Litosfera 110419124325-phpapp02

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Litosfera 110419124325-phpapp02

  1. 1. LITOSFERA RESUMO: Identificar as características internas e externas que influenciam a crosta terrestre. Geologia: Estuda a constituição e a evolução física da Terra.
  2. 2. Evolução Geológida Terra:ca     Originou-se cerca de 4,5 Bilhões de Anos. O tempo Geológico é dividido em: Eons →Eras →Períodos→Épocas → Idades → Fases As eras geológicas servem para mostrar a evolução da Terra até o aparecimento do homem.
  3. 3. Era: Pré-Cambriana.       Proterozóico – Arqueozóico – Azóico Formação dos Escudos Cristalinos ou núcleos cratônicos; Formação das jazidas minerais terrenos do proterozóico; Dobramentos antigos: Ex.: Serras do mar e da mantiqueira (Mov. Laurenciano) Arqueozóico; A chapada de Diamantina (BA) e Serra do Espinhaço. (Mov. Huroniano) Proterozóico.
  4. 4. Era: Paleozóica.       Permiano – Carbonífero – Devoniano – Siluriano – Ordoviciano – Cambriano Origem das bacias sedimentares; Rochas sedimentares; Surgimento de Pangéia; Jazidas carboníferas. Brasil.: Região permocarbonífera(PR,SC e RS); Mar do Devoniano.
  5. 5. Mesozóico :        Cretáceo – Jurássico – Triássico Divisão da Pangéia (Laurasia e Godwana); Divisão dos grandes répteis (dinossauros); Intensa atividade vulcânica(sul do Brasil)Região de Poços de Caldas e Araxá em MG; Arquipélago de Fernando de Noronha; Bacias Petrolíferas(Cretáceo); Era dos dinossauros.
  6. 6. Cenozóico Dobramentos Modernos Terciário Surgimento de Aves, mamíferos e Primatas Atuais Continentes Surgimento do homem. Quartanário Últimas glaciações.
  7. 7. litosfera     Elementos quimicos → Minerais →Rochas →solos; É também chamada de Crosta terrestre; O planeta Terra é um corpo dinâmico. Na Litosfera encontram-se os recursos minerais e energéticos que alimentam as complexas organizações econômicas.
  8. 8. Estrutura Interna da Terra     O conhecimento sobre o interior da terra baseia-se em observações indiretas; O Grau geotérmico, a cada 33m de profundidade aumenta 1°C; As lavas (porções líquidas de magma); Analise de tremores que ocorrem no interior da terra. Camadas da Terra: Crosta Terrestre → Manto → Núcleo
  9. 9. Divisão do interior da Terra  Crosta terrestre   Sial = 5 a 15 km (silício+ alumínio) Sima= 30 a 60 km (silício+ magnésio) Manto Material mais denso, constituído principalmente por magnésio, ferro e silício. Na parte externa do manto → Astenosfera ou manto → e seu movimento de convecção. Núcleo Formado por Níquel e Ferro. Estima-se da superfície ao núcleo 6.370 km.
  10. 10. Camadas da Terra
  11. 11. Crosta Terrestre em Movimentos Deriva dos continentes • Teoria de Alfred Wegener em 1912; • No período carbonífero do paleozóico havia uma única massa continental que ele denominou de Pangéia; • Prova: As formas dos Continentes, vegetação e animais parecidos. Pangéia Laurásia – Norte Gondwana – Sul
  12. 12. Alfred Wegener - 1910 Livro: A origem dos continentes e dos oceanos P angea Cientista alemão Teoria da deriva continental
  13. 13. Evidências de Wegener GEOGRÁFICAS : As linhas da costas de alguns continentes se encaixam perfeitamente
  14. 14. PALEONTOLÓGICAS: Fósseis de animais e vegetais
  15. 15. Tectônica de Placas      Em 1967, Janson Morgam, criou a teoria das placas tectônicas, apoiada teoria de Wegener (deriva continental) na teoria de Homes (expansão do fundo dos oceanos). Movimentos ou Diastrofismo das Placas Convergência  Processo de Fricção que pressiona as placas a outra; Divergência  Processo de Afastamento entre placas; Suducção  Quando uma placa (mais densa) “mergulha” sob a continental (menos densa); Obducção ou colisão  de duas placas na porção continental.
