BIONETS BIO logically-inspired  NET works and  S ervices Mestrando: Rodrigo Carneiro Brandão Disciplina: Tópicos Avançados...
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Motivação <ul><li>Veio das tendências da computação pervasiva e ambientes de comunicação caracterizados por vários disposi...
Características <ul><li>As características das Redes BIONETS são: </li></ul><ul><li>Rede totalmente integrada; </li></ul><...
Arquitetura Básica das Redes BIONETS Figura 1:  Dois níveis da arquitetura básica das redes BIONETS. Fonte [12]
Elementos <ul><li>Nós T ( Tiny-Nodes ):  são dispositivos simples, baratos, com detecção/identificação de capacidades e po...
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Propriedades Autonômicas Figura 2:  Auto-Organização do Sistema BIONETS. <ul><li>Como a complexidade pode ser tratada sem ...
Auto-Configuração <ul><li>Problema:   Configuração </li></ul><ul><li>Como fazer a instalação, configuração e integração de...
Auto-Cura <ul><li>Problema:   Cura </li></ul><ul><li>Como determinar causas de problemas em sistemas grandes, complexos e ...
Auto-Proteção <ul><li>Problema:   Proteção </li></ul><ul><li>Como proteger a rede e sistemas contra ataques maliciosos ou ...
Auto-Otimização <ul><li>Problema:   Otimização </li></ul><ul><li>Como aprimorar sistemas? Alterar parâmetros manualmente? ...
Auto-Gerenciamento <ul><li>Problema:   Gerenciamento </li></ul><ul><li>Como gerenciar uma rede distribuída e sem fio? </li...
Gerência Cooperativa de Recurso Figura 3:  Fluxo de Trabalho para Serviços baseados em Gerência de Recurso
Conclusão – Propriedades Autonômicas <ul><li>O sistema deverá: </li></ul><ul><li>Conhecer a si próprio e o ambiente em que...
<ul><li>Abrodagem  Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Propriedades Auto-* </li></ul><ul><li>Ciclo de ...
Ciclo de Vida de Serviços Figura 4:  Ciclo de Vida de Serviço
Estados do Ciclo de Vida de Serviços Figura 5:  Ciclo de Vida de Células de Serviço Primário
Ciclo de Vida - Quadro de Evolução Figura 6:  Quadro de Evolução – Arquitetura BIONETS. Fonte [13]
<ul><li>Abrodagem  Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Propriedades Auto-* </li></ul><ul><li>Ciclo de ...
<ul><li>O uso da arquitetura BIONETS pode ser acoplada às redes IP através do uso de nós dedicados (Pontos de Acesso - APs...
<ul><li>Recuperação de Dados Remotos localizados na Rede IP </li></ul>Acoplamento BIONETS / Redes IP Figura 7:  Recuperaçã...
Recuperação de Dados do Ambiente através da Rede IP Acoplamento BIONETS / Redes IP Figura 8:  Recuperação de dados do ambi...
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Desafios <ul><li>Heterogeneidade </li></ul><ul><li>Escalabilidade </li></ul><ul><li>Complexidade </li></ul>
Heterogeneidade <ul><li>Nós de usuários, dispositivos miniaturizados e objetos da vida cotidiana. </li></ul><ul><li>Bilhõe...
Complexidade <ul><li>Como tratar operações em uma rede “desconectada” ? </li></ul><ul><ul><li>Gerenciamento Distribuído; <...
Complexidade <ul><li>Os serviços e a topologia de rede são dinâmicos e a informação se espalha de acordo com a mobilidade ...
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Undersound <ul><li>Aplicação que permitiria a cada usuário: </li></ul><ul><li>Fazer  download  e  upload  de músicas; </li...
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<ul><li>Abordagem  Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Acoplamento BIONETS / Redes IP </li></ul><ul><l...
Referências Bibliográficas [1] PELLEGRINI F., Carreras I., ALFANO G., TAHKOKORPI M., SZABO S., BORGIA E., LATVAKOSKI J., S...
