A teoria das necessidades de david mc clelland
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A teoria das necessidades de david mc clelland A teoria das necessidades de david mc clelland Document Transcript

  • A Teoria das Necessidades de David McClelland ATeoria das Necessidades de McClellandfoi desenvolvida na década de 60 é uma dasmuitas teorias que procuram explicar as motivações dos trabalhadores através da satisfaçãodas suas necessidades. Nesta sua teoria, McClelland coloca em destaque aquilo a que chamouas necessidades adquiridas, isto é, as necessidades que as pessoas desenvolvem com a suaexperiência ao longo da sua vida, à medida que interagem com os outros e com o seuambiente. Segundo McClelland essas necessidades existentes são aprendidas e socialmenteadquiridas com a interação do ambiente, divididos em três categorias: − Necessidades de Realização: Desejo de alcançar algo difícil exige um padrão desucesso, domínio de tarefas complexas e superação de outras (gostam de assumirresponsabilidades; − Necessidades de Afiliação: Desejo de estabelecer relacionamentos pessoaispróximos, de evitar conflito e estabelecer fortes amizades; − Necessidades de Poder: Desejo de influenciar ou controlar outros, ser responsávelpor outros e ter autoridade sobre outros; A base da Teoria afirma que quando um indivíduo consegue algo através de algummotivo, o mesmo meio será utilizado para resolver outros problemas. Isto caracteriza o estiloda pessoa. Essas necessidades apontadas por McClelland correspondem aos níveis mais altos dapirâmide de Maslow e aos fatores motivacionais de Herzberg. Atualmente a teoria de McClelland é utilizada para medir o Clima Organizacional deuma empresa. De acordo com McClelland, apesar de em graus diferentes, todas as pessoas possuemestes três tipos de necessidades. Contudo, apenas uma delas prevalecerá e definirá a sua formade atuação. Porém mesmo cada pessoa tendo um nível de necessidade diferente da outra,essas necessidades nunca são nulas, ou seja, sempre haverá um traço dessa necessidade, pormenor que seja, principalmente a "Realização", que é a primeira necessidade aprendidadurante os primeiros anos de vida. DizChiavenato (2004, p. 242), Essas três necessidades são aprendidas e adquiridas ao longo da vida como resultado das experiências de cada pessoa. Como as necessidades são aprendidas, o comportamento recompensado tende a repetir-se com mais frequência. Como resultado desse processo de aprendizagem, as pessoas desenvolvem padrões únicos de necessidades que afetam seu comportamento e desempenho.
  • A Teoria da Avaliação Cognitiva A Teoria da Avaliação Cognitiva foi criada por Edward L. Decie Richard M.Ryan nadécada de 80 (1985). Criada a partir da Teoria de AutoDeterminação que tinha como objetivo de estudarofenômeno da motivação em estudantes. É uma macro-teoria, que pressupõe, independentementedo contexto social, que todos os seres humanos possuem tendências naturais para o crescimento enecessidades psicológicas consideradas inatas. Estas tendências e necessidades funcionam comosuportes para o desenvolvimento tanto da motivação autônoma ou intrínseca quanto da psique dosindivíduos. Como uma macro-teoria, a Teoria da Autodeterminação se compõe de quatro miniteoriasque investigam os diferentes conjuntos do mesmo fenômeno, isto é, da motivação. As mini-teoriassão as seguintes: Teoria das Necessidades Básicas, Teoria da Avaliação Cognitiva, Teoria daIntegração Organísmica e Teoria das Orientações de Causalidade. A Teoria da Avaliação Cognitiva tem como objetivo tentar explicar como a ação deeventos externos age sob a motivação intrínseca das pessoas. Esse eventos externos segundoessa teoria, podemter dois aspectos funcionais: um é o controlador e o outro informacional. O aspecto controlador é aquele que pressiona o aluno a ter um determinadocomportamento ou a atingir um resultado imposto. Estes eventos prejudicam a motivaçãointrínseca porque ameaçam a satisfação da necessidade de autonomia. Sendo assim, aoperceber que está sob uma situação altamente controlada, o aluno tende a diminuir suamotivação intrínseca. Já o aspecto informacional é aquele, por sua vez, é aquele que, de modonão controlador, transmite algum tipo de feedback (positivo ou negativo). Tende a favorecer amotivação intrínseca, quando oferece afirmações sobre a competência e a diminuir quando asinformações apontam para a incompetência da pessoa para realizar aquela atividadeespecífica. Essa teoria especifica que sentimentos de competência não aumentarão a motivaçãointrínseca a menos que eles sejam acompanhados por um senso de autonomia, ou seja, por umlocusinterno de causalidade. Assim, para um nível alto de motivação intrínseca, as pessoastêm que experimentar não só a percepção de competência, mas também a percepção deautonomia. Para compreender melhor a motivação intrínseca, Deci e Ryan (1991) consideramquatro abordagens que provêm uma caracterização dos comportamentos intrinsecamentemotivados. A primeira abordagem corresponde aos comportamentos intrinsecamentemotivados queocorrem em ausência a recompensas externas, predominando a liberdade de escolha ao invésdo controle. A segunda abordagem focaliza a relação dos comportamentos intrinsecamentemotivados ao interesse das pessoas, em que estas agem de acordo com aquilo que lhesinteressa. A terceira abordagem foca a ideia de que atividades intrinsecamente interessantespossuem desafios ótimos. O último componente de caracterização da motivação intrínseca ébaseado nas necessidades inatas básicas de competência, autonomia e pertencer (estabelecervínculos). Essas necessidades básicas devem ser supridas no ambiente em que a pessoa estáinserida para que o comportamento intrinsecamente motivado possa acontecer. As trêsnecessidades serão explicadas na subteoria da teoria da autodeterminação chamada teoria dasnecessidades básicas. De acordo com esta teoria, as organizações devem sobretudo estimular amotivaçãointrínseca das pessoas, sendo do seu interesse trocar causas externas quesejam percepcionadas como controlando o comportamento, por fatores externos deapoio, pouco intrusivos.