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Desenvolvimento Da Criança 6-12 anos
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Desenvolvimento Da Criança 6-12 anos

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Transcript

  • 1.  
  • 2. Eu chamo-me Diogo, tenho 9 anos e vivo em Barcelos. Ando no 2º ano. Gosto de jogar à bola e jogo bem. O meu melhor amigo chama-se Carlos, anda na escola de Anadia e tem 10 anos. De todos as matérias gosto mais da Matemática. Eu sou a Mafalda tenho 11 anos. Eu ando no 4º Ano mas sou uma menina repetente. Tenho o cabelo louro, olhos verdes, sou branquinha, alta e magrinha . A minha brincadeira preferida é andar de bicicleta, mas também gosto de brincar à macaca e ás “caçadinhas”. Sou o João e tenho 7 anos. Gosto de estudar, jogar playstation e andar de bicicleta. Quando for grande quero ser polícia.
  • 3.
    • A escola constitui a experiência central desta fase da vida e é fundamental para o desenvolvimento físico, cognitivo e sócio-emocional da criança.
    • O contexto escolar vai proporcionar à criança o contacto com a diversidade, através da interacção com as outras crianças e da aprendizagem de novos conhecimentos que a preparam para se relacionar com o mundo real.
  • 4.
    • Aos 5/6 anos, a criança possui as competências sensório-motoras básicas de que precisa para interagir com o meio.
    • Durante o período escolar, há melhorias na manutenção do equilíbrio, no controlo da postura, na coordenação, na precisão dos movimentos e um aumento da força, o que permite à criança ser mais autónoma nas tarefas do dia-a-dia e envolver-se numa maior variedade de actividades motoras.
  • 5. Sou capaz de
  • 6.
    • Até aos 7 anos, os jogos físicos de lutas e perseguições acompanhados de risos e gritos são os preferidos da criança.
    • Entre os 7 e os 11 anos as crianças tendem a envolver-se mais em jogos de regras, como por exemplo, a macaca, as escondidas, o jogo do gato e do rato, etc.
  • 7.
    • À medida que as crianças experienciam o movimento e desafiam as suas capacidades físicas, vão conhecendo os limites do seu próprio corpo (esquema corporal).
  • 8.
    • A percepção da posição do nosso corpo, das partes que o constituem e a consciência do movimento realizado são importantes para o desempenho motor em certas actividades, como tocar um instrumento e jogar desportos de bola.
    • Através do treino, aos 10 anos as crianças podem atingir um nível de execução elevado.
  • 9.
    • No início do período escolar, as crianças já são menos egocêntricas e são capazes de usar operações mentais para resolver problemas concretos.
    • No entanto, ainda não são competentes nas operações formais e pensamento abstracto, capacidades características da adolescência .
  • 10.
    • Entre os 7 e os 12 anos, realizam muitas tarefas a um nível cognitivo mais elevado:
    No final do período escolar a criança estará prestes a adquirir o pensamento abstracto. Usam o raciocínio lógico Compreendem a relação entre o todo e as suas partes Compreendem a conservação da matéria (aos 7/8 anos), do peso (9/10 anos) e do volume (12 anos). Ordenam os objectos de acordo com uma dimensão Operam com números
  • 11.
    • Estas aquisições cognitivas preparam a criança para frequentar o ensino formal, onde aprende a Língua Portuguesa, a Matemática, as Ciências Naturais, a História e os trabalhos manuais.
    • Verifica-se o desenvolvimento da linguagem, a nível da compreensão e da expressão, o que facilita a comunicação com o outro.
  • 12.
    • A capacidade de organizar as acções através de uma sequência lógica na realização de uma tarefa do início ao fim é adquirida durante o período escolar.
    • A consciência temporal é requerida em actividades motoras repetitivas como saltar à corda, andar de bicicleta e tocar piano.
  • 13.
    • A partir dos 8 anos, a criança adquire uma maior percepção das distâncias e da localização dos objectos no espaço (pensamento espacial). É capaz de memorizar o caminho para a escola e de perceber o tempo que demora.
    • As competências visuo-espaciais são a base para a aprendizagem da geometria e da interpretação de mapas.
  • 14.
