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The Neverland Magazine [4]
 

The Neverland Magazine [4]

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Quarta edição da revista digital gratuita The Neverland Magazine, remodelada e com novas seções.

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    The Neverland Magazine [4] The Neverland Magazine [4] Document Transcript

    • SOMETHING IS CHANGIN’ A quarta edição da [desconhecida] The Neverland Magazine será toda em inglês. Brincadeira. O design dessa coisa mudou, sim senhor. A primeira mudança é ‘aqui em cima’. Pode olhar ali: saiu a seta e o título, entrou um fundo cinza e uma bagaça muito louca com a inscrição “Editorial”, tendo o título antes do texto. Creio que a revista está com cara de revista, de fato. A criação da página da TNM no Facebook, um perfil no Tiwtter e a parceria com o site Qualidade de MJ me leva a crer que “good times are coming’. Mas não pense que é fácil editar, promover, distribuir, pensar uma revista e, sobretudo, fazer tudo isso sozinho. O primeiro problema é saber que, das ~500 pessoas que visualizaram a revista, apenas 15 baixaram. Acho praticamente impossível alguém ler a revista inteira sem baixa-la, pois a resolução do Scribd é horrível. Logo, me pergunto: adianta fazer uma revista para 15 pessoas? Sim. Vale a pena investir em ideias, por mais que ninguém ligue muito pra isso. Essa estatística mostra que há algo de muito errado: das 100 pessoas que visualizaram a terceira edição nas primeiras 24 horas, 40 ‘curtiram’, através do botão curtir do Scribd. Mas como 40% das pessoas gostaram e apenas 3 baixaram? Acho que poucos leem de fato. O problema é que o intuito desse projeto é fomentar a leitura e não likes. Estou pensando um novo método de distribuição da TNM e uma melhor utilização dos meios digitais, já que sua gênese está associada à internet. Uma das alternativas será a criação de um blog exclusivo, já que, atualmente, meu jurássico The Renilson’s Blog virou uma miscelânea de posts. Outra ideia seria a ‘assinatura’ da revista: os leitores que leem de fato receberiam a edição via e-mail. Aproveitando-se do fato de agosto ser o mês dos pais, selecionei um discurso de MJ sobre a relação com Joe Jackson, bem como a seção “Letras” trará “To Make My Father Proud”, canção perdida dos anos 80 e lançada pela Motown como forma de lucrar em cima do sucesso de Michael em sua carreira solo. Nessa edição haverá duas estreias: as seções “Desde o início”, que terá como temas os Jackson 5 e “Achados & Perdidos”, em referência aos álbuns desconhecidos ou extraoficiais, canções que vazaram na internet ou vídeos interessantes. Agosto está recheado de álbuns e singles fazendo aniversário. Entre os álbuns, Ben [04/08/1972]; Off the Wall [10/08/1979]; The Best of Michael Jackson [28/08/1975] e Bad [31/08/1987]; entre os singles, “Bad 2012” [14/08/2012]; “You Are Not Alone” [15/08/1995]; “You Rock My World” [22/08/2001] e “Who Is It” [31/08/1992]. A presente edição terá matéria apenas sobre Off the Wall e You Rock My World. Bad será tema da próxima edição. Com relação à canção “Bad 2012” ... nunca deveria ter sido lançada. Editorial The Neverland Magazine | Agosto 2013 Renilson Bail Editor 1
    • IMAGENS E PALAVRAS Tudo isso veio do Facebook: a arte no muro, um caderno e um anjo... Três eras distintas. Três eras importantes. O prodígio, o astro e o pai Michael Jackson. Em 1972, na canção “People Make The World Go Round”, composta por Thom Bell e Linda Creed, Michael diz: “Professores em greve, não há mais escola hoje / Eles querem mais dinheiro, mas a Câmara não vai pagar [...] / Todo mundo fala sobre ecologia / O ar está tão poluído que é difícil respirar [...] / Pessoas idosas o julgam pelas roupas que veste / Eles juram que você é um hippie se você tem cabelos compridos / Jovens políticos lutam pela pobreza / Enquanto as pessoas ainda clamam por igualdade”. Neverland The Neverland Magazine | Agosto 2013 2
