Maria goretti   ivete, neiva, andreia, edriane, juca, nelsi
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Maria goretti   ivete, neiva, andreia, edriane, juca, nelsi Maria goretti ivete, neiva, andreia, edriane, juca, nelsi Document Transcript

  • Professoras da EBM Santa Maria Goretti<br /> <br />INTRODUÇÃO<br />Este trabalho apresenta uma reflexão sobre algumas realidades existentes em nossas escolas. Como a informática vem ganhando dia após dia o seu espaço dentro do espaço escolar e na vida de nossos alunos no contorno social sob todas as dimensões e, de certa forma até descontrolada, e que para os professores está sendo um desafio muito grande "apegar-se" a esta nova realidade, não pelo meio tecnológico em si, mas pela acomodação e principalmente pelo medo de perder o "controle" da turma ou ainda, pela maior de todas as questões: de repente, aprender com o aluno.<br />Para uma melhor compreensão de como se apresenta este trabalho, tem-se o primeiro capítulo que fala da gestão democrática que é o termo de nossa especialização, por isso, fundamental. No segundo capítulo apresenta-se alguns elementos que definem o processo da aprendizagem, e no terceiro capítulo relata-se a importância do professor e gestor na mediação da aprendizagem por meio da informática.<br />Assim, o que se pretende através deste trabalho, é de que o professor tenha clareza de que a aprendizagem acontece quando nos propomos a pensar no nosso aluno como um todo, um ser capaz de aprender pelos fatores internos e externos, principalmente pelo fator motivador proporcionado pela informática, que hoje é com certeza esta máquina que mais concentra e capta o que os alunos desejam a nível interação e informação. <br />REFERENCIAL TEÓRICO<br /> TICs, tecnologias da informação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas.<br />Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas.<br /> Diante de tudo isso nós professores devemos levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos, pois da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidades de ensino. Mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas, isso acontece quando os TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual.<br /> Sabemos que a tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje. Mas é essencial investigar o potencial das ferramentas digitais, uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem sucedidas dos colegas, além de ter um conhecimento básico do computador e da internet.<br /> Antes de iniciar a atividade em sala, certifique de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar em sala. Nós como professores também temos a responsabilidade de fazer com que a turma reflita sobre os conteúdos de blogs e fotoblogs e o que esta exposição pode lhe causar. Discutir com os alunos através de debates sobre o uso da internet e da comunicação online é essencial, para que o aluno saiba usar o computador como um recurso que lhe ajudará e não para prejudicá-lo. <br /> A parceria entre professor e alunos sobre o uso das tecnologias é importante e sabemos que muitas vezes teremos que recorrer a ajuda deles, só que isso não é sinal de fraqueza do professor mas, sim uma troca de aprendizado, e já que estamos em um mercado competitivo a escola que desenvolver uma proposta eficiente e de resultados com o uso das tecnologias, certamente terá um referencial que lhe fará a diferença.<br />Certamente não é utopia afirmar que a educação tenha passado por grandes mudanças, também não é preciso fazer apologias para perceber que na educação existem muitas diversidades, tanto quanto políticas, sociais e econômicas. Mas é preciso reconhecer que é na gestão democrática, dentro do espaço escolar, a nível educacional, que se abre um campo maior de oportunidades para um fazer pedagógico mais consciente, participativo, cooperativo e informativo.<br />A gestão democrática nem sempre foi compreendida em sua essência, muitas vezes, subordinada nas entrelinhas dos currículos escolares e ou ainda, subjacente aos princípios étnicos, estruturais e profissionais que permearam por muito tempo a educação brasileira em sua forma mais ineficaz e deplorável, pensando-se em estar fazendo educação de qualidade.