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  • 1. EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É ROSA. MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTA 1º DIA CADERNO 4 ROSA 2011 PROVA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS PROVA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém 90 questões 10 O tempo disponível para estas provas é de quatro horas e numeradas de 1 a 90, dispostas da seguinte maneira: trinta minutos. a. as questões de número 1 a 45 são relativas à área de Ciências Humanas e suas Tecnologias; 11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO- b. as questões de número 46 a 90 são relativas à RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias. CADERNO DE QUESTÕES não serão considerados na avaliação.2 Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém a quantidade de questões e se essas questões estão na 12 Quando terminar as provas, acene para chamar o ordem mencionada na instrução anterior. Caso o caderno aplicador e entregue este CADERNO DE QUESTÕES e o esteja incompleto, tenha qualquer defeito ou apresente CARTÃO-RESPOSTA. divergência, comunique ao aplicador da sala para que ele 13 Você poderá deixar o local de prova somente após tome as providências cabíveis. decorridas duas horas do início da aplicação e poderá levar3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dados estão seu CADERNO DE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala registrados corretamente. Caso haja alguma divergência, de provas nos últimos 30 minutos que antecedem o comunique-a imediatamente ao aplicador da sala. término da prova.4 ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome 14 Você será excluído do exame no caso de: nos espaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA com caneta a) prestar, em qualquer documento, declaração falsa ou esferográfica de tinta preta. inexata;5 ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO- b) agir com incorreção ou descortesia para com qualquer RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letras participante ou pessoa envolvida no processo de maiúsculas e minúsculas, a seguinte frase: aplicação das provas; No inverno não florescem os arvoredos. c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local de aplicação das provas, incorrendo em comportamento indevido durante a realização do Exame;6 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, a opção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se você d) se comunicar, durante as provas, com outro assinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os participante verbalmente, por escrito ou por qualquer campos em branco, sua prova não será corrigida. outra forma;7 Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA, e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico e de pois ele não poderá ser substituído. comunicação durante a realização do Exame; f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, em8 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 opções benefício próprio ou de terceiros, em qualquer etapa identificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas uma responde corretamente à questão. do Exame; g) utilizar livros, notas ou impressos durante a realização9 No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaço do Exame; compreendido no círculo correspondente à opção escolhida para a resposta. A marcação em mais de uma h) se ausentar da sala de provas levando consigo o opção anula a questão, mesmo que uma das respostas CADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecido esteja correta. e/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo. *ROSA75SAB0*
  • 2. *ROSA75sab1*CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS O movimento representado na imagem, do início dosTECNOLOGIAS anos de 1990, arrebatou milhares de jovens no Brasil.Questões de 1 a 45 Nesse contexto, a juventude, movida por um forteQUESTÃO 01 sentimento cívico, A aliou-se aos partidos de oposição e organizou a O brasileiro tem noção clara dos comportamentos campanha Diretas Já.éticos e morais adequados, mas vive sob o espectro da B manifestou-se contra a corrupção e pressionou pelacorrupção, revela pesquisa. Se o país fosse resultado dos DSURYDomR GD /HL GD )LFKD /LPSDpadrões morais que as pessoas dizem aprovar, pareceria C engajou-se nos protestos relâmpago e utilizou amais com a Escandinávia do que com Bruzundanga internet para agendar suas manifestações.FRUURPSLGD QDomR ¿FWtFLD GH /LPD %DUUHWR
  • 3. D espelhou-se no movimento estudantil de 1968 e protagonizou ações revolucionárias armadas. FRAGA, P. Ninguém é inocente. Folha de S. Paulo RXW DGDSWDGR
  • 4. E WRUQRXVH SRUWDYR] GD VRFLHGDGH H LQÀXHQFLRX QRO distanciamento entre “reconhecer” e “cumprir” processo de impeachment do então presidente Collor.efetivamente o que é moral constitui uma ambiguidade QUESTÃO 03inerente ao humano, porque as normas morais são No mundo árabe, países governados há décadas porA decorrentes da vontade divina e, por esse motivo, regimes políticos centralizadores contabilizam metade utópicas. da população com menos de 30 anos; desses, 56%B parâmetros idealizados, cujo cumprimento é têm acesso à internet. Sentindo-se sem perspectivas destituído de obrigação. de futuro e diante da estagnação da economia, essesC amplas e vão além da capacidade de o indivíduo jovens incubam vírus sedentos por modernidade e conseguir cumpri-las integralmente. democracia. Em meados de dezembro, um tunisianoD criadas pelo homem, que concede a si mesmo a lei de 26 anos, vendedor de frutas, põe fogo no próprio à qual deve se submeter. corpo em protesto por trabalho, justiça e liberdade. UmaE cumpridas por aqueles que se dedicam inteiramente série de manifestações eclode na Tunísia e, como uma a observar as normas jurídicas. epidemia, o vírus libertário começa a se espalhar pelosQUESTÃO 02 países vizinhos, derrubando em seguida o presidente do Egito, Hosni Mubarak. Sites e redes sociais – Movimento dos Caras-Pintadas como o Facebook e o Twitter – ajudaram a mobilizar manifestantes do norte da África a ilhas do Golfo Pérsico. 6(48(,5$ 9,//$0e$ /$HSLGHPLD GD /LEHUGDGH Istoé Internacional PDU DGDSWDGR
  • 5. Considerando os movimentos políticos mencionados no texto, o acesso à internet permitiu aos jovens árabes A reforçar a atuação dos regimes políticos existentes. B tomar conhecimento dos fatos sem se envolver. C manter o distanciamento necessário à sua segurança. D disseminar vírus capazes de destruir programas dos computadores. E difundir ideias revolucionárias que mobilizaram a LVSRQtYHO HP KWWSZZZIROKDXROFRPEU $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  • 6. população.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 1
  • 7. *ROSA75sab2*QUESTÃO 04 O Centro-Oeste apresentou-se como extremamente receptivo aos novos fenômenos da urbanização, já que eraSUDWLFDPHQWH YLUJHP QmR SRVVXLQGR LQIUDHVWUXWXUD GH PRQWD QHP RXWURV LQYHVWLPHQWRV ¿[RV YLQGRV GR SDVVDGRPôde, assim, receber uma infraestrutura nova, totalmente a serviço de uma economia moderna. SANTOS, M. A Urbanização Brasileira 6mR 3DXOR (G863 DGDSWDGR
  • 8. O texto trata da ocupação de uma parcela do território brasileiro. O processo econômico diretamente associado aessa ocupação foi o avanço daA industrialização voltada para o setor de base.B economia da borracha no sul da Amazônia.C fronteira agropecuária que degradou parte do cerrado.D exploração mineral na Chapada dos Guimarães.E extrativismo na região pantaneira.QUESTÃO 05 TEIXEIRA, W. et al. Decifrando a Terra 6mR 3DXOR 1DFLRQDO DGDSWDGR
  • 9. 2 JUi¿FR UHODFLRQD GLYHUVDV YDULiYHLV DR SURFHVVR GH IRUPDomR GH VRORV $ LQWHUSUHWDomR GRV GDGRV PRVWUD TXH Dágua é um dos importantes fatores de pedogênese, pois nas áreasA de clima temperado ocorrem alta pluviosidade e grande profundidade de solos.B tropicais ocorre menor pluviosidade, o que se relaciona com a menor profundidade das rochas inalteradas.C de latitudes em torno de 30° ocorrem as maiores profundidades de solo, visto que há maior umidade.D tropicais a profundidade do solo é menor, o que evidencia menor intemperismo químico da água sobre as rochas.E de menor latitude ocorrem as maiores precipitações, assim como a maior profundidade dos solos.QUESTÃO 06 A Floresta Amazônica, com toda a sua imensidão, não vai estar aí para sempre. Foi preciso alcançar toda essataxa de desmatamento de quase 20 mil quilômetros quadrados ao ano, na última década do século XX, para que umapequena parcela de brasileiros se desse conta de que o maior patrimônio natural do país está sendo torrado. AB’SABER, A. Amazônia: do discurso à práxis. São Paulo: EdUSP, 1996.Um processo econômico que tem contribuído na atualidade para acelerar o problema ambiental descrito é:A Expansão do Projeto Grande Carajás, com incentivos à chegada de novas empresas mineradoras.B Difusão do cultivo da soja com a implantação de monoculturas mecanizadas.C Construção da rodovia Transamazônica, com o objetivo de interligar a região Norte ao restante do país.D ULDomR GH iUHDV H[WUDWLYLVWDV GR OiWH[ GDV VHULQJXHLUDV SDUD RV FKDPDGRV SRYRV GD ÀRUHVWDE Ampliação do polo industrial da Zona Franca de Manaus, visando atrair empresas nacionais e estrangeiras. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 2
  • 10. *ROSA75sab3*QUESTÃO 07 QUESTÃO 08 Como os combustíveis energéticos, as tecnologias O professor Paulo Saldiva pedala 6 km em 22da informação são, hoje em dia, indispensáveis em minutos de casa para o trabalho, todos os dias. Nunca foi atingido por um carro. Mesmo assim, é vítimatodos os setores econômicos. Através delas, um diária do trânsito de São Paulo: a cada minuto sobremaior número de produtores é capaz de inovar e a a bicicleta, seus pulmões são envenenados comREVROHVFrQFLD GH EHQV H VHUYLoRV VH DFHOHUD /RQJH 3,3 microgramas de poluição particulada – poeira,de estender a vida útil dos equipamentos e a sua fumaça, fuligem, partículas de metal em suspensão,capacidade de reparação, o ciclo de vida desses sulfatos, nitratos, carbono, compostos orgânicos eprodutos diminui, resultando em maior necessidade de outras substâncias nocivas.matéria-prima para a fabricação de novos. ESCOBAR, H. Sem Ar. O Estado de São Paulo. Ago. 2008. GROSSARD, C. Le Monde Diplomatique Brasil $QR Qž DGDSWDGR
  • 11. A população de uma metrópole brasileira que vive nas mesmas condições socioambientais das do professorA postura consumista de nossa sociedade indica citado no texto apresentará uma tendência dea crescente produção de lixo, principalmente nas A ampliação da taxa de fecundidade.áreas urbanas, o que, associado a modos incorretos B diminuição da expectativa de vida.de deposição, C elevação do crescimento vegetativo.A provoca a contaminação do solo e do lençol D aumento na participação relativa de idosos. freático, ocasionando assim graves problemas E redução na proporção de jovens na sociedade. socioambientais, que se adensarão com a QUESTÃO 09 continuidade da cultura do consumo desenfreado. Uma empresa norte-americana de bioenergia estáB produz efeitos perversos nos ecossistemas, que são expandindo suas operações para o Brasil para explorar sanados por cadeias de organismos decompositores o mercado de pinhão manso. Com sede na Califórnia, que assumem o papel de eliminadores dos resíduos a empresa desenvolveu sementes híbridas de pinhão manso, oleaginosa utilizada hoje na produção de depositados em lixões. biodiesel e de querosene de aviação.C multiplica o número de lixões a céu aberto, MAGOSSI, E. O Estado de São Paulo PDLR DGDSWDGR
  • 12. considerados atualmente a ferramenta capaz de A partir do texto, a melhoria agronômica das sementes UHVROYHU GH IRUPD VLPSOL¿FDGD H EDUDWD R SUREOHPD de pinhão manso abre para o Brasil a oportunidade de deposição de resíduos nas grandes cidades. econômica deD estimula o empreendedorismo social, visto que um A ampliar as regiões produtoras pela adaptação do grande número de pessoas, os catadores, têm livre cultivo a diferentes condições climáticas. acesso aos lixões, sendo assim incluídos na cadeia B EHQH¿FLDU RV SHTXHQRV SURGXWRUHV FDPSRQHVHV GH produtiva dos resíduos tecnológicos. óleo pela venda direta ao varejo.E possibilita a ampliação da quantidade de rejeitos C abandonar a energia automotiva derivada do petróleo em favor de fontes alternativas. que podem ser destinados a associações e D baratear cultivos alimentares substituídos pelas cooperativas de catadores de materiais recicláveis, culturas energéticas de valor econômico superior. ¿QDQFLDGRV SRU LQVWLWXLo}HV GD VRFLHGDGH FLYLO RX E reduzir o impacto ambiental pela não emissão de pelo poder público. gases do efeito estufa para a atmosfera.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 3