  16. 16. Placas Tectônicas
  17. 17. Regiões de instabilidades tectônicas  Círculo do Fogo: Maior  ocorrência de vulcões, que se estende pelo oceano Pacífico, Atlântico e pelo mar mediterrâneo Pode ser: Círculo do Pacífico e do Atlântico
  18. 18. Tectonismo endógeno) (Agente  Orogênese: Movimento horizontal provoca dobramentos devido plasticidade;  Epirogênese: Movimento provoca rebaixamento e (consequência esostásica) regressão marinha Tipos:  que a vertical que soergmento transgressão
  19. 19. Movimento Horizontal  OROGÊNESE: Movimento horizontal das camadas das placas tectônicas que provocam dobramentos devido sua plasticidade.
  20. 20. Dobramentos Modernos  orogênese  limites de placas convergentes
  21. 21. Movimento Vertical  Epirogênese: Movimento vertical que provoca rebaixamento, soergmento e transgressão regressão marinha
  22. 22. Epirogênese  Região foi alçada à altitude atual por epirogênese, que deram origem a um sistema de falhas na direção ENE-WSW.(Vale do Paraíba, entre as Serras do Mar e Mantuqueia)
  23. 23. Movimento Transformante Falha de San Andreas
  24. 24. Vulcanismo endógeno) (Agente
  25. 25. Atividade vulcânica Consiste na saída do magma e os gases a ele associados a partir do interior da Terra;  Vulcanologia: Ramo da Geologia que se dedica ao estudo do Vulcanismo. Área de ocorrência:  No ponto em que uma placa tectônica se superpõe a uma outra (subducção);  Ao longo das cristas médio-oceânicas, onde as placas se afastam umas das outras Aparelho vulcânico  É a estrutura vulcânica que forma um vulcão. Tipos Principais: 
  26. 26. tsunami (ONDA DE PORTO)  ocorrem após perturbações abruptas que pode deslocar no sentido vertical uma coluna de água devido a um sismo, vulcanismo e a um tectonismo dentro ou perto do mar.
  27. 27. Causas na Crosta Oceânica  Erupções vulcânicas;  Sismos submarinos;  bolha de gás no fundo do oceano.
  28. 28. Profundidade dos sismos Podem ser classificados de três formas:  Superficiais – ocorrem entre a superfície e os 70km de profundidade (85%);  Intermédios – ocorrem entre os 70 e os 350km de profundidade (12%);  Profundos – ocorrem entre os 350 e os 670km de profundidade (3% dos sismos);  Em profundidades superiores a 700km são muito raros. OBS.:Na crosta continental, a maior parte dos sismos ocorrem entre os 2 e os 20 km.
  29. 29. Escala Richter
  30. 30. Agentes internos (Lembretes)     Resultam de pressões vindas do interior da Terra e que agem na crosta terrestre.As pressões são verticais e horizontais. Vulcanismo. Formas pelas quais o magma do interior da Terra chega até a superfície. Abalos sísmicos ou terremotos .É uma vibração que se origina nas profundezas da crosta terrestre. O ponto do interior da Terra onde se inicia o terremoto é o hipocentro . O epicentro é o ponto da superfície terrestre onde ele se manifesta. Tectonismo.Os movimentos tectônicos
  31. 31. Rochas São agregados de minerais. De acordo com sua origem, podem ser :  Rochas Magmáticas ou Ígneas: Extrusiva ou Vulcânica; Intrusiva ou Plutônica;  2. Rochas Sedimentares: Detríticas; Orgânicas; Químicas;  Metamórficas:  São formadas pela transformação de rochas pré-existente devido a elevada pressão e temperatura da terra.