<br />Se pararmos então, para pensar e analisar a rapidez da evolução sincrônica, humana e tecnológica e como estas tomam suas formas e atingem povos influenciando e provocando mudanças significativas, é preciso reconhecer que a década de 90 foi de fundamental importância para a educação como um todo, em sua legalidade, com a aprovação da LDB que em seu aspecto político democrático, deu abertura para que as escolas fossem agentes da construção do seu Projeto Político Pedagógico, principalmente conceituando-o de como, com quem e para quem gestar. Reforçando dessa forma o pensamento de AFONSO (2001 pag.20), " precisamos de políticas que transformam para dar novas visões ao mundo". <br />Todavia, esta nova forma de administrar, estar a frente de uma instituição escolar deve-se a um processo não demagógico, nem tão pouco vulnerável e imediatista, mas com base pensante, com projetos bem definidos, com conceitos bem estruturados e assimilados, com regras claras e principalmente com vistas a um ensino e uma aprendizagem mais eficazes, que considera ( VEIGA 1996, pag. 11), sendo "... a própria organização do trabalho pedagógico da escola como um todo".<br />Dentro da gestão democrática, há quem pense que a eleição para diretores seria a primazia de toda democracia existente. Mas o que hoje, eleva o pensamento e a ação de um gestor realmente democrático nas unidades escolares, elencados aos grandes avanços, são os financiamentos para a Educação Básica. Muitos objetivos foram alcançados e que tem melhorado a qualidade da educação e por sua vez tem exigido por parte dos gestores muito planejamento e transparência na aplicação de seus recursos e ainda, nomear a presença e a participação dos Conselhos Escolares frente ao processo bem amplo na melhoria da educação.<br />Por tanto, não se pode mais desvincular os recursos financeiros da gestão, enquanto educação, pois esta área é por sua vez a mais complexa e desafiadora aos olhos da sociedade que requer informação, formação e transformação. Para tanto é preciso nos conscientizarmos de que temos em nossas mãos, no cotidiano, material humano.<br />Percebe-se que não há dicotomia entre gestão escolar e Projeto Político Pedagógico. Há sim uma consonância para um trabalho em conjunto, pois, enquanto o gestor escolar articula, planeja com os professores, prepara o ambiente escolar, busca interagir na aprendizagem e garante a educação aos educandos, o PPP é o marco que traz todo o aparato teórico e prático da vida escolar. <br />"um Projeto Político Pedagógico é o plano global da instituição (...) que se aperfeiçoa e se concretiza na caminhada, que define claramente o tipo de ação educativa que se quer realizar. É um instrumento teórico metodológico para intervenção e mudança da realidade. É um elemento de organização e integração da atividade prática da instituição neste processo de transformação". (VASCONCELOS 2000, pag. 169)<br />Assim, perceber num ambiente escolar as reais necessidades dos alunos e trabalhar para diminuir as diferenças existentes do jeito de aprender, de melhorar cada vez mais o ensino e aprendizagem utilizando os recursos disponíveis , principalmente na informática, e fazer da informática um meio de aprendizagem, é compromisso para melhorar a educação, por parte de todos os envolvidos no campo educacional, e principalmente como fonte de conhecimento, por parte dos gestores dentro de uma situação democrática. Faremos um estudo maior no próximo item sobre este tema.<br />A informática como fonte de aprendizagem<br />As decorrentes mudanças políticas, econômicas, sociais e tecnológicas dos últimos tempos, nos levam a pensar e estudar duas grandes apologias: a inserção das tecnologias nas escolas e, a interação que as mesmas oferecem aos alunos nas relações inter-pessoais, como fonte de comunicação e aprendizagem, colaborando para obtenção de uma educação com mais qualidade.<br />Os recursos tecnológicos invadem o campo educacional para redefinir seus meios, e serem usados de forma prática para atender diversas funcionalidades das atividades existentes. Como então usá-los para desenvolver as potencialidades nas diferentes áreas do conhecimento do aluno?