  • 13. *ROSA75sab4*QUESTÃO 10 QUESTÃO 12 SOBRADINHO O fenômeno de ilha de calor é o exemplo mais O homem chega, já desfaz a natureza PDUFDQWH GD PRGL¿FDomR GDV FRQGLo}HV LQLFLDLV GR Tira gente, põe represa, diz que tudo vai mudar clima pelo processo de urbanização, caracterizado O São Francisco lá pra cima da Bahia SHOD PRGL¿FDomR GR VROR H SHOR FDORU DQWURSRJrQLFR Diz que dia menos dia vai subir bem devagarE passo a passo vai cumprindo a profecia do beato que o qual inclui todas as atividades humanas inerentes à dizia que o Sertão ia alagar. sua vida na cidade. SÁ E GUARABYRA. Disco Pirão de peixe com pimenta 6RP /LYUH DGDSWDGR
  • 14. BARBOSA, R. V. R. Áreas verdes e qualidade térmica em ambientes urbanos: estudo em microclimas em Maceió. São Paulo: EdUSP, 2005.O trecho da música faz referência a uma importanteobra na região do rio São Francisco. Uma consequência 2 WH[WR H[HPSOL¿FD uma importante alteraçãosocioespacial dessa construção foi socioambiental, comum aos centros urbanos. AA a migração forçada da população ribeirinha. maximização desse fenômeno ocorreB o rebaixamento do nível do lençol freático local. A pela reconstrução dos leitos originais dos cursosC a preservação da memória histórica da região. d’água antes canalizados.D a ampliação das áreas de clima árido.E a redução das áreas de agricultura irrigada. B pela recomposição de áreas verdes nas áreas centrais dos centros urbanos.QUESTÃO 11 C pelo uso de materiais com alta capacidade de UHÀH[mR QR WRSR GRV HGLItFLRV D pelo processo de impermeabilização do solo nas áreas centrais das cidades. E pela construção de vias expressas e gerenciamento de tráfego terrestre. QUESTÃO 13 Um dos principais objetivos de se dar continuidade às pesquisas em erosão dos solos é o de procurar resolver os problemas oriundos desse processo, que, em última análise, geram uma série de impactos ambientais. Além disso, para a adoção de técnicas de conservação dos solos, é preciso conhecer como a água executa Disponível em: http://www.ra-bugio.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010. seu trabalho de remoção, transporte e deposição deA imagem retrata a araucária, árvore que faz parte de sedimentos. A erosão causa, quase sempre, uma sérieum importante bioma brasileiro que, no entanto, já foi de problemas ambientais, em nível local ou até mesmobastante degradado pela ocupação humana. Uma em grandes áreas.das formas de intervenção humana relacionada à GUERRA, A. J. T. Processos erosivos nas encostas. In: GUERRA, A. J. T.; CUNHA, S. B.degradação desse bioma foi Geomorfologia: uma atualização de bases e conceitos.A o avanço do extrativismo de minerais metálicos 5LR GH -DQHLUR %HUWUDQG %UDVLO DGDSWDGR
  • 15. voltados para a exportação na região Sudeste. A preservação do solo, principalmente em áreas deB a contínua ocupação agrícola intensiva de grãos na encostas, pode ser uma solução para evitar catástrofes região Centro-Oeste do Brasil. HP IXQomR GD LQWHQVLGDGH GH ÀX[R KtGULFR $ SUiWLFDC o processo de desmatamento motivado pela expansão da atividade canavieira no Nordeste humana que segue no caminho contrário a essa solução é brasileiro. A a aração.D o avanço da indústria de papel e celulose a partir da B o terraceamento. exploração da madeira, extraída principalmente no C o pousio. Sul do Brasil.E o adensamento do processo de favelização sobre D a drenagem. áreas da Serra do Mar na região Sudeste. E o desmatamento. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 4
  • 16. *ROSA75sab5*QUESTÃO 14 QUESTÃO 16 Completamente analfabeto, ou quase, sem assistência médica, não lendo jornais, nem revistas, nas TXDLV VH OLPLWD D YHU DV ¿JXUDV R WUDEDOKDGRU UXUDO D não ser em casos esporádicos, tem o patrão na conta de benfeitor. No plano político, ele luta com o “coronel” e pelo “coronel”. Aí estão os votos de cabresto, que resultam, em grande parte, da nossa organização econômica rural. /($/ 9 1 Coronelismo, enxada e voto. 6mR 3DXOR $OIDÐPHJD DGDSWDGR
  • 17. O coronelismo, fenômeno político da Primeira República
  • 18. WLQKD FRPR XPD GH VXDV SULQFLSDLV características o controle do voto, o que limitava, portanto, o exercício da cidadania. Nesse período, esta prática estava vinculada a uma estrutura social6,/9$ ( 6 2 LUFXLWR HVSDFLDO GH SURGXomR H FRPHUFLDOL]DomR GD SURGXomR IDPLOLDU GHWRPDWH QR PXQLFtSLR GH 6mR -RVp GH 8Ei 5-
  • 19. In 5,%(,52 0 $ 0$5$)21 * - RUJV
  • 20. A igualitária, com um nível satisfatório de distribuição $ PHWUySROH H R LQWHULRU ÀXPLQHQVH VLPHWULDV H DVVLPHWULDV JHRJUi¿FDV da renda. 5LR GH -DQHLUR *UDPPD DGDSWDGR
  • 21. B estagnada, com uma relativa harmonia entre as classes.O organograma apresenta os diversos atores que C tradicional, com a manutenção da escravidão nosintegram uma cadeia agroindustrial e a intensa relação engenhos como forma produtiva típica.entre os setores primário, secundário e terciário. Nesse D ditatorial, perturbada por um constante clima desentido, a disposição dos atores na cadeia agroindustrial opressão mantido pelo exército e polícia.demonstra E agrária, marcada pela concentração da terra e doA a autonomia do setor primário. poder político local e regional.B D LPSRUWkQFLD GR VHWRU ¿QDQFHLURC o distanciamento entre campo e cidade. QUESTÃO 17D a subordinação da indústria à agricultura. Estamos testemunhando o reverso da tendênciaE a horizontalidade das relações produtivas. histórica da assalariação do trabalho e socializaçãoQUESTÃO 15 da produção, que foi característica predominante na era industrial. A nova organização social e $V PLJUDo}HV WUDQVQDFLRQDLV LQWHQVL¿FDGDV H econômica baseada nas tecnologias da informaçãogeneralizadas nas últimas décadas do século XX, visa à administração descentralizadora, ao trabalhoexpressam aspectos particularmente importantes da individualizante e aos mercados personalizados. Asproblemática racial, visto como dilema também mundial. novas tecnologias da informação possibilitam, aoDeslocam-se indivíduos, famílias e coletividades para mesmo tempo, a descentralização das tarefas e sualugares próximos e distantes, envolvendo mudanças coordenação em uma rede interativa de comunicaçãomais ou menos drásticas nas condições de vida em tempo real, seja entre continentes, seja entre ose trabalho, em padrões e valores socioculturais. andares de um mesmo edifício.Deslocam-se para sociedades semelhantes ou $67(//6 0 A sociedade em rede. 6mR 3DXOR 3D] H 7HUUD DGDSWDGR
  • 22. radicalmente distintas, algumas vezes compreendendoculturas ou mesmo civilizações totalmente diversas. No contexto descrito, as sociedades vivenciam IANNI, O. A era do globalismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996. mudanças constantes nas ferramentas de comunicaçãoA mobilidade populacional da segunda metade do que afetam os processos produtivos nas empresas. Naséculo XX teve um papel importante na formação esfera do trabalho, tais mudanças têm provocadosocial e econômica de diversos estados nacionais. A o aprofundamento dos vínculos dos operários comUma razão para os movimentos migratórios nas DV OLQKDV GH PRQWDJHP VRE LQÀXrQFLD GRV PRGHORVúltimas décadas e uma política migratória atual dos orientais de gestão.países desenvolvidos são B o aumento das formas de teletrabalho como solução deA a busca de oportunidades de trabalho e o aumento larga escala para o problema do desemprego crônico. de barreiras contra a imigração. C R DYDQoR GR WUDEDOKR ÀH[tYHO H GD WHUFHLUL]DomR FRPRB D QHFHVVLGDGH GH TXDOL¿FDomR SUR¿VVLRQDO H D respostas às demandas por inovação e com vistas à abertura das fronteiras para os imigrantes. mobilidade dos investimentos.C o desenvolvimento de projetos de pesquisa e o D a autonomização crescente das máquinas e acautelamento dos bens dos imigrantes. computadores em substituição ao trabalho dosD a expansão da fronteira agrícola e a expulsão dos especialistas técnicos e gestores. LPLJUDQWHV TXDOL¿FDGRV E o fortalecimento do diálogo entre operários,E D IXJD GHFRUUHQWH GH FRQÀLWRV SROtWLFRV H R gerentes, executivos e clientes com a garantia de fortalecimento de políticas sociais. harmonização das relações de trabalho. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 5
  • 23. *ROSA75sab6*QUESTÃO 18 QUESTÃO 20 Art. 92. São excluídos de votar nas Assembleias O acidente nuclear de Chernobyl revela brutalmenteParoquiais: RV OLPLWHV GRV SRGHUHV WpFQLFRFLHQWt¿FRV GD KXPDQLGDGH I. Os menores de vinte e cinco anos, nos quais e as “marchas-à-ré” que a “natureza” nos pode reservar.QmR VH FRPSUHHQGDP RV FDVDGRV H 2¿FLDLV 0LOLWDUHV e HYLGHQWH TXH XPD JHVWmR PDLV FROHWLYD VH LPS}Hque forem maiores de vinte e um anos, os Bacharéis para orientar as ciências e as técnicas em direção aFormados e Clérigos de Ordens Sacras. ¿QDOLGDGHV PDLV Kumanas. IV. Os Religiosos, e quaisquer que vivam em GUATTARI, F. As três ecologias. 6mR 3DXOR 3DSLUXV DGDSWDGR
  • 24. Comunidade claustral. O texto traWD GR DSDUDWR WpFQLFRFLHQWt¿FR H VXDV V. Os que não tiverem de renda líquida anual cem mil consequências para a humanidade, propondo que esseréis por bens de raiz, indústria, comércio ou empregos. desenvolvimento Constituição Política do Império do Brasil (1824). LVSRQtYHO HP KWWSVOHJLVODomRSODQDOWRJRYEU $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  • 25. A GH¿QD VHXV projetos a partir dos interesses coletivos. B guie-se por interesses econômicos, prescritos pelaA legislação espHOKD RV FRQÀLWRV SROtWLFRV H VRFLDLV GRcontexto histórico de sua formulação. A Constituição lógica do mercado.de 1824 regulamentou o direito de voto dos “cidadãos C priorize a evolução da tecnologia, se apropriandobrasileiros” com o objetivo de garantir da natureza.A R ¿P GD LQVSLUDomR OLEHUDO VREUH D HVWUXWXUD SROtWLFD D promova a separação entre natureza e sociedade brasileira. tecnológica.B a ampliação do direito de voto para maioria dos E tenha gestão própria, com o objetivo de melhor brasileiros nascidos livres. apropriação da natureza.C a concentração de poderes na região produtora de QUESTÃO 21 café, o Sudeste brasileiro.D o controle do poder político nas mãos dos grandes A introdução de novas tecnologias desencadeou uma proprietários e comerciantes. série de efeitos sociais que afetaram os trabalhadoresE a diminuição da interferência da Igreja Católica nas e sua organização. O uso de novas tecnologias trouxe decisões político-administrativas. a diminuição do trabalho necessário que se traduz naQUESTÃO 19 economia líquida do tempo de trabalho, uma vez que, com a presença da automação microeletrônica, começou Na década de 1990, os movimentos sociais a ocorrer a diminuição dos coletivos operários e umacamponeses e as ONGs tiveram destaque, ao lado deoutros sujeitos coletivos. Na sociedade brasileira, a ação mudança na organização dos processos de trabalho.dos movimentos sociais vem construindo lentamente 5HYLVWD (OHWU{QLFD GH *HRJUD¿D LrQFLDV 6RFLDOHV. 8QLYHUVLGDG GH %DUFHORQD 1ž
  • 26. DJR um conjunto de práticas democráticas no interior dasescolas, das comunidades, dos grupos organizados e A utilização de novas tecnologias tem causado inúmerasna interface da sociedade civil com o Estado. O diálogo,R FRQIURQWR H R FRQÀLWR WrP VLGR RV PRWRUHV QR SURFHVVR alterações no mundo do trabalho. Essas mudanças sãode construção democrática. observadas em um modelo de produção caracterizadoSOUZA, M. A. Movimentos sociais no Brasil contemporâneo: participação e possibilidades dasSUiWLFDV GHPRFUiWLFDV LVSRQtYHO HP KWWSZZZFHVXFSW $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  • 27. A pelo uso intensivo do trabalho manual paraSegundo o texto, os movimentos sociais contribuem desenvolver produtos autênticos e personalizados.para o processo de construção democrática, porque B pelo ingresso tardio das mulheres no mercado deA determinam o papel do Estado nas transformações trabalho no setor industrial. socioeconômicas.B aumentam o clima de tensão social na sociedade C pela participação ativa das empresas e dos próprios civil. WUDEDOKDGRUHV QR SURFHVVR GH TXDOL¿FDomR ODERUDOC pressionam o Estado para o atendimento das demandas da sociedade. D pelo aumento na oferta de vagas para trabalhadoresD privilegiam determinadas parcelas da sociedade em especializados em funções repetitivas. detrimento das demais.E propiciam a adoção de valores éticos pelos órgãos E pela manutenção de estoques de larga escala em do Estado. função da alta produtividade. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 6
