SGI<br />(Sistema de Gestão Integrada)<br />
POLÍTICA DE INTEGRADA SGI DA FAZ<br />QUALIDADE é a marcada FAZ. Buscar  a Melhoria Continua de todososProcessos e Sistema...
SUMÁRIO<br />1. Apresentação da Empresa<br />1.1. Estrutura Organizacional <br />1.2. Valores, Visão e Missão: <br />1.3. ...
SUMÁRIO<br />4. Sistema de gestão da qualidade, segurança e saúde ocupacional e meio ambiente.<br />4.1. Requisitos gerais...
SUMÁRIO<br />5. Responsabilidade da direção<br />5.1. Comprometimento da direção<br />5.2. Foco no cliente<br />5.3. Polít...
SUMÁRIO<br />6. Gestão de Recursos<br />6.1 Provisão de Recursos<br />6.2 Recursos Humanos<br />6.2.1 Generalidades<br />6...
SUMÁRIO<br />7. Realização do produto<br />7.1 Planejamento da realização do produto<br />7.2 Processos relacionados a cli...
SUMÁRIO<br />8. Medição, análise e melhoria<br />8.1 Generalidades<br />8.2 Medição e monitoramento <br />8.2.1 Satisfação...
Valores<br />Valores base do Planejamento e da Ação Estratégica da FAZ, são obtidos a partir da avaliação das pessoas da E...
Processos para o Sistema de Gestão Integrado e sua interação<br />
4.2.3 Controle de documentos<br />Os documentos requeridos pelo sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança ...
5.1 Comprometimento da direção<br />A alta direção fornece evidência do seu comprometimento com o desenvolvimento e com a ...
o estabelecimento da política da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional;
a garantia de que são estabelecidos os objetivos da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional;
a condução de análises críticas pela alta direção, e;
a garantia da disponibilidade de recursos.</li></li></ul><li>5.2 Foco no cliente<br />A alta direção estabelece mecanismo ...
5. 4.3.2   Requisitos legais e outros<br />A FAZ  estabelece, implementa e mantém procedimento(s):<br />Documento: PR-SSOM...
5.4 Planejamento<br />5.4.1 Objetivos da qualidade<br />A alta direção assegura que os objetivos da qualidade, incluindo a...
5.5.1 Responsabilidade e autoridade<br />A alta direção assegura que as responsabilidades e autoridades são definidas e co...
5.5.2 Representante da direção<br />A alta direção indica um membro da FAZ que, independente de outras responsabilidades, ...
Relatar à alta direção o desempenho do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional e qua...
Assegurar a promoção da conscientização sobre os requisitos do cliente em toda FAZ.</li></li></ul><li>5.6 Análise crítica ...
5.6.2 Entradas para análise crítica<br /><ul><li>As entradas para a análise crítica pela direção inclui informações sobre:
resultados de auditorias;
realimentação do cliente;
desempenho de processo e conformidade de produto;
situação das ações preventivas e corretivas;
acompanhamento das ações oriundas de análises críticas anteriores pela direção;
mudanças que possam afetar o sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional, e;
recomendações para melhoria.</li></li></ul><li>5.6.3 Saídas da análise crítica<br /><ul><li>As saídas da análise crítica p...
melhoria da eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saude ocupacional e de seus processos;
melhoria do produto em relação aos requisitos do cliente, e;
necessidade de recursos.</li></ul>Documento:   PS-QLD-FAZ Análise crítica pela direção <br />
6.2.2.2 Treinamento, conscientização e competência para OHSAS<br />Os empregados são treinados e conscientizados para sere...
6.3 Infra-estrutura<br />A FAZ deve determina, provê e mantém a infra-estrutura necessária para alcançar a conformidade co...
7.1 Planejamento da realização do produto<br />A FAZ planeja e desenvolve os processos necessários para a realização do pr...
7.2.3 Comunicação com o cliente<br />A FAZ deve determinar e tomar providências eficazes para se comunicar com os clientes...
7.4 Aquisição<br />A FAZ deve avaliar e selecionar fornecedores com base na sua capacidade em fornecer produtos de acordo ...
7.4.2 Informações de aquisição<br />As informações de aquisição devem descrever o produto a ser adquirido e incluir, onde ...
7.4.3 Verificação do produto adquirido<br />A FAZ deve estabelecer e implementar inspeção ou outras atividades necessárias...
7.5.1 Controle de produção e fornecimento de serviço<br />A FAZ deve planejar e realizar a produção e o fornecimento de se...
7.5.3 Identificação e rastreabilidade<br />Quando apropriado, a FAZ deve identificar o produto por meios adequados ao long...
7.5.5 Preservação de produto<br />A FAZ deve preservar a conformidade do produto durante processo interno e entrega no des...
8.2.1 Satisfação de clientes<br />Como uma das medições do desempenho do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e s...
cada 3 meses para os contratos de duração superior a 6 meses.</li></ul>DOCUMENTOS; FR-QLD-AZ_Avaliação_da_Satisfação_do_Cl...
8.2.2 Auditoria interna<br />A FAZ executa auditorias internas a intervalos planejados, para determinar se o sistema de ge...
3 Medição e monitoramento de processos<br />A FAZ deve aplicar métodos adequados para monitoramento e, quando aplicável, a...
Controle de produto não-conforme<br />A FAZ deve assegurar que produtos que não estejam conformes com os requisitos do pro...
8.4 Análise de dados<br />A FAZ deve determinar, coletar e analisar dados apropriados para demonstrar a adequação e eficác...
8.5 Melhorias<br />A FAZ deve continuamente melhorar a eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguran...
8.5.2 Ação corretiva<br />A FAZ deve executar ações corretivas para eliminar as causas de não-conformidades, de forma a ev...
8.5.3 Ação preventiva<br />A FAZ deve definir ações para eliminar as causas de Não Conformidades potenciais, de forma a ev...
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-QLD-FAZ<br />DATA: 10-01-2006<br />PÁG.: 1  REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA...
SUMÁRIO<br />1-  OBJETIVO<br />2-  ABRANGÊNCIA<br />3-  DEFINIÇÕES<br />4-  METODOLOGIA<br />4.1- Codificação para Identif...
OBJETIVO<br />Estabelecer os procedimentos para elaboração, revisão, aprovação de  documentos quanto à sua adequação, ante...
EXEMPLO: Programa corporativo de Segurança, Saúde Ocupacional e meio Ambiente.<br />Observação:<br />Quando se tratar de d...
Aprovação:<br />
DOCUMENTOS<br />
DOCUMENTOS<br />
DOCUMENTOS<br />
DOCUMENTOS<br />
DOCUMENTOS<br />
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-QLD-FAZ<br />DATA: 10-01-2006<br />PÁG.: 1  REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA...
SUMÁRIO<br />OBJETIVO<br />ABRANGÊNCIA<br />DESCRIÇÃO<br />PRESSERVAÇÃO DE PRODUTOS DA FAZ QUE CONSISTE EM DOCUMENTOS<br /...
OBJETIVO<br />Estabelecer um sistema para controle de registros do Sistema de Gestão Integrado (SGI)  relativos a document...
desenho,
relatório,
 etc.</li></li></ul><li>SISTEMA DE REGISTRO DE DOCUMENTOS<br />
SISTEMA DE REGISTRO DE DOCUMENTOS<br />
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-QLD-FAZ<br />DATA: 15/08/2006<br />PÁG.: 1  REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA...
SUMÁRIO<br />1- OBJETIVOS<br />2- ABRANGÊNCIA<br />3- DEFINIÇÕES<br />4- ABERTURA DE UMA NC<br />5- TRATAMENTO DA NC<br />...
OBJETIVO<br />Estabelecer procedimentos para o tratamento de NC (Não-Conformidades) envolvendo as Ações Preventivas e Açõe...
ABERTURA DE UMA NC<br />As situações que caracterizam a necessidade de abertura de uma NC além do que está definido pelo n...
Nível de avaliação da implantação menor que 60%;
Avaliação de satisfação do cliente menor que 50%;
Não realização da avaliação de satisfação do cliente dentro do mínimo estabelecido;
Auditoria do manual de gestão com resultado menor que 50% (contratos com mais de 12 meses de início de implantação);
Contratos com o % de atendimento aos requisitos mínimos de contratação inferior a meta estabelecida no Planejamento Estrat...
Contratos com margem bruta de contribuição acumulada menor do que o orçado;
Não realização de auditorias programadas;
Descumprimento de padrões estabelecidos;
Não atendimento à legislação;
Treinamento não eficaz;
Análise crítica do SGI;
Avaliação de simulados;
Análise de reclamações e comunicações;
NC oriundas de auditorias do SGI.</li></li></ul><li>Caracterizando-se uma destas situações acima, a NC será então aberta e...
PS-QLD-FAZ<br />DATA: 10-01-2006<br />PÁG.: 1  REV.: 00<br />PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />DESCRIÇÃO DA...
SUMÁRIO<br />1OBJETIVO<br />2APLICAÇÃO<br />3DEFINIÇÕES<br />4DESCRIÇÃO DO PROCESSO<br />4.1	Autoridade para o Programa de...
OBJETIVO<br />Fornecer orientação sobre os princípios de auditoria, gestão de programas de auditoria, realização de audito...
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-QLD-FAZ<br />DATA: 10-01-2006<br />PÁG.: 1  REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA...
SUMÁRIO<br />1 OBJETIVO<br />2 CAMPO DE APLICAÇÃO<br />3 GERENCIAMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS<br />3.1I...
OBJETIVO<br />Este Procedimento visa criar uma sistemática para acessar, identificar, atender e acompanhar as mudanças da ...