<br />Com esta preocupação de integrar a informática ao processo ensino aprendizagem, onde percebemos que os professores sentem mais dificuldade de atuar, é necessário, revermos alguns conceitos de aprendizagem e refletir posteriormente sobre a importância da aprendizagem e, sua disponibilidade para então sim, falarmos da mediação do professor e gestor escolar com informática e aprendizagem.<br />Conceitos de aprendizagem<br />Segundo o dicionário (LUFT, 1991p.45) “ação ou efeito de aprender". Tempo durante o qual se aprende”.<br /> “Um processo de associação entre uma situação estimuladora e a resposta, como se verifica na teoria Conexionista da Aprendizagem”, ou ainda “ o ajustamento ou adaptação do individuo ao ambiente, conforme a teoria funcionalista”, e também, “(...) a aquisição de conhecimentos ou do conteúdo dos livros, como pode ser compreendida para uma concepção estreita e acadêmica”. (CAMPOS, 1987p.32).<br />Assim, podemos perceber que, há diferentes conceitos sobre o que é aprendizagem, variando de acordo com autores e suas teorias. Mas, o mais importante é que, todos definem a aprendizagem como sendo algo advindo do individuo, seja por estímulos, seja por motivação ou mesmo, como reação que obtenha sobre algum objeto.<br />Entretanto, quando se fala em aprendizagem têm-se que entender que, a aprendizagem envolve o uso e o desenvolvimento de todas as capacidades, e potencialidades do indivíduo, para que este não somente memorize mas sim, obtenha uma aprendizagem significativa.<br />A aprendizagem não é somente um processo interior do indivíduo, é sim, um processo que envolve o seu aprender interior com o exterior, ou seja, para que a aprendizagem aconteça é necessário que haja mediação entre o que ele sabe e o que existe no seu meio.<br />Para (VYGOSTSKY,1993 p.150) “ esse processo de mediação é fundamental para absorção e transformação do conteúdo proposto”. Desse modo VYGOSTKY explicita que, o individuo já tem um conhecimento advindo de seu meio, e que através da mediação com o outro indivíduo (adulto ou criança) ele reconstruirá o seu conhecimento a partir de suas observações, complementações e conclusões obtidas, através desse processo de interação social e histórico.<br />Assim, a aprendizagem, para ele, é uma ação ou interação com a história e a sociedade em que está inserido, ou seja, a partir do momento em que nasce a criança começa a fazer parte de um meio social, vai construindo sua história, vai aprendendo com os outros indivíduos ao seu redor, e não sozinho, pois ele não é um ser isolado. Esta fonte teórica constrói meus conceitos como educadora e gestora democrática.<br /> <br />Importância da aprendizagem<br />A aprendizagem tem uma importância definitiva no desenvolvimento do ser humano, pois o distingue dos demais seres e promove entre os povos, por meio da linguagem ( informatizada ou não ), um elo comunicativo e informativo sobre todos os aspectos. <br />Assim, no processo do desenvolvimento do ser humano, aprendizagem se torna mais evoluída, apurada e indispensável para que ele se torne um ser social e histórico, ou seja, que consiga conviver com os outros indivíduos e consiga construir sua própria história e, dessa forma, reelaborar o conhecimento que poderá torná-lo um ser histórico e social. <br />O ato de aprender não é um processo estanque ou acabado, pois, é antes de tudo um processo contínuo, cumulativo, integrativo e individual, pois, o conhecimento é construído na mediação com o outro. Não é estático porque é reorganizado a cada instante. Não pode ser isolado porque é construído coletivamente, a partir das experiências com os outros. É um processo individual porque depende de fatores pessoais para que haja a aprendizagem, e, conforme a importância que ele dará a um determinado assunto, ele aprenderá mais e melhor, assim, o indivíduo aprende aquilo que lhe motiva mais.<br />Desenvolvimento da aprendizagem<br />A aprendizagem será desenvolvida a partir do momento em que o indivíduo fizer a apropriação do objeto apresentado.<br />Assim, desde que nasce o indivíduo desenvolve sua aprendizagem, apropriando-se da linguagem, dos costumes, dos conceitos e idéias que já existem, que são acumulados e depois serão incorporados ao seu comportamento lingüístico.