  32. 32. Distribuição e abundância   Em extensão, as rochas sedimentares predominam Em volume, são as rochas ígneas e metamórficas as mais abundantes. 80 70 60 ígneas 50 40 30 20 10 0 sedime ntares metamó rficas
  33. 33. Rochas Magmáticas ou Ígneas    São formadas pelo resfriamento do magma. Intrusiva ou Plutônica: Resfriamento no interior da terra; Lento. Por isso, formas cristais; Ex.: Granito, sienito, diorito, gabro. Extrusiva ou Vulcânica: Resfriamento do magma fora da litosfera; Rápido, não formas cristais, e sim uma massa homogênea (Massa Afanítica). Ex.: Basalto → Terra roxa
  34. 34. INTEMPERISMO Solidificaçã o = Rocha Ígnea Intrusiva ou plutônica Extrusiva ou vulcânica Magma
  35. 35. Rochas Sedimentares: Resultam da decomposição e acumulação de detritos de outras rochas  Detríticas: Ocorre em camadas horizontais Acumulação de Fragmentos de outras rochas. Ex: Areia, Arenito, Argila.  Orgânicas: Formada pela acumulação dos dejetos de animais e vegetais Ex: Calcário, Carvão Mineral, Petróleo.  Químicas: Transformações químicas que algumas matérias em suspensão sofrem na água. Ex: Sal-Gema (Cloreto de Sódio), Estalactite e Estalagmite (Bicarbonato de Cálcio) 
  36. 36. METAMORFISM O Os processos Metamórficos ocorrem, em geral , associados aos processos tectônicos. (intimamente associadas a rochas plutônicas). Fatores condicionantes Temperatura e pressão Presença de fluídos e tempo de duração dos processos
  37. 37. Metamórficas  Resultam do metamorfismo sofrido pelas rochas magmáticas, sedimentares devido à pressão e ao calor. Ex: Gnaisse deriva do granito; Ardósia deriva do xisto; Mármore deriva do calcário; Quartzito deriva do arenito; Obs.: Ciclo das Rochas: As rochas estão se formando e se modificando constantemente.
  38. 38. CICLO DAS ROCHAS
  39. 39. Relevo Ciência: Geomorfologia É a ciência que estuda as formas de relevo.  Estrutura Geológica: Conjunto de rochas que formam o subsolo e como elas se encontram dispostas. Tipos Bacias Sedimentares →Maciços Antigos → Dobramentos Modernos  As formas de relevo e os demais elementos naturais (climas, vegetação, hidrografia) resultam da dinâmica processada e comandada pela própria natureza ao longo do tempo. 
  40. 40. Bacias Sedimentares Datam do Paleozóico, Mesozóico e Cenozóico; São formadas do acumulo de sedimentos das rochas; Estão associados à ocorrência de combustíveis fosseis;  Crátons ou Maciços Antigos ou Escudos Cristalinos Datam da Era Pré-Cambriana; Formado por rochas magmáticas e metamórficas; Ocorrem jazidas minerais (manganês, alumínio, estanho)  Dobramentos Modernos Trechos da crosta de formação recente; Situados próximos a bordas das placas, que devido à pressão, formam montanhas. Ex: Alpes, Andes, rochosas, Himalaia. 
  41. 41. A Origem do Himalaia
  42. 42. Definições de Relevo         Planaltos Áreas +ou- planas com altitudes acima de 200m do nível do Mar; Dispersora de sedimentos. Planícies Áreas aplainadas com altitudes inferiores a 200m do nível do mar; Receptoras de sedimentos. Depressões São áreas rebaixadas processos erosivos nos limites das bacias com os maciços antigos.
  43. 43. Relevo Brasileiro       Características principais: É bastante antigo; É bastante erodido; Apresenta boa variedade de formas; É de baixa altitude; EX. 92,56% são inferiores a 900 metros. Planaltos e Depressões.(predominantes); As planícies geralmente apresentam altitudes inferiores a 200 metros.
  44. 44. Tipos de Depressões Periféricas: Contatos entre estruturas cristalinas e periféricas. Ex: Depressão periférica Sul-Rio-Grandense.  Marginais: Margeiam as bordas das Bacias sedimentares, esculpidas em estruturas cristalinas. Ex: Depressão Sul - Amazônica.  Interplanálticas: São áreas mais baixas em ralação aos planaltos que as circundam. Ex: Depressão sertaneja e do São Francisco. 
  45. 45. Classificação de Aroldo de Azevedo  Década de 1940; É classificação mais tradicional;  O critério utilizado é o altimétrico;  Há Planaltos e planícies.
  46. 46. Classificação de aziz Ab’Saber  Década de 1960;  Critério: processos Geomorfológicos;  Planície é uma área de sedimentação.  Planalto e uma área em desgastes.
  47. 47. Classificação de Jurandyr Ross     Anos 1980; Participou do projeto Radambrasil, realizado entre 1970 e 1985. Há 28 unidades de relevo no terrítório; Critérios:Morfoclimáti cos, geoestrutura e geoescultura;
  48. 48.          AGENTES DO RELEVO O relevo terrestre é o resultado da ação de forças que agiram no decorrer de milhões de anos. Agentes do relevo: Agentes internos (Forças endógenas) Tectonismo; Vulcanismo e os abalos sísmicos. Agentes externos (Força exógenas) Ação das águas; Ação do vento; Ação da Geleira; Do intemperismo (Físico e Químico).
