O ciclo do projeto - (Parte 2): Planejamento
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O ciclo do projeto - (Parte 2): Planejamento

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O Rotary International tem o prazer de apresentar uma série de cinco webinars para apoiar a família rotária na criação de projetos humanitários sustentáveis. ...

O Rotary International tem o prazer de apresentar uma série de cinco webinars para apoiar a família rotária na criação de projetos humanitários sustentáveis.

A série abordará diferentes estratégias, melhores práticas e recursos disponíveis para ajudar clubes e distritos a implementarem iniciativas humanitárias sustentáveis com sucesso, usando exemplos reais de rotarianos.

No segundo webinar da série, você irá:

• Aprender a fazer uma avaliação das necessidades da comunidade e a selecionar um projeto

• Determinar como o projeto se encaixa nas metas de seu clube ou distrito

• Entender a importância de critérios de mensurabilidade, avaliação e sustentabilidade no projeto

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  • HELDER:Meu nome é Helder e faço parte da equipe da Fundação Rotária do escritório do Brasil. Estarei moderando a sessão de hoje junto com minha colega Carol.CAROL:Boa tarde a todos e sejambem-vindos!
  • HELDER:O webinar de hoje e todos os outros da série irão ajudá-los a saber como fazer projetossustentáveis. Vamos destacar as estratégias que outros rotarianos têm usado em seus projetos, fornecer algumas melhores práticas e orientar vocês sobre os recursos disponíveis para executar seus projetos.Todo projeto é único - alguns são de grande escala, outros são menores. Eles podem ser locais ou internacionais. Alguns utilizam subsídios do Rotary e outros são financiados por clubes e distritos. Durante esta série, vamos dar exemplos de vários projetos humanitários para que vocês possam aprender com a experiência de outros rotarianos.Vocêstambémpodemencontrar informações sobreos webinars destasérie em WWW.ROTARY.ORG/WEBINARS. Após o webinar, enviaremos um e-mail com o link queleva a estapágina.
  • HELDER:Neste webinar falaremossobre:Importância do planejamentopara o sucesso do projetoFerramentasparaajudar o clube no planejamento de projetosExemplosreais de projetos rotários e as liçõesaprendidas com elesNós queremos que este webinar seja o mais interativo possível, por isso, não hesitem em mandar suas dicas pelo campo “Questions” e participem de nossas enquetes.
  • HELDER:Mas antes de começarmos,vamosfalarsobrecomoparticipar do webinar. Cada um de vocês tem um painel de controle no canto superior direito de suatela, assimcomoapareceaqui no slide. A setinhalaranja é usadaparaabrir e fecharessepainel.Para oáudio, selecionemuma das opçõesmostradas no painel de controle.Se quiserem se conectarportelefone, o número a serdiscadoaparecerádepois de clicaremnaopção “Telephone”. Para quempreferirusar a caixa de som, é precisoclicar em “mic and speakers”. O uso de fones de ouvido com conexão USB podeajudaraquelesqueestiveremtendoproblemas em ouvir o webinar pelacaixa de som.Para manter a melhorqualidade de sompossível, todososparticipantes,menosos painelistas e eu, estarão no mudodurante o webinar. Porisso, se tiveremperguntasoucomentários, vocêsdevemdigitá-los no campo “Questions” do painel de controle.Emalgumaspartesdesse webinar vamospedir a opinião devocês.Para responderem a umaperguntaoufazeremcomentários, usem o campo “Questions”. CAROLVamospraticarisso. Digitem a primeirapalavraquevem à suamentequandovocêpensa em PROJETO HUMANITÁRIO.(Leralgumas das respostasdadas.)
  • HELDER:Como jámencionado, todoprojeto é único. No entanto, elessãocompostospelosmesmoselementos. Aquivocêspodemver um gráficoquemostra as diferentesfases do ciclo de um projeto.Como podemver, as principaisfases do ciclo do projetosão:
  • HELDER:Planejamento
  • HELDER:Aquisição de recursos
  • HELDER:Implementação
  • HELDER:Avaliação e promoção
  • HELDER:Cada webinar destasérieiráabordarumadestasáreas e proporcionarmelhorespráticas e dicasquepodemserimplementadasporvocês, independentemente da fase em que se encontram com seuprojeto.
  • HELDER:O enfoquehojeserá no planejamento do projeto. Costumamosouvirgrandes ideias de rotarianos, e elassempresãoacompanhadas da famosapergunta: Porondeeucomeço? Este webinar certamenteserá útil para você, nãoimporta se seu clube estáapenaspensando em fazer um projeto ou se jácomeçou a planejá-lo. Nãointeressa se o projeto é grandeoupequeno, jáque o planejamentoadequadosempreajuda a executar o projeto com sucesso.
  • HELDER: Um dos primeirospassos antes de se planejar um projeto é verificarquaissão as metas do clubepara o ano. A existência de metassimplifica o processo de procuraroutrabalhar em umainiciativaque motive osassociados do clube. O Rotary tem umagrandeferramentaparaestefim, chamada Rotary Club Central. Ela se encontraem rotary.org/pt/clubcentral. Quemainda nãotiverabertoumaconta no Rotary Club Central deveráfazê-lo o quanto antes, pois é um excelenterecurso e serve para todosos rotarianos!