  • 28. *ROSA75sab7*QUESTÃO 22 QUESTÃO 24 Até que ponto, a partir de posturas e interesses diversos, as oligarquias paulista e mineira dominaram a cena política nacional na Primeira República? A união de ambas foi um traço fundamental, mas que não conta toda a história do período. A união foi feita com a preponderância de uma ou de outra das duas frações. Com o tempo, surgiram as discussões e um grande GHVDFHUWR ¿QDO FAUSTO, B. História do Brasil 6mR 3DXOR (G863 DGDSWDGR
  • 29. A imagem de um bem-sucedido acordo café com GOMES, A. et al. A República no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. leite entre São Paulo e Minas, um acordo de alternânciaA análise da tDEHOD SHUPLWH LGHQWL¿FDU XP LQWHUYDOR GHtempo no qual uma alteração na proporção de eleitores de presidência entre os dois estados, não passa deinscritos resultou de uma luta histórica de setores da uma idealização de um processo muito mais caóticosociedade brasileira. O intervalo de tempo e a conquistaestão associados, respectivamente, em H FKHLR GH FRQÀLWRV 3URIXQGDV GLYHUJrQFLDV SROtWLFDVA 1940-1950 – direito de voto para os ex-escravos. colocavam-nos em confronto por causa de diferentesB ± ¿P GR YRWR VHFUHWR graus de envolvimento no comércio exterior.C 1960-1970 – direito de voto para as mulheres. TOPIK, S. A presença do estado na economia política do Brasil de 1889 a 1930. 5LR GH -DQHLUR 5HFRUG DGDSWDGR
  • 30. D ± ¿P GR YRWR REULJDWyULRE 1980-1996 – direito de voto para os analfabetos. Para a caracterização do processo político duranteQUESTÃO 23 a Primeira República, utiliza-se com frequência a e GLItFLO HQFRQWUDU XP WH[WR VREUH D 3URFODPDomR expressão Política do Café com Leite. No entanto, osGD 5HS~EOLFD QR %UDVLO TXH QmR FLWH D D¿UPDomR GH$ULVWLGHV /RER QR LiULR 3RSXODU GH 6mR 3DXOR GH TXH textos apresentam a seguinte ressalva a sua utilização:“o povo assistiu àquilo bestializado”. Essa versão foirelida pelos enaltecedores da Revolução de 1930, que A A riqueza gerada pelo café dava à oligarquia paulistanão descuidaram da forma republicana, mas realçaram a prerrogativa de indicar os candidatos à presidência,a exclusão social, o militarismo e o estrangeirismoda fórmula implantada em 1889. Isto porque o Brasil sem necessidade de alianças.brasileiro teria nascido em 1930.0(//2 0 7 A república consentida FXOWXUD GHPRFUiWLFD H FLHQWt¿FD QR ¿QDO GR ,PSpULR B As divisões políticas internas de cada estado da 5LR GH -DQHLUR )*9 DGDSWDGR
  • 31. federação invalidavam o uso do conceito de aliançaO texto defende que a consolidação de uma determinadamemória sobre a Proclamação da República no Brasil entre estados para este período.teve, na Revolução de 1930, um de seus momentos C As disputas políticas do período contradiziam amais importantes. Os defensores da Revolução de1930 procuraram construir uma visão negativa para os suposta estabilidade da aliança entre mineiroseventos de 1889, porque esta era uma maneira de e paulistas.A valorizar as propostas políticas democráticas e liberais vitoriosas. D A centralização do poder no executivo federalB UHVJDWDU VLPEROLFDPHQWH DV ¿JXUDV SROtWLFDV OLJDGDV à Monarquia. impedia a formação de uma aliança duradoura entreC criticar a política educacional adotada durante a as oligarquias. República Velha.D legitimar a ordem política inaugurada com a chegada E $ GLYHUVL¿FDomR GD SURGXomR H D SUHRFXSDomR desse grupo ao poder.E destacar a ampla participação popular obtida no FRP R PHUFDGR LQWHUQR XQL¿FDYDP RV LQWHUHVVHV processo da Proclamação. das oligarquias. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 7
  • 32. *ROSA75sab8*QUESTÃO 25 QUESTÃO 27 Embora o Brasil seja signatário de convenções $ /HL GH GH MDQHLUR GH LQFOXL QRe tratados internacionais contra a tortura e tenha currículo dos estabelecimentos de ensino fundamental eincorporado em seu ordenamento jurídico uma leiWLSL¿FDQGR R FULPH HOH FRQWLQXD D RFRUUHU HP ODUJD PpGLR R¿FLDLV H SDUWLFXODUHV D REULJDWRULHGDGH GR HQVLQRHVFDOD 0HVPR TXH D OHL TXH WLSL¿FD D WRUWXUD HVWHMD sobre História e Cultura Afro-Brasileira e determina quevigente desde 1997, até o ano 2000 não se conhece o conteúdo programático incluirá o estudo da Histórianenhum caso de condenação de torturadores julgadoem última instância, embora tenham sido registrados da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil,nesse período centenas de casos, além de numerosos a cultura negra brasileira e o negro na formação daoutros presumíveis, mas não registrados. sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo LVSRQtYHO HP KWWSZZZGKQHWRUJEU $FHVVR HP MXQ DGDSWDGR
  • 33. negro nas áreas social, econômica e política pertinentesO texto destaca a questão da tortura no país, apontando que à História do Brasil, além de instituir, no calendárioA a justiça brasileira, por meio de tratados e leis, tem escolar, o dia 20 de novembro como data comemorativa conseguido inibir e, inclusive, extinguir a prática da do “Dia da Consciência Negra”. tortura.B a existência da lei não basta como garantia de justiça LVSRQtYHO HP KWWSZZZSODQDOWRJRYEU $FHVVR HP MXO DGDSWDGR
  • 34. para as vítimas e testemunhas dos casos de tortura.C DV GHQ~QFLDV DQ{QLPDV GL¿FXOWDP D DomR GD MXVWLoD A referida lei representa um avanço não só para a impedindo que torturadores sejam reconhecidos e educação nacional, mas também para a sociedade LGHQWL¿FDGRV SHOR FULPH FRPHWLGR brasileira, porqueD a falta de registro da tortura por parte das autoridades policiais, em razão do desconhecimento da tortura A legitima o ensino das ciências humanas nas escolas. como crime, legitima a impunidade. B divulga conhecimentos para a população afro-brasileira.E a justiça tem esbarrado na precária existência de C reforça a concepção etnocêntrica sobre a África e jurisprudência a respeito da tortura, o que a impede de atuar nesses casos. sua cultura.QUESTÃO 26 D garante aos afrodescendentes a igualdade no TEXTO I acesso à educação. A ação democrática consiste em todos tomarem E impulsiona o reconhecimento da pluralidade étnico-parte do processo decisório sobre aquilo que terá racial do país.consequência na vida de toda coletividade. *$//2 6 et al. Ética e Cidadania. DPLQKRV GD )LORVR¿D QUESTÃO 28 DPSLQDV 3DSLUXV DGDSWDGR
  • 35. TEXTO II Os três tipos de poder representam três diversos e QHFHVViULR TXH KDMD OLEHUGDGH GH H[SUHVVmR tipos de motivações: no poder tradicional, o motivo da¿VFDOL]DomR VREUH yUJmRV JRYHUQDPHQWDLV H DFHVVR SRU obediência é a crença na sacralidade da pessoa doparte da população às informações trazidas a público soberano; no poder racional, o motivo da obediênciapela imprensa. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 24 abr. 2010. deriva da crença na racionalidade do comportamento conforme a lei; no poder carismático, deriva da crençaPartindo da perspectiva de democracia apresentadano Texto I, os meios de comunicação, de acordo com o nos dotes extraordinários do chefe. BOBBIO, N. Estado, Governo, Sociedade: para uma teoria geral da política.Texto II, assumem um papel relevante na sociedade por 6mR 3DXOR 3D] H 7HUUD DGDSWDGR
  • 36. A orientarem os cidadãos na compra dos bens O texto apresenta três tipos de poder que podem necessários à sua sobrevivência e bem-estar. VHU LGHQWL¿FDGRV HP PRPHQWRV KLVWyULFRV GLVWLQWRVB fornecerem informações que fomentam o debate ,GHQWL¿TXH R SHUtRGR HP TXH D REHGLrQFLD HVWHYH político na esfera pública. associada predominantemente ao poder carismático:C DSUHVHQWDUHP DRV FLGDGmRV D YHUVmR R¿FLDO GRV A República Federalista Norte-Americana. fatos.D propiciarem o entretenimento, aspecto relevante B República Fascista Italiana no século XX. para conscientização política. C Monarquia Teocrática do Egito Antigo.E promoverem a unidade cultural, por meio das D Monarquia Absoluta Francesa no século XVII. transmissões esportivas. E Monarquia Constitucional Brasileira no século XIX. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 8
  • 37. *ROSA75sab9*QUESTÃO 29 QUESTÃO 31 Um volume imenso de pesquisas tem sido produzidopara tentar avaliar os efeitos dos programas de televisão.$ PDLRULD GHVVHV HVWXGRV GL] UHVSHLWR jV FULDQoDVo que é bastante compreensível pela quantidade detempo que elas passam em frente ao aparelho e pelaspossíveis implicações desse comportamento para asocialização. Dois dos tópicos mais pesquisados são oimpacto da televisão no âmbito do crime e da violência ea natureza das notícias exibidas na televisão. GIDDENS, A. Sociologia. Porto Alegre: Artmed, 2005.2 WH[WR LQGLFD TXH H[LVWH XPD VLJQL¿FDWLYD SURGXomRFLHQWt¿FD VREUH RV LPSDFWRV VRFLRFXOWXUDLV GD WHOHYLVmRna vida do ser humano. E as crianças, em particular, sãoDV PDLV YXOQHUiYHLV D HVVDV LQÀXrQFLDV SRUTXHA FRGL¿FDP LQIRUPDo}HV WUDQVPLWLGDV QRV SURJUDPDV infantis por meio da observação.B adquirem conhecimentos variados que incentivam o processo de interação social.C interiorizam padrões de comportamento e papéis sociais com menor visão crítica.D observam formas de convivência social baseadas Foto de Militão, São Paulo, 1879. $/(1$6752 / ) RUJ
  • 38. História da vida privada no Brasil. na tolerância e no respeito. ,PSpULR D FRUWH H D PRGHUQLGDGH QDFLRQDO 6mR 3DXOR LD GDV /HWUDV E apreendem modelos de sociedade pautados na observância das leis. Que aspecto histórico da escravidão no Brasil do séc.QUESTÃO 30 ;,; SRGH VHU LGHQWL¿FDGR D SDUWLU GD DQiOLVH GR YHVWXiULR Subindo morros, margeando córregos ou penduradas do casal retratado acima?HP SDOD¿WDV DV IDYHODV ID]HP SDUWH GD SDLVDJHP GHum terço dos municípios do país, abrigando mais de A O uso de trajes simples indica a rápida incorporação10 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto%UDVLOHLUR GH *HRJUD¿D H (VWDWtVWLFD ,%*(
  • 39. dos ex-escravos ao mundo do trabalho urbano. B A presença de acessórios como chapéu e sombrinha MARTINS, A. R. A favela como um espaço da cidade. Disponível em: http://www.revistaescola.abril.com.br. Acesso em: 31 jul. 2010.A situação das favelas no país reporta a graves aponta para a manutenção de elementos culturaisproblemas de desordenamento territorial. Nesse sentido,uma característica comum a esses espaços tem sido de origem africana.A o planejamento para a implantação de infraestruturas C O uso de sapatos é um importante elemento de urbanas necessárias para atender as necessidades básicas dos moradores. diferenciação social entre negros libertos ou emB a organização de associações de moradores interessadas na melhoria do espaço urbano e melhores condições na ordem escravocrata. ¿QDQFLDGDV SHOR SRGHU S~EOLFRC a presença de ações referentes à educação D A utilização do paletó e do vestido demonstra a ambiental com consequente preservação dos espaços naturais circundantes. tentativa de assimilação de um estilo europeu comoD a ocupação de áreas de risco suscetíveis a forma de distinção em relação aos brasileiros. enchentes ou desmoronamentos com consequentes perdas materiais e humanas. E A adoção de roupas próprias para o trabalhoE o isolamento socioeconômico dos moradores ocupantes desses espaços com a resultante GRPpVWLFR WLQKD FRPR ¿QDOLGDGH GHPDUFDU DV multiplicação de políticas que tentam reverter esse quadro. fronteiras da exclusão social naquele contexto.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 9
  • 40. *ROSA75sab10*QUESTÃO 32 QUESTÃO 34 O açúcar e suas técnicas de produção foram levados Os chineses não atrelam nenhuma condição paraà Europa pelos árabes no século VIII, durante a Idade efetuar investimentos nos países africanos. OutroMédia, mas foi principalmente a partir das Cruzadas ponto interessante é a venda e compra de grandesVpFXORV ;, H ;,,,
