Módulo 1: Desenho artístico e Desenho técnico  Baseado na NBR 10647Era uma vez...                    A nossa estória começ...
Essas normas são elaboradas no Brasil pela ABNT (O associação Brasileira de Normas Técnica) emparceria com a ISO. Cabe ao ...
Esboço: desenho, em geral à mão livre, uma representação rápida de uma idéia, não responde a umanorma.Desenho preliminar: ...
Transferidor: Medi e transferi ângulos durante uma construção geométrica muito usada na confecçãode um desenho.Técnicas de...
4 - Significado da Sigla ABNT:    a) Associação Brasileira de Normas técnicas    b) Associação Brasileira de Normas Trabal...
Módulo 2 : RevisandoA importância da GeometriaA Geometria está presente no mundo que nos rodeia, apesar de por vezes, não ...
Hexagono: Palavra de origem grega formada por hexa (seis) e gono (ângulo). Hexágono é polígonode 6 lados.Intersecção : Tra...
Polígono : Figura de muitos lados que pode ser:Circunscrito : É aqueles cujos lados tangenciam a circunferência. Pode have...
Um sólido geométrico é uma porção fechada do espaço, limitada por superfícies planas ou curvas.Umsólido possui três dimens...
4 - Dividir uma Reta em partes iguais.                                            Praticando.....1. Construir a mediatriz ...
Módulo 3 : Padronizando o Seu DesenhoBaseados nas; NBR10068, NBR 10582, NBR 8403Lay-out das folhas de Desenho técnicoUm De...
Legenda   o Este elemento traz informações sobre o desenho deve sempre ser apresentado no canto     inferior direito.   o ...
Marcas de CorteEstas marcas são construídas para orientar o corte da folha de cópias e são executadas em forma deum triâng...
Espaço para legenda: deve conter informação, identificação e                             indicação do desenho.            ...
Tipos de linhasRecomendaçõesO bom aspecto de um desenho está afetado ao capricho e a uniformidade com que é feito seu traç...
Módulo 5:Um Mundo , uma medida ...  Baseada na NBR-8196Na vida profissional um desenhista sempre se deparará com um proble...
Dimensão da peça                Dimensão do desenho              Escala    Tipo da Escala100                             1...
a) As medidas lineares do desenho são duas vezes menores que as medidas da peça      representada.   b) A abertura do ângu...
Módulo 6: Primeiros TraçosAtualmente existem muitas formas de representar tecnicamente um objeto. Essas formas foramcriada...
Trace levemente, à mão livre, os eixos isométricos e indique o comprimento, a largura e a alturasobre cada eixo, tomando c...
Praticando1 - Enumere a ordem correta para a confecção da Perspectiva2 - Copie as perspectivas a mão livre                ...
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3 - Treinar com peças reais fornecidas pelo instrutor                                                        27
Módulo 7 : Eu. O Observador Baseado na NBR 10067Condições específicas a)   vista na direção a: vista frontal ou elevação b...
Atualmente, a maioria dos países que utilizam o método mongeano adotam a projeção ortográfica no1 11 11º diedro. No Brasil...
trazer os três planos no mesmo plano.Apresentação das três vista de forma eqüidistanteVistas no 3o diedro                 ...
1 - Desenhe a Mão livre as Projeções das peças abaixo2 - Analise a perspectivas representada abaixo e assinale com um X as...
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3 - Desenvolva as projeções desta peça                                         33
Módulo 8 : O que tem ai dentro ?   Baseado na NBR 10067Os corte são utilizados em peças ou conjuntos, para facilitar a lei...
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Corte compostoÉ a soma de dois ou mais cortes totais. Ou seja quando se necessita mostrar detalhes que estejam emposições ...
Corte ParcialNos corte parciais apenas a parte onde se localiza o detalhe que se quer mostrar é cortada, nãohavendo a nece...
Meio corteO meio corte é muito utilizado no desenho de peças simétricas, por apresentar a vantagem e mostrar,numa mesma vi...
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Módulo 9 : Cada desenho , um Recurso......Baseado na NBR 10067SeçãoIndicam, de modo prático e simples, o perfil de certas ...
Uma Cantoneira com Seções Internas e ExternasRuptura ou encurtamento                                                41
Em peças compridas de seção uniforme (igual), procede-se como se mostar na figura abaixo, usandoa linha de ruptura, que´é ...
Exercicio 2              43
Exercício 3Exercício 4              44
Módulo 10: Sempre estamos vendo.....Baseado na NBR 10067A Norma NBR 10067 apresenta recursos que pode ajudar no esclarecim...
Corte ObliquoUsado em peças com plano de corte inclinado, o corte aparece como se fosse um plano só.Antes                 ...
DetalheUsado para dar destaque em partes essenciais da peça, geralmente em escala diferenteOmissão de CorteAs vistas que n...
Módulo 10: Sempre estamos vendo.....Baseado na NBR 10067A Norma NBR 10067 apresenta recursos que pode ajudar no esclarecim...
Corte ObliquoUsado em peças com plano de corte inclinado, o corte aparece como se fosse um plano só.Antes                 ...
DetalheUsado para dar destaque em partes essenciais da peça, geralmente em escala diferenteOmissão de CorteAs vistas que n...
Módulo 11: Medidas Extremas  baseado na NBR 10126Cotagem é a indicação das medidas da peça em seu desenho. Para a cotagem ...
3 - evite colocar cotas em linhas tracejadasCotagem de peças simétricasA utilização de eixo de simetria em peças simétrica...
Quando Na vista cotada , for evidente que se trata de diâmetro ou raio , os respectivos símbolosdevem ser dispensados.Quan...
Cotagem de Chanfros                      51
Praticando1 - Analise o desenho técnico e responda a às questões a seguir.a) Escreva dentro dos quadradinhos as letras cor...
Regras gerais para Cotagem   a) as cotas devem ser distribuídas entre as vistas   b) cada vista deverá ter no mínimo uma c...
Módulo 12: Tolerância Zero...  Resumo Informativo - DIN - 7160TolerânciaLimites de erro permissível na obtenção de uma cot...
Quando não está expressa o valor da tolerância ?Em geral:Utiliza-se a tolerância como unidade do último número da forma si...
Segundo a ISO  Os ajustes podem ser :  •- de Precisão  •- Fino  •- Liso  •- GrossoTipos de encaixe  •- Pressão - fortement...
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Praticando             59
Módulo 13: Minha GeometriaBaseado na NBR 6409As tolerâncias de forma e posição pare ser adicionadas às tolerâncias ae dime...
como referência para a indicação das tolerâncias. Se for necessário, pode ser tomada mais de umareferência.O elemento de r...
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Módulo 14:          Superficial , Eu ?  Baseado na NBR 84041 - Introdução   A importância do estado de acabamento superfic...
B) Altura das irregularidades de 10 pontos RZ   Em um comprimento (L) de amostragem, é a diferença entre o valor médio dos...
A indicação da rugosidade em Rz deve ser colocada à direita e abaixo do símbolo.  Especificações especiais devem ser coloc...
6 - Valores de Rugosidade   De acordo com a NBR 8404 e DIN 1302, a especificação de acabamento nos desenhos por meiode val...
Tabela de símbolos, grupos e classes de rugosidades.Exercício: Analisando o desenho técnico responda as perguntas a seguir...
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Módulo 15 : Encaixando e Desencanando.....  Baseado na Norma 8993DefiniçõesRosca   É o conjunto de reentrâncias e saliênci...
D - Passo  Distância entre dois filetes ConsecutivosSentido da Rosca♦ Rosca Direita: Parafuso ou porca gira no sentido Hor...
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Módulo 16: Elementos Padronizados   Como já foi dito anteriormente o desenhista ou projetista ao elaborar um conjunto, sem...
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4 - Rebites   O rebite é feito de Material Resistenet e dúctil como o aço, o latão ou alumínio. É empregado nasuniões perm...
5 - Chavetas                           Elemento que permite a união entre eixo e cubo numa transmissão.                   ...
Tabela de Dimensões sob Consulta                                      7 - RolamentosSão elementos utilizados para dar apoi...
Rolamentos de;EsferasRolosRoletesEspecificação:Nome do fabricante:Medidas do eixo:Número do catalogo:Diametro do Rolamento...
Módulo 17: Interpretando ....Ao deparar com um desenho técnico as preocupações que devemos ter é olhar e compreender.Para ...
1.Qual é o nome da Peça ?2.Quais são as 3 medidas principais da peça ?3. Qual o tipo de acabamento geral esperado para est...
MAT: AÇO ABNT 1010/1020 3/8”X75                                                     FERRAMENTA DE CORTE                   ...
MAT: Aço ABNT 1010 1 1/8” x 112                                     Eixo com Rebaixos                                     ...
MAT: AÇO ABNT 1040/1050 ∅1/2 X 115                               PUNÇÃO DE BICO                               DATA: 10/01/...
Módulo 18 : Desenhando para ProduzirDesenho Definitivo  É o desenho utilizado dentro das indústrias para a confecção de pe...
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Módulo 19 : Montando parte a parteDesenho DefinitivoÉ o desenho utilizado dentro das indústrias para a confecção de peças,...
Ao Desenhar o Conjunto de uma Peça é muito importante, antes de começar, saber algumas Coisas                             ...
Funcionamento: A indústria Mecânica fabrica mecanismos com as mais variadas aplicações, edevemos conhecer os principais Gr...
Peças;         90
91
AULA 20 : Encerrando o Curso....Parte 1: Teoria (30 PONTOS)                                            Parte 2 : Interpret...
Dinâmica de Grupo : “Massa Falida”Imaginem a seguinte situação:Nossa Empresa está sob ameaça de Falência.O seu chefe     l...
