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Ainda nesta década, a internet passa a ser uma série de redes conectadas entre si, especificamente as que utilizam o proto...
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Convergência e Interoperabilidade<br />História da TecnologiaInternet<br /><ul><li>De acordo com Castellsa ARPANET, princi...
10<br />Convergência e Interoperabilidade<br />INTERNET, INTRANET E EXTRANETA INTERNET – A rede mundial<br />A Internet (I...
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ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial), adotado pelo Japão;
DVB-T (Digital Video Broadcast Terrestrial), adotado pelos demais países que já decidiram qual padrão seguir, em especial ...
SBTVD – (Sistema Brasileiro de TV Digital), foi baseado no padrão japonês.</li></ul>Fonte: Introdução à Televisão Digital ...
Convergência e Interoperabilidade<br />IPTV (Arquitetura e Padrões)Padrões<br />03/09/2011<br />
Convergência e Interoperabilidade<br />IPTV (Arquitetura e Padrões)Padrões<br />Algumas diferenças entre o ISDB-T (Japonês...
 Máscara de transmissão especialmente adaptada para evitar interferências de outras estações;
 30 quadros por segundo nas transmissões para aparelhos móveis e portáteis;
 Transmissão aberta. O sistema original contém proteção de cópias (impossibilidade de gravar as transmissões</li></ul>03/0...
“Redes são as autoestradas da informação de uma economia baseada em tecnologia.” (Lucas, H - 2006)<br />“Em uma rede típic...
 Cliente/Servidor<br /> Ponto-a-Ponto (Peer-to-Peer)<br />27<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de R...
28<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesTipos de Redes<br />Cliente/Servidor<br />Ponto-a-Ponto<...
<ul><li>LAN </li></ul>(Local Área Network);<br /><ul><li>MAN </li></ul>(Metropolitan Área Network);<br /><ul><li>WAN</li><...
30<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesClassificação<br />LAN (Local Area Network)<br />Fonte: ...
31<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesNovas Tecnologias<br /><ul><li>Bluetooth;
Home PNA e        Plug Powerline;
Redes Sem Fio;
VLAN’s.</li></ul>Fonte: LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informação Gerenciais. <br />03/09/2011<br />
32<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesHardware<br /><ul><li>Placas de rede, receptadores, hubs...
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Convergência e interoperabilidade

  1. 1. NPA810 – Sistema de Informação<br />Prof. Mateus T. S. Cozer<br />03/09/2011<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Amanda Aragão – 12.206.582-4<br />André Capareli – 12.107.023-9<br />Diego Peroni – 12.107.046-0<br />Raquel Umbelina – 12.107.187-2<br />
  2. 2. História da tecnologia: Computadores e Internet<br />Internet / Intranet / Extranet<br />Rede Wireless / Internet Móvel <br />IPTV (arquitetura e padrões)<br />Tecnologia de Redes <br />Abrangencia e Comunicações <br />Tecnologias viabilizadoras (WWW, HTTP, URL)<br />TCP / IP <br />Infra-estruturas de Informação <br />@genda<br />03/09/2011<br />Convergência e Interoperabilidade<br />2<br />
  3. 3. História da TecnologiaComputadores<br />Convergência e Interoperabilidade<br /> 1981: <br />IBM PC<br /> 1984:<br />Mac<br /> 1976: Apple I<br />Fonte: http://www.computerhistory.org/internet_history<br />03/09/2011<br />
  4. 4. História da TecnologiaComputadores<br />27/08/2011<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Voz e TV sobre IP, Internet, aplicações, jogos, interatividade, mobilidade, etc. <br />R:<br />Convergir<br /> 1990: Windows<br />Fonte: http://www.computerhistory.org/internet_history<br />
  5. 5. Convergência e Interoperabilidade<br />História da TecnologiaInternet<br /><ul><li>1958: A ARPA foi fundada pelo departamento de defesa dos EUA com a missão de mobilizar recursos de pesquisa, particularmente do mundo universitário, com o objetivo de alcançar superioridade tecnológica militar em relação aos URSS.
