Aula III –  Teoria da Comunicação II PROF. : JULIANO BORGES E RAQUEL TIMPONI Meios de comunicação de massa Efeitos a longo...
Diferenças entre os velhos e os novos paradigmas <ul><li>não mais pautada   Comunicação  construção da imagem  </li></ul><...
Diferenças entre os velhos e os novos paradigmas: <ul><li>Velho  X  Novo </li></ul><ul><li>- Estudo de casos individuais  ...
Segundo o Dicionário de Comunicação –  de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Guimarães Barbosa <ul><li>Importantes estudos so...
Agenda Setting <ul><li>Hipótese –> as pessoas passam a agendar os assuntos e conversas em função do que é veiculado pela m...
<ul><li>Maxwell McCombs e Donald Shaw ->  The Agenda Setting Function of Mass Media  (1972).  </li></ul><ul><li>Investigam...
Agenda Setting <ul><li>Efeito social da mídia – enxurrada de informações – seleção, disposição e incidência, dando ênfase ...
Importância dos meios na opinião pública <ul><li>A mídia agente modificador da realidade social =>  aponta para o público ...
Perception Model:
Newsmaking – de 1972/1981 <ul><li>Meios informativos controlam e geram acontecimentos ->  seleção  por  valores , ligados ...
Valores da notícia e interesse público <ul><li>Hierarquia das pautas : </li></ul><ul><li>1.1) Fatos de incontestável inter...
Gatekeeper <ul><li>( ing.) Guardião do portão. Na indústria cultural é profissional da empresa de comunicação que tem o po...
<ul><li>Kurt Lewin - (1947) </li></ul><ul><li>White 1950 – Mr. Gate – jornalista que analisava numa cidade de 100 mil habi...
Bibliografia consultada <ul><li>WOLF, MAURO.  Teoria das comunicações de massa . Trad. Karina Jannini. 3ª ed. São Paulo: M...
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Aula 3 Teoria Ii Agenda, Newsmaking E Gatekeeper

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Aula 3 Teoria Ii Agenda, Newsmaking E Gatekeeper

  1. 1. Aula III – Teoria da Comunicação II PROF. : JULIANO BORGES E RAQUEL TIMPONI Meios de comunicação de massa Efeitos a longo prazo Efeitos a curto prazo => Efeitos a longo prazo
  2. 2. Diferenças entre os velhos e os novos paradigmas <ul><li>não mais pautada Comunicação construção da imagem </li></ul><ul><li>nos efeitos da mídia da realidade social </li></ul><ul><li>em público específico </li></ul><ul><li>Influencia o modo como o destinatário organiza a imagem do ambiente </li></ul>
  3. 3. Diferenças entre os velhos e os novos paradigmas: <ul><li>Velho X Novo </li></ul><ul><li>- Estudo de casos individuais - Cobertura global do sistema de </li></ul><ul><li>(Campanhas) mídias em áreas temáticas </li></ul><ul><li>- Dados levantados por entrev. - Metodologias integradas </li></ul><ul><li>com o público </li></ul><ul><li>Observações e medição de - O indivíduo modifica a própria </li></ul><ul><li>mudanças de postura e opinião representação da realidade </li></ul><ul><li>Efeito nas atitudes, valores, - Efeito cognitivo sobre o sistema </li></ul><ul><li>comportamento dos destinatários de conhecimento do indivíduo </li></ul><ul><li>sobre o consumo de CM. </li></ul><ul><li>Efeitos pontuais de cada msg - Efeitos cumulativos (a longo prazo) </li></ul>
  4. 4. Segundo o Dicionário de Comunicação – de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Guimarães Barbosa <ul><li>Importantes estudos sobre EFEITOS da comunicação de massa -> se voltam para a forma de CONSTRUÇÃO DE IMAGEM da realidade social. </li></ul><ul><li>Descam-se 3 pesquisas sobre os efeitos: </li></ul><ul><li>1) Agenda setting </li></ul><ul><li>2) Newsmaking </li></ul><ul><li>3) Gatekeeper </li></ul>
  5. 5. Agenda Setting <ul><li>Hipótese –> as pessoas passam a agendar os assuntos e conversas em função do que é veiculado pela mídia. </li></ul><ul><li>Veículos de comunicação de massa -> determinam temas sobre os quais o público falará, discutirá. </li></ul><ul><li>Mc Combs e Shaw – ampliam o sentido -> </li></ul><ul><li>além das notícias nos dizerem sobre o que pensar, também nos dizem como pensar. </li></ul><ul><li>( Seleção de assuntos e enquadramento da notícia – de acordo com a política editorial do veículo) </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Maxwell McCombs e Donald Shaw -> The Agenda Setting Function of Mass Media (1972). </li></ul><ul><li>Investigam capacidade de agendamento dos media na campanha presidencial de 1968 nos Estados Unidos, eleitores de Chapel Hill. => TV, jornal,revista informativa e editorial. </li></ul><ul><li>Questões chaves da campanha com o conteúdo expresso pelos medias . C onfirmam que a mídia tem a capacidade de influenciar a projeção dos acontecimentos na opinião pública. </li></ul><ul><li>Essência da pesquisa em 1922, por Walter Lippmann -> obra clássica Public Opinion (destacava o papel da imprensa no enquadramento da atenção dos leitores em direção a temas por ela impostos como &quot;de maior interesse coletivo”). </li></ul><ul><li>Lang Lang 1966 falava da hierarquização temática dos meios de comunicação (centram a atenção em algumas questões, sugerem o que o público deve pensar, saber, sentir) </li></ul><ul><li>Todos estes estudos já identificavam a coincidência dos temas da mídia e dos temas das conversas interpessoais, mas não conceitualizavam como agenda setting . </li></ul>Mc Combs e Shaw (1972)
