29/09/2011 -  9h às 12h30 - oficina - arquitetura da informação em sistemas 2.0 - Cafe
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  • 1. Arquitetura da Informação em Sistemas 2.0
    Prof. Carlos Alberto Ferreira – Café
    carlos@cafe.eti.br
  • 2.
  • 3. Arquitetura da Apresentação
    Arquitetura da Informação
    Usabilidade e acessibilidade 
    Sistemas web interativos 
    Como projetar sistemas no ambiente 2.0
  • 4. Mas Antes Vamos nos apresentar
    Bibliotecário (UNIRIO), Arquiteto de Informação, Especialista em Gestão da Informação e Inteligência Competitiva, Especialista em Gestão do Conhecimento, Mestre em Ciência da Informação (UFF), Doutorando em Ciência da Informação (UFRJ). Gerente de Projetos com Certificação PMI, Certificado em JAVA para Desenvolvimento Web.
    Professor da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO; Professor da Universidade Estácio de Sá e Professor do Instituto INFNET.
    Consultor de Soluções web, com foco em Arquitetura da Informação.
  • 5. Motivos para Escolha deste trabalho ?!?!
  • 6. Principais Problemas:
    • Recebimento de informação excessiva e redundante pela internet.
    • 7. Grande parte da informação apresenta-se desorganizada.
    Consequência:
    • Redução do aproveitamento da informação pelos usuários.
  • Web 2.0
    Um conceito relevante sobre web 2.0, seria o da programação em formato “beta constante’, o que quer dizer em continua mudança e melhoria. Desta forma a web 2.0 muda o conceito de lançamento de programas para gerenciamento de conteúdo por exemplo. Os programas são corrigidos, alterados e melhorados o tempo todo, onde o usuário participa deste processo fornecendo sugestões e usufruindo das melhorias conseguidas.
  • 8. O Que seria Arquitetura da Informação?
  • 9. O que é Arquitetura da Informação?
    O design estrutural de ambientes de informação compartilhados.
    A combinação dos esquemas de organização, de rotulação de busca e de navegação dentro de websites e intranets.
    A arte e a ciência de dar forma a produtos e experiências de informação para suportar a usabilidade e a findability.
    Uma disciplina emergente e uma comunidade de prática focada em trazer princípios do design e arquitetura ao espaço digital.
    “Tornar claro o que é complexo.”
    Wurman (1997)
    Fonte: ROSENFELD e MORVILLE (2006
  • 10. Índice
    Introdução
  • 11. Na prática o trabalho do arquiteto de informação é balancear as características e as necessidades dos usuários, do conteúdo e do contexto.
    Introdução
  • 12. Informação e Conhecimento
    Tecnologia
    Padrões
    Etiquetar
    Indexar
    Navegação
    AI
    Usuários
    Gestão de Conteúdo
    Analisar
    Classificar
    Políticas
    Disciplinas
    Dados e Informação
    Os Objetivos e Mundos da Arquitetura da Informação
  • 13. Modelo conceitual da Arquitetura de informação
  • 14. Componentes da Arquitetura de Informação
    Sistema de Organização (Organization Systems)
    Determina como é apresentada a organização e a categorização do conteúdo.
    Sistema de Rotulação (Labeling Systems)
    Define signos verbais (terminologia) e visuais para cada elemento informativo e de suporte à navegação do usuário.
    Sistema de Navegação (Navegation Systems)
    Especifica formas de se mover através do espaço informacional.
    Sistema de Busca (Search Systems)
    Determina as perguntas que o usuário pode fazer e as repostas que irá obter no banco de dados.
  • 15. Garret (2003) mostra que a Arquitetura da Informação seria uma disciplina e/ou atividade que está relacionada com a criação de esquemas organizacionais e de navegação. Esses esquemas auxiliam os usuários a se “encontrarem” em um sistema hipertextual, onde deverá haver uma forma adequada de visualização da informação e facilidades de uso - mais conhecido como Usabilidade.
  • 16. A Arquitetura da Informação em Projeto
    Fonte:
    Garret, J. J. Disponível em:
    www.jjg.net/ia:
  • 17. Qual o Objetivo da AI ?
    • Definir as regras de organização do site
    • Definir o modelo de interação do usuário
    • Especificar todas as páginas do site e os elementos que as compõe
  • 18. Mas Porque a Arquitetura da Informação é Importante?
  • 19.
  • 20. Usabilidade
  • 21.
