Círculos de controle de qualidade
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Uma boa previa sobre CCQ...

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Círculos de controle de qualidade Document Transcript

  • 1. CÍRCULOS DE CONTROLE DE QUALIDADE 1 de 1 http://www.sato.adm.br/rh/circulos_de_controle_de_qualidad.htm CÍ CULOS DE CONTRO DE QUALIDADE - CCQ R LE INTRODUÇÃO: Com o fen ômeno da globali ação da economia, aliado ao código doconsumidor, as exigências do merca consumidor, coloca às empre z do sas em desafio frente aos novos p adrões de qualidade e produtividade, n mercado altame competitivo. o nte A solução p estes novos de ara safios poderá ser en contrada no desenvolv imento dos CCQs, integra ndo os funcionári s à empresa, num verdadeiro esp o írito de parceria. ORIGEM: Os Círculos de Controles de Qualidade tiveram orgem no Japão, po volta de 1962, cr i r iada pelo Profes Kaoru Ishikawa, comoresultado de um impu dado a qualidade na i ndúst ia japonesa, e os co sor lso r nseqüentes contatos entre as univ ersidades e o operadores de fábricas. s No Brasil, o movimento foi inic iado em 1972, nos setores de qualida e produção da Johnson & J de ohnson, como uma c onseqüência da ne cessidade de um prog rama motivac ional de apoio a qualidade, ap o deslocame da fábrica da c ós nto idade São Paulo para a cidade de São Jos dos Campos, passando por todos o tipos de dificulda é s des com os nov empregados. Logo a idéia se e os xpandiu para vária empresas em todoestado. Até o iníc de 1981, já s somavam 100 empr sas que implemen s io e e taram os CCQs. DEFINIÇÃO : Pode ser definido como sendo umpequeno gru voluntário de fu po ncionários pertencen ou não à me tes sma área de tra balho, treinados da m esma maneira, com compreensão damesma filosofia e os mesmos ob jetivos, e que te ntam melhorar o desempe nho, reduzir os custos, aumentar a eficiência, etc, esp ecialmente no qu se refere à qu e alidade dos seu produtos ou de s trabalho. s eu OBJETIVO: aumentar a motivação e auto-realiz ação dos func ionários, através da oportunidade de participação na s olução dos problema da empresa; s concorrer para a formação de uma mentalid ade de qualidade dis seminando a filosofa de auto-co i ntrole e prevenção defalhas; garantir a qualidade do produ to; consegui novas idéias; r aumentar a produtividade do traba lho; reduzir custos e diminuir pe rdas; melhora a comunicação e o relacionamento huma tanto no se r no, ntido horizontal quanto vertical. PROBLEMAS QUE PODEM SE SOLUCION R ADOS: melhoria de qualidade; melhoria de produtividade; redução de custos; ambiente fís de trabalho, tais c ico omo: iluminação, ventilação, limpeza,ruído, etc); racionaliz ação dos processos defabricação; condiçõe de trabalho; s seguran do trabalho; ça problem em áreas adminis as trativas; análise d refugos, retrabalho reclamaçõe de defeitos; e s, s desenvol imento e integraçãode funcionários; v etc. ESTRUTURA BÁSICA DO CCQ: GRUPOS: Normalme são pequenos grupos, composto de 5 até 12 partcipantes que per nte i tençam ou não à mesma área de trabalho. TIPOS D GRUPOS: E GRUPO HO MOGÊNEO: é aque formado exclus le ivamente por funcioná rios do mesm setor e que atuam em pr blemas de sua ár o o ea; GRUPO HETE ROGÊNEO: é aquele formado por funcionários d diferentes setoresque atuam em proble e mas de qualquer ár a que perten ea cem os membr sempre respeit ndo e informando a hier os, a arquia formal; GRUPO E SPECIAL: é aque formado para r le esolver determinado