  • 41. TXH D VXD SURFXUD IRL DXPHQWDQGR somas de áreas, posteriormente cercadas. Por seNessa época passou a ser importado do Oriente Médio tratar de países instáveis e com governos ainda nãoe produzido em pequena escala no sul da Itália, mas consolidados, teme-se que algumas nações da Áfricacontinuou a ser um produto de luxo, extremamente caro, tornem-se literalmente protetorados.FKHJDQGR D ¿JXUDU QRV GRWHV GH SULQFHVDV FDVDGRLUDV %5$12/, ) China e os novos investimentos na África: neocolonialismo ou mudanças na arquitetura global? LVSRQtYHO HP KWWSRSLQLDRHQRWLFLDFRPEU $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  • 42. CAMPOS, R. Grandeza do Brasil no tempo de Antonil
  • 43. 6mR 3DXOR $WXDO A presença econômica da China em vastas áreas doConsiderando o conceito do Antigo Sistema Colonial, globo é uma realidade do século XXI. A partir do texto,o açúcar foi o produto escolhido por Portugal para dar como é possível caracterizar a relação econômica dainício à colonização brasileira, em virtude de China com o continente africano?A o lucro obtido com o seu comércio ser muito vantajoso.B os árabes serem aliados históricos dos portugueses. A Pela presença de órgãos econômicos internacionaisC a mão de obra necessária para o cultivo ser FRPR R )XQGR 0RQHWiULR ,QWHUQDFLRQDO )0,
  • 44. H R LQVX¿FLHQWHD as feitorias africanas facilitarem a comercialização Banco Mundial, que restringem os investimentos desse produto. chineses, uma vez que estes não se preocupamE os nativos da América dominarem uma técnica de cultivo semelhante. com a preservação do meio ambiente.QUESTÃO 33 B Pela ação de ONGs (Organizações Não Governamen- (P JHUDO RV QRVVRV WXSLQDPEiV ¿FDP EHP DGPLUDGRV WDLV
  • 45. TXH OLPLWDP RV LQYHVWLPHQWRV HVWDWDLV FKLQHVHVao ver os franceses e os outros dos países longínquos uma vez que estes se mostram desinteressados emterem tanto trabalho para buscar o seu arabotã, isto é,pau-brasil. Houve uma vez um ancião da tribo que me fez relação aos problemas sociais africanos.esta pergunta: “Por que vindes vós outros, mairs e perós C Pela aliança com os capitais e investimentos diretosIUDQFHVHV H SRUWXJXHVHV
  • 46. EXVFDU OHQKD GH WmR ORQJHpara vos aquecer? Não tendes madeira em vossa terra?” realizados pelos países ocidentais, promovendo o /e5 - 9LDJHP j 7HUUD GR %UDVLO In: FERNANDES, F. Mudanças Sociais no Brasil. São Paulo: Difel, 1974. crescimento econômico de algumas regiões desse2 YLDMDQWH IUDQFrV -HDQ GH /pU
  • 47. UHSURGX] continente.um diálogo travado, em 1557, com um ancião tupinambá,o qual demonstra uma diferença entre a sociedade D Pela presença cada vez maior de investimentos diretos,europeia e a indígena no sentido o que pode representar uma ameaça à soberania dosA do destino dado ao produto do trabalho nos seus sistemas culturais. países africanos ou manipulação das ações destesB da preocupação com a preservação dos recursos governos em favor dos grandes projetos. ambientais. E Pela presença de um número cada vez maior deC do interesse de ambas em uma exploração comercial mais lucrativa do pau-brasil. diplomatas, o que pode levar à formação de umD da curiosidade, reverência e abertura cultural recíprocas. Mercado Comum Sino-Africano, ameaçando osE da preocupação com o armazenamento de madeira para os períodos de inverno. interesses ocidentais. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 10
  • 48. *ROSA75sab11*QUESTÃO 35 QUESTÃO 37 No Estado de São Paulo, a mecanização dacolheita da cana-de-açúcar tem sido induzida tambémpela legislação ambiental, que proíbe a realização dequeimadas em áreas próximas aos centros urbanos. Naregião de Ribeirão Preto, principal polo sucroalcooleirodo país, a mecanização da colheita já é realizada em516 mil dos 1,3 milhão de hectares cultivados comcana-de-açúcar. %$/6$, 2 et al. Transformações Tecnológicas e a força de trabalho na agricultura brasileira no período de 1990-2000. Revista de economia agrícola 9
  • 49. O texto aborda duas questões, uma ambiental eoutra socioeconômica, que integram o processo demodernização da produção canavieira. Em torno daassociação entre elas, uma mudança decorrente desseprocesso é aA perda de nutrientes do solo devido à utilização constante de máquinas.B H¿FLrQFLD H UDFLRQDOLGDGH QR SODQWLR FRP PDLRU produtividade na colheita.C ampliação da oferta de empregos nesse tipo de SMITH, D. Atlas da Situação Mundial. São 3DXOR LD (GLWRUD 1DFLRQDO DGDSWDGR
  • 50. ambiente produtivo.D menor compactação do solo pelo uso de maquinário Uma explicação de caráter histórico para o percentual da agrícola de porte. religião com maior número de adeptos declarados no BrasilE poluição do ar pelo consumo de combustíveis fósseis foi a existência, no passado colonial e monárquico, da pelas máquinas. A incapacidade do cristianismo de incorporar aspectosQUESTÃO 36 de outras religiões. Se a mania de fechar, verdadeiro habitus da B incorporação da ideia de liberdade religiosa namentalidade medieval nascido talvez de um profundo esfera pública.sentimento de insegurança, estava difundida no mundo C permissão para o funcionamento de igrejas não cristãs.rural, estava do mesmo modo no meio urbano, pois que D relação de integração entre Estado e Igreja.uma das características da cidade era de ser limitada E LQÀXrQFLD GDV UHOLJL}HV GH RULJHP DIULFDQDpor portas e por uma muralha.DUBY, G. et al. “Séculos XIV-XV”. In: ARIÈS, P.; DUBY, G. História da vida privada da Europa Feudal à Renascença. 6mR 3DXOR LD GDV /HWUDV DGDSWDGR
  • 51. As práticas e os usos das muralhas sofreram importantesPXGDQoDV QR ¿QDO GD ,GDGH 0pGLD TXDQGR HODVassumiram a função de pontos de passagem ou pórticos.Este processo está diretamente relacionado comA o crescimento das atividades comerciais e urbanas.B a migração de camponeses e artesãos.C a expansão dos parques industriais e fabris.D o aumento do número de castelos e feudos.E a contenção das epidemias e doenças. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 11
  • 52. *ROSA75sab12*QUESTÃO 38 QUESTÃO 40 No clima das ideias que se seguiram à revolta de São Acompanhando a intenção da burguesiaDomingos, o descobrimento de planos para um levante renascentista de ampliar seu domínio sobre a natureza eDUPDGR GRV DUWt¿FHV PXODWRV QD %DKLD QR DQR GH VREUH R HVSDoR JHRJUi¿FR DWUDYpV GD SHVTXLVD FLHQWt¿FDteve impacto muito especial; esses planos demonstravam e da invenção tecnológica, os cientistas também iriamaquilo que os brancos conscientes tinham já começadoa compreender: as ideias de igualdade social estavam se atirar nessa aventura, tentando conquistar a forma, oa propagar-se numa sociedade em que só um terço da movimento, o espaço, a luz, a cor e mesmo a expressãopopulação era de brancos e iriam inevitavelmente ser e o sentimento.interpretados em termos raciais. SEVCENKO, N. O Renascimento. Campinas: Unicamp, 1984. 0$;:(// . RQGLFLRQDOLVPRV GD ,QGHSHQGrQFLD GR %UDVLO In 6,/9$ 01 FRRUG
  • 53. O Império luso-brasileiro, 1750-1822 /LVERD (VWDPSD O texto apresenta um espírito de época que afetouO temor do radicalismo da luta negra no Haiti e das também a produção artística, marcada pela constantepropostas das lideranças populares da Conjuração relação entre%DLDQD
  • 54. OHYDUDP VHWRUHV GD HOLWH FRORQLDO EUDVLOHLUDa novas posturas diante das reivindicações populares. A fé e misticismo.No período da Independência, parte da elite participou B ciência e arte.ativamente do processo, no intuito de C cultura e comércio.A instalar um partido nacional, sob sua liderança, D política e economia. garantindo participação controlada dos afro- E astronomia e religião. brasileiros e inibindo novas rebeliões de negros. QUESTÃO 41B atender aos clamores apresentados no movimento baiano, de modo a inviabilizar novas rebeliões, Em meio às turbulências vividas na primeira garantindo o controle da situação. metade dos anos 1960, tinha-se a impressão de queC ¿UPDU DOLDQoDV FRP DV OLGHUDQoDV HVFUDYDV as tendências de esquerda estavam se fortalecendo permitindo a promoção de mudanças exigidas pelo QD iUHD FXOWXUDO 2 HQWUR 3RSXODU GH XOWXUD 3
  • 55. povo sem a profundidade proposta inicialmente. GD 8QLmR 1DFLRQDO GRV (VWXGDQWHV 81(
  • 56. HQFHQDYDD impedir que o povo conferisse ao movimento um teor libertário, o que terminaria por prejudicar seus peças de teatro que faziam agitação e propaganda em interesses e seu projeto de nação. favor da luta pelas reformas de base e satirizavam oE rebelar-se contra as representações metropolitanas, “imperialismo” e seus “aliados internos”. isolando politicamente o Príncipe Regente, .21(5 / História das Ideias Socialistas no Brasil. São Paulo: Expressão Popular, 2003. instalando um governo conservador para controlar o povo. No início da década de 1960, enquanto vários setores da esquerda brasileira consideravamQUESTÃO 39 que o CPC da UNE era uma importante forma O café tem origem na região onde hoje se encontra de conscientização das classes trabalhadoras,a Etiópia, mas seu cultivo e consumo se disseminaram os setores conservadores e de direita (políticosa partir da Península Árabe. Aportou à Europa por vinculados à União Democrática Nacional - UDN -,RQVWDQWLQRSOD H ¿QDOPHQWH HP JDQKRX D FLGDGHde Veneza. Quando o café chegou à região europeia, ,JUHMD DWyOLFD JUDQGHV HPSUHViULRV HWF
  • 57. HQWHQGLDPalguns clérigos sugeriram que o produto deveria que esta organizaçãoser excomungado, por ser obra do diabo. O papaOHPHQWH 9,,,
  • 58. FRQWXGR UHVROYHX SURYDU A constituía mais uma ameaça para a democraciaa bebida. Tendo gostado do sabor, decidiu que ela brasileira, ao difundir a ideologia comunista.deveria ser batizada para que se tornasse uma “bebida B contribuía com a valorização da genuína culturaverdadeiramente cristã”. nacional, ao encenar peças de cunho popular. THORN, J. Guia do café. /LVERD /LYURV H OLYURV DGDSWDGR
  • 59. C realizava uma tarefa que deveria ser exclusiva doA postura dos clérigos e do papa Clemente VIII diante Estado, ao pretender educar o povo por meio da cultura.da introdução do café na Europa Ocidental pode ser D prestava um serviço importante à sociedadeexplicada pela associação dessa bebida ao brasileira, ao incentivar a participação política dosA ateísmo. mais pobres.B judaísmo.C hinduísmo. E diminuía a força dos operários urbanos, ao substituirD islamismo. os sindicatos como instituição de pressão políticaE protestantismo. sobre o governo. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 12
  • 60. *ROSA75sab13*QUESTÃO 42 QUESTÃO 43 A consolidação do regime democrático no Brasilcontra os extremismos da esquerda e da direitaexige ação enérgica e permanente no sentido doaprimoramento das instituições políticas e da realizaçãoGH UHIRUPDV FRUDMRVDV QR WHUUHQR HFRQ{PLFR ¿QDQFHLURe social.0HQVDJHP SURJUDPiWLFD GD 8QLmR HPRFUiWLFD 1DFLRQDO 81
  • 61. ± Os trabalhadores deverão exigir a constituição de umgoverno nacionalista e democrático, com participaçãodos trabalhadores para a realização das seguintesPHGLGDV D
  • 62. 5HIRUPD EDQFiULD SURJUHVVLVWD E
  • 63. 5HIRUPDDJUiULD TXH H[WLQJD R ODWLI~QGLR F
  • 64. 5HJXODPHQWDomR GD/HL GH 5HPHVVDV GH /XFURs. Charge capa da revista “O Malho”, de 1904. Disponível em: http://1.bp.blogspot.com. 0DQLIHVWR GR RPDQGR *HUDO GRV 7UDEDOKDGRUHV *7
  • 65. ± %21$9,(6 3 $0$5$/ 5. Textos políticos da história do Brasil. A imagem representa as manifestações nas ruas da Brasília: Senado Federal, 2002. cidade do Rio de Janeiro, na primeira década do séculoNos anos 1960 eram comuns aV GLVSXWDV SHOR VLJQL¿FDGR XX, que integraram a Revolta da Vacina. Considerandode termos usados no debate político, como democracia o contexto político-social da época, essa revolta revelae reforma. Se, para os setores aglutinados em torno da A a insatisfação da população com os benefícios deUDN, as reformas deveriam assegurar o livre mercado, uma modernização urbana autoritária.para aqueles organizados no CGT, elas deveriam B a consciência da população pobre sobre a necessidade de vacinação para a erradicaçãoresultar em das epidemias.A ¿P GD LQWHUYHQomR HVWDtal na economia. C a garantia do processo democrático instaurado com a República, através da defesa da liberdade deB crescimento do setor de bens de consumo. expressão da população. D o planejamento do governo republicano na área deC controle do desenvolvimento industrial. saúde, que abrangia a população em geral.D atração de investimentos estrangeiros. E o apoio ao governo republicano pela atitude de vacinar toda a população em vez de privilegiarE limitação da propriedade privada. a elite.CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 13