  • 22. Usabilidade
    Literalmente, significa facilidade de uso;
    Otimização da velocidade de acesso;
    Fácil visualização – ícones;
  • 23. Usabilidade - Conceituando
    Bastien e Scapin (1993) consideram que a usabilidade está diretamente ligada ao diálogo na interface, seria a capacidade do software em permitir que o usuário alcance suas metas de interação com o sistema.
    Em seu sentido mais amplo, a usabilidade da interação homem-computador abrange não somente o sistema informatizado, mas também o equipamento e o mobiliário incluídos no ambiente de trabalho, fazendo interseção com a usabilidade de produtos.
  • 24. Nielsen (1993) destaca que para que o sistema tenha boa usabilidade é necessário atender aos seguintes requisitos: fácil aprendizado, eficiente na utilização, fácil de lembrar, ter poucos erros e satisfazer subjetivamente. Para o autor esses cinco atributos compõem a natureza multidimensional da usabilidade.
  • 25. Problema de Usabilidade
    ... qualquer coisa que interfira com a habilidade do usuário em completar suas tarefas de forma efetiva e eficiente. (Karat, 1992)
    ... um aspecto do sistema e/ou da demanda sobre o usuário que torna o sistema desagradável, ineficiente, oneroso ou impossível de permitir a realização dos objetivos do usuário em uma situação típica de uso. (Lavery et al, 1997)
  • 26. Descrição de um Problema de Usabilidade
    Contexto : situação de uso em que o problema pode ser verificado
    Efeito sobre o usuário : sobrecarga cognitiva
    Efeito sobre a tarefa : trabalho adicional
    Causa : aspecto do sistema
    Re-design possível : alteração no projeto
  • 27. Tipos de Problemas de Usabilidade
    Perspectiva da Natureza do problema
    Barreira na qualo usuário esbarra sucessivas vezes e não aprende a suplantá-la.
    Obstáculo no qual o usuário esbarra algumas vezes, mas acaba por a suplantá-lo.
    Ruído que causa uma diminuição de seu desempenho na tarefa.
  • 28. Usabilidade: o que os usuários vêem
    Zonas da tela com maior prioridade:
  • 29. Pensando o Caminho
  • 30.
  • 31. Praticas recomendadas para o projeto de navegação
    Para o projeto de navegação temos que responder três principais questões:- Onde Estou
    • Onde Estive
    • 32. Onde posso ir?
  • Projeto de navegação – 10 Qualidades
    Uma navegação que funcione teria as seguintes dez qualidades:
    1- Ser facilmente aprendido: Se o usuário for obrigado a gastar tempo aprendendo como o site funciona, não terá tempo para absorver o conteúdo do site
    2- Ter Consistência: os menus devem ser os mesmos em todas as paginas, como numero de itens do menu, ordem em que eles aparecem etc.
    3- Dar retorno: toda ação tem uma reação. Quando apertamos um botão esperamos uma resposta. Exemplos: Botões roll-over.
    4- Estar contextualizado: Todos os links devem estar aparecendo para que não seja preciso usar recursos do navegador. Exemplo: Não pode utilizar o botão avançar e voltar do browser.
    5- Oferecer alternativas: A configuração do computador são diferentes de micro para micro. E recomendável oferecer alternativas de navegação. Exemplo: Plug-ins instalados.
  • 33. Projeto de navegação – 10 Qualidades
    Uma navegação que funcione teria as seguintes dez qualidades:
    6- Garantir economia de tempo e ações: As pessoas não podem demorar muito até chegar ao conteúdo que estão procurando.
    7- Prover mensagens visuais claras: O design deve facilitar o processo de navegação. Isso inclui cores, formato de botões, links e posicionamentos de informações.8- Criar nomenclaturas claras (nomes dos links): Importante usar uma linguagem que fale a língua dos usuários.No uso de ícones, o ideal e utilizar o ícone acompanhado do nome do link9- Seguir o propósito do site: A navegação deve ser projetada de acordo com os objetivos da empresa. Um site de comercio eletrônico não tem a mesma solução que um site institucional.
    10- Apoiar e ajudar os objetivos do usuário: O principal objetivo da navegação e dar suporte às tarefas do usuário, a seus objetivos dentro de um site especifico.