Projeto: Desenvolver o Projeto desse Sistema de Roda                                                       94
Bibliografia   NBR 6371-Tolerância gerais de dimensões lineares e angulares.   NBR 6405-Rugosidade das superfícies.   NBR ...
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Apostila de desenho técnico

  1. 1. Módulo 1: Desenho artístico e Desenho técnico Baseado na NBR 10647Era uma vez... A nossa estória começa a 6000 a.C. o Jovem Igçura, membro da tribo dos homens das cavernas, ao norte da Noruega, sai para a caça. É a sua primeira vez em uma caçada. Vai atrás do grupo, quieto. Um enorme animal aparece, Igçura, em puro reflexo, acerta sua lança de forma certeira no mesmo, que vai ao chão. Ao chegar as cavernas Igçura pega uma pedra de mineral mole e rabisca na parede da caverna o seu feito. Nasci ali o Desenho.Desenho Técnico x Desenho ArtíticoO homem se comunica por vários meios. Os mais importantes são a fala, a escrita e o desenho. O desenho artístico é uma forma de representar as idéias e o pensamento de quem desenhou. Por meiodo desenho artístico é possível conhecer e mesmo reconstituir a história dos povos antigos. Ainda pelodesenho artístico é possível conhecer a técnica de representar desses povos.O desenho técnico é assim chamado por ser um tipo de representação usado por profissionais de umamesma área: mecânica, marcenaria, serralharia.Ele surgiu da necessidade de representar com precisãomáquinas, peças, ferramentas e outros instrumentos de trabalho.Portanto, Desenho Técnico é arepresentação gráfica de um objeto, levando em conta sua dimensões, através de regras pré-estabelecidas.O desenho técnico como forma de comunicação.As ações executadas individualmente, muitas vezes são as preferidas, pois não necessitam de umaparticipação de outras pessoas. Mas na vida em sociedade na sua quase totalidade as ações dependem deoutras pessoas, o que envolve a utilização da comunicação, para expressarmos nossas idéias aos demais,e o que pretendemos com elas. Nesse caso o Desenho Técnico vem de encontro às essas necessidades,específicas de comunicação para a obtenção de uma peça de um serviço etc. A instituição do desenhocomo forma de comunicação técnica vem do fator das outras formas não conseguirem funcionar 100%como forma de comunicação em determinadas áreas como a produção mecânica.A palavra: dificilmente transmite a idéia da forma de uma peça.A peça: nem sempre pode servir de modelo.A fotografia: não estabelece os detalhes internos da peça.O desenho Técnico: Finalmente, através dele é que se pode transmitir todas as idéias de forma edimensões de uma peça. Ele ainda nos fornece uma série de informações, como. a) Material de que é feita a peça; b) Acabamento das superfícies; c) Tolerância de suas medidas;Toda a forma de comunicação exige um emissor e um receptor. Na utilização do desenho técnicoque m são eles?Emissor: Projetista ou DesenhistaReceptor: Operador, inspetor de qualidade, vendedor, almoxarife, etc.O desenho mecânico com linguagem técnica tem necessidade fundamental do estabelecimento de regrase normas, para que em qualquer canto do planeta, um desenho produzido no Brasil possa ser executadopor qualquer nação. 1
  2. 2. Essas normas são elaboradas no Brasil pela ABNT (O associação Brasileira de Normas Técnica) emparceria com a ISO. Cabe ao desenhista conhecer plenamente essas normas para não incorrer no erro denão conseguir transmitir à diante sua idéia.O que é Normalização ?Atividade que estabelece, em relação a problemas existentes ou potenciais, prescrições destinadas àutilização comum e repetitiva com vistas à obtenção do grau ótimo de ordem em um dado contexto.Os Objetivos da Normalização são: Economia Proporcionar a redução da crescente variedade de produtos e procedimentos Comunicação Proporcionar meios mais eficientes na troca de informação entre o fabricante e o cliente, melhorando a confiabilidade das relações comerciais e de serviços Segurança Proteger a vida humana e a saúde Proteção do Consumidor Prover a sociedade de meios eficazes para aferir a qualidade dos produtos Eliminação de Barreiras Evitar a existência de regulamentos conflitantes sobre produtos e Técnicas e Comerciais serviços em diferentes países, facilitando assim, o intercâmbio comercialNa prática, a Normalização está presente na fabricação dos produtos, na transferência de tecnologia, namelhoria da qualidade de vida através de normas relativas à saúde, à segurança e à preservação do meioambiente.Conheça um pouco mais da estrutura da ABNT:Terminologia de Desenho técnicoDesenho Projetivo: resultante de projeções de objetos sobre um ou mais planos que fazem coincidircom o próprio desenho. Compreendendo:Vistas ortográficas: figuras resultantes de projeções cilíndricas ortogonais e o objeto sobre os planosconvenientemente escolhidos, de modo a representar, com exatidão a forma do mesmo com seusdetalhes.Perspectivas: técnica de representar objetos e situações como eles são vistos na realidade de acordo comsua posição, forma e tamanho.Desenho não Projetivo : não subordinado à correspondência, por meio de projeção, entre as figuras queo constituem e o que é por ele representado. Compreende larga variedade de representação gráfica, taiscomo: a) Diagramas; b) Esquemas; c) Ábacos d) Normogramas; e) Fluxogramas;Grau de elaboração do Desenho Técnico 2
  3. 3. Esboço: desenho, em geral à mão livre, uma representação rápida de uma idéia, não responde a umanorma.Desenho preliminar: Desenho empregado durante a concretização do projeto como um todo, é passívelde modificações.Desenho Definitivo: Desenho que corresponde à solução final de projeto, ou seja, é o desenho deexecução. Detalhe(Desenho de produção): Desenho de componente isolado ou de uma parte de um todo, geralmente utilizado para a fabricação do mesmo. Desenho de Conjunto (Montagem): Desenho mostrando vários componentes que se associam para formar um todo, geralmente utilizado para a montagem. Desenho de subconjunto (Montagem): Desenho detalhando um conjunto de peças com funcionamento específico dentro do conjunto maior.Material de Desenho para o cursoLápis ou Lapiseira; o traçado deve ser feito sempre no sentido da escrita (movimento natural).È importante lembrar que um desenhista deve dar diferenciação entre as linhas que faz, quanto a suaespessura, para tanto deve utilizar grafites de espessura ou dureza diferentes.Borracha; deve ser macia e deve ter as extremidades chanfradas para facilitar o trabalho de apagar. Amaneira correta de apagar é fixar o papel com a mão esquerda e com a direita fazer o movimento deapagar da esquerda para a direita com a borrachaA régua; é um instrumento que serve para medir o modelo e transportar as medidas obtidas no papel. Aunidade de medida utilizada em DTM, em geral, é o milímetro. A nossa régua é a de 30 cmEsquadros; são instrumentos que em conjunto com compassos, gabaritos, réguas, etc, auxiliam naconfecção do desenho com exatidão. Os esquadros que utilizamos são o de 45o e 60o.Compasso: Instrumento utilizado para construir arcos e circunferências, para melhor aproveitamento porparte do desenhista, suas pontas devem estar sempre alinhadas e a grafite, deve estar afiada em umângulo de 45o 3
  4. 4. Transferidor: Medi e transferi ângulos durante uma construção geométrica muito usada na confecçãode um desenho.Técnicas de desenho a) Manual; b) Com instrumentos; c) CadObtenção de um desenho.Original: Desenho matriz que serve à obtenção de novos exemplares é arquivado em segurança.Reprodução: Desenho obtido, a partir do original, por qualquer processo compreendendo; a) Cópia xerográfica; em tamanho natural, redução ou ampliação. b) Cópia heliográfica; c) Cópia via impressora ou Ploter. Praticando1 - Por meio do ___________ é possível conhecer e mesmo reconstituir a história dos povos antigos.Ainda pelo ___________ é possível conhecer a técnica de representar desses povos. a) Desenho Técnico mecânico e Desenho Artístico b) Desenho Técnico de Construção Civil e Desenho Artístico c) Desenho Artístico e Desenho Artístico d) Desenho Artístico e Desenho Técnico2 - , Desenho Técnico é : a) a representação de um objeto b) a representação gráfica de um objeto, levando em conta sua dimensões, através de regras pré- estabelecidas. c) A expressão da subjetividade do desenhista d) A necessidade de produção3 - São Emissores da comunicação do Desenho técnico Mecânico: a) Projetista ou Desenhista b) Somente Projetista c) Somente Desenhista d) Operadores de máquinas e vendedores técnicos 4