Referências Bibliográficas [4] WANT R., PERING T. and TENNENHOUSE, D.  Comparing autonomic & proactive computing  - IBM Sy...
Referências Bibliográficas [8] PELUSI L., PASSARELLA A., CONTI M.  Opportunistic networking: data forwarding in disconnect...
Referências Bibliográficas [11] CARRERAS I.  BIONETS – Prototyping and Validation Pervasive Ubiquitous Peer-to-Peer contex...
Muito obrigado. Rodrigo Carneiro Brandão  rodrigocarneirobrandao@hotmail.com
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Serviços e Redes inspiradas Biologicamente

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Serviços e Redes inspiradas Biologicamente

  1. 1. BIONETS BIO logically-inspired NET works and S ervices Mestrando: Rodrigo Carneiro Brandão Disciplina: Tópicos Avançados em Redes Prof. Dr. Antônio Marcos Alberti Mestrado em Telecomunicações Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações
  2. 2. <ul><li>Abordagem Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Propriedades Autonômicas </li></ul><ul><li>Ciclo de Vida </li></ul><ul><li>Acoplamento BIONETS / Redes IP </li></ul><ul><li>Desafios </li></ul><ul><li>Aplicação / Protótipo </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul>
  3. 3. Clean Slate <ul><li>De acordo com a Universidade de Stanford, a abordagem Clean Slate para a Internet é o mesmo que “reinventar a Internet”, permitindo incorporar novas tecnologias, criar novas aplicações e serviços que sejam capazes de se adaptar a situações e inovações de redes. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Abrodagem Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Propriedades Autonômicas </li></ul><ul><li>Ciclo de Vida </li></ul><ul><li>Acoplamento BIONETS / Redes IP </li></ul><ul><li>Desafios </li></ul><ul><li>Aplicação / Protótipo </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul>
  5. 5. Dados do Projeto <ul><li>Financiamento: Comissão Européia </li></ul><ul><li>Área: Comunicações Autonômicas </li></ul><ul><li>Custos Elegíveis: 6.948.333 Euros </li></ul><ul><li>Contribuição da Comissão Européia: 5.050.000 Euros </li></ul><ul><li>Alguns Parceiros: CREATE-NET, NOKIA, Telecom Italia, </li></ul><ul><li>University of Trento, Sun Microsystems Iberica SA. </li></ul><ul><li>Coordenadora: Daniele Miorandi </li></ul>
  6. 6. Motivação <ul><li>Veio das tendências da computação pervasiva e ambientes de comunicação caracterizados por vários dispositivos conectados em rede. </li></ul><ul><ul><li>Ex: roupas, carros, eletrodomésticos, eletrônicos e outros. </li></ul></ul>
  7. 7. Características <ul><li>As características das Redes BIONETS são: </li></ul><ul><li>Rede totalmente integrada; </li></ul><ul><li>Autonomicidade; </li></ul><ul><li>Rede desconectada; </li></ul><ul><li>Modelo de comunicação localizada e orientada a serviços; </li></ul><ul><li>Ecossistema com Vida Artificial; </li></ul><ul><li>Mundo IP ou não. </li></ul>
  8. 8. Arquitetura Básica das Redes BIONETS Figura 1: Dois níveis da arquitetura básica das redes BIONETS. Fonte [12]