  • HELDER:Outraopção é encontrarprojetos no Rotary Showcase, que é ondeos rotarianos compartilhamsuasexperiências com projetos em andamentooujáconcluídos. Aousarestaferramentavocênãoapenascontasua experiência, comotambémpodeencontrarclubes com osmesmosinteressesqueosseus. Ambas as ferramentasoferecemaousuário a possibilidade de fazerbuscaporÁrea de Enfoque, o quefacilitamuito para se chegar a resultadosespecíficos.Mesmoquevocênãoestejaprocurandopor um parceiro mas desejaobter informações sobre um determinado projeto, O Rotary Showcase é um excelentemodo de se conectar com outros rotarianos.
  • HELDER: Depois de identificada a área de enfoquenaqual se quertrabalhar, é importantefazerumaavaliação formal ou informal da comunidadenaqual o trabalhoseráfeito. Se a preferência for porumaavaliação formal, o Rotary oferece um recursoexcelentechamadoFerramentasparaIdentificar as Necessidades da Comunidade, que se encontra em Recursospara o Ciclo do Projeto no site rotary.org/myrotary/pt
  • HELDER:Qualseráentão a importância de se fazerumaavaliação das necessidades da comunidade? Todosnósmoramos, trabalhamos e visitamosdiferentescomunidades, mas é sempreprecisoouvir o queseusintegrantestêm a dizer, poisninguémmelhorqueelesconhece as necessidadeslocais. Elespodeminformar de quemaneirapoderãocontribuir, falarsobreospontos fortes da comunidade e seusobjetivos. Na identificação das necessidades, algumascoisas a considerarsão:Abrir o ouvido e ter a menteabertaparaescutarbem o que as pessoastêm a dizerVerificar com osmoradoresquaishabilidadeselesprecisamadquirirNãofazerpromessasdurante a avaliação, pois a gentenuncasabe o que o nossoclubepodefazerAgir de forma adequada e levar em consideraçãotudo o quefoiditoIdentificarosmembros da comunidadequepodemlheajudar no alcance das metas
  • HELDER:Depois de identificado o projeto é hora de decidir se é possívelformarparceria com umaorganizaçãocomunitária, entidadesem fins lucrativos, ONG ouórgãogovernamental. Estes tipos de parceirostêm a experiênciaquevocêprecisa e podemfornecerseuconhecimentoporpreçosmódicos. Voudar um exemplo. Se vocêencontrou um projetohídrico e quer se envolvernestainiciativa, um órgão do governopodereferir um de seusengenheirosparalhedarconsultoria. Medidascomoestaajudam a baixaroscustos e potencializam as verbas do clube. Além disso, a parceria com outraentidadecertamentefará com que o clube aprendacoisasnovas, sejafazer o levantamento das necessidades da comunidadeatéconcluir a medição e avaliação do projeto com sucesso.
  • HELDER:Desdeosprimeirosestágios de planejamento do projeto, é muitoimportanteconsiderartodososaspectos de sustentabilidade. Isto é algoessencial em projetosfinanciadosporSubsídio Global, e o Rotary incentivatodas as pessoasqueplanejamprojetos a pensarsobre o assunto e incorporá-lo aoplanejamento. Istopodeseraplicadomesmoquandonão se trata de Subsídio Global e nemtampoucohajanenhumfinanciamento da Fundação Rotária. Mas então, o que é sustentabilidade e porqueela é importante? Sustentabilidade significaque o projetoatende a umanecessidadecomunitária e que a própriacomunidadeconseguirámanter o benefíciomesmodepoisque o finalizarseutrabalho. Quando o projeto é sustentável, issoquerdizerque a comunidade é capaz de fornecer o programa, treinamentoouserviçoaoqual o Rotary deuinício, semquehajanecessidade de financiamentoadicional. Istopermiteao Rotary distribuirfundos de maneira a beneficiarmaispessoas.Aoplanejarseuprojetovocêdeve se perguntar: “Estacomunidadeconseguirámanteresteserviçopor um ano? Porcincoanos? Por 10 anos?” Se a resposta for sim e vocêconseguirenxergarperfeitamentecomoisto se dará, comoserápossível a manutenção do benefício, então é certoque se trata de projetosustentávelquecontinuaráporváriosanos!
  • HELDER:A medição e avaliação de projetos parecemsertarefascomplicadas, mas podemserbem simples dependendo de comosão vistas. Quandosolicitar um Subsídio Global vocêteráqueteralgunsníveis de medição. É importanteconsiderarbemesteponto, jáquevocêteráquerelatardetalhessobreisso. Considere as medidas mais simples possíveis, especialmente se este é seuprimeiro projeto. Se vocêjádesenvolveu projetos, passeentão a pensar em um meio de coletar dados mais sofisticados. Istopodeserfeito com testes antes e depois do projeto entre osparticipantes para medir o conhecimentoqueelesadquiriram. Vocêtambémpodeorganizarconversas em grupo antes, durante e depois da conclusão do projeto, ou, ainda, fazerlevantamentospormeio de questionários. Se o seuprojetonão for financiadopelaFundação Rotária não é precisoqueelesejamedido e avaliado, mas aindaassim, nãofará mal algum se isto for feito. O exercício de medição e avaliaçãofará com quevocêcompreenda o impactopositivocausadonacomunidade. A tarefa de medição e avaliaçãopodeserfácil, especialmente se vocêestátrabalhando com umaorganização. A maioria das organizaçõessemprefazemalgumtipo de medição e avaliação em seusprojetos. Assim, é sópedir à elaquecompartilheestes dados com você. Depois, você deve entãocompartilharestes dados com osdemaisassociados do clube. Convémaprender com a organizaçãocomoimplementar um bomsistema de medição e avaliação de projetos, de forma queseu clube possafazer a tarefa das próximasvezes!