    • NOTÍCIAS **Fri 12 Jul 13** UNRELEASED TRACKS WITH FREDDIE SINGING Direct link [In reply to question about unreleased tracks - See LETTERS] We did have a great time in Manchester. We are learning all the time. As for unreleased material with Freddie singing … strangely enough I was working on some tapes this evening - with William Orbit. There are a few items in progress. We will have something for folks to hear in a couple of months' time, hopefully. Thanks again. See ya out there ! Bri --- Great evening with William Orbit working with some Queen/Freddie/Michael Jackson tapes. Exciting, challenging, emotionally taxing. But cool. Me and MJ O texto foi retirado do blog de Brian May, sobre as canções de Freddie Mercury com MJ. Ele afirmou que, “quanto ao material inédito com Freddie cantando... estranhamente, eu estava trabalhando em algumas fitas esta noite - com William Orbit. Existem alguns itens em andamento. Teremos algo para ouvir em um par de meses de tempo, eu espero.” Acrescenta: “Grande noite com William Orbit trabalhando com alguns Queen / Freddie / fitas de Michael Jackson. Excitante, desafiador e emocionalmente desgastante. Mas legal.” Fonte: http://www.brianmay.com/brian/brianssb/brianssbjul13a.html#06 Breaking News The Neverland Magazine | Agosto 2013 3
    • LIVE AT WEMBLEY JULY 18, 1988 Desde que lançado no ano passado, o álbum em vídeo Live at Wembley July 18, 1988 ainda não saiu da lista dos 50 DVDs/Blu-rays mais vendidos do país. As vendagens de álbuns em vídeo são menores do que as vendas de singles e álbuns em áudio, em boa parte devido ao preço. Em 42 semanas nas lojas, Live at Wembley já vendeu 50.994 cópias, de acordo com a ferramenta Nielsen SoundScan. Caso a Sony faça o requerimento à RIAA, o álbum deve receber sua primeira certificação, um Disco de Ouro. Live at Wembley July 16, 1988 Week Videos Sales Weeks TOTAL 1 10 854 16 39.355 2 9 630 17 39.985 3 9 594 18 40.579 4 9 585 19 41.164 5 10 529 20 41.693 6 13 651 21 42.344 7 13 710 22 43.054 8 16 576 23 43.630 9 17 560 24 44.190 10 16 529 25 44.719 11 19 417 26 45.136 12 20 464 27 45.600 13 19 480 28 46.080 Week Videos Sales Weeks TOTAL 14 19 440 29 46.520 15 21 378 30 46.898 16 16 388 31 47.286 17 25 359 32 47.645 18 18 401 33 48.046 19 22 302 34 48.348 20 22 324 35 48.672 21 18 324 36 48.996 22 22 349 37 49.345 23 26 310 38 49.655 24 31 315 39 49.970 25 27 280 40 50.250 26 23 353 41 50.603 27 20 391 42 50.994 Semana 0 200 400 600 800 1000 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Live at Wembley July 18, 1988 Semana Vendas Gráfico The Neverland Magazine | Agosto 2013 4
    • YOU ROCK MY WORLD Conhecida por ter sido o último grande sucesso de Michael Jackson, “You Rock My World” não deveria ter sido lançada como primeiro single de Invincible. De acordo com aquilo que me foi passado por um alienígena, Michael desejava lançar “Unbreakable”, canção mais dançante e, arrisco afirmar, melhor do que “You Rock My World”. Dizem que a própria Sony, para afrontar Michael, teria vazado propositalmente a canção às rádios para, posteriormente, obriga-lo a lança-la como single. Michael não quis gravar o clipe, mas uma cláusula no contrato o obrigava a gravar um videoclipe para todas músicas de trabalho de um álbum. Não sei se isso é verdade, mas creio que essas histórias envolvendo Michael e a Sony no início do século estão muito mal explicadas. Voltando ao assunto principal, a canção, trata-se de uma maravilhosa gravação, que vai na contramão das demais canções do álbum. Nos anos 80 ou 90 seria apenas mais uma, mas naquelas circunstâncias não poderia passar despercebida, assim como “Unbreakable”, “Whatever Happens” e, talvez, a faixa-título. Sei que pode parecer contraditório, mas eu não indicaria esse álbum a ninguém. Nem parece uma coisa do Michael. No entanto, ainda bem que cada pessoa ouve o que bem entender. Com letra providenciada por cinco pessoas [Michael, Jerkins, Jerkins III, Daniels & Payne], “You Rock My World” relata algo como um homem que teve sua vida alterada para sempre desde que conheceu sua amada. Começa com o verso “my life will never be the same”, o que me leva a questionar se a pessoa da canção é Michael ou tudo é uma história, não necessariamente sua. A música possui um ritmo