  5. 5. 4 - Significado da Sigla ABNT: a) Associação Brasileira de Normas técnicas b) Associação Brasileira de Normas Trabalhistas c) Associação do Brasil de Normas e Técnicas d) Agremiação Brasileira de Normas Técnicas5 - Atividade que estabelece, em relação a problemas existentes ou potenciais, prescriçõesdestinadas à utilização comum e repetitiva com vistas à obtenção do grau ótimo de ordem em umdado contexto. a) Normatização b) Normalização c) Padronização d) Constituição6 - Resultante de projeções de objetos sobre um ou mais planos que fazem coincidir com o própriodesenho: a) Desenho Projetivo b) Desenho Não Projetivo c) Desenho Geométrico d) Desenho Artístico7 - Figuras resultantes de projeções cilíndricas ortogonais e o objeto sobre os planosconvenientemente escolhidos, de modo a representar, com exatidão a forma do mesmo com seusdetalhes: a) planos b) secção c) vistas ortográficas d) detalhe8 - Não subordinado à correspondência, por meio de projeção, entre as figuras que o constituem eo que é por ele representado. Compreende larga variedade de representação gráfica, tais como: a) Desenho Projetivo b) Desenho Não Projetivo c) Desenho Geométrico d) Desenho Artístico9 - São Graus de elaboração do Desenho Técnico: a) Esboço,desenho preliminar e Desenho Definitivo b) Esboço e Desenho preliminar c) Desenho preliminar e Desenho Definitivo d) Esboço e Desenho Definitivo10 - Desenho mostrando vários componentes que se associam para formar um todo, geralmenteutilizado para a montagem: a) Desenho de Produção b) Desenho de Montagem c) Esquema Cinemático d) Organograma 5
  6. 6. Módulo 2 : RevisandoA importância da GeometriaA Geometria está presente no mundo que nos rodeia, apesar de por vezes, não nos apercebermos dasua existência. Através de formas, desenhos e propriedades geométricas, a Geometria está cada vezmais acessível e presente no nosso dia-a-dia. Das civilizações mais antigas, podemos enunciarexemplos da arte chinesa, egípcia, céltica e portuguesa, e desta última destacamos os vitrais.Pequeno Grossario da geometriaAltura : Na linguagem comum, altura é um comprimento vertical. Na geometria a altura depende dafigura considerada.Ângulo: Os lados de um ângulo são semi-retas, com ponto comum no vértice do ângulo. o Agudo : ângulo que mede menos que 90 (graus) o Central : é o ângulo que tem vértice no centro de uma circunferência. o Obtuso : ângulo que mede entre 90 e 180 graus o Raso : que mede 180 graus o Reto : que mede 90 graus. o Adjacentes : ângulos que tem um lado em comum e, além disso um dos ângulos não pode estar contido no outro. o Complementares : ângulo cujo a soma da um ângulo reto. o Consecutivo : ângulo que tem um lado em comum, podendo ser ou não adjacente. o Suplementar: ângulo cujo a soma da um ângulo raso.Área: Medida de uma superfície, que pode ser obtida verificando quantas unidades de área cabemdentro dela. Unidades de área mais comuns são áreas de quadrado.Aresta : Segmento de reta comum a duas faces de um poliedro.Baricentro : Centro de gravidade de um corpo ou de um objeto.Bissetriz: de biz + sectriz = Bissetriz; é a semi-reta que partindo do vértice de um ângulo divide-o emdois ângulos congruentes; linha que divide um ângulo ou uma superfície em duas partes iguais.Centro de Simetria : É um ponto C de uma figura que é o centro de simetria, e cada um dos pontosdesta figura tem um ponto correspondente simétrico, de tal forma que C é o ponto médio do segmentoque une dois pontos simétricos.Círculo : Figura formada por uma circunferência e por todos os pontos de seu interior.Circuncentro : Centro de circunferência circunscrita a um triângulo. Obtém-se o circuncentro pelaintersecção das mediatrizes dos lados desse triângulo.Concêntricas : Diz-se de duas ou mais figuras geométricas que têm o mesmo centro.Convexo : Na linguagem comum , convexo é o contrário de côncavo. Assim, figuras convexas são asque não têm concavidades.Coroa Circular : Região compreendida entre dois círculos concêntricos.Diâmetro: Segmento de reta que liga dois pontos de uma circunferência e contém seu centro. Umdiâmetro é uma corda particular da circunferência.Eixo de Simetria : Reta que divide uma figura em duas partes iguais, que podem ser sobrepostas aomenos na imaginação.Equidistante: O prefixo eqüi- indica igualdade. Pontos ou retas que estão a uma mesma distância emrelação a alguma referência são eqüidistantes, Exemplo : todos os pontos de uma circunferência sãoeqüidistantes do centro; todos os pontos da bissetriz são eqüidistantes dos lados do ângulo.Equilatero: Um polígono é eqüilátero se todos os seus lados são iguais. 7
  7. 7. Hexagono: Palavra de origem grega formada por hexa (seis) e gono (ângulo). Hexágono é polígonode 6 lados.Intersecção : Trata-se daquilo que é comum a dois ou mais conjuntos. No caso de figurasgeométricas, a interseção é a parte das figuras em que elas se cortam, cruzam ou se superpõem.Incentro : Centro da circunferência inscrita no triângulo. É obtido fazendo a interseção das 3bissetrizes dos ângulos internos do triângulo.Losango : Quadrilátero com 4 lados iguais. Todo losango é paralelogramo.Mediatriz: do latim - mediatrice; é o lugar geométrico dos pontos de um plano, eqüidistante dasextremidades de um segmento, reta perpendicular a um segmento, passando pelo seu ponto médio.Paralelismo : Duas retas são paralelas quando mantêm sempre a mesma distância entre si. Uma reta éparalela a um plano quando ambos não se interceptam. Dois planos são paralelos quando não seinterceptam.Paralelas: do grego - parallelos;diz-se de duas ou mais linhas ou superfícies eqüidistantes em toda aextensão.r, s e t são retas paralelas entre si.Paralelograma:do latim - parallelogrammum, derivado do grego -parallelógrammon; quadrilátero,cujos lados opostos são paralelos; quadrilátero que possui os lados opostos congruentes e paralelos, eos ângulos opostos congruentes.São paralelogramos: o quadrado, o retângulo, o losango e oparalelogramo propriamente dito.Pentágono:do latim - pentagonum, do grego - pénta (cinco) + gon, de gônia (ângulo): péntagonos;é um polígono que possui 5 vértices, 5 lados e 5 ângulos. 8
  8. 8. Polígono : Figura de muitos lados que pode ser:Circunscrito : É aqueles cujos lados tangenciam a circunferência. Pode haver, porém polígonocircunscrito em outras situações.Convexo : Aquele em que todos os ângulos internos são menores que 180 graus.Inscrito : Essa expressão quase sempre indica polígono inscrito numa circunferência. É aquele cujosvértices pertencem a uma circunferência.Convexo : Polígono em que pelo menos um ângulo interno é maior que 180 graus.Regular : Polígono que tem todos os lados iguais entre si e todos os ângulos internos iguais entre si.Ponto Médio: Ponto médio de um segmento de reta é aquele que o divide ao meio, isto é, em doissegmentos de mesma medida.Quadrado : Quadrilátero que possui todos os ângulos internos retos e todos os lados iguais. Por isso, oquadrado é retângulo e também losango.Retas Conocorrentes : Retas que se cortam ou se interceptam.Perpendicular: do latim -perpendiculare; é a que se dirige sobre uma linha ou sobre um plano,formando ângulo reto; diz-se de qualquer configuração geométrica cuja interseção com outra formaângulo reto.Retângulo : Qualquer quadrilátero cujo os quatro ângulos medem 90 graus. O quadrado é umretângulo especial.Segmento: Segmento quer dizer parte, pedaço. Segmento de reta é parte da reta compreendida entredois de seus pontos, que são chamados de extremos. Em linguagem comum costuma se dizer quesegmento é uma parte da reta que tem começo e fim.Semi Reta : Diz-se que semi reta é a parte da reta que tem início em ponto mas não tem final.Trapézio do latim - trapeziu, do grego - trapézion (mesa);é um quadrilátero que tem dois ladosparalelos que são as bases do trapézio.Triangulo : Polígono de três lados que pode ser:Uma figura qualquer é plana quando todos os seus pontos situam-se nomesmo plano. 9
  9. 9. Um sólido geométrico é uma porção fechada do espaço, limitada por superfícies planas ou curvas.Umsólido possui três dimensões: comprimento, largura e espessura. cilindro paralelepípedo pirâmide esfera cubo coneExemplos de Construções Geométricas1- Levantar uma Perpendicular na extremidade2 - Baixar uma Perpendicular de um ponto dado fora da reta3 - Dividir uma reta ao meio e traçar a perpendicular 10
  10. 10. 4 - Dividir uma Reta em partes iguais. Praticando.....1. Construir a mediatriz de um segmento dado AB = 7 cm.2. Construir a mediatriz de um segmento dado AB = 1 cm.3. Por um ponto P fora de uma reta dada fazer passar uma perpendicular à reta dada.4. Por um ponto P situado em uma reta dada fazer passar uma perpendicular à reta dada.5. Levantar uma pependicular à extremidade de um segmento dado AB = 6cm.6. Traçar por um ponto P dado uma reta que seja paralela a uma reta dada.7. Achar a bissetriz de um ângulo qualquer dado AÔB.8. Dividir o segmento dado AB = 7 cm em cinco partes iguais.9. Construir um quadrado de lado igual a 4 cm.10. Construir um retângulo de lado maior igual a 6 cm e lado menor igual a 3 cm.11. Construir um paralelogramo de lado maior = 6 cm, lado menor = 3 cm e ângulo = 60°12. Construir um hexágono de lado dado AB = 4 cm.13. Construir um pentágono de lado dado AB = 4 cm.14. Construir um desenho decorativo dado.15 -Observe a guia guia representada a seguir e assinale com um X os sólidos geométricos que acompõem. 11