  • 66. *ROSA75sab14*QUESTÃO 44 Considerando esse objetivo interpretativo, tal distribuição espacial aponta para A a estagnação dos Estados com forte identidade cultural. B o alcance da racionalidade anticapitalista. C D LQÀXrQFLD GDV JUDQGHV SRWrQFLDV HFRQ{PLFDV D a dissolução de blocos políticos regionais. E o alargamento da força econômica dos países islâmicos. QUESTÃO 45 Em 1872, Robert Angus Smith criou o termo “chuva ácida”, descrevendo precipitações ácidas em Manchester após a Revolução Industrial. Trata-se do acúmulo demasiado de dióxido de carbono e enxofre na atmosfera que, ao reagirem com compostos dessa camada, formam gotículas de chuva ácida e partículas de aerossóis. A chuva ácida não necessariamente ocorre no local poluidor, pois tais poluentes, ao serem lançados na atmosfera, são levados pelos ventos, podendo provocar a reação em regiões distantes. A água de forma pura apresenta pH 7, e, ao contatar DJHQWHV SROXLGRUHV UHDJH PRGL¿FDQGR VHX S+ SDUD e até menos que isso, o que provoca reações, deixando consequências. LVSRQtYHO HP KWWSZZZEUDVLOHVFRODFRP $FHVVR HP PDLR DGDSWDGR
  • 67. O texto aponta para um fenômeno atmosférico causador de graves problemas ao meio ambiente: a chuva ácida SOXYLRVLGDGH FRP S+ EDL[R
  • 68. (VVH IHQ{PHQR WHP FRPR O espaço mundial sob a “nova des-ordem” é um consequênciaemaranhado de zonas, redes e “aglomerados”, espaços A a corrosão de metais, pinturas, monumentoshegemônicos e contra-hegemônicos que se cruzam deforma complexa na face da Terra. Fica clara, de saída, a históricos, destruição da cobertura vegetal epolêmica que envolve uma nova regionalização mundial. DFLGL¿FDomR GRV ODJRVComo regionalizar um espaço tão heterogêneo e, em B a diminuição do aquecimento global, já que esse tipoSDUWH ÀXLGR FRPR p R HVSDço mundial contemporâneo? de chuva retira poluentes da atmosfera. +$(6%$(57 5 32572*21d$/9(6 : A nova des-ordem mundial. São Paulo: UNESP, 2006. C D GHVWUXLomR GD IDXQD H GD ÀRUD H UHGXomR GRV recursos hídricos, com o assoreamento dos rios.O mapa procura representar a lógica espacial do mundo D as enchentes, que atrapalham a vida do cidadãocontemporâneo pós-União Soviética, no contexto deavanço da globalização e do neoliberalismo, quando a urbano, corroendo, em curto prazo, automóveis edivisão entre países socialistas e capitalistas se desfez e ¿RV GH FREUH GD UHGH HOpWULFDas categorias de “primeiro” e “terceiro” mundo perderam E a degradação da terra nas regiões semiáridas,sua validade explicativa. localizadas, em sua maioria, no Nordeste do nosso país. CH - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 14
  • 69. *ROSA75sab15*CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS A plasmaferesH p LPSRUWDQWH SRLV VH R DQLPDO ¿FDU FRPTECNOLOGIAS uma baixa quantidade de hemácias, poderá apresentarQuestões de 46 a 90 A febre alta e constante. B redução de imunidade.QUESTÃO 46 C aumento da pressão arterial. Os personagenV GD ¿JXUD HVWmR UHSUHVHQWDQGR XPD D quadro de leucemia profunda.situação hipotética de cadeia alimentar. E problemas no transporte de oxigênio. QUESTÃO 48 Um dos problemas dos combustíveis que contêm carbono é que sua queima produz dióxido de carbono. Portanto, uma característica importante, ao se escolher um combustível, é analisar seu calor de combustão (¨+cº), GH¿QLGR FRPR D HQHUJLD OLEHUDGD QD TXHLPD completa de um mol de combustível no estado padrão. O quadro seguinte relaciona algumas substâncias que contêm carbono e seu ¨+cº. Substância Fórmula ¨+cº (kJ/mol) benzeno C6H6 O
  • 70. 3 268 Disponível em: http://www.cienciasgaspar.blogspot.com. etanol C2H52+ O
  • 71. 1 368Suponha que, em cena anterior à apresentada, o homem glicose C6H12O6 V
  • 72. 2 808tenha se alimentado de frutas e grãos que conseguiu metano CH4 J
  • 73. 890coletar. Na hipótese de, nas próximas cenas, o tigre ser octano C8H18 O
  • 74. 5 471bem-sucedido e, posteriormente, servir de alimento aos ATKINS, P. Princípios de Química %RRNPDQ DGDSWDGR
  • 75. abutres, tigre e abutres ocuparão, respectivamente, os Neste contexto, qual dos combustíveis, quando queimadoQtYHLV WUy¿FRV GH completamente, libera mais dióxido de carbono no ambiente pela mesma quantidade de energia produzida?A produtor e consumidor primário. A Benzeno.B consumidor primário e consumidor secundário. B Metano.C consumidor secundário e consumidor terciário. C Glicose.D consumidor terciário e produtor. D Octano. E Etanol.E consumidor secundário e consumidor primário.QUESTÃO 47 A produção de soro antiofídico é feita por meio daextração da peçonha de serpentes que, após tratamento,é introduzida em um cavalo. Em seguida são feitassangrias para avaliar a concentração de anticorposproduzidos pelo cavalo. Quando essa concentraçãoDWLQJH R YDORU GHVHMDGR p UHDOL]DGD D VDQJULD ¿QDO SDUDobtenção do soro. As hemácias são devolvidas ao animal,SRU PHLR GH XPD WpFQLFD GHQRPLQDGD SODVPDIHUHVH D ¿Pde reduzir os efeitos colaterais provocados pela sangria. LVSRQtYHO HP KWWSZZZLQIRELERVFRP $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  • 76. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 15
  • 77. *ROSA75sab16*QUESTÃO 49 A explicação para a necessidade do uso da engrenagem com trava é: Para evitar o desmatamento da Mata Atlântica nosarredores da cidade de Amargosa, no Recôncavo da A O travamento do motor, para que ele não se solte%DKLD R ,EDPD WHP DWXDGR QR VHQWLGR GH ¿VFDOL]DU HQWUH aleatoriamente.outras, as pequenas propriedades rurais que dependem B A seleção da velocidade, controlada pela pressãoda lenha proveniente das matas para a produção dafarinha de mandioca, produto típico da região. Com isso, nos dentes da engrenagem.pequenos produtores procuram alternativas como o gás C O controle do sentido da velocidade tangencial,de cozinha, o que encarece a farinha. permitindo, inclusive, uma fácil leitura do seu valor.Uma alternativa viável, em curto prazo, para os D A determinação do movimento, devido ao caráterprodutores de farinha em Amargosa, que não cause aleatório, cuja tendência é o equilíbrio.danos à Mata Atlântica nem encareça o produto é a E A escolha do ângulo a ser girado, sendo possível,A construção, nas pequenas propriedades, de grandes inclusive, medi-lo pelo número de dentes da fornos elétricos para torrar a mandioca. engrenagem.B plantação, em suas propriedades, de árvores para serem utilizadas na produção de lenha. QUESTÃO 51C permissão, por parte do Ibama, da exploração da Mata Atlântica apenas pelos pequenos produtores. Um paciente deu entrada em um pronto-socorroD construção de biodigestores, para a produção de apresentando os seguintes sintomas: cansaço, gás combustível a partir de resíduos orgânicos da região. GL¿FXOGDGH HP UHVSLUDU H VDQJUDPHQWR QDVDO 2 PpGLFRE coleta de carvão de regiões mais distantes, onde VROLFLWRX XP KHPRJUDPD DR SDFLHQWH SDUD GH¿QLU XP H[LVWH PHQRU LQWHQVLGDGH GH ¿VFDOL]DomR GR ,EDPD diagnóstico. Os resultados estão dispostos na tabela:QUESTÃO 50 Constituinte Número normal Paciente 3DUWtFXODV VXVSHQVDV HP XP ÀXLGR DSUHVHQWDPcontínua movimentação aleatória, chamado movimento Glóbulos 4,8 milhões/mm3 4 milhões/mm3browniano, causado pelos choques das partículas que vermelhosFRPS}HP R ÀXLGR $ LGHLD GH XP LQYHQWRU HUD FRQVWUXLU Glóbulos ±
  • 78. PP3 9 000/mm3uma série de palhetas, montadas sobre um eixo, que brancosseriam postas em movimento pela agitação das partículas Plaquetas ±
  • 79. PP3 200 000/mm3ao seu redor. Como o movimento ocorreria igualmente emambos os sentidos de rotação, o cientista concebeu um TORTORA, G. J. Corpo Humano IXQGDPHQWRV GH DQDWRPLD H ¿VLRORJLDsegundo elemento, um dente de engrenagem assimétrico. 3RUWR $OHJUH $UWPHG DGDSWDGR
  • 80. Assim, em escala muito pequena, este tipo de motorpoderia executar trabalho, por exemplo, puxando um Relacionando os sintomas apresentados pelo pacientepequeno peso para cima. O esquema, que já foi testado, com os resultados de seu hemograma, constata-se queé mostrado a seguir. A o sangramento nasal é devido à baixa quantidade de plaquetas, que são responsáveis pela coagulação sanguínea. B o cansaço ocorreu em função da quantidade de Eixo glóbulos brancos, que são responsáveis pela coagulação sanguínea. C D GL¿FXOGDGH UHVSLUDWyULD GHFRUUHX GD EDL[D quantidade de glóbulos vermelhos, que são Engrenagem responsáveis pela defesa imunológica. Palhetas D o sangramento nasal é decorrente da baixa quantidade de glóbulos brancos, que são responsáveis pelo transporte de gases no sangue. Peso E D GL¿FXOGDGH UHVSLUDWyULD RFRUUHX SHOD TXDQWLGDGH GH plaquetas, que são responsáveis pelo transporte de Inovação Tecnológica. Disponível em: http://www.inovacaotecnologica.com.br. $FHVVR HP MXO DGDSWDGR
  • 81. oxigênio no sangue. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 16
  • 82. *ROSA75sab17*QUESTÃO 52 QUESTÃO 54 Certas ligas estanho-chumbo com composição O manual de funcionamento de um captador deHVSHFt¿FD IRUPDP XP HXWpWLFR VLPSOHV R TXH VLJQL¿FD guitarra elétrica apresenta o seguinte texto:que uma liga com essas características se comportacomo uma substância pura, com um ponto de fusão (VVH FDSWDGRU FRPXP FRQVLVWH GH XPD ERELQD ¿RVGH¿QLGR QR FDVR ž (VVD p XPD WHPSHUDWXUD condutores enrolados em torno de um ímã permanente.inferior mesmo ao ponto de fusão dos metais que O campo magnético do ímã induz o ordenamento doscompõem esta liga (o estanho puro funde a 232 ºC e polos magnéticos na corda da guitarra, que está próximaR FKXPER SXUR D ž
  • 83. R TXH MXVWL¿FD VXD DPSOD a ele. Assim, quando a corda é tocada, as oscilaçõesutilização na soldagem de componentes eletrônicos, SURGX]HP YDULDo}HV FRP R PHVPR SDGUmR QR ÀX[Rem que o excesso de aquecimento deve sempre serevitado. De acordo com as normas internacionais, os magnético que atravessa a bobina. Isso induz umavalores mínimo e máximo das densidades para essas corrente elétrica na bobina, que é transmitida até oOLJDV VmR GH JP/ H JP/ UHVSHFWLYDPHQWH DPSOL¿FDGRU H GDt SDUD R DOWRIDODQWH$V GHQVLGDGHV GR HVWDQKR H GR FKXPER VmR JP/ H JP/ UHVSHFWLYDPHQWH Um guitarrista trocou as cordas originais de sua guitarra, que eram feitas de aço, por outras feitas de náilon. Com o Um lote contendo 5 amostras de solda estanho-chumbo foi analisado por um técnico, por meio da XVR GHVVDV FRUGDV R DPSOL¿FDGRU OLJDGR DR LQVWUXPHQWRdeterminação de sua composição percentual em massa, não emitia mais som, porque a corda de náiloncujos resultados estão mostrados no quadro a seguir. A isola a passagem de corrente elétrica da bobina para o alto-falante. Porcentagem de Porcentagem de B varia seu comprimento mais intensamente do que Amostra Sn (%) Pb (%) ocorre com o aço. I 60 40 C apresenta uma magnetização desprezível sob a II 62 38 ação do ímã permanente. III 65 35 D induz correntes elétricas na bobina mais intensas IV 63 37 que a capacidade do captador. E oscila com uma frequência menor do que a que pode V 59 41 ser percebida pelo captador. Disponível em: http://www.eletrica.ufpr.br. QUESTÃO 55Com base no texto e na análise realizada pelo técnico,as amostras que atendem às normas internacionais são O controle biológico, técnica empregada no combateA I e II. a espécies que causam danos e prejuízos aos seresB I e III. humanos, é utilizado no combate à lagarta que seC II e IV. alimenta de folhas de algodoeiro. Algumas espéciesD III e V.E IV e V. de borboleta depositam seus ovos nessa cultura. A microvespa Trichogramma sp. introduz seus ovos nosQUESTÃO 53 ovos de outros insetos, incluindo os das borboletas No processo de industrialização da mamona, além em questão. Os embriões da vespa se alimentam dodo óleo que contém vários ácidos graxos, é obtida uma conteúdo desses ovos e impedem que as larvas demassa orgânica, conhecida como torta de mamona. borboleta se desenvolvam. Assim, é possível reduzir aEsta massa tem potencial para ser utilizada como densidade populacional das borboletas até níveis quefertilizante para o solo e como complemento em rações não prejudiquem a cultura.animais devido a seu elevado valor proteico. No entanto,a torta apresenta compostos tóxicos e alergênicos A técnica de controle biológico realizado pela microvespadiferentemente do óleo da mamona. Para que a torta Trichogramma sp. consiste napossa ser utilizada na alimentação animal, é necessário A introdução de um parasita no ambiente da espécieum processo de descontaminação. que se deseja combater. Revista Química Nova na Escola. V. 32, no DGDSWDGR