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-MT-FAZ<br />DATA: 16/08/2006<br />PÁG.: 1  REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA ...
SUMÁRIO<br />1- OBJETIVO<br />2- APLICAÇÃO<br />3- DEFINIÇÕES<br />5- QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR EVENTUAL<br />6- QUALIFIC...
OBJETIVO<br />Fornecer orientação sobre o processo de aquisição, suas informações e a definição do que será adquirido, a f...
DEFINIÇÃO DE CRITICIDADE DE PRODUTOS E TIPO DE QUALIFICAÇÃO<br />São considerados produtos críticos ao SGI aqueles definid...
QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR<br />
SUMÁRIO<br />1- OBJETIVO<br />2- EXECUÇÃO<br />3- ESTOCAGEM<br />4- PLANO DE ESTOCAGEM<br />5- RESPONSABILIDADES<br />
OBJETIVO<br />Estabelecer sistemática para garantir que os materiais sejam estocados correta e devidamente identificados, ...
Estocagem em Estante<br />Exemplo de um material que esteja estocado na estante de nº 1 do Almoxarifado, estante nº 21 e n...
Estocagem em Almoxarifado de Céu Aberto<br />Exemplo 1:<br />A estocagem de um determinado tipo de vergalhão foi destinada...
PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-MT-FAZ<br />DATA: 29/08/2006<br />PÁG.: 1  REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA ...
SUMÁRIO<br />1-   OBJETIVO<br />2-   DEFINIÇÕES<br />3-   RETIRADA DE MATERIAIS DO ALMOXARIFADO OU FERRAMENTARIA<br />3.1-...
OBJETIVO<br />Estabelecer critérios para retirada de materiais, produtos, equipamentos e ferramentas no Almoxarifado ou Fe...
RETIRADA DE MATERIAIS DO ALMOXARIFADO OU FERRAMENTARIA<br />Requisição (sem retorno):<br />O Almoxarifado ou Ferramentaria...
O FR-QLD-FAZ Relação de Materiais a Mobilizar devidamente preenchido será encaminhado para o órgão responsável para obter ...
PS-PARADA-FAZ<br />DATA: 25-07-2006<br />PÁG.: 1  REV.: 00<br />PROCEDIMENTO OPERACIONAL<br />DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRO...
SUMÁRIO<br />1-  Objetivo<br />2- Definições<br />3- Diretrizes<br />4- Metodologia<br />5- Planejamento de Parada<br />5....
SUMÁRIO<br />5.4- Desenvolvimento dos Procedimentos<br />5.4.1- Definição dos Procedimentos (Operação, Execução e Seguranç...
SUMÁRIO<br />6- Execução da Parada<br />6.1- Planejamento da Execução<br />6.1.1- Dimensionamento e Mobilização da Equipe ...
SUMÁRIO<br />6.4- Mobilização do Canteiro<br />6.4.1- Instalação do Canteiro<br />6.4.2- Dimensionamento dos Recursos de O...
SUMÁRIO<br />6.7- Replanejamento<br />6.7.1- Adiantamento do Cronograma<br />6.7.2- Atraso do Cronograma<br />6.8- Desmobi...
SUMÁRIO<br />6.10- Gestão da Qualidade na Execução<br />6.10.1- Avaliação da Gestão da Qualidade<br />6.10.1.1- Definição ...
Objetivo<br />Definir como devem ser desenvolvidas as atividades da FAZ em nossos contratos de Planejamento, Controle e Ex...
Planejamento de Parada<br />O Planejamento da Parada consiste no conjunto de atividades para definir:<br />O que deve ser ...
Ações Preparatórias<br />Elaboração do Plano Preparatório<br />O Plano Preparatório contempla as atividades a serem desenv...
Análise das Listas de Serviços<br />A Lista de Serviços da Parada deve ser elaborada a partir das listas de serviços preli...
Nivelamento e Dimensionamento<br />O Nivelamento e Dimensionamento de recursos estão estruturados nas seguintes etapas:<br...
Nivelamento Preliminar;
Nivelamento dos Recursos;
Dimensionamento dos Recursos;
Organogramas e Responsabilidades;
Elaboração das Pastas dos Executantes;
Cronogramas Finais.</li></li></ul><li>Desenvolvimento dos Procedimentos<br />Nestas etapas são elaborados os procedimentos...
Aquisição de Materiais<br />A Aquisição de Materiais, quando inclusa no Planejamento, deve restringir-se as atividades de ...
Emissão da requisição de Compra;
Solicitação de Cotação;
Emissão de Parecer Técnico;
Equalização das Cotações;
Assessoria na Decisão de Compra;
Diligenciamento;
Controle da Lista de Providências.</li></li></ul><li>Contratação de Serviços<br />Ao ser incorporada a atividade de Contra...
Elaboração das Minutas Técnicas;
Esclarecimentos;
Equalização das Propostas;
Assessoria na Contratação. </li></li></ul><li>Gestão da Qualidade no Planejamento<br />A Gestão da Qualidade no Planejamen...
Elaboração do Manual da Parada<br />O Manual da Parada é o documento que deve contemplar as informações gerenciais e técni...
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  1. 1. SGI<br />(Sistema de Gestão Integrada)<br />
  2. 2. POLÍTICA DE INTEGRADA SGI DA FAZ<br />QUALIDADE é a marcada FAZ. Buscar a Melhoria Continua de todososProcessos e Sistemas é compromisso de todas as instâncias de nossaempresa.<br />A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES é maiorindicador de qualidade. Estaremconformidade com osAspectosTécnicos, RequisitosLegais e outrosrequisitosaplicáveis é a forma de assegurar a satisfação com nossosserviços.<br />TodoServiçodaFAZdeve ser umaREFERÊNCIA PARA NOVOS NEGÓCIOS. No ambitodanossalinha de serviços de Manutenção e Paradas e do mercadonacional, osclientesserãoutilizadoscomo o melhorreferêncial.<br />Ser reconhecidacomoempresa de Qualidadeserá, também, resultado de NOSSA ATITUDE PERANTE A SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE. Preservara vida e a saúdedas pessoas, atuaremprevençãodapoluição e assegurarintegridade dos ativos dos clientes, sãodemandasvitaisparanossaempresa.<br />
  3. 3. SUMÁRIO<br />1. Apresentação da Empresa<br />1.1. Estrutura Organizacional <br />1.2. Valores, Visão e Missão: <br />1.3. Política Integrada de SGI<br />2. Escopo do Sistema de Gestão da Qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional<br />2.1. Escopo<br />2.2. Exclusões<br />3.Processos para o Sistema de Gestão Integrado e sua interação<br />
  4. 4. SUMÁRIO<br />4. Sistema de gestão da qualidade, segurança e saúde ocupacional e meio ambiente.<br />4.1. Requisitos gerais<br />4.2. Requisitos de documentação<br />4.2.1 Generalidades<br />4.2.2 Manual da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional<br />4.2.3 Controle de documentos<br />4.2.4 Controle de registros<br />
  5. 5. SUMÁRIO<br />5. Responsabilidade da direção<br />5.1. Comprometimento da direção<br />5.2. Foco no cliente<br />5.3. Política da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional<br />5.4. Planejamento<br />5.4.1 Objetivos da qualidade<br />5.4.2 Planejamento do sistema de gestão da qualidade<br />5.4.3 Planejamento para o meio ambiente<br />5.4.3.1 Aspectos ambientais<br />5. 4.3.2 Requisitos legais e outros<br />5. 4.3.3 Objetivos, metas e programa(s)<br />5.4.4 Planejamento para OHSAS 18001 <br />5.4.4.1 Para identificação de fator de risco, avaliação e controle de risco<br />5.4.4.2 Requisitos legais e outros requisitos<br />5.4.4.3 Objetivos <br />5.4.4.4 Programa de gestão de saúde e segurança do trabalho <br />5.5 Responsabilidade, autoridade e comunicação<br />5.5.1 Responsabilidade e autoridade<br />5.5.2 Representante da direção<br />5.5.3 Comunicação interna<br />5. 5..3.1 Comunicação em Meio ambiente <br />5.5.3.2 Consulta e comunicação em OHSAS<br />5.6. Análise crítica pela direção<br />5.6.1 Generalidades<br />5.6.2 Entradas para análise crítica<br />5.6.3 Saídas da análise crítica<br />
  6. 6. SUMÁRIO<br />6. Gestão de Recursos<br />6.1 Provisão de Recursos<br />6.2 Recursos Humanos<br />6.2.1 Generalidades<br />6.2.2 Competência, conscientização e treinamento<br />6.2.2.1. Competência, treinamento e conscientização para meio ambiente<br />6.2.2.2 Treinamento, conscientização e competência para OHSAS<br />6.3 Infra-estrutura<br />6.4 Ambiente de trabalho<br />
  7. 7. SUMÁRIO<br />7. Realização do produto<br />7.1 Planejamento da realização do produto<br />7.2 Processos relacionados a clientes<br />7.2.1 Determinação dos requisitos relacionados ao produto<br />7.2.2 Análise crítica dos requisitos relacionados ao produto<br />7.2.3 Comunicação com o cliente<br />7.3 Projeto e desenvolvimento<br />7.4 Aquisição<br />7.4.1 Processo de aquisição<br />7.4.2 Informações de aquisição<br />7.4.3 Verificação do produto adquirido <br />7.5 Produção e fornecimento de serviço<br />7.5.1 Controle de produção e fornecimento de serviço<br />7.5.1.1. Controle operacional para meio ambiente<br />7.5.1.2 Controle operacional para OHSAS <br />7.5.2 Validação dos processos de produção e fornecimento de serviço <br />7.5.3 Identificação e rastreabilidade<br />7.5.4 Propriedade de cliente<br />7.5.5 Preservação de produto<br />7.6 Controle de dispositivos de medição e monitoramento<br />7.7 Preparação de atendimento a emergência<br />7.7.1 Preparação e resposta à emergências<br />7.7.2 Preparação e atendimento a emergência para OHSAS<br />
  8. 8. SUMÁRIO<br />8. Medição, análise e melhoria<br />8.1 Generalidades<br />8.2 Medição e monitoramento <br />8.2.1 Satisfação de clientes<br />8.2.2 Auditoria interna<br />8.2.3 Medição e monitoramento de processos<br />8.2.4 Medição e monitoramento de produto<br />
