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GOVERNO LULA (2002-2010)

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Tudo sobre o governo de Lula.

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  • baixei mas ficou estranho no pc, como faço já pra eu abrir com o office pra ver o slide
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  • O trabalho é muito bom, mas precisava citar que a estabilidade econômica, que havia sido tentada antes por vários outros governos e ministros sem nenhum sucesso, iniciou-se no plano Real no governo Itamar Franco, plano que foi capitaneado pelo então ministro da Fazenda e posterior Presidente Fernando Henrique Cardoso. Tal plano, tão bem elaborado já dura 19 anos, criou as condições necessárias para que houvesse caixa para uma melhor distribuição de renda através dos programas sociais, estes por sua vez ampliados, pois já existiam antes.
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  • otimo...
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  • revista VEJA não tem credibilidade e legitimilidade para a mioria do povo....muitas reportagens forjadas, sem credibilidade.....sem calço de provas ou seja na base de indícios....tanto é que está sendo processada e seus reporteres de má fé tambem...além de ser uma revista politica e parcial.
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  • gostei muito bom
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GOVERNO LULA (2002-2010) GOVERNO LULA (2002-2010) Presentation Transcript

  • GOVERNO LULA (2002-2010)
  • O Governo Lula caracterizou-se pela baixa inflação, redução do desemprego e constantes recordes da balança comercial. Promoveu o incentivo às exportações, à diversificação dos investimentos feitos pelo BNDES, estimulou o micro-crédito e ampliou os investimentos na agricultura familiar através do PRONAF (Programa Nacional da Agricultura Familiar).Na gestão do presidente Lula observou-se o recorde na produção da indústria automobilística, em 2005 e o maior crescimento real do salário mínimo , resultando na recuperação do poder de compra dessa parte da população. Também houve o refortalecimento da Petrobras, que culminou com o renascimento da indústria naval brasileira, que em 2009 passou a ser a sexta maior do mundo.
    Em 2010, Alan Mulally, presidente mundial da Ford afirmou que graças aos programas de incentivo do Governo Lula foi possível ao país sair de forma efetiva da crise mundial.Durante a crise a retração do PIB foi de apenas 0,2%, mostrando um resultado melhor que as grandes economias do mundo obtiveram.
    A classe média no país aumentou, entre 2009 e 2010 cresceu a demanda interna em 8%. Além disso, a inflação ficou controlada.
  • 2002
    Na área econômica a gestão do Governo Lula é caracterizada pela estabilidade econômica e por uma balança comercial superavitária. O endividamento interno cresceu de 731 bilhões de reais (em 2002) para um trilhão e cem bilhões de reais em dezembro de 2006, diminuindo, todavia a proporção da dívida sobre Produto Interno Bruto. Concomitantemente, a dívida externa teve uma queda de 168 bilhões de reais.
  • Programas sociais
    O Programa Fome Zero foi a principal plataforma eleitoral de Luiz Inácio Lula da Silva em 2002. Nessa campanha eleitoral, ele pregava a eliminação da fome no Brasil. O programa Fome Zero começou como uma tentativa do Presidente da República de mobilizar as massas em favor dos pobres em estado de extrema miséria ainda muito presente no Brasil. O programa Fome Zero não deu certo e costuma ser citado pelos críticos como um dos principais fracassos da administração Lula, conforme editorial do Jornal do Brasil. O programa hoje é considerado extinto e substituído pelo Bolsa-Família.
  • 2003
    Durante o governo Lula houve incremento na geração de empregos. Segundo o IBGE, de 2003 a 2006 a taxa de desemprego caiu e o número de pessoas contratadas com carteira assinada cresceu mais de 985 mil, enquanto o total de empregos sem carteira assinada diminuiu 3,1%. Já o total de pessoas ocupadas cresceu 8,6% no período de 2003 a 2006.
  • Salário Mínimo
    O salário mínimo passou, em oito anos, de 200 para 510 reais (aumento de 155%). O nível de desemprego registrou queda no Governo Lula, caindo de uma taxa de 12% em 2003, para 9% em 2007.