envolvente, cujo efeito normal é fazer o ouvinte repeti-la várias vezes. Mesmo assim, é um pouco desconhecida do grande público e pouco lembrada pelos próprios fãs. Motivo? Talvez faltou promoção. Por mais que, no concerto de aniversário de 30 anos de carreira, Michael tenha a performado [e foi a única do então novo álbum], não houve nada que desse à “You Rock My World” uma ‘continuidade lendária’, algo que aconteceu com outros grandes sucessos, como “Billie Jean”, “Thriller”, “Smooth Criminal” e “Black or White”. Então, se você tiver oportunidade, não há nada melhor para se fazer nesse momento senão executar a canção no seu reprodutor de áudio. E talvez ouvir Invincible inteiro. Talvez. Single The Neverland Magazine | Agosto 20135
    • OFF THE WALL 3.4 O álbum que abriu as portas do sucesso para Michael Jackson completou 34 anos. Sim, o tempo passa, meu amigo. Mesmo assim, “Don’t Stop ‘til You Get Enough”, “Rock With You” e “Workin’ Day and Night” continuam jovens. E excelentes. E dançantes. Aliás, é o último grande álbum da Era Disco, que começava a acabar naquela época. Também é um dos álbuns mais dançantes de Michael, com várias faixas fazendo alusão à dança em suas letras, como “Rock With You”, algo como “Agitar Com Você”, “Burn This Disco Out”, algo no sentido de “Queimar Essa Discoteca Toda” e “Get On The Floor”, composta por Michael [lembrando: “Floor” = Pista de Dança]. O álbum Off The Wall é o melhor disco da carreira de Michael, em termos de música. Thriller apenas leva a fama de melhor, mas não é. Motivos? Thriller é uma continuação de Off The Wall, tendo algumas canções começadas durante a Era Off The Wall, sem falar que o sucesso comercial estrondoso de Thriller possui muitos fatores combinados, como a introdução do WalkMan, do CD Player e o videoclipe. Off The Wall abriu a porta para Thriller passar. E Thriller fechou essa porta. É verdadeiro que Michael tentou, durante todo o resto dos anos 80 até 2009, superar Thriller. Pena que era impossível. Até mesmo o sucesso de crítica não foi devidamente repetido com os discos futuros, exceto Dangerous. O álbum de ’79 foi louvado em 2001 pela crítica especializada, assim como Thriller em 2008. Bad não teve a mesma sorte em 1987, sendo considerado pouco ousado, mas teve ótima recepção em 2012, em boa parte graças às joias inéditas, tal qual “I’m So Blue”. Tudo em Off The Wall, Thriller e Bad, nesse último talvez em menor escala, é grandioso. Penso que Michael conseguiu repetir genialidades com os álbuns seguintes, mas eram coisas à parte, com fatores isolados. Em Invincible, no entanto, creio que a única coisa realmente genial foi a melodia de “Unbreakable”. Voltando ao Off The Wall, temos aqui duas regravações legais: I Can’t Help [Stevie Wonder] e Girlfriend [Paul McCartney & Wings], além de um dueto ótimo com Patti Austin [que quase ninguém conhece]. Muito boas, sim. Enquanto Thriller chama a atenção pelo conjunto da obra, Off The Wall supera pelos vocais de Michael Jackson, os arranjos ótimos e a produção caprichada de Quincy Jones. Para os retrógrados, como eu, não há nada melhor que apreciar o auge musical de Michael. Se temos hinos de paz, canções de protestos, hinos ambientais e música clássica nos álbuns mais jovens, isso é outra história. PS.: Acompanhe a seção “Quem é?” para conhecer Paulinho da Costa, brasileiro e colaborador de Michael em vários álbuns. Álbum The Neverland Magazine | Agosto 2013 6
    • BIG BOY: LITTLE MICHAEL Parte dos fãs e admiradores sabem que Diana Ross não descobriu os Jackson 5 e que isso não passava de um golpe de marketing. Mas o que nem eu sabia é que as informações sobre a Era Pré- Motown são escassas e incertas. As informações presentes em The Jacksons: An American Dream, de 1992, são ‘fictícias’, bem como os dados da autobiografia Moonwalk, de 1988, também errados. Até mesmo o título do primeiro álbum dos Jackson 5, Diana Ross Presents: The Jackson 5, contribui para tal. Em novembro de 1967, a banda assinara com a Steeltown Records, sendo que Gordon Keith produziu algumas canções, sendo a mais notória faixa “Big Boy”. O single foi lançado em Chicago, no