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totalmente abertos, desfavorece o leitor, ao confundir                             Com base no trecho de Morte e Vida Seve...
*AZUL25dom8*QUESTÃO 100                                                                          grande valor para o patri...
*AZUL25dom9*QUESTÃO 103                                                                                As canções de Noel ...
¿JXULQRV H FHQiULRVQUESTÃO 104                                                                                representati...
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*AZUL25dom10*QUESTÃO 106                                                                  Utilizadas desde a Antiguidade, ...
*AZUL25dom11*QUESTÃO 109                                                                                A relação observad...
Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.                                                   ...
*AZUL25dom12*QUESTÃO 112                                                                            QUESTÃO 113           ...
*AZUL25dom13*QUESTÃO 114                                                                                 Ao argumentar que...
XP GRVmais valorizados no mundo artístico, tanto em termos                                        Língua do meu Amor velos...
*AZUL25dom14*QUESTÃO 117                                                                             A memyULD p XP LPSRUW...
No romance O Cortiço
GH $OXt]LR $]HYHGR DV                                     QUESTÃO 119personagens são observadas como elementos coletivos  ...
*XDUGDU XPD FRLVD p ROKiOD ¿WiOD PLUiOD SRU                                        A identidade de uma nação está diretame...
*AZUL25dom15*QUESTÃO 120                                                                               7H[WR SDUD DV TXHVW...
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Prova do enem e gabarito07 azul gab

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Prova do enem e gabarito07 azul gab

  1. 1. EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É AZUL. MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA 2º DIA CADERNO 7 AZUL 2011PROVA DE REDAÇÃO E DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém a Proposta de Redação e 9 No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaço 90 questões numeradas de 91 a 180, dispostas da seguinte maneira: compreendido no círculo correspondente à opção escolhida a. as questões de número 91 a 135 são relativas à área para a resposta. A marcação em mais de uma opção anula a de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; questão, mesmo que uma das respostas esteja correta. b. as questões de número 136 a 180 são relativas à 10 O tempo disponível para estas provas é de cinco horas e trinta área de Matemática e suas Tecnologias. minutos. ATENÇÃO: as questões de 91 a 95 são relativas à língua estrangeira. Você deverá responder apenas às questões 11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DE relativas à língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhida QUESTÕES não serão considerados na avaliação. no ato de sua inscrição. 12 Somente serão corrigidas as redações transcritas na FOLHA DE2 Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a REDAÇÃO. quantidade de questões e se essas questões estão na ordem mencionada na instrução anterior. Caso o caderno esteja 13 Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador e incompleto, tenha qualquer defeito ou apresente entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO- RESPOSTA/FOLHA DE REDAÇÃO. divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele tome as providências cabíveis. 14 Você poderá deixar o local de prova somente após decorridas duas horas do início da aplicação e poderá levar seu CADERNO3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA e na FOLHA DE REDAÇÃO, que DE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala de provas nos se encontra no verso do CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados últimos 30 minutos que antecedem o término da prova. estão registrados corretamente. Caso haja alguma divergência, 15 Você será excluído do exame no caso de: comunique-a imediatamente ao aplicador da sala. a) prestar, em qualquer documento, declaração falsa4 ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome nos ou inexata; espaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA e da FOLHA DE b) agir com incorreção ou descortesia para com REDAÇÃO com caneta esferográfica de tinta preta. qualquer participante ou pessoa envolvida no5 ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO- processo de aplicação das provas; RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letras c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de maiúsculas e minúsculas, a seguinte frase: aplicação das provas, incorrendo em comportamento indevido durante a realização do Exame; Lenta, descansa a onda que a maré deixa. d) se comunicar, durante as provas, com outro participante verbalmente, por escrito ou por qualquer outra forma;6 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, a e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico e opção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se você de comunicação durante a realização do Exame; assinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os campos f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, em em branco, sua prova não será corrigida. benefício próprio ou de terceiros, em qualquer7 Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA, etapa do Exame; pois ele não poderá ser substituído. g) utilizar livros, notas ou impressos durante a realização do Exame;8 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções h) se ausentar da sala de provas levando consigo o identificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas uma CADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecido responde corretamente à questão. e/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo. *AZUL25DOM0*
  2. 2. *AZUL25dom1* PROPOSTA DE REDAÇÃOCom base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema VIVER EM REDE NOSÉCULO XXI: OS LIMITES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO, apresentando proposta de conscientização socialque respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatospara defesa de seu ponto de vista. /LEHUGDGH VHP ¿R A ONU acaba de declarar o acesso à rede um direito fundamental do ser humano – assim como saúde, moradiae educação. No mundo todo, pessoas começam a abrir seus sinais privados de ZL¿, organizações e governos semobilizam para expandir a rede para espaços públicos e regiões onde ela ainda não chega, com acesso livre e gratuito. ROSA, G.; SANTOS, P. Galileu. Nº 240, jul. 2011 (fragmento). $ LQWHUQHW WHP RXYLGRV H PHPyULD Uma pesquisa da consultoria Forrester Research revela que, nos Estados Unidos, a população já passoumais tempo conectada à internet do que em frente à televisão. Os hábitos estão mudando. No Brasil, as pessoasjá gastam cerca de 20% de seu tempo on-line em redes sociais. A grande maioria dos internautas (72%, deDFRUGR FRP R ,ERSH 0tGLD