  9. 9. Valores<br />Valores base do Planejamento e da Ação Estratégica da FAZ, são obtidos a partir da avaliação das pessoas da Empresa, em todos os níveis:<br /> ♦ Conhecimento, Habilidade e Vontade.<br /> ♦ Respeito às Pessoas.<br /> ♦ Ética e Confiança. <br />Visão<br />Alcançar a Liderança no mercado de Manutenção e Serviços, sustentados na Qualidade, na Inovação e na Capacitação Gerencial.<br />Missão<br />Assegurar para nossos Clientes serviços de valor agregado e lucratividade adequada para nossos Acionistas.<br />
  10. 10. Processos para o Sistema de Gestão Integrado e sua interação<br />
  11. 11. 4.2.3 Controle de documentos<br />Os documentos requeridos pelo sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional são controlados conforme:<br />Documento: PS-QLD-FAZ Controle de Documentos<br />4.2.4 Controle de registros<br />Registros são estabelecidos e mantidos para prover evidências da conformidade com requisitos e da operação eficaz do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional conforme: <br />Documento: PS-QLD-FAZ Controle de Registros<br />
  12. 12. 5.1 Comprometimento da direção<br />A alta direção fornece evidência do seu comprometimento com o desenvolvimento e com a implementação do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional e com a melhoria contínua de sua eficácia mediante:<br /><ul><li>a comunicação aos colaboradores da FAZ da importância em atender aos requisitos dos clientes, como também aos requisitos regulamentares e estatutários;
  13. 13. o estabelecimento da política da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional;
  14. 14. a garantia de que são estabelecidos os objetivos da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional;
  15. 15. a condução de análises críticas pela alta direção, e;
  16. 16. a garantia da disponibilidade de recursos.</li></li></ul><li>5.2 Foco no cliente<br />A alta direção estabelece mecanismo que assegura que os requisitos do cliente são determinados e atendidos com o propósito de aumentar a satisfação do mesmo.<br />Documento: PS-COM-FAZ Vendas<br />
  17. 17. 5. 4.3.2 Requisitos legais e outros<br />A FAZ estabelece, implementa e mantém procedimento(s):<br />Documento: PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente<br /> DD-SSOMA-FAZ Legislação Aplicável, Verif Atendimento<br />
  18. 18. 5.4 Planejamento<br />5.4.1 Objetivos da qualidade<br />A alta direção assegura que os objetivos da qualidade, incluindo aqueles necessários para atender aos requisitos do produto, são estabelecidos nas funções e níveis pertinentes da FAZ.<br />Os objetivos da qualidade são mensuráveis e coerentes com a política da qualidade.<br />Documento: PL-QLD-FAZ_Planejamento_Estratégico_2006-2008_ Rev0 <br />PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente<br />PL-SSOMA-FAZ Acompanhamento Objet Metas-SGA<br />PL-SSOMA- FAZ _Plano_de_ Gestão_SSO<br />
  19. 19. 5.5.1 Responsabilidade e autoridade<br />A alta direção assegura que as responsabilidades e autoridades são definidas e comunicadas na FAZ.<br />Documento: PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente<br />DD-SSOMA-FAZ Matriz Responsabilidade<br />DD-RH-FAZ Descrição de Função<br />
  20. 20. 5.5.2 Representante da direção<br />A alta direção indica um membro da FAZ que, independente de outras responsabilidades, deve ter responsabilidade e autoridade para:<br /><ul><li>Assegurar que os processos necessários para o sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional sejam estabelecidos, implementados e mantidos;
  21. 21. Relatar à alta direção o desempenho do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saúde ocupacional e qualquer necessidade de melhoria; e
  22. 22. Assegurar a promoção da conscientização sobre os requisitos do cliente em toda FAZ.</li></li></ul><li>5.6 Análise crítica pela direção<br />5.6.1 Generalidades<br />A alta analisa criticamente o sistema de gestão de qualidade, segurança, saúde ocupacional e meio ambiente da FAZ, a intervalos planejados, para assegurar sua continua pertinência, adequação e eficácia. <br />Deve incluir a avaliação de oportunidades para melhoria e necessidades de mudança no sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional, incluindo a política da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional e os objetivos da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional.<br />São mantidos registros das análises críticas pela direção através de atas e as recomendações geradas serão lançadas no banco de dados Gestão_ de_Não_Conformidades_Planos_e_Melhorias_FAZ.<br />
  23. 23. 5.6.2 Entradas para análise crítica<br /><ul><li>As entradas para a análise crítica pela direção inclui informações sobre:
  24. 24. resultados de auditorias;
  25. 25. realimentação do cliente;
  26. 26. desempenho de processo e conformidade de produto;
  27. 27. situação das ações preventivas e corretivas;
  28. 28. acompanhamento das ações oriundas de análises críticas anteriores pela direção;
  29. 29. mudanças que possam afetar o sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional, e;
  30. 30. recomendações para melhoria.</li></li></ul><li>5.6.3 Saídas da análise crítica<br /><ul><li>As saídas da análise crítica pela direção devem incluir quaisquer decisões e ações relacionadas a:
  31. 31. melhoria da eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e segurança e saude ocupacional e de seus processos;
  32. 32. melhoria do produto em relação aos requisitos do cliente, e;
  33. 33. necessidade de recursos.</li></ul>Documento: PS-QLD-FAZ Análise crítica pela direção <br />
  34. 34. 6.2.2.2 Treinamento, conscientização e competência para OHSAS<br />Os empregados são treinados e conscientizados para serem competentes para realizar as tarefas que podem afetar a saúde e segurança no trabalho. <br />A competência deve ser definida em termos de educação e treinamento adequados e/ou experiência.<br />São estabelecidos e mantidos procedimentos:<br />DOCUMENTO: PS-RH-FAZ_Treinamento<br />
  35. 35. 6.3 Infra-estrutura<br />A FAZ deve determina, provê e mantém a infra-estrutura necessária para alcançar a conformidade com os requisitos do produto. <br />A infra-estrutura inclui, quando aplicável, edifícios, espaço de trabalho e instalações associadas; equipamentos de processo, (tanto materiais e equipamentos quanto programas de computador), e<br />serviços de apoio (tais como transporte e comunicação).<br />DOCUMENTO: PS-MT-FAZ Mobilização Requisição Materiais <br /> PS-RH-FAZ Mobilização de Pessoal<br />
  36. 36. 7.1 Planejamento da realização do produto<br />A FAZ planeja e desenvolve os processos necessários para a realização do produto. <br />DOCUMENTO: PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas<br />PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais<br />PS-RH-FAZ Mobilização de pessoal<br />
  37. 37. 7.2.3 Comunicação com o cliente<br />A FAZ deve determinar e tomar providências eficazes para se comunicar com os clientes em relação a:<br />a) informações do produto;<br />b) tratamento de consultas, contratos ou pedidos, incluindo emendas, e;<br />c) realimentação do cliente, incluindo suas reclamações.<br />DOCUMENTO: PS-COM-FAZ_Vendas<br />
  38. 38. 7.4 Aquisição<br />A FAZ deve avaliar e selecionar fornecedores com base na sua capacidade em fornecer produtos de acordo com os requisitos da FAZ.<br />Critérios para seleção, avaliação e reavaliação devem ser estabelecidos. <br />Devem ser mantidos registros dos resultados das avaliações e de quaisquer ações necessárias, oriundas da avaliação.<br />
  39. 39. 7.4.2 Informações de aquisição<br />As informações de aquisição devem descrever o produto a ser adquirido e incluir, onde apropriado, requisitos para:<br />a) aprovação de produto, procedimentos, processos e equipamento;<br />b) qualificação de pessoal, e;<br />c) sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional.<br />A FAZ deve assegurar a adequação dos requisitos de aquisição especificados antes da sua comunicação ao fornecedor.<br />
  40. 40. 7.4.3 Verificação do produto adquirido<br />A FAZ deve estabelecer e implementar inspeção ou outras atividades necessárias para assegurar que o produto adquirido atende aos requisitos de aquisição especificados.<br />Quando a FAZ ou seu cliente pretender executar a verificação nas instalações do fornecedor, a FAZ deve declarar, nas informações de aquisição, as providências de verificação pretendidas e o método de liberação de produto.<br />DOCUMENTO: PS-MT-FAZ Aquisição<br />