pr oblema, este grupo tem como particip antes elementos env olvidos com o pro blema. REUNIÕES : As reuniões po dem ser feitas no pr prio local de trabalh desde que as c ó o ondições assim o perm itam. Caso necess ário deverá ser provid enciado um local ade quado. As reuni es costumam dur no máximo 1 hor e se repetem c um freqüência semanal ou quin õ ar a om zenal, devendo ser cuida dosamente planeja das. As reuniões po dem ser realizadas dentro do horário de ex pediente ou em horas extraordinárias, conforme orentação das gerênc i ias. REGISTRO DE REUNIÕES: Os assuntos tratados devem se anotados em a e os resultados d r tas evem ser aprese ntados em relatóros, que são sem seguida encami hados aos setore competentes par avaliação e implantaç i n s a ão. COMPOSIÇ ÃO: O CCQ é fo rmado por: membr líder, s os, ecretário e coorden ador. MEMBROS: A função do membr é a participação atva e volu o i ntária no estudo d projetos por ele mesmo escolh os s idos, contribuindo pa a análise das c ra ausas dos proble mas, sugerindo modificações e melhoramentos . LÍDER: Cada gr po deverá ter um l der, pref rivelmente esc u í e olhido pelos próp rios participantes. Sua função é provi enciar as condiçõespara a reunião do grupo, fornecer conceitos da me d todologia CCQ aos memb ros, conduzir as re uniões estimulando a participação de todos, mant ndo o entusiasmodo grupo e perm e itindo que cada me mbro se sinta realizado. Deve t mbém tomar provi ências para apro a d veitar ao máx imo o tempo disp onível. Sua função c ompreende tam bém a representaçãodo grupo junto à dire ção e a outros CCQ internos ou externos à em s presa. SECRETÁR Tem a função de anotar registrar relatar e arquiv todos os assuntos tratados em reuniões. O secr IO: , , ar etário também d everá ser escolhido pe grupo, podendoeste substituir o líd eventualmente no caso de fa lo er lta. COORDENADO Cada empresa deve ter um coorden R: ador geral com a fin alidade de congrega todas as infor ações relativas ao pr grama, proporciona treinamento em metodologia CCQ, encami har os projetos aos setores enca r m o r n rregados de sua implan tação, promover con curso e congressos, divulga os resultados obtidos, etc. s r HIERARQUIA : Dentro dos CC não há hie Qs rarquia, todos tem o m esmo grau de importânci . a NOMES DO GRUPOS: S Os grupos devem batizar um nome, para sua ide ntificação. São exe mplos de nomes: Motivaçã o Boa idéi a Duro na qued a Vai qu é mole e "Nóis res orve" Fiel etc. EFICIÊNCIA DAS REUNIÕES : Para atin o maior rend gir imento possível, na reuniões de C s CQ o líder deve conduzi-las de m odo objetivo e demo crático. Alguns pon básicos, à se tos rem observados: 1. É o prepa de uma agenda de re ro uniões abrangend no mínimo um mês de atividad Todos o participantes de o es. s vem ser comunicado com a devida antecedência de realização de reun s iões ou altera ções. 2. É a prov idência de um local adequado para as reuniões, onde haja acomodações p ara todos po derem sentar e tomar anotações. É sempre neces sário dispor de um quadro-negro ou flip-char para confecção d ilustrações ou anotações. O local deve ser limpo, se possível sem estímulos qu possam atrapalh a atenção dosparticipantes. É d t e e ar esejável que seja bem ar jado, iluminado e se ruídos. e m 3. É a utiliza ção de uma técni a de condução de re c uniões, a fim de estmular a participação de todos e assegurar oportunidades iguais. Nestas reun i iões devem ser a dotados alguns proced imentos básicos, t is como: a Cada deta