  • HELDER:É importantelembrarqueos dados coletadosreferentesaoprojetosótêmimportância se foremusados.Elespodemserutilizadosparaplanejar a próximainiciativa, visando saber o quefuncionouounão, quemfoiimpactado e comoisto se deu, e se as metasforamalcançadas. As liçõesaprendidaspodemsempreserusadas no planejamento de futurosprojetos, e com issopode-se atingir um ciclo de sucessocontínuo!Osfuncionários do Rotary estãosempreprontos para ajudar com o planejamento de seus projetos.
  • CAROL:Antes de apresentar nossa painelista, gostaria de saber sobre a experiência de vocêscom projetos de clube ou distrito: Das ferramentas que falamos hoje, quais são as mais úteis para seu clube?ROTARY CLUB CENTRALFERRAMENTAS PARA IDENTIFICAR AS NECESSIDADES DA COMUNIDADEROTARY SHOWCASEFUNCIONÁRIOS DO ROTARYESTAS INFORMAÇÕES SÃO NOVAS PARA MIM 
  • CAROLAgora, nossa painelista iráfalar um poucosobre o planejamento e organização se seu projeto.
  • CAROL:A Governadora Adélia Villas é associada fundadora do Rotary Club Rio de Janeiro Guanabara do Distrito 4570, desde 1991, ocupando a classificação “Projetos Sociais – Planejamento e Gestão”.Ela é associada do Rotary Club Rio de Janeiro Guanabara-Galeão, resultante da fusão destes dois clubes. A Adélia é casada com o médico Walter de Oliveira Villas, sócio fundador do RC Rio de Janeiro Galeão há 30 anos, ocupando a classificação “Ortopedia e Traumatologia”. O casal tem três filhos e três netas.Ambos são Companheiros Paul Harris.Muito obrigadaporestaraquiconoscohojeAdélia!
  • CAROLAdélia, porquevocênãocomeçanosdandoumadescrição do seu projeto e comovocê se envolveu com ele.
  • Adélia:As duasrealidadesquevivia no momento em queplanejamos o projeto eram: eutinhasidoeducadoradurante 28 anos e era rotarianahá 7.Embora eu fosse esposa de rotarianohá 12 anos, o Rotary entrounaminhavidacomoumaopçãopessoal: era o queeuqueriafazer do meu tempo livre. Servir a pessoas e à comunidadecomosempre vi meuspaisfazerem. Mas trabalhar no Rotary era muito mais, porquevejo Rotary praticando um voluntariadocoletivo.Um projeto não tem dono, mas umavez a idéiacolocada e aprovada pelo grupo, todossãoresponsáveis e a chance de fracassar é quase zero.Quandofoipropostotrabalharmosnum projeto naárea de educação, numaregiãoextremamentecarente e abandonada da cidade do Rio de Janeiro , em que a maioria dos  responsáveispelascriançasqueseriambeneficiadas,  erammulheres, nãorestoudúvidas da necessidade de o Rotary estarpresentelá.De um projeto em queos 4 primeirosparceiroslocais,o RC Guanabara, o Tijuca, o Meier e o Saúde , contribuíraminicialmente com apenas US$ 1 .000, resultounum projeto de 5 SubsidiosEquivalentesque, juntamente com parcerias, somou 1 milhão de dólares.