  41. 41. 7.5.1 Controle de produção e fornecimento de serviço<br />A FAZ deve planejar e realizar a produção e o fornecimento de serviço sob condições controladas. Condições controladas devem incluir, como aplicável:<br />a) a disponibilidade de informações que descrevam as características do produto;<br />b) a disponibilidade de instruções de trabalho, quando necessário;<br />c) o uso de equipamento adequado;<br />d) a disponibilidade e uso de dispositivos para monitoramento e medição;<br />e) a implementação de medição e monitoramento;<br />f) a implementação da liberação, entrega e atividades pós-entrega <br />DOCUMENTO: PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas;<br />PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais;<br /> PS-RH-FAZ Mobilização de pessoal;<br />FR-PRD-FAZ RDO Relatório Diário de Obras<br />
  42. 42. 7.5.3 Identificação e rastreabilidade<br />Quando apropriado, a FAZ deve identificar o produto por meios adequados ao longo da realização do produto.<br />A FAZ deve identificar a situação do produto no que se refere aos requisitos de monitoramento e de medição.<br />Quando a rastreabilidade é um requisito, a FAZ deve controlar e registrar a identificação única do produto.<br />DOCUMENTOS: PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas<br />PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais<br /> PR-SSOMA-FAZ Seg, saúde ocup, meio amb.<br />FR-PRD-FAZ RDO Relatório Diário de Obras<br />
  43. 43. 7.5.5 Preservação de produto<br />A FAZ deve preservar a conformidade do produto durante processo interno e entrega no destino pretendido. <br />DOCUMENTOS: PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas<br />PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais<br />
  44. 44. 8.2.1 Satisfação de clientes<br />Como uma das medições do desempenho do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional, a FAZ monitora informações relativas à percepção dos clientes sobre se a FAZ atendeu aos requisitos dos clientes.<br />Os métodos para obtenção e uso dessas informações devem ser determinados através de um formulário específico de AVALIAÇÃO DA SATISFAÇÃO DO CLIENTE no final de:<br /><ul><li>cada evento (contrato de curta duração)
  45. 45. cada 3 meses para os contratos de duração superior a 6 meses.</li></ul>DOCUMENTOS; FR-QLD-AZ_Avaliação_da_Satisfação_do_Cliente<br /> FR-QLD-FAZ_Acompanhamento_da_Satisfação_do_Cliente<br />
  46. 46. 8.2.2 Auditoria interna<br />A FAZ executa auditorias internas a intervalos planejados, para determinar se o sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional:<br />DOCUMENTOS: PS-QLD-FAZ_Auditoria_do_SGI<br />
  47. 47. 3 Medição e monitoramento de processos<br />A FAZ deve aplicar métodos adequados para monitoramento e, quando aplicável, a medição dos processos do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional. DOCUMENTOS:<br />DOCUMENTOS:PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente<br /> PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas<br />PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais<br />
  48. 48. Controle de produto não-conforme<br />A FAZ deve assegurar que produtos que não estejam conformes com os requisitos do produto sejam identificados e controlados para evitar seu uso ou entrega não intencional. <br />DOCUMENTO:PS-QLD- FAZ Tratamento de NC Ações preventivas corretivas<br />FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua<br />
  49. 49. 8.4 Análise de dados<br />A FAZ deve determinar, coletar e analisar dados apropriados para demonstrar a adequação e eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional e para avaliar onde melhorias contínuas do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional podem ser realizadas. <br />DOCUMENTO: PR-SSOMA-FAZ Programa Seg Saúde Ocup Meio Ambiente<br /> PS-PRD-FAZ_ Planejamento_de_Paradas<br />PS-MT-FAZ Mobilização requisição materiais<br /> PS-RH-FAZ Mobilização de pessoal<br />
  50. 50. 8.5 Melhorias<br />A FAZ deve continuamente melhorar a eficácia do sistema de gestão da qualidade, meio ambiente e seguranca e saude ocupacional. <br />DOCUMENTO: FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua<br />
  51. 51. 8.5.2 Ação corretiva<br />A FAZ deve executar ações corretivas para eliminar as causas de não-conformidades, de forma a evitar sua repetição. As ações corretivas devem ser apropriadas aos efeitos das não-conformidades encontradas.<br />DOCUMENTO: PS-QLD- FAZ Tratamento de NC_Ações preventivas corretivas<br /> FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua<br />
  52. 52. 8.5.3 Ação preventiva<br />A FAZ deve definir ações para eliminar as causas de Não Conformidades potenciais, de forma a evitar sua ocorrência. As ações preventivas devem ser apropriadas aos efeitos dos problemas potenciais.<br />DOCUMENTO: PS-QLD- FAZ Tratamento de NC_Ações preventivas corretivas<br /> FR-QLD-FAZ_Relatório_Melhoria_Contínua<br />
  53. 53. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-QLD-FAZ<br />DATA: 10-01-2006<br />PÁG.: 1 REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA:<br />CONTROLE DE DOCUMENTOS<br />
  54. 54. SUMÁRIO<br />1- OBJETIVO<br />2- ABRANGÊNCIA<br />3- DEFINIÇÕES<br />4- METODOLOGIA<br />4.1- Codificação para Identificação de Documentos<br />4.2- Aprovação<br />4.3- Atualização e Reaprovação<br />4.4- Distribuição<br />4.4.1- Distribuição Física <br />4.4.2- Distribuição Eletrônica<br />4.5- Preservação <br />4.5.1- Preservação dos Documentos Físicos<br />4.5.2- Preservação dos Documentos Digitais<br />4.6- Documentos Externos<br />4.7- Documentos Obsoletos<br />5- RESPONSABILIDADES<br />6- REGISTRO<br />7- LISTAS DE CONTROLE<br />
  55. 55. OBJETIVO<br />Estabelecer os procedimentos para elaboração, revisão, aprovação de documentos quanto à sua adequação, antes da sua emissão e criar uma sistemática que permita identificar e controlar os documentos que compõem o Sistema de Gestão Integrado.<br />
  56. 56.
  57. 57.
  58. 58. EXEMPLO: Programa corporativo de Segurança, Saúde Ocupacional e meio Ambiente.<br />Observação:<br />Quando se tratar de documentos que devem ser elaborados ou revisados mensalmente, a fim de facilitar o seu registro, a identificação deverá ser antecedida do ANO-MÊS.<br />Exemplo: 2006-04_PL-SSOMA-FAZ_Acompanhamento_Objet Metas_SGA<br />Quando se tratar de documentos que devem ser elaborados ou revisados anualmente, a identificação deverá ser antecedida do ANO.<br />Exemplo: 2006_PL-SSOMA-_Gestão_SSO<br />
  59. 59. Aprovação:<br />
  60. 60.
  61. 61. DOCUMENTOS<br />
  62. 62. DOCUMENTOS<br />
  63. 63. DOCUMENTOS<br />
  64. 64. DOCUMENTOS<br />
  65. 65. DOCUMENTOS<br />
  66. 66.
  67. 67.
  68. 68.
  69. 69.
  70. 70. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-QLD-FAZ<br />DATA: 10-01-2006<br />PÁG.: 1 REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA:<br />CONTROLE DE REGISTROS<br />
  71. 71. SUMÁRIO<br />OBJETIVO<br />ABRANGÊNCIA<br />DESCRIÇÃO<br />PRESSERVAÇÃO DE PRODUTOS DA FAZ QUE CONSISTE EM DOCUMENTOS<br />RESPONSABILIDADE<br />
  72. 72. OBJETIVO<br />Estabelecer um sistema para controle de registros do Sistema de Gestão Integrado (SGI) relativos a documentação e outros sistemas gerados que servem de evidências da conformidade com os requisitos normativos e da operação eficaz dos Sistemas da Qualidade, Meio Ambiente e Saúde Segurança Ocupacional, como: <br /><ul><li>documento de procedimento,
  73. 73. desenho,
  74. 74. relatório,
  75. 75. etc.</li></li></ul><li>SISTEMA DE REGISTRO DE DOCUMENTOS<br />
  76. 76. SISTEMA DE REGISTRO DE DOCUMENTOS<br />
  77. 77. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-QLD-FAZ<br />DATA: 15/08/2006<br />PÁG.: 1 REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA:<br />Tratamento de Não-Conformidade, Ações Preventivas e Corretivas<br />
  78. 78. SUMÁRIO<br />1- OBJETIVOS<br />2- ABRANGÊNCIA<br />3- DEFINIÇÕES<br />4- ABERTURA DE UMA NC<br />5- TRATAMENTO DA NC<br />6- PASSOS DE UMA NC<br />7- REGISTRO<br />
  79. 79. OBJETIVO<br />Estabelecer procedimentos para o tratamento de NC (Não-Conformidades) envolvendo as Ações Preventivas e Ações, a fim prover evidências da conformidade com os requisitos normativos e da operação eficaz dos Sistemas da Qualidade, Meio Ambiente e Segurança e Saúde Ocupacional.<br />
  80. 80. ABERTURA DE UMA NC<br />As situações que caracterizam a necessidade de abertura de uma NC além do que está definido pelo no item 3 “Definições” são:<br /><ul><li>Reclamação do gerente do contrato ou do nível de decisão da empresa contratante;
  81. 81. Nível de avaliação da implantação menor que 60%;
  82. 82. Avaliação de satisfação do cliente menor que 50%;
  83. 83. Não realização da avaliação de satisfação do cliente dentro do mínimo estabelecido;
  84. 84. Auditoria do manual de gestão com resultado menor que 50% (contratos com mais de 12 meses de início de implantação);
  85. 85. Contratos com o % de atendimento aos requisitos mínimos de contratação inferior a meta estabelecida no Planejamento Estratégico”;
  86. 86. Contratos com margem bruta de contribuição acumulada menor do que o orçado;
  87. 87. Não realização de auditorias programadas;