  3. 3. SUHWHQGH FULDU DFHVVDU H PDQWHU XP SHU¿O HP UHGH ³)D] SDUWH GD SUySULD VRFLDOL]DomRdo indivíduo do século XXI estar numa rede social. Não estar equivale a não ter uma identidade ou um númerode telefone no passado”, acredita Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análisede mídias. $V UHGHV VRFLDLV VmR yWLPDV SDUD GLVVHPLQDU LGHLDV WRUQDU DOJXpP SRSXODU H WDPEpP DUUXLQDU UHSXWDo}HV 8PGRV PDLRUHV GHVD¿RV GRV XVXiULRV GH LQWHUQHW p VDEHU SRQGHUDU R TXH VH SXEOLFD QHOD (VSHFLDOLVWDV UHFRPHQGDPque não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do quese pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo podeVHU UDVWUHDGR H LGHQWL¿FDGR $TXHOHV TXH SRU LPSXOVR VH exaltam e cometem gafes podem pagar caro. Disponível em: http://www.terra.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011 (adaptado). DAHMER, A. Disponível em: http://malvados.wordpress.com. Acesso em: 30 jun. 2011.INSTRUÇÕES: ‡ 2 UDVFXQKR da redação deve ser feito no espaço apropriado. ‡ 2 WH[WR GH¿QLWLYR deve ser escrito à tinta, na IROKD SUySULD, em até 30 linhas. ‡ $ UHGDomR FRP DWp VHWH
  4. 4. OLQKDV HVFULWDV VHUi FRQVLGHUDGD ³LQVX¿FLHQWH´ H UHFHEHUi QRWD ]HUR ‡ $ UHGDomR TXH IXJLU DR WHPD RX TXH QmR DWHQGHU DR WLSR GLVVHUWDWLYRDUJXPHQWDWLYR receberá nota zero. ‡ $ UHGDomR TXH DSUHVHQWDU FySLD GRV WH[WRV GD 3URSRVWD GH 5HGDomR RX GR DGHUQR GH 4XHVW}HV WHUi R número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 1
  5. 5. *AZUL25dom2*LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS Na fase escolar, é prática comum que os professoresQuestões de 91 a 135 passem atividades extraclasse e marquem uma data4XHVW}HV GH D RSomR LQJOrV
  6. 6. para que as mesmas sejam entregues para correção. No caso da cena da charge, a professora ouve umaQUESTÃO 91 estudante apresentando argumentos para Going to univerVLW VHHPV WR UHGXFH WKH ULVN RI A discutir sobre o conteúdo do seu trabalho já entregue.dying from coronary heart disease. An American study B HORJLDU R WHPD SURSRVWR SDUD R UHODWyULR VROLFLWDGRthat involved 10 000 patients from around the world has C VXJHULU WHPDV SDUD QRYDV SHVTXLVDV H UHODWyULRVfound that people who leave school before the age of 16 D reclamar do curto prazo para entrega do trabalho.DUH ¿YH WLPHV PRUH OLNHO WR VXIIHU D KHDUW DWWDFN DQG GLH E FRQYHQFHU GH TXH IH] R UHODWyULR VROLFLWDGo.than university graduates. :RUOG 5HSRUW 1HZV 0DJD]LQH 6SHDN 8S. Ano XIV, nº 170. Editora Camelot, 2001. QUESTÃO 93Em relação às pesquisas, a utilização da expressão +RZ¶V RXU PRRGuniversity graduates evidencia a intenção de informar queA as doenças do coração atacam dez mil pacientes.B as doenças do coração ocorrem na faixa dos dezesseis anos.C as pesquisas sobre doenças são divulgadas no meio DFDGrPLFRD jovens americanos são alertados dos riscos de doenças do coração.E maior nível de estudo reduz riscos de ataques do coração.QUESTÃO 92 For an interesting attempt to measure cause and effect try Mappiness, a project run by the London School of Economics, which offers a phone app that prompts you to record your mood and situation. 7KH 0DSSLQHVV ZHEVLWH VDV ³:H¶UH SDUWLFXODUO LQWHUHVWHG LQ KRZ SHRSOH¶V KDSSLQHVV LV DIIHFWHG E WKHLU ORFDO HQYLURQPHQW DLU SROOXWLRQ QRLVH JUHHQ VSDFHV DQG VR RQ ZKLFK WKH GDWD IURP 0DSSLQHVV ZLOO EH absolutely great for investigating.” :LOO LW ZRUN :LWK HQRXJK SHRSOH LW PLJKW %XW WKHUH DUH RWKHU SUREOHPV :H¶YH EHHQ XVLQJ KDSSLQHVV DQG ZHOOEHLQJ LQWHUFKDQJHDEO ,V WKDW RN 7KH GLIIHUHQFH FRPHV RXW LQ D VHQWLPHQW OLNH ³:H ZHUH KDSSLHU GXULQJ WKH ZDU´ %XW ZDV RXU ZHOOEHLQJ DOVR JUHDWHU WKHQ LVSRQtYHO HP KWWSZZZEEFFRXN $FHVVR HP MXQ DGDSWDGR
  7. 7. O projeto Mappiness, idealizado pela London School of Economics, ocupa-se do tema relacionado A ao nível de felicidade das pessoas em tempos de guerra. B j GL¿FXOGDGH GH PHGLU R QtYHO GH IHOLFLGDGH GDV pessoas a partir de seu humor. C ao nível de felicidade das pessoas enquanto falam ao celular com seus familiares. D à relação entre o nível de felicidade das pessoas e o ambiente no qual se encontram. GLASBERGEN, R. 7RGD¶V FDUWRRQ. E j LQÀXrQFLD GDV LPDJHQV JUD¿WDGDV SHODV UXDV QR Disponível em: http://www.glasbergen.com. Acesso em: 23 jul. 2010. aumento do nível de felicidade das pessoas. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 2
  8. 8. *AZUL25dom3*QUESTÃO 94 WarUntil the philosophy which holds one race superior :DU LQ WKH HDVW ZDU LQ WKH ZHVWAnd another inferior :DU XS QRUWK ZDU GRZQ VRXWK,V ¿QDOO DQG SHUPDQHQWO GLVFUHGLWHG DQG DEDQGRQHG :DU ZDU 5XPRUV RI ZDU(YHUZKHUH LV ZDU 0H VD ZDU $QG XQWLO WKDW GD WKH $IULFDQ FRQWLQHQW ZLOO QRW NQRZ SHDFH :H $IULFDQV ZLOO ¿JKW ZH ¿QG LW QHFHVVDUThat until there is no longer $QG ZH NQRZ ZH VKDOO ZLQFirst class and second class citizens of any nation, $V ZH DUH FRQ¿GHQW LQ WKH YLFWRU8QWLO WKH FRORU RI D PDQ¶V VNLQ […],V RI QR PRUH VLJQL¿FDQFH WKDQ WKH FRORU RI KLV HHV MARLEY, B. Disponível em: http://www.sing365.com. Acesso em: 30 jun. 2011 (fragmento).Me say war.[…]And until the ignoble and unhappy regimesthat hold our brothers in Angola, in Mozambique,South Africa, sub-human bondage have been toppled,8WWHUO GHVWURHG:HOO HYHUZKHUH LV ZDU 0H VD ZDUBob Marley foi um artista popular e atraiu muLWRV ImV FRP VXDV FDQo}HV LHQWH GH VXD LQÀXrQFLD VRFLDO QD P~VLFDWar, o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobreA a inércia do continente africano diante das injustiças sociais.B D SHUVLVWrQFLD GD JXHUUD HQTXDQWR KRXYHU GLIHUHQoDV UDFLDLV H VRFLDLVC as acentuadas diferenças culturais entre os países africanos.D DV GLVFUHSkQFLDV VRFLDLV HQWUH PRoDPELFDQRV H DQJRODQRV FRPR FDXVD GH FRQÀLWRVE a fragilidade das diferenças raciais e sociaiV FRPR MXVWL¿FDWLYDV SDUD R LQtFLo de uma guerra.QUESTÃO 95 LVSRQtYHO HP KWWSZZZJDU¿HOGFRP $FHVVR HP MXO $ WLUD GH¿QLGD FRPR XP VHJPHQWR GH KLVWyULD HP TXDGULQKRV SRGH WUDQVPLWLU XPD mensagem com efeito de humor.$ SUHVHQoD GHVVH HIHLWR QR GLiORJR HQWUH -RQ H *DU¿HOG DFRQWHFH SRUTXHA -RQ SHQVD TXH VXD H[QDPRUDGD p PDOXFD H TXH *DU¿HOG QmR VDELD GLVVRB -RGHOO p D ~QLFD QDPRUDGD PDOXFD TXH -RQ WHYH H *DU¿HOG DFKD LVVR HVWUDQKRC *DU¿HOG WHP FHUWH]D GH TXH D H[QDPRUDGD GH -RQ p VHQVDWD R PDOXFR p R DPLJRD *DU¿HOG FRQKHFH DV H[QDPRUDGDV GH -RQ H FRQVLGHUD PDLV GH XPD FRPR PDOXFDE -RQ FDUDFWHUL]D D H[QDPRUDGD FRPR PDOXFD H QmR HQWHQGH D FDUD GH *DU¿HOGLC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 3
  9. 9. *AZUL25dom4*LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS La SFLC recuerda graves fallos informáticos ocurridos en otros campos, como en elecciones, en laQuestões de 91 a 135 IDEULFDFLyQ GH FRFKHV HQ ODV OtQHDV DpUHDV FRPHUFLDOHV4XHVW}HV GH D RSomR HVSDQKRO
  10. 10. R HQ ORV PHUFDGRV ¿QDQFLHURVQUESTÃO 91 Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 24 jul. 2010 (adaptado). µHVPDFKXSL]DU¶ HO WXULVPR O título da palestra, citado no texto, antecipa o tema que será tratado e mostra que o autor tem a intenção de Es ya un lugar común escuchar aquello de quehay que desmachupizar el turismo en Perú y buscar A UHODWDU QRYDV H[SHULrQFLDV HP WUDWDPHQWR GH VD~GHvisitantes en las demás atracciones (y son muchas) que B alertar sobre os riscos mortais de determinadosWLHQH HO SDtV QDWXUDOHV DUTXHROyJLFDV SHUR OD FLXGDGHOD softwares de uso médico para o ser humano. C denunciar falhas médicas na implantação deinca tiene un imán innegable. La Cámara Nacional de softwares em seres humanos.7XULVPR FRQVLGHUD TXH 0DFKX 3LFFKX VLJQL¿FD HO D divulgar novos softwares presentes em aparelhosde los ingresos por turismo en Perú, ya que cada turista médicos lançados no mercado.que tiene como primer destino la ciudadela inca visita E apresentar os defeitos mais comuns de softwaresentre tres y cinco lugares más (la ciudad de Cuzco, la em aparelhos médicos.de Arequipa, las líneas de Nazca, el Lago Titicaca y laVHOYD
