Curso UTI adulto
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Curso UTI adulto Curso UTI adulto Presentation Transcript

  •  VALORIZAR OS DIFERENTES  UNIVERSALIDADE, SUJEITOS IMPLICADOS NO INTEGRALIDADE E EQUIDADE; PROCESSO DE PRODUÇÃO DA  PROPOSTA DE UM TRABALHO SAÚDE; COLETIVO EM QUE O SUS SEJA AUMENTAR A CO- MAIS ACOLHEDOR,AGIL E RESPONSABILIDADE NA RESOLUTIVO; PRODUÇÃO DE SAÚDE E  QUALIFICAR AMBIÊNCIA SUJEITOS; MELHORANDO CONDIÇÕES DE ESTABELECER VINCULOS TRABALHO E ATENDIMENTO; SOLIDÁRIOS E PARTICIPAÇÃO  LUTAR POR UM SUS MAIS EFETIVA NO PROCESSO DE HUMANO; GESTÃO;  COMPROMISSO COM MAPEAR E INTERAR ARTICULAÇÃO DOS DEMANDAS SOCIAIS, PROCESSOS DE FORMAÇÃO COLETIVAS E SUBJETIVAS DE COM SERVIÇOS E PRATICAS SAÚDE; DE SAÚDE. ETC...
  • Gerenciamento de riscos é oprofissional que através deindicadores prevê eventos adversos,que possam ocorrer numa unidadeintensiva e que se detectadospreviamente auxiliam na terapêuticado paciente crítico
  •  Recursos físicos: acesso restrito e exclusivo da área, acesso facilitado a serviço de apoio, boa ventilação, iluminação e acústica; recursos humanos: profissionais capacitados, treinados e atualizados para atuar no setor; Materiais: adequação de imobiliários, equipamentos para monitoração hemodinâmica, etc..
  •  Deve se rápido mais eficaz e sempre preservando a privacidade do paciente; Pode ser feito de uma unidade para outra (intra), ou de hospital para outro (extra), esse último deve ser acompanhado de no mínimo 2 profissionais, técnico ou enfermeiro e sempre um médico.
  • INTRA- HOSPITALAR EXTRA- HOSPITALAR
  • INVASIVA ENÃO INVASIVA
  • MONITORAÇÃO VANTAGENS DESVANTAGENS Indolor e obtenção Podem causar certoNÃO rápida das variáveis desconforto; fisiológicas; Dermatites de contato;INVASIVA Menor custo; Fácil operacionalidade; Sofrem intercorrências externas e necessidade Risco quase zero de de exames infecção complementares. Melhor acurácia; Maior risco de:INVASIVA Possibilidades de maior intervenção médicas e  infecção;  iatrogênia; farmacológicas. Complexidade operacional; Tempo na instalação e auto custo.
  •  Inicia no ventrículo direito através tronco pulmonar onde levará sangue rico em CO2 para ser oxigenado nos pulmões. Ao sair do coração o tronco pulmonar se bifurca dando origem à duas artérias “as pulmonares” (direita e esquerda), que levaram sangue para seus respectivos pulmões; Chegando nos pulmões essa artéria se ramifica e forma diminutos vasos “os capilares” que ao nível dos alvéolos penetram profundamente onde ocorre a hematose, “trocas gasosas” entra CO2 e sai O2; Ao sair esses capilares se juntam formando veias e essas por sua vez se juntam e formam 4 grande veias, “ as veias pulmonares” 2 para cada pulmão que agora com sangue rico em O2 desemboca no ventrículo esquerdo.
  •  Inicia-se no ventrículo esquerdo através da artéria Aorta a maior do corpo humano com sangue rico em O2 para oxigenar todos os tecidos do nosso corpo. Ao chegar nos tecidos essa artéria se ramifica formando os capilares que penetram profundamente as células para ocorrer a hematose ou seja as trocas gasosas, entra O2 e sai CO2; Ao sair esses capilares se juntam e forma pequenas veias e essas por sua vez se juntam e formam 2 grandes veias “as cavas” superior que trás sangue rico em CO2 da parte superior do corpo e a cava inferior que retorna da parte inferior do corpo com sangue também rico em CO2 e desemboca no átrio direito.