dia 30 de janeiro de 1968. Há 45 anos e meio! O tempo passa muito rápido, de fato. Gordon teria visto cartazes espalhados por Gary e ouvido muitos elogios sobre a banda e seu compromisso com a música. Resolveu procurar o responsável ou o empresário do grupo. Conseguiu o número de telefone do velho Joe [que, à época, não era velho] e marcou uma espécie de audição com os garotos. Gordon Keith recorda que “eles se apresentaram perfeitamente na sala de estar de sua casa. A mobília foi empurrada para trás e, eles e seus equipamentos, usaram praticamente toda a sala. A família inteira estava lá e Janet era um bebê nos braços de Dona Katherine. Quando eles cantaram, Michael cantava como um anjo; Jermaine também tinha uma grande voz; Jackie poderia levar uma melodia; Marlon podia realmente dançar. Mas quando Michael dançou, todos cantando ao mesmo tempo, ele acabou com James Brown, Jackie Wilson, Fred Astaire e qualquer outra pessoa que você pode nomear. Eles cantaram alguns singles de James Brown, [“Cold Sweat”], Jackie Wilson, [“Doggin Around”], alguns de Smokey Robinson, The Temptations, [“My Girl” e “Just My Imagination”]. Bem, eu estava pasmo. Nocauteado. Desintegrado. Sem Palavras.” Então, numa tarde de novembro de 1967, depois da escola, Jackie, Tito, Jermaine, Marlon e Michael se amontoaram no Volksvagen da família. O destino era o estúdio. Mas era o destino da música que começava a ser alterado naquele momento. De acordo com o proprietário do estúdio, “os Jacksons foram uns anjinhos, e verdadeiros profissionais, fazendo suas próprias coisas.” Com Tito na guitarra, Jackie no baixo e Johnny Jackson [nenhum parentesco] na bateria, ao irmãos gravaram 4 canções numa longa sessão. Continua na próxima edição. Desde o início The Neverland Magazine | Agosto 2013 7
    • LOOKING BACK TO YESTERDAY Depois que Michael Jackson conquistou sucesso e reconhecimento internacional, a Motown resolveu transformá-lo em sua grande fonte de rendas. Para isso, se valeu de várias coletâneas ao longo dos anos, mesmo depois de sua morte. Além de compilações, a gravadora lançou considerável número de álbuns com canções inéditas, que tiveram sucesso comercial moderado. A primeira coletânea de faixas arquivadas foi Farewell My Summer Love, de 1984. No entanto, há outras duas bem menos conhecidas: Looking Back to Yesterday e The Original Soul Of Michael Jackson [que possui apenas uma canção inédita, 25 Miles]. Looking Back to Yesterday, que fazia parte da série Never-Before-Released Masters, possui pouquíssimas informações. Não há dados de vendas ou carregamento. A data de lançamento: 11 de fevereiro de 1986, de acordo com aquela imagem que você encontrará logo abaixo. O álbum é raro e não está disponível no formato digital, assim como Farewell My Summer Love. Há versões alternativas das canções “Love's Gone Bad” e “I Was Made to Love Her” na compilação Boogie, lançada pela Motown em 1979. O álbum não chamou a atenção dos críticos e nem do público. As canções, por sua vez, não são pérolas raras propriamente ditas, se tornando apenas uma curiosidade sobre Michael Jackson. O álbum ainda seria relançado em 1991 sob o nome de Looking Back to Yesterday: A Young Michael. Em 2009 a Universal/Motown relançaria o álbum novamente, como parte da coletânea de 3 CDs Hello World. Confira a capa, proveniente do site dos Jackson 5: Achados e perdidos The Neverland Magazine | Agosto 2013 8
    • SEMANA 28 The Essential Michael Jackson foi o álbum mais vendido de Michael Jackson nessa 28ª semana, mesmo caindo 15 posições na tabela Billboard 200, 89->104, com 3.502 cópias vendidas. O número representa queda de 19,78928081% em relação à semana 27. Na tabela Catalog Albums, The Essential Michael Jackson caiu 4 posições, 6->10. Thriller, pelo contrário, subiu 31 posições, 168->137, com breve aumento de vendas, movimentando 2.759 cópias. Esse é o disco de Michael mais vendido nos Estados Unidos na Era SoundScan, com 6.269.256 cópias nos últimos 22 anos. Number Ones caiu 44 [!] posições na tabela Catalog Albums, 7->51, com 2.018 cópias, não sendo relatado na tabela principal. Trata-se do