  11. 11. Módulo 3 : Padronizando o Seu DesenhoBaseados nas; NBR10068, NBR 10582, NBR 8403Lay-out das folhas de Desenho técnicoUm Desenho técnico dentro da empresa tem valor de documento e para tanto deve receber atenção,quanto ao item padroninação. o O original deve ser executado em menor formato possível, desde que não prejudique a sua clareza. o A escolha do formato mais adequado deve ser feita entre os formatos apresentados na série A o As folhas de desenhos podem ser utilizadas tanto na posição vertical como na horizontal.Formatos da série A Designação Dimensões A0 841 x 1189 A1 594 x 841 A2 420 x 594 A3 297 x 420 A4 210 x 297O formato básico da série A é o formato A1, de onde se derivam os demais formatos.Formatos EspeciaisSendo necessário a utilização de uma folha forma da norma, utilizar-se-a ou o comprimento oulargura da folha de formato padrão e um de seus múltiplos 12
  12. 12. Legenda o Este elemento traz informações sobre o desenho deve sempre ser apresentado no canto inferior direito. o A direção de leitura da legenda deve corresponder com a leitura do desenho. o A legenda deve ter 178 mm de comprimento nos formatos A4, A3, A2 e 175 mm nos formatos A1 e A0.Margem e quadro o Margens são limitadas pelo contorno externo da folha e o quadro limita o espaço para o desenho. o As margens esquerda e direita, bem como as larguras das linhas, devem ter as dimensões constantes abaixo: o A margem esquerda serve para ser perfurada para futuro arquivamento. Formato Margem Esquerda Margem Direita Largura da Linha A0 25 10 1,4 A1 25 10 1,0 A2 25 7 0,7 A3 25 7 0,5 A4 25 7 0,5Marcas de CentroAs folhas da série A necessitam de marcas de centro em seu sentido horizontal , tal como vertical,conforme seus eixos de simetria.Sistema de Malhas o Permite localização de detalhes, modificações e revisões. o Deve ser executado com traço de 0,5 mm o O número de divisões é aplicado à complexidade do desenho. o O comprimento de qualquer retângulo da malha deve estar entre 25 e 75 mm. o Os Numerais devem estar dispostas da margem esquerda para à direita. o As letras devem estar dispostas de cima para baixo. o Se o número de divisões exceder as letras do alfabeto, deve ser utilizada a repetição (AA, BB) 13
  13. 13. Marcas de CorteEstas marcas são construídas para orientar o corte da folha de cópias e são executadas em forma deum triângulo isósceles com 10 mm de lado, ou com dois pequenos traços de 2 mm de largura em cadacanto.Conteúdo da folha de desenho técnico A folha de desenho deve conter ; o espaço para desenho; o espaço para texto, e o espaço para legenda.Espaço para desenho: o Os desenhos são dispostos nas ordens horizontal e vertical o O desenho principal, se houver é colocado acima e a esquerda no espaço para desenho. o O desenho deve ser executado levando-se em conta também o dobramento a ser executado nas cópias, em tamanho A4.Espaço para texto:Contém as informações necessárias para o entendimento correto do conteúdo doespaço de desenho o O espaço de texto é colocado a direita ou na margem inferior da folha. o O espaço para texto deve conter; o explanação: informações necessárias à leitura do desenho o Instrução: Informações necessárias à execução do desenho o referência: informações referentes a outros desenhos e/ou outros documentos. o localização da planta de situação; sempre localizada de tal forma que no dobramento fique visível o tábua de revisão: é utilizada para registrar todas as modificações nas informações do desenho. 14
  14. 14. Espaço para legenda: deve conter informação, identificação e indicação do desenho. o Deve conter; o Firma o Projetista ou desenhista responsável o local, data e assinatura o nome e localização do projeto o conteúdo do desenho o escala o Número de Desenho o designação da revisão o indicação do método de projeção o unidade utilizada no desenhoAplicação de linhas em desenho - tipos e largurasLargura das linhasA relação entre as larguras de linha larga e estreita não deve ser inferior a 2A larguras de linha devem ser escolhidas conforme a o tipo, dimensão escala e densidade de linhas dedesenho, de acordo com o seguinte escalonamento ( 0,13; 0,18; 0,25; 0,35; 0,50; 0,70; 1,00; 1,40 e2,00 mm.Para as diversas vistas de uma peça, desenhadas na mesma escala, as larguras de linhas devem serconservadas.Espaçamento entre as linhasO espaçamento mínimo entre linhas paralelas (inclusive a representação de hachuras) não deve sermenor do que duas vezes a largura da linha mais larga, no entanto recomenda-se que essa distâncianão seja menor que 0,70 mm.Códigos de cores em canetas Técnicas 0,13 mm lilás 0,35 amarela 1,00 laranja 0,18 mm vermelha 0,50 marrom 1,40 verde 0,25 mm branca 0,70 azul 2,00 cinza 15
  15. 15. Tipos de linhasRecomendaçõesO bom aspecto de um desenho está afetado ao capricho e a uniformidade com que é feito seu traçado.Assim sendo, em um mesmo desenho, todos os traços de contorno visível deve possuir a mesmaespessura.As linhas tracejadas devem ser feitas de modo que o comprimento de seus pequenos traços e adistância entre os mesmos não apresente entre si grande disparidade. Geralmente usa-se ±4mm decomprimento do traço e ±1,5mm de espaço entre eles. 16
  16. 16. Módulo 5:Um Mundo , uma medida ... Baseada na NBR-8196Na vida profissional um desenhista sempre se deparará com um problema muito difícil: Comorepresentar no papel uma peça muito grande ou muito pequena. Precisa-se estabelecer uma proporçãoentre o que se desenha e o que se produz. E nesse momento que temos a escalaEscala: Relação da dimensão linear de um elemento e/ou de um objeto representado no desenhooriginal para a dimensão real do mesmo elemento e/ ou próprio objeto.Escala Natural: Escala onde o desenho representa as dimensões reais do objeto. Ex: 1 : 1Escala de Ampliação: Escala onde o desenho representa um aumento nas dimensões reais do objeto. Ex: X : 1Escala de Redução: Escala onde o desenho tem sua dimensões diminuídas em relação ao real. Ex: 1 : XAbreviação:A palavra escala pode ser abreviada por ESC.Utilização: A escala deve estar expressa na legenda do desenho. Na utilização de outras escalas nodesenho, somente a principal aparece na legenda do desenhoEscalas recomendadasAs escala recomendadas em Desenho técnico, estão dispostas na Tabela abaixo e podem serreduzidas e ampliadas na razão de 10.Categoria 50:1 20:1 10:1Escala de Ampliação 5:1 2:1Escala Natural 1:1 1:2 1:5 1:10 1:20 1:50 1:100Escala de Redução 1:200 1:500 1:1000 1:2000 1:5000 1:10000A escala a ser utilizada em um desenho depende da complexidade do mesmo e da finalidade darepresentação, sendo tão suficientemente grande para permitir uma correta e fácil leitura do desenhoem questão. A escala aplicada decidira o formato de folha a ser utilizado. Os detalhes de um desenhopodem ser representados em vista detalhada numa escala maior. Praticando1- Complete a Tabela : 20
  17. 17. Dimensão da peça Dimensão do desenho Escala Tipo da Escala100 100 1:1 Natural200 1:5450 4535 7025 100150 30120 120350 7090 18080 5:1360 6050 2:160 1202- Em escala natural o tamanho do desenho técnico é .................... tamanho real da peça. a) maior que o; b) igual ao; c) menor que o.3- Na indicação da escala, o numeral à esquerda dos dois pontos representa as ............... a) lmedidas reais do objeto. b) medidas do desenho técnico.4-Em escala de redução o tamanho do desenho técnico é ............................tamanho real da peça; a) maior que o; b) igual ao; c) menor que o.5-Na escala de redução, o numeral à direita dos dois pontos d dois pontos é sempre................ a) maior que 1; b) igual a 1; c) menor que 16- Assinale com um X a alternativa correta: o tamanho do desenho técnico em a) escala de ampliação é sempre: b) igual ao tamanho real da peça; c) menor que o tamanho real da peça;7 -Este desenho técnico está representado em escala natural. 21
  18. 18. a) As medidas lineares do desenho são duas vezes menores que as medidas da peça representada. b) A abertura do ângulo está ampliada em relação ao tamanho real do ângulo. c) As medidas básicas desta peça são 13 mm, mm 8 mm e 9 mm8 - Vamos utilizar o escalimetro100 (%) 0 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 (cm)200 (%) 0 6 12 18 24 30 36 42 48 54 60 (cm)250 (%) 0 7,5 15 22,5 30 37,5 45 52,5 60 67,5 75 (cm)300 (%) 0 9 18 27 36 45 54 63 72 81 90 (cm)400 (%) 0 12 24 36 48 60 72 84 96 108 120 (cm)500 (%) 0 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150 (cm) 22