  • CAROLComo você identificou a necessidade de implementar seu projeto. AdéliaO projeto maior considerou beneficiar as comunidades de três bairros da zona portuária do Rio de Janeiro: Saúde, Gamboa e Santo Cristo, onde se formou há mais de 100 anos, a primeira favela da cidade, no Morro da Providência. Lá se instalaram lavadeiras e jornaleiros, pela proximidade do Centro da cidade.O Morro da Conceição situa-se no bairro Saúde, bem próximo ao centro da cidade e tem uma história diferente, pois é formado por uma população oriunda de imigrantes portugueses, italianos e de outros países cujas famílias vinham em busca de novas oportunidades de trabalho. Ainda podem ser encontradas famílias que residem no velho casario há mais de 100 anos.Com a instalação do porto do Rio de Janeiro e a crescente onda de exportação de produtos como o café, assim como a importação de produtos industrializados, esta nova economia demandou uma mão de obra de estiva para trabalhar nos navios. Em meados do século XX, a maioria das famílias era chefiada por profissionais estivadores, que trabalhavam no porto. Este porto é o segundo maior do país.Com a introdução de novas tecnologias em transporte de carga, como os containers tinham a necessidade de mão de obra dos estivadores diminuiu consideravelmente e o que aconteceu nas últimas décadas de 1900, foi o êxodo dos homens, deixando suas famílias, em busca de novas oportunidades de trabalho.A grande maioria das famílias passou a ser chefiada por mulheres. Não se pode deixar de considerar também o fato de esta ser uma zona portuária, ao redor da qual, como em todo grande porto do mundo, proliferam os bares e as casas noturnas, num ambiente não favorável à educação de crianças ali residentes. Ao mesmo tempo, a ausência da ação dos governos, em todos os níveis, deu oportunidade ao êxodo das crianças das poucas escolas públicas, que não mais atendiam à grande demanda. Existia no histórico Morro da Conceição, uma capela dedicada a São Francisco, com mais de 300 anos, em cuja sacristia funcionou por mais de 50 anos uma escola elementar, patrocinada pela Venerável Ordem Terceira de São Francisco: a Escola Padre Dr.Francisco da Motta, seu grande benemérito.Após este tempo, seus confrades decidiram construir um sede para esta escola abrigando 250 crianças, para quem era oferecido ensino fundamental, da 1ª. à 4ª. série primárias.Esta instituição, que vamos chamar de VOT, ao final do século XX, passava por grande dificuldade financeira, uma vez que o foco dos trabalhos beneficentes era o grande hospital geral, de difícil manutenção. Como o ensino desta escola era totalmente gratuito, mesmo manter uma escola para 250 alunos, do ensino fundamental, o que demandava menos professores, ainda era difícil.Por ocasião da Conferência Pan-americana de Rotary pela Paz, que ocorreu no Rio de Janeiro em março de 1998 e, sendo eu a governadora eleita para o próximo período, fui procurada por dois governadores da Alemanha, dos distritos 1830 e 1950,participantes desta conferência e que expuseram , juntamente com o Chairman Distrital da Fundação Rotária e o Superintendente da VOT, o desejo de formarmos uma grande parceria no sentido de que esta escola não fechasse suas portas e, ao contrário expandisse seu ensino até a 8ª. serei, fim do ciclo fundamental. Em setembro de 1998, ela completava 100 anos de existência.Como educadora que fui pelo período de 30 anos, não imaginava a hipótese de uma escola ser fechada, não importando se pública ou particular, ainda mais numa região altamente carente. Agravando esta situação, começaram a acontecer no Rio de Janeiro, exatamente nesta parte da cidade, as mortes misteriosas de crianças de rua. A droga era a companheira delas e o abuso sexual também.
  • CAROL:Você teve alguma discussão formal ou informal com a comunidade beneficiada? E quais perguntas fez?AdéliaEntão, fui conhecer a escola e a comunidade e eu que sempre havia trabalhado em escolas de ensino médio do governo, me deparei com uma escola tipicamente comunitária, em que os responsáveis, na sua maioria mães ou avós, não queriam que este vínculo fosse cortado e, ao mesmo tempo, que se pudesse oferecer o ensino fundamental completo, com mais 4 anos. Conheci um outro desenho de família, com uma grande senso de responsabilidade sobre o destino de seus filhos. Continuar aberta a escola e dar continuidade à formação era uma aspiração justa, porque uma criança que saísse da escola, com a idade de 10 anos, não teria nenhuma chance de ser absorvida pelo sistema público para completar sua formação básica numa cidade como o Rio de Janeiro. Elas não queriam para seus filhos o mesmo destino daquelas crianças que não tinham família e eram abandonadas pelo sistema.
  • CAROL: Você usou alguma ferramenta de avaliação do Rotary (como o Rotary Club Central, ou o documento Ferramentas para Identificar as Necessidades da Comunidade)? Caso afirmativo, de que forma usou a ferramenta?AdéliaEstamos falando de 1998, quando os projetos apoiados/financiados pela Fundação Rotária, eram os Subsídios Equivalentes e o 3H, e estas ferramentas ainda não eram incluídas no planejamento. Esta equipe de parceiros que se formou em torno da ideia de apoiar a escola e de completar o ensino fundamental, pensou inicialmente em propor um Projeto 3H, tendo como meta, em 5 anos, chegarmos a 1.200 alunos, uma vez que apoiados em estatísticas oficiais( o IBGE e Instituto Pereira Passos) a região teria uma demanda bem maior. E qual seria nosso público-alvo: inicialmente os irmãos dos alunos já matriculados, no sentido de oferecermos a mesma oportunidade e mantermos a família unida e a moradores da região. Este era o perfil dos alunos.Acabamos optando por trabalhar com 5 MatchingGrants, ao invés de concentrarmos num Projeto 3H, talvez porque os MGs poderiam ser trabalhados paralelamente , ao contrário do 3H que tinha uma estrutura em etapas, com necessidade de aprovação em cada uma, para liberação das verbas. O principal impedimento foi de que as verbas da Fundação Rotária não poderiam ser aplicadas em grandes reformas como seriam necessárias. Aí entraram nossos companheiros parceiros da Alemanha que, através de contatos, conseguiram uma parceria do Governo da Alemanha, através do Ministério de Ação Social BMZ, no valor de US$ 500 mil, para uso nas obras necessárias. Os objetivos dos projetos esboçados foram então destinados à compra de equipamentos didáticos, mobiliário das salas e da cozinha e para as demais instalações. Os projetos assim elaborados, com a oficialização desta parceria com o governo alemão, foram aprovados pela Fundação Rotária em agosto de 1999. O que aprendemos também com este planejamento, é que poderíamos fazer projetos com parcerias de Rotary Clubes locais, do mesmo distrito, o que antes, nuca havia sido feito. Quatro clubes aceitaram a parceria, além do Distrito 4570, com parte do FDUC, assim como os dois distritos 1840( hoje 1841) e 1950, da Alemanha, com os dois clubes: o RC Schliersee e o RC Lohr-Marktheidenfeld respectivamente. Havia sido estabelecido um prazo de 5 anos, a partir da aprovação pela Fundação Rotária, para alcançarmos as metas de ampliação para 1.200 alunos, de 1ª. a 8ª. série., A instituição mantenedora adquiriu nove casas vizinhas à sede da escola e os ambientes das casas foram sendo adaptados para salas de aula. A cada ano abrimos vagas para 60 alunos em turmas mais adiantadas. Com as verbas sendo disponibilizadas pela Fundação e o Governo do da Alemanha, pudemos inaugurar as novas instalações e cumprir as metas de alunos em novembro de 2003, bem antes do planejado.Para a cerimônia de inauguração vieram da Alemanha 60 rotarianos, além de contarmos com a presença do EDRI José Alfredo Pretoni, representando o Chairman da Fundação Rotária, Carlo Ravizza, e do Embaixador da Alemanha, representando seu país como parceiro.