  • 2004: um ano decisivo para o PT e o governo Lula
    Depois de um ano da grandiosa vitória eleitoral de Lula e do PT - Partido dos Trabalhadores – bem como da formação de um governo de coalizão com partidos até então considerados adversários, os conflitos se intensificam no interior do partido. O dia 14 de dezembro de 2003 ficará na história do PT como uma mancha escura, um corte de imensas conseqüências em sua tradição democrática: com base na acusação de repetida “quebra da disciplina partidária” o Diretório Nacional do PT decidiu (por 55 votos a favor e 27 contra) expulsar três deputados federais – Luciana Genro (RS), João Batista Babá (PA) e João Fontes (SE) – e a senadora Heloísa Helena (AL), seguindo o parecer da Comissão de Ética do PT. No Caso da Heloísa, ela negou-se a defender a “Reforma da Previdência”, que recupera propostas de governos anteriores, mas que não tiveram êxito precisamente porque houve resistência da esquerda, da CUT – Central Única dos Trabalhadores – e de setores do Judiciário. Um projeto de Emenda Constitucional foi votado, mas ainda não está claro quando de fato entrará em vigor. Heloísa defende as mesmas posições que o PT historicamente defendeu e é favorável a uma reforma da Previdência que traga reais benefícios à maioria da população e que não se coloque a serviço da propaganda neoliberal contra os “super-salários”, pregando a taxação dos inativos e ocasionando prejuízos à maioria dos atuais aposentados. O MES – Movimento
  • Esquerda Socialista –, tendência interna à qual pertencem Luciana Genro e Babá, anuncia que o “PT morreu” e está disposta a abandonar coletivamente o partido. Já há mais tempo esta tendência vinha apontando para a necessidade de criação de um novo partido. A DS e outras tendências de esquerda no interior do PT se posicionam contrários a essa iniciativa e avaliam o abandono do PT como uma estratégia precipitada.Um ano após tomar posse, as últimas pesquisas de opinião continuam apresentando altos índices de popularidade em favor do presidente Lula, apesar da crise conjuntural, do aumento do desemprego, da diminuição do poder aquisitivo da população e das dificuldades na realização de efetivas reformas sociais em função da rígida contenção de gastos. Até agora Lula e a equipe de marketing têm conseguido manter a imagem de um presidente que consegue realizar reformas, que impulsiona programas de combate à fome e à pobreza e que, enfim, continua sendo o portador da esperança de milhões de brasileiros. A confiança depositada em Lula continua muito forte e se manifesta em vários momentos, como, recentemente, por ocasião do anúncio do novo Plano Nacional de Reforma Agrária, onde a promessa de aceleração na implementação de assentamentos foi bem recebida por milhares de agricultores do MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra -, reunidos no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, em Brasília. As crescentes críticas estão, primeiramente, direcionadas ao próprio governo, o qual vem sendo responsabilizado tanto pelo fraco desempenho no combate ao desemprego e na realização da reforma agrária como pela continuação da política neoliberal de FHC. A política externa é a que vem sendo menos criticada, pois se diferencia claramente daquela do governo anterior, em especial no que se refere à relação com os Estados Unidos e à tentativa de formação de alianças com outros países “subdesenvolvidos”, em torno de interesses pontuais.
  • 2004
    A partir de 2004, o governo Lula enfrentou crises políticas, que atingiram seu grande desempenho em julho de 2005 quando denunciaram um suposto esquema de compra de votos de deputados no congresso e suposto financiamento de campanhas por "Caixa 2". Várias outras denúncias de escândalos foram sendo descobertas, como o caso da quebra de sigilo de um caseiro pelo do estado, que levou a demissão do ministro Antonio Palocci, além da tentativa de compra de um dossiê por parte de agentes da campanha do PT de São Paulo.
  • 2005 - FRAUDES
    CORRUPÇÃO NOS CORREIOS
    O banditismo: em maio de 2005, VEJA publicou reportagem sobre Maurício Marinho, um funcionário dos Correios flagrado em vídeo embolsando propina de 3 000 reais. A revista informou que Marinho fazia parte de uma rede de corrupção que arrecadava recursos para o PTB, de Roberto Jefferson, com o aval do PT. Outros órgãos federais, como o IRB, também estavam no esquema.
    A podridão: o ex-ministro José Dirceu classificou a reportagem como "golpismo das elites", afirmou que o governo Lula "não rouba nem deixa roubar" e garantiu que a corrupção nos Correios era "um caso isolado". O PT tentou impedir o Congresso de investigar o caso.
    O desfecho: funcionários das empresas confirmaram as denúncias. Todos os diretores dos Correios e do IRB foram afastados.RB foram afastados.
  • DINHEIRO NA CUECA
    O banditismo: em julho de 2005, José Adalberto Vieira da Silva foi preso no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, com 100 000 dólares e 200 000 reais escondidos na cueca. Ele era assessor do deputado cearense José Nobre Guimarães, irmão de José Genoino, ex-presidente do PT.
    A podridão: Adalberto tentou dizer que o dinheiro havia sido obtido com a venda de "legumes e verduras". Guimarães foi poupado de dar explicações. Sua única punição foi ser expulso da executiva do partido no Ceará.
    O desfecho: apesar de ter sido apanhado em flagrante, José Adalberto teve a prisão relaxada logo em seguida. Ninguém foi preso nem punido pelo episódio.