  11. 11. GHMD HQ HO SDtV XQ SURPHGLR GH GyODUHV QUESTÃO 93(unos 1 538 euros). %LHQYHQLGR D %UDVtOLD DUORV DQDOHV SUHVLGHQWH GH DQDWXU VHxDOy TXH El Gobierno de Brasil, por medio del Ministerio de lala ciudadela tiene capacidad para recibir más visitantes XOWXUD GHO ,QVWLWXWR GHO 3DWULPRQLR +LVWyULFR $UWtVWLFRque en la actualidad (un máximo de 3 000) con un sistema Nacional (IPHAN), da la bienvenida a los participantesSODQL¿FDGR GH KRUDULRV UXWDV SHUR QR TXLVR DYDQ]DU GH OD  6HVLyQ GHO RPLWp GHO 3DWULPRQLR 0XQGLDOuna cifra. Sin embargo, la Unesco ha advertido en varias HQFXHQWUR UHDOL]DGR SRU OD 2UJDQL]DFLyQ GH ODV 1DFLRQHVocasiones que el monumento se encuentra cercano al 8QLGDV SDUD OD (GXFDFLyQ OD LHQFLD OD XOWXUDSXQWR GH VDWXUDFLyQ HO *RELHUQR QR GHEH HPSUHQGHU (UNESCO).QLQJXQD SROtWLFD GH FDSWDFLyQ GH QXHYRV YLVLWDQWHV DOJR 5HVSDOGDGR SRU OD RQYHQFLyQ GHO 3DWULPRQLRcon lo que coincide el viceministro Roca Rey. 0XQGLDO GH HO RPLWp UH~QH HQ VX  VHVLyQ PiV Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 21 jun. 2011. de 180 delegaciones nacionales para deliberar sobre las QXHYDV FDQGLGDWXUDV HO HVWDGR GH FRQVHUYDFLyQ GHA reportagem do jornal espanhol mostra a preocupação riesgo de los bienes ya declarados Patrimonio Mundial,diante de um problema no Peru, que pode ser resumido con base en los análisis del Consejo Internacional deSHOR YRFiEXOR ³GHVPDFKXSL]DU´ UHIHULQGRVH Monumentos y Sitios (Icomos), del Centro InternacionalA à escassez de turistas no país. SDUD HO (VWXGLR GH OD 3UHVHUYDFLyQ OD 5HVWDXUDFLyQ GHOB ao difícil acesso ao lago Titicaca. 3DWULPRQLR XOWXUDO ,520
  12. 12. GH OD 8QLyQ ,QWHUQDFLRQDOC à destruição da arqueologia no país. SDUD OD RQVHUYDFLyQ GH OD 1DWXUDOH]D ,81
  13. 13. D ao excesso de turistas na terra dos incas. Disponível em: http://www.34whc.brasilia2010.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010.E à falta de atrativos turísticos em Arequipa. 2 RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDO UH~QHVH UHJXODUPHQWHQUESTÃO 92 para deliberar sobre ações que visem à conservação e Los fallos de software en aparatos médicos, como à preservação do patrimônio mundial. Entre as tarefasmarcapasos, van a ser una creciente amenaza para la atribuídas às delegações nacionais que participaramsalud pública, según el informe de Software Freedom Law GD  6HVVmR GR RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDOCenter (SFLC) que ha sido presentado hoy en Portland destaca-se a(EEUU), en la Open Source Convention (OSCON). A participação em reuniões do Conselho Internacional /D SRQHQFLD ³0XHUWR SRU HO FyGLJR WUDQVSDUHQFLD de Monumentos e Sítios.de software en los dispositivos médicos implantables” B realização da cerimônia de recepção da Convençãoaborda el riesgo potencialmente mortal de los defectos do Patrimônio Mundial.informáticos en los aparatos médicos implantados en las C organização das análises feitas pelo Ministério dapersonas. Cultura brasileiro. D discussão sobre o estado de conservação dos bens Según SFLC, millones de personas con condiciones já declarados patrimônios mundiais.FUyQLFDV GHO FRUD]yQ HSLOHSVLD GLDEHWHV REHVLGDG H E HVWUXWXUDomR GD SUy[LPD UHXQLmR GR RPLWr GRLQFOXVR OD GHSUHVLyQ GHSHQGHQ GH LPSODQWHV SHUR HOsoftware permanece oculto a los pacientes y sus médicos. Patrimônio Mundial. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 4
  14. 14. *AZUL25dom5*QUESTÃO 94 QUESTÃO 95 (O WDQJR (V SRVLEOH UHGXFLU OD EDVXUD Ya sea como danza, música, poesía o cabal En México se producen más de 10 millones de m3H[SUHVLyQ GH XQD ¿ORVRItD GH YLGD HO WDQJR SRVHH XQD de basura mensualmente, depositados en más de 50 millarga y valiosa trayectoria, jalonada de encuentros y tiraderos de basura legales y clandestinos, que afectandesencuentros, amores y odios, nacida desde lo más de manera directa nuestra calidad de vida, pues nuestroshondo de la historia argentina. recursos naturales son utilizados desproporcionalmente, El nuevo ambiente es el cabaret, su nuevo cultor como materias primas que luego desechamos y tiramosla clase media porteña, que ameniza sus momentos convirtiéndolos en materiales inútiles y focos deGH GLYHUVLyQ FRQ QXHYDV FRPSRVLFLRQHV VXVWLWXHQGR LQIHFFLyQel carácter malevo del tango primitivo por una nueva Todo aquello que compramos y consumimos tienepoesía más acorde con las concepciones estéticas XQD UHODFLyQ GLUHFWD FRQ OR TXH WLUDPRV RQVXPLHQGRprovenientes de Londres y París. UDFLRQDOPHQWH HYLWDQGR HO GHUURFKH XVDQGR VyOR OR Ya en la década del ‘20 el tango se anima incluso indispensable, directamente colaboramos con el cuidadoa traspasar las fronteras del país, recalando en lujosos del ambiente.salones parisinos donde es aclamado por públicos Si la basura se compone de varios desperdiciosselectos que adhieren entusiastas a la sensualidad y si como desperdicios no fueron basura, si losdel nuevo baile. Ya no es privativo de los bajos fondos separamos adecuadamente, podremos controlarlosporteños; ahora se escucha y se baila en salones y evitar posteriores problemas. Reciclar se traduceelegantes, clubs y casas particulares. en importantes ahorros de energía, ahorro de agua El tango revive con juveniles fuerzas en ajironadas potable, ahorro de materias primas, menor impacto enYHUVLRQHV GH JUXSRV URFNHURV SUHVHQWDFLRQHV HQ los ecosistemas y sus recursos naturales y ahorro deelegantes reductos de San Telmo, Barracas y La Boca y tiempo, dinero y esfuerzo.películas foráneas que lo divulgan por el mundo entero. Es necesario saber para empezar a actuar... Disponível em: http://www.elpolvorin.over-blog.es. Acesso em: 22 jun. 2011 (adaptado). Disponível em: http://www.tododecarton.com. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado).Sabendo-se que a produção cultural de um país $ SDUWLU GR TXH VH D¿UPD QR ~OWLPR SDUiJUDIR ³(VSRGH LQÀXHQFLDU UHWUDWDU RX LQFOXVLYH VHU UHÀH[R GH necesario saber para empezar a actuar...”, pode-seDFRQWHFLPHQWRV GH VXD KLVWyULD R WDQJR GHQWUR GR constatar que o texto foi escrito com a intenção deFRQWH[WR KLVWyULFR DUJHQWLQR p UHFRQKHFLGR SRU A informar o leitor a respeito da importância daA PDQWHUVH LQDOWHUDGR DR ORQJR GH VXD KLVWyULD QR reciclagem para a conservação do meio ambiente. país. B indicar os cuidados que se deve ter para não consumirB LQÀXHQFLDU RV VXE~UELRV VHP FKHJDU D RXWUDV alimentos que podem ser focos de infecção. regiões. C denunciar o quanto o consumismo é nocivo, pois é oC sobreviver e se difundir, ultrapassando as fronteiras gerador dos dejetos produzidos no México. do país. D ensinar como economizar tempo, dinheiro e esforçoD manifestar seu valor primitivo nas diferentes D SDUWLU GRV PLO GHSyVLWRV GH OL[R OHJDOL]DGRV camadas sociais. E alertar a população mexicana para os perigosE LJQRUDU D LQÀXrQFLD GH SDtVHV HXURSHXV FRPR causados pelos consumidores de matéria-prima Inglaterra e França. reciclável.LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 5