  • CAROL:O seu clube estabeleceu metas no início do ano? Quais foram estas metas e de que forma elas se encaixaram neste projeto?ADÉLIA:Como falado antes, não tivemos apenas um clube a administrar o projeto. Eram 4 clubes brasileiros e dois da Alemanha, além dos 3 distritos: o local e mais os dois alemães. E as metas já estavam especificadas nos 5 MGs além do documento de parceira com o Governo Alemão. Para podermos cumprir as metas estabelecidas e acompanhar o andamento dos trabalhos, para garantir o cumprimento das metas, foi formada uma Comissão Especial, com representantes dos clubes parceiros (geralmente seus presidentes), além dos parceiros da Alemanha, e dos distritos com os quais mantínhamos intensa correspondência e muitas vezes, recebíamos a visita de algum representante dos clubes da Alemanha. Participava ainda desta comissão o Coordenador da Subcomissão Distrital para os Projetos da Fundação Rotária. Eram reuniões mensais, sempre na sede da escola, com a principal finalidade de acompanharmos os progressos das obras e das benfeitorias. Uma vez ao ano, durante 4 anos, foram realizados Fóruns Distritais dos Serviços Internacionais, quando sempre contamos com as presenças de representantes dos dois distritos alemães.As metas foram alcançadas e poderiam até mesmo serem ultrapassadas em termos de absorvermos mais alunos, mas a prudência mandava que o plano fosse seguido, pois, uma vez o aluno matriculado, teria de ser garantida a ele a terminalidade do curso. À medida que novos alunos foram entrando e as instalações foram ficando prontas, foram sendo disponibilizadas 2 refeições ao dia: café da manhã e almoço para todos os alunos, através de mais 2 MGs , até 2005.Após este período e até hoje já foram aprovados e executados mais 4 projetos que garantem a alimentação para todos os alunos da Escola. Para estes projetos, novas parcerias foram sendo firmadas aqui no Distrito 4570 chegando a 21 Rotary Clubs parceiros.
  • CAROL: Adélia, como você trabalhou com o parceiro internacional ou local? Fale um pouco sobre o relacionamento dos parceiros e como cada um participou no subsídio.ADÉLIA:O projeto iniciou com 5 Subsídios equivalentes a partir de 1999. Após estes primeiros, foram sendo acrescentados outros como a doação de um equipo dentário para atendimento às crianças e mulheres grávidas. A partir de 2001 a entidade beneficiada VOT firmou convênio com a Comunidade Europeia para beneficiar a comunidade marginalizada da zona portuária, principalmente mulheres, entre as quais , as mães de alunos da Escola. O Projeto chamado de Desenvolvimento da População Marginalizada da Zona Portuária do Rio de Janeiro, tinha como objetivo oferecer oportunidade de capacitação em várias áreas, desde artesanato, corte de costura, cabeleireiro e manicure, artes gráficas, informática , telemarketing, iniciação à eletricidade, carpintaria, padaria e outros. Foram ao todo equipadas 18 salas, em imóveis disponibilizados pela VOT e reformados para atender seus novos fins. Todas estas casas ficavam no Morro da Conceição, no entorno da Escola. Para equipar algumas destas oficinas, vários projetos de Subsídios Equivalentes foram planejados e aprovados, tornando-nos desta maneira, parceiros reconhecidos da Comunidade Europeia. Outras áreas de formação pessoal foram oferecidas, sempre em função do mercado de trabalho formal e mesmo da economia informal, mais comum na cidade. Para que as mães pudessem assumir compromissos de trabalho em jornadas diárias de 8 horas, foram oferecidas 120 vagas para crianças de 3 a 5 anos, que permaneciam na escola, em horário integral e a quem, o Rotary oferecia 5 refeições diárias.À Comunidade Europeia cabia o custo com professores e funcionários. Projetos para equipar estes novos ambientes foram financiados por novos subsídios equivalentes. O atendimento com vistas à saúde foi reconhecido como parte da formação do profissional. Para tal , ambulatórios para o acompanhamento da saúde materno-infantil, tratamento dentário para mulheres grávidas e seus filhos, orientação ao planejamento familiar e psicológica para prevenção ao uso de drogas, para jovens e seus familiares, completavam este projeto.No sentido de que os estudantes e suas famílias conhecessem melhor a história desta região e zelassem pela sua manutenção, foi criada a Biblioteca Popular do Morro da Conceição ( fora das instalações da escola), mas disponível para os professores e alunos e à comunidade. Um Centro Cultural e uma Escola Popular de Música, para alunos, pais e moradores da região também foram criados. O valor total do orçamento disponibilizado pela Comunidade Europeia, foi de 1.200 mil Euros, que foram aumentados pelos projetos de subsídios do Rotary, além da contrapartida da instituição beneficiada, a VOT, com a disponibilização dos imóveis de sua propriedade. A Comunidade Europeia anualmente, a partir de 2002 enviava um auditor para análise do cumprimento das metas e logo de início, nós começamos a participar destas reuniões, como parceiros espontâneos, pois a população da zona portuária que estaria beneficiada era a mesma com que já vínhamos trabalhando. Esta parceria potencializou para todas as partes, os benefícios que se esperavam alcançar.CAROLVamosfazer agora umaoutraenquete.