discutido deve ser anotado para que não seja esqu lhe ecido. Muitas vezes ó mas su ti gestões são perdid porque depois dareunião ninguém consegue ma se lembrar dos detalhes. as is O líder deve aproveitar para ir trein ando os membros na metodologia cie ntífica de CCQ, explicando cad tipo de gráfico us a ado no momento queele estiver sendo feito. O líder deve sempre procurar ressaltar o valor d idéia em si, e não se preocupar mu com a eloquência ou construção de f ases elegant s. a ito r e LIDERANÇA DE REUNIÃO - TWI / 5ª FA SE De origem norte-american o método Train Within Indu a, ing stry - TWI surgiu no Brasil em 1952, pela ComissãoBrasileiro-American de Educação I dustrial (CBAI). Em São Paulo, é dif ndido pela Secre a n u taria do Trabalh e para outros estados é minis o, trado pelos órgãos do SENAI. A sua 5ª fase, do método ensina como estar preparado para liderar uma reunião, então vejamos , : FAÇA UM RESUMO: Prepare um resumo detalh ado dos tópicos a s erem discutidos . Determine os objetivos a sere alcançados. Faça uma lista dos pontos a sere salientados m m . PLANEJE A DI EÇÃO DA REU R NIÃO: Determine qual a aproximaçã a ser usada o que dizer, como diz como int oduzir tópicos e idéias, como c o er, r ontrolar a discuss Estabeleça um ho ão. rário: qual a dur ação da reunião Estabeleça um h . orário qual a dura ção da reunião qual o tempo nec , essário à discussão de cada tó pico e de cada pr blema. o TENHA PRO NTO TODO O MATERIA L: Os panfletos as folhas de in , formação, os mater iais de referênc que deverão ser us ia ados. Cartões, d iagramas, gráficos, cartazes, suficien espaço de quad te ro-negro, giz, apa gador, flip-chart, vídeo e ftas e todo o materia necessário às de i l monstrações. MANTEN O LOCAL DA REU HA NIÃO CONVEN IENTEMENTE ARR UMADO: Certifique- de que todos pod ver e ouvir bem. se em Certifique- de que todos sesentem confortáveis mesa, cadeiras em número sufici nte, cinzeiros, temperatura, luz e ventilação adequa se : e das, ausência d ruídos, etc. e COMO LIDERA UMA REUNIÃO R N I ICIE AREUN IÃO Cu mprimenteo gru po. Façaobser ações d intro v e dução. PONT 1 O Co loque ogrup à von o tade. Mostrequal oobj etivo dareun ião, qu o pr blemaa serdiscuti e q al o do uais os o bjetiv quese dese alcança os ja r. Indiqueo mé todo aser u sado. ORI NTE ADISCUS E SÃO Ini ie a discussã c o: ex ponhaos fato s; faça pe rgunt s dire ougerais; a tas PONT 2 O dê um opiniã a o; use de monstrações,filmes ou auxíli visuais dequal os quer espéci e. Enco raje apartcipação -trocade idé e deex i ias periên cias; façacom qu todo partcipem e s i Contro a discussã - e ressenti entos quepo le o vite m ssam surgir d arg os umen apresent dos evite q ummembro d gru mo tos a ; ue o po nopolizea di scussão. M anten a d ha iscussão de do assu -resuma comfreq ntro nto üência,anali o de se senvolvi entoda discu m ssão. CONS ACEI AÇÃ DOS RES IGA T O ULTA DOS PONT 3 O Re ajuste a idéias eas opi s niões demodoque amaiorparte do g rupoas aceite Pe constan . ça temen queas opin te iões e a id s éias apr senta e das sejamexpre ssas nova mente . Faça muitas t ntati atéque a conclusõe sej m aceias pelamaiora do g . e vas s s a t i rupo RESUM A DI A SCUSSÃ O M ostre os pon a da r união Façauma av tos ltos e . aliação d id as éias, da opiniõe das sugestõ e da ex s s, es s periên cias apr senta e das. PONT 4 O Cheguea conclu sões oua sol uções -indiqueo quefoi conse do com a re o. gui uniã De termine umplanode açã a sertoma o do. FERRAM ENTAS DO CC Q As