terceiro álbum de Michael mais vendido na Era SoundScan, com 4.935.098 cópias. Na tabela Music Videos, Live at Wembley July 18, 1988 caiu 1 posição, 20->21, com 318 cópias comercializadas em sua 43ª semana entre os mais vendidos. Lançado em 2004 como parte do box set The Ultimate Collection e, no ano seguinte, separadamente, Live in Bucharest: The Dangerous Tour tem vendido consideravelmente nos últimos dois meses. No entanto, nessa semana o álbum em vídeo caiu 14 posições, 30->44, com 199 cópias. Até a presente data, o álbum já vendeu 811.855 cópias. A coletânea dupla Michael Jackson’s This Is It caiu 26 posições na tabela de Soundtracks, 54->80, com 334 cópias. Vendas totais: 1.734.211 cópias. Estatísticas Thriller: 6.269.256 cópias desde 1991 Number Ones: 4.935.098 cópias desde 2003 The Essential Michael Jackson: 2.110.755 cópias desde 2005 [álbum duplo] Michael Jackson’s This Is It: 1.734.211 cópias desde 2009 Live in Bucharest: The Dangerous Tour: 811.855 cópias desde 2005 Live at Wembley July 16, 1988: 51.312 cópias desde 2012 Looking The Neverland Magazine | Agosto 201310
    • SEMANA 29 Number Ones retomou seu lugar como álbum mais vendido de Michael Jackson nos Estados Unidos, voltando com tudo à tabela Billboard 200 na posição 127. As vendas assimilaram aumento de 54,41030723% em relação à última semana, com 3.116 cópias vendidas. A coletânea ainda subiu 38 posições na tabela Catalog Albums, 51->13. Mais vendido na semana passada, The Essential Michael Jackson caiu 26 posições na Billboard 200, 24->130, com 3.089 cópias. Apenas 27 cópias separam os álbuns citados. O álbum duplo ainda caiu 9 posições na tabela Catalog Albums, 6->15. Thriller também despencou, sendo 36 posições, 137->173, vendendo 2.486 cópias, o bastante para garantir sua presença na tabela principal pela 187ª semana, desde que lançado em 1982. Thriler também caiu na tabela Catalog Albums, sendo 9 posições, 18->27. Live at Wembley July 18, 1988 subiu 2 posições na tabela de Music Videos, 21->19, com aumento de 1 cópia em relação à última semana: 319 cópias comercializadas na semana 29. Live in Bucharest: The Dangerous Tour também subiu 2 posições, 44->42, vendendo 186 cópias. O álbum em vídeo já vendeu mais de 5 mil cópias somente em 2013, dado respeitável em se tratando de lançamentos dessa natureza. Michael Jackson’s This Is It despencou 19 posições na tabela de Soundtracks, 80->99 [penúltima], com 273 cópias. O álbum duplo lançado em 2009 vendeu 3.695 cópias nas últimas 12 semanas [semanas 17-29]. Estatísticas Thriller: 6.271.742 cópias desde 1991 Number Ones: 4.938.214 cópias desde 2003 The Essential Michael Jackson: 2.113.844 cópias desde 2005 [álbum duplo] Michael Jackson’s This Is It: 1.734.484 cópias desde 2009 Live in Bucharest: The Dangerous Tour: 812.041 cópias desde 2005 Live at Wembley July 16, 1988: 51.631 cópias desde 2012 Looking The Neverland Magazine | Agosto 201311
    • SEMANA 30 A coletânea de grandes sucessos Number Ones foi novamente listada entre os 100 álbuns mais vendidos dos Estados Unidos. Com alta nas vendas de 28,46598203%, o álbum vendeu 4.003 cópias, subindo 34 posições na tabela Billboard 200, 127->93. 17.022 faixas avulsas de Number Ones foram baixadas, adicionalmente. The Essential Michael Jackson, por sua vez, caiu 7 posições, 130->137, com 2.883 cópias. A coletânea dupla, que vendera 3.089 cópias na semana passada, caiu pela 3ª semana seguida, 89->104->130->137. Curiosamente, além de ter caído 7 posições, TEMJ também teve queda de pouco mais de 7% nas vendas. 20.075 faixas avulsas de The Essential foram baixadas, adicionalmente. Thriller movimentou 2.222 cópias, caindo 20 posições na tabela Catalog Albums, 27->47. Na tabela Music Videos, Live at Wembley July 18, 1988 caiu uma posição, 19->20, vendendo 311 cópias em sua quadragésima quinta semana entre os 50 mais álbuns em vídeo mais vendidos. Live in Bucharest: The Dangerous Tour, ao contrário, subiu 13 posições, 42->29, com 226 cópias comercializadas. Michael Jackson’s This Is It subiu 1 posição na tabela de Soundtracks, 99->98, com 264 cópias, por mais que tenha vendido mais cópias na última semana. Dangerous vendeu 0 [zero] cópias nas últimas 4 semanas. O que aconteceu? Estatísticas Thriller: 6.273.964 cópias desde 1991 Dangerous: 5.786.260 desde 1991 Number Ones: 4.942.217 cópias desde 2003 The Essential Michael Jackson: 2.116.727 cópias desde 2005 [álbum duplo] Michael Jackson’s This Is It: 1.734.748 cópias desde 2009 Live in Bucharest: The Dangerous Tour: 812.267 cópias desde 2005 Live at Wembley July 16, 1988: 51.942 cópias desde 2012 Thriller [single]: 3.360.249 downloads pagos desde 2004 Looking The Neverland Magazine | Agosto 201312