  6. 6. 1969: Surge a ARPANET, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa e militares sem um centro definido.</li></ul>Fonte: Castells, The Internet Galaxy.<br />03/09/2011<br />
  7. 7. Convergência e Interoperabilidade<br />História da TecnologiaInternet<br /><ul><li>1980s: A Arpanet passa a se chamar ARPA-INTERNET, deixa de ter uso militar e é destinada exclusivamente para pesquisa. Os diferentes ramos das forças armadas adotam uma outra rede, a MILNET.
  8. 8. Ainda nesta década, a internet passa a ser uma série de redes conectadas entre si, especificamente as que utilizam o protocolo TCP/IP.
  9. 9. Em 84, NationalScience Foundation (NSF) montou sua própria rede de comunicação entre computadores, a NSFNET e 88 começou a usar a ARPA-INTERNET como seu backbone.</li></ul>ARPANET<br />(militares e civis)<br /> MILNET ARPA - INTERNET<br />(Militares) (Civis)<br />Fonte: Castells, The Internet Galaxy.<br />03/09/2011<br />
  10. 10. Convergência e Interoperabilidade<br />História da TecnologiaInternet<br /><ul><li>1990s: Tim Berners-Lee, lança o WWW (World Wide Web), que foi a base para que Marc Andreesen, lança-se em o Mosaic (primeiro navegador a combinar gráficos e texto em uma única página, abrindo a web para o mundo com um software fácil de usar);
  11. 11. Criado o Netscape – Primeiro Navegador Comercial; Amazon; Google; Napster.</li></ul>Fonte: Castells, The Internet Galaxy.<br />03/09/2011<br />
  12. 12. Convergência e Interoperabilidade<br />História da TecnologiaInternet<br />03/09/2011<br />
  13. 13. Convergência e Interoperabilidade<br />História da TecnologiaInternet<br /><ul><li>De acordo com Castellsa ARPANET, principal fonte do que viria a ser afinal a internet, não foi consequência fortuita de um programa de pesquisa que corria em paralelo. Foi prefigurada, deliberadamente projetada e subsequentemente administrada por um grupo determinado de cientistas da computação que compartilhavam uma missão que pouco tinha a ver com estratégia militar.</li></ul>Fonte: Castells, The Internet Galaxy.<br />03/09/2011<br />
  14. 14. 10<br />Convergência e Interoperabilidade<br />INTERNET, INTRANET E EXTRANETA INTERNET – A rede mundial<br />A Internet (Internet Society, 1999) é uma rede de sistemas heterogêneos, interligados através de uma família de protocolos básica e comum a todos,<br />chamada TCP/IP. <br />A Internet implementa um sistema cliente/servidor de âmbito universal, hoje disseminado em praticamente todos os países do mundo. <br />Fonte: Ciberespaço por Jorge Henrique C. Fernandes.<br />O mundo em um Click<br />03/09/2011<br />
  15. 15. 11<br />Convergência e Interoperabilidade<br />INTERNET, INTRANET E EXTRANETA INTERNET – A rede mundial<br />INTERNET CRIADA A PARTIR DE 4 CULTURAS INDEPENDENTES:<br /> TECNOMERITOCRÁTICA;<br /> HACKER;<br /> COMUNITÁRIA VIRTUAL;<br /> EMPREENDEDORA.<br />“A cultura é uma construção coletiva que transcende preferências individuais, ao mesmo tempo em que influencia as práticas das pessoas no seu âmbito, neste caso os produtores/usuários da Internet”<br />Fonte: Castells, Manuel: The Internet Galaxy<br />03/09/2011<br />
  16. 16. 12<br />Convergência e Interoperabilidade<br />INTERNET, INTRANET E EXTRANETA INTERNET – Aplicações<br />As aplicações básicas existentes na Internet são:<br />correio eletrônico (e-mail);<br />terminal remoto (telnet) e<br /> transferência de arquivos (ftp).<br />Fonte: Ciberespaço por Jorge Henrique C. Fernandes.<br />03/09/2011<br />
  17. 17. 13<br />Convergência e Interoperabilidade<br />INTERNET, INTRANET E EXTRANETA INTERNET – Expansão da Internet<br />Globalização de mercados<br />produtividade progressivamente mais elevada<br />transformação da lógica social:<br /> da inovação<br /> da produtividade<br /> do crescimento econômico<br />Fonte: Castells, Manuel: The Internet Galaxy<br />03/09/2011<br />