  7. 7. Agenda Setting <ul><li>Efeito social da mídia – enxurrada de informações – seleção, disposição e incidência, dando ênfase em algumas notícias (manchetes). Determina temas que o público discutirá e falará (por revistas, livros, jornais impressos, radio, tv) </li></ul><ul><li>Agências passam informações para jornalistas e acabam divulgando as mesmas notícias, com tratamento diferente em canais diversos. </li></ul><ul><li>Influencia dos meios de comunicação no cotidiano das pessoas –infinidade de informações disseminadas por esses canais. Definem o que as pessoas abordarão. Também atuam nas leis indiretamente (se fala de muitos crimes, a discussão no senado será de segurança). A agenda interpessoal reforça a dos media , pois as pessoas acabam conversando sobre o que é exposto pelos meios de comunicação. </li></ul>
  8. 8. Importância dos meios na opinião pública <ul><li>A mídia agente modificador da realidade social => aponta para o público receptor o quê se deve ser informado -> poder sobre a opinião pública </li></ul><ul><li>Influência dos meios de comunicação no cotidiano das pessoas. -> PAUTAM as conversas interpessoais </li></ul><ul><li>Hierarquização dos assuntos que devem ser pensados/falados. Realidade social -> representada por um cenário montado pelos meios de comunicação de massa. </li></ul><ul><li>As pessoas têm tendência para incluir ou excluir dos seus próprios conhecimentos aquilo que os mass media incluem ou excluem do seu próprio conteúdo </li></ul>
  9. 9. Perception Model:
  10. 10. Newsmaking – de 1972/1981 <ul><li>Meios informativos controlam e geram acontecimentos -> seleção por valores , ligados supostamente ao interesse público . </li></ul><ul><li>Às vezes têm interesses políticos e econômicos por trás. </li></ul><ul><li>Ex.: Cobertura ou não de um evento na TV, abordagem de um candidato político que esteja apoiando ou não </li></ul><ul><li>(Rede Globo). </li></ul><ul><li>Nesse processo -> a maior parte do público aceita os valores sem crítica - > constrói a partir da mídia uma visão da realidade </li></ul>
  11. 11. Valores da notícia e interesse público <ul><li>Hierarquia das pautas : </li></ul><ul><li>1.1) Fatos de incontestável interesse geral </li></ul><ul><li>Ex. Queda do muro de Berlim, Tsunami </li></ul><ul><li>Notícias de utilidade pública, que afetam a vida </li></ul><ul><li>1.2) Notícias de utilidade pública (afeta a vida cotidiana) </li></ul><ul><li>Ex. Saúde ( epidemia, dengue, prazo para vacina contra gripe suína); educação ( mudanças do Enem para acesso pelo vestibular); legislação (alteração da Lei Rouanet). Etc. </li></ul><ul><li>2) Acontecimento de grade comoção pública (Morte da Princesa Diana, Queda do avião da Air France no Brasil, julgamento da morte da menina Isabella Nardoni) </li></ul><ul><li>Critérios de importância e valor das notícias : </li></ul><ul><li>Ineditismo ( furo) </li></ul><ul><li>Improbabilidade </li></ul><ul><li>Interesse </li></ul><ul><li>Apelo </li></ul><ul><li>Valor da noticia – tem a ver com conteúdo, critérios do produto, público e concorrência. </li></ul>
  12. 12. Gatekeeper <ul><li>( ing.) Guardião do portão. Na indústria cultural é profissional da empresa de comunicação que tem o poder de decisão sobre o que será apresentado para o grande público ( oque interrompe e o que deixa passar). Influencia a cultura de massa - > decide os assuntos que serão focados, os artistas que terão mais destaque na mídia, as músicas mais divulgadas nas rádios ( o que a indústria impõe). </li></ul><ul><li>Lançador de tendências ( trendsetter ). Tem presença marcante na mídia e influência sobre a opinião pública exerce influência sobre o gosto do público, modismos, sucesso de determinados artistas. </li></ul><ul><li>Controle no processo de produção das mensagens da comunicação de massa </li></ul><ul><li>Escolhas -> Filtragem do fluxo de informações -> passa por diversos portões (gates) </li></ul><ul><li>A decisão é o que o gatekeeper seleciona (o assunto que vai ser focalizado ou não). </li></ul><ul><li>Pode ser o editor de revista ou jornal, diretor de programação de emissoras de Tv e rádio, diretor artístico de gravadoras fonográficas e de casas de espetáculo </li></ul><ul><li>Organização e estrutura -> características técnicas de cada meio determinam a reprodução da realidade social fornecida pelos veículos. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Kurt Lewin - (1947) </li></ul><ul><li>White 1950 – Mr. Gate – jornalista que analisava numa cidade de 100 mil habitantes quantas notícias vinham de agências – filtro institucional </li></ul><ul><li>Breed (1955)- linha editorial política de um veículo –problemas de distorção informativa involuntaria de acordo com a linha e burocracia do veículo – manipulação da informação – E a imparcialidade? </li></ul>
  14. 14. Bibliografia consultada <ul><li>WOLF, MAURO. Teoria das comunicações de massa . Trad. Karina Jannini. 3ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2008. </li></ul><ul><li>MATTELART, M; A. História das teorias da comunicação . Trad. Luiz Paulo Rouanet. 5ª Ed. São Paulo: Loyola, 2002. </li></ul>
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