  •  A artéria Aorta ao sair do coração dá origem aos seus primeiros ramos “as coronárias” direita e esquerda que levará sangue rico em O2 para o próprio coração; Ao chegar no músculo cardíaco essas artérias se ramificam formando os capilares que penetram profundamente no tecido cardíaco para que ocorra a hematose entra O2 e sai CO2; Ao sair esses capilares se juntam formando pequenas veias que por sua vez se juntam formado o seio coronário que agora com sangue rico em CO2 desemboca no ventrículo direito.
  •  Resumidamente é a contração(sístole) ou relaxamento( diástole) do músculo cardíaco; O coração possuí 4 câmaras 2 átrios e 2 ventrículos, sendo que o lado direito circunda sangue rico em CO2 e o lado esquerdo sangue rico em O2;
  •  É produzido no nódulo sinusal, localizado no átrio direito e propagado para o átrio esquerdo fazendo com que eles contraem juntos; Essa onda chega ao nódulo átrio ventricular localizado pouco acima e a esquerda da valva mitral, ocorrendo então uma espécie de freada fisiológica e proposital para que dê tempo que os átrios se esvaziem e os ventrículos se encham de sangue; Depois essa onda se propaga para o feixe de His e depois para fibras de purkinge fazendo agora com que os ventrículos se contraem juntos e os átrios se relaxem, juntos também.
  •  Aparelho que capta essas ondas elétricas cardíacas e as transfere para um papel milimetrado conhecido como eletrocardiograma; A onda P traduz a sístole atrial, o complexo QRS traduz a sístole ventricular, a onda T traduz a diástole ventricular e a onda u as vezes nem aparece pois é muito baixa e não é registrada no ECG e traduz a diástole atrial. Ondas = P, QRS, T; intervalo PR; segmento ST; O intervalo PR vai do início da onda P até o início do complexo QRS, seu valor normal é de até 0,20 seg. ou seja 5 quadrinhos; O complexo QRS vai do início da onda Q até o final da onda S e seu valor normal é de até 0,12seg. ou seja 3 quadrinhos; Cada traçado do quadrinho corresponde à 0,04 seg.
  •  Despolarização  Progressão de uma onda de cargas positivas (potencial de ação) Para dentro das células. Repolarização  Restituição de cargas negativas dentro das células
  • VCS P Músculo atrial Nó sinusal QRS AE Vias de condução VE intra-atriais Nó AV Feixe de HisAD Ramos D e E VD Rede de PurkinjeVCI Músculo ventricular
  •  Despolarização nas células musculares  resultado do movimento de íons (K+, Na+, Ca+) através do canais protéicos localizados nas membranas celulares. O potencial de ação transmembrana da célula muscular cardíaca, chega a durar 15 vezes mais que no músculo esquelético (graças à presença de um platô).
  • Fase 0Ascensão, com influxo de Na+ (canais rápidos) e Ca+ (canais lentos) para dentro da célula
  • Determinantes  Freqüência  Temperaturada  Concentraçõesduração extracelulares de Ca+ e K+  Agonistas simpáticos e do platô parassimpáticos  Agentes farmacológicos cardioativos.
  •  Período Refratário  Intervalo de tempo durante o qual o impulso cardíaco normal não pode reexcitar uma área já excitada, tendo uma duração de 0,25s – 0,30s (duração do potencial de ação). Período Refratário relativo  surge no final do período refratário, quando algum estímulo muito intenso pode desencadear uma nova despolarização (despolarização diastólica precoce).