  • 84. B LQWURGXomR GH XP JHQH OHWDO QDV ERUEROHWDV D ¿P GHA característica presente nas substâncias tóxicas e diminuir o número de indivíduos.alergênicas, que inviabiliza sua solubilização no óleo de C competição entre a borboleta e a microvespa para amamona, é a obtenção de recursos.A OLSR¿OLD D PRGL¿FDomR GR DPELHQWH SDUD VHOHFLRQDU LQGLYtGXRVB KLGUR¿OLDC hipocromia. melhor adaptados.D FURPDWR¿OLD E DSOLFDomR GH LQVHWLFLGDV D ¿P GH GLPLQXLU R Q~PHURE hiperpolarização. de indivíduos que se deseja combater.CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 17
  • 85. *ROSA75sab18*QUESTÃO 56 QUESTÃO 58 A pele humana, quando está bem hidratada, O vírus do papiloma humano (HPV, na sigla emadquire boa elasticidade e aspecto macio e suave. LQJOrV
  • 86. FDXVD R DSDUHFLPHQWR GH YHUUXJDV H LQIHFomREm contrapartida, quando está ressecada, perde sua persistente, sendo o principal fator ambiental do câncerelasticidade e se apresenta opaca e áspera. Para de colo de útero nas mulheres. O vírus pode entrarevitar o ressecamento da pele é necessário, sempre pela pele ou por mucosas do corpo, o qual desenvolveque possível, utilizar hidratantes umectantes, feitosgeralmente à base de glicerina e polietilenoglicol: anticorpos contra a ameaça, embora em alguns casos D GHIHVD QDWXUDO GR RUJDQLVPR QmR VHMD VX¿FLHQWH )RL desenvolvida uma vacina contra o HPV, que reduz em até 90% as verrugas e 85,6% dos casos de infecção persistente em comparação com pessoas não vacinadas. Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 12 jun. 2011. glicerina O benefício da utilização dessa vacina é que pessoas vacinadas, em comparação com as não vacinadas, apresentam diferentes respostas ao vírus HPV em decorrência da polietilenoglicol A alta concentração de macrófagos. LVSRQtYHO HP KWWSZZZEUDVLOHVFRODFRP $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  • 87. B HOHYDGD WD[D GH DQWLFRUSRV HVSHFt¿FRV DQWL+39 circulantes.A retenção de água na superfície da pele promovidapelos hidratantes é consequência da interação dos C aumento na produção de hemácias após a infecçãogrupos hidroxila dos agentes umectantes com a umidade por vírus HPV.contida no ambiente por meio de D rapidez na produção de altas concentrações deA ligações iônicas. linfócitos matadores.B IRUoDV GH /RQGRQ E presença de células de memória que atuam naC ligações covalentes. resposta secundária.D forças dipolo-dipolo.E ligações de hidrogênio.QUESTÃO 57 Belém é cercada por 39 ilhas, e suas populaçõesconvivem com ameaças de doenças. O motivo, apontadopor especialistas, é a poluição da água do rio, principalfonte de sobrevivência dos ribeirinhos. A diarreia éfrequente nas crianças e ocorre como consequência dafalta de saneamento básico, já que a população não temacesso à água de boa qualidade. Como não há águapotável, a alternativa é consumir a do rio. O Liberal. 8 jul. 2008. Disponível em: http://www.oliberal.com.br.O procedimento adequado para tratar a água dos rios,D ¿P GH DWHQXDU RV SUREOHPDV GH VD~GH FDXVDGRV SRUmicrorganismos a essas populações ribeirinhas é aA ¿OWUDomRB cloração.C coagulação.D ÀXRUHWDomRE decantação. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 18
  • 88. *ROSA75sab19*QUESTÃO 59 $ HXWUR¿]DomR p XP SURFHVVR HP TXH ULRV ODJRV H PDUHV DGTXLUHP QtYHLV DOWRV GH QXWULHQWHV HVSHFLDOPHQWHfosfatos e nitratos, provocando posterior acúmulo de matéria orgânica em decomposição. Os nutrientes sãoassimilados pelos produtores primários e o crescimento desses é controlado pelo nutriente limítrofe, que é oelemento menos disponível em relação à abundância necessária à sobrevivência dos organismos vivos. O cicloUHSUHVHQWDGR QD ¿JXUD VHJXLQWH UHÀHWH D GLQkPLFD GRV QXWULHQWHV HP XP ODJR 3 4 63,52 7 * 67,*/,$1, : 0 Química Ambiental 6mR 3DXOR 3HDUVRQ (GXFDWLRQ GR %UDVLO DGDSWDGR
  • 89. A análise da água de um lago que recebe a descarga de águas residuais provenientes de lavouras adubadasUHYHORX DV FRQFHQWUDo}HV GRV HOHPHQWRV FDUERQR PRO/
  • 90. QLWURJrQLR PRO/
  • 91. H IyVIRUR PRO/
  • 92. 1HVVDVcondições, o nutriente limítrofe é oA C.B N.C P.D CO2.E PO43.QUESTÃO 60 $ FDO y[LGR GH FiOFLR D2
  • 93. FXMD VXVSHQVmR HP iJXD p PXLWR XVDGD FRPR XPD WLQWD GH EDL[R FXVWR Gi XPDtonalidade branca aos troncos de árvores. Essa é uma prática muito comum em praças públicas e locais privados,geralmente usada para combater a proliferação de parasitas. Essa aplicação, também chamada de caiação, geraXP SUREOHPD HOLPLQD PLFURUJDQLVPRV EHQp¿FRV SDUD D iUYRUH LVSRQtYHO HP KWWSVXSHUDEULOFRPEU $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  • 94. A destruição do microambiente, no tronco de árvores pintadas com cal, é devida ao processo deA difusão, pois a cal se difunde nos corpos dos seres do microambiente e os intoxica.B osmose, pois a cal retira água do microambiente, tornando-o inviável ao desenvolvimento de microrganismos.C oxidação, pois a luz solar que incide sobre o tronco ativa fotoquimicamente a cal, que elimina os seres vivos do microambiente.D aquecimento, pois a luz do Sol incide sobre o tronco e aquece a cal, que mata os seres vivos do microambiente.E vaporização, pois a cal facilita a volatilização da água para a atmosfera, eliminando os seres vivos do microambiente.CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 19
  • 95. *ROSA75sab20*QUESTÃO 61 QUESTÃO 62 Nos dias de hoje, podemos dizer que praticamente Em um manual de um chuveiro elétrico todos os seres humanos já ouviram em algum momentosão encontradas informações sobre algumas falar sobre o DNA e seu papel na hereditariedade dacaracterísticas técnicas, ilustradas no quadro, como maioria dos organismos. Porém, foi apenas em 1952,a tensão de alimentação, a potência dissipada, o um ano antes da descrição do modelo do DNA emdimensionamento do disjuntor ou fusível, e a área da GXSOD KpOLFH SRU :DWVRQ H ULFN TXH IRL FRQ¿UPDGRseção transversal dos condutores utilizados. sem sombra de dúvidas que o DNA é material genético. No artigo em que Watson e Crick descreveram a molécula de DNA, eles sugeriram um modelo de como essa molécula deveria se replicar. Em 1958, Meselson e Stahl realizaram experimentos utilizando isótopos pesados de nitrogênio que foram incorporados às bases nitrogenadas para avaliar como se daria a replicação da PROpFXOD $ SDUWLU GRV UHVXOWDGRV FRQ¿UPDUDP R PRGHOR sugerido por Watson e Crick, que tinha como premissa básica o rompimento das pontes de hidrogênio entre as bases nitrogenadas. GRIFFITHS, A. J. F. et al. Introdução à Genética. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. Considerando a estrutura da molécula de DNA e a posição das pontes de hidrogênio na mesma, os experimentos realizados por Meselson e Stahl a respeito da replicação dessa molécula levaram à conclusão de que Uma pessoa adquiriu um chuveiro do modelo A e, A D UHSOLFDomR GR 1$ p FRQVHUYDWLYD LVWR p D ¿WDDR OHU R PDQXDO YHUL¿FRX TXH SUHFLVDYD OLJiOR D XP GXSOD ¿OKD p UHFpPVLQWHWL]DGD H R ¿ODPHQWR SDUHQWDOdisjuntor de 50 amperes. No entanto, intrigou-se com o é conservado.fato de que o disjuntor a ser utilizado para uma correta B D UHSOLFDomR GH 1$ p GLVSHUVLYD LVWR p DV ¿WDVinstalação de um chuveiro do modelo B devia possuir ¿OKDV FRQWrP 1$ UHFpPVLQWHWL]DGR H SDUHQWDLV HP FDGD XPD GDV ¿WDVamperagem 40% menor. C D UHSOLFDomR p VHPLFRQVHUYDWLYD LVWR p DV ¿WDV ¿OKDVConsiderando-se os chuveiros de modelos A e B, FRQVLVWHP GH XPD ¿WD SDUHQWDO H XPD UHFpPVLQWHWL]DGDfuncionando à mesma potência de 4 400 W, a razão D D UHSOLFDomR GR 1$ p FRQVHUYDWLYD LVWR p DV ¿WDVentre as suas respectivas resistências elétricas, RA e ¿OKDV FRQVLVWHP GH PROpFXODV GH 1$ SDUHQWDORB TXH MXVWL¿FD D GLIHUHQoD GH GLPHQVLRQDPHQWR GRV E D UHSOLFDomR p VHPLFRQVHUYDWLYD LVWR p DV ¿WDV ¿OKDVdisjuntores, é mais próxima de: FRQVLVWHP GH XPD ¿WD PROGH H XPD ¿WD FRGL¿FDGRUD QUESTÃO 63A 0,3.B 0,6. Em 1999, a geneticista Emma Whitelaw desenvolveu um experimento no qual ratas prenhes foram submetidasC 0,8. a uma dieta rica em vitamina B12, ácido fólico e soja.D 1,7. 2V ¿OKRWHV GHVVDV UDWDV DSHVDU GH SRVVXtUHP R JHQHE 3,0. para obesidade, não expressaram essa doença na fase adulta. A autora concluiu que a alimentação da mãe, durante a gestação, silenciou o gene da obesidade. Dez anos depois, as geneticistas Eva Jablonka e Gal Raz listaram 100 casos comprovados de traços adquiridos e transmitidos entre gerações de organismos, sustentando, assim, a epigenética, que estuda as mudanças na atividade dos genes que não envolvem alterações na sequência do DNA. A reabilitação do herege. Época Qž DGDSWDGR
  • 96. Alguns cânceres esporádicos representam exemplos de alteração epigenética, pois são ocasionados por A aneuploidia do cromossomo sexual X. B polipoidia dos cromossomos autossômicos. C mutação em genes autossômicos com expressão dominante. D substituição no gene da cadeia beta da hemoglobina. E LQDWLYDomR GH JHQHV SRU PHLR GH PRGL¿FDo}HV QDV bases nitrogenadas. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 20
  • 97. *ROSA75sab21*QUESTÃO 64 QUESTÃO 65 O processo de interpretação de imagens capturadas Um instituto de pesquisa norte-americano divulgoupor sensores instalados a bordo de satélites que recentemente ter criado uma “célula sintética”,imageiam determinadas faixas ou bandas do espectro uma bactéria chamada de Mycoplasma mycoides.GH UDGLDomR HOHWURPDJQpWLFD 5(0
  • 98. EDVHLDVH QD Os pesquisadores montaram uma sequência deinteração dessa radiação com os objetos presentessobre a superfície terrestre. Uma das formas de avaliar nucleotídeos, que formam o único cromossomo dessaessa interação é por meio da quantidade de energia bactéria, o qual foi introduzido em outra espécie deUHÀHWLGD SHORV REMHWRV $ UHODomR HQWUH D UHÀHWkQFLD GH bactéria, a Mycoplasma capricolum. Após a introdução,um dado objeto e o comprimento de onda da REM é o cromossomo da M. capricolum foi neutralizado econhecida como curva de comportamento espectral ou R FURPRVVRPR DUWL¿FLDO GD M. mycoides começou aDVVLQDWXUD HVSHFWUDO GR REMHWR FRPR PRVWUDGR QD ¿JXUD gerenciar a célula, produzindo suas proteínas.para objetos comuns na superfície terrestre. *,/%621 et al. Creation of a Bacterial Cell Controlled by a Chemically synthesized Genome. Science Y DGDSWDGR
  • 99. A importância dessa inovação tecnológica para a FRPXQLGDGH FLHQWt¿FD VH GHYH j A possibilidade de sequenciar os genomas de bactérias para serem usados como receptoras de FURPRVVRPRV DUWL¿FLDLV. B capacidade de criação, pela ciência, de novas formas de vida, utilizando substâncias como carboidratos e lipídios. C possibilidade de produção em massa da bactéria Mycoplasma capricolum para sua distribuição em ambientes naturais. D possibilidade de programar geneticamente microrganismos ou seres mais complexos para produzir medicamentos, vacinas e combustíveis. E capacidade da bactéria Mycoplasma capricolum de expressar suas proteínas na bactéria sintética e estas serem usadas na indústria. D’ARCO, E. Radiometria e Comportamento Espectral de Alvos. INPE. Disponível em: http://www.agro.unitau.br. Acesso em: 3 maio 2009. QUESTÃO 66De acordo com as curvas de assinatura espectral Um motor só poderá realizar trabalho se receberDSUHVHQWDGDV QD ¿JXUD SDUD TXH VH REWHQKD D PHOKRU uma quantidade de energia de outro sistema. No caso,discriminação dos alvos mostrados, convém selecionara banda correspondente a que comprimento de onda em a energia armazenada no combustível é, em parte,PLFU{PHWURV —P
  • 100. liberada durante a combustão para que o aparelho possaA 0,4 a 0,5. funcionar. Quando o motor funciona, parte da energiaB 0,5 a 0,6. convertida ou transformada na combustão não podeC 0,6 a 0,7. VHU XWLOL]DGD SDUD D UHDOL]DomR GH WUDEDOKR ,VVR VLJQL¿FDD 0,7 a 0,8. dizer que há vazamento da energia em outra forma.E 0,8 a 0,9. $59$/+2 $ ; = Física Térmica %HOR +RUL]RQWH 3D[ DGDSWDGR
  • 101. De acordo com o texto, as transformações de energia que ocorrem durante o funcionamento do motor são decorrentes de a A liberação de calor dentro do motor ser impossível. B realização de trabalho pelo motor ser incontrolável. C conversão integral de calor em trabalho ser impossível. D transformação de energia térmica em cinética ser impossível. E utilização de energia potencial do combustível ser incontrolável.CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 21