<br />Nesta perspectiva, o desenvolvimento do pensamento ocorre através dessa interação social, formando seus próprios conceitos.<br />Sendo assim para VYGOTSKY ( 1987 pag. 126 ):<br />"(...) o processo de formação de conceitos surge e desenvolve-se nas condições reais da vida humana, culturalmente construídas. No momento em que a criança descobre que cada coisa tem um nome, o desenvolvimento do significado da palavra apenas começou. A palavra funciona como meio para formação do conceito e, posteriormente, torna-se seu símbolo". <br />E dessa forma, o indivíduo desenvolve sua aprendizagem através da linguagem, oral ou escrita, para depois conseguir fazer a interação ( pressuposto da aprendizagem), entre o seu conhecimento e o meio social em que vive. Nesse processo acontecerá a apropriação do conhecimento, necessário para que haja aprendizagem, ou seja, a apropriação de signos para dominar suas experiências. <br />Disponibilidade de aprendizagem<br />Para que a aprendizagem seja efetivada, seja pelos métodos adotados, pelas formas como aprende e mesmo pelo desenvolvimento, é necessário que haja a disponibilidade de aprender, ou seja, o indivíduo tem que estar motivado para que esta aprendizagem aconteça e para que haja a apropriação desses conhecimentos, e ainda que se levar em conta o que ele já conhece.<br />Assim para AUSUBEL (1980) diz: "Se eu tivesse que reduzir toda psicologia educacional à um único princípio, diria isto: O fator isolado mais importante que influencia a aprendizagem é aquilo que o aprendiz já conhece. Descubra o que ele sabe e baseie nisso os seus ensinamentos". <br />Em síntese, para que o indivíduo aproprie-se de conhecimentos ou saberes , é necessário antes que o mediador desses saberes tenha consciência se estes lhe trarão motivação ao aprender, ou seja, se serão agregados ao seu dia-a-dia e ao seu meio social.<br />Dessa forma, ao se planejar a prática docente, o educador deverá antes pesquisar o que é mais inerente aos anseios de seus educandos, para que eles tenham motivação em aprender, e, o educador tenha clareza nos seus objetivos ao efetivar essa prática, para que mais tarde, não culpe ou mesmos rotule seus educandos pelo fracasso em sua ação pedagógica. <br />Professor como mediador na informatização<br />Sendo a informática uma grande atração para nossos alunos, podendo-se até afirmar que são as aulas que estes mais gostam, é oportuno e de consciência apontar que a inserção das tecnologias à educação, requer dos educadores e gestores, uma reflexão muito maior para entender todo processo evolutivo das TICs e que, se possa usá-los de maneira coerente e de forma que estas nos permitem uma interação maior com o mundo, com o conhecimento e com os outros. Para FREIRE, é nas relações dialéticas que o conhecimento se legitima, por via da comunicação e educação.<br />Nesta perspectiva de interagir mais intensamente entre a informática, o aluno e os conteúdos de forma que a aprendizagem aconteça no processo educativo, fluidos e motivados pelo que os programas proporcionam, garante-se um desenvolvimento intelectual do aluno, articulando e fornecendo a interação das áreas específicas, através de conceitos, seguidos de análise de sua importância no espaço educativo como propulsora de aprendizagem, advindas da atividade direta: a " opção metodológica" que para MORAN (2000, pag. 137) são " possibilidades de organizar sua comunicação com os alunos". <br />O professor motiva e incentiva, dá os primeiros passos para a sensibilizar o aluno para o valor do que vamos fazer para a importância da participação do aluno neste processo. Aluno motivado e com participação ativa avança mais ( MORAN 2000, pag. 138).<br />Pensar então sobre os meios tecnológicos, significa pensar no aluno e na relação exercida entre este, a informática, os programas, professor, gestor e toda comunidade escolar, para a eficácia do seu desenvolvimento subjacente ao fator regras, para a concretização da aprendizagem. <br />O aluno traz interiorizado o estímulo da descoberta e, da curiosidade ao querer aprender, por isso pesquisa, descobre procura através da ferramenta reconhecer o meio virtual que o cerca, criando-o e recriando-o de acordo com suas necessidades e possibilidades. Por tanto, o aluno não se contenta com qualquer coisa, com qualquer atividade, por isso é necessário, segundo (MORAN 2000, pag. 138) "estarmos atentos aos vários ritmos, às descobertas, servirá de elo entre todos... será o incentivador". Estejamos, nós professores bem atentos para agir e interagir em momento adequado " fazendo a síntese do que encontraram" para que a aprendizagem aconteça.