    • SEMANA 31 Depois de várias semanas sendo o segundo ou terceiro álbum mais vendido de Michael Jackson no mercado fonográfico norte- americano, Thriller voltou a ser o destaque. Com míseras 8 cópias a mais que The Essential Michael Jackson, o álbum lançado em 1982 assimilou alta nas vendas de 30,91809181%, movimentando 2.909 cópias, regressando à tabela Billboard 200 na posição 146. Thriller é o 27º na lista Catalog Albums. The Essential Michael Jackson foi, novamente, o segundo álbum mais vendido do catálogo de Michael, com 2.901 cópias, caindo 10 posições na tabela Billboard 200, 137->147. A coletânea lançada em 2005 foi listada pela 13ª vez entre os 200+ em 2013. Number Ones, com 9 e Thriller, com 14, também figuraram na compilação semanal da revista Billboard. The Essential Michael Jackson é o 28º na lista Catalog Albums. Na semana 19, Number Ones foi o 100º álbum mais vendido, de acordo com a lista Billboard 200. Nessa semana, 31, o álbum foi o 200º. Coincidências à parte, sua queda foi de 107 posições, 93->200, com 2.329 cópias. Entretanto, Number Ones ultrapassou Abbey Road, dos Beatles, e agora é o 164º álbum mais vendido da Era SoundScan, com 4.944.546 cópias em pouco menos de 10 anos. O álbum caiu 50 posições na tabela Catalog Albums, 5->55. Na tabela Music Videos, Live at Wembley July 18, 1988 caiu 4 posições, 20->24, com 311 cópias, exatamente o mesmo número vendido na semana anterior. Live in Bucharest: The Dangerous Tour vendeu 168 cópias, saindo da lista dos 50 mais vendidos. O DVD foi listado em 17 das 31 semanas de charts até agora, sendo que Live at Wembley foi listado em todas. Estatísticas Thriller: 6.276.873 cópias desde 1991 Number Ones: 4.944.546 cópias desde 2003 The Essential Michael Jackson: 2.119.628 cópias desde 2005 [álbum duplo] Live in Bucharest: The Dangerous Tour: 812.435 cópias desde 2005 Live at Wembley July 16, 1988: 52.253 cópias desde 2012 Looking The Neverland Magazine | Agosto 201313
    • NEW ALBUM? Desde que a Epic lançou, em 2010, o álbum póstumo Michael, estamos esperando o follow-up, ou seja, o álbum seguinte. No final de 2011 fomos saciados com o álbum de remixes Immortal. Em 2012 veio Bad 25, com as primeiras canções inéditas depois de Michael. Joias raras como “Al Capone”, “Price Of Fame”, “Free”, “Song Groove”, além da minha preferida, “I’m So Blue”, tornaram-se conhecidas. A crítica especializada elogiou as canções, bem como detonou os dois remixes produzidos para o álbum. Nero e Afrojack foram bastante criticados por suas respectivas versões, mas o pior ficou para Pitbull, que performou o rap de Bad 2012: um crítico o definiu como “pior rapper do mundo”. Mas essa espera, que no dia 14 de dezembro completará 3 anos, pode acabar ainda em 2013. Vários produtores que trabalharam com Michael no passado, declararam que novas faixas estão sendo produzidas tendo em vista um novo álbum de Michael Jackson. O primeiro deles foi Teddy Riley. Ainda em 2011, o produtor declarara que estava produzindo canções para um suposto álbum. No final de 2012, o mesmo Riley afirmou que um disco chamado The Duets seria lançado em 2013. De acordo com a afirmação de Teddy, “grandes nomes da indústria da música estarão ‘duetando’ com Michael Jackson.” O álbum nunca foi confirmado pela gravadora Sony Music, mas isso não me impede de citar alguns duetos de Michael Jackson cuja existência é conhecida ou cogitada: “A Pretty Face Is” – Escrita em 1984, cogita-se que tenha sido gravada com Stevie Wonder; “All In Your Name” – Não lançado oficialmente, o