Métodos de pesquisa para Sites de Redes Sociais/ Internet.

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Fala produzida para o Programa de Especialização Em Educação do IFSul Pelotas/RS (2013).

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Métodos de pesquisa para Sites de Redes Sociais/ Internet.

  1. 1. Metodosdepesquisapara SitesdeRedes Sociais/Internet Rodrigo Castro Mestrando – PPGE, FaE/UFPEL 2013/1
  2. 2. “Dá-seum curso sobreaquilo que sebuscaenão sobreo quese sabe” (Deleuze, 1992)
  3. 3. MetodosdepesquisaparaSitesdeRedesSociais/Internet AnalisesdeHiperlinks EstudosdeRedesSociais TeoriaFundamentada Netnografia
  4. 4. EstudosdeRedesSociais Rede/Rizoma (Gilles Deleuze e Félix Guattari) “Toda a ferramenta que for utilizada de modo a permitir que se expressem as redes sociais suportadas por ela” (Recuero, 2009) Na crescente utilização dos Sites de Redes Sociais em diferentes campos de pesquisa destaca- se a área do marketing, essa está se tornando eficaz e influente através dos profissionais de Social Media (1) Construir um perfil público ou semi-público dentro de um sistema limitado, (2) Articular uma lista de outros usuários com quem se compartilha uma conexão, (3) Ver e percorrer a sua lista de conexões e aquelas feitas por outros dentro do sistema. A natureza e nomenclatura dessas conexões podem variar de site para site. (Boyd & Ellison, 2007)
  5. 5. “Ao estudar as estruturas decorrentes das ações e interações entre os atores sociais é possível compreender elementos a respeito desses grupos e, igualmente, generalizações a seu respeito” (Fragoso, Recuero e Amaral 2011). “Ao entender a sociedade como uma rede conseguimos compreender as dinâmicas dos softwares e sites que priorizam as interações interpessoais através de perfis online presentes no ciberespaço” (Rodrigueiro, 2012) Delimitação dos objetos; Dados de composição; Dados estruturais; Dados dinâmicos.
  6. 6. Ator (Nó); Conexão (Aresta); Laços sociais (Forte/Fraco); Capital Social; Apropriações. Delimitação do objeto/corpus/sujeitos. Grau de conexão; Densidade; Centralidade; Centralização. Dados de estrutura .
  7. 7. Blog SFCE SPP Google Twitter Orkut Facebook Blog -- 42 42 x 42 42 42 SFCE 4 -- 2 x x x x SPP 40 3 -- x x x x Google 363 x x -- x x x Twitter 117 x x x -- x x Orkut 85 x x x x -- x Facebook 57 x x x x x -- Sites de Redes Sociais: interações entre estudantes do ensino médio
  8. 8. Mídias sociais e educação: Subversões dos modos hierárquicos de ensino universitário no contemporâneo.
  9. 9. Cibercultura e comportamentos contemporâneos: Possibilidades de outras formas metodológicas de pesquisa em educação.
  10. 10. http://goo.gl/SN0c6
  11. 11. Utilizado para o estudo de links em sistemas hipertextuais de larga escala como o World Wide Web (WWW). “Trata-se de um método essencialmente estrutural, voltado para a identificação de padrões de conectibilidade em que os nós da rede seriam as unidades de conteúdos” (Fragoso, Recuero e Amaral, 2011) Hipertexto; Domínios; Sites ou Páginas. AnalisesdeHiperlinks
  12. 12. “Uma constante é o papel central dos hiperlinks, que conectam as páginas e os sites uns aos outros” (Fragoso, Recuero e Amaral) --- web! A maioria pesquisas preferem dar ênfase na conceituação das estruturas finais, ou seja, os hipertextos e os elementos que funcionam como nós, deixando de lado os links.
  13. 13. Ryan, 2001; Weinreich, Obendorf e Lamersdorf, 2001; Landow, 2006.
  14. 14. Letras e Linguística Formas de pontuação Biblioteconomia Citações Jornalismo Elementos paratextuais Ciências Sociais Análogos a canais de comunicação; Etiquetas identitárias; Laços sociais; Fluxos de informação. Desafio a compreensão!
  15. 15. Buscadores públicos (Google, Yahoo!); Rastreadores (crawlers)