<br />Entretanto há uma diferença muito grande do aluno que se quer do aluno que se tem em suas especificidades, pois o aluno da nossa realidade aspira por sentimentos sócio-afetivos, sócios culturais e sócio- econômicos, buscando através da interação com as ferramentas tecnológicas ocupar um espaço e, por via deste, configurar suas experiências como inserção de sua cidadania.<br />Entendemos ser a informática um meio que oportunizará o aluno a interagir de forma direta e intensa com as atividades propostas pelo professor, articulando dessa forma, o prazer de estar envolvido e a construção do conhecimento, nas interações e mediações que os professores estarão possibilitando ao aluno de forma direta ou indireta.<br />Desta forma, o papel do professor torna-se relevante na construção do conhecimento do aluno. Compreendendo, conhecendo e reconhecendo o jeito particular do aluno aprender, que é o grande desafio dos profissionais. Assim toda ação docente esta vinculada na forma de como o professor incorpora a seriedade de seu trabalho e o que este propicia ao aluno para que este possa explorar diferentes conceitos para obtenção de novos significados, contemplando o pensamento de ( ROHDEN 1997, pag. 37), "teu pensamento é certo quando se harmoniza com teu ser". A ação do professor é então eficaz, quando assegura ao aluno a possibilidade de usufruir do mundo informatizado para uma convivência interativa, comunicativa, usando-se de uma linguagem própria.<br />Vendo o professor no papel de mediador, é preciso analisar o sentido mediar e com que finalidade este acontece entre o aluno e as atividades pedagógicas existentes ( procedimental). Mediar é "ajudar", logo o professor se propõe a ajudar o aluno a realizar atividades por meio do computador, através de seus programas oferecidos, utilizando-se de seus conhecimentos formais e informais. Proporciona ao aluno um pensar e repensar sobre o que está fazendo e para que está fazendo, para que ele possa também compreender e ter um sentido crítico destas atividades que realiza. É importante ressaltar que, as organizações dos conteúdos abordados e as atividades realizadas no laboratório de informática, estejam sempre voltadas às necessidades do aluno em função de aprendizagem.<br />Tem então, o professor como premissa, dar significado, ajuda e importância às atividades pedagógicas realizadas, bem como aos acontecimentos e interações enquanto grupos, pois estes dão condição plena para que o aluno aprenda, considerando então os estudos de WALLON apud GRAIDY ( 2001 pag. 28), " (...) o desenvolvimento da inteligência depende das experiências oferecidas pelo meio e do grau de apropriação que o sujeito faz delas". Neste sentido, o meio, a linguagem, a relação de troca (conhecimento) entre os alunos, colaboram para o desenvolvimento. Então, podemos perceber a importância da mediação do professor em quaisquer atividades informatizadas desenvolvidas, pois este faz os contrapontos do saber empírico do aluno com o saber científico do professor, efetuando-se no aluno em aprendizagem.<br />Percebe-se claramente a responsabilidade do professor como propulsor da aprendizagem, ambos os professores e alunos precisam se permitir este momento, conforme relata o texto anteriormente. Mas precisa-se registrar da importância do professor em saber usar a informática e, a partir disso, verificar o que PPP da escola tem a oferecer. Ao professor cabe ainda ter um planejamento eloqüente e condizente ao currículo escolar e as necessidades do aluno e o que é mais relevante neste processo: levar os alunos no laboratório de informática para trabalhar os diversos conteúdos em suas áreas específicas, articulando o prazer ao fazer. <br />Para VYGOTSKY, a aprendizagem acontece nas interações, trocas de experiências e informações. Desta forma, a informática (através de seus programas), pode estruturar-se, pois tem todos os mecanismos necessários em propiciar a aprendizagem, sendo que este tem reciprocidade, através da informática professor e aluno poderão buscar novas metodologias de interação como: digitação de textos,uso de softwweres, aprendizagem interativa ( rede social e multimeios), Internet/Google Não ficando dúvidas, segundo a teoria sócio- interacionista, de que o aluno aprende significativamente, usando as TICs. Verifica-se que a interação com o ambiente, o professor e o meio informativo, refletem-se num sentido educativo: A mediação como importante troca dos conhecimentos que são reorganizados, resultando em saber científico.<br />Assim sendo, a política educacional tem-se configurado para cada vez mais, garantir o direito à educação através dos gestores escolares e, assim construir-se a qualidade no ensino, objetivando aprendizagem mediante planos e ações eficazes, sendo o professor e o gestor escolar, protagonistas deste movimento dialético via informatização. <br />JUSTIFICATIVA<br />O campo das tecnologias, é hoje, um campo muito instigado por parte de pesquisadores, das indústrias e principalmente por seus consumidores que se apropriam destes meios para uma melhor e maior interação com o mundo. Entretenimento é a busca constante de nossos jovens, dos nossos alunos. Então, é imprescindível que estes sejam usados em nossas escolas como meios para qualificar a educação e promover em nossas instituições, ações eficazes que contribuem na construção do conhecimento.<br />Com o reflexo destes meios informatizados diretamente na escola, é preciso perguntar: nossos professores sabem usar estas ferramentas tecnológicas? Possibilitam uma aprendizagem integrando a informática aos conteúdos curriculares?<br />Não raro, deparamo-nos com professores que muito pouco conhecem as ferramentas tecnológicas que a própria escola disponibiliza. Solicitam, com freqüência a ajuda dos gestores para instalar aparelhos, imprimir trabalhos e ainda não se desafiam a aprender a utilizá-los e ainda, não integram a informatização ao processo ensino aprendizagem.<br />Diante desta problemática encontrada na Escola Básica Municipal Santa Maria Goretti, a partir do levantamento teórico que embasará esta pesquisa, procura-se identificar e definir alguns conceitos de aprendizagem, verificando como o professor e o gestor escolar podem interagir democraticamente neste processo e ainda, deixar-se bem explicitado de como nossos professores podem integrar os conteúdos por meio da informática, disponibilizando aos alunos atividades diferenciadas e bem significativas para a elaboração do conhecimento.<br />OBJETIVOS: Reconhecer a informática como instrumento viável e eficaz para o desenvolvimento da aprendizagem.<br />ESPECÍFICOS: <br />* Verificar a estrutura e a importância da gestão escolar na aprendizagem; através dos meios tecnológicos<br />* Identificar conceitos de aprendizagem e sua importância; para a compreensão da importância das TICs.<br />* Salientar a participação do professor como mediador no processo ensino aprendizagem, por meio das TICs.<br />CONSIDERAÇÕES FINAIS:<br /> Com o uso de pesquisas virtuais de aprendizagem redefine-se o papel do professor que finalmente pode compreender a importância de ser parceiro de seus alunos. Ensinar e aprender estão sendo desafiados como nunca antes. Educar hoje é mais complexo porque a sociedade também é mais complexa e também o são as competências necessárias. As tecnologias começam há estar um pouco mais ao alcance do estudante e do professor. Precisamos repensar todo o processo, reaprender a ensinar, a estar com os alunos, a orientar as atividades, a definir o que vale a pena fazer para aprender, juntos ou separados. É preciso que nós educadores, continuemos nos apropriando cada vez mais de conhecimentos para a ampla utilização das ferramentas tecnológicas disponíveis nos dias atuais, criando possibilidades de uso dessas tecnologias que aguce no aluno o interesse pela pesquisa dentro e fora da escola, desenvolvendo no educando, as capacidades de interpretação, uma vez que, a escola é o espaço apropriado para ensinar como as pessoas devem se portar diante das tecnologias. <br />