  88. 88. Descumprimento de padrões estabelecidos;
  89. 89. Não atendimento à legislação;
  90. 90. Treinamento não eficaz;
  91. 91. Análise crítica do SGI;
  92. 92. Avaliação de simulados;
  93. 93. Análise de reclamações e comunicações;
  94. 94. NC oriundas de auditorias do SGI.</li></li></ul><li>Caracterizando-se uma destas situações acima, a NC será então aberta e tratada preenchendo o FR-QLD-FAZ Relatório Melhoria Contínua. <br />
  95. 95. PS-QLD-FAZ<br />DATA: 10-01-2006<br />PÁG.: 1 REV.: 00<br />PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA:<br />AUDITORIA DO SGI<br />
  96. 96. SUMÁRIO<br />1OBJETIVO<br />2APLICAÇÃO<br />3DEFINIÇÕES<br />4DESCRIÇÃO DO PROCESSO<br />4.1 Autoridade para o Programa de Auditoria<br />4.2 Estabelecimento do Programa de Auditorias<br />4.3 Implementação do Programa de Auditoria<br />4.4 Frequência das Auditorias<br />4.5 Notificação e Plano de Auditoria<br />5REQUISITOS DO AUDITOR<br />5.1 Recomendações / Dicas para Auditor<br />6EXECUÇÃO DA AUDITORIA<br />6.1 Atividades na Execução da Auditoria<br />6.2 Atividades após a Execução da Auditoria<br />6.3 Gerenciamento de Não-Conformidades<br />7ENCERRAMENTO DA AUDITORIA<br />7.1 Revisão Gerencial dos Resultados das Auditorias Internas<br />7.2 Relatório de Auditoria<br />7.3 Conclusão da Auditoria<br />8RESPONSABILIDADES<br />8.1 Gerente de Engenharia<br />8.2 Auditor<br />8.3 Gerente Responsável pela Área Auditada<br />9REGISTROS<br />
  97. 97. OBJETIVO<br />Fornecer orientação sobre os princípios de auditoria, gestão de programas de auditoria, realização de auditorias dos sistemas da Qualidade, Meio Ambiente e de Segurança Saúde Ocupacional, estando de acordo com as diretrizes da NBR ISO 19011.<br />
  98. 98. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-QLD-FAZ<br />DATA: 10-01-2006<br />PÁG.: 1 REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA:<br />IDENTIFICAÇÃO, ACESSO, ANÁLISE E CONTROLE DOS REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS.<br />
  99. 99. SUMÁRIO<br />1 OBJETIVO<br />2 CAMPO DE APLICAÇÃO<br />3 GERENCIAMENTO DOS REQUISITOS LEGAIS E OUTROS REQUISITOS<br />3.1Identificação e análise dos requisitos legais aplicáveis<br />3.1.1Acesso aos Requisitos Legais e outros requisitos<br />3.1.2Análise dos Requisitos Legais e outros requisitos<br />3.2Controle das atualizações dos requisitos e inserção de novos requisitos aplicáveis<br />4ATENDIMENTO AOS REQUISITOS DO CLIENTE<br />4.1Identificação e análise dos requisitos do Cliente aplicáveis<br />4.2Acompanhamento das atualizações dos requisitos do Cliente aplicáveis<br />5REGISTROS<br />6RESPONSABILIDADES<br />
  100. 100. OBJETIVO<br />Este Procedimento visa criar uma sistemática para acessar, identificar, atender e acompanhar as mudanças da Legislação e Requisitos de Clientes.<br />
  101. 101.
  102. 102.
  103. 103. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-MT-FAZ<br />DATA: 16/08/2006<br />PÁG.: 1 REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA:<br />AQUISIÇÃO<br />
  104. 104. SUMÁRIO<br />1- OBJETIVO<br />2- APLICAÇÃO<br />3- DEFINIÇÕES<br />5- QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR EVENTUAL<br />6- QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR PERMANENTE<br />7- AQUISIÇÃO<br />8- INFORMAÇÕES DE AQUISIÇÃO<br />9- VERIFICAÇÃO DO PRODUTO ADQUIRIDO<br />11- INTEGRAÇÃO DOS FORNECEDORES DE SERVIÇOS CRÍTICOS<br />12- MONITORAMENTO DOS FORNECEDORES<br />
  105. 105. OBJETIVO<br />Fornecer orientação sobre o processo de aquisição, suas informações e a definição do que será adquirido, a fim de atender o Sistema de Gestão Integrada.<br />
  106. 106. DEFINIÇÃO DE CRITICIDADE DE PRODUTOS E TIPO DE QUALIFICAÇÃO<br />São considerados produtos críticos ao SGI aqueles definidos no documento<br />DD-QLD-FAZ_Relação_Fornecimentos_Críticos_Requisitos_Qualificação.<br />
  107. 107. QUALIFICAÇÃO DE FORNECEDOR<br />
  108. 108.
  109. 109.
  110. 110.
  111. 111.
  112. 112.
  113. 113.
  114. 114.
  115. 115.
  116. 116.
  117. 117. SUMÁRIO<br />1- OBJETIVO<br />2- EXECUÇÃO<br />3- ESTOCAGEM<br />4- PLANO DE ESTOCAGEM<br />5- RESPONSABILIDADES<br />
  118. 118. OBJETIVO<br />Estabelecer sistemática para garantir que os materiais sejam estocados correta e devidamente identificados, de forma ordenada e com sua integridade protegida, permitindo rastreabilidade e agilidade na expedição.<br />
  119. 119. Estocagem em Estante<br />Exemplo de um material que esteja estocado na estante de nº 1 do Almoxarifado, estante nº 21 e no escaninho nº35 e o material foi cadastrado com o nº 12345, sua etiqueta para estocagem seria codificada: A1-E21-L35-1234<br />
  120. 120. Estocagem em Almoxarifado de Céu Aberto<br />Exemplo 1:<br />A estocagem de um determinado tipo de vergalhão foi destinada para uma área de estocagem de céu aberto identificada com o nº 1.<br />A mesma foi internamente subdivida em várias estações e o material foi colocado na estação de nº 4.<br />Nessa estação, finalmente o material foi colocado na 3ª estante de um sistema para acondicionar vergalhão.<br />O material foi cadastrado com o nº 5678.<br />Sua etiqueta para estocagem seria então B1-E4-L3-5678.<br />
  121. 121. PROCEDIMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA<br />PS-MT-FAZ<br />DATA: 29/08/2006<br />PÁG.: 1 REV.: 00<br />DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA:<br />MOBILIZAÇÃO E REQUISIÇÃO DE MATERIAIS<br />
  122. 122. SUMÁRIO<br />1- OBJETIVO<br />2- DEFINIÇÕES<br />3- RETIRADA DE MATERIAIS DO ALMOXARIFADO OU FERRAMENTARIA<br />3.1- Requisição (sem retorno).<br />3.2- Empréstimo e devolução<br />4- DESTINAÇÃO DE MATERIAIS INSERVÍVES<br />5- SAÍDA DE MATERIAIS SEM RETORNO.<br />6- SAÍDA DE MATERIAIS COM RETORNO.<br />7- MOBIIZAÇÃO DE MATERIAIS PARA EVENTOS.<br />7.1- Forma de obtenção<br />7.2- Compra ou Locação<br />7.3- Movimentação dos Materiais<br />7.4- Recebimento dos Materiais no Canteiro de Obras<br />8- DESMOBIIZAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS DE EVENTOS.<br />9- RESSARCIMENTO RESULTANTE DE DANOS OU MULTAS<br />10- EMISSÃO E QUITAÇÃO DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS<br />
  123. 123. OBJETIVO<br />Estabelecer critérios para retirada de materiais, produtos, equipamentos e ferramentas no Almoxarifado ou Ferramentaria e para a saída do mesmo da Empresa ou Canteiro de Obras.<br />
  124. 124. RETIRADA DE MATERIAIS DO ALMOXARIFADO OU FERRAMENTARIA<br />Requisição (sem retorno):<br />O Almoxarifado ou Ferramentaria, inclusive nos Canteiros de Obras ou de Eventos, só entregará o material mediante apresentação do FR-QLD-FAZ Requisição e Mobilização de Materiais.<br />3.2- Empréstimo e devolução <br />O Almoxarifado ou Ferramentaria, inclusive nos canteiros de obras ou de eventos, emprestará material mediante entrega do FR-QLD-FAZ Requisição e Mobilização de Materiais.<br />
  125. 125. O FR-QLD-FAZ Relação de Materiais a Mobilizar devidamente preenchido será encaminhado para o órgão responsável para obter o aluguel ou compra dos equipamentos/Ferramentas, caso não haja condições de se utilizar os recursos internos.<br />O Coordenador do Evento deverá contatar o cliente para verificar os equipamentos e ferramentas a serem mobilizados e registrar no FR-QLD-FAZ Relação de Materiais a Mobilizar.<br />
  126. 126. PS-PARADA-FAZ<br />DATA: 25-07-2006<br />PÁG.: 1 REV.: 00<br />PROCEDIMENTO OPERACIONAL<br />DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE PADRONIZADA:<br />PLANEJAMENTO DE PARADAS<br />
  127. 127. SUMÁRIO<br />1- Objetivo<br />2- Definições<br />3- Diretrizes<br />4- Metodologia<br />5- Planejamento de Parada<br />5.1- Ações Preparatórias<br />51.1- Elaboração do Plano Preparatório<br />5.1.2- Análise das Listas de Serviços<br />5.1.3- Análise dos Serviços<br />5.1.4- Organização da Documentação<br />5.2- Detalhamento dos Serviços<br />5.3- Nivelamento e Dimensionamento<br />5.3.1- Processamento de Dados<br />5.3.2- Nivelamento Preliminar<br />5.3.3- Nivelamento dos Recursos<br />5.3.4- Elaboração do Perfil dos Serviços dos Caminhos Críticos<br />5.3.6- Definição dos Organogramas<br />5.3.7- Cronogramas Finais<br />5.3.8- Elaboração das Pastas dos Executantes<br />
  128. 128. SUMÁRIO<br />5.4- Desenvolvimento dos Procedimentos<br />5.4.1- Definição dos Procedimentos (Operação, Execução e Segurança)<br />5.4.2- Definição dos Procedimentos da Qualidade<br />5.4.3- Elaboração do Plano de Rigging (Levantamento de Cargas)<br />5.4.4- Definição dos Esquemas de Iluminação <br />5.4.5- Definição dos Esquemas de Energia Elétrica Auxiliar<br />5.4.6- Definição dos Esquemas de Acesso<br />5.4.7- Definição dos Esquemas de Exaustão<br />5.4.8- Definição dos Esquemas de Bloqueio e Raqueteamento<br />5.4.9- Plano de Utilização de Andaimes<br />5.4.10- Definição dos Procedimentos Administrativos<br />5.5- Aquisição de Materiais<br />5.6- Contratação de Serviços<br />5.7- Gestão da Qualidade no Planejamento<br />5.8- Avaliação da Satisfação do Planejamento<br />5.8.1- Elaboração do Manual da Parada<br />