  18. 18. 14<br />Convergência e Interoperabilidade<br />INTERNET, INTRANET E EXTRANETA INTRANET – a rede da sua empresa<br />INTRANET é uma rede de computadores privada que assenta sobre a suite de protocolos da Internet. Consequentemente, todos os conceitos da última aplicam-se também numa intranet, como, por exemplo, o paradigma de cliente-servidor.<br />Resumidamente, o conceito de intranet pode ser interpretado como "uma versão privada da Internet", ou uma mini-Internet confinada a uma organização.<br />Fonte: Artigo: Como definir a tecnologia de desenvolvimento de aplicações em uma intranet por Eduardo Fagundes<br />03/09/2011<br />
  19. 19. 15<br />Convergência e Interoperabilidade<br />INTERNET, INTRANET E EXTRANETA INTRANET – a rede da sua empresa<br />“Uma INTRANETproporciona uma comunicação instantânea a milhões de empregados, tanto dentro da fábrica como no mundo inteiro(...) A informação flui de acordo com as necessidades de cada departamento e de cada funcionário”<br />Fonte: Castells, The Internet Galaxy<br />03/09/2011<br />
  20. 20. 16<br />Convergência e Interoperabilidade<br />INTERNET, INTRANET E EXTRANETA EXTRANET - Interligando as INTRANETS<br />O conceito de Extranet tem sido adotado para denominar um ou mais conjuntos de intranets interligadas através da Internet, desde que por uma maneira segura.<br />Compreende uma estrutura de rede integrada, interligando as diversas organizações com interesses comuns – distribuidores, fornecedores, parceiros, revendedores, consumidores; e permitindo aos seus participantes a explorarem suas relações comerciais e tecnológicas, com a mesma tecnologia e estruturas fornecidas pelas intranets e a Internet.<br />Fonte: Dissertação “ Intranet e Extranet conceitos, objetivos, benefícios e tendências” por Renato Schumacher.<br />03/09/2011<br />
  21. 21. 17<br />Convergência e Interoperabilidade<br />INTERNET, INTRANET E EXTRANETA EXTRANET - Aplicações<br /> Acesso a banco de dados;<br /> Acesso a sistemas corporativos de qualquer parte do mundo;<br /> Fornecimento de produtos, via sistema, sem intervenção humana.<br />Fonte: Dissertação “ Intranet e Extranet conceitos, objetivos, benefícios e tendências” por Renato Schumacher.<br />03/09/2011<br />
  22. 22. 18<br />Convergência e Interoperabilidade<br />REDE WIRELESSA Comunicação sem FIO<br />A palavra wireless provém do inglês: wire (fio, cabo); less (sem); ou seja: sem fios. Wireless então caracteriza qualquer tipo de conexão para transmissão de informação sem a utilização de fios ou cabos. Uma rede sem fio é um conjunto de sistemas conectados por tecnologia de rádio através do ar. Pela extrema facilidade de instalação e uso, as redes sem fio estão crescendo cada vez mais. Dentro deste modelo de comunicação, enquadram-se várias tecnologias, como Wi-Fi, InfraRed(infravermelho), bluetooth e Wi-Max.<br />REDES SEM FIO: Usada em Laptops, aviões, celulares, entre outros e possuem emprego específico. <br />Fonte: Tanenbaum, A. S.: Redes de Computadores<br />03/09/2011<br />
  23. 23. Convergência e Interoperabilidade<br />REDE WIRELESSTipos de Conexões <br />Soluções Wireless Indoor (Rede Interna)<br />Soluções Wireless Outdoor Ponto A Ponto<br />Soluções Outdoor Multiponto<br />Disponível em http://www.wirelessconnect.com.br/aplicacoes/index.cfm<br />03/09/2011<br />19<br />
  24. 24. Convergência e Interoperabilidade<br />IPTV (Arquitetura e Padrões)O que é IPTV?<br /><ul><li>A convergência entre a programação televisiva e as capacidades de interatividade da Internet apresentam uma nova realidade, uma real convergência digital chamada IPTV.