  9. 9. Elementos <ul><li>Nós T ( Tiny-Nodes ): são dispositivos simples, baratos, com detecção/identificação de capacidades e poucos recursos de processamento, armazenamento e comunicação. </li></ul><ul><li>Nós U ( User-Nodes ): são dispositivos complexos e poderosos que podem ser transportados por usuários, mas que não são capazes de interagir diretamente com o ambiente, no entanto, fazem isso por meio do nó T. </li></ul><ul><li>APs ( Access Point ): são dispositivos complexos e poderosos que atuam como gateways com o mundo IP. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Abrodagem Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Propriedades Autonômicas </li></ul><ul><li>Ciclo de Vida </li></ul><ul><li>Acoplamento BIONETS / Redes IP </li></ul><ul><li>Desafios </li></ul><ul><li>Aplicação / Protótipo </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul>
  11. 11. Propriedades Autonômicas Figura 2: Auto-Organização do Sistema BIONETS. <ul><li>Como a complexidade pode ser tratada sem que usuários se tornem especialistas em TICs? </li></ul>
  12. 12. Auto-Configuração <ul><li>Problema: Configuração </li></ul><ul><li>Como fazer a instalação, configuração e integração de sistemas complexos e em grande escala? </li></ul><ul><li>Solução: Auto-Configuração </li></ul><ul><li>O sistema deve ser capaz de configurar-se e reconfigurar-se sob condições imprevisíveis; </li></ul>
  13. 13. Auto-Cura <ul><li>Problema: Cura </li></ul><ul><li>Como determinar causas de problemas em sistemas grandes, complexos e distribuídos? </li></ul><ul><li>Solução: Auto-Cura </li></ul><ul><li>O sistema deve detectar, diagnosticar e reparar os problemas de forma automática e transparente para o usuário. </li></ul>
  14. 14. Auto-Proteção <ul><li>Problema: Proteção </li></ul><ul><li>Como proteger a rede e sistemas contra ataques maliciosos ou erros em cascata? </li></ul><ul><li>Solução: Auto-Proteção </li></ul><ul><li>Sistema pró-ativo </li></ul><ul><ul><li>Antecipar problemas e tomar as medidas necessárias para manter a segurança e autenticidade dos dados. </li></ul></ul>
  15. 15. Auto-Otimização <ul><li>Problema: Otimização </li></ul><ul><li>Como aprimorar sistemas? Alterar parâmetros manualmente? </li></ul><ul><li>Solução: Auto-Otimização </li></ul><ul><li>O sistema deve buscar e analisar oportunidades para melhorar seu funcionamento e aumentar sua eficiência. </li></ul>
  16. 16. Auto-Gerenciamento <ul><li>Problema: Gerenciamento </li></ul><ul><li>Como gerenciar uma rede distribuída e sem fio? </li></ul><ul><li>Solução: Auto- Gerenciamento </li></ul><ul><li>Cada nó deve monitorar o ambiente constantemente, pois a disponibilidade dos nós não é conhecida antecipadamente. </li></ul>
  17. 17. Gerência Cooperativa de Recurso Figura 3: Fluxo de Trabalho para Serviços baseados em Gerência de Recurso
  18. 18. Conclusão – Propriedades Autonômicas <ul><li>O sistema deverá: </li></ul><ul><li>Conhecer a si próprio e o ambiente em que está inserido; </li></ul><ul><li>Saber quais recursos poderá emprestar ou tomar emprestado; </li></ul><ul><li>Ser capaz de configurar-se e reconfigurar-se sob diferentes condições; </li></ul><ul><li>Se auto-monitorar e monitorar o ambiente; </li></ul><ul><li>Recuperar-se de situações que possam causar mau funcionamento do sistema; </li></ul><ul><li>Detectar, identificar e reparar falhas; </li></ul><ul><li>Proteger o sistema contra ataques; </li></ul><ul><li>Ser capaz de interagir e cooperar com sistemas vizinhos; </li></ul><ul><li>“ Esconder” a complexidade dos usuários. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Abrodagem Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Propriedades Auto-* </li></ul><ul><li>Ciclo de Vida </li></ul><ul><li>Acoplamento BIONETS / Redes IP </li></ul><ul><li>Desafios </li></ul><ul><li>Aplicação / Protótipo </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul>
