Psicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiro
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    Psicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiro Psicogênese da língua escrita segundo maria emilia ferreiro Presentation Transcript

    • Estudos da aluna Roseli ParréProfessora Tutora: Regina Aparecida RagazziUnidas Professor ToledoPedagogia 5° semestreMarço de 2012
    • “Um dos maiores danos que se pode causar a uma criança é levá-la a perder a confiança na sua própria capacidade de pensar” Maria Emilia Ferreiro
    •  As pesquisas de Emilia Ferreiro, que estudou e trabalhou com Piaget, concentram o foco nos mecanismos cognitivos relacionados à leitura e à escrita. De maneira equivocada, muitos consideram o construtivismo um método.
    •  Tanto as descobertas de Piaget como as de Emilia levam à conclusão de que as crianças têm um papel ativo no aprendizado. Elas constroem o próprio conhecimento - daí a palavra construtivismo. A principal implicação dessa conclusão para a prática escolar é transferir o foco da escola - e da alfabetização em particular - do conteúdo ensinado para o sujeito que aprende, ou seja, o aluno.
    •  O princípio de que o processo de conhecimento por parte da criança deve ser gradual corresponde aos mecanismos deduzidos por Piaget, segundo os quais cada salto cognitivo depende de uma assimilação e de uma reacomodação dos esquemas internos, que necessariamente levam tempo. É por utilizar esses esquemas internos, e não simplesmente repetir o que ouvem, que as crianças interpretam o ensino recebido.
    •  Para o construtivismo, nada mais revelador do funcionamento da mente de um aluno do que seus supostos erros, porque evidenciam como ele "releu" o conteúdo aprendido. O que as crianças aprendem não coincide com aquilo que lhes foi ensinado.
    •  Emilia Ferreiro critica a alfabetização tradicional, porque julga a prontidão das crianças para o aprendizado da leitura e da escrita por meio de avaliações de percepção (capacidade de discriminar sons e sinais, por exemplo) e de motricidade (coordenação, orientação espacial etc.).
    •  Dessa forma, dá-se peso excessivo para um aspecto exterior da escrita (saber desenhar as letras) e deixa-se de lado suas características conceituais, ou seja, a compreensão da natureza da escrita e sua organização. Para os construtivistas, o aprendizado da alfabetização não ocorre desligado do conteúdo da escrita.
    •  Segundo Emilia Ferreiro, a alfabetização também é uma forma de se apropriar das funções sociais da escrita. De acordo com suas conclusões, desempenhos díspares apresentados por crianças de classes sociais diferentes na alfabetização não revelam capacidades desiguais, mas o acesso maior ou menor a textos lidos e escritos desde os primeiros anos de vida.
    •  Na sua opinião, há alguma diferença entre letramento e alfabetização? É possível alfabetizar sem letrar e letrar sem alfabetizar?
    • http://youtu.be/K8RHXK0eTQQ
    •  Para Emilia, o Brasil peca ao dissociar alfabetização de letramento, pois ambos ocorrem em comunhão.
    • http://youtu.be/ImQa0t_qVm4
    •  Curiosamente, as críticas que Ferreiro teceu à Educação Brasileira em 2006 - ou seja, há 6 anos - continuam atuais e eminentes.
    •  De acordo com a teoria exposta em Psicogênese da Língua Escrita, toda criança passa por quatro fases até que esteja alfabetizada:
    •  pré-silábica: não consegue relacionar as letras com os sons da língua falada;
    •  Silábica: interpreta a letra a sua maneira, atribuindo valor de sílaba a cada uma;
    •  silábico-alfabética: mistura a lógica da fase anterior com a identificação de algumas sílabas;
    •  alfabética: domina, enfim, o valor das letras e sílabas.
    • "...a aprendizagem da leitura e da escrita não se dá espontaneamente; ao contrário, exige uma ação deliberada do professor e, portanto, uma qualificação de quem ensina. Exige planejamento e decisões a respeito do tipo, frequência, diversidade, sequência das atividades de aprendizagem. Mas essas decisões são tomadas em função do que se considera como papel do aluno e do professor nesse processo; por exemplo, as experiências que a criança teve ou não em relação à leitura e à escrita. Incluem, também, os critérios que definem o estar alfabetizado no contexto de uma cultura” (grifo nosso).
    • http://youtu.be/BD4MMZJWpYU
    •  “Quem tem muito pouco, ou quase nada, merece que a escola lhe abra horizontes” (Emilia Ferreiro)
    •  Sites: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-por t http://educarparacrescer.abril.com.br/apren Livro: Psicogênese da Língua Escrita, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, 300 págs., Ed. Artmed.