  25. 25. A televisão por meio do protocolo Internet ou Internet ProtocolTelevision– IPTV - é uma tecnologia para entrega de serviços de televisão digital e outras mídias por meio de uma conexão banda larga.</li></ul>Fonte: Hartman, A. Producing Interactive Television (Internet Series). Charles River Media, New York, 2001.<br />03/09/2011<br />
  26. 26. Convergência e Interoperabilidade<br />IPTV (Arquitetura e Padrões)Por que IPTV?<br /><ul><li>“A IPTV é definida como serviços multimídia tais quais televisão/vídeo/áudio/texto/gráficos/dados entregues por redes baseadas em IP gerenciadas para prover os níveis de QoS (Qualityof Service) / QoE (Qualityof Experience),segurança, interatividade e confiabilidade requeridos”. (InternationalTelecommunications Union (ITU))
  27. 27. A IPTV é completamente digital, uma via de mão dupla, com um número ilimitado de canais e alto grau de interatividade.</li></ul>Fonte: Hartman, A. Producing Interactive Television (Internet Series). Charles River Media, New York, 2001.<br />03/09/2011<br />
  28. 28. Convergência e Interoperabilidade<br />IPTV (Arquitetura e Padrões)Arquitetura<br /><ul><li>Será descrita uma arquitetura de rede IPTV definindo os seguintes elementos:
  29. 29. Headend centralizado ou descentralizado;
  30. 30. Core IP;
  31. 31. Rede de acesso;
  32. 32. Ambiente de usuário.</li></ul>Fonte: DSL FORUM - “IPTV Architeture Overview”, Disponível em: <http://www.dslforum.org/arciteture>,<br />03/09/2011<br />
  33. 33. Convergência e Interoperabilidade<br />IPTV (Arquitetura e Padrões)Padrões<br /><ul><li>ATSC (AdvancedTelevision Systems Committee), adotado pelos EUA, Canadá, México e Coréia do Sul;
  34. 34. ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial), adotado pelo Japão;
  35. 35. DVB-T (Digital Video Broadcast Terrestrial), adotado pelos demais países que já decidiram qual padrão seguir, em especial os países da Europa, Ásia, África e Oceania.