  16. 16. Broder (1999) – 200 milhões de páginas e 1,5 bilhões de links. Halavais (1998) – 4.000 sites selecionados aleatoriamente, 45.457 páginas e 53.367 links. Fragoso, Recuero e Amaral (2011) – Conectibilidade internacional dos websites com o domínio .br:  Maior fluxo de conexões chegando ao .br do que saindo... Pode indicar um corredor informacional.  A Análise de hiperlinks não permite ir muito além.
  17. 17. Netnografia O termo netnografia é um neologismo que une o sufixo ‘net’ a palavra etnografia, sendo a mesma popularizada por Robert Kozinets. Outras nomenclaturas: Etnografia digital, Webnografia, Etnografia de rede, Etnografia online Braga (2012); Fragoso; Recuero; Amaral (2011); Amaral (2010); Gutierrez (2009), Amaral; Natal; Viana (2008); Montardo; Passerino (2006); Rocha; Montardo (2005). Kozinets (2010; 1998); Hine (2000).
  18. 18. A internet pode ser conceituada como um objeto enquanto cultura e, também, como artefato cultural (Hine, 2000) Comunidades virtuais puras (Kozinets, 1998) “Observa-se a inserção da tecnologia na vida cotidiana. Sendo assim, favorece a percepção da rede como um elemento da cultura e não como uma entidade à parte” (Fragoso, Recuero e Amaral, 2011) “Um processo que se desenvolve a partir da ação do pesquisador, de suas escolhas dentro do contexto pesquisado e, por isso, não tem uma estrutura rígida, pois depende do que vem do campo de pesquisa” (Gutierrez, 2009)
  19. 19. Três tipos de estudo passíveis de utilizar a netnografia (Kozinets, 1998): (1) Como uma metodologia para estudar a cibercultura e comunidades virtuais “puras”. (2) Como uma ferramenta metodológica para estudar derivados da cibercultura e comunidades virtuais. (3) Como uma ferramenta exploratória para analisar temas gerais. “Netnografia como etnografia na antropologia cultural e estudos culturais, enfatiza a plena participação na cultura estudada” (Kozinets,1998) “Insider / Lurker” “Campo físico” Vantagens... Desvantagens... Método híbrido... Recorte.
  20. 20. Limites espaciais “se referem a questão de onde, quem e o quê estudar”. Limites temporais “se referem a questões de tempo gasto na pesquisa, assim como questões a respeito do seu início e fim”. Limites relacionais “se referem essencialmente as relações entre os pesquisadores e as pessoas que eles estudam”. Kendall, 2009. Esfera analítica, referindo-se “a decisões teóricas analíticas que dizem respeito aos limites do projeto”. Esfera ética que “se refere a decisões tomadas por razões éticas, especialmente aquelas feitas para proteger os participantes”. Esfera pessoal “se refere aos vários aspectos da formação do pesquisador que possam influenciar as escolhas dos limites do projeto tais como tendências habilidades ou históricos”.
  21. 21. Contato com os sujeitos; Seleção dos sujeitos; imersão no corpus de pesquisa; Análise dos dados; Produção de uma intervenção final. Instagram: Um estudo acerca dos modos de produção de imagens presentes na cultura mobile e seus reflexos nas práticas educativas* *Pesquisa de mestrado do acadêmico Rodrigo Inacio Castro sendo desenvolvida na Universidade Federal de Pelotas, orientada pela Prof. Doutora Rosária Sperotto e financiada pela CAPES. Previsão de defesa no primeiro semestre de 2014
  22. 22. TeoriaFundamentada http://goo.gl/rvtxK
  23. 23. Métodos de pesquisa para internet (Fragoso, Recuero e Amaral, 2011) Redes sociais na internet (Recuero, 2009) Cibercultura – Tecnologia e vida social na cultura contemporânea (Lemos, 2010) Cibercultura (Lévy, 1999) Bibliografia geral;
  24. 24. Scan me :) rcastro.bio@gmail.com / les_ted@hotmail.com Facebook.com/rodrigoinaciodecastro Twitter: @ro_castro Instagram: @ro_castro Lattes: http://lattes.cnpq.br/2120627532353496 Page: Facebook.com/Pelotaspic

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