  • 34. Metodologia de trabalho
    Pessoas de varias áreas são responsáveis por áreas distintas da produção. A metodologia varia muito de acordo com a necessidade do projeto.1- Definição da estratégia
    2- Levantamento da funcionalidade desejadas
    3- Arquitetura da informação (conteúdo)
    4- Verificação da viabilidade tecnológica
    5- Continuação do projeto
    a) Detalhamento da arquitetura da informação
    b) Desenho da experiência do usuário
    c) Projeto da Interface
    d) Projeto do design gráfico
    6- Implementação
    7- Desenvolvimento
    8- Lançamento
  • 35. Processo do Projeto
    A criação costuma ser dividida em três grupos de trabalho, contando com profissionais de diferentes disciplinas:
    • Arquitetura de informação (conteúdo do site)
    • 36. Design de interface (Grid e Wireframe)
    - Design gráfico (Branding)
  • 37. Um dos diferenciais de um sistema web interativo
  • 38. Organização do Conhecimento
    A classificação e a indexação são processos e procedimentos básicos da organização e representação da informação.
    Classificação pode ser visto como atividade que resulta do agrupamento de elementos em classes, e estas em classes mais amplas, coordenadas ou subordinadas.
  • 39. Aonde achamos possível Chegar...
    É Possível que uma Estruturação de informação seguindo os preceitos de Representação e Visualização de informação aumente o nível produtivo dos Portais de Informação na Web.
    Como resultado esperado acredita-se que ao estruturar a arquitetura de informação em Portais pode-se ter uma representação da informação mais eficiente, trazendo um resultado mais qualitativo e não quantitativo como se apresenta atualmente.
  • 40. Folksonomia
    Trata-se do resultado da classificação dos recursos disponíveis em ambientes web, utilizando-se recursos, isto é vocabulários chamados “sociais”, fornecidos pelos próprios usuários.
    Como fator preponderante temos:
    - indexação intitulada “livre” dos usuários;
    - Função que a priori serve para recuperação da informação;
    - Desenvolvida em Ambiente considerado “aberto” compartilhado pelos usuários do sistema.
  • 41. Folksonomia – Cont.
    O’Reily (2006) apresenta folksonomia como “um estilo de classificação colaborativa de sites usando palavras-chave (tags), livremente escolhidas pelos usuários”. Diferentemente da taxonomia que “pressupõe regras normalmente utilizadas na média do mercado, as famosas boas práticas. Já a folksonomia segue um caminho diverso: deixa o mercado, os consumidores criarem um ‘não-padrão’”.
  • 42. Web Semântica
    Segundo Berners-Lee (2001) “A Web Semântica não é uma Web separada, mas uma extensão da atual. Nela a informação é dada com um significado bem definido, permitindo melhor interação entre os computadores e as pessoas”.
    Moura (2005) define a web semântica como “ a evolução da Web atual. Ela visa fornecer estruturas e dar significado semântico ao conteúdo das páginas Web, criando um ambiente onde agentes de software e usuários possam trabalhar de forma cooperativa”.
  • 43. Acessibilidade
  • 44. Acessibilidade
    Facilidade de interação ou aproximação de deficientes físicos e visuais. Esse é um atrativo grande para empresas sérias e dispostas a apostar neste público que não deve ser descartado
    Carência de navegadores apropriados
    Impossibilita a interação do deficiente com as informações e serviços disponíveis na Internet
    Sites acessíveis de dispositivos de características e portes diferentes
  • 45. Acessibilidade
    Algumas dicas para sites acessíveis:
    Páginas acessíveis universalmente aos diferentes tipos de usuários, independente do tipo de software, hardware e limitação que possua.
    Navegação consistente e clara
    Colocar informação clara no topo dos cabeçalhos, parágrafos, listas, etc..
    Deve-se criar uma ordem lógica para os links apresentados, facilitando assim a navegação
    Testar a acessibilidade em diversos browsers
  • 46. Modelo de Atributos de acessibilidade do Sistema
  • 47. Projetando
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51. Considerações Finais
    Podemos definir que a Arquitetura de Informação perpassa desenhos, arte, esquemas ou mapas. Pode ser considerada uma estrutura conceitual aplicável a qualquer ambiente informacional que busque tratar de forma relevante o conteúdo disponível nos Sistemas de Informação atendendo assim a usuários dos mais diversos perfis e interesses.
    No labirinto chamado Internet, quando fornecido uma lanterna, chamada Arquitetura da Informação contendo uma luz intitulada Ciência da Informação, o usuário tende a encontrar com mais facilidade a porta da saída levando consigo a informação tão desejada.
  • 52. Lembre-se: Projeto de Arquitetura da Informação em um ambiente como o 2.0 NUNCA estará pronto !!!
  • 53. Perguntas
  • 54. Obrigado... 
    carlos@cafe.eti.br
    @calbertocafe
    www.cafe.eti.br