  36. 36. SBTVD – (Sistema Brasileiro de TV Digital), foi baseado no padrão japonês.</li></ul>Fonte: Introdução à Televisão Digital Interativa: Arquitetura, Protocolos, Padrões e Práticas (Jorge Fernandes, Guido Lemos e Gledson Silveira)<br />03/09/2011<br />
  37. 37. Convergência e Interoperabilidade<br />IPTV (Arquitetura e Padrões)Padrões<br />03/09/2011<br />
  38. 38. Convergência e Interoperabilidade<br />IPTV (Arquitetura e Padrões)Padrões<br />Algumas diferenças entre o ISDB-T (Japonês) e o ISDB-TB ou SBTVD (Brasileiro).<br />Foram acrescentadas novas tecnologias ao ISDB-TB:<br /><ul><li> MPEG-4 para compressão de vídeo (permite maior aproveitamento da faixa de transmissão, contra o MPEG-2 do ISDB-T);
  39. 39. Máscara de transmissão especialmente adaptada para evitar interferências de outras estações;
  40. 40. 30 quadros por segundo nas transmissões para aparelhos móveis e portáteis;
  41. 41. Transmissão aberta. O sistema original contém proteção de cópias (impossibilidade de gravar as transmissões</li></ul>03/09/2011<br />
  42. 42. “Redes são as autoestradas da informação de uma economia baseada em tecnologia.” (Lucas, H - 2006)<br />“Em uma rede típica, diversos componentes de hardware e software precisam trabalhar juntos para transmitir informações.” (Laudon, K. C. – 2009)<br />26<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesUma tecnologia sem fronteiras<br />03/09/2011<br />
  43. 43.  Cliente/Servidor<br /> Ponto-a-Ponto (Peer-to-Peer)<br />27<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesTipos de Redes<br />Fonte: LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informação Gerenciais. <br />03/09/2011<br />
  44. 44. 28<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesTipos de Redes<br />Cliente/Servidor<br />Ponto-a-Ponto<br />Fonte: LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informação Gerenciais. <br />03/09/2011<br />
  45. 45. <ul><li>LAN </li></ul>(Local Área Network);<br /><ul><li>MAN </li></ul>(Metropolitan Área Network);<br /><ul><li>WAN</li></ul>(Wide Área Network).<br />29<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesClassificação<br />Fonte: LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informação Gerenciais. <br />03/09/2011<br />
  46. 46. 30<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesClassificação<br />LAN (Local Area Network)<br />Fonte: LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informação Gerenciais. <br />MAN (Metropolitan Area Network)WAN (Wide Area Network)<br />03/09/2011<br />
  47. 47. 31<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesNovas Tecnologias<br /><ul><li>Bluetooth;
  48. 48. Home PNA e Plug Powerline;
  49. 49. Redes Sem Fio;
  50. 50. VLAN’s.</li></ul>Fonte: LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informação Gerenciais. <br />03/09/2011<br />
  51. 51. 32<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesHardware<br /><ul><li>Placas de rede, receptadores, hubs, switchs, roteador, gateway, modem, fios e cabos de rede.</li></ul>Fonte: LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informação Gerenciais. <br />03/09/2011<br />
  52. 52. 33<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologia de RedesRede Digital de Serviços Integrados<br /><ul><li>ISDN (Integrated Service Digital Network);
  53. 53. ATM (Asynchronous Transfer Mode);
  54. 54. ADSL (Asymmetric Digital Subscriber Line);
  55. 55. SDSL (Symmetric Digital Subscriber Line);
  56. 56. Firewire.</li></ul>Fonte: LAUDON, Kenneth C. Sistemas de Informação Gerenciais. <br />03/09/2011<br />
  57. 57. <ul><li>A World Wide Web é o mais conhecido serviço de Internet.
  58. 58. Possui padrões universais aceitos para armazenar, recuperar, formatar e apresentar a arquitetura de conexão.</li></ul>34<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologias ViabilizadorasO que é a Web (www)<br />Como funciona?<br /><ul><li>São formatadas por hipertexto;
  59. 59. Links que vinculam documentos como objetos, vídeos, arquivos...
  60. 60. Hiperlinks “disfarçados” de elementos gráficos, clicamos e somos redirecionados para algum ponto da rede.</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />03/09/2011<br />
  61. 61. 35<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologias ViabilizadorasO hipertexto<br /><ul><li>As páginas são acessíveis por softwares de navegação;</li></ul>HTTPS<br /><ul><li>É uma combinação entre os protocolos HTTP e o SSL (segurança);
  62. 62. Realiza a codificação de dados, autenticação do servidor, integridade de mensagem e autenticação de cliente.
  63. 63. Comum nos acessos a servidores de contas bancárias e e-mails corporativos.