  15. 15. *AZUL25dom6*QUESTÃO 96 Na modernidade, o corpo foi descoberto, despido e modelado pelos exercícios físicos da moda. Novos espaçose práticas esportivas e de ginástica passaram a convocar as pessoas a modelarem seus corpos. Multiplicaram-seas academias de ginástica, as salas de musculação e o número de pessoas correndo pelas ruas. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. DGHUQR GR SURIHVVRU: educação física. São Paulo, 2008.Diante do exposto, é possível perceber que houve um aumento da procura porA exercícios físicos aquáticos (natação/hidroginástica), que são exercícios de baixo impacto, evitando o atrito (não prejudicando as articulações), e que previnem o envelhecimento precoce e melhoram a qualidade de vida.B mecanismos que permitem combinar alimentação e exercício físico, que permitem a aquisição e manutenção de níveis adequados de saúde, sem a preocupação com padrões de beleza instituídos socialmente.C SURJUDPDV VDXGiYHLV GH HPDJUHFLPHQWR TXH HYLWDP RV SUHMXt]RV FDXVDGRV QD UHJXODomR PHWDEyOLFD IXQomR LPXQROyJLFD LQWHJULGDGH yVVHD H PDQXWHQomR GD FDSDFLGDGH IXQFLRQDO DR ORQJR GR HQYHOKHFLPHQWRD exercícios de relaxamento, reeducação postural e alongamentos, que permitem um melhor funcionamento do organismo como um todo, bem como uma dieta alimentar e hábitos saudáveis com base em produtos naturais.E dietas que preconizam a ingestão excessiva ou restrita de um ou mais macronutrientes (carboidratos, gorduras ou proteínas), bem como exercícios que permitem um aumento de massa muscular e/ou modelar o corpo.QUESTÃO 97 COSTA, C. 6XSHULQWHUHVVDQWH. Fev. 2011 (adaptado).Os amigos são um dos principais indicadores de bem-estar na vida social das pessoas. Da mesma forma que emRXWUDV iUHDV D LQWHUQHW WDPEpP LQRYRX DV PDQHLUDV GH YLYHQFLDU D DPL]DGH D OHLWXUD GR LQIRJUi¿FR GHSUHHQGHPVHGRLV WLSRV GH DPL]DGH YLUWXDO D VLPpWULFD H D DVVLPpWULFD DPEDV FRP VHXV SUyV H FRQWUDV (QTXDQWR D SULPHLUD VHbaseia na relação de reciprocidade, a segundaA reduz o número de amigos virtuais, ao limitar o acesso à rede.B SDUWH GR DQRQLPDWR REULJDWyULR SDUD VH GLIXQGLUC UHIRUoD D FRQ¿JXUDomR GH ODoRV PDLV SURIXQGRV GH DPL]DGHD facilita a interação entre pessoas em virtude de interesses comuns.E tem a responsabilidade de promover a proximidade física. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 6
  16. 16. *AZUL25dom7*QUESTÃO 98 QUESTÃO 99 O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não TEXTO Isequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor o O meu nome é Severino,acesso a um número praticamente ilimitado de outros textos não tenho outro de pia. Como há muitos Severinos,a partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real. que é santo de romaria,$VVLP R OHLWRU WHP FRQGLo}HV GH GH¿QLU LQWHUDWLYDPHQWH R deram então de me chamarÀX[R GH VXD OHLWXUD D SDUWLU GH DVVXQWRV WUDWDGRV QR WH[WR VHP Severino de Maria;VH SUHQGHU D XPD VHTXrQFLD ¿[D RX D WySLFRV HVWDEHOHFLGRV como há muitos Severinospor um autor. Trata-se de uma forma de estruturação textual com mães chamadas Maria, ¿TXHL VHQGR R GD 0DULDTXH ID] GR OHLWRU VLPXOWDQHDPHQWH FRDXWRU GR WH[WR ¿QDO GR ¿QDGR =DFDULDVO hipertexto se caracteriza, pois, como um processo de mas isso ainda diz pouco:escritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequencial há muitos na freguesia,e indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita. por causa de um coronelAssim, ao permitir vários níveis de tratamento de um que se chamou Zacarias e que foi o mais antigotema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplos senhor desta sesmaria.graus de profundidade simultaneamente, já que não tem Como então dizer quem falaVHTXrQFLD GH¿QLGD PDV OLJD WH[WRV QmR QHFHVVDULDPHQWH RUD D 9RVVDV 6HQKRULDVcorrelacionados. MELO NETO, J. C. 2EUD FRPSOHWD 5LR GH -DQHLUR $JXLODU IUDJPHQWR
  17. 17. 0$586+, / $ LVSRQtYHO HP KWWSZZZSXFVSEU $FHVVR HP MXQ TEXTO IIO computador mudou nossa maneira de ler e escrever, João Cabral, que já emprestara sua voz ao rio, transfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, comoe o hipertexto pode ser considerado como um novo o Capibaribe, também segue no caminho do Recife.HVSDoR GH HVFULWD H OHLWXUD H¿QLGR FRPR XP FRQMXQWR A autoapresentação do personagem, na fala inicialde blocos autônomos de texto, apresentado em meio do texto, nos mostra um Severino que, quanto maiseletrônico computadorizado e no qual há remissões VH GH¿QH PHQRV VH LQGLYLGXDOL]D SRLV VHXV WUDoRVassociando entre si diversos elementos, o hipertexto ELRJUi¿FRV VmR VHPSUH SDUWLOKDGRV SRU RXWURV KRPHQV SECCHIN, A. C. -RmR DEUDO: a poesia do menos.A é uma estratégia que, ao possibilitar caminhos 5LR GH -DQHLUR 7RSERRNV IUDJPHQWR
  18. 18. totalmente abertos, desfavorece o leitor, ao confundir Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I) os conceitos cristalizados tradicionalmente. e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relaçãoB p XPD IRUPD DUWL¿FLDO GH SURGXomR GD HVFULWD entre o texto poético e o contexto social a que ele faz que, ao desviar o foco da leitura, pode ter como UHIHUrQFLD DSRQWD SDUD XP SUREOHPD VRFLDO H[SUHVVR OLWHUDULDPHQWH SHOD SHUJXQWD ³RPR HQWmR GL]HU TXHP FRQVHTXrQFLD R PHQRVSUH]R SHOD HVFULWD WUDGLFLRQDO IDOD RUD D 9RVVDV 6HQKRULDV´ $ UHVSRVWD j SHUJXQWDC exige do leitor um maior grau de conhecimentos expressa no poema é dada por meio da prévios, por isso deve ser evitado pelos estudantes A descrição minuciosa GRV WUDoRV ELRJUi¿FRV GR nas suas pesquisas escolares. personagem-narrador.D facilita a pesquisa, pois proporciona uma informação B FRQVWUXomR GD ¿JXUD GR UHWLUDQWH QRUGHVWLQR FRPR HVSHFt¿FD VHJXUD H YHUGDGHLUD HP TXDOTXHU site de um homem resignado com a sua situação. busca ou blog oferecidos na internet. C UHSUHVHQWDomR QD ¿JXUD GR SHUVRQDJHPQDUUDGRU de outros Severinos que compartilham sua condição.E SRVVLELOLWD DR OHLWRU HVFROKHU VHX SUySULR SHUFXUVR D apresentação do personagem-narrador como uma GH OHLWXUD VHP VHJXLU VHTXrQFLD SUHGHWHUPLQDGD SURMHomR GR SUySULR SRHWD HP VXD FULVH H[LVWHQFLDO constituindo-se em atividade mais coletiva e E descrição de Severino, que, apesar de humilde, colaborativa. orgulha-se de ser descendente do coronel Zacarias.LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 7
  19. 19. *AZUL25dom8*QUESTÃO 100 grande valor para o patrimônio cultural brasileiro. Muitas de suas letras representam a sociedade contemporânea, como se tivessem sido escritas no século XXI. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010. Um texto pertencente ao patrimônio literário-cultural brasileiro é atualizável, na medida em que ele se refere a valores e situações de um povo. A atualidade da canção Onde está a honestidade?, de Noel Rosa, evidencia-se por meio A da ironia, ao se referir ao enriquecimento de origem Disponível em: www.ccsp.com.br. Acesso em: 26 jul. 2010 (adaptado). duvidosa de alguns. B GD FUtWLFD DRV ULFRV TXH SRVVXHP MRLDV PDV QmR WrPO anúncio publicitário está intimamente ligado ao ideário herança.de consumo quando sua função é vender um produto. C da maldade do povo a perguntar sobre a honestidade.No texto apresentado, utilizam-se elementos linguísticos D do privilégio de alguns em clamar pela honestidade.H H[WUDOLQJXtVWLFRV SDUD GLYXOJDU D DWUDomR ³1RLWHV GR E GD LQVLVWrQFLD HP SURPRYHU HYHQWRV EHQH¿FHQWHVTerror”, de um parque de diversões. O entendimento da QUESTÃO 102propaganda requer do leitor 4Xem é pobre, pouco se apega, é um giro-o-giro noA D LGHQWL¿FDomR FRP R S~EOLFRDOYR D TXH VH GHVWLQD o anúncio. vago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. OB a avaliação da imagem como uma sátira às atrações VHQKRU Yr R =p=LP R PHOKRU PHHLUR PHX DTXL ULVRQKR de terror. H KDELOLGRVR 3HUJXQWR =p=LP SRU TXH p TXH YRFrC a atenção para a imagem da parte do corpo humano QmR FULD JDOLQKDVG¶DQJROD FRPR WRGR R PXQGR ID] selecionada aleatoriamente. 