  •  A configuração do potencial de ação das células cardíacas varia com a localização, tamanho e função do vários tipos celulares presentes no coração. Nódulo sinusal  marca-passo cardíaco, produz despolarizações espontâneas moduladas pelo SNA. Propagação do impulso  depende também das zonas de oclusão (discos intercalares) que facilitam a transmissão célula a célula.
  • Indica a duração daatividade elétrica totaldos ventrículos.Vai do início docomplexo QRS até ofinal da onda T, medidopreferencialmente nasderivações AVL e D1, V3e V4 (sem interferênciada onda U).
  • Miocárdio Ventricular Células M sãomais propensas aum prolongamento do seu potencial de ação
  • ELETRICIDADE
  • DESFIBRILAÇÃO CARDIOVERSÃO Não eletiva;  Eletiva; Procedimento terapêutico, que  Procedimento terapêutico, que consiste em aplicar uma corrente consiste em aplicar uma corrente elétrica contínua não sincronizada elétrica sincronizada; no músculo cardíaco;  Paciente deve ser ligado ao Choque que despolariza em cardioversor e este deve estar conjunto todas as fibras musculares com o botão de sincronismo do ventrículo tornando possível a ativado pois a onda irá ser liberada reversão de taquicardias graves no período refratário(onda R); como a FV e TV;  Indicada em casos de Indicada em casos de FV e TV sem taquiarritmias como: flutter atrial, pulso; FA, taquicardia paroxística Quando chocado o coração entra supraventricular e com complexo em assistole(para) e depois volta ao largo e com pulso. ritmo normal
  •  Dor muscular local; Queimaduras; Embolia pulmonar; Arritmias; Edema pulmonar; Alterações de enzimas: LDK, CPK, TGO, CKMB quando descargas altas.
  • Usado em UTI temporariamentepara estimular o coração sematividade espontânea e comproblemas no sistema decondução;Pode ser usado em bradicardiasagudas, pré, intra e pós operatório,em ondas PR inibidas e comomarca-passo assíncrono;freqüência de aplicação eamplitude deve ser variável para seadaptadas necessidadesterapêuticas individuais.
  • NÃOINVASIVA
  •  É um aparelho (visor) eletrônico que transmite os sinais elétricos do coração captados pelos eletrodos, e transformar os impulsos mecânicos ECG,FC, FR, e das PNI, PIA e PVC e demais derivações invasivas e elétricos através dos transdutores de pressão.
  •  É o registro continuo da freqüência e ritmo cardíaco; É uma apresentação gráfica sobre uma tela ou papel da atividade cardíaca; Usada para avaliar eventos eletromecânicos na contração miocárdica; É útil em diagnósticos de arritmias, nos eventos isquêmicos, distúrbios eletrolíticos e farmacológicos; Documentação e tratamento de pacientes críticos; Rotineiro em utis onde há monitoração constante dos pacientes críticos.
  • P.A é a pressão gerada naparede das artérias, resultantesdos batimentos cardíacos e daparede da resistência dos vasosao fluxo sanguíneo;Método que dispensa o usomanual do manquito nainsuflação e desinsuflação, paraaferir a P.A;REFERÊNCIA: pressão sistólicade 90 a 130 mmhg, diastólica de60 a 90 mmhg e pressão arterialmedia é PAM=PAS+2(PAD) / 3 é70 a 100mmhg.
  • Técnica não invasiva queconsiste na monitorizaçãoda troca gasosa depacientes;A saturação de O2 éindicador do percentual dehemoglobina que seencontra saturada pelo O2no momento da verificação,que é considerada saturadaquando está ligada a 4moléculas de O2 ou seja97%;
  • INDICAÇÕES FATORES DEPENDENTES Ajuste da FIO2 (fração  nível de HB; inspiratória de O2);  Fluxo sanguíneo; Ajuste da PEEP(pressão expiratória final positiva);  Temperatura do local Auxílio do processo de onde o sensor está desmame da ventilação conectado; mecânica;  Concentração de Detecção precoce da fração expirado de hipóxia por qualquer O2 causa.