  19. 19. Módulo 6: Primeiros TraçosAtualmente existem muitas formas de representar tecnicamente um objeto. Essas formas foramcriadas com o correr do tempo, à medida que o homem desenvolvia seu modo de vida. Uma dessasformas é a perspectiva.Perspectiva é a técnica de representar objetos e situações como eles são vistos na realidade de acordocom sua posição, forma e tamanho.Pela perspectiva pode-se também ter a idéia do comprimento, dalargura e da altura daquilo que é representado. As representações são de acordo com a visão de quedesenhou, sendo resguardado as proporções do que foi representado.Existem vários tipos de perspectiva. Neste curso estudaremos apenas a perspectiva Isométrica.A perspectiva Isométrica mantém as mesmas medidas de comprimento, largura e altura do objeto.Para estudar a perspectiva Isométrica é necessário conhecer ângulo e a maneira como ele érepresentado.Ângulo é a figura geométrica formada por duas semi-retas com a mesma origem.O grau é cada uma das 360 partes em que a circunferência é dividida.A medida em graus é indicada por um numeral seguido do símbolo de grau., sua leitura é feita nosentido anti-horárioNos desenhos em perspectiva Isométrica, os três eixos isométricos (x,y,z) formam entre si ângulos de120o . Os eixos oblíquos formam com a horizontal ângulos de 30o .Qualquer linha paralela a um eixo Isométrico é chamada de linha Isométrica. x,y,z, - eixos isométricos r,s,u - linhas isométricas 23 Receita de Bolo
  20. 20. Trace levemente, à mão livre, os eixos isométricos e indique o comprimento, a largura e a alturasobre cada eixo, tomando como base as medidas aproximadas do prisma representado na figuraanterior.A partir dos pontos onde você marcou o comprimento a altura trace duas linhas isométricas que secruzam. Assim ficará determinada a face da frente do modelo.Trace agora duas linhas isométricas que se cruzam a partir dos pontos onde você marcou ocomprimento e a largura. Assim ficará determinada a face superior face superior face superior facesuperior face superior do modelo.E, finalmente, você encontrará a face lateral do modelo. Para tanto,basta traçar duas linhasisométricas a partir dos pontos onde você indicou alargura largura e a altura alturaApague os excessos das linhas de construção, isto é, das linhas e dos eixos isométricos que serviramde base para a representação do modelo. Depois, é só reforçar os contornos da figura e está concluídoo traçado da perspectiva isométrica do prisma retangular. 24
  21. 21. Praticando1 - Enumere a ordem correta para a confecção da Perspectiva2 - Copie as perspectivas a mão livre 25
  22. 22. 26
  23. 23. 3 - Treinar com peças reais fornecidas pelo instrutor 27
  24. 24. Módulo 7 : Eu. O Observador Baseado na NBR 10067Condições específicas a) vista na direção a: vista frontal ou elevação b) vista na direção b: vista superior ou planta c) vista na direção c: vista lateral esquerda d) vista na direção d: vista lateral direita e) vista na direção e: vista inferior f) vista na direção f: vista posterior a) Elevação: fixada ao centro b) Planta: logo abaixo c) vista esquerda: à direita d) vista direita: à esquerda e) vista inferior: à cima f) vista posterior: à direita ou à esquerda, da forma que for mais conveniente Os Planos Os diedros 28
  25. 25. Atualmente, a maioria dos países que utilizam o método mongeano adotam a projeção ortográfica no1 11 11º diedro. No Brasil, a ABNT recomenda a representação no 1º diedro Entretanto, algunspaíses, como por exemplo os Estados Unidos e o Canadá,representam seus desenhos técnicos no 3ºdiedro O símbolo do método do 1O diedro ‘representado abaixo: Não podendo posicionar as vistas de acordo com o método do 1o diedro, utilizar-se de setasindicando a vista mostrada. Escolha das vistas A vista mais importante de um objeto é a frontal Selecionar as vistas de acordo com os critérios abaixo: o limitar ao máximo o número de vistas o evitar repetição de detalhes; o evitar linha tracejadas desnecessárias Vistas especiais São as vistas onde o eixo inclinado não permite a correta interpretação da vista., utiliza-se a vistano mesmo plano do eixo referenciado por uma seta na vista que se projeta e a indicação da vista. . Os passos para obtenção das projeções principais o Elevação o Planta o Vista lateral esquerda Projetar nos planos do 1o diedro Isolar as projeções do objeto 29
  26. 26. trazer os três planos no mesmo plano.Apresentação das três vista de forma eqüidistanteVistas no 3o diedro Praticando 30
  27. 27. 1 - Desenhe a Mão livre as Projeções das peças abaixo2 - Analise a perspectivas representada abaixo e assinale com um X as vistasortográficas correspondentes. 31
  28. 28. 32
  29. 29. 3 - Desenvolva as projeções desta peça 33
  30. 30. Módulo 8 : O que tem ai dentro ? Baseado na NBR 10067Os corte são utilizados em peças ou conjuntos, para facilitar a leitura de detalhes internos, visto que,através das vistas normais, esses mesmos detalhes, representados por linhas tracejadas, seriam dedifícil interpretação, ou mesmo ilegíveisNos desenhos mecânicos, as superfícies atingidas pelos cortes são hachuradas ( traços finos,geralmente inclinados a 45O .O plano de corte é substituído nos desenhos , por linhas de corte.As vistas não atingidas pelo corte, permanecem com todas as linhas em projeção normal.As setas, indicam a posição em que a vista em corte está sendo observada.Pode- se aplicar alguns tipo de corte para uma peçaMas sempre seguindo as direções, longitudinal, horizontal e transversal.Corte TotalÉ o corte aplicado em apenas um plano da peça, ou seja seguindo a linha de corte apenas umadireção. 34
  31. 31. 35
  32. 32. Corte compostoÉ a soma de dois ou mais cortes totais. Ou seja quando se necessita mostrar detalhes que estejam emposições diferentes, 36
  33. 33. Corte ParcialNos corte parciais apenas a parte onde se localiza o detalhe que se quer mostrar é cortada, nãohavendo a necessidade de aplicar um corte total 37
  34. 34. Meio corteO meio corte é muito utilizado no desenho de peças simétricas, por apresentar a vantagem e mostrar,numa mesma vista, os detalhes externos e internos,Nesse tipo de corte o plano é dobrado perpendicularmente conforme exemplo abaixo: 38
  35. 35. 39
  36. 36. Módulo 9 : Cada desenho , um Recurso......Baseado na NBR 10067SeçãoIndicam, de modo prático e simples, o perfil de certas peças ou de parte delas, dispensando, muitasvezes, outras vistas. Podem ser traçadas sobre a própria vista.Exemplo de peças de várias Seções diferentesOutro Exemplo: 40
  37. 37. Uma Cantoneira com Seções Internas e ExternasRuptura ou encurtamento 41
  38. 38. Em peças compridas de seção uniforme (igual), procede-se como se mostar na figura abaixo, usandoa linha de ruptura, que´é convencionada para cada forma de material de que é feita a peça. PraticandoExercício 1 42
  39. 39. Exercicio 2 43
  40. 40. Exercício 3Exercício 4 44
  41. 41. Módulo 10: Sempre estamos vendo.....Baseado na NBR 10067A Norma NBR 10067 apresenta recursos que pode ajudar no esclarecimento da peça desenhada.Acompanhe: Vista Auxiliar Corte Obliquo DetalheVista AuxiliarUsada em plano inclinados para evitar a deformação das vistas. Costumamos desenhar uma outravista na mesma direção desse plano assim evitando a deformação dos pontos.Exercício 1 45
  42. 42. Corte ObliquoUsado em peças com plano de corte inclinado, o corte aparece como se fosse um plano só.Antes Depois 46
  43. 43. DetalheUsado para dar destaque em partes essenciais da peça, geralmente em escala diferenteOmissão de CorteAs vistas que não apresentam detalhes e/ou cotas relativas ao entendimento da peça podem seromitidas.Normalmente isso ocorre em peças cilíndricas, principalmente com os EixosRepresentações EspeciaisEm algumas peças precisamos mostrar detalhes internos , podemos então nos utilizar de outrasrepresentações. 47
  44. 44. Módulo 10: Sempre estamos vendo.....Baseado na NBR 10067A Norma NBR 10067 apresenta recursos que pode ajudar no esclarecimento da peça desenhada.Acompanhe: Vista Auxiliar Corte Obliquo DetalheVista AuxiliarUsada em plano inclinados para evitar a deformação das vistas. Costumamos desenhar uma outravista na mesma direção desse plano assim evitando a deformação dos pontos.Exercício 1 45
  45. 45. Corte ObliquoUsado em peças com plano de corte inclinado, o corte aparece como se fosse um plano só.Antes Depois 46
  46. 46. DetalheUsado para dar destaque em partes essenciais da peça, geralmente em escala diferenteOmissão de CorteAs vistas que não apresentam detalhes e/ou cotas relativas ao entendimento da peça podem seromitidas.Normalmente isso ocorre em peças cilíndricas, principalmente com os EixosRepresentações EspeciaisEm algumas peças precisamos mostrar detalhes internos , podemos então nos utilizar de outrasrepresentações. 47
  47. 47. Módulo 11: Medidas Extremas baseado na NBR 10126Cotagem é a indicação das medidas da peça em seu desenho. Para a cotagem de um desenho sãonecessários três elementos; A. linha de cota B. linha auxiliar C. cotaO desenho, além de mostrar as formas da peça e as informações completares. Deve conter, também,as suas medidas. Isto é o que chamamos de dimensionamento ou cotagem.A cotagem deve ser iniciada pelas medidas externas da peça,, conforme o desenho abaixo;1 - As cotas devem ser colocadas de modo que o desenho seja lido da esquerda para a direita e debaixo para cima, paralelamente à dimensão cotada. 2- Em desenho mecânico, normalmente a unidade é o milímetro (mm), sendo dispensada a colocação do símbolo junto ao valor numérico da cota. Se houver o emprego de outra unidade, colocaremos o respctivo símbolo. 48
