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Síndrome piramidal

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Aula do Dr. Rafael Higashi , médico neurologista sobre síndrome piramdal em 2003 para a Faculdade Gama Filho no Hospital da Santa Casa no Rio de Janeiro. …

Aula do Dr. Rafael Higashi , médico neurologista sobre síndrome piramdal em 2003 para a Faculdade Gama Filho no Hospital da Santa Casa no Rio de Janeiro. http://www.estimulacaoneurologica.com.br/home.aspx


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Transcript

  • 1. Síndrome Piramidal Dr. Rafael Higashi – médico neurologista Hospital da Santa Casa do R. J.(9 a enfermaria de Clínica Médica) Instituto de Neurologia Deolindo Couto da UFRJ www.estimulacaoneurologica.com.br
  • 2.  
  • 3.  
  • 4.  
  • 5.  
  • 6. Sistema Motor
    • Sistema extrapiramidal
    • Cerebelo
    • Sistema piramidal: via corticoespinhal, inicia-se no córtex do lobo frontal ,constituída pelas cels. gigantopiramidais de Betz da área 4 de Brodmann( córtex pré rolandico) agrupam-se na cápsula interna formando um feixe que cruza para o lado contra-lateral nas pirâmides bulbares constituindo o cordão lateral da medula(feixe piramidal cruzado) e outro feixe que passa ao cordão anterior homolateral da medula dirigindo ao cordão anterior da medula. Constitui o novo sistema motor pois seu máximo desenvolvimento foi observado no homen, gorilas e chimpanzés.
  • 7. Síndrome piramidal
    • Decorre da interrupção anatômica ou funcional da via corticoespinhal
    • Motoneurônios alfa: contração muscular
    • Motoneurônios gama: controla o tônus muscular => subordinados a centros supramedulares
    • Nas lesões supramedulares cessam os estímulos inibitórios da atividade dos motoneurônios gamas, havendo, persistência dos efeitos facilitadores por hiperatividade dos motoneurônios alfa ocorrendo hipertonia e hiperreflexia.
  • 8. Quadro clínico
    • Sintomas deficitários ou negativos :
    • a) Perda ou diminuição da motricidade.
    • b) Diminuição ou abolição dos reflexos superficiais cutâneo-abdominais e cremastérico.
  • 9. Quadro clínico
    • Sintomas de liberação ou positivos :
    • a) Sincinesias( a mão do lado hemiplégico se contrai quando o paciente fecha fortemente a mão do lado normal).
    • b) Sinal de Babinski e ou sucedâneos.
    • c) Hiper-reflexia profunda.
    • d) Hipertonia espástica ( hipertonia elástica).
    • e) Exagero do reflexo de automatismo ou de defesa( tríplice flexão do membro inferior ao estimulo nociceptivo).
  • 10.  
  • 11. A principal causa de Hemiplegia são os Acidentes Vasculares Cerebrais, sendo 80% isquêmico e 20% hemorrágico.
  • 12.  
  • 13.  
  • 14.  
  • 15.  
  • 16. Hemiplegias
    • Hemiplegia Cortical: lesão na área motora, normalmente menos intensa. Pode-se associar a outras manifestações da esfera cortical como crises bravais-jacksonianas, afasia, apraxia, astereognosia.
    • Hemiplegia Subcortical: ocorre por lesão no centro oval, sendo nítido o predomínio de déficit em um dos membros.
  • 17. Hemiplegias
    • C) Hemiplegia Capsular : É a forma mais freqüente, hemiplegias maciças concentrado em um espaço reduzido. Pode atingir o tálamo associando déficit motor à distúrbios sensitivos. Normalmente é causa vascular ( oclusão da artéria lenticuloestriada).
    • D)Hemiplegia Talâmica: a hemiplegia quando presente é frusta, assumindo em primeiro plano os dísturbios da sensibilidade (síndrome de Déjerine-Roussy).
  • 18. Hemiplegias
    • E) Hemiplegias Alternas: comprometimento a nível de tronco caracterizando por paralisia do hemicorpo contralateral a lesão e déficit de nervo craniano homolateral à lesão.
    • Hemiplegias Pedunculares(III par)
    • Hemiplegias Bulbares( ausência de comprometimento do nervo facial e paralisia da hemilíngula ipsolateral à lesão)
    • Hemiplegia Espinal
  • 19. Paraplegias
    • Paralisia de dois membros homólogos.
    • Podem ser provocadas por lesão da medula Espinal .Ex: degeneração combinada subaguda da medula, lesão traumática, sífilis, HTLV, HIV,tumorais, Esclerose Multipla, infarto medular, Mielite Transerversa, MAV, Paraplegia Espastica Familiar e etc. Podem ser lesões hemisféricas adquiridas como meningioma parasagital, congênitas ou neonatais(doença de Little) .
  • 20. Paralisias histéricas
    • Ausência de alterações reflexas , Tônus e trofismo muscular.
    • Distribuição bizarra das paralisias( ausência de paralisia facial nas hemiplegias).
    • Aspecto bizarro da marcha( o paciente costuma arrastar o “ pé paralisado” sobre o solo ao invés de apresentar a marcha ceifante do hemiplégico orgânico) .
    • Ausência de distúrbios esfincterianos nas paraplegias.
    • Costuman ser curadas com persuasão.
  • 21.  
  • 22.  
  • 23. Referências bibliográficas
    • Semiologia Médica : Celmo Celeno Porto; terceira edição.
    • Propedêutica Neurológica Básica: Wilson Luiz Sanvito; editora Ateneu 2002.
    • Principles of Internal Medicine: Harrison`s; XV edição.
    • Atlas Mosby em Cores e Texto de Neurologia: Parkin; I edição 1998.
    • Handbook of Symptom-Oriented Neurology: Kerri S. Remmel , Reem Bunyan: edição 2002
  • 24. Obrigado ! Dr. Rafael Higashi

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