  •  A saturação de O2 varia de 97% a 99% em um individuo jovem saudável; Valores próximos de 92 a 95% são clinicamente aceitáveis; Valores< ou = a 90% requer intervenção; Fontes de erros são por causa do mal posicionamento, fatores fisiológicos ou anatômicos: pele escura, esmaltes, unhas postiças, hipotermia local ou sistêmica causando vasoconstrição, hipotensão, má perfusão periférica.
  • Método não invasivo onde é feitoa medição do CO2 expirado pelospulmões, proporcionado a análisede CO2 alveolar e da pressãoparcial de CO2 no sangue arterial(PaCO2);A capnografia é o registro daquantidade de CO2 expirado e éfeito pelo capnógrafo paraidentificar acidoses respiratória,pacientes neurológicos, auxílio nodesmame do respirador,hipertermia maligna, emboliapulmonar e outros.
  •  Fazer calibração do aparelho de acordo com sistema utilizado; Observar posicionamento adequado do sensor ao circuito do ventilador e ao tubo endo traqueal; Determinar limites de alarme; Observar configurações da curva de monitorização e identificar interferências.
  • A PIA é a soma dapressãosistólica(máxima), coma pressão diastólica edividida por 2 oresultado obtido é apressão média. Que é amedida da pressãodurante todo ciclocardíaco e é a maisimportante do ponto devista da perfusãotecidual.
  • A canulação arterial ou o posicionamento de um cateter intra- arterial permite: Monitorização contínua direta da pressão arterial; Retirada freqüente de sangue para exames e medição de gases sanguíneos arteriais, evitando o desconforto e lesão arterial provocados pela punção freqüente; Posição de um local para remoção rápida de volume sanguíneo, em situações de sobrecarga volêmica; Mensuração acurada, freqüente e contínua da pressão arterial em pacientes que usam drogas vasoativas potentes (dopamina, nitroprussiato de sódio, adrenalina, etc.)
  •  Hipovolêmica, choque cardiogênico; Ruptura do septo ventricular e regurgitação mitral; Severa falência ventricular esquerda; Infarto do ventrículo direito, angina instável; Taquicardia ventricular refratária a terapêutica; Doença pulmonar severa X falência ventricular esquerda; Diagnóstico de choque; Tamponamento cardíaco; Manuseio de pacientes de pós operatório de cirurgia cardíaca; Pacientes com doenças clinica associadas à cardiovascular; Manuseio de pacientes críticos associados a doenças cardiovascular durante cirurgia cardíaca.
  • É o colabamentodos alvéolos de umpulmão levando adeficiência de ar aooutro podendo levarà pneumotórax(presença de ar napleura)
  • Todo paciente internado emuma UTI precisa estarmonitorizado. O monitorserve para a equipe médicaavaliar de modo contínuo e"ao vivo", os sinais vitais dodoente. Através deeletrodos, aparelhos depressão automáticos esensores ligados ao pacientee a máquina, é possívelacompanhar a freqüênciacardíaca e respiratória, apressão arterial, a saturaçãode oxigênio do sangue e terum traçado básico deeletrocardiograma.
  • Pacientes internados em UTIfreqüentemente necessitamde drogas infundidas demodo contínuo. A bombainfusora permite aadministração venosa dedrogas em ritmo constante.bomba infusora também éusada nos casos em queprecisamos manter ospacientes sedados, comonaqueles que estão emventilação mecânica . Essasedação é conhecidapopularmente como comainduzido .
  • O doente em UTI recebebasicamente todas asmedicações pela via venosa.Porém, nem todas as drogaspodem ser administradas naspequenas veias periféricasque temos nos braços. Essestratamentos só podem seradministrados em veiascentrais de grande calibre.Para isso, os médicoslançam mão da punção deuma veia profunda, comimplantação de um cateter.Normalmente punciona-se aveia subclávia (foto ao lado)ou a veia jugular interna ou aveia femoral.