4XHUR FULDU QDGD QmR PH GHX UHVSRVWD (X JRVWRD o reconhecimento do intertexto entre a publicidade e muito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguém um dito popular. discrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção.E D SHUFHSomR GR VHQWLGR OLWHUDO GD H[SUHVVmR ³QRLWHV [...] Essa não faltou também à minha mãe, quando eu do terror”, equivalente à expUHVVmR ³QRLWHV de terror”. era menino, no sertãozinho de minha terra. [...] GenteQUESTÃO 101 melhor do lugar eram todos dessa família Guedes, TEXTO I Jidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeram 2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH MXQWR PLQKD PmH H HX )LFDPRV H[LVWLQGR HP WHUULWyULR baixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vai9RFr WHP SDODFHWH UHOX]HQWHTem joias e criados à vontade no São Francisco, o senhor sabe. ROSA, J. G. *UDQGH 6HUWmR: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento).Sem ter nenhuma herança ou parente6y DQGD GH DXWRPyYHO QD FLGDGH Na passagem citada, Riobaldo expõe uma situaçãoE o povo pergunta com maldade: decorrente de uma desigualdade social típica das áreas2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH rurais brasileiras marcadas pela concentração de terras2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH H SHOD UHODomR GH GHSHQGrQFLD HQWUH DJUHJDGRV H fazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porqueO seu dinheiro nasce de repente o personagem-narradorE embora não se saiba se é verdade A UHODWD D VHX LQWHUORFXWRU D KLVWyULD GH =p=LP9RFr DFKD QDV UXDV GLDULDPHQWH demonstrando sua pouca disposição em ajudar seusAnéis, dinheiro e felicidade... agregados, uma vez que superou essa condiçãoVassoura dos salões da sociedade graças à sua força de trabalho.4XH YDUUH R TXH HQFRQWUDU HP VXD IUHQWH B descreve o processo de transformação de um meeiroPromove festivais de caridade — espécie de agregado — em proprietário de terra.Em nome de qualquer defunto ausente... C denuncia a falta de compromisso e a desocupação ROSA, N. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010. dos moradores, que pouco se envolvem no trabalho TEXTO II da terra. Um vulto da histyULD GD P~VLFD SRSXODU EUDVLOHLUD D mostra como a condição material da vida doreconhecido nacionalmente, é Noel Rosa. Ele nasceu VHUWDQHMR p GL¿FXOWDGD SHOD VXD GXSOD FRQGLomR GHHP QR 5LR GH -DQHLUR SRUWDQWR VH HVWLYHVVH YLYR homem livre e, ao mesmo tempo, dependente.estaria completando 100 anos. Mas faleceu aos 26 anos E mantém o distanciamento narrativo condizente comde idade, vítima de tuberculose, deixando um acervo de sua posição social, de proprietário de terras. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 8
  20. 20. *AZUL25dom9*QUESTÃO 103 As canções de Noel Rosa, compositor brasileiro de Vila $ GLVFXVVmR VREUH ³R ¿P GR OLYUR GH papel” com a Isabel, apesar de revelarem uma aguçada preocupaçãochegada da mídia eletrônica me lembra a discussão do artista com seu tempo e com as mudanças político-LGrQWLFD VREUH D REVROHVFrQFLD GR IROKHWR GH FRUGHO 2V FXOWXUDLV QR %UDVLO QR LQtFLR GRV DQRV DLQGDfolhetos talvez não existam mais daqui a 100 ou 200 são modernas. Nesse fragmento do samba Não temanos, mas, mesmo que isso aconteça, os poemas deLeandro Gomes de Barros ou Manuel Camilo dos Santos tradução, por meio do recurso da metalinguagem, ocontinuarão sendo publicados e lidos — em CD-ROM, poeta propõeHP OLYUR HOHWU{QLFR HP ³FKLSV TXkQWLFRV´ VHL Oi R TXr 2 A incorporar novos costumes de origem francesa etexto é uma espécie de alma imortal, capaz de reencarnarem corpos variados: página impressa, livro em Braille, americana, juntamente com vocábulos estrangeiros.IROKHWR ³coffee-table book´ FySLD PDQXVFULWD DUTXLYR B UHVSHLWDU H SUHVHUYDU R SRUWXJXrV SDGUmR FRPR3) 4XDOTXHU WH[WR SRGH VH UHHQFDUQDU QHVVHV H forma de fortalecimento do idioma do Brasil.em outros) formatos, não importa se é Moby Dick ou C valorizar a fala popular brasileira como patrimônioViagem a São Saruê, se é Macbeth ou O livro de piadas linguístico e forma legítima de identidade nacional.de Casseta Planeta. D mudar os valores sociais vigentes à época, com o TAVARES, B. Disponível em: http://jornaldaparaiba.globo.com. advento do novo e quente ritmo da música popular$R UHÀHWLU VREUH D SRVVtYHO H[WLQomR GR OLYUR LPSUHVVR brasileira.e o surgimento de outros suportes em via eletrônica, o E ironizar a malandragem carioca, aculturada pelacronista manifesta seu ponto de vista, defendendo que invasão de valores étnicos de sociedades maisA R FRUGHO p XP GRV JrQHURV WH[WXDLV SRU H[HPSOR desenvolvidas. que será extinto com o avanço da tecnologia.B o livro impresso permanecerá como objeto cultural QUESTÃO 105 veiculador de impressões e de valores culturais.C R VXUJLPHQWR GD PtGLD HOHWU{QLFD GHFUHWRX R ¿P GR A dança é um importante componente cultural da prazer de se ler textos em livros e suportes impressos. humanidade. O folclore brasileiro é rico em danças queD os textos continuarão vivos e passíveis de representam as tradições e a cultura de várias regiões reprodução em novas tecnologias, mesmo que os livros desapareçam. do país. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas,E os livros impressos desaparecerão e, com eles, OHQGDV IDWRV KLVWyULFRV DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR H a possibilidade de se ler obras literárias dos mais brincadeiras e caracterizam-se pelas músicas animadas GLYHUVRV JrQHURV FRP OHWUDV VLPSOHV H SRSXODUHV
  21. 21. ¿JXULQRV H FHQiULRVQUESTÃO 104 representativos. 1mR WHP WUDGXomR SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. 3URSRVWD XUULFXODU GR (VWDGR GH 6mR 3DXOR:[...] (GXFDomR )tVLFD 6mR 3DXOR DGDSWDGR
  22. 22. /i QR PRUUR VH HX ¿]HU XPD IDOVHWD A dança, como manifestação e representação da cultura$ 5LVROHWD GHVLVWH ORJR GR IUDQFrV H GR LQJOrV UtWPLFD HQYROYH D H[SUHVVmR FRUSRUDO SUySULD GH XP SRYR RQVLGHUDQGRD FRPR HOHPHQWR IROFOyULFR DA gíria que o nosso morro criou dança revelaBem cedo a cidade aceitou e usou A PDQLIHVWDo}HV DIHWLYDV KLVWyULFDV LGHROyJLFDV[...] LQWHOHFWXDLV H HVSLULWXDLV GH XP SRYR UHÀHWLQGR VHXEssa gente hoje em dia que tem mania de exibição modo de expressar-se no mundo.Não entende que o samba não tem tradução no idioma B aspectos eminentemente afetivos, espirituais e deIUDQFrV entretenimento de um povo, desconsiderando fatosTudo aquilo que o malandro pronuncia KLVWyULFRV C DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR VRE LQÀXrQFLDRP YR] PDFLD p EUDVLOHLUR Mi SDVVRX GH SRUWXJXrV PLWROyJLFD H UHOLJLRVD GH FDGD UHJLmR VREUHSRQGRAmor lá no morro é amor pra chuchu aspectos políticos.As rimas do samba não são I love you D tradições culturais de cada região, cujas PDQLIHVWDo}HV UtWPLFDV VmR FODVVL¿FDGDV HP XP( HVVH QHJyFLR GH alô, alô boy e alô Johnny ranking das mais originais.6y SRGH VHU FRQYHUVD GH WHOHIRQH E OHQGDV TXH VH VXVWHQWDP HP LQYHUGDGHV KLVWyULFDV ROSA, N. In: SOBRAL, João J. V. A tradução dos bambas. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. uma vez que são inventadas, e servem apenas para Ano 4, nº 54. São Paulo: Segmento, abr. 2010 (fragmento). D YLYrQFLD O~GLFD GH XP SRYR / ž GLD _ DGHUQR $=8/ 3iJLQD