  • CAROL:Vamos falar agora dos recursos disponíveis para ajudá-lo na fase de planejamento. De que maneira você já arrecadou recursos para seus projetos? FINANCIAMENTO DA FUNDAÇÃO ROTÁRIADOAÇÕES DE ROTARIANOS/CLUBEPARCERIAS COM O GOVERNO LOCALAPOIO DE EMPRESAS LOCAISOUTROS RECURSOS Enquanto esperamos pelos resultados da pesquisa, quero aproveitar para convidá-los a participar do nosso terceiro webinar desta série, chamado "O Ciclo do projeto - (parte 3): Aquisição de Recursos, que acontecerá no dia 13 de janeiro de 2014. Vamos agora verosresultados.
  • CAROL:Adélia,você trabalhou com alguma organização ou parceiro não rotário? De que forma vocês trabalharam juntos?ADÉLIA:Além das parcerias já citadas anteriormente, não trabalhando diretamente com os Rotary Clubs, mas em favor do mesmo projeto, foi feita uma parceria da VOT com o Governo do Estado da Baviera, que apoiou a construção de um prédio para lavatórios e banheiros, à disposição dos 1.200 alunos, no valor de US$ 120 mil. Foi criada uma Associação de Amigos da Escola, na Alemanha, muitos deles, rotarianos, com a finalidade de contribuir anualmente para a manutenção da escola, cujo valor mensal era de R$ 250 mil.
  • CAROL:Como o critério de sustentabilidade foi abordadoem seu projeto? Você criou um plano para depois que o projeto fosse completado?ADÉLIA:A característica de sustentabilidade só recentemente, com o Plano Visão do Futuro, passou a ser exigida nos projetos do Rotary. Mas é claro que nos objetivos iniciais de ampliação e oferta de ensino de 250 para 1.200 alunos, já estava implícita a sustentabilidade. A VOT, como entidade beneficiada, sempre foi a responsável pela manutenção dos custos com professores, técnicos e pessoal de apoio da Escola, que a cada ano só fez aumentar. Ao mesmo tempo, no contato constante com os técnicos da Comunidade Europeia, o item da sustentabilidade era parte do compromisso, pelo menos durante os próximos cinco anos, ao final da implantação do projeto e do alcance das metas previstas. Acompanhei este período de cinco anos, em que anualmente o projeto continuou a ser supervisionado para saber se houve continuidade e, mesmo expansão das metas. Este contato nos trouxe uma grande oportunidade de aprendizagem e conhecimento dos desafios que representa.Quando a primeira turma de 60 alunos, em 2004, concluiu sua formação de Ensino Fundamental, uma aspiração e exigência naturais afloraram: o da criação de uma Escola de Ensino Médio. Nada mais justo.Novos parceiros foram buscados pela VOT e a Fundação SonjaKill, da Alemanha, veio a se tornar parceira assumindo boa parte do custo deste novo projeto. Novos imóveis foram disponibilizados e reformados para que, em 2005, fosse criado o Colégio SonjaKill, com apenas uma turma de 30 alunos no 1º ano, selecionados dentre os melhores que haviam concluído o 1º Grau. No ano de 2007, a primeira turma de alunos completou o curso e muitos se candidataram e foram aprovados para cursos em universidades públicas. Um item talvez implícito, mas não antes incluído nos objetivos – o da qualidade de ensino, havia sido alcançado, como prova de que a metodologia pedagógica e a filosofia de focar na criança e na família, conseguiu seus resultados.
