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Rio Info 2010 - Seminário de Tecnologia - Integração de coisas - Jose Luiz Ribeiro - 01/09
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  • Abordagem Tecnologica x Social x Politica (governo)
  • Transcript

    • 1. Rio Info 2010 Jose Luiz Ribeiro Filho RNP
    • 2.  
    • 3. <ul><li>Combinação de tecnologias que permitem a identificação, localização, monitoramento, armazenamento, troca de informações e atuação entre/sobre objetos interconectados. </li></ul>
    • 4. <ul><li>Modos de Comunicação: </li></ul><ul><li>objeto pessoa </li></ul><ul><li>A comunicação acontece por meio de um número variado de tecnologias e aplicações pelas quais pessoas interagem com objetos, e vice-versa, incluindo acesso remoto de pessoas aos objetos que continuamente informam seu status, localização e dados de seus sensores. </li></ul><ul><li>objeto objeto </li></ul><ul><li>A comunicação acontece por meio de um número variado de tecnologias e aplicações pelas quais objetos comuns e a subjacente infraestrutura trocam informações, sem participação humana . Objetos podem monitorar outros objetos, tomar ações corretivas ou notificar e solicitar intervenção de humanos quando necessário. </li></ul>
    • 5. <ul><li>Atual base tecnológica: </li></ul><ul><li>Dispositivos RFID </li></ul><ul><ul><li>( identificação por rádio frequência ) </li></ul></ul>método de identificação automática através de sinais de rádio, recuperando e armazenando dados remotamente através de dispositivos chamados de tags RFID. Tipos de tags RFID: passivas, semi-passivas e ativas (com baterias).
    • 6. Internet of Things – Roadmap
    • 7. Tecnologias habilitadoras <ul><li>Interfaces e protocolos de comunicação eletrônica entre máquinas </li></ul><ul><li>Chips microcontroladores para integração em objetos </li></ul><ul><li>Comunicação (uni ou bidirecional) sem fio em suas diversas modalidades: celular (3G), Bluetooth, WiFi/WiMax, RFID, etc. </li></ul><ul><li>Tecnologias “verdes” de energia – capturam pequenas porém utilizáveis, quantidades de energia do meio ambiente incluindo luz, movimento, som, variaçao de temperatura, radio-frequência de outras fontes, etc. </li></ul><ul><li>Sensores que detectam atributos que se alteram no seu ambiente e reportam a um sistema remoto, incluindo vibrações, variações de luz e temperatura, som, condições atmosféricas, etc. </li></ul><ul><li>Atuadores que alteram o comportamento dos objetos a partir de sinais recebidos ou identificados, segundo parametros definidos. Alguns exemplos incluem relés, aquecedores, geradores de som, motores, etc. </li></ul><ul><li>Tecnologias de localização e posicionamento – tipo GPS e giroscópio </li></ul><ul><li>Software especialistas com capacidade de execução distribuída. </li></ul>
    • 8. Tecnologias complementares <ul><li>Sistemas biométricos – para identificação de indivíduos e segurança </li></ul><ul><li>Robótica – a interconexão de dispositivos robóticos necessita e complementa as tecnologias integradas com redes Internet tanto para comunicação quanto para atuação </li></ul><ul><li>Visão eletrônica – o reconhecimento de imagens requer a caracterização do comportamento das “coisas” e objetos </li></ul><ul><li>Realidade aumentada – inclui modos de apresentar informações dependentes de contexto, quando pessoas se aproximam do objeto/sensor </li></ul><ul><li>Mundos Virtuais – simulação e atuação remota </li></ul><ul><li>Dispositivos pessoais – integrados com roupas e calçados, dispositivos para monitoramento de saúde, etc. </li></ul><ul><li>Novas interfaces humanas – além de teclado, mouse e touchscreens, com uso de sensores especializados </li></ul><ul><li>Tecnologias limpas – não só na produção de energia mas também para o reaproveitamento do e-lixo ( e-waste ) </li></ul>
    • 9. Desafios atuais Objetos conectados e as redes de sensores impulsionam um conjunto comum de avanços tecnológicos em direção à miniaturização, eficiência de consumo de energia, processamento e comunicação de dados. A combinação de microcontroladores, sensores, atuadores, interfaces de rede embarcados e a grande Internet, torna possível a evolução dessa rede de computadores interconectados para uma rede de objetos interconectados . Os fatores que determinarão os caminhos futuros podem ser classificados em duas categorias, dependendo do papel que vierem a assumir o setor empresarial ou os governos.