  23. 23. *AZUL25dom10*QUESTÃO 106 Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementos YHUWLFDLV GH VXVWHQWDomR IRUDP VRIUHQGR PRGL¿FDo}HV Cultivar um estilo de vida saudável é extremamente e incorporando novos materiais com ampliação deimportante para diminuir o risco de infarto, mas também possibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregasGH SUREOHPDV FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH 6LJQL¿FD sejam retomadas, notáveis inovações são percebidas, por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquitetoque manter uma alimentação saudável e praticar EUDVLOHLUR QDVFLGR QR 5LR GH -DQHLUR HP 1RDWLYLGDGH ItVLFD UHJXODUPHQWH Mi UHGX] SRU VL Vy DV desenho de Niemeyer, das colunas do Palácio dachances de desenvolver vários problemas. Além disso, é Alvorada, observa-seimportante para o controle da pressão arterial, dos níveis A a presença de um capitel muito simples, reforçando a sustentação.de colesterol e de glicose no sangue. Também ajuda B o traçado simples de amplas linhas curvas opostas,a diminuir o estresse e aumentar a capacidade física, resultando em formas marcantes.fatores que, somados, reduzem as chances de infarto. C a disposição simétrica das curvas, conferindo VDOLrQFLD H GLVWRUomR j EDVHExercitar-se, nesses casos, com acompanhamento D D RSRVLomR GH FXUYDV HP FRQFUHWR FRQ¿JXUDQGRmédico e moderação, é altamente recomendável. certo peso e rebuscamento. ATALIA, M. Nossa vida. eSRFD PDU E o excesso de linhas curvas, levando a um exagero na ornamentação.As ideias veiculadas no texto se organizam estabelecendo QUESTÃO 108relações que atuam na construção do sentido. A esse RQFHLWRV H LPSRUWkQFLD GDV OXWDVUHVSHLWR LGHQWL¿FDVH QR IUDJPHQWR TXH Antes de se tornarem esporte, as lutas ou as artesA D H[SUHVVmR ³$OpP GLVVR´ PDUFD XPD VHTXHQFLDomR marciais tiveram duas conotações principais: eram de ideias. praticadas com o objetivo guerreiro ou tinham um apelo ¿ORVy¿FR FRPR FRQFHSomR GH YLGD EDVWDQWH VLJQL¿FDWLYRB R FRQHFWLYR ³PDV WDPEpP´ LQLFLD RUDomR TXH H[SULPH ideia de contraste. Atualmente, nos deparamos com a grande expansão das artes marciais em nível mundial. As raízes orientaisC R WHUPR ³FRPR´ HP ³FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH´ foram se disseminando, ora pela necessidade de luta introduz uma generalização. SHOD VREUHYLYrQFLD RX SDUD D ³GHIHVD SHVVRDO´ RUD SHODD R WHUPR ³7DPEpP´ H[SULPH XPD MXVWL¿FDWLYD SRVVLELOLGDGH GH WHU DV DUWHV PDUFLDLV FRPR SUySULDE R WHUPR ³IDWRUHV´ UHWRPD FRHVLYDPHQWH ³QtYHLV GH ¿ORVR¿D GH YLGD CARREIRO, E. A. (GXFDomR )tVLFD QD HVFROD: ,PSOLFDo}HV SDUD D SUiWLFD SHGDJyJLFD colesterol e de glicose no sangue”. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 (fragmento).QUESTÃO 107 8P GRV SUREOHPDV GD YLROrQFLD TXH HVWi SUHVHQWH principalmente nos grandes centros urbanos são as brigas e os enfrentamentos de torcidas organizadas, além da formação de gangues, que se apropriam de gestos das lutas, resultando, muitas vezes, em fatalidades. Portanto, o verdadeiro objetivo da aprendizagem desses PRYLPHQWRV IRL PDO FRPSUHHQGLGR D¿QDO DV OXWDV A se tornaram um esporte, mas eram praticadas com R REMHWLYR JXHUUHLUR D ¿P GH JDUDQWLU D VREUHYLYrQFLD B apresentam a possibilidade de desenvolver o autocontrole, o respeito ao outro e a formação do caráter. C SRVVXHP FRPR REMHWLYR SULQFLSDO D ³GHIHVD SHVVRDO´ por meio de golpes agressivos sobre o adversário. D VRIUHUDP WUDQVIRUPDo}HV HP VHXV SULQFtSLRV ¿ORVy¿FRV em razão de sua disseminação pelo mundo. E se disseminaram pela necessidade de luta pela %UDVtOLD DQRV. Veja 1ž QRY VREUHYLYrQFLD RX FRPR ¿ORVR¿D SHVVRDO GH YLGD LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 10
  24. 24. *AZUL25dom11*QUESTÃO 109 A relação observada entre a imagem e o texto O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes apresentados permite o entendimento da intenção de¿OyVRIRV DR ORQJR GRV tempos. Um dos melhores livros um artista contemporâneo. Neste caso, a obra apresentasobre o assunto foi escrito pelo pensador e orador característicasromano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota, A IXQFLRQDLV H GH VR¿VWLFDomR GHFRUDWLYDSULPHLUDPHQWH TXH WRGDV DV LGDGHV WrP VHXV HQFDQWRV B futuristas e do abstrato geométrico.H VXDV GL¿FXOGDGHV ( GHSRLV DSRQWD SDUD XP SDUDGR[Rda humanidade. Todos sonhamos ter uma vida longa, C construtivistas e de estruturas modulares.R TXH VLJQL¿FD YLYHU PXLWRV DQRV 4XDQGR UHDOL]DPRV D abstracionistas e de releitura do objeto.a meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a um E ¿JXUDWLYDV H GH UHpresentação do cotidiano.estado de melancolia e amargura. Ler as palavras de QUESTÃO 111Cícero sobre envelhecimento pode ajudar a aceitarmelhor a passagem do tempo. 1R FDSULFKR NOGUEIRA, P. Saúde Bem-Estar Antienvelhecimento. eSRFD. 28 abr. 2008.O autor discute problemas relacionados ao O Adãozinho, meu cumpade, enquanto esperavaenvelhecimento, apresentando argumentos que levam a pelo delegado, olhava para um quadro, a pintura deinferir que seu objetivo é uma senhora. Ao entrar a autoridade e percebendo queA esclarecer que a velhice é inevitável. R FDE{FR DGPLUDYD WDO ¿JXUD SHUJXQWRX ³4XH WDO *RVWDB contar fatos sobre a arte de envelhecer.C defender a ideia de que a velhice é desagradável. GHVVH TXDGUR´D LQÀXHQFLDU R OHLWRU SDUD TXH OXWH FRQWUD R E o Adãozinho, com toda a sinceridade que Deus dá envelhecimento.E mostrar às pessoas que é possível aceitar, sem DR FDE{FR GD URoD ³0DV SHOR DPRU GH HXV KHLQ GRW{ angústia, o envelhecimento. 4XH PXLp IHLD 3DUHFH ¿RWH GH FUXLVFUHGR SDUHQWH GRQUESTÃO 110 deus-me-livre, mais horríver que briga de cego no escuro.” Ao que o delegado não teve como deixar de FRQIHVVDU XP SRXFR VHFDPHQWH ³e D PLQKD PmH´ ( R FDE{FR HP FLPD GD EXFKD QmR SHUGH D OLQKD ³0DLV dotô, inté que é uma feiura caprichada.” BOLDRIN, R. $OPDQDTXH %UDVLO GH XOWXUD 3RSXODU. São Paulo: Andreato Comunicação e Cultura, nº 62, 2004 (adaptado). Por suas características formais, por sua função e uso, R WH[WR SHUWHQFH DR JrQHUR /(,51(5 1 7URQFR FRP FDGHLUD GHWDOKH
  25. 25. Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010. A anedota, pelo enredo e humor característicos. Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objeto B crônica, pela abordagem literária de fatos do cotidiano.IRL H[DOWDGR GH PDQHLUD LOLPLWDGD H JDQKRX XP VLJQL¿FDGRTXH VH SRGH FRQVLGHUDU PiJLFR Dt VXD ³YLGD LQTXLHWDQWH C GHSRLPHQWR SHOD DSUHVHQWDomR GH H[SHULrQFLDVe absurda”. Tornou-se ídolo e, ao mesmo tempo, objeto de pessoais.zombaria. Sua realidade intrínseca foi anulada. D relato, pela descrição minuciosa de fatos verídicos. JAFFÉ, A. O simbolismo nas artes plásticas. In: JUNG, C.G. (org.). 2 KRPHP H RV VHXV VtPERORV. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. E reportagem, pelo registro impessoal de situações reais.LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 11
  26. 26. *AZUL25dom12*QUESTÃO 112 QUESTÃO 113 TEXTO I Estrada Esta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho, Interessa mais que uma avenida urbana. Nas cidades todas as pessoas se parecem. Todo mundo é igual. Todo mundo é toda a gente. Aqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma. Cada criatura é única. Toca do Salitre - Piauí Disponível em: http://www.fumdham.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010. Até os cães. TEXTO II (VWHV FmHV GD URoD SDUHFHP KRPHQV GH QHJyFLRV Andam sempre preocupados. ( TXDQWD JHQWH YHP H YDL E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar: Enterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por um bodezinho manhoso. Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela voz Arte Urbana. Foto: Diego Singh dos símbolos, Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 27 jul. 2010. 