  • CAROL: Como você mediu e avaliou o sucesso do seu projeto? ADÉLIA: Este projeto, por sua característica educacional teve avaliação permanente de todos os envolvidos: direção da Escola - quanto à melhor metodologia e qualidade de ensino. Neste aspecto, a visão do aluno como parte de um grupo, sua inserção ou não numa família organizada, a cobrança da presença dos pais no acompanhamento do rendimento escolar ( apesar de ser uma escola gratuita), foram sendo implantados e absorvidos por todos envolvidos no processo de educação. Podemos também medir o acerto da metodologia pela visão física da escola: suas paredes internas e externas da sede da escola, apesar de se encontrar numa região de comunidade carente, onde as pichações são práticas comuns dos jovens, isto não ocorre na escola.Da parte da instituição mantenedora, coube a ela expedir editais com os critérios para a admissão de novos alunos a cada ano, o que não foi uma tarefa fácil. Da parte dos parceiros rotarianos, o acompanhamento também foi contínuo, sempre atentos às necessidades materiais, tendo em vista o aumento dos alunos. Até mesmo um Rotary Club foi instalado com suas reuniões semanais, em ambiente da escola, permanecendo durante os últimos 12 anos no mesmo local. Este contato direto trouxe a proximidade e o conhecimento da nossa instituição, dos seus benefícios e compromissos, aos pais e alunos. Todos sabem o que é Rotary. Parcerias espontâneas de rotarianos empresários podem ser citadas. De destacar a empresa que desde o dia da inauguração das novas instalações, em 2003, assumiu a limpeza e a higiene de todos os ambientes da escola, espaço que pode ser avaliado em 4.500 metros quadrados. Além de disponibilizar equipamentos e materiais de higiene, treinou 50 mães, que foram contratadas para estes serviços e de outros contratos da empresa na cidade do Rio de Janeiro.
  • CAROL: Adélia, como o seu projeto já foi encerrado, quais foram os seus resultados? ADÉLIA:Em termos de alcance das metas, o projeto encontra-se, da parte dos rotarianos, após 14 anos, como tendo cumprido a missão. A fase inicial do projeto, com os 5 Subsídios Equivalentes, além dos valores aportados pelo Governo Alemão, somou o total de US$ 1 milhão de dólares, sem contar os custos dos 7 imóveis incorporados à sede antiga da Escola. Esta etapa teve o relatório aprovado ao seu término, tanto pela Fundação Rotária quanto pelo ministério BMZ da Alemanha.
  • CAROL:O que você aprendeu com sua experiência no projeto que poderia compartilhar com rotarianos?ADÉLIA:1.Ainda em fase de planejamento, repartir com companheiros de outros clubes a necessidade da realização do projeto e se houver interesse, aceitar parcerias. Como dizem no Brasil, todos querem compartilhar boas ideias e bons resultados. E por que não? 2.Planejar suas metas além das necessidades imediatas. Você vai se surpreender com a expansão das metas. 3.Seguir as normas de cada fase dos projetos da Fundação Rotária, caso contrário, dará errado.4.Trabalhar sempre em equipe, pois as pessoas adoecem, morrem, saem do Rotary e com uma equipe maior, a chance de solução de continuidade nestes casos, é menor. Estas são apenas algumas considerações de ordem prática. Há outras mais que envolvem o óbvio: trabalhar sempre aplicando a Prova Quádrupla.Aí, não tem erro.
  • CAROL: Quais foram os maioresdesafios enfrentados?ADÉLIA:Foram muitos, mas eu diria que os recursos humanos rotários nem sempre estiveram disponíveis no momento que eram precisos. Talvez por acharem, nossos companheiros, que os que se envolveram com a causa eram suficientes. Nem sempre foi assim. Mas tenho vivo o sentimento de que os que se envolveram estão satisfeitos e agradecidos por esta grande e única oportunidade. Várias gerações educadas e capacitadas são a certeza de que tanto investimento trouxe benefícios que não podem ser contados em valores materiais, mas sim, na qualidade de cidadãos que ajudamos a formar, úteis à sua família, comunidade e seu país. CAROLMUITO OBRIGADA ADÉLIA POR SUA DISPONIBILIDADE E DEDICAÇÃO E PELAS EXCELENTES INFORMAÇÕES QUE VOCÊ NOS FORNECEU HOJE. ADÉLIA FAZ SEU AGRADECIMENTO.
  • HELDER:Nossapainelistanosdeumuitasinformaçõessobresuaexperiênciaemprojeto, e todo o planejamentoexigidoporele. Nós agora queremosouvir o quevocêstêm a dizer.Falemsobresuaexperiência com planejamento de projetos. Digam o quefuncionoubem, o queconvémevitar. Digitemsuasdicas no campo Question. [CAROLLER AS DICAS QUE ESTÃO ENTRANDO E DAR O NOME DE QUEM DEU A DICA.]CAROL: (Apósalgunsminutos...) Continuemenviandosuasdicas e comentários.