ferramen utilizadas pelo CCQ para soluçõe de problemas, sã tas s o: Brainstor ming (tempestade de idéias); Check list (lista de verificaçã o); Histograma; Diagrama de Pareto; Espinha de peixe; 4 M. BRAINSTOR MING É uma té cnica desinibidora para gerar o mai r número possí el de soluções e encorajar o pe o v nsamento positi o. v Atribui-se a A Osborn a au lex toria deste método c estudo teve iníc nos anos 30 e até hoje qu ujo io ase nada foi acresce ntado. Como em toda reunião, para umbom funciona mento deve existir umcoordenador e um núme limitado de participantes. Natu ro ralmente no caso dereunião de CCQ, o limite é o próprio nú mero de partici antes deste. p Em outras circunstâncias o limit pode variar de 10 a 15 podendo tole um pequeno desvio. e rar VANT AGENS DO USO: todos pensa na solução do problema; m muitas soluçõe estão incubad na mente do home à espera de um estmulo para exterioriz s as m í á-las; é um proce sso criativo que é auto-realizador e estimula a me lhoria da qualidade. QUEM USA ? Equipe cien tífica, CCQs e toda as equipes de estudo para solução deproblemas. s PONTOS ESSENCIAIS: adiamento dacrítica ou julgamento; não fugir do ob jetivo; todas as id éias são importantes ; registrar t das as idéias ( o secretário); todos os me mbros tem a mesma c hance; não falar to dos ao mesm tempo; o não é uma sessão de bobag em. QUANDO US ? AR há ocasião em que os nossos r ecursos técnicos experiências, f rmulas e método não resolvem o prob , ó s lema; quando os es forços individ uais não produzire resultados satisfatóros. m i AS 3 FASE DE UM BRAINSTOR S MING: exposição de ab ertura - apresentaç do problema; ão exposição de idé - fase produtiva do brainstorming; ias fase de es crutínio - seleção das idéias emitidasou escolha das idéias obtidas. COMPOSIÇ ÃO: animador (co ordenador); grupo (par ticipantes); observador (secretário qu anotam as idéias). es e LOCAL: sala com espaço necessáro para o conforto d participantes i os ; cadeiras d evem ser confortá veis; atmosfera de scontraída é bom para uma sessãocriativa produtiva o qu permite ao participante verba e lizar suas idéias lvremente. i REGRAS : a imaginaç livre será bem re ão cebida, mesmo q as idéias pare ue çam absurdas; grande númer de idéias é deseja - a quantidade d o da eve prevalecer sob a qualidade; re a crítica e auto-crítica são pr oibidas; é permitdo embarcar nas idéias dos outros. i CHECK LI TA (LIST DE VERIFICA S A ÇÃO): Objetivo: Uma lista d verificação serve para a obser e vação sistemática de fenômenos, pe rmitindo uma visualização da ex istência dos divers fatores envolvidose seus padrões de comportamen os to. Exemplo: DEFEIT OS fal a depintur h a DEFEIT DE P OS INTU NAPEÇA"A RA " DIA02 00 DIA01 01 DIA03 03 DI 0 A 4 01 TOT AL 05 pintur rugosa a pi turacom bol as n h pintur escorrida a 00 02 03 05 00 02 00 02 04 00 03 05 05 07 14 pintur riscad a a pi turacom suje n ira 00 02 00 03 01 01 00 03 01 09 Descrição do método: Existem vár tipos de listas de verificação, cada qual melhor ad ios aptada para as fin alidades a que se destinam, por a idéia bá ém sica é sempre a mes ma: agrupar os fatos em classes . De modo ge pode-se distin ral guir 4 tipos de listas de verificação: a) Lista de v erificação da ex istência de determinad condições. Gera as lmente a respo final que no interessa é do tpo SIM/NÃO. sta s i b) Lista de v erificação de co ntagem de quantida des. Neste tipo de lista,além de verificarmos a existência ou nãodas condições ex igidas, interessa -nos saber as qua ntidades ou freqüências com que aparecem. Exemplo lista de verificaçã de defeitos de ac : o abamento da peça. c) Lista de verificação de cla ssificação de me didas. Neste tipo de lista, verificamos o modo de distribuição de características mensuráveis. Exe mplo: distribuiçã das medidas dos diâmet os de uma determinada peça. o r d) Lista de v erificação de localzação de defeit s. Esta lista se para estudarmos a localização d defeitos ou determina i o rve e das característica em corpos ou ob s jetos definidos com a finalidade de percebermos algu padrão de ocorrênci . Exemplo Lista de verificaç de defeitos de ac , m a : ão abamento na parte externa da peç a. HISTOGRA MA: Objetivo: Os histogramas ou gráficos de barras servem p ara a visualização de dados agrup ados ou classificad permitindo per os, ceber o fenômeno c omo um todo e as relações entre os fatores estudado s. Descrição do método: Geralmente os histogramas s representações gr ficas de dados observados. Este dados podem s de 2 tipos distintos ão á s er : a) contagem de defeitos ou atribu tos; b) classifica ção de medidas. No primeir caso, normalmente é costume de o ixar-se uma folga en as colunas, par permitir melh visualização. Já no segundo caso,quando as escalas de classificação s contínuas, de tre a or ão ve-se construir o h istograma com as c olunas encostadas. Exemplo: Def itos de pintura na peça "A": e DEFEIT OS TOT AL TIPO falh de p a intura pi turarugosa n pi tura com b n olhas 05 05 07 A B C pi turaescorrida n pintur riscad a a pi tura com su n jeira 14 01 09 D E F DIAGRAMA DE PA RETO: Objetivo: É um mé todo de análise d dados que, tenh entre si qualqu relação de c e am er orrespondência, visa ndo estabelecer prio ridade na tomad de providências ou em pesquisas ap a rofundadas. Descrição do método: Baseia-se nu princípio enuncia pelo pesquisador Pareto, que verifcou que num classific m do i a ação de causa e efe o maior volume de efeitos é atribu ito, ível a um peq ueno conjunto de causas, enq uanto que existe uma grande quan tidade de causas que c ontribui com pequen volume de efeit s. Desse modo, pod o o e-se distinguir qu são as "pou ais cas causas impor antes" e as "muitas causas ins t ignificantes". Construç do gráfico de Par ão eto: O dados d evem ser colocad em duas colunas (x e y) com as c os ausas na coluna X e os efeitos na coluna Y. Exemplo: X Y TOTAL 14 09 TIPO D F DEFEIT OS pi tura escor ida n r pintur comsujeira a 07 05 05 C A B pintur combolhas a falha d pi e ntura pi tura rug n osa 01 E pintur riscad a a Interpretação dográfico: Ao dividirmos em 3 classe os problemas aci a, temos: s, m Classes D e F Classes C e A De feitos comalta pa rticipação porantodeve se dad a proridad emsua pe , t r a i e squisa e elminação i . De feitos commeno partici ação,porém aind mer cedor s de a r p a e e tenção . Classes Be E De feitos comínfimapartcipação, cu eliminaçã pou afet rá oresulta glob , não sen po o prio i ja o co a do al do rtant ritários. ESPINHA DEPEIXE: Objetivo: O digrama s eqüencial tem c omo finalidade a apre sentação ordena da seqüência de operações ou f ses de um proces ou sistema. da a so Este diagrama permite a visualiz ação instantânea do processo, mostrando todas as etapas componen tes, sua seqüência e interrelações. Descrição do método: O diagrama seqüencial tem a forma básica de uma "espinha de peixe". Tod as fases ou opera as ções vão concorr endo para uma espinha dorsal, u após a outra, emseqüência lógica. ma 4 M (DIAGR