  20. 20. Ciclo de Vida de Serviços Figura 4: Ciclo de Vida de Serviço
  21. 21. Estados do Ciclo de Vida de Serviços Figura 5: Ciclo de Vida de Células de Serviço Primário
  22. 22. Ciclo de Vida - Quadro de Evolução Figura 6: Quadro de Evolução – Arquitetura BIONETS. Fonte [13]
  23. 23. <ul><li>Abrodagem Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Propriedades Auto-* </li></ul><ul><li>Ciclo de Vida </li></ul><ul><li>Acoplamento BIONETS / Redes IP </li></ul><ul><li>Desafios </li></ul><ul><li>Aplicação / Protótipo </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul>
  24. 24. <ul><li>O uso da arquitetura BIONETS pode ser acoplada às redes IP através do uso de nós dedicados (Pontos de Acesso - APs). </li></ul><ul><li>O uso de APs, é limitado a três tipos de operações: </li></ul><ul><ul><li>Recuperação de Dados Remotos localizados na Rede IP; </li></ul></ul><ul><ul><li>Recuperação de Dados do Ambiente através da Rede IP; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tunelamento de Consultas. </li></ul></ul>Acoplamento BIONETS / Redes IP
  25. 25. <ul><li>Recuperação de Dados Remotos localizados na Rede IP </li></ul>Acoplamento BIONETS / Redes IP Figura 7: Recuperação de dados remotos.
  26. 26. Recuperação de Dados do Ambiente através da Rede IP Acoplamento BIONETS / Redes IP Figura 8: Recuperação de dados do ambiente.
  27. 27. <ul><li>Tunelamento de Consultas </li></ul>Acoplamento BIONETS / Redes IP Figura 9: Tunelamento de Consultas.
  28. 28. <ul><li>Abrodagem Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Propriedades Auto-* </li></ul><ul><li>Ciclo de Vida </li></ul><ul><li>Acoplamento BIONETS / Redes IP </li></ul><ul><li>Desafios </li></ul><ul><li>Aplicação / Protótipo </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul>
  29. 29. Desafios <ul><li>Heterogeneidade </li></ul><ul><li>Escalabilidade </li></ul><ul><li>Complexidade </li></ul>
  30. 30. Heterogeneidade <ul><li>Nós de usuários, dispositivos miniaturizados e objetos da vida cotidiana. </li></ul><ul><li>Bilhões de nós conectados à rede cooperando e trocando informações; </li></ul><ul><li>Grande variedade de serviços mutáveis. </li></ul>Escalabilidade
  31. 31. Complexidade <ul><li>Como tratar operações em uma rede “desconectada” ? </li></ul><ul><ul><li>Gerenciamento Distribuído; </li></ul></ul><ul><ul><li>Autonomicidade. </li></ul></ul><ul><li>Ecossistema vivo </li></ul><ul><ul><li>Os serviços desempenham o papel de organismos, evoluindo e adaptando-se às características do ambiente. </li></ul></ul>
  32. 32. Complexidade <ul><li>Os serviços e a topologia de rede são dinâmicos e a informação se espalha de acordo com a mobilidade do usuário, podendo gerar uma sobrecarga de dados irrelevantes. </li></ul><ul><li>Como evitar essa sobrecarga? </li></ul><ul><li>A solução proposta é utilizar um mecanismo que faça filtragem da informação com base na idade e distância que a mensagem viajou. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Abrodagem Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Propriedades Auto-* </li></ul><ul><li>Ciclo de Vida </li></ul><ul><li>Acoplamento BIONETS / Redes IP </li></ul><ul><li>Desafios </li></ul><ul><li>Aplicação / Protótipo </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul>