  64. 64. Páginas são armazenadas em servidores hospedeiros de internet;
  65. 65. O protocolo de transferência de hipertexto é denominado HTTP.</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />03/09/2011<br />
  66. 66. 36<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Tecnologias ViabilizadorasO URL<br /><ul><li>HTTP é o primeiro conjunto de letras no início de qualquer endereço Web;
  67. 67. O caminho do diretório e o nome do documento são duas outras informações no endereço;
  68. 68. O endereço é denominado Localizador uniforme de recursos (uniformresourcelocator – URL).</li></ul>Por exemplo:<br /><ul><li>http://www.elearning.fei.edu.br (requisição de conexão à home page do moodle - HTTP);
  69. 69. http://www.elearning.fei.edu.br/moodle/mod/resource/view.php?inpopup=true&id=15988 ( localizador do arquivo – URL)</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />03/09/2011<br />
  70. 70. 37<br />Convergência e Interoperabilidade<br />ComunicaçãoO Fundamento<br />Digital<br /><ul><li>Meios digitais de comunicação permitem a transmissão, captação, transformação e armazenagem de dados; Os dados são analisados, interpretado e após a cognição (atualização do “modelo mental”) obtém-se a informação como resultado;</li></ul>Analógico<br /><ul><li>Não há a representação simbólica dos dados;
  71. 71. Dificulta a transformação, manipulação e conservação dos dados;
  72. 72. Há distorções durante as transmissões devido à restrições temporais e espaciais.</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />03/09/2011<br />
  73. 73. 38<br />Convergência e Interoperabilidade<br />ComunicaçãoOs Modelos - HCI - Interação Humano-Máquina .<br />Interação Humano-Máquina (Human-Computer Interaction – HCI)<br /><ul><li>É o estudo de como as pessoas concebem, implementam e usam sistemas interativos de computador;
  74. 74. É a mais desconhecida das áreas que compõem a “Disciplina de Computação;
  75. 75. Atua na construção de softwares de interação com o usuário;
  76. 76. redução de custos e o aumento de produtividade através de Engenharia de Usabilidade.</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />03/09/2011<br />
  77. 77. 39<br />Convergência e Interoperabilidade<br />ComunicaçãoOs Modelos - HCI - Interação Humano-Máquina .<br />Interação Humano-Máquina (Human-Computer Interaction – HCI)<br /><ul><li>A disseminação da internet na sociedade criou uma perspectiva estratégica à HCI;
  78. 78. Surge um modelo que enfatiza o elemento humano em grupos na interação com máquinas e programas (CSCW – Computer SupportedCollaborativeWork);
  79. 79. É no momento em que são enfatizadas a natureza e as implicações da interação em grupo, que a HCI começa a necessitar de inter-disciplinaridade.</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />03/09/2011<br />
  80. 80. 40<br />Convergência e Interoperabilidade<br />ComunicaçãoOs Modelos – Vida Artificial.<br /><ul><li>Busca compreender a vida através da construção de fenômenos biológicos utilizando componentes artificiais;
  81. 81. Em Vida Artificial, a vida está presente em qualquer elemento de interação que possua: Adaptação, reprodução, autonomia e cooperação;
  82. 82. Difundiu-se nos últimos 20 anos, por três abordagens distintas: Wetware (moléculas auto-replicantes); Software (simulam células, organismos, sociedades e ecossistemas); Hardware (elementos físicos).</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />03/09/2011<br />
  83. 83. 41<br />Convergência e Interoperabilidade<br />ComunicaçãoOs Modelos – Vida Artificial.<br /><ul><li>A emergência de complexibilidade é o principal item da vida artificial, possibilita a criação de processos paralelos e tolerantes a falhas;
  84. 84. São Fenômenos sinérgicos, onde o todo é maior que as partes;
  85. 85. Classe de problemas investigados: Inteligência Artificial Corporificada (agentes físicos) e Ecossistemas Artificiais (simulação de ambientes).</li></ul>Vida Artificial e o Ciberespaço<br /><ul><li>Através de simulações e criações podemos compreender os fenômenos inteligentes que estão presentes em sistemas naturais.</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />03/09/2011<br />
  86. 86. 42<br />Convergência e Interoperabilidade<br />ComunicaçãoOs Modelos – Agentes Inteligentes.<br /><ul><li>Nos modelos de agentes inteligentes, parte-se do princípio de que a inteligência deve estar presente nos elementos.