AMA DE CAUSA E EFEITO): Objetivo: Este diagrama também conh , ecido como diagr ama de Ishikawa, e homenagem ao s idealizador, Dr. Ka Ishikawa, serve para a percepção da relações entre ca m eu oru s usas e efeitos que intervém em qualquer process Este diagrama rec o. ebe também o n ome de diagrama " espinha de peixe" devido ao seuformato similar . Descrição do método: As causas ou fatores são repre sentados como setasque concorrem para o efeito que es á sen estudado. As c t do ausas ou fatores comple xos podem ser dec ompostos em seus mínimo detalhes, sem como isso perdermos a visão de conjun Normalmente o processos industriais são ana s to. s lisados a partir de 4 grandes grupo de fatores: s Máquina; Método; Material; e Mão-de-Ob ra. Em geral as CAUSAS são levantadas em reun iões do tipo "brai storming". As ca n usas mais prováveis podem en ser discutidas e pesquisadas co maior profundida tão m de. EXEMPLO - REVENDO OS P ASSOS ANTERIORES Vamo fazer um ca s fezinho ? Imagine você fazendo um c afezinho para o se grupo de CCQ. Saiu demorado e r u uim. É um problema ? Sim. Então é uma t refa para o CCQ re a solver este pr oblema. O 1º passo para elaborar um espinha de peixe, é anotar toda as operações d como fazer um c a s e afé. Então vejamos: 1ª o ção pera 2ª o ção pera pe o bul no a gar e rmário dacopa; ab a torne pa colo aáguano bu rir ira ra car le; 3ª o ção pera 4ª o ção pera 5ª o ção pera ac ender o fo gão p e ara squent r aágua; a pe o pó d cafée mistur r coma águ fer endodo bu gar e a a v le; pe o açúcare coloca nobule; gar r 6ª o ção pera 7ª o ção pera pe o coado noarmá e gar r rio; co quandoesti fe ar ver rvend o. Pronto ! ... o cafezinho já está saindo. Você já experimentou o se cafezinho ? u Está mal, n está ? ... ão Então vamos chamar o CCQ para resolver o problema . VEJA COMO FI A NA ESPINHA DE PEIXE: C op. 1- peg obule noarmá dacopa ar rio op. 3- acen o fogã par esqu der o a entara águ a op. 5- pegar oaçúcare coloca nobule r op. 2- abrir a t rne pa colo aáguano bu o ira ra car le op. 4- peg opó decafé emistur r com águ fer endo. ar a a v Op. 6 -pega o co r ador no ar ário;e m op. 7- coarquan estive fer endo. do r v O 2º passo é você e seu gr po analisar a "caus u a-efeito" do pro blema, isto é, por qu o cafez ê inho saiu tão ru im. Dessa mane vamos an ira, alisar e detectar o problema através da metodologia 4M. 4M porque o problema ou os problemas devem estar localizados s omente nas: máquinas matérias pr imas mão-de-ob ra método Você já notou que para localização dos pr oblemas, todas a situações começ com a letra M ? s am Pois é, com existem 4 "emes", o método ficou sendo chamado d 4M. o e Mãos à obr ! a Vamo então anotar e agrupar o que se en s quadra nas 4 hipó teses acima segundo o exemplo dado. PROBLEMAS COM: MÁQUINAS: São todo os equipamentos e máquinas qu auxiliam de m s e aneira direta ou in direta na fabricaçã de um determ o inado produto. armário; fogão; bule; torneira; e coador. MATÉRIA PRIMA: São todo os materiais n s ecessários para elab orar um deter minado produto. água; pó de café; açúcar . MÃO-DE-OBRA: São os pro fissionais (homens e m ulheres) de stinados à execuç de um trabalho espe lizado ou não. ão cia No exem plo, é você, quem es fazendo o café. tá MÉTOD O: São toda as maneiras de como se faz um determinado tra s balho. localizar e peg o bule no armá ar rio; por e co locar água no bule ; esquentar ág ligando o fogão; ua, colocar o pó de café e o açúc na água fervendo; ar coar o café. Agora o