  • Os doentes em UTIs muitasvezes apresentam falência dosistema respiratório enecessitam de um suporteextra de oxigênio. Este podeser fornecido por máscaras, ouem casos mais graves, pelaventilação mecânica. Oventilador mecânico é umamáquina que garante a entradade oxigênio nos pulmões dodoentes que apresentaminsuficiência respiratória, isto é,incapacidade de manter boaoxigenação dos tecidos. Orespirador mecânico é capazde fornecer oxigênio mesmoque o paciente não seja capazde respirar por conta própria.
  • todo doente com sinais deinstabilidade hemodinâmica ésubmetido ao cateterismo dabexiga. Deste modoconseguimos aferirprecisamente o débitourinário do paciente. Além deajudar na avaliação dofuncionamento dos rins, queé um dos primeiros a sofrerquando há instabilidade, aquantidade de urinaproduzida em 24 horas nosauxilia no planejamento dovolume de soro que seráinfundido ao longo do dia.
  • A insuficiência renalaguda é umacomplicação comum nospacientes em estadocrítico internados em umCTI. A máquina dehemodiálise procurafazer o papel do rins,controlando o volume deágua do corpo, os níveisde eletrólitos e filtrandoas toxinas.
  •  Principais recursos de suporte à vida utilizados na UTI. Substitui total ou parcialmente a atividade ventilatória do paciente.
  •  Reverter a hipoxemia. Tratar acidose respiratória. Tratar atelectasias. Permitir sedação/anestesia. Aliviar desconforto respiratório. Reverter a fadiga dos músculos respiratórios.
  •  Forma Não Invasiva: por meio de máscaras faciais, (CPAP, BIPAP). Forma Invasiva: após intubação traqueal.
  • CPAP: (continuous positive airway pressure), pressão positiva contínua em vias aéreas. Mais util pac. IRA. - BIPAP: (bilivel positive airwaypressure), ventilação não invasiva com dois níveis de pressão: IPAP - Pressão inspiratória positiva constante. EPAP - Pressão expiratória positiva constante.
  •  Explicar o procedimento ao paciente. Manter cabeceira à 45°. Escolha da interface. Proteger a face nas áreas de maior pressão. Ajustar a máscara (vazamento). Regular válvula de PEEP.
  •  Necrose da pele em áreas de contato. Distensão abdominal (aerofagia). Ressecamento nasal, oral e de conjuntivas. Aspiração de conteúdo gástrico.
  •  Queda pH e/ou aumento PaCO2 Aumento da freqüência respiratória ou persistência acima de 35 mpm. Diminuição do nível de consciência ou agitação. Instabilidade hemodinâmica. Necessidade de FIO2 maior 60%. Distensão abdominal severa. Intolerância à máscara.
  •  Ciclados a volume de ar. Ciclados a pressão de ar. Ciclados a tempo.
  •  O volume de gás insuflado. A freqüência de insuflação. A velocidade e forma de insuflação deste gás. A mistura de O2 fornecida. O volume de ar residual nos pulmões no final da expiração.
  • VolumeCorrente (TidalVolume):quantidade dear inspirado emcada ciclorespiratório(VC=6 ml/kg).
  • FiO2: fração inspirada de O2 ou %de oxigênio no ar injetado.
  • Mode:modalidades de ventilação.
  • Sensibilidade: valor que determina quando o aparelho detecta a respiração espontânea e inicia ou permite uma inspiração.
  • equipamentoque umidificae aquece ogás injetadona inspiração.
  • -Quadrada = constante.Fluxo inspiratório é igualao fluxo expiratório.- Desacelerada = fluxoconstante na faseinspiratória e depoisdesacelera para 50%(fluxo expiratório).
  • São modos que determinam a maneira como o ventilador auxilia na respiração do paciente: - CMV controlada - A/C contr./assistida - SIMV contr./assist./espontânea
  •  Ventilação Mecânica Controlada: - ciclos controlados - baseado na FR programada▪