  • CASO BOB MARQUES
    O banditismo: em 3 de agosto de 2005, VEJA trazia uma informação que afetava diretamente o ex-ministro José Dirceu. A CPI dos Correios havia encontrado uma autorização de saque no valerioduto no valor de 50 000 reais em nome de Roberto Marques, conhecido como Bob, secretário particular de Dirceu.
    A podridão: José Dirceu disse que quem aparecia na lista era um homônimo do seu secretário. O ex-ministro se esforçou para esconder o nome de Bob Marques porque sabia que a autorização de saque em nome de seu assessor era a prova cabal de sua ligação com o dinheiro sujo do valerioduto.
    O desfecho: apesar de tentar ocultar suas relações com Marcos Valério, Dirceu foi cassado pela Câmara em novembro do ano passado e não poderá se candidatar a nenhum cargo público até 2015.
  • PALOCCI E OS LOBISTAS
    O banditismo: no fim de agosto, a revista informou que Antonio Palocci, então ministro da Fazenda, mantinha perigosas relações com um grupo de lobistas. Na semana seguinte, revelou que eles se encontravam em uma luxuosa mansão no Lago Sul de Brasília.
    A podridão:Antonio Palocci convocou uma entrevista coletiva naquele fim de semana para refutar todas as afirmações da revista. Também disse que não se encontrava com os lobistas e que, se tivesse ido à tal casa, deixaria seu cargo no governo.
    O desfecho: Palocci foi desmentido por Rogério Buratti, seu ex-assessor, e por Francenildo Costa, o caseiro da mansão.
  • 2006 - Presidente Lula se prepara para a reeleição
    O candidato do PT obteve mais de 58 milhões de votos, derrotando o tucano Geraldo Alckmin que, no primeiro turno, surpreendeu ao obter 41,6% dos votos válidos, levando a disputa para um até então impensável segundo turno.
    A expressiva votação de Lula superou a marca dos 52,4 milhões de votos que obteve em 2002. O resultado demonstra que migraram para o petista o total do número de votos dos outros cinco candidatos que disputaram o primeiro turno e pelo menos 2 milhões de eleitores do adversário Geraldo Alckmin (PSDB). 
    Apoiado numa avaliação positiva recorde do seu governo, (53% de ótimo e bom, segundo o Datafolha), Lula disse que o combate à pobreza terá prioridade nos próximos quatro anos em seu primeiro discurso após a proclamação da reeleição. “Continuaremos a governar o Brasil para todos, mas continuaremos a dar mais atenção aos mais necessitados. Os pobres terão preferência em nosso governo”.
  • 2007
    O ano de 2007 é marcado pela retomada da atividade em vários setores da economia, em virtude principalmente da recuperação da renda da população e pela expansão do crédito no país. maior para a agropecuária, com desempenho puxado pelo aumento do consumo interno de alimentos e da demanda internacional por commodities. As melhores condições de renda e crédito também impulsionaram o desempenho da indústria, com para os recordes de produção do setor automotivo, além do setor de construção civil, grande gerador de empregos no período. Com a retomada da atividade, o PIB brasileiro apresentou expansão de 5,4% em 2007, a maior taxa de crescimento desde 2004, quando houve crescimento de 5,7%. A partir da criação da Secretaria Nacional dos Portos, no dia 7 de maio de 2007, o governo passou a ter 37 ministérios.
  • Em janeiro de 2007, foi lançado o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), um conjunto de medidas que visava à aceleração do ritmo de crescimento da economia brasileira, com previsão de investimentos de mais de 500 bilhões de reais para os quatro anos do segundo mandato do presidente, além de uma série de mudanças administrativas e legislativas.
    O PAC, no entanto, vem apresentando problemas de execução(atrasos).
  • Saúde
    Os gastos com bens e serviços de saúde no Brasil foram de R$ 224,5 bilhões em 2007, o que equivale a 8,4% do PIB daquele ano, sendo 4,8% dos gastos de famílias e apenas 3,5% do PIB de consumo da administração pública. O secretário-executivo substituto do Ministério da Saúde, Luiz Fernando Beskow, diz que os gastos públicos no país, na área de Saúde (41,6%) estão abaixo da média da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que é de 72%.
  • 2008
    No início de 2008 começava uma nova crise: a crise do uso de cartões corporativos. Denúncias sobre irregularidades sobre o uso de cartões corporativos começaram a aparecer. As denúncias levaram à demissão da Ministra da Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, que foi a recordista de gastos com o cartão em 2007. O ministro dos Esportes Orlando Silva devolveu aos cofres públicos mais de R$ 30 mil, evitando uma demissão. A denúncia que gerou um pedido de abertura de CPI por parte do Congresso foi a utilização de um cartão corporativo de um segurança da filha de Lula, Lurian Cordeiro Lula da Silva, com gasto de R$ 55 mil entre abril e dezembro de 2007. A investigação, no entanto, contou com a abrangência desde o período de governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso. A imprensa revelou que o Palácio do Planalto montou um dossiê que detalhava gastos da família de FHC e que os documentos estariam sendo usados para intimidar a oposição na CPI, mas a Casa Civil negou a existência do dossiê. Meses depois, sob críticas da oposição, a CPI dos Cartões Corporativos isentou todos os ministros do governo Lula acusados de irregularidades no uso dos cartões e não mencionou a montagem do dossiê com gastos do ex-presidente FHC.