passo seguinte, isto é o 3º passo, é voc e seu grupo es , ê tudar a cada um do itens das hip s óteses (4M) par tentar detectar um determinado prob a lema e sugerir nov idéias, para que o próximo cafezinho saia m gosto e mais rápido. as ais so T ente você imagi ar os problemas das 4 hipóteses e dar uma sugest o para modificar o atual método e que você fez o café. n ã m Máquinas e equipamentos: armário fogão bule torneira coador Você se capaz de imagin alguns problem nas máquinas e equipamentos ac ria ar as ima ? Veja mos: ARMÁRIO: efeito: demor na localizaçã do bule; a o causa: armáro distante do fog e desarruma i ão do; solução: trazer o armário pr óximo do fogão. FOGÃO: efeito: demor para acender o fogo; a causa: fog com botões engu ão içados; solução: reparar a peça ve lha. BULE: (s problemas) em TORNEIRA: (sem problemas) COADOR: efeito: pó de c no fundo do bule; afé causa: coa velho com va dor zão maior que o n ormal; solução: trocar o coador. Você já imaginava, quant s problemas poderiam haver c máquinas e eq o om uipamentos ? Pois é, o es tudo minucioso de cada uma das hipó teses (máquina matéria-prima, m s, ão-de-obra e método) trará até vo problemas que você nunca haviaimaginado. cê, Vamo analisar agora, a MATÉRIA PRIMA. s Matéria prima: água pó de café açúcar . Veja mos: ÁGUA: efeito: gos ruim no café; to causa: água com cloro; solução: filtrar a água. PÓ DE CAFÉ : efeito: gos amofado; to causa: pó estocado há mais de 4 meses; solução: diminuir o estoqu de café. e AÇÚCAR (sem problemas). : Mão-de-ob ra: VOCÊ !!! efeito: prep aração do café muito demorado; causa: nunca fez um cafezinh antes; o solução: treinar. Métodos: localizar e peg o bule no armá ar rio; por e co locar água no bule ; esquentar ág ligando o fogão; ua, colocar o pó de café e o açúc na água fervendo; ar coar o café. Veja mos: LOCALIZA E PEGAR O BULENO ARMÁRIO: R efeito: demor na localizaçã a o; causa: di tanciamento e d s esarrumação; solução: deixar o bule próxim do fogão e torneira (com filtração). o POR E COL OCAR ÁGUA N BULE: (sem pr O oblemas) ESQUEN TAR ÁGUA, L IGANDO O FOGÃO: (sem problemas) COLOCAR O PÓ DE CAFÉ EO AÇÚCAR NA ÁGU FERVENDO: (se problemas) A m COAR O CA FÉ: (sem problemas ) SOLUÇÕES PROPOSTAS Portanto, as solu ções propostas são: trazer o a rmário próximo do f gão (problema o /máquina); reparar a pe velha dos bo ça tões (problema/máqu ina); trocar o coad (problema/máqu or ina); filtrar a águ (problema/ma a téria prima); diminuir o estoque de café (pr oblema/matéria prma); i treinar v ocê (problema/mão de obra); deixar o bule próximo do fog e torneira comfiltração (problema/mét do). ão o Como ficar a nova Espinha de Peixe, após no á vas soluções p ropostas? op. 1.Pegar obule p co ara locar aáguafitrada l op. 3- peg o pó fr sco decafé emistura comáguaferven ar e r do op. 5- peg onovo co ar adorno armáro i Op. 2 -acend o fogãoparaesque a águ er ntar a op. 4- peg o açúcare col ar ocar no bul e op. 6- coar q uandoestiverferven do. O seu obje tivo foi cumprido? melhor qua lidade do café; rapidez na pr paração. e Se: sim, missão c umprida ! não, então volte a estudar nov amente o problema . " No CCQ não há problemas, sem soluções. Es tude as causas e efeitos dos problemas ! " Depto. P essoal Re cursos Hu mano s Legislação Teste s Artgos i Quadr de A o visos Infor ativos m CD-Rom T lhista raba Supl mentos e Cursos Servi os ç Chat DP /RH Co nsulta Assina tura Chefia &Lider nça a Jurispru dência Ne gócios &Parceria s Principal 10/11/2013 17:52