  87. 87. Agentes são noções de indivíduo e comunidade (Sociologia, Economia, Comportamento, Robótica, Softwares, etc);
  88. 88. Agentes Físicos: Autonomia, Habilidade social, Reatividade, Pró-Atividade, Mobilidade e Continuação Temporal;
  89. 89. Agentes Inteligentes em Software: Inteligência, Agência e Mobilidade;
  90. 90. Inteligência de Agentes: Redes Neurais, Algoritmos Genéticos e Inteligência Artificial.</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />03/09/2011<br />
  91. 91. 43<br />ComunicaçãoOs Modelos – Construcionismo Distribuído.<br /><ul><li>Este conceito foi proposto como um modelo pedagógico derivado da Cognição Distribuída e do Construcionismo.
  92. 92. Cognitivo: o aprendizado se dá por experiências diferentes, é um processo ativo e faz parte de um processo social.
  93. 93. Distribuído: este item, agrega além dos itens anteriores, a cognição e computação distribuídas. Leva em consideração fatores humanos e tecnológicos pertinentes à internet e da Web.
  94. 94. Resultado: O ciberespaço torna-se parte integrante da sociedade, pois o elemento humano é quem contribui para o desenvolvimento através de programas, agentes e realidades virtuais.</li></ul>Fonte: Fernandes, José Henrique Cabral. Ciberespaço , 2000.<br />Convergência e Interoperabilidade<br />03/09/2011<br />
  95. 95. 44<br />AbrangênciaMeios de Comunicação e sua Abrangência.<br />Fonte: www.w3c.br – Palestra de Vagner Diniz e Carlos Cecconi<br />Convergência e Interoperabilidade<br />03/09/2011<br />
  96. 96. 45<br />AbrangênciaA Evolução.<br /><ul><li>A evolução da última fase da tecnologia da informação está presente na evolução da Web, como:
  97. 97. Web 1.0 (passado): Tim Berners inventou a Web em 1989, juntando e criando três simples tecnologias (URL, HTML e HTTP).
  98. 98. Web 2.0 (presente): A Web cresceu rapidamente, atingindo mais de 100 milhões de sites ativos, 1 bilhão de pessoas acessando e conteúdo dinâmico.
  99. 99. Web 3.0 (futuro): será uma linkagem de dados de dispositivos, tornando a Web Semântica, Móvel e Ubíqua.</li></ul>Fonte: www.w3c.br – Palestra de Vagner Diniz e Carlos Cecconi<br />Convergência e Interoperabilidade<br />03/09/2011<br />
  100. 100. Convergência e Interoperabilidade<br />TCP/IPO que é?<br /><ul><li>TCP significa TransmissionControlProtocol (Protocolo de Controle de Transmissão) e o IP Internet Protocol (Protocolo de Internet)..
  101. 101. IP é um protocolo responsável pela entrega de pacotes para todos os outros protocolos TCP/IP e oferece um sistema de entrega de dados sem conexão. O TCP garante a entrega e garante o seqüenciamento dos pacotes. No caso da rede perder ou corromper um pacote TCP/IP durante a transmissão, é tarefa do TCP repassar estes dados. </li></ul>Fonte: Tanenbaum, A. S.: Redes de Computadores<br />03/09/2011<br />
  102. 102. Convergência e Interoperabilidade<br />TCP/IPCaracterísticas<br /><ul><li>Conectividade no nível de rede: A tarefa de conectar as redes entre si foi delegada às camadas inferiores da arquitetura, e não às aplicações. Para isso, basta que o TCP-IP rode apenas nos aparelhos emissor e receptor.