  129. 129. SUMÁRIO<br />6- Execução da Parada<br />6.1- Planejamento da Execução<br />6.1.1- Dimensionamento e Mobilização da Equipe de Planejamento da Execução<br />6.1.2- Integração dos Envolvidos<br />6.1.3- Estudo do Planejamento da Parada<br />6.1.4- Planejamento da Execução da Parada<br />6.1.5- Definição dos Requisitos da Qualidade<br />6.1.6- Definição da Equipe e Organograma<br />6.1.7- Definição das Instalações<br />6.2- Mobilização de Recursos<br />6.2.1- Mobilização da Mão-de-Obra<br />6.2.2- Mobilização dos Equipamentos<br />6.3- Treinamento e Qualificação<br />6.3.1- Normas Administrativas<br />6.3.2- Avaliação da Qualificação do Pessoal<br />
  130. 130. SUMÁRIO<br />6.4- Mobilização do Canteiro<br />6.4.1- Instalação do Canteiro<br />6.4.2- Dimensionamento dos Recursos de Oficina e Campo<br />6.5- Programação e Controle<br />6.5.1- Processamento e Distribuição da Programação<br />6.5.2- Análise da Programação<br />6.5.3- Reprogramação<br />6.5.4- Replanejamento da Parada<br />6.5.5- Emissão de Relatórios e Gráficos de Controle<br />6.5.5.1- Controle e Acompanhamento da Parada<br />6.5.5.2- Curva de Avanço Físico<br />6.5.5.3- Acompanhamento do Caminho Crítico<br />6.6- Execução<br />6.6.1- Elaboração dos Procedimentos de Execução<br />6.6.2- Procedimentos de Execução<br />6.6.3- Procedimentos de Segurança e Meio Ambiente <br />6.6.4- Execução de Serviços de Pré-Parada<br />6.6.5- Execução de Serviços de Parada<br />6.6.6- Execução dos Serviços de Pós-Parada<br />
  131. 131. SUMÁRIO<br />6.7- Replanejamento<br />6.7.1- Adiantamento do Cronograma<br />6.7.2- Atraso do Cronograma<br />6.8- Desmobilização<br />6.8.1- Desmobilização da Mão-de-Obra <br />6.8.1- Desmobilização dos Equipamentos <br />6.8.2- Desmobilização do Canteiro <br />6.9- Avaliação da Satisfação<br />6.9.1- Avaliação Interna da Parada<br />6.9.2- Elaboração do Relatório da Parada<br />6.9.3- Emissão do Formulário de Avaliação da Satisfação<br />6.9.4- Registro de Dados no Sistema da Qualidade<br />
  132. 132. SUMÁRIO<br />6.10- Gestão da Qualidade na Execução<br />6.10.1- Avaliação da Gestão da Qualidade<br />6.10.1.1- Definição de Indicadores Gerenciais<br />6.10.1.2- Definição de Metas de Desempenho<br />6.10.1.3- Definição de Metas Técnicas<br />6.10.1.4- Estabelecimento da Sistemática de Acompanhamento<br />6.10.1.5- Verificação dos resultados<br />5.10.2- Avaliação do Controle da Qualidade na Execução dos serviços<br />6.10.2.1- Estabelecimento das ações Corretivas e Preventivas<br />6.10.2.2- Definição da Sistemáticas de Acompanhamento<br />6.10.2.3- Acompanhamento da Execução<br />6.10.2.4- Emissão de Relatórios de Não-conformidades<br />6.10.2.5- Análise de Não-Conformidades<br />6.10.3- Arquivamento da Avaliação<br />
  133. 133. Objetivo<br />Definir como devem ser desenvolvidas as atividades da FAZ em nossos contratos de Planejamento, Controle e Execução de Parada.<br />
  134. 134. Planejamento de Parada<br />O Planejamento da Parada consiste no conjunto de atividades para definir:<br />O que deve ser feito: Listas de Serviço, Escopo, etc;<br />Como será feito: Procedimentos, Sistemática de controle, etc;<br />Quando será feito: Cronogramas e Prazos;<br />Quem fará: Recursos humanos e materiais;<br />Com que será feito: Materiais, Ferramentas e Equipamentos.<br />
  135. 135. Ações Preparatórias<br />Elaboração do Plano Preparatório<br />O Plano Preparatório contempla as atividades a serem desenvolvidas pela equipe de Planejamento, incluindo os prazos e recursos necessários para a execução do Planejamento. Segue exemplo orientativo de Cronograma base para uma Parada.<br />
  136. 136. Análise das Listas de Serviços<br />A Lista de Serviços da Parada deve ser elaborada a partir das listas de serviços preliminares definidas pelo CLIENTE, representados por suas áreas de: Engenharia, Operação, Manutenção e a Inspeção. <br />Organização da Documentação<br />A partir da Lista de serviços deve ser providenciada a Documentação Técnica necessária para o detalhamento dos serviços. <br />Esta documentação consiste nos Desenhos, Croquis, Manuais, Projetos, Recomendações dos fabricantes, RI’s e Folhas de dados <br />
  137. 137. Nivelamento e Dimensionamento<br />O Nivelamento e Dimensionamento de recursos estão estruturados nas seguintes etapas:<br /><ul><li>Processamento de Dados;
  138. 138. Nivelamento Preliminar;
  139. 139. Nivelamento dos Recursos;
  140. 140. Dimensionamento dos Recursos;
  141. 141. Organogramas e Responsabilidades;
  142. 142. Elaboração das Pastas dos Executantes;
  143. 143. Cronogramas Finais.</li></li></ul><li>Desenvolvimento dos Procedimentos<br />Nestas etapas são elaborados os procedimentos e planos, previamente definidos no detalhamento dos serviços, que serão necessários para a correta execução dos serviços, baseado na lista de serviços e no escopo definido em Contrato. <br />5.4.1- Definição dos Procedimentos (Operação, Execução e Segurança)<br />5.4.2- Definição dos Procedimentos da Qualidade<br />5.4.3- Elaboração do Plano de Rigging (Levantamento de Cargas)<br />5.4.4- Definição dos Esquemas de Iluminação <br />5.4.5- Definição dos Esquemas de Energia Elétrica Auxiliar<br />5.4.6- Definição dos Esquemas de Acesso<br />5.4.7- Definição dos Esquemas de Exaustão<br />5.4.8- Definição dos Esquemas de Bloqueio e Raqueteamento<br />5.4.9- Plano de Utilização de Andaimes<br />5.4.10- Definição dos Procedimentos Administrativos<br />
  144. 144. Aquisição de Materiais<br />A Aquisição de Materiais, quando inclusa no Planejamento, deve restringir-se as atividades de solicitação, recomendação e acompanhamento (follow-up).<br />Em hipótese alguma a FAZ deve assumir a responsabilidade direta pela entrega dos materiais.<br />Este serviço consiste nas seguintes atividades:<br /><ul><li>Elaboração das listas de Materiais e Equipamentos;
  145. 145. Emissão da requisição de Compra;
  146. 146. Solicitação de Cotação;
  147. 147. Emissão de Parecer Técnico;
  148. 148. Equalização das Cotações;
  149. 149. Assessoria na Decisão de Compra;
  150. 150. Diligenciamento;
  151. 151. Controle da Lista de Providências.</li></li></ul><li>Contratação de Serviços<br />Ao ser incorporada a atividade de Contratação de serviços aos serviços FAZ de Planejamento da Parada, deve-se definir claramente a abrangência, as responsabilidades e autonomias da FAZ e do Cliente a fim de evitar dualidade ou omissões nas decisões. Geralmente o papel da FAZ é restrito a organização da lista de serviços a ser contratada, especificação destes e equalização das propostas. <br />Este serviço consiste nas seguintes atividades:<br /><ul><li>Definição do Escopo dos Serviços;
  152. 152. Elaboração das Minutas Técnicas;
  153. 153. Esclarecimentos;
  154. 154. Equalização das Propostas;
  155. 155. Assessoria na Contratação. </li></li></ul><li>Gestão da Qualidade no Planejamento<br />A Gestão da Qualidade no Planejamento contempla a atividades a serem desenvolvidas pelo coordenador para verificar a qualidade dos serviços FAZ na atividade do Planejamento da Parada.<br />Nos casos onde o Planejamento for contratado separadamente da execução, deve ser emitido o formulário de Avaliação da Satisfação do Cliente para a verificação da Conformidade dos nossos serviços.<br />
  156. 156. Elaboração do Manual da Parada<br />O Manual da Parada é o documento que deve contemplar as informações gerenciais e técnicas da Parada. De forma geral o Manual deve ter as seguintes informações: <br /><ul><li>Cronogramas por Unidade ou Sistema,
  157. 157. Histogramas de Recursos,
  158. 158. Serviços de Logística, Listagem de Procedimentos,
  159. 159. Lista de Materiais,
  160. 160. Lista de Serviços Contratados,
  161. 161. Esquemas, etc.</li></li></ul><li>Execução da Parada<br />Planejamento da Execução<br />Conforme o Manual da Parada, deverá ser dimensionada e Mobilizada a equipe de Planejamento da Execução. <br />Para que haja uma boa interação, recomenda-se que o Coordenador da Parada tenha contato com o pessoal do Planejamento o quanto antes, para que dúvidas específicas sobre o planejamento possam ser sanadas em tempo hábil.<br />As principais atividades nesta etapa são: <br /><ul><li>Avaliação do Escopo,
  162. 162. Definição da Matriz de responsabilidades,
  163. 163. Definição do Corpo Técnico,
  164. 164. Mobilização,
  165. 165. Contratação e Treinamento,
  166. 166. Definição das instalações e definição dos Requisitos da Qualidade </li></li></ul><li>Execução da Parada<br />Definição dos Requisitos da Qualidade<br />A equipe de Planejamento da Execução deve definir uma série de requisitos da qualidade, que devem ser satisfeitos para a execução dos serviços tais como:<br /><ul><li>pessoal certificado,