  34. 34. Undersound <ul><li>Aplicação que permitiria a cada usuário: </li></ul><ul><li>Fazer download e upload de músicas; </li></ul><ul><li>Realizar troca de imagens e músicas com outros usuários. </li></ul><ul><li>“ Sensores Culturais”. </li></ul><ul><li>Objetivo: </li></ul><ul><li>Fazer com que o usuário entenda que todas as vezes que escuta, transfere, faz download e upload de uma música ou imagem, afeta diretamente toda a configuração do sistema. </li></ul>
  35. 35. U-Hopper <ul><li>OIDP – Plataforma de Difusão de Informação Oportunista; </li></ul><ul><ul><li>Permite coletar, armazenar e trocar dados entre dispositivos que possuam U-Hopper instalado; </li></ul></ul><ul><li>É necessário que os nós U tenham java e conectividade Bluetooth ; </li></ul><ul><li>Link: http://u-hopper.create-net.org/doku . php ?id= uh_downloads </li></ul><ul><li>Versão padrão do software para smartphones Nokia e Sony Erickson. </li></ul>
  36. 36. <ul><li>Abordagem Clean Slate </li></ul><ul><li>Projeto </li></ul><ul><li>Acoplamento BIONETS / Redes IP </li></ul><ul><li>Propriedades Auto-* </li></ul><ul><li>Ciclo de Vida </li></ul><ul><li>Desafios </li></ul><ul><li>Aplicação / Protótipo </li></ul><ul><li>Referências Bibliográficas </li></ul>
  37. 37. Referências Bibliográficas [1] PELLEGRINI F., Carreras I., ALFANO G., TAHKOKORPI M., SZABO S., BORGIA E., LATVAKOSKI J., SCHRECKLING D., PANAGAKIS A., VAIOS A. Bionets Requirements and Architectural Principles . 2006. [2] MIORANDI D., DINI P. Bionets – Paradigm Applications and Mapping . 2007 [3] STANFORD UNIVERSITY. Clean Slate Disponível em: - http://cleanslate.stanford.edu/about_cleanslate.php. Último Acesso: 30/05/2011.
  38. 38. Referências Bibliográficas [4] WANT R., PERING T. and TENNENHOUSE, D. Comparing autonomic & proactive computing - IBM Systems Journal. 2002. [5] DINI P., MIORANDI D. Paradigms for Biologically- Inspired Autonomic Networks and Services – The Bionets Project eBook . 2010. [6] CARRERAS I. Bionets - Prototyping and Validation - Pervasive Ubiquitous Peer-to-Peer context-aware Application. 2008. [7] BASSOLI A., BORGIA E., PELUSI L., VILLEGAS D., DINI P. Paradigm Applications and Mapping - Application of models of cooperation to network operation, design of P2P application, and social research through design. 2007
  39. 39. Referências Bibliográficas [8] PELUSI L., PASSARELLA A., CONTI M. Opportunistic networking: data forwarding in disconnected mobile ad hoc networks . 2006. [9] FALL K., A delay-tolerant network architecture for challenged internets in Proc. of ACM SIGCOMM . 2003. [10] PELLEGRINI F., MIORANDI D., CARRERAS I., RAZ D., COHEN R., LATVAKOSKI J., HAUTAKOSKI T., YAMAMOTO L., NEGLIA G., ALOUF S., SCHRECKLING D., PELUSI L., BORGIA E., PETROCCHI M., MARTINELLI F., MOISO C. and MANZALINI A. BIONETS - Infrastructure and Design Disappearing Network Autonomic Operation and Evolution . 2007.
  40. 40. Referências Bibliográficas [11] CARRERAS I. BIONETS – Prototyping and Validation Pervasive Ubiquitous Peer-to-Peer context-aware Application. 2008. [12] TAHKOKORPI M., LATVAKOSKI J., BORGIA E., PANAGAKIS A., SIMON V., PELLEGRINI F., HAUTAKOSKI T., SCHRECKLING D., MIORANDI D. BIONETS - Requirements and Architectural Principles - Architecture, Scenarios and Requirements Refinements. 2007. [13] MIORANDI D., DINI P., ALTMAN E. e KAMEDA H. Paradigm Applications and Mapping - Framework for Distributed On-line Evolution of Protocols and Services, 2nd Edition . 2007.
  41. 41. Muito obrigado. Rodrigo Carneiro Brandão rodrigocarneirobrandao@hotmail.com

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