dueto entre MJ e Barry Gibb vazou em 2011; “Cheater” – A versão alternativa não é um dueto em si, mas tem a participação de Fats; “Color Of My Soul” – Talvez gravada com vocais de fundo de Whitney Houston, em 2006; “Crack Kills” – Parceria inacabada com a banda RUNDMC, gravada nos anos 80; “Crush” – Talvez gravada em 2004 com Drake Bell; “Days Of The Broken Hearted” – Mais uma com Whitney Houston, gravada em 2007; “Dreams” – Talvez gravada em 2007 com will.i.am; “Ekam Satyam (The One Truth)” – Gravada com AR Rahman, que canta em sânscrito [!]; “Exotic Dancer” – Talvez gravada em 2004 com Madonna: Rei e Rainha do Pop; “Game Over” – Talvez gravada em 2001 com Justin Timberlake e Usher; “Girls, Girls, Girls” – Gravada em 2001 com o rapper Jay-Z; “Halloween Night” – Talvez gravada com Marilyn Manson e Slash; “Higher Ground” – Donny Osmond confirmou o dueto em 2003, gravado nos anos 70; “I Love You More” – Gravada em 2005 com Britney Spears; Capa The Neverland Magazine | Agosto 201314
    • “I’m Still The King” – Outra parceria com will.i.am. Dificilmente será lançada; “Legacy” – Mais uma com will.i.am. Reelaborada diversas vezes; “Letter two My Unborn” – Escrita por Tupac e Michael, mas talvez não foi gravada. “Lies & Lies” – Acredita-se que foi gravada com o rapper 50 Cent; “Love” – Talvez gravada em 2006 com Celine Dion; “Make or Break” – Talvez gravada em 2003 com Mariah Carey; “Miss You” – Mais uma parceria com will, a canção é sobre James Brown, falecido em 2006; “Pictures” – Gravada com Lady Gaga para abrir This Is It. Especula-se que estará em ARTPOP; “Satisfy” – Canção de Mariah Carey com MJ arquivada em 2002; “Seeing Voices” – Escrita e gravada em 2000 com o gênio Ray Charles; “Serious Effect” – A canção com o rapper LL Cool J vazou na internet; “She’s My Girl” – Outra com will.i.am; “The Future” – Mais uma com will, a canção seria a faixa-título do álbum de 2010; “Trial Of The Century” – Gravada em 2006 com rappers, como 50 Cent, Lucy Diamonds e DJ Whoo Kid; “We Are The Kings” – Supostamente gravada com Madonna, Britney Spears e Justin Timberlake; “What Makes You Think” – Gravada em 2007 com Beyoncé; “Wonderful World of Candy” – Gravada em 2003 com Nisha Kataria; Ainda em 2011, os membros vivos da banda Queen, da qual fazia parte Freddie Mercury, anunciaram que os 3 duetos de Michael e Freddie seriam lançados. Mais de dois anos se passaram, e nada das canções. No entanto, Brian May, através de seu blog, afirmou que as canções já estão em estágio final e que teremos coisas ‘novas’ nos próximos meses. Você pode conferir [ou talvez até já leu] a afirmação de Brian na seção Breaking News, na página 3. Sabe-se da existência de 3 canções: “State Of Shock”, que possui uma versão diferente liberada mais tarde em Victory, com Mick Jagger, Michael e os Jacksons; “There Must Be More Life Than This”, cuja versão solo de Mercury foi lançada em 1985. Essa canção vazou há alguns meses; “Victory”, que por coincidência ou não, é o nome do álbum lançado pelos Jackson na época em que as canções foram gravadas; O produtor Michael Durham Prince, que tabalhou com Michael Jackson durante a “Era This Is It”, divulgou em seu Instragram uma imagem com vários Hard Discs, ou HD, ou Disco Rígido, afirmando que estava trabalhando em canções de Michael Jackson. E a lista é grande: são cerca de 28 canções trabalhadas em 2009, durante os ensaios da turnê que não aconteceu. As canções renderiam um bom álbum duplo. Acompanhe na próxima página: Capa The Neverland Magazine | Agosto 201315
    • “11 P.M” “Bang Your Head” “Beatboy 2010” “Bottom of My Heart” “Boy No” “Brad Loop 3.37” “Broken Chair” “Changes” “Days In Gloucestershire” “Don't Be Messin” “Green Hornet Groove” “H2O” “Innocent Man” “Jungle” “Just Remember” “King Tutancâmon” “Lady Of Summer” “Michael's Affirmation” “MJ / BB Orquestral” “Neverland Landing” “Pajamas” “Rocker” “Rock Tonight” “Shut Up and Dance” “Silent Spring” “The Dark Lady” “Think Twice” “Walk Away” Outras canções também foram gravadas, mas Durham não possui crédito. No fim da página está a imagem dos HDs relatada, que foi excluída mais tarde. No início de agosto do presente ano, os produtores Rodney Jerkins e Fred Jerkins III, que trabalharam com MJ em 2001, afirmaram que poderão lançar nos próximos meses material arquivado em áudio e vídeo. Capa The Neverland Magazine | Agosto 201316