  • CAROL:Enquantoaguardamospormaisdicasvamospassaràsperguntas. Nósrecebemosexcelentesperguntas, e iremosrespondê-las. Continuemenviandosuasperguntas e nósvamosprocurar responder a todaselas. Se o tempo se esgotar, nósresponderemosàsperguntaspor e-mail.A primeirapergunta é do(a). Ele(a) quer saber ______. [Leia as perguntas com a bandeirinhavermelha e passeao painelista de direito.][Alterne as perguntas com dicas de projetos. As dicasestarãomarcadas com bandeirinhaamarela]
  • HELDERObrigada pela participação de todos! Este foi o segundo webinar da série de cincoqueteremossobre o Ciclo do Projeto. Nãodeixem de se inscreverparaospróximos webinars da série em www.rotary.org/webinarsO próximo webinar desta série será sobre AQUISIÇÃO DE RECURSOS. Na páginaacimavocêencontrará a gravação do primeiro webinar e deste de hoje. Bastaacessar a página e clicar em “On Demand” paraobter a gravaçãodeste e de outros webinars. Logo apósterminarmoshoje, vocêsverãoumabrevepesquisaaparecernatela. Agradecemos de antemãoàqueles de vocêsquepuderemparticipardestebrevelevantamento, pois o seu feedback nosajudaránaelaboração dos próximos webinars da série. Compartilhemestagravação com outraspessoasquenãopuderemestarpresenteshoje e incentivem a todos a participar da parte trêsdestasérie, queserásobreAquisição de Recursos. Dentro de algunsdiasvocêsreceberão um e-mail com um link queleva à gravaçãodeste webinar, informaçõessobrealguns dos recursosmencionadosnaapresentação de hoje e um link para se inscreveraoterceiro webinar destasérie. Queroagradecermaisumavez a nossapainelista e esperoquetodosvocêsestejamaquiconosco no terceiro webinar! Obrigado.

O ciclo do projeto - (Parte 2): Planejamento O ciclo do projeto - (Parte 2): Planejamento Presentation Transcript

  • O Ciclo do Projeto (parte 2): Planejamento Rotary International 12 de dezembro de 2013 #Connect4Good
  • BEM-VINDOS AO WEBINAR Helder Sampedro Carol Dias Coordenador, Fundação Rotária Serviços Linguísticos NOV 2013
  • PANORAMA DO PROJETO www.rotary.org/pt/webinars NOV 2013
  • OBJETIVOS Neste webinar falaremos sobre:  Importância do planejamento para o sucesso do projeto  Ferramentas para ajudar o clube no planejamento de projetos  Exemplos reais de projetos rotários e as lições aprendidas com eles NOV 2013
  • PARTICIPAÇÃO Áudio Selecione a opção Use Telephone ou Use Mic & Speakers Para melhor qualidade de som, feche todos os programas que não estiver usando, como e-mail e Microsoft Office, e não deixe seu celular próximo ao computador. NOV 2013
  • O CICLO DO PROJETO NOV 2013
  • O CICLO DO PROJETO NOV 2013
  • O CICLO DO PROJETO NOV 2013
  • O CICLO DO PROJETO NOV 2013
  • O CICLO DO PROJETO NOV 2013
  • O CICLO DO PROJETO NOV 2013
  • O CICLO DO PROJETO NOV 2013
  • ROTARY CLUB CENTRAL NOV 2013
  • ROTARY SHOWCASE www.rotary.org/showcase NOV 2013
  • AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DA COMUNIDADE NOV 2013
  • AVALIAÇÃO DAS NECESSIDADES DA COMUNIDADE • Para avaliar as necessidades da comunidade: – Ouça com a mente aberta – Verifique com os membros da comunidade quais as habilidades que eles precisam desenvolver – Não prometa nada – Identifique os pontos fortes da comunidade e as pessoas que podem trabalhar com você NOV 2013
  • COMO ENCONTRAR PARCEIROS • Por que trabalhar com parceiros? – Parcerias ajudam a baixar o custo do projeto – Os associados aprendem muito com o parceiro NOV 2013
  • SUSTENTABILIDADE • O que é sustentabilidade? – Soluções de longo prazo que permitem às comunidades darem continuidade ao benefício mesmo depois de esgotados os fundos do subsídio. – A pergunta é: Esta comunidade continuará a ter esta benfeitoria daqui a um ano? Daqui a cinco anos? Daqui a 10 anos? NOV 2013
  • MEDIÇÃO E AVALIAÇÃO • • • • Mantenha as coisas simples Cresça com cada projeto Aprenda com os dados Se estiver trabalhando com organização parceira, peça ajuda com medição e avaliação do projeto NOV 2013
  • MEDIÇÃO E AVALIAÇÃO • Os dados só importam se forem usados • Os dados podem ser usados no planejamento de futuros projetos • Não se esqueça das lições aprendidas NOV 2013
  • ENQUETE NOV 2013
  • Nossa painelista NOV 2013
  • NOSSA PAINELISTA Adélia Villas Rotary Club RJ Guanabara- Galeão Distrito 4570 NOV 2013
  • Sua experiência NOV 2013
  • SUA EXPERIÊNCIA NOV 2013
  • PLANEJAMENTO NOV 2013
  • PLANEJAMENTO NOV 2013
  • PLANEJAMENTO NOV 2013
  • METAS NOV 2013
  • FINANCIAMENTO NOV 2013
  • ENQUETE NOV 2013
  • PARCERIAS NOV 2013
  • SUSTENTABILIDADE NOV 2013
  • MEDIÇÃO E AVALIAÇÃO NOV 2013
  • SUSTENTABILIDADE NOV 2013
  • EXPERIÊNCIAS NOV 2013
  • DESAFIOS ENFRENTADOS NOV 2013
  • Dicas para um bom projeto NOV 2013
  • Perguntas? NOV 2013
  • Agradecemos sua participação! Inscreva-se aos próximos webinars da série e acesse as gravações em www.rotary.org/webinars NOV 2013