  49. 49. OS AGENTES EXTERNOS   O relevo terrestre sofre a ação conjunta e simultânea de agentes externos , que o modificam, com tendência a aplainar os terrenos lenta e constantemente. A ação erosiva engloba três fases: erosão , transporte e deposição . Erosão Ventos Eólica Rios Fluvial Oceanos e mares Marinha Chuvas Pluvial Gelo Glacial
  50. 50. Eólica O deslocamento do ar e as partículas soltas transportadas promovem desagregação da rocha  O transporte eólico: 1- Arrastamento 2- Saltitação 3- Suspensão ou Deflação 
  51. 51. Fluvial    Ex:Delta. É formado por vários canais ou braços do leito do rio; Esse tipo de foz é comum em rios de planície que favorece o acúmulo de areia e aluviões na foz do rio.
  52. 52. Abrasão marinha    Ex: Falésia É uma forma geográfica litoral, caracterizada por um abrupto encontro da terra com o mar. Formam-se escarpas na vertical que terminam ao nível do mar
  53. 53. Voçoroca    É um fenômeno que consiste na formação de grandes buracos, causados pela chuva e intempéries É um fenômeno colabora para o assoreamento de rios O responsável por este tipo de erosão acelerada, é o homem
  54. 54. Fiordes   formaram-se, originalmente, devido a ação de imensas placas de gelo chamadas geleiras A sua origem remonta a aproximadamente 12 mil anos, durante a última Era glacial.
  55. 55. SOLOS O solo é a camada mais superficial da litosfera resultante da decomposição e desagregação química, física e orgânica de uma rocha.  É composto de ar, água, matéria orgânica e mineral. O solo pode ser visto sobre diferentes óticas:  Engenharia civil: material escavável, que perde sua resistência quando em contato com a água.  Agronomia: camada de terra arável, possuidora de vida microbiana.  Geologia: produto do intemperismo físico e químico das rochas. OBS.: Um solo é o produto de uma ação combinada e concomitante de diversos fatores. 
  56. 56. fatores da formação de solo É produto do intemperismo sobre uma Rocha      Matriz. Clima - O fator mais importante, principalmente em países tropicais; Rocha mãe - É a rocha que origina o solo; Tempo - O mais abstrato dos fatores, porém não menos importante; Organismos vivos - podem destruir o solo mecanicamente, abrindo poros, e quimicamente, criando ácidos em sua decomposição; Relevo - O relevo influência nos caminhos de drenagem da água e no clima.
  57. 57. Parte Mineral Três frações principais: Areia - A parte mais grosseira;  Silte - Não se agrega como a argila e suas partículas são muito pequenas e leves;  Argila - Material proveniente da decomposição das rochas feldspáticas. A textura do solo depende da proporção destas frações na sua composição. Podem influenciar na:  Taxa de infiltração e armazenamento da água;  Facilidade de mecanização;  Fertilidade do solo. 
  58. 58. INTEMPERISMO Físico Químico PEDOGÊNES E Solos produtos resultante da decomposição e Depósitos desagregação de lateríticos uma rocha
  59. 59. Classificação dos solos Em três ordens:    Zonal: São aqueles em relevos, climas estáveis e de formação antiga. Ex: Latossolos e Podzólicos Azonal: São aqueles solos em ambientes instáveis. Ex: aluviões; Intrazonal: São aqueles que o relevo local ou material de origem prevalece. Ex: Halomórfico e Hidromórfico.
  60. 60. TIPOS DE SOLO  Latossolos Esses solos têm uma coloração que varia do avermelhado ao amarelado, por causa da maior ou menor quantidade de óxido de ferro e de alumínio que os compõem. Por aparecerem em áreas úmidas e quentes, sofrem um intenso processo de lixiviação .  Latossolo terra roxa Embora considerado um latossolo, apresenta alto grau de fertilidade, pois sua origem é vulcânica, ou seja, é formado por rochas eruptivas básicas (basalto) ou magmáticas.  Massapé De coloração escura e bastante argiloso, é formado pela decomposição do granito em clima tropical.  Löess O löess é um solo formado por sedimentos de fina granulação trazidos pelos ventos. É também bastante argiloso, com alto teor de quartzo e cálcio.  Tchernozion Trata-se de um solo negro, extremamente fértil, rico em húmus, com uma espessura média de um metro, típico de locais de clima temperado continental, coberto pro gramíneas e forma as estepes ou pradarias.
