A Assunção da Virgem em corpo e alma, após sua morte preciosíssima é, hoje, um dogma de
fé cristã. Encontra-se contido em ...
Desta breve exposição se inclui que, nenhum católico poderá negar que a Virgem Mãe de Deus
foi elevada ao céu em corpo e a...
“Veneráveis irmãos e amados filhos e filhas que vos haveis congregado em nossa presença e
todos vós que nos ouvis nesta Sa...
“Emocionados pela proclamação como um dogma de fé da Assunção ao céu da Santíssima
Virgem em corpo e alma, exultando de al...
“Por um inescrutável desígnio do destino, aos homens da atual geração tão atormentados e
afligidos, perdidos e alucinados,...
“Implorando há longo tempo, finalmente nos chega este dia, o qual por fim, é nosso. A voz dos
séculos – deveríamos dizer a...
“E neste dia de alegria, desde este pedaço do céu, juntamente com a evangélica onda de
satisfação que se harmoniza com a o...
“As muitas intranquilas e angustiosas almas, triste legado de uma idade violenta e
turbulenta, almas oprimidas, porém não ...
“E vós, que estais mais particularmente próximo de nosso coração, vós pobres enfermos, vós
refugiados, vós prisioneiros, v...
levantai vossos olhares para Ela que, antes de vós, percorreu os caminhos da pobreza, do
exílio e da dor; para Ela, cuja a...
Enquanto suplicamos com todo o ardor que a Virgem Maria possa assinalar o retorno do calor,
do afeto e da vida aos coraçõe...
Texto – Página Oriente – Imagens – Foto Santander França
Música – Tota Pulchra est – Formatação – Altair Castro
15/08/2013
Assuncao de nossa senhora aos ceus
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Assuncao de nossa senhora aos ceus

  1. 1. A Assunção da Virgem em corpo e alma, após sua morte preciosíssima é, hoje, um dogma de fé cristã. Encontra-se contido em nossa página principal (em catecismo) detalhes explicativos sobre os dogmas que, resumidamente podem definir-se como verdades divinas propostas pela Igreja, e que devemos crer incondicionalmente, sob pena de cairmos em heresia.
  2. 2. Desta breve exposição se inclui que, nenhum católico poderá negar que a Virgem Mãe de Deus foi elevada ao céu em corpo e alma, após a morte. O Papa Pio XII , no dia 1o. de novembro de 1950, na Basílica de São Pedro, dirigiu a cerimônia que ficou e ficará para sempre nos anais da Igreja Católica como a mais solene da era contemporânea, o Dogma da Assunção da Virgem Mãe de Deus. Vejamos a alocução de Sua Santidade firmada nessa cerimônia:
  3. 3. “Veneráveis irmãos e amados filhos e filhas que vos haveis congregado em nossa presença e todos vós que nos ouvis nesta Santa Roma e em todos os lugares do mundo católico”.
  4. 4. “Emocionados pela proclamação como um dogma de fé da Assunção ao céu da Santíssima Virgem em corpo e alma, exultando de alegria que inunda os corações de todos os fiéis, agora satisfeitos em seus ardentes desejos, sentimos irresistível necessidade de elevar junto convosco o hino de graças à amada providência de Deus, que quis reservar para vós a alegria deste dia e a nós o conforto de colocar sobre a fronte da mãe de Deus e da nossa mãe um brilhante diadema que coroa suas singulares prerrogativas”.
  5. 5. “Por um inescrutável desígnio do destino, aos homens da atual geração tão atormentados e afligidos, perdidos e alucinados, mas também sadiamente em busca de um grande Deus que foi perdido, abre-se uma parte luminosa dos céus, onde se senta, junto ao filho da justiça, a rainha mãe, Maria.”
  6. 6. “Implorando há longo tempo, finalmente nos chega este dia, o qual por fim, é nosso. A voz dos séculos – deveríamos dizer a voz da eternidade – é nossa. É a voz que, com a ajuda do Espírito Santo, definiu solenemente o alto privilégio da celestial Mãe. E vosso é o grito dos séculos. Como se houvessem sido sacudidos pelas batidas dos vossos corações e pelo balbuciar dos vossos lábios, as próprias pedras desta patriarcal basílica vibram e juntamente com elas os inumeráveis antigos templos levantados em todas as partes em honra de Maria, monumentos de uma só fé e pedestais terrenos do celestial trono da glória da Rainha do Universo, parecem exultar em pequenas batidas”.
  7. 7. “E neste dia de alegria, desde este pedaço do céu, juntamente com a evangélica onda de satisfação que se harmoniza com a onda de exultação de toda a Igreja militante, não pode deixar de descer sobre as almas uma torrente de graças e ensinamentos, frutíferos despertadores de renovada santidade. Por esta razão, para tão altíssima criatura, levantamos, cheios de fé, os nossos olhares da terra – nesta nossa época, entre a nossa geração – e gritamos a todos: “Levantai os vossos corações”.”
  8. 8. “As muitas intranquilas e angustiosas almas, triste legado de uma idade violenta e turbulenta, almas oprimidas, porém não resignadas, que já não creem na bondade da vida e aceitam-na somente como se fossem obrigadas a aceitá-la, ela lhes abre as mais altas visões e as conforta para contemplar que destino e que obras ela há sublimado, ela , que foi eleita por Deus para ser Mãe do mundo, feita em carne, recebeu docilmente a palavra do Senhor”.
  9. 9. “E vós, que estais mais particularmente próximo de nosso coração, vós pobres enfermos, vós refugiados, vós prisioneiros, vós os perseguidos, vós com os braços em trabalho e o corpo sem abrigo, vós nos sofrimentos de toda índole e de todas as nações, vós a quem a passagem pela terra só parece dar lágrimas e privações, por mais esforços que se façam ou que se deverão fazer para acudir em vossa ajuda;
  10. 10. levantai vossos olhares para Ela que, antes de vós, percorreu os caminhos da pobreza, do exílio e da dor; para Ela, cuja alma foi atravessada pela espada ao pé da cruz e que agora contempla, como olhar firme, desde a luz eterna, este mundo sem paz, martirizado por desconfianças recíprocas, pelas divisões, pelos conflitos, pelos ódios a tal ponto que se debilitou e se perdeu o sentido do temor em Cristo.
  11. 11. Enquanto suplicamos com todo o ardor que a Virgem Maria possa assinalar o retorno do calor, do afeto e da vida aos corações humanos, não nos devemos cansar de recordar que nada deve prevalecer sobre o fato, sobre a consciência de sermos todos filhos da mesma Mãe, laço é de união através do místico Corpo de Cristo, uma nova era e uma nova Mãe dos vivos, que quer conduzir todos os homens à verdade e à graça de seu divino Filho. E agora, oremos com devoção.”
  12. 12. Texto – Página Oriente – Imagens – Foto Santander França Música – Tota Pulchra est – Formatação – Altair Castro 15/08/2013

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