    • PAULINHO DA COSTA Paulo Roberto da Costa é um senhor de 65 anos, nascido no Rio de Janeiro. Completa 50 anos de carreira no presente ano e já gravou com tanta gente que se eu fosse citar precisaria de mais de uma página, excedendo, assim, a seção “Quem é?”, que possui apenas uma página. A título de curiosidade, aqui está a página dele no Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulinho_da_Costa. Ele executa incríveis 200 instrumentos de percussão! Na verdade, mais que isso. Participou de milhares de gravações, incluindo álbuns vencedores do Grammy Awards, em canções que atingiram as paradas de sucesso, em trilhas sonoras de filmes, em comerciais de TV e rádio, com uma grande variedade de gêneros musicais, como blues, country, easy listening, disco, gospel, hip-hop, jazz, latino, MPB, R&B, rock, soul e world music. Também participou do projeto USA for Africa, em 1985. No currículo de Paulinho tem gente como Alice Cooper, Andrea Bocelli, Aretha Franklin, Babyface, Barbra Streisand, Bob Dylan, Carole Bayer Sager, Celine Dion, Cher, Destiny’s Child, Diana Krall, Diana Ross, Dionne Warwick, Djavan, Dolly Parton, Donna Summer, Eagles, Earth, Wind & Fire, Elton John, Eric Clapton, George Jones, Gladys Knight & the Pips, Gloria Gaynor, Johnny Mathis, Jorge Ben, Kenny G, Kenny Loggins, Kenny Rogers, Lionel Richie, Madonna, Michael Bublé, Natalie Cole, Olivia Newton-John, Paul Anka, Prince, Quincy Jones, Red Hot Chilli Peppers [para delírio da Yssa…], Rita Lee, Roberto Carlos, Rod Stewart, Sérgio Mendes, Slash, Whitney Houston e Willie Nelson. La Toya, Janet, Jermaine, The Jacksons e, claro, Michael Jackson também gravaram com ele. Da Costa também possui álbuns seus: Agora (Pablo Records Original Jazz 1976), Happy People (Pablo 1979), Tudo Bem! (Pablo 1982), You've Got a Special Kind of Love (Pablo 1984), Sunrise (Pablo 1984), Breakdown (A & M 1987), Real Love (A & M 1991). | Paulinho da Costa | Quem é? The Neverland Magazine | Agosto 201318
    • TO MAKE MY FATHER PROUD To Make My Father Proud To make my father proud To make my mother smile I need not conquered worlds, or fame, Not set, the pace for style If I can follow through On what they gave me as my tools I'll find a way to sail my course Avoiding ships of fools If I don't come up number one I'll stand not well apart As one for numbered numbers When knowing in my heart I’ve done all to be done To always do my best By listening to me, myself So he can do the rest (Love without compromise, Shall flower the seed of constant care) In my eleven hour I'll be a man the way To face whatever falls my way Prepared and unashamed To just be called a part of God For which I have been named A man and a woman's youngest son While growing, still a child And that will make my father proud And make my mother smile... (Proud) Para Deixar Meu Pai Orgulhoso Para deixar meu pai orgulhoso Para fazer minha mãe sorrir Eu não preciso conquistar o mundo, ou fama, Não definido, o ritmo de estilo Se eu puder seguir através Do que eles me deram como minhas ferramentas Encontrarei uma forma de navegar meu caminho Evitando navios de tolos Se eu não chegar em primeiro Eu não ficarei bem distante Como um dos números contados Ao saber do meu coração Eu fiz tudo o que era para ser feito Para sempre o meu melhor Ao me ouvir, a mim mesmo Então ele pode fazer o resto (Amor sem compromisso, Será a flor de sementes de cuidados constantes) Em minha hora onze Eu serei um homem desse jeito Para enfrentar qualquer coisa que cai no meu caminho Preparado e sem vergonha Apenas para ser chamado de uma parte de Deus Por que eu fui nomeado Um homem e mais jovem filho de uma mulher Embora crescendo, ainda uma criança E isso vai fazer o meu pai orgulhoso E fazer minha mãe sorrir... (Orgulho) Letra The Neverland Magazine | Agosto 201319
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