  61. 61. PROBLEMAS DO SOLO solo por A perda de produtividade do • causa do manejo inadequado das culturas, do uso excessivo de fertilizantes e da destruição da cobertura vegetal é responsável hoje pela desertificação de extensas áreas do globo. Desertificação •15% da superfície terrestre está sob risco de desertificação em algum grau. As áreas mais afetadas são o oeste da América do Sul, o nordeste do Brasil, o norte e o sul da África, o Oriente Médio, a Ásia Central, o noroeste da China, a Austrália e o sudoeste dos Estados Unidos (EUA). • O processo de desertificação e diferente da expansão dos desertos.
  62. 62. Erosão: prejudica grandemente a fertilidade do solo pela retirada da camada de humo, deixando o solo pobre e improdutivo. É causada pela ação das águas da chuva, rios, mares, geleiras, pelo vento e pela ação do homem.
  63. 63. RELEVO MARANHENSE Estrutura Geológica  É um espaço constituí por diferentes tipos de conjuntos rochosos, formado ao longo do tempo geológico;  O terreno maranhense é oriundo de diferentes Eras e Períodos. Núcleos cristalinos (10% do território) Era: Pré-Cambriano  Gurupi: Noroeste do estado;  Perizes: Entre o Baixo Munim e Baixo Itapecuru
  64. 64. Bacias sedimentares (90%do território)  São Farenozóicas ;  As Bacias sedimenta- res mais antigas estão situadas no centro-sul e as mais recentes ,na direção Centronorte do território;  São áreas onde há
  65. 65. Relevo Maranhense Características:  Apresenta feições típicas das litologias sedimentares dominantes;  De acordo com Aziz Nacib Ab`Saber, é formado duas unidades morfológicas: Planaltos e Planícies;  De acordo com Jurandir Ross é formado por três unidades morfológicas: Depressões, tabuleiros e Planícies;
  66. 66. Perfil do Relevo Maranhense
  67. 67. Planícies  Cerca de 60% do território maranhense são de Planícies; Processo Geomorfológicos: Planície sublitorânea:  Prolongamento da faixa costeira em direção ao oceano;  Abrange a Plataforma continental;  É larga a oeste (250 Km) e estreito a leste, com profundidade de até 200 metros.
  68. 68. Planície Litorânea:  Modelada pelo fluxos das marés;  Da origem ao relevo litorâneo;  Compreende o Litoral ocidental, o Golfão maranhense e o Litoral Oriental; Planície Fluvial:  Morfoescultura modelada pelos rios nos baixos cursos;  A convergência dos rios Mearim, Pindaré, Grajaú e os movimentos de transgressão e regressão marínha moldou a Baixada maranhense.
  69. 69. Planaltos A Porção centro-sul (Planalto maranhense) do território possui três classificações:  Planalto Central: De Aroldo de Azevedo;  Baixos Planaltos sedimentares completados pelo Planalto Meio-norte: De Aziz Ab`Saber;  Planaltos e Chapadas da Bacia sedimentar do Parnaíba: De Jurandir Ross. Características principais:  Compreende cerca de 40% do território;  Apresenta altitudes entre 200 a 800 metros. São subdivididos em:
  70. 70. PLANALTO CENTRAL  Localiza-se na poção do Planalto maranhense;  Predomina formas dissecadas com tópos tabulares com bordas abruptas. Destaques: Serras: Sinta, Negra (686 metros), Branca, Alpercatas e Itapecuru.
  71. 71. PLANALTO ORIENTAL  Morfoescultura do Leste em direção ao Nordeste;  Apresenta formas tabulares com cotas altimétricas máximas em torno de 460 metros; Destaque: Serra: Do Valentim, entre Timon e Caxias.
  72. 72. PLANALTO OCIDENTAL  Morfoescultura do Oeste Maranhense com direção Nordeste-sudoeste;  Altitudes máximas em Torno de 350 metros; Destaques: Serras: De Gurupí, Tiracambu e Desordem.
  73. 73. PLANALTO MERIDIONAL  Estão agrupadas maiores altitudes;  Localizadas no extremo Sul do maranhense; as planalto Destaques: Serras: Gado Bravo, separa os rios Manuel Alves Grande do Balsa; Penintente, separa o rio
  74. 74. DEPRESSÕES DE BALSAS  São morfoesculturas rebaixadas;  Modelada pela drenagem fluvial (Rio Balsas);  É dominada por formas amplas e baixas com maiores altitudes a montante rio;  Cotas altimétricas em torno de 350 metros

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