  • 102. *ROSA75sab22*QUESTÃO 67 QUESTÃO 68 Para que uma substância seja colorida ela deve absorver luz na região do visível. Quando uma amostra absorve luz visível, a cor que percebemos é a soma GDV FRUHV UHVWDQWHV TXH VmR UHÀHWLGDV RX WUDQVPLWLGDV pelo objeto. A Figura 1 mostra o espectro de absorção para uma substância e é possível observar que há um comprimento de onda em que a intensidade de absorção é máxima. Um observador pode prever a cor GHVVD VXEVWkQFLD SHOR XVR GD URGD GH FRUHV )LJXUD
  • 103. R comprimento de onda correspondente à cor do objeto é encontrado no lado oposto ao comprimento de onda da absorção máxima. Figura 1 Disponível em: www.anvisa.gov.br.O mapa mostra a área de ocorrência da malária nomundo. Considerando-se sua distribuição na AméricaGR 6XO D PDOiULD SRGH VHU FODVVL¿FDGD FRPRA HQGHPLD SRLV VH FRQFHQWUD HP XPD iUHD JHRJUi¿FD restrita desse continente.B peste, já que ocorre nas regiões mais quentes do continente.C epidemia, já que ocorre na maior parte do continente.D surto, pois apresenta ocorrência em áreas pequenas. Figura 2E pandemia, pois ocorre em todo o continente. Brown, T. Química a Ciência Central. DGDSWDGR
  • 104. Qual a cor da substância que deu origem ao espectro da Figura 1? A Azul. B Verde. C Violeta. D /DUDQMD E Vermelho. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 22
  • 105. *ROSA75sab23*QUESTÃO 69 QUESTÃO 71 Em um experimento realizado para determinar a A bile é produzida pelo fígado, armazenada nadensidade da água de um lago, foram utilizados alguns vesícula biliar e tem papel fundamental na digestão demateriais conforme ilustrado: um dinamômetro D com lipídeos. Os sais biliares são esteroides sintetizadosgraduação de 0 N a 50 N e um cubo maciço e homogêneode 10 cm de aresta e 3 kg de massa. Inicialmente, foi no fígado a partir do colesterol, e sua rota de sínteseconferida a calibração do dinamômetro, constatando-se a envolve várias etapas. Partindo do ácido cólicoleitura de 30 N quando o cubo era preso ao dinamômetro UHSUHVHQWDGR QD ¿JXUD RFRUUH D IRUPDomR GRV iFLGRVe suspenso no ar. Ao mergulhar o cubo na água do lago, JOLFRFyOLFR H WDXURFyOLFR R SUH¿[R JOLFR VLJQL¿FD DDWp TXH PHWDGH GR VHX YROXPH ¿FDVVH VXEPHUVD IRL presença de um resíduo do aminoácido glicina e oregistrada a leitura de 24 N no dinamômetro. SUH¿[R WDXUR GR DPLQRiFLGR WDXULQDConsiderando que a aceleração da gravidade local éde 10 m/s2, a densidade da água do lago, em g/cm3, éA 0,6.B 1,2.C 1,5.D 2,4.E 4,8. ácido cólicoQUESTÃO 70 UCKO, D. A. Química para as Ciências da Saúde: uma Introdução à Química Geral, 2UJkQLFD H %LROyJLFD 6mR 3DXOR 0DQROH DGDSWDGR
  • 106. Uma equipe de cientistas lançará uma expedição aoTitanic para criar um detalhado mapa 3D que “vai tirar, A combinação entre o ácido cólico e a glicina ou taurinavirtualmente, o Titanic do fundo do mar para o público”.A expedição ao local, a 4 quilômetros de profundidade origina a função amida, formada pela reação entre ono Oceano Atlântico, está sendo apresentada como grupo amina desses aminoácidos e o grupoD PDLV VR¿VWLFDGD H[SHGLomR FLHQWt¿FD DR 7LWDQLFEla utilizará tecnologias de imagem e sonar que A carboxila do ácido cólico.nunca tinham sido aplicadas ao navio, para obter B aldeído do ácido cólico.o mais completo inventário de seu conteúdo. Esta C hidroxila do ácido cólico.complementação é necessária em razão das condiçõesdo navio, naufragado há um século. D cetona do ácido cólico. O Estado de São Paulo. Disponível em: http://www.estadao.com.br. E éster do ácido cólico. $FHVVR HP MXO DGDSWDGR
  • 107. No problema apresentado para gerar imagens atravésde camadas de sedimentos depositados no navio, osonar é mais adequado, pois aA propagação da luz na água ocorre a uma velocidade maior que a do som neste meio.B absorção da luz ao longo de uma camada de água é facilitada enquanto a absorção do som não.C refração da luz a uma grande profundidade acontece com uma intensidade menor que a do som.D atenuação da luz nos materiais analisados é distinta da atenuação de som nestes mesmos materiais.E UHÀH[mR GD OX] QDV FDPDGDV GH VHGLPHQWRV p PHQRV LQWHQVD GR TXH D UHÀH[mR GR VRP QHVWH PDWHULDOCN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 23
  • 108. *ROSA75sab24*QUESTÃO 72 QUESTÃO 74 Os sintomas mais sérios da Gripe A, causada pelo Os biocombustíveis de primeira geração sãovírus H1N1, foram apresentados por pessoas mais derivados da soja, milho e cana-de-açúcar e sua produçãoidosas e por gestantes. O motivo aparente é a menor ocorre através da fermentação. Biocombustíveisimunidade desses grupos contra o vírus. Para aumentar derivados de material celulósico ou biocombustíveisa imunidade populacional relativa ao vírus da gripe A,o governo brasileiro distribuiu vacinas para os grupos de segunda geração — coloquialmente chamadosmais suscetíveis. de “gasolina de capim” — são aqueles produzidos a SDUWLU GH UHVtGXRV GH PDGHLUD VHUUDJHP SRU H[HPSOR
  • 109. A vacina contra o H1N1, assim como qualquer outra talos de milho, palha de trigo ou capim de crescimentovacina contra agentes causadores de doenças infecto-contagiosas, aumenta a imunidade das pessoas porque rápido e se apresentam como uma alternativa para os problemas enfrentados pelos de primeira geração, jáA possui anticorpos contra o agente causador da doença. que as matérias-primas são baratas e abundantes.B possui proteínas que eliminam o agente causador $/( % ( +8%(5 * : *DVROLQD GH FDSLP H RXWURV YHJHWDLV 6FLHQWL¿F $PHULFDQ %UDVLO $JR Qž DGDSWDGR
  • 110. da doença.C estimula a produção de glóbulos vermelhos pela O texto mostra um dos pontos de vista a respeito do uso medula óssea. dos biocombustíveis na atualidade, os quaisD possui linfócitos B e T que neutralizam o agente causador da doença. A são matrizes energéticas com menor carga deE estimula a produção de anticorpos contra o agente poluição para o ambiente e podem propiciar a causador da doença. geração de novos empregos, entretanto, para serem oferecidos com baixo custo, a tecnologia daQUESTÃO 73 degradação da celulose nos biocombustíveis de Um curioso estudante, empolgado com a aula VHJXQGD JHUDomR GHYH VHU H[WUHPDPHQWH H¿FLHQWHde circuito elétrico que assistiu na escola, resolve B RIHUHFHP P~OWLSODV GL¿FXOGDGHV SRLV D SURGXomR pdesmontar sua lanterna. Utilizando-se da lâmpada e de alto custo, sua implantação não gera empregos,GD SLOKD UHWLUDGDV GR HTXLSDPHQWR H GH XP ¿R FRP DV e deve-se ter cuidado com o risco ambiental, poisextremidades descascadas, faz as seguintes ligaçõescom a intenção de acender a lâmpada: eles oferecerem os mesmos riscos que o uso de combustíveis fósseis. C sendo de segunda geração, são produzidos por uma tecnologia que acarreta problemas sociais, 4 1 2 3 sobretudo decorrente do fato de a matéria-prima ser abundante e facilmente encontrada, o que impede a geração de novos empregos. D sendo de primeira e segunda geração, são 5 6 7 produzidos por tecnologias que devem passar por uma avaliação criteriosa quanto ao uso, pois uma *21d$/9(6 ),/+2 $ %$52//, ( Instalação Elétrica: investigando e aprendendo. 6mR 3DXOR 6FLSLRQH DGDSWDGR
  • 111. enfrenta o problema da falta de espaço para plantioTendo por base os esquemas mostrados, em quais da matéria-prima e a outra impede a geração decasos a lâmpada acendeu? novas fontes de emprego.A
  • 112. E podem acarretar sérios problemas econômicos e sociais, pois a substituição do uso de petróleoB
  • 113. afeta negativamente toda uma cadeia produtiva naC
  • 114. medida em que exclui diversas fontes de empregoD
  • 115. QDV UH¿QDULDV SRVWRV GH JDVROLQD H QR WUDQVSRUWH GHE
  • 116. petróleo e gasolina. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 24
  • 117. *ROSA75sab25*QUESTÃO 75 Para medir o tempo de reação de uma pessoa,pode-se realizar a seguinte experiência: I. 0DQWHQKD XPD UpJXD FRP FHUFD GH FP
  • 118. GROISMAN, S. Impacto do refrigerante nos dentes é avaliado sem tirá-lo da dieta. LVSRQtYHO HP KWWSZZZLVDXGHQHW $FHVVR HP PDLR DGDSWDGR
  • 119. suspensa verticalmente, segurando-a pela extremidade superior, de modo que o zero da Considerando que uma pessoa consuma refrigerantes régua esteja situado na extremidade inferior. diariamente, poderá ocorrer um processo de II. A pessoa deve colocar os dedos de sua mão, em forma de pinça, próximos do zero da régua, desmineralização dentária, devido ao aumento da sem tocá-la. concentração de III. Sem aviso prévio, a pessoa que estiver segurando a régua deve soltá-la. A outra pessoa A OH, que reage com os íons Ca2+, deslocando o deve procurar segurá-la o mais rapidamente equilíbrio para a direita. possível e observar a posição onde conseguiu B H+, que reage com as hidroxilas OH, deslocando o segurar a régua, isto é, a distância que ela percorre durante a queda. equilíbrio para a direita. O quadro seguinte mostra a posição em que três C OH, que reage com os íons Ca2+, deslocando opessoas conseguiram segurar a régua e os respectivos equilíbrio para a esquerda.tempos de reação. D H+, que reage com as hidroxilas OH, deslocando o Distância percorrida pela régua Tempo de reação equilíbrio para a esquerda. durante a queda (metro) (segundo) E Ca2+, que reage com as hidroxilas OH, deslocando 0,30 0,24 o equilíbrio para a esquerda. 0,15 0,17 0,10 0,14 QUESTÃO 77 Diferente do que o senso comum acredita, as Disponível em: http://br.geocities.com. Acesso em: 1 fev. 2009. lagartas de borboletas não possuem voracidadeA distância percorrida pela régua aumenta mais generalizada. Um estudo mostrou que as borboletasrapidamente que o tempo de reação porque a de asas transparentes da família Ithomiinae, comunsA energia mecânica da régua aumenta, o que a faz na Floresta Amazônica e na Mata Atlântica, consomem, cair mais rápido. sobretudo, plantas da família Solanaceae, a mesmaB resistência do ar aumenta, o que faz a régua cair do tomate. Contudo, os ancestrais dessas borboletas com menor velocidade.C aceleração de queda da régua varia, o que provoca consumiam espécies vegetais da família Apocinaceae, um movimento acelerado. mas a quantidade dessas plantas parece não ter sidoD força peso da régua tem valor constante, o que gera VX¿FLHQWH SDUD JDUDQWLU R VXSULPHQWR DOLPHQWDU GHVVDV um movimento acelerado. borboletas. Dessa forma, as solanáceas tornaram-seE velocidade da régua é constante, o que provoca uma opção de alimento, pois são abundantes na Mata uma passagem linear de tempo. Atlântica e na Floresta Amazônica. Cores ao vento. Genes e fósseis revelam origem e diversidade de borboletas sul-americanas.QUESTÃO 76 Revista Pesquisa FAPESP 1ƒ DGDSWDGR
  • 120. Os refrigerantes têm-se tornado cada vez mais Nesse texto, a ideia do senso comum é confrontadao alvo de políticas públicas de saúde. Os de cola FRP RV FRQKHFLPHQWRV FLHQWt¿FRV DR VH HQWHQGHUapresentam ácido fosfórico, substância prejudicial à que as larvas das borboletas Ithomiinae encontradas¿[DomR GH FiOFLR R PLQHUDO TXH p R SULQFLSDO FRPSRQHQWH atualmente na Mata Atlântica e na Floresta Amazônica,da matriz dos dentes. A cárie é um processo dinâmico apresentamde desequilíbrio do processo de desmineralização A facilidade em digerir todas as plantas desses locais.dentária, perda de minerais em razão da acidez. Sabe- B interação com as plantas hospedeiras da famíliase que o principal componente do esmalte do dente é Apocinaceae.um sal denominado hidroxiapatita. O refrigerante, pelaSUHVHQoD GD VDFDURVH ID] GHFUHVFHU R S+ GR ELR¿OPH C adaptação para se alimentar de todas as plantasSODFD EDFWHULDQD
  • 121. SURYRFDQGR D GHVPLQHUDOL]DomR GR desses locais.esmalte dentário. Os mecanismos de defesa salivar D voracidade indiscriminada por todas as plantaslevam de 20 a 30 minutos para normalizar o nível do pH, existentes nesses locais.remineralizando o dente. A equação química seguinte E HVSHFL¿FLGDGH SHODV SODQWDV GD IDPtOLD Solanaceaerepresenta esse processo: existentes nesses locais.CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 25
  • 122. *ROSA75sab26*QUESTÃO 78 QUESTÃO 80 Um tipo de vaso sanitário que vem substituindo as O peróxido de hidrogênio é comumente utilizadoYiOYXODV GH GHVFDUJD HVWi HVTXHPDWL]DGR QD ¿JXUD $R como antisséptico e alvejante. Também pode seracionar a alavanca, toda a água do tanque é escoada e empregado em trabalhos de restauração de quadrosaumenta o nível no vaso, até cobrir o sifão. De acordo enegrecidos e no clareamento de dentes. Na presençacom o Teorema de Stevin, quanto maior a profundidade, de soluções ácidas de oxidantes, como o permanganatomaior a pressão. Assim, a água desce levando os rejeitos de potássio, este óxido decompõe-se, conforme aaté o sistema de esgoto. A válvula da caixa de descarga equação a seguir:se fecha e ocorre o seu enchimento. Em relação àsválvulas de descarga, esse tipo de sistema proporciona 5 H2O2 DT