    • 10. Fatores relativos às empresas <ul><li>Logística e cadeia de produção – grandes empresas estão orientando a aplicação de tags RFID e leitores, para otimizar e racionalizar as suas cadeias de produção </li></ul><ul><li>Combate à falsificaçao – uso de RFID como mecanismo de comprovação de autencidade de produtos </li></ul><ul><li>Combate ao roubo – uso de RFID para rastremanento de produtos roubados </li></ul><ul><li>Segurança e competitividade em alimentos – aplicação de tags RFID para rastrear a produção de alimentos e assegurar a sua origem e qualidade </li></ul><ul><li>Competitividade na indústria automobilística – aplicações embarcadas e conexão com Internet móvel </li></ul><ul><li>Otimização do uso de energia – resultado do uso de sensores remotos e constante atuação sobre dispositivos consumidores de energia como ar-condicionados, aquecedores, iluminação noturna, etc. </li></ul><ul><li>Colaboração – o sucesso decorrente da disseminação destas tecnologias dependerá em larga medida da capacidade de colaboração das empresas, especialmente no que se refere a padrões de interoperação </li></ul>
    • 11. Fatores relativos aos governos <ul><li>Rádio frequências - distribuição e regulação do uso do espectro </li></ul><ul><li>Lixo eletrônico ( e-waste ) - combate à proliferação deste tipo de poluente </li></ul><ul><li>Infraestrutura para geolocalização - disponibilização de satélites GPS </li></ul><ul><li>Segurança e privacidade – regulamentações apropriadas para estimular e facilitar o uso dessas tecnologias, garantindo a privacidade e a segurança das informações dos usuários </li></ul><ul><li>Regulamentação de padrões – por meio de acordos com empresas e órgãos nacionais e internacionais de padronização </li></ul><ul><li>Infraestrutura de comunicação – disseminação e ampliação da cobertura da banda larga utilizando as tecnologias disponíveis (fixa, movel, rádio, etc.) </li></ul>
    • 12. Visão de futuro
    • 13. Visão de futuro
    • 14. • 2007-2009—Large retail chains in the United States adopt RFID-tagged pallets and packaging for expediting supply chains • 2010—Large retail chains in the United States begin to deploy RFIDs on individual items to support unattended, walk-through checkout; healthcare providers, large organizations, and government agencies adopt RFID tags for keeping track of individual documents • 2011-2013—End users adopt cell phones containing RFID readers that scan everyday things and provide information about price, availability, origin, ingredients, how to use, where to receive warranty service, and other attributes • 2011-2016—Vehicles gradually incorporate wireless diagnostics and prognostics, concurrently improving reliability, eliminating cost and weight of wiring harnesses, reducing cost of maintenance, and enabling delivery of new features via software updates • 2017—Effectively, ubiquitous positioning technology arrives in the United States— initially, to help first responders locate people carrying cell phones, even indoors. • 2018-2019—Manufacturers increasingly deliver everyday things with a guarantee against loss and theft, equipping such things with receivers for ubiquitous positioning technology as well as low-duty-cycle wireless Internet capability. • 2020—The past ten years of spectrum auctions and reallocations has gradually yielded a transformed spectrum plan. Everyday mobile communications is now broadband. The legacy mobile frequencies used for narrowband communications (the type that revolutionized person-to-person communications during 2000-2005) have largely been repurposed for supporting person-to-thing and thing-to-thing communications. • 2020-2025—A period of innovation, growth, opportunity, and disruption follows whereby users and suppliers find and implement synergies among connected everyday things—and counterproductive uses also emerge. For example, organizations may create ad hoc sensor networks by fusing data gathered from disparate devices. Such networks may on balance do more good than harm, notwithstanding the substantial harms that do arise when unauthorized persons exploit connected everyday things for crime and espionage purposes.
    • 15. Impactos e Incertezas
    • 16.  
    • 17. Proteção da privacidade
    • 18. Várias questões relacionadas com segurança e privacidade ainda não estão resolvidas. Ao contrário dos telefones celulares que, embora permitam conhecer a localização dos aparelhos e seus usuários, suas vantagens e benefícios asseguram a aceitação deste tipo de “risco”. O mesmo não ocorre com os dispositivos de RFID: - ainda não esta claro para a população os seus benefícios e riscos - suas aplicações podem ir além da simples identificação da localização - benefícios importantes incluem o armazenamento de registros médicos, por exemplo. Mecanismos de proteção da privacidade precisam ser discutidos e acordados pela sociedade. Proteção da privacidade
    • 19. Proteção da privacidade
    • 20. - quem tem a propriedade da informação de uma pessoa, que circula na rede? - como estabelecer uma validade temporal para as essas informações? A preocupação com a privacidade e a segurança das informações precisa estar presente desde a concepção tecnológica dos dispositivos, respeitando a diversidade de características culturais no mundo. A disseminação de informações sobre o uso, benefícios e riscos das tecnologias de integração das coisas à rede precisa ser clara a respeito das suas características. No caso de dispositivos RFID, por exemplo, é importante declarar: - a presença do dispositivo nos objetos - a área de cobertura para sua leitura/interação com a rede - tipo de informação contida - tipo de uso da informação Essas questões remetem à necessidade uma legislação adequada regulando a privacidade e segurança das informações. Proteção da privacidade – Questões
    • 21. A infraestrutura de comunicações
    • 22. A banda larga no mundo
    • 23. A banda larga no Brasil
    • 24. A banda larga no Brasil
    • 25. A banda larga no Brasil
    • 26. A tabela a seguir apresenta o valor para 2009 em US$ para uma assinatura básica mensal de um plano Internet banda larga, segundo ranking produzido pela UIT - (Measuring the Information Society 2010).   O Brasil é 97 º mais caro entre 161 países e o valor da cesta para o Brasil (US$ 28,033) é inferior à média de todos os países (US$ 74,15). A banda larga no Brasil
    • 27. Como chegaremos la? Rio Info 2010

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