  103. 103. Controle de fluxo fim a fim: A responsabilidade do controle de fluxo de dados entre os computadores que trocam informações é delegada apenas a eles.
  104. 104. Endereçamento lógico universal: Feita através da associação de um identificador de formato universal (independente da tecnologia) para cada interface de rede dos equipamentos componentes de uma internet. </li></ul>Fonte: Tanenbaum, A. S.: Redes de Computadores<br />03/09/2011<br />
  105. 105. 27/08/2011<br />Convergência e Interoperabilidade<br />TCP/IPOSI x TCP/IP<br />O modelo TCP/IP foi desenvolvido para solucionar um problema pontual e acabou se tornando um padrão entre os fabricantes de hardware. Enquanto o modelo OSI foi desenvolvido para se tornar um padrão e solucionar o problema comunicação entre máquinas heterogêneas.<br />Algumas semelhanças:<br /><ul><li>ambos são divididas em camadas;
  106. 106. ambos têm camadas de aplicação, embora incluam serviços muito diferentes;
  107. 107. ambos têm camadas de transporte e de rede comparáveis;
  108. 108. a tecnologia de comutação de pacotes (e não comutação de circuitos) é presumida por ambos;
  109. 109. os profissionais da rede precisam conhecer ambos.</li></ul>Fonte: Tanenbaum, A. S.: Redes de Computadores<br />
  110. 110. <ul><li>Sistemas cada vez mais complexos e heterogênios;
  111. 111. Redes locais e a Internet;
  112. 112. IIS (Internet Information Services);
  113. 113. Supply Chain Systens (SAP).</li></ul>49<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Infra-Estrutura da InformaçãoUma Sociedade Sempre Conectada<br />Fonte: Hanseth, Oe Monteiro, E. IT Infrastructures<br />03/09/2011<br />
  114. 114. 50<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Infra-Estrutura da InformaçãoProblemas e Dificuldades<br />Internet / Intranet<br />Diferentes usuários com objetivos divergentes<br />+<br />Crescimento e Evolução da rede de informação<br />(Infraestrutura da Informação)<br />Complexidade Dinâmica:<br /><ul><li>Descoberta;
  115. 115. Implementação;
  116. 116. Integração;
  117. 117. Controle;
  118. 118. Coordenação.</li></ul>Dificuldades<br />Fonte: Hanseth, Oe Monteiro, E. IT Infrastructures<br />Dificuldade em transformar informações empíricas em <br />princípios que promovam <br />a evolução do IIS.<br /><ul><li>Perda de dinheiro com investimentos;
  119. 119. Custos de oportunidade;
  120. 120. Problemas políticos e sociais.</li></ul>PROBLEMAS<br />03/09/2011<br />
  121. 121. “Sistema partilhado, aberto e sem limites, heterogêneo e evolução sócio técnica constituída por um conjunto de recursos de T.I. e seus usuários, operações e comunidades de design”.<br />Fonte: Hanseth, Oe Monteiro, E. IT Infrastructures<br />51<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Infra-Estrutura da InformaçãoUma Possível Definição<br />03/09/2011<br />
  122. 122. <ul><li>Comunidade organizada através de um recurso de TI;
  123. 123. Demanda por inovação;
  124. 124. Necessidade de flexibilidade de uso;
  125. 125. Atraente e funcional.</li></ul>27/08/2011<br />52<br />Convergência e Interoperabilidade<br />Infra-Estrutura da InformaçãoDiversidade de Tecnologias e Gerenciamento<br />Fonte: Hanseth, Oe Monteiro, E. IT Infrastructures<br />
  126. 126. Dúvidas e Perguntas...<br />Obrigado!<br />
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