  48. 48. 3 - evite colocar cotas em linhas tracejadasCotagem de peças simétricasA utilização de eixo de simetria em peças simétricas, facilita e simplifica a cotagem, conformeexemplo abaixo.Cotagem por meio de face de referênciaTodas as cotas partem de uma única face.Cotagem de raios e diâmetros 49
  49. 49. Quando Na vista cotada , for evidente que se trata de diâmetro ou raio , os respectivos símbolosdevem ser dispensados.Quando a linha de cota não atinge o centro do arco ou ultrapassa, coloca-se ( R ) .Em peças cônicas, as linhas de extensão podem ser traçadas obliquamente conforme os exemplos:Duas diagonais cruzadas, significam superfícies planas obtidas em elementos cilíndricos.Cotagem em espaços reduzidosPara cotar em espaços reduzidos, coloque as cotas conforme os desenhos abaixo, observando que,não havendo lugar para setas, estas serão substituídas por pontos.Cotagem de Ângulos 50
  50. 50. Cotagem de Chanfros 51
  51. 51. Praticando1 - Analise o desenho técnico e responda a às questões a seguir.a) Escreva dentro dos quadradinhos as letras correspondentes a cada elemento de cotagem.( ) Linha de cota( ) Linha auxiliar de cota( ) Cotab) Escreva as cotas básicas de:comprimento: ________________ _________________altura: __________________________largura: ____________________________e) Escreva as cotas que determinam o tamanho do rasgo: _______ e _______d) Escreva a cota que determina a localização do rasgo -______e) Escreva as cotas que determinam o tamanho do rebaixo _______ e ______2 Complete as frases, escrevendo as palavras faltantes sobre as linhas indicadas.a) As linhas auxiliares de cota não encostam nas linhas do ______________________b) A linha de ________________ encosta na linha auxiliar de cota.c) A linha _______________________ ultrapassa a linha de cota.d) A ________________ não encosta na linha de cota.e) A linha de _________ é uma linha _________ e tem setas nas extremidades.f) Na linha oe cota verticais a cota deve ser escrita de baixo para _______________do lado _______________ da linha de cota.g) Na linha de cota horizontal a cota deve ser escrita da ______________________e sobre a linha decota. 52
  52. 52. Regras gerais para Cotagem a) as cotas devem ser distribuídas entre as vistas b) cada vista deverá ter no mínimo uma cota. c) a linha auxiliar deverá ficar distante do desenho mais ou menos 1 mm, e ir além das setas maisou menos 2 mm. d) as setas deverão encostar na linha auxiliar ou no desenho da peça, não ultrapassando-as e) as linha de cota deverão ficar distantes do desenho, e uma da outra mais ou menos 9 mm f) não cruzar as linha de cota, com exceção dos centros formados por duas linhas de centro ( pontoneutro). g) não cotar linhas tracejadas h) não repetir medidas. i) cotar primeiro as medidas totais e depois as parciais j) o valor numérico não deverá encostar na linha de cota. h) o valor numérico não deverá ser separado e nem tocado por nenhum tipo de linha ( é inviolável). j) o valor numérico deverá ser colocado sobre a linha de cota ( quando for horizontal) e do ladoesquerdo (quando for vertical). l) cotar somente o necessário e suficiente para a interpretação do desenho ( para a execução dapeça) m) colocar a cota o mais próxima da superfície a ser cotada 53
  53. 53. Módulo 12: Tolerância Zero... Resumo Informativo - DIN - 7160TolerânciaLimites de erro permissível na obtenção de uma cota na usinagem de uma peça.Para entendermos melhor esses limites devemos relembrar os três tipos de cotas existentes em umdesenho.Tipos de cotasCota Funcional: Medida indispensável para o funcionamento correto da peça no conjunto, necessitade uma tolerância para sua obtenção.Cota Não funcional: Medida que não interfere no funcionamento da peça, em geral não necessitatolerância.Cota Auxiliar: Medida dada em um desenho que auxilia na interpretação do desenho, algumas vezesutiliza-se tolerância.Tipos de tolerânciaNormal + 0,015 ( Limite Superior ) - 0,025 ( Limite Inferior ) 50 Intervalo : 49,975 até 50,015 mm Zero Superior + 0,015 ( Limite Superior ) 50 ( Limite Inferior ) Intervalo : 50,000 até 50,015 mm O zero não é mencionado Zero Inferior ( Limite Superior ) - 0,025 ( Limite Inferior ) 50 Intervalo: 49,975 até 50,000 mm Simétrica + 0,2 ( Limite Superior ) - 0,2 ( Limite Inferior ) 50 Intervalo: 49,80 até 50,20 mm Um exemplo 54
  54. 54. Quando não está expressa o valor da tolerância ?Em geral:Utiliza-se a tolerância como unidade do último número da forma simétrica 215±1 32,5±0,1Cuidado ! 35,5±0,1 + 35,5±0,1 = 70±0,2Muitas empresas utilizam tabelas seguindo a forma acima descrita, com algumas alterações deprocesso para processo.Ajustes e encaixesOs afastamentos são desvios aceitáveis das dimensões nominais, para mais ou menos, que permitem aexecução da peça sem prejuízo para seu funcionamento e intercambiabilidade. Ajustes : Fixação de tolerância às peças que se encaixam de forma de fazê-lo corretamente Ajuste (IT) limite superior (eixo) - limite inferior (furo) limite superior (furo) - limite inferior (eixo) 55
  55. 55. Segundo a ISO Os ajustes podem ser : •- de Precisão •- Fino •- Liso •- GrossoTipos de encaixe •- Pressão - fortemente unidas ( por prensa) •- Forçado - Não há rotação entre as peças •- Arrasto - com martelo •- Aderente - Não há rotação mas há fácil desmonte axial •- Entrada suave - Desmontável na mão •- Deslizante : à mão •- jogo livre justo a outra •- jogo livre •- jogo ligeiro •- jogo forteNomenclaturas e Observações H - furos (letras maiúsculas) h - eixos (letras minúsculas) de A - Z Campo de tolerância de 1 a 16 IT As unidades são dadas em µ 56
  56. 56. 57
  57. 57. 58
  58. 58. Praticando 59
  59. 59. Módulo 13: Minha GeometriaBaseado na NBR 6409As tolerâncias de forma e posição pare ser adicionadas às tolerâncias ae dimensões para assegurarmelhor função e intercambiabilidade nas peças.As tolerâncias de forma imitam os afastamentos de um dano elemento em relação à sua formageométrica ideal.Simbologia utilizada;As tolerâncias de posição imitam os afastamentos da posição mútua de dois ou mais elementos porrazões funcionais ou para assegurar uma interpretação inequívoca. Geralmente um deles é usado 60
  60. 60. como referência para a indicação das tolerâncias. Se for necessário, pode ser tomada mais de umareferência.O elemento de referência deve ser suficientemente exato e, quando necessário, indica-se também umatolerância de forma.As tolerâncias estão relacionadas à dimensão total dos elementos, a não ser no caso de exceções,indicadas no desenho (por exemplo: 0,02/100 significa que a tolerância de 0,O2mm é aplicada numaextensão de l00 mm de comprimento, medida em posição conveniente no elemento controlado). Se aindicação tem como referência eixos ou planos de simetria, a seta de indicação ou o triângulo dereferência nevem ser colocados sobre a tinha cm cota.Caso a indicação esteja relacionada como uma superfície ou linhade contorno, a seta de indicação ou o triangulo de referência nãodevem ser colocados sobre a linha de cota. Praticando 61
  61. 61. 62
  62. 62. Módulo 14: Superficial , Eu ? Baseado na NBR 84041 - Introdução A importância do estado de acabamento superficial aumenta à medida que cresce a precisão deajuste entre peças a serem acopladas. Somente a precisão dimensional e a precisão de forma e posiçãonão são suficientes para garantir a funcionalidade do conjunto acoplado. É fundamental para muitas peças. A especificação do acabamento das superfícies, através darugosidade superficial.2 - Efeitos da rugosidade A rugosidade desempenha um papel muito importante no comportamento das peças mecânicas.Ela condiciona: - A qualidade de deslizamento; - A resistência ao desgaste; - A possibilidade de ajuste do acoplamento forçado; - A resistência oferecida pela superfície ao escoamento de fluídos e lubrificantes; - A qualidade de aderência que a estrutura oferece às camadas protetoras; - A corrosão e a resistência à fadiga; - A vedação; - A aparência. O acabamento superficial é medido através de rugosidade superficial que sua vez, é expressa emmicrons. Rugosidade superficial (Rmáx) 2,5 microns R máx = Rugosidade superficial máxima Em diversos países, foram desenvolvidos critérios de medida, que deram origem a várias normas,tais como a norma ISSO 1302 ou P-NB-13 da ABNT. A rugosidade necessária para o bom funcionamento dos conjuntos mecânicos é especificada nosdesenhos através de simbologia normalizada.3 - Sistemas de medição de rugosidade superficial.A) Desvio médio aritmético - Ra É a medida aritmética dos valores absolutos das ordenadas do perfil em relação à linha média xnum comprimento (L) de amostragem. 63