  • A Crise Econômica Mundial de 2008 foi o mais grave acontecimento da era da mundialização do Capitalismo e o mais sério desequilíbrio desde 1929. Sua deflagração trouxe uma única certeza: Após a poeira baixar, a ordem econômica - e por conseguinte o próprio equilíbrio geopolítico - da era pós-sovietica seria drasticamente alterado. No nosso país, isso ascendeu luzes amarelas justamente no momento em que o país voltava a se desenvolver depois da longa noite que foi da falência do Estado Varguista até o PAC. A sensação de termo sido atropelados por circunstâncias exteriores a nós e o histórico negativo do Brasil em crises nos anos anteriores deixaram os ânimos em polvorosa. O Brasil registrou uma queda de apenas 0,2% no ano todo.
  • 2009
    Em 2009, penúltimo ano do Governo Lula, estudo anual realizado pela ONG Transparência Internacional informou que o Brasil ocupa a 75ª posição, num ranking de 180 países, sobre percepção de corrupção. O estudo deu ao Brasil nota 3,7, o que indica problemas de corrupção, segundo a entidade. As notas atribuídas pela Transparência vão de 0 (países vistos como muito corruptos) a 10 (considerados pouco corruptos), com base análises de especialistas e líderes empresariais de pelo menos dez instituições internacionais. No ranking geral, a Nova Zelândia (com nota 9,4) é vista como país menos corrupto, e a Somália (nota 1,1) é a nação com maior percepção de corrupção, de acordo com a Transparência.O Brasil piorou no ranking entre 2002 (nota 4,0, em 45º no ranking) e 2009 (nota 3,7, em 75º no ranking).
  • Combate à escravidão
    O combate à escravidão e ao trabalho degradante foram fortificados do governo do presidente Lula. Quando Lula assumiu, FHC tinha deixado um Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo, uma base sobre a qual o governo Lula poderia trabalhar . O resultado foi que, entre 1995 e 2009, o Brasil resgatou cerca de 30 mil pessoas da condição de trabalho escravo, a maioria no Governo Lula. Porém, as punições ao trabalho escravo no Brasil continuam brandas. Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), até hoje houve no país apenas uma condenação com pena de prisão, sendo aplicadas normalmente apenas multas, indenizações às vítimas e bloqueio de ficha de empresas para o recebimento de financiamentos.
  • 2010
    O Plano Nacional de Educação (PNE) estabeleceu 295 objetivos para nortear o planejamento da educação no Brasil, da creche à pós-graduação, até 2010. Mas às vésperas de chegar ao fim, muito deixou de ser cumprido. É o que avaliaram especialistas entrevistados pela Agência Brasil: O PNE determinava que o analfabetismo deveria ser erradicado até 2010, mas o Brasil ainda tem 14 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever, cerca de 10% da população acima de 15 anos. De acordo com o plano, 30% das crianças de zero até 3 anos de idade deveriam estar matriculadas em creches. Mas segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), a taxa de atendimento está em 18%. Já na pré-escola (entre 4 e 5 anos), a meta foi atingida.
  • O MEC prevê que até o fim de 2010 o atendimento chegará a 80%, exatamente o que estava previsto no plano. Ao final do Governo Lula, o Brasil apresenta alta repetência e baixos índices de conclusão da educação básica, aponta o relatório "Monitoramento de Educação para Todos 2010", lançado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). Na região da América Latina e Caribe, a taxa de repetência média para todas as séries do ensino fundamental é de 4,4%. No Brasil, o índice é de 18,7%, o maior de todos os países da região. Apesar disso, o Brasil está no grupo de países intermediários em relação ao cumprimento de metas sobre acesso e qualidade de ensino estabelecidos pela organização. O país ocupa a 88ª posição em um ranking de 128 países. Entre as quatro principais metas estabelecidas pela UNESCO, o Brasil tem um bom desempenho na alfabetização, no acesso ao ensino fundamental e na igualdade de gênero. Mas tem um baixo desempenho quando se analisa o percentual de alunos que conseguem passar do 5º ano do ensino fundamental.
  • E em 2010, com 56% dos votos, a então ministra Dilma Rousseff, com apoio de Lula, foi eleita a presidente do Brasil.
  • MAS...