuidadorAcompanhamento adequadoResultados  no doente  na família  no próprio“Terapia da Esperança”  Jerome GroopmanNão deixe de solicitar ajuda para melhor poder ajudar 27
  • 28. “Nutrir esperança é reconhecer, semprebaseados na realidade dos factosque, apesar de todas as dificuldades, épossível encontrar um caminho” Jerome Groopman 28

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