  • 123. .MnO4 DT
  • 124. +2SO4 DT
  • 125. maior economia de água. 5 O2 J
  • 126. 0Q624 DT
  • 127. .2SO4 DT
  • 128. +22 O
  • 129. 52+$),/+2 5 5 6,/9$ 5 5 Introdução aos Cálculos da Química. São Paulo: McGraw-Hill, 1992. De acordo com a estequiometria da reação descrita, a quantidade de permanganato de potássio necessária SDUD UHDJLU FRPSOHWDPHQWH FRP P/ GH XPD VROXomR PRO/ GH SHUy[LGR GH KLGURJrQLR p LJXDO D A 2,0×100 mol. B 2,0×10-3 mol. C 8,0×10-1 mol. D 8,0×10-4 mol. E 5,0×10-3 mol. QUESTÃO 81 Segundo dados do Balanço Energético Nacional de 2008, do Ministério das Minas e Energia, a matrizFaça você mesmo. Disponível em: http://www.facavocemesmo.net. Acesso em: 22 jul. 2010. HQHUJpWLFD EUDVLOHLUD p FRPSRVWD SRU KLGUHOpWULFD
  • 130. A característica de funcionamento que garante essa WHUPHOpWULFD
  • 131. H HyOLFD
  • 132. 1DV WHUPHOpWULFDVeconomia é devida esse percentual é dividido conforme o combustívelA à altura do sifão de água. XVDGR VHQGR JiV QDWXUDO
  • 133. ELRPDVVD
  • 134. B ao volume do tanque de água. GHULYDGRV GH SHWUyOHR
  • 135. HQHUJLD QXFOHDU
  • 136. HC à altura do nível de água no vaso. FDUYmR PLQHUDO
  • 137. RP D JHUDomR GH HOHWULFLGDGHD ao diâmetro do distribuidor de água. da biomassa, pode-se considerar que ocorre umaE j H¿FLrQFLD GD YiOYXOD GH HQFKLPHQWR GR WDQTXH compensação do carbono liberado na queima do material vegetal pela absorção desse elemento no crescimentoQUESTÃO 79 das plantas. Entretanto, estudos indicam que as emissões de metano (CH4
  • 138. GDV KLGUHOpWULFDV SRGHP VHU Moradores sobreviventes da tragédia que destruiu comparáveis às emissões de CO2 das termelétricas.aproximadamente 60 casas no Morro do Bumba, na MORET, A. S.; FERREIRA, I. A. As hidrelétricas do Rio Madeira e os impactos socioambientais=RQD 1RUWH GH 1LWHUyL 5-
  • 139. DLQGD GHIHQGHP D KLSyWHVH GD HOHWUL¿FDomR QR %UDVLO Revista Ciência Hoje 9 Qƒ DGDSWDGR
  • 140. de o deslizamento ter sido causado por uma explosão No Brasil, em termos do impacto das fontes de energiaprovocada por gás metano, visto que esse local foi um no crescimento do efeito estufa, quanto à emissãolixão entre os anos 1960 e 1980. de gases, as hidrelétricas seriam consideradas comoJornal Web LVSRQtYHO HP KWWSZZZRMRUQDOZHEFRP $FHVVR HP DEU DGDSWDGR
  • 141. uma fonteO gás mencionado no texto é produzido A limpa de energia, contribuindo para minimizar osA como subproduto da respiração aeróbia bacteriana. efeitos deste fenômeno.B pela degradação anaeróbia de matéria orgânica B H¿FD] GH HQHUJLD WRPDQGRVH R SHUFHQWXDO GH RIHUWD por bactérias. H RV EHQHItFLRV YHUL¿FDGRV C limpa de energia, não afetando ou alterando osC como produto da fotossíntese de organismos níveis dos gases do efeito estufa. SOXULFHOXODUHV DXWRWUy¿FRV D poluidora, colaborando com níveis altos de gases deD pela transformação química do gás carbônico em efeito estufa em função de seu potencial de oferta. condições anaeróbias. E alternativa, tomando-se por referência a grandeE pela conversão, por oxidação química, do gás emissão de gases de efeito estufa das demais carbônico sob condições aeróbias. fontes geradoras. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 26
  • 142. *ROSA75sab27*QUESTÃO 82 QUESTÃO 83 Ao diminuir o tamanho de um orifício atravessado Os vaga-lumes machos e fêmeas emitem sinaispor um feixe de luz, passa menos luz por intervalo de luminosos para se atraírem para o acasalamento. Otempo, e próximo da situação de completo fechamento macho reconhece a fêmea de sua espécie e, atraídoGR RULItFLR YHUL¿FDVH TXH D OX] DSUHVHQWD XP por ela, vai ao seu encontro. Porém, existe um tipo deFRPSRUWDPHQWR FRPR R LOXVWUDGR QDV ¿JXUDV 6DEHVH vaga-lume, o Photuris, cuja fêmea engana e atrai osque o som, dentro de suas particularidades, também machos de outro tipo, o Photinus ¿QJLQGR VHU GHVVHpode se comportar dessa forma. gênero. Quando o macho Photinus se aproxima da fêmea Photuris, muito maior que ele, é atacado e Lâmpada devorado por ela. Buraco %(572/, 2 * 9$621(//26 - 5 Ciência sociedade: a aventura da vida, D DYHQWXUD GD WHFQRORJLD 6mR 3DXOR 6FLSLRQH DGDSWDGR
  • 143. A relação descrita no texto, entre a fêmea do gênero Photuris e o macho do gênero Photinus, é um Raios exemplo de de luz A comensalismo. B inquilinismo. C cooperação. D predatismo. E mutualismo. QUESTÃO 84 O etanol é considerado um biocombustível promissor, pois, sob o ponto de vista do balanço de carbono, possui uma taxa de emissão praticamente igual a zero. Entretanto, esse não é o único ciclo biogeoquímico associado à produção de etanol. O plantio da cana- de-açúcar, matéria-prima para a produção de etanol, envolve a adição de macronutrientes como enxofre, nitrogênio, fósforo e potássio, principais elementos ),2/+$,6 Física divertida %UDVtOLD 8Q% DGDSWDGR
  • 144. envolvidos no crescimento de um vegetal.Em qual das situações a seguir está representado o Revista Química Nova na Escola. no 28, 2008.fenômeno descrito no texto? O nitrogênio incorporado ao solo, como consequênciaA Ao se esconder atrás de um muro, um menino ouve da atividade descrita anteriormente, é transformado em nitrogênio ativo e afetará o meio ambiente, causando a conversa de seus colegas. A o acúmulo de sais insolúveis, desencadeando umB $R JULWDU GLDQWH GH XP GHV¿ODGHLUR XPD SHVVRD SURFHVVR GH VDOLQL¿FDomR GR VROR ouve a repetição do seu próprio grito. B a eliminação de microrganismos existentes no soloC Ao encostar o ouvido no chão, um homem percebe UHVSRQViYHLV SHOR SURFHVVR GH GHVQLWUL¿FDomR o som de uma locomotiva antes de ouvi-lo pelo ar. C a contaminação de rios e lagos devido à altaD Ao ouvir uma ambulância se aproximando, uma solubilidade de íons como NO3 e NH4+ em água. pessoa percebe o som mais agudo do que quando D a diminuição do pH do solo pela presença de NH3, aquela se afasta. que reage com a água, formando o NH42+ DT
  • 145. E Ao emitir uma nota musical muito aguda, uma E a diminuição da oxigenação do solo, uma vez que cantora de ópera faz com que uma taça de cristal o nitrogênio ativo forma espécies químicas do tipo se despedace. NO2, NO3, N2O.CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 27
  • 146. *ROSA75sab28*QUESTÃO 85 Desprezando-se as forças dissipativas (resistência do ar H DWULWR
  • 147. SDUD TXH R VDOWR DWLQMD D PDLRU DOWXUD SRVVtYHO Um dos processos usados no tratamento do lixo é a ou seja, o máximo de energia seja conservada, é necessário queincineração, que apresenta vantagens e desvantagens. A a energia cinética, representada na etapa I, sejaEm São Paulo, por exemplo, o lixo é queimado a altas totalmente convertida em energia potencial elásticatemperaturas e parte da energia liberada é transformada representada na etapa IV. B a energia cinética, representada na etapa II,em energia elétrica. No entanto, a incineração provoca a seja totalmente convertida em energia potencialemissão de poluentes na atmosfera. gravitacional, representada na etapa IV. C a energia cinética, representada na etapa I,Uma forma de minimizar a desvantagem da incineração, seja totalmente convertida em energia potencial gravitacional, representada na etapa III.destacada no texto, é D a energia potencial gravitacional, representada na etapa II, seja totalmente convertida em energiaA aumentar o volume do lixo incinerado para aumentar potencial elástica, representada na etapa IV. a produção de energia elétrica. E a energia potencial gravitacional, representada na etapa I, seja totalmente convertida em energiaB IRPHQWDU R XVR GH ¿OWURV QDV FKDPLQpV GRV potencial elástica, representada na etapa III. incineradores para diminuir a poluição do ar.C aumentar o volume do lixo para baratear os custos QUESTÃO 87 operacionais relacionados ao processo. Os Bichinhos e O HomemD fomentar a coleta seletiva de lixo nas cidades para Arca de Noé aumentar o volume de lixo incinerado. Toquinho Vinicius de MoraesE diminuir a temperatura de incineração do lixo para Nossa irmã, a mosca produzir maior quantidade de energia elétrica. e IHLD H WRVFDQUESTÃO 86 Enquanto que o mosquito e PDLV ERQLWR Uma das modalidades presentes nas olimpíadas é o Nosso irmão besourosalto com vara. As etapas de um dos saltos de um atleta Que é feito de couroHVWmR UHSUHVHQWDGDV QD ¿JXUD Mal sabe voar Nossa irmã, a barata Bichinha mais chata e SULPD GD ERUEROHWD Que é uma careta Nosso irmão, o grilo Que vive dando estrilo Só pra chatear MORAES, V. A arca de Noé: SRHPDV LQIDQWLV 6mR 3DXOR RPSDQKLD GDV /HWULQKDV O poema acima sugere a existência de relações de D¿QLGDGH HQWH RV DQLPDLV FLWDGRV H QyV VHUHV KXPDQRV Respeitando a liberdade poética dos autores, a unidade WD[RQ{PLFD TXH H[SUHVVD D D¿QLGDGH H[LVWHQWH HQWUH nós e estes animais é A o ¿OR B o reino. C a classe. D a família. E a espécie. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 28
  • 148. *ROSA75sab29*QUESTÃO 88 QUESTÃO 89 Durante as estações chuvosas, aumentam no Brasil as campanhas de prevenção à dengue, que têm como objetivo a redução da proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue. Que proposta preventiva poderia ser efetivada para diminuir a reprodução desse mosquito? A Colocação de telas nas portas e janelas, pois o mosquito necessita de ambientes cobertos e fechados para a sua reprodução. B Substituição das casas de barro por casas de alvenaria, haja vista que o mosquito se reproduz na De acordo com o relatório “A grande sombra parede das casas de barro.da pecuária” (Livestock’s Long Shadow
  • 149. IHLWR SHOD C Remoção dos recipientes que possam acumularOrganização das Nações Unidas para a Agricultura e aAlimentação, o gado é responsável por cerca de 18% água, porque as larvas do mosquito se desenvolvemdo aquecimento global, uma contribuição maior que a nesse meio.do setor de transportes. Disponível em: www.conpet.gov.br. Acesso em: 22 jun. 2010. D Higienização adequada de alimentos, visto queA criação de gado em larga escala contribui para o as larvas do mosquito se desenvolvem nesse tipoaquecimento global por meio da emissão de de substrato.A metano durante o processo de digestão.B óxido nitroso durante o processo de ruminação. E Colocação de filtros de água nas casas, vistoC FORURÀXRUFDUERQR GXUDQWH R WUDQVSRUWH GH FDUQH que a reprodução do mosquito acontece emD óxido nitroso durante o processo respiratório.E dióxido de enxofre durante o consumo de pastagens. águas contaminadas.CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 29
  • 150. *ROSA75sab30*QUESTÃO 90 Certas espécies de algas são capazes de absorverrapidamente compostos inorgânicos presentes naágua, acumulando-os durante seu crescimento. Essacapacidade fez com que se pensasse em usá-lasFRPR ELR¿OWURV SDUD D OLPSH]D GH DPELHQWHV DTXiWLFRVcontaminados, removendo, por exemplo, nitrogênioe fósforo de resíduos orgânicos e metais pesadosprovenientes de rejeitos industriais lançados naságuas. Na técnica do cultivo integrado, animais e algascrescem de forma associada, promovendo um maiorequilíbrio ecológico. SORIANO, E. M. Filtros vivos para limpar a água. Revista Ciência Hoje 9 Qƒ DGDSWDGR
  • 151. A utilização da técnica do cultivo integrado de animaise algas representa uma proposta favorável a umecossistema mais equilibrado porqueA os animais eliminam metais pesados, que são usados pelas algas para a síntese de biomassa.B os animais fornecem excretas orgânicos nitrogenados, que são transformados em gás carbônico pelas algas.C as algas usam os resíduos nitrogenados liberados pelos animais e eliminam gás carbônico na fotossíntese, usado na respiração aeróbica.D as algas usam os resíduos nitrogenados provenientes do metabolismo dos animais e, durante a síntese de compostos orgânicos, liberam oxigênio para o ambiente.E as algas aproveitam os resíduos do metabolismo dos animais e, durante a quimiossíntese de compostos orgânicos, liberam oxigênio para o ambiente. CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 30
  • 152. *ROSA75sab31*CN - 1º dia | Caderno 4 - ROSA - Página 31

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