4XH D YLGD SDVVD TXH D YLGD SDVVD2 JUD¿We contemporâneo, considerado em alguns E que a mocidade vai acabar.momentos como uma arte marginal, tem sido BANDEIRA, M. 2 ULWPR GLVVROXWR 5LR GH -DQHLUR $JXLODU comparado às pinturas murais de várias épocas e A lírica de Manuel Bandeira é pautada na apreensãojV HVFULWDV SUpKLVWyULFDV 2EVHUYDQGR DV LPDJHQV GH VLJQL¿FDGRV SURIXQGRV D SDUWLU GH HOHPHQWRV GRapresentadas, é possível reconhecer elementos comuns cotidiano. No poema Estrada, o lirismo presente noentre os tipos de pinturas murais, tais como contraste entre campo e cidade aponta paraA D SUHIHUrQFLD SRU WLQWDV QDWXUDLV HP UD]mR GH VHX A o desejo do eu lírico de resgatar a movimentação efeito estético. dos centros urbanos, o que revela sua nostalgia comB a inovação na técnica de pintura, rompendo com relação à cidade. B D SHUFHSomR GR FDUiWHU HIrPHUR GD YLGD SRVVLELOLWDGD modelos estabelecidos. pela observação da aparente inércia da vida rural.C o registro do pensamento e das crenças das C D RSomR GR HX OtULFR SHOR HVSDoR EXFyOLFR FRPR sociedades em várias épocas. possibilidade de meditação sobre a sua juventude.D a repetição dos temas e a restrição de uso pelas D a visão negativa da passagem do tempo, visto que classes dominantes. esta gera insegurança.E o uso exclusivista da arte para atender aos interesses E D SURIXQGD VHQVDomR GH PHGR JHUDGD SHOD UHÀH[mR da elite. acerca da morte. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 12
  27. 27. *AZUL25dom13*QUESTÃO 114 Ao argumentar que a aquisição das habilidades de leitura H HVFULWD QmR VmR VX¿FLHQWHV SDUD JDUDQWLU R H[HUFtFLR GD cidadania, o autor A critica os processos de aquisição da leitura e da escrita. B fala sobre o domínio da leitura e da escrita no Brasil. C incentiva a participação efetiva na vida da comunidade. D faz uma avaliação crítica a respeito da condição cidadã do brasileiro. E GH¿QH LQVWUXPHQWRV H¿FD]HV SDUD HOHYDU D FRQGLomR social da população do Brasil.PICASSO, P. Guernica ÏOHR VREUH WHOD ; FP 0XVHX 5HLQD 6R¿D (VSDQKD QUESTÃO 116 LVSRQtYHO HP KWWSZZZIGGUHLV¿OHVZRUGSUHVVFRP $FHVVR HP MXO /pSLGD H OHYHO pintor espanhol Pablo Picasso
  28. 28. XP GRVmais valorizados no mundo artístico, tanto em termos Língua do meu Amor velosa e doce,¿QDQFHLURV TXDQWR KLVWyULFRV FULRX D REUD Guernica que me convences de que sou frase,em protesto ao ataque aéreo à pequena cidade basca que me contornas, que me vestes quase,de mesmo nome. A obra, feita para integrar o Salão como se o corpo meu de ti vindo me fosse.Internacional de Artes Plásticas de Paris, percorreu toda Língua que me cativas, que me enleiasa Europa, chegando aos EUA e instalando-se no MoMA, os surtos de ave estranha,GH RQGH VDLULD DSHQDV HP (VVD REUD FXELVWD em linhas longas de invisíveis teias,DSUHVHQWD HOHPHQWRV SOiVWLFRV LGHQWL¿FDGRV SHOR de que és, há tanto, habilidosa aranha...A SDLQHO LGHRJUi¿FR PRQRFURPiWLFR TXH HQIRFD YiULDV dimensões de um evento, renunciando à realidade, [...] colocando-se em plano frontal ao espectador. Amo-te as sugestões gloriosas e funestas,B KRUURU GD JXHUUD GH IRUPD IRWRJUi¿FD FRP R XVR amo-te como todas as mulheres da perspectiva clássica, envolvendo o espectador WH DPDP y OtQJXDODPD y OtQJXDUHVSOHQGRU nesse exemplo brutal de crueldade do ser humano. pela carne de som que à ideia emprestasC uso das formas geométricas no mesmo plano, sem e pelas frases mudas que proferes emoção e expressão, despreocupado com o volume, QRV VLOrQFLRV GH $PRU D SHUVSHFWLYD H D VHQVDomR HVFXOWyULFD MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR.D esfacelamento dos objetos abordados na mesma Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 (fragmento). narrativa, minimizando a dor humana a serviço da $ SRHVLD GH *LOND 0DFKDGR LGHQWL¿FDVH FRP DV objetividade, observada pelo uso do claro-escuro. concepções artísticas simbolistas. Entretanto, o textoE uso de vários ícones que representam personagens VHOHFLRQDGR LQFRUSRUD UHIHUrQFLDV WHPiWLFDV H IRUPDLV fragmentados bidimensionalmente, de forma fotográ- modernistas, já que, nele, a poeta ¿FD OLYUH GH VHQWLPHQWDOLVPR A procura dHVFRQVWUXLU D YLVmR PHWDIyULFD GR DPRU HQUESTÃO 115 abandona o cuidado formal. No Brasil, a condição cidadã, embora dependa da B concebe a mulher como um ser sem linguagem eleitura e da escrita, não se basta pela enunciação do questiona o poder da palavra.direito, nem pelo domínio desses instrumentos, o que, C questiona o trabalho intelectual da mulher e antecipasem dúvida, viabiliza melhor participação social. A a construção do verso livre.condição cidadã depende, seguramente, da ruptura com D propõe um modelo novo de erotização na líricao ciclo da pobreza, que penaliza um largo contingentepopulacional. DPRURVD H SURS}H D VLPSOL¿FDomR YHUEDO )RUPDomR GH OHLWRUHV H FRQVWUXomR GD FLGDGDQLD PHPyULD H SUHVHQoD GR 352/(5. E H[SORUD D FRQVWUXomR GD HVVrQFLD IHPLQLQD D SDUWLU Rio de Janeiro: FBN, 2008. GD SROLVVHPLD GH ³OtQgua”, e inova o léxico.LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 13
  29. 29. *AZUL25dom14*QUESTÃO 117 A memyULD p XP LPSRUWDQWH UHFXUVR GR SDWULP{QLR Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dos cultural de uma nação. Ela está presente nas lembrançasdesterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, se do passado e no acervo cultural de um povo. Ao tratar oconcentrando e caindo em tristeza; mas, de repente, fazer poético como uma das maneiras de se guardar oR FDYDTXLQKR GH 3RU¿UR DFRPSDQKDGR SHOR YLROmR que se quer, o textodo Firmo, romperam vibrantemente com um choradobaiano. Nada mais que os primeiros acordes da A UHVVDOWD D LPSRUWkQFLD GRV HVWXGRV KLVWyULFRV SDUD Dmúsica crioula para que o sangue de toda aquela gente FRQVWUXomR GD PHPyULD VRFLDO GH XP SRYRdespertasse logo, como se alguém lhe fustigasse o B valoriza as lembranças individuais em detrimentocorpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas, das narrativas populares ou coletivas.e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Jánão eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricos C reforça a capacidade da literatura em promover agemidos e suspiros soltos em torrente, a correrem subjetividade e os valores humanos.VHUSHQWHDQGR FRPR FREUDV QXPD ÀRUHVWD LQFHQGLDGD D destaca a importância de reservar o texto literárioeram ais convulsos, chorados em frenesi de amor: jTXHOHV TXH SRVVXHP PDLRU UHSHUWyULR FXOWXUDOmúsica feita de beijos e soluços gostosos; carícia de E revela a superioridade da escrita poética como formafera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo. LGHDO GH SUHVHUYDomR GD PHPyULD FXOWXUDO AZEVEDO, A. 2 RUWLoR 6mR 3DXOR ÈWLFD IUDJPHQWR
  30. 30. No romance O Cortiço
  31. 31. GH $OXt]LR $]HYHGR DV QUESTÃO 119personagens são observadas como elementos coletivos 4XDQGR RV SRUWXJXHVHV VH LQVWDODUDP QR %UDVLOcaracterizados por condicionantes de origem social,sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confronto o país era povoado de índios. Importaram, depois, daHQWUH EUDVLOHLURV H SRUWXJXHVHV UHYHOD SUHYDOrQFLD GR ÈIULFD JUDQGH Q~PHUR GH HVFUDYRV 2 3RUWXJXrV Relemento brasileiro, pois Índio e o Negro constituem, durante o período colonial,A destaca o nome de personagens brasileiras e omite DV WUrV EDVHV GD SRSXODomR EUDVLOHLUD 0DV QR TXH VH o de personagens portuguesas. UHIHUH j FXOWXUD D FRQWULEXLomR GR 3RUWXJXrV IRL GH ORQJHB exalta a força do cenário natural brasileiro e a mais notada. FRQVLGHUD R GR SRUWXJXrV LQH[SUHVVLYRC mostra o poder envolvente da música brasileira, que XUDQWH PXLWR WHPSR R SRUWXJXrV H R WXSL YLYHUDP FDOD R IDGR SRUWXJXrV lado a lado como línguas de comunicação. Era o tupiD destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário à que utilizavam os bandeirantes nas suas expedições. tristeza dos portugueses.E atribui aos brasileiros uma habilidade maior com (P GL]LD R 3DGUH $QW{QLR 9LHLUD TXH ³DV IDPtOLDV instrumentos musicais. dos portugueses e índios em São Paulo estão tãoQUESTÃO 118 ligadas hoje umas com as outras, que as mulheres e os Guardar ¿OKRV VH FULDP PtVWLFD H GRPHVWLFDPHQWH H D OtQJXD TXH nas ditas famílias se fala é a dos Índios, e a portuguesa*XDUGDU XPD FRLVD QmR p HVFRQGrOD RX WUDQFiOD a vão os meninos aprender à escola.”Em cofre não se guarda coisa alguma. TEYSSIER, P. +LVWyULD GD OtQJXD SRUWXJXHVD. Lisboa:Em cofre perde-se a coisa à vista. /LYUDULD 6i GD RVWD DGDSWDGR