  63. 63. B) Altura das irregularidades de 10 pontos RZ Em um comprimento (L) de amostragem, é a diferença entre o valor médio dos cinco pontos maissalientes e o valor médio dos cinco pontos mais reentrantes medidos a partir de uma linha paralela àlinha média. Esta linha paralela à média. Esta linha paralela não intercepta o perfil.C) Altura máxima das irregularidades - Rt É a distância entre duas linha paralelas à linha média a que tangenciam a saliência maispronunciada e a reentrância mais profunda. Esta distância é medida num comprimento (L) deamostragem.4 - Simbologia de acabamento superficial A simbologia de acabamento superficial pode ser representada por meio de sinais convencionaisou por meio de valores de rugosidade.Sinais Convencionais De acordo com NBR-6402 e DIN 3141, a especificação de acabamento nos desenhos por meio desinais convencionais é feita conforme a relação abaixo. 64
  64. 64. A indicação da rugosidade em Rz deve ser colocada à direita e abaixo do símbolo. Especificações especiais devem ser colocadas acima da linha de símbolo.5 - Representação dos símbolos no desenho no desenho Os símbolos e inscrições devem estar orientados de maneira que possam ser lidos tanto com odesenho na posição normal, com pelo lado direito. Se necessário o símbolo pode ser interligado com a superfície por meio de uma linha de indicaçãoque deve ser provida com seta na extremidade junto à superfície. O vértice do símbolo ou seta, sempre pelo lado externo, devem tocar o contorno da peça ou tocaruma linha de extensão que é um prolongamento do contorno. 65
  65. 65. 6 - Valores de Rugosidade De acordo com a NBR 8404 e DIN 1302, a especificação de acabamento nos desenhos por meiode valores de rugosidade é feita junto com os símbolos que indicamos processo de obtenção desuperfície, conforme a relação abaixo. Se na mesma peça, houver superfícies com o mesmo grau de acabamento, os símbolos serãocolocados em destaque ao lado do desenho. Especificação de acabamento por meio de sinais convencionais. Especificação de acabamento por meio de valores de rugosidade. Quando, numa peça houver diferentes graus de acabamento, consideramos um dos graus,geralmente aquele que mais se repete, como acabamento geral, e o colocamos em destaque ao lado dodesenho. Os demais serão colocados tanto no desenho como também dentro dos parênteses. Especificação de acabamento por meio de sinais convencionais, Especificação de acabamento por meio de valores de rugosidade7 - Rugosidade de superfícies usinadas Correspondência entre as normas ABNT e ISSO 66
  66. 66. Tabela de símbolos, grupos e classes de rugosidades.Exercício: Analisando o desenho técnico responda as perguntas a seguir ;1 - que classe de rugosidade a maioria das superfícies da peça deverá receber ?2 - Que outras classes de rugosidade a peça deverá receber ?3 - Que tratamento a peça deverá receber ? 67
  67. 67. 68
  68. 68. Módulo 15 : Encaixando e Desencanando..... Baseado na Norma 8993DefiniçõesRosca É o conjunto de reentrâncias e saliências, com perfil constante, em forma helicoidal, que sedesenvolvem, externa ou internamente, ao redor de uma superfície cilíndrica ou cônica. ♦Filetes: São essas saliências ♦Vãos: São essas reentrânciasCaracterísticas das RoscasA - Entrada É o início da rosca. As roscas podem ter uma ou mais entradas, influenciando diretamente noAvanço mais rápido da porca ou do parafuso.B - Avanço É a distância que o parafuso ou porca percorre em relação ao seu eixo, quando completa umarotação.C - Rotação É uma volta completa do parafuso ou da porca em relação ao seu Eixo. Quando o Avanço tem seuvalor igual ao valor do passo o parafuso é de uma entrada. 69
  69. 69. D - Passo Distância entre dois filetes ConsecutivosSentido da Rosca♦ Rosca Direita: Parafuso ou porca gira no sentido Horário.♦ Rosca Esquerda: Parafuso ou porca gira no sentido Anti-Horário 70
  70. 70. 71
  71. 71. 72
  72. 72. 73
  73. 73. Módulo 16: Elementos Padronizados Como já foi dito anteriormente o desenhista ou projetista ao elaborar um conjunto, sempre têmcomo referência algumas idéias. Em relação aos elementos de máquinas, pode-se dizer a mesmacoisa, já que vários elementos são comercializados nacionalmente, segundo a norma da ABNT,atendendo aos mais variados usos. Os principais são: •Parafusos e elementos de fixação em geral (Porca, Arruela, Pinos, Rebites) •Molas •Chavetas •Engrenagens •Polias e correiasEspecificação Técnica Como estes elementos são adquiridos no mercado, através do comprador de sua empresa, suaespecificação, ou seja sua descrição técnica, deve ser feita corretamente atendendo aos itens abaixo: - Dimensões - Material - Código do Fabricante - Quantidade - NBR1 - Parafuso de Cabeça e porca Sextavada (Métrica) Proporções para o Desenho Rosca Métrica (M) Perfil Triangular -ISO NB-97 Md di (núcleo) Passo (P) (diametro) 4 3,141 0,7 6 4,773 1 8 6,466 1,25 10 8,160 1,5 12 9,833 1,75 14 11,546 2 16 13,546 2 18 14,933 2,5 20 16,933 2,5 22 18,933 2,5 24 20,319 3 30 25,706 3,5 36 31,093 4 42 36,479 4,5 48 41,866 5 56 49,252 5,5 60 53,252 5,5 64 56,639 6 2 - Parafuso com Cabeça Cilíndrica e sextavado interno (Hallen) d (M) A B A1 B1 D1 C D D1 5 5 8 6 8,5 5 3 5/32 6 6 9,5 8 10 6,5 4 3/16 1/8 8 8 11 9 12 8,2 5 7/32 5/32 10 10 14 11 14,5 9,8 5,5 5/16 5/16 11 11 16 12 16,5 11,4 7,5 5/16 7/32 13 13 19 14 19,5 13 8 3/8 ¼ 16 16 22 17 23 16,1 10 ½ 5/16 19 19 25 20 26 19,3 11 9/16 3/8 74
  74. 74. 22 22 28,6 23 29 22,5 13 9/16 ½ 25 25 33,4 27 34 25,7 15 5/8 9/16 3 - Mola Dispositivo mecânico, geralmente feito de aço ou nepreme , com que se dá impulso ou resitênciaao movimento de uma peça - Tipos de Molas •Helicoidal de compressão •Helicoidal de tração •Cônica •Espiral 75
  75. 75. 4 - Rebites O rebite é feito de Material Resistenet e dúctil como o aço, o latão ou alumínio. É empregado nasuniões permanentes de chapas e perfis laminados. Tipos e proporções 76
  76. 76. 5 - Chavetas Elemento que permite a união entre eixo e cubo numa transmissão. Geralmente é feito de aço. Consultar em Norma pelos: Diametro do eixo (D): de 3 a 4 Largura e Altura (bxh) : 1 x 1,4 Rasgo (t e ti): 0,9 , D +0,6 L : 3,82 d:4 6 - Polias e CorreiasPolias são peças cilíndricas usadas para transmitir movimento de Rotação por meio de correias 77
  77. 77. Tabela de Dimensões sob Consulta 7 - RolamentosSão elementos utilizados para dar apoio a um eixo.Abaixo os principais tipos 78
  78. 78. Rolamentos de;EsferasRolosRoletesEspecificação:Nome do fabricante:Medidas do eixo:Número do catalogo:Diametro do Rolamento:Diametro externo:Espessura do rolament - EngrenagensSão Rodas que recebem e transmitem movimento de transmissão. 79
  79. 79. Módulo 17: Interpretando ....Ao deparar com um desenho técnico as preocupações que devemos ter é olhar e compreender.Para tanto devemos conhecer a forma e os sinais envolvidos nas representações das peçasEste capitulo tem por fim testar os conhecimentos a partir do conhecimento adquirido até agora com ainterpretação de alguns desenho propostos.Receita : Passo 1 : Olhar na legenda do Desenho e ver do que ao que corresponde o desenho, se é de Produção (Detalhe) ou de Montagem (Conjunto) Passo 2 : Verificar se o desenho é válido com consulta a documentação Passo 3 : Visualizar Escala e nome da Peça e Material Bruto se houver Passo 4 : Verificar as Vistas e ter certeza que está enxergando corretamente a peça Passo 5 : Olhar detalhes de Produção como Tolerâncias e Acabamento Superficial. Passo 6: Se for desenho de conjunto verificar o entendimento da montagem e verificar os encaixes 80Exercício 1
  80. 80. 1.Qual é o nome da Peça ?2.Quais são as 3 medidas principais da peça ?3. Qual o tipo de acabamento geral esperado para esta peça ?4. Que tipo de material indica o hachurado da peça ?5. Quantas vistas possui este desenho?6.Qual é a altura da parte estriada?7.O que está indicando a letra B ?8.Qual a tolerância dimensional geral do Desenho ? 81Exercício 2
  81. 81. MAT: AÇO ABNT 1010/1020 3/8”X75 FERRAMENTA DE CORTE DATA: 10/01/02 ESCALA: 1:1 DES: No 10031.Qual é o nome da Peça ?2.Qual é o material empregado na fabricação ?3. O que está sendo indicado nas cotas:75:3O.:6O.:10:N6:4. O que significa o símbolo º ?5. A peça é plana ou cilíndrica ?6. Quantos Rebaixos tem a peça ?7. O que significa a Indicação AA no desenho ?8.Quantas cotas angulares tem na peça ? 82Exercício 3
  82. 82. MAT: Aço ABNT 1010 1 1/8” x 112 Eixo com Rebaixos DATA: 10/01/02 ESCALA: 1:1 DES: No 10011.Qual é o nome da Peça ?2.Qual é o material empregado na fabricação ?3. O que está sendo indicado nas cotas:110:30:∅47:∅24∅26:4. O que significa o símbolo ∅ ?5. A peça é plana ou cilíndrica ?6. Quantos Rebaixos tem a peça ?7. Esta peça necessita de uma segunda vista ?8.Que informações faltam para a Fabricação ? 83Exercício 4
  83. 83. MAT: AÇO ABNT 1040/1050 ∅1/2 X 115 PUNÇÃO DE BICO DATA: 10/01/02 ESCALA: 1:1 DES: No 10041.Qual é o nome da Peça ?2.Qual é a escala do desenho?3. Qual é o acabamento geral da peça ?4. Qual é o angula da Ponta ?5. Qual é o comprimento do recartilhado ?6. Qual é a dimensão Max e mínima do Comprimento ?7. Quantas medidas angulares tem o desenho ?8.Qual a finalidade dos chanfros do recartilhado ? 84
  84. 84. Módulo 18 : Desenhando para ProduzirDesenho Definitivo É o desenho utilizado dentro das indústrias para a confecção de peças, e ou montagem emconjunto das mesmas.Requisitos: Ser Feito Com Instrumentos de Desenho Conter todas as informações para a execução da peça Deve ter Rótulo e lista de peças ( Conjunto legenda). Deve conter identificação de cada peça (caso do desenho de conjunto e subconjunto)LegendaPreenchendo a legenda: Utilizar somente caligrafia técnica Demonstrar o método de projeção pelo símbolo apropriado.TraçadoDesenho de Detalhe Etapa 1: Esboço Cotado como das vistas Etapa 2: Escolha da Escala Etapa 3: Escolha do modelo apropriado de folha Etapa 4: Traçar Projeções de forma centralizada em relação a área de Desenho. Etapa 5: Colocar todas as informações (Cotas, Sinais de Usinagem, Etc...) Etapa 6: Identificar por um número a peça desenhada e completar a legenda.O que não pode ser esquecido ? Geometria : é o jeitão da peça a ser fabricada deve estar claro e se necessário for esclarecido com cortes e seções. Dimensionamento : é o tamanho da peça a ser produzida é muito importante notar se a cotagem corresponde a todos os detalhes da peça, ou seja , cada chanfro, cada furo, seus dimensionamentos e localização. Tolerâncias : Informar sempre até onde o operador pode considerar sua peça boa ou não.Exercício : Fazer o desenho abaixo com todas as informações para a produção 85
  85. 85. 86
  86. 86. Módulo 19 : Montando parte a parteDesenho DefinitivoÉ o desenho utilizado dentro das indústrias para a confecção de peças, e ou montagem em conjuntodas mesmas. Ser Feito Com Instrumentos de Desenho Conter todas as informações para a execução da peça Deve ter Rótulo e lista de peças ( Conjunto legenda). Deve conter identificação de cada peça (caso do desenho de conjunto e subconjunto)Preenchendo a legenda: Utilizar somente caligrafia técnica Demonstrar o método de projeção pelo símbolo apropriado. Lista de PeçasDesenho de Conjunto ou subconjuntoO que é montagem ?A montagem tem por objetivo maior a construção de um todo, constituído por uma série de elementosque são fabricados separadamente.Esses elementos devem ser colocados em uma seqüênciacorreta,isto é, montados segundo normas preestabelecidas, para que o todo seja alcan-çado e venha a funcionar adequadamente. Em manutenção mecânica, esse todo é representado pelosconjuntos mecânicos que darão origem às máquinas e equipamentos. 87
  87. 87. Ao Desenhar o Conjunto de uma Peça é muito importante, antes de começar, saber algumas Coisas 88
  88. 88. Funcionamento: A indústria Mecânica fabrica mecanismos com as mais variadas aplicações, edevemos conhecer os principais Grupos :Fixação : Tem por objetivo dar fixação a algum objeto. Ex, Morsa .Transmissão : Fazer a transmissão de energia mecânica entre dois pontos, Ex. Etapa 1: Esboço do conjunto Cotado pelas dimensões máximas como das vistas Etapa 2: Escolha da Escala Etapa 3: Escolha do modelo apropriado de folha Etapa 4: Traçar a Projeção do corpo base do desenho do conjunto de forma centralizada em relação a área de Desenho, acrescentando as peças restantes nos seus devidos lugares. Etapa 5: Colocar todas as informações necessárias a montagem e à divulgação Comercial ( Cotas de Dimensões Funcionais e ou Montagem.) Etapa 6: Identificar por um número a peças desenhadas e completar a legenda .Qualidade do DesenhoA - Preocupações Básicas de Desenhos executados em prancheta: ♦ Limpeza ♦ Organização das Informações ♦ Correção das Informações ♦ Clareza da Escrita ♦ Obediência às Normas Regidas Pela ABNT. ♦ Cotagem Correta em sincronia com o processo de produçãoB - Preocupações Básicas de Desenhos executados em CAD: ♦Sobreposições de linhas não acontecerem. ♦Espaço ocupado pelo Desenho na Memória da máquina. ♦Plotagem dentro das Normas ABNT. Exercício : Construção dos desenhos de Fabricação e Conjunto de um Mancal 89
  89. 89. Peças; 90
  90. 90. 91
  91. 91. AULA 20 : Encerrando o Curso....Parte 1: Teoria (30 PONTOS) Parte 2 : Interprete (35 Pontos)1 - O que significa ABNT ? 6 - A caligrafia técnica da Norma ABNT exige; a) Associação Brasileira das Normas Trabalhistas a) legibilidade, uniformidade e distinção entre caracteres b) Associação Beneficiente das Normas Técnicas b) legibilidade e distinção entre caracteres c) Associação Brasileira das Normas Técnicas c) apenas uniformidade d) Aliança Brasileira das Normas Técnicas d) apenas legibilidade2 - Norma Básica para a construção de Desenhos Técnicos que 7 - A linha de contorno de um desenho deve ser;trata das projeções e cortes a) continua estreita a) NBR 10067 b) continua larga b) NBR 10066 c) tracejada estreita c) NBR 8402 d) tracejada larga d) NBR 8403 8 - A linha de arestas não visíveis de um desenho devem ser;3 - O Meio Corte deverá ser Usado em peças; e) continua estreita a) Cilíndricas f) continua larga b) Cilíndricas e simétricas g) tracejada estreita c) simétricas h) tracejada larga d) quaisquer 9 - A linha de cota representa;4 - Sobre o corte parcial o correto é dizer; a) a medida de um desenho a) mostra todo o plano de uma peça b) a distancia a ser medida b) mostra apenas uma seção desejada c) a medida que está sendo dimensionada c) mostra apenas detalhes desejáveis d) a construção das linhas d) mostra a vista pela metade 10 - Sobre as vistas projetadas de uma peça é correto afirmar5 - O recurso conhecido com encurtamento poderá ser usado a) são no numero de três; elevação, planta e Lateralsempre que; esquerda. a) peça comprida qualquer b) são no número de seis. b) peça comprida simétrica c) São três, mas quando preciso desenho uma a mais. c) peça qualquer d) São 7 se contando a vista auxiliar. d) peça comprida de mesma seção Parte 3 : No verso desta Desenhar a peça seguinte em três Vistas Escala 1:1 e com corte total na Vista Frontal. Desenhar Folha com Margem e Legenda. (35 pontos)1 O que significa o símbolo ∅ ?a) diâmetro b) Quadrático c) esférico d) simétrico2. A peça é:a)Plana b)Cilíndrica c)simétrica d)nda3. Quantos Rebaixos tem a peça ?a)1 b)2 c)3 d)44.Que informações faltam para a Fabricação ?a)material b)escala c)corte d)um furo5)Quantos ângulos possui a peça ?a)1 b)2 c)3 d)4 92
  92. 92. Dinâmica de Grupo : “Massa Falida”Imaginem a seguinte situação:Nossa Empresa está sob ameaça de Falência.O seu chefe lhe solicita uma decisão imediata, mediante as condiçõesabaixo; Curso de Atualização no exterior, que salvará a empresa. Período do Curso 3 meses Data para Inicio do curso : 01/10/2002 Idioma: Inglês. Quartos reservados : 2 Single, 1 double , 1 Casal Diária para Cada : Número de Vagas: 6 Pessoas que se inscreveram:12 Abaixo há uma relação das doze pessoas interessadas em ir no curso:a) Um torneiro mecânico, com 40 anos de idade, narcótico viciado;b) Um advogado, com 25 anos de idade;c) A mulher do advogado, com 24 anos de idade, que acaba de sair domanicômio e os dois só aceitam ir juntos;d) Um Gerente, com idade de 65 anos; a um ano da aposentadoria.e) Uma faxineira com caso com o gerente, com 34 anos de idade; Que faz 2cursos no Senai, À noitef) Um Office Boy, com 20 anos de idade, que fala fluentemente o idiomainglês;g) Uma universitária filha do dono da empresa;h) Um Engenheiro, com 28 anos de idade, que só aceita entrar no curso sepuder levar 10% de aumento;i) Um Desenhista Católico fanático, com 19 anos de idade;j) Uma menina com 17 anos de idade, estagiária e com baixo Q.I.;k) Um Vendedor técnico homossexual, com 47 anos de idade;l) Uma Modelador , com 32 anos de idade, que sofre de ataques epilépticos.Cabe ao Grupo:1-Eleger um líder para esta Atividade2-Escolher uma pessoa para relatar as atividades3-Escolher as 6 Pessoas.4-Descrever no mínimo 10 atitudes para o Êxito da Atividade5-Dividir as Atividades entre os membros do grupo.6-Apresentar o Resultado PROJETO.Os 6 Itens Acima devem estar descritos em uma Folha A4.Todos os itens já pré estabelecidos pelo Chefe não são negociáveis.As ações do grupo devem conter 3 momentos diferentesAntes, Durante e depois do cursoDuração da Atividade : 1 hora 93
  93. 93. Projeto: Desenvolver o Projeto desse Sistema de Roda 94
  94. 94. Bibliografia NBR 6371-Tolerância gerais de dimensões lineares e angulares. NBR 6405-Rugosidade das superfícies. NBR 6409-Tolerância de forma e tolerância de posição. NBR 8196-Emprego de escalas em desenho técnico. NBR 8402-Execução de caracter para escrita em desenho técnico. NBR 3403-Aplicação de linhas em descidos - Tipos de linhas - Larguras das linhas. NBR 8404-Indicação do estado de superfícies em desenhos técnicos. NBR 8993-Representação convencional de partes roscadas em desenhos técnicos. NBR 10067-Princípios gerais de representação em desenho técnico NBR 10068-Folha de desenho - Leiaute e Dimensões. NBR 10126-Cotagem em desenho técnico. NBR 10582-Apresentação da folha para desenho técnico. NBR 10647-Desenho técnico. NBR 11145-Representação de moias em desenho técnico. NBR 11534-Representação de engrenagem em desenho técnico. NBR 12288-Representação simplificada de furos de centro em desenho técnico. NBR 12298-Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técnico. NBR 13104-Representação de entalhado em desenho técnico. NBR 13142-Dobramento de cópia de desenho técnico. 95

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