    • A escola fica a dez minutos de casa. "Se formos a correr, são só três minutos", garante Fábio, de oito anos. O plural inclui os amigos Rui, de nove, e Jaime, também de oito, que com ele fazem o percurso entre casa e escola. Moram em Miragaia, uma das freguesias mais tradicionais do Porto. De mochila às costas, vão os três sozinhos. Também brincam na rua. "O meu pai confia em mim", diz Rui, orgulhoso.
    • Em Diário de Notícias,
    • 29 de Janeiro de 2006 .
  • 15.
    • A visão e a audição são os sistemas sensoriais mais utilizados no ambiente escolar.
    • A percepção visual e auditiva vão-se aperfeiçoar em conjunto com uma maior capacidade para estar atento e para memorizar, o que vai potencializar a aprendizagem.
  • 16.
    • Na escola, a criança aprende a usar estratégias mnemónicas, por exemplo para saber a tabuada.
    • Aos 10 anos, ela será capaz de recorrer a essas estratégias por si própria quando há algo que é importante não esquecer. Por exemplo, ao estudar organiza a matéria por temas e lê várias vezes para a assimilar.
  • 17.
    • A entrada na escola é uma grande mudança na vida da criança, que está mais sujeita a pressões psicológicas .
    • Ela é avaliada no seu desempenho escolar pelo professor, pelos colegas e por si própria.
    • Exige-se que cumpra regras específicas, obedeça à professora e faça os trabalhos propostos, pois espera-se que a criança seja capaz de se auto-controlar e auto-regular.
    • O suporte familiar tem um papel muito importante nesta fase de adaptação às novas exigências.
  • 18.
    • É na idade escolar que a criança desenvolve a moralidade: embora nos primeiros tempos a criança seja muito rígida, à medida que cresce, o seu pensamento e atitude serão mais flexíveis, pois será capaz de ter em conta as intenções das pessoas e as circunstâncias que envolvem determinado comportamento.
  • 19.
    • A criança escolar desenvolve um auto-conceito mais realista e equilibrado, por exemplo compreende que pode ter boas notas a matemática e ser má aluna a história, em vez de se focar num só aspecto: (“sou forte” ou “sou esperto”).
    • A principal fonte de auto-estima é a perspectiva da criança acerca da sua própria competência produtiva. A aprovação e apoio da família e grupo de amigos são igualmente importantes.
  • 20.
    • O desenvolvimento emocional é influenciado pelas aquisições cognitivas e contribui para a auto-estima:
    • Melhor compreensão das emoções
    • Reconhecimento de que os outros também pensam e têm sentimentos
    • Maior controlo das emoções negativas
    • A criança deve ser encorajada a falar sobre os seus sentimentos, o que promove a empatia e a atitude solidária.
  • 21. A criança sente orgulho quando vence. A pertença a um grupo faz parte da sua identidade.
  • 22. A criança está preparada para socializar e comunicar mais eficazmente, pois é capaz de compreender o ponto de vista dos outros.
  • 23.
    • As crianças escolhem amigos com características e interesses comuns e começam a explorar relações com crianças diferentes através da partilha, da inter-ajuda, do cumprimento e do encorajamento.
    • As amizades envolvem o compromisso mútuo e “dar e receber”, o que promove a confiança e a reciprocidade.
  • 24. Contudo, há crianças mais agressivas que batem, empurram e ameaçam as mais fracas - bullying. As vítimas podem desenvolver medos e baixa auto-estima, o que se repercute na sua personalidade e na sua adaptação à escola.
  • 25.
    • A interacção com o grupo de pares potencia o desenvolvimento cognitivo quando há partilha de conhecimentos e confronto com novos conhecimentos.
    • Ao confrontar-se com as formas de pensar dos colegas, a criança irá testar e adoptar valores diferentes dos dos pais.
    • O convívio com os outros permite-lhe desenvolver competências sociais.
  • 26.
    • Embora o grupo de pares seja mais influente que anteriormente, os pais continuam a ter um impacto importante na personalidade da criança.
    • Nesta fase da vida a criança torna-se mais autónoma, pelo que os pais vão transferindo progressivamente o controlo para a criança – co-regulação.
    • Os irmãos exercem uma forte influência, quer através das suas interacções, quer através das relações dos irmãos com os pais.

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