  32. 32. *XDUGDU XPD FRLVD p ROKiOD ¿WiOD PLUiOD SRU A identidade de uma nação está diretamente ligada àadmirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado. cultura de seu povo. O texto mostra que, no períodoGuardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por FRORQLDO EUDVLOHLUR R 3RUWXJXrV R ËQGLR H R 1HJURela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela, formaram a base da população e que o patrimônioisto é, estar por ela ou ser por ela. linguístico brasileiro é resultado daPor isso melhor se guarda o voo de um pássaro A contribuição dos índios na escolarização dosDo que um pássaro sem voos. brasileiros.Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica, B diferença entre as línguas dos colonizadores e aspor isso se declara e declama um poema: dos indígenas.Para guardá-lo: C importância do padre Antônio Vieira para a literaturaPara que ele, por sua vez, guarde o que guarda: de língua portuguesa.Guarde o que quer que guarda um poema: D origem das diferenças entre a língua portuguesa ePor isso o lance do poema: as línguas tupi.Por guardar-se o que se quer guardar. E LQWHUDomR SDFt¿FD QR XVR GD OtQJXD SRUWXJXHVD H GDMACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR. . Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. língua tupi. LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 14
  33. 33. *AZUL25dom15*QUESTÃO 120 7H[WR SDUD DV TXHVW}HV H 3HTXHQR FRQFHUWR TXH YLURX FDQomRNão, não há por que mentir ou esconderA dor que foi maior do que é capaz meu coração1mR QHP Ki SRU TXH VHJXLU FDQWDQGR Vy SDUD H[SOLFDUNão vai nunca entender de amor quem nunca soube amar 1yV DGRUDUtDPRV GL]HU TXH VRPRV SHUIHLWRV 4XHAh, eu vou voltar pra mim VRPRV LQIDOtYHLV 4XH QmR FRPHWHPRV QHP PHVPR RSeguir sozinho assim PHQRU GHVOL]H ( Vy QmR IDODPRV LVVR SRU XP SHTXHQR detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavraAté me consumir ou consumir toda essa dor ³PHQWLUD´ FRPR DFDEDPRV GH ID]HU SRGHUtDPRV RSWDUAté sentir de novo o coração capaz de amor SRU XP HXIHPLVPR ³0HLDYHUGDGH´ SRU H[HPSOR VHULD 9$15e * LVSRQtYHO HP KWWSZZZOHWUDVWHUUDFRPEU $FHVVR HP MXQ XP WHUPR PXLWR PHQRV DJUHVVLYR 0DV QyV QmR XVDPRVNa canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestação esta palavra simplesmente porque não acreditamos queda função poética da linguagem, que é percebida na H[LVWD XPD ³0HLDYHUGDGH´ 3DUD R RQDU RQVHOKRelaboração artística e criativa da mensagem, por meio Nacional de Autorregulamentação Publicitária, existemde combinações sonoras e rítmicas. Pela análise do a verdade e a mentira. Existem a honestidade e atexto, entretanto, percebe-se, também, a presença desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conarmarcante da função emotiva ou expressiva, por meio da QDVFHX Ki DQRV YLX Vy QmR DUUHGRQGDPRV SDUD
  34. 34. qual o emissor com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos deA imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal, dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos seus sentimentos. isso porque é a única forma da propaganda ter o máximoB transmite informações objetivas sobre o tema de GH FUHGLELOLGDGH ( Fi HQWUH QyV SDUD TXH VHUYLULD D que trata a canção. SURSDJDQGD VH R FRQVXPLGRU QmR DFUHGLWDVVH QHODC busca persuadir o receptor da canção a adotar um 4XDOTXHU SHVVRD TXH VH VLQWD HQJDQDGD SRU XPD certo comportamento. peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar.D SURFXUD H[SOLFDU D SUySULD OLQJXDJHP TXH XWLOL]D SDUD Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, construir a canção. quando é o caso, aplica a punição.E REMHWLYD YHUL¿FDU RX IRUWDOHFHU D H¿FLrQFLD GD Anúncio veiculado na Revista Veja. 6mR 3DXOR $EULO (G DQR Qž MXO mensagem veiculada. QUESTÃO 122QUESTÃO 121 2 UHFXUVR JUi¿FR XWLOL]DGR QR DQ~QFLR SXEOLFLWiULR GH e iJXD TXH QmR DFDED PDLV GHVWDFDU D SRWHQFLDO VXSUHVVmR GH WUHFKR GR WH[WR UHIRUoD D H¿FiFLD SUHWHQGLGD UHYHODGD QD HVWUDWpJLD GH Dados preliminares divulgados por pesquisadores A ressaltar a informação no título, em detrimento doda Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaram restante do conteúdo associado.R $TXtIHUR $OWHU GR KmR FRPR R PDLRU GHSyVLWR GH B incluir o leitor por meio do uso da 1ª pessoa do pluralágua potável do planeta. Com volume estimado em86 000 quilômetros cúbicos de água doce, a reserva no discurso.subterrânea está localizada sob os estados do C FRQWDU D KLVWyULD GD FULDomR GR yUJmR FRPR DUJXPHQWR$PD]RQDV 3DUi H $PDSi ³(VVD TXDQWLGDGH GH iJXD de autoridade.VHULD VX¿FLHQWH SDUD DEDVWHFHU D SRSXODomR PXQGLDO D subverter o fazer publicitário pelo uso de suaGXUDQWH DQRV´ GL] 0LOWRQ 0DWWD JHyORJR GD 8)3$ metalinguagem.Em termos comparativos, Alter do Chão tem quase o E impressionar o leitor pelo jogo de palavras no texto.dobro do volume de água do Aquífero Guarani (com QUESTÃO 12345 000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era amaior reserva subterrânea do mundo, distribuída por Considerando a autoria e a seleção lexical desse texto,Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. bem como os argumentos nele mobilizados, constata-se eSRFD. Nº 623, 26 abr. 2010. que o objetivo do autor do texto é A informar os consumidores em geral sobre a atuaçãoEssa notícia, publicada em uma revista de grande do Conar.circulação, apresenta resultados de uma pesquisa B conscientizar publicitários do compromisso ético aoFLHQWt¿FD UHDOL]DGD SRU XPD XQLYHUVLGDGH EUDVLOHLUD elaborar suas peças publicitárias.1HVVD VLWXDomR HVSHFt¿FD GH FRPXQLFDomR D IXQomR C DOHUWDU FKHIHV GH IDPtOLD SDUD TXH HOHV ¿VFDOL]HP Rreferencial da linguagem predomina, porque o autor do conteúdo das propagandas veiculadas pela mídia.texto prioriza D chamar a atenção de empresários e anunciantes emA as suas opiniões, baseadas em fatos. geral para suas responsabilidades ao contrataremB os aspectos objetivos e precisos. publicitários sem ética.C os elementos de persuasão do leitor. E chamar a atenção de empresas para os efeitosD os elementos estéticos na construção do texto. nocivos que elas podem causar à sociedade, seE os aspectos subjetivos da mencionada pesquisa. compactuarem com propagandas enganosas.LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 15
  35. 35. *AZUL25dom16*QUESTÃO 124 QUESTÃO 126 6( 12 ,19(512 e ,)Ë,/ $25$5 TEXTO I IMAGINE DORMIR. O Brasil sempre deu respostas rápidas através da Com a chegada do inverno, muitas pessoas solidariedade do seu povo. Mas a mesma força que nos perdem o sono. São milhões de necessitados que lutam contra a fome e o frio. Para vencer esta PRWLYD D DMXGDU R SUy[LPR GHYHULD WDPEpP QRV PRWLYDU EDWDOKD HOHV SUHFLVDP GH YRFr HSRVLWH TXDOTXHU a ter atitudes cidadãs. Não podemos mais transferir a TXDQWLD 9RFr DMXGD PLOKDUHV GH SHVVRDV D WHUHP XPD ERD QRLWH H GRUPH FRP D FRQVFLrQFLD WUDQTXLOD FXOSD SDUD TXHP p YtWLPD RX DWp PHVPR SDUD D SUySULD QDWXUH]D FRPR VH HVVD VHJXLVVH D OyJLFD KXPDQD Veja VHW DGDSWDGR

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