  167. 167. procedimentos de acordo com as normas técnicas e administrativas, etc.</li></li></ul><li>Execução da Parada<br />Mobilização de Recursos<br />Os recursos, pessoas e serviços devem ser mobilizados considerando o tempo necessário para a integração destes aos serviços na Unidade. <br />Previamente, devem ser verificados os procedimentos administrativos e documentos exigidos pelo Cliente assim como os processos de Integração.<br />
  168. 168. Execução da Parada<br />Treinamento e Qualificação<br />As diretrizes da FAZ referentes ao Treinamento e Qualificação do seu Corpo Técnico de Parada, contendo:<br /><ul><li>Metas por cargo,
  169. 169. Quais as Certificações necessárias,
  170. 170. Entidades Certificadoras e Percentual Técnico que deverão atender a essas exigências estão explícitas no Manual de Paradas – Treinamento e Qualificação.</li></ul>O Coordenador deve prover condições para que todos os treinamentos necessários a sua equipe sejam realizados sem prejuízos para o cumprimento dos prazos dos cronogramas, ou seja, devem se previstos e programados os treinamentos para datas anteriores às datas nas quais as pessoas devem estar disponíveis para a realização do serviço.<br />A logística envolvida para a execução dos treinamentos deve ser discutida previamente entre A FAZ e os responsáveis do Cliente. Esta logística deve contemplar, salas de treinamento, material didático, avaliação, certificação, etc. <br />
  171. 171. Execução da Parada<br />Programação e Controle<br />O Controle da Execução consiste nas seguintes atividades:<br /><ul><li>Baixa dos Serviços realizados;
  172. 172. Atualização da Curva de avanço Físico;
  173. 173. Emissão da Programação Diária;
  174. 174. Preenchimento do RDO (Relatório Diário de Obra);
  175. 175. Projeção da data de conclusão.</li></li></ul><li>Execução da Parada<br />Processamento e Distribuição da Programação<br />Recomenda-se que as programações sejam emitidas diariamente com o horizonte de 2 dias. Ao final de cada dia devem ser entregues pelo Supervisor, a atualização dos dados relativos à realização dos serviços. <br />Análise da Programação<br />O Supervisor deverá analisar a consistência da programação, observando a ordem de execução programada, a quantidade de recursos previstos e o emprego das ferramentas e quantidades corretas, garantindo a execução.<br />Também deverá destacar e analisar os procedimentos necessários para garantir a segurança dos funcionários e a qualidade dos serviços, qualificando as pessoas quando necessário.<br />Recebendo a OS, o supervisor deverá destacar e analisar os procedimentos necessários para garantir a segurança dos funcionários e a qualidade dos serviços, qualificando as pessoas quando necessário. <br />
  176. 176. Execução da Parada<br />Emissão de Relatórios e Gráficos de Controle<br />Devem ser emitidos Relatórios e Gráficos de Controle para acompanhar o andamento da execução da Parada, permitindo a visualização rápida da eficiência, qualidade e cumprimento da programação dos serviços. <br />
  177. 177. Execução da Parada<br />Acompanhamento do Caminho Crítico<br />Outra ferramenta muito utilizada para o controle da Parada, consiste no acompanhamento do avanço das atividades do caminho crítico. Sabendo-se as atividades do caminho crítico podem gerar atrasos ao cronograma final é válido que se acompanhe estas e, a partir destas, calcule-se a data de conclusão da Parada.<br />
  178. 178. Execução da Parada<br />Procedimentos de Segurança e Meio Ambiente <br />Para cada evento de Parada deverá ser elaborado um Programa de Segurança, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente, com bases nas características dos riscos envolvidos, exigências do cliente e do Programa corporativo da FAZ que é o PR-SSOMA-FAZ_Segurança_Saúde_Ocupacioal_e_Meio_Ambiente.<br />Caberá ao Coordenador do evento verificar os requisitos de SSOMA pertinentes, com o apoio do órgão de segurança, saúde ocupacional e meio ambiente da Central da FAZ.<br />
  179. 179. Execução da Parada<br />Avaliação Interna da Parada<br />Após o final da Parada, a Coordenação deve avaliar a execução dos serviços. Isto pode ser feito em reunião com a Supervisão e outros integrantes da equipe. <br />
  180. 180. Execução da Parada<br />Elaboração do Relatório da Parada<br />Após a execução dos serviços de Pré-Parada, Parada e Pós-Parada, deve ser elaborado o Relatório Final da Parada. <br />Este deve mostrar de forma clara a lista de serviços executados, os relatórios de Não-Conformidades, o cumprimento dos prazos, a real utilização dos recursos, etc. Ou seja, deve comparar o previsto e com o realizado. <br />O Coordenador deve enviar 2 cópias do relatório de Parada para o Cliente, e enviar uma para o arquivo central da FAZ.<br />
  181. 181. Execução da Parada<br />Elaboração do Relatório da Parada<br />Os itens que compõem o relatório podem variar em função de solicitações dos Clientes, mas de forma geral o relatório deve conter os seguintes assuntos:<br /><ul><li>Comparação entre os Cronogramas planejado e executado, informando se houve atraso ou adiantamento e informando as suas causas;
  182. 182. Organograma das equipes de execução e carga horária utilizada, destacando se houve necessidade de mobilização de mão-de-obra adicional;
  183. 183. Equipamentos utilizados na Parada, destacando se houve necessidade de mobilização de equipamentos adicionais;
  184. 184. Descrição dos serviços realizados durante a Parada e verificação se houve pleno cumprimento do planejamento, incluindo descrição de serviços adicionais ou dos serviços que não puderam ser executados e suas causas;
  185. 185. Verificação do cumprimento do caminho crítico e comentários sobre a curva de acompanhamento;
  186. 186. Cumprimento do Plano de Segurança destacando possíveis acidentes, seus procedimentos de emergência e suas causas;
  187. 187. Mudanças de alteração de seqüência dos serviços;</li></li></ul><li>Execução da Parada<br />Emissão do Formulário de Avaliação da Satisfação<br />Finalizada a Parada, deve ser obtido o grau de satisfação do Cliente em relação aos nossos serviços. Para isso, deve ser enviado um Formulário paraAvaliação do Cliente .<br />Registro de Dados no Sistema da Qualidade<br />A Avaliação da Satisfação do Cliente juntamente com a avaliação interna da FAZ servem de medida da qualidade dos nossos serviços e constituem uma importante fonte de descobertas de melhorias que podem ser adotadas pela Organização. <br />
  188. 188. Execução da Parada<br />Estabelecimento das ações Corretivas e Preventivas<br />A sistemática de ações corretivas e preventivas deve ser definida, juntamente com o Cliente, antes do início dos serviços de forma que o pessoal tenha conhecimento suficiente para identificar uma não-conformidade e tomar as ações corretivas mais adequadas a situação. <br />
  189. 189.
  190. 190. SUMÁRIO<br />1- OBJETIVOS<br />2- DEFINIÇÕES<br />3- APLICAÇÃO<br />4- SOLICITAÇÃO DE PESSOAL<br />4.1- Solicitação para Eventos<br />4.2- Solicitação para Aquisição de Pessoal para o Quadro Permanente da FAZ<br />5- RECRUTAMENTO<br />6- SELEÇÃO<br />7- EXAMES MÉDICOS<br />8- CONTRATAÇÃO<br />9- DISPONIBILIZAÇÃO DO EMPREGADO PARA TRABALHAR<br />10- DESMOBILIZAÇÃO<br />10.1- Empregados do Quadro Fixo<br />10.2- Empregados Temporários<br />10.3- Terceirizados<br />10.4- Critérios Gerais de Desmobilização de Pessoal<br />
  191. 191. OBJETIVOS<br />Estabelecer critérios a mobilização e desmobilização de recursos de pessoal para a FAZ.<br />
  192. 192. RELAÇÃO DE PESSOAL MOBILIZADO<br />É uma listagem do pessoal, registrada no FR-QLD-FAZ Relação de Pessoal Mobilizado, a ser entregue pelo Órgão de Pessoal ao Coordenador do Evento. <br />
  193. 193. Esta relação deverá ser mantida atualizada durante todo o período do evento e qualquer alteração deverá ser comunicado ao Órgão de Pessoal que providenciará uma Relação atualizada. <br />Dentre outras informações contidas na mesma, deverá ter uma coluna para registrar o desempenho de cada pessoa no evento cujo lançamento é de responsabilidade do Coordenador do evento. <br />Esta lista deverá ser devolvida ao Órgão de Pessoal para servir de informações para novas mobilizações e evitar recontratar pessoas que tiveram um desempenho insuficiente num evento.<br />
  194. 194. SOLICITAÇÃO DE PESSOAL<br />Solicitação para Eventos<br />Quando alguma situação motivar a mobilização de recursos de pessoal para algum evento, o responsável pelo mesmo deverá registrar a relação dos cargos/funções no FR-QLD-FAZ Requisitos de Empregados para Mobilizar incluindo a definição dos requisitos discutidos e exigidos para o desempenho das atividades relativas ao evento, com bases na negociação que foi acertada com o cliente.<br />
  195. 195. Para a seleção dos candidatos ser verificado as exigências de formação, competência, habilidades e experiência contidos no o DD-RH-FAZ Descrição de Função.<br />
  196. 196.
  197. 197. Solicitação para Aquisição de Pessoal para o Quadro Permanente da FAZ<br />A solicitação para aquisição de Empregados deverá ser feita formalmente pelo Coordenador do órgão interessado, preenchendo o FR-RH-FAZ Solicitação de Pessoal encaminhado para a aprovação da Diretoria, atentando paras exigências de formação, competência, habilidades e experiência contidos no o DD-RH-FAZ Descrição de Função.<br />
  198. 198.
  199. 199. DISPONIBILIZAÇÃO DO EMPREGADO PARA TRABALHAR<br />Distribuição de EPI conforme o Procedimento de EPI exigida para a situação.<br />O Órgão de Pessoal deverá entregar ao Coordenador do evento uma relação do pessoal mobilizado registrada no FR-QLD-FAZ Relação de Pessoal Mobilizado<br />
  200. 200. DESMOBILIZAÇÃO<br />Empregados do Quadro Fixo<br />O Órgão de Pessoal deverá atentar para o seguinte:<br /><ul><li>A pertinência legal de exames médicos.
  201. 201. Providencias os devidos registros da participação do empregado no evento para fins de PPP.
  202. 202. Informar aos órgãos interessados da FAZ a disponibilidade de pessoal existente.
  203. 203. Registrar o desempenho do Empregado no seu dossiê, quando for o caso.</li></ul>No caso de rescisão contratual, a mesma deverá ser aprovada e assinada pela diretoria.<br />
  204. 204. DESMOBILIZAÇÃO<br />Critérios Gerais de Desmobilização de Pessoal<br />O Órgão de Pessoal para fazer uma rescisão contratual de algum Empregado providenciará para que o Empregado comprove a sua quitação de materiais e equipamentos com a Empresa, entregando ao mesmo o formulário FR-QLD-FAZ Nada Consta. <br />Orientará o Empregado devolver os equipamentos e/ou materiais pertencentes a FAZ ao almoxarifado e/ou ao responsável pelo controle dos mesmos e pegar as assinaturas pertinentes no formulário.<br />O Coordenador de Pessoal quitará no formulário os itens ou áreas que julgar desnecessário o empregado passar.<br />
  205. 205. DESMOBILIZAÇÃO<br />
  206. 206. DESMOBILIZAÇÃO<br />O Coordenador do Evento deverá entregar ao Órgão de Pessoal o formulário de FR-QLD-FAZ Relação de Pessoal Mobilizado com os registros das avaliações de desempenho pertinentes.<br />O desempenho será avaliado com as seguintes gradações:<br />=>70%: <br />Satisfatório sem restrição. (poderá ser recontratado normalmente)<br />=>60% a <70%:<br />Satisfatório com restrição. (a restrição deverá ser analisada pelo ponto de vista de aceitação do cliente ou quando há possibilidade do desempenho ser satisfatório)<br /><60%:<br />Insatisfatório. (não dever ser recontratado). São determinantes para uma classificação Insatisfatória: não aceitação do cliente; baixo moral de prevenção; indisciplina; roubos, agressividade; trabalhar com sintomas visíveis de embriagues; baixo desempenho; baixa qualidade dos serviços e outras situações identificadas cuja a participação em outro evento poderá a imagem da Empresa <br />
  207. 207.
  208. 208.
  209. 209.
  210. 210. SUMÁRIO<br />1- OBJETIVO<br />2- DEFINIÇÕES:<br />3- ABRANGÊNCIA<br />4- HABILIDADES E COMPETÊNCIAS <br />5- IDENTIFICAÇÃO DA NECESSIDADE DE TREINAMENTO<br />6- PLANO DE TREINAMENTO<br />7- RESPONSABILIDADES<br />
  211. 211. OBJETIVO<br />Este procedimento estabelece como identificar as habilidades, competências e qualificações requeridas para as funções, bem como as necessidades de treinamento para cada ocupante da função.<br />
  212. 212. IDENTIFICAÇÃO DA NECESSIDADE DE TREINAMENTO<br />Será identificada verificando-se no seu dossiê os cursos e treinamentos que faltam para satisfazer as exigências contidas no DD-RH-FAZ Descrição de Função.<br />Também será identificada resultante de avanços tecnológicos, mudanças ou implantação de novos sistemas, mudanças de função ou atividades e etc.<br />
  213. 213. PLANO DE TREINAMENTO<br />Anualmente, a área de Recursos Humanos solicitará as diversas Coordenações preencher o PL-RH-FAZ Plano de Treinamento.<br />
  214. 214. A C P<br />OHSAS 18001<br />ISO 14000<br />QUALIDADE<br />Programa<br />de Gestão<br />SSOMA<br />Segurança, Saúde Ocupacional e Meio Ambiente<br />
  215. 215. SSOMA – Segurança, Saúde Ocpacional e Meio Ambiente<br />ESTRATÉGIA<br />GESTÃO DE SSOMA<br />CONSCIENTIZAÇÃO<br />CONTROLE DE RISCO<br />Ferramentas de Administração<br />e Controle de SSOMA<br />Sistema de Avaliação<br />Levantamento dos Riscos e<br />Aspcectos das Atividades<br />Campanhas Motivacionais<br />Gestão de Metas e Desvios<br />Legislação Aplicáveis<br />Política Integrada<br />PPRA, PPR, PCA<br />Organização de SSOMA<br />Auditorias<br />Preparação para Emergência<br />Melhorias em SSOMA<br />BASES DO SSOMA<br />OHSAS 18001, ISSO 14000 E ISSO 9000<br />
  216. 216. DDS- Diálogo Diário de SSOMA<br />Conscientização<br />RS - Reunião de SSOMA<br />- Diálogos Diários<br />- Reuniões<br />- Treinamentos<br />TS - Treinamentos de SSOMA<br />IST – Instrução de SSOMA do Trabalho<br />Controle de riscos<br />ARPT- Análise de Risco e Permissão para a Tarefa<br />- Instruções de Trabalho<br />- Análise de Riscos e <br />- Permissão para Trabalho<br />- Auditorias Comportamentais<br />- Observação Planejada de<br />Procedimentos CríticosTrabalhos<br />- Inspeções<br />- Alerta Preventivo<br />OPAI – Observação Planejada de Atos Inseguros<br />OPTC- Observação Planejada de Trabalhos Críticos<br />IPS- Inspeção Planejada de SSOMA<br />AP - Alerta Preventivo<br />CA - Controle de Acidentes<br />Controle e Administração de Acidentes e Incidentes <br />CI – Controle de Incidentes<br />(ROA e ROI)<br />FERRAMENTAS DE CONTROLE E ADEMINISTRAÇÃO DE SSOMA<br />
  217. 217. TAXAS DE ACIDENTES CAF<br />10<br />7,83<br />8<br />6,57<br />6,15<br />6<br />4,95<br />4,48<br />3,27<br />4<br />1,9<br />2<br />0<br />1993<br />1994<br />1995<br />1996<br />1997<br />1998<br />Até Set/99<br />% CUMPRIMENTO DO PDS<br />100<br />88<br />84<br />84<br />77<br />73<br />80<br />68<br />60<br />40<br />20<br />0<br />1994<br />1995<br />1996<br />1997<br />1998<br />Até SET/99<br />
  218. 218. OPAI = <br />DDS = <br /> realizadas X nº pessoas no padrão X 100<br /> realizados X nº real de participantes X 100<br /> previstos X nº pessoas observadas <br /> previstos X nº previsto de participantes <br />IPS=<br />nº de inspeções realizadas X nº de correções realizadas<br />RS= <br />ARPT= <br />nº real de participantes X100<br />nº ARPT emitidas X100<br /> nº de inspeções previstas X nº de correções previstas<br /> nº participantes previstos<br /> nº serviços que deviriam ter ARPT<br />TS =<br /> nº real de participantes X 100<br /> nº participantes previstos <br />ROI= nº investigações realizada X nº recomendações impl. X 100<br /> nº acidentes ocorridos X nº recomendações previstas<br />CA= <br />nº investigações realizada X nº recomendações impl. X 100<br /> nº acidentes ocorridos X nº recomendações previstas<br />AVALIAÇÃO DAS FERRAMENTAS <br />DE SEGURANÇA<br />
  219. 219. AVALIAÇÃO GERAL<br />Média Aritmética das % obtidas nas Ferramentas SSOMA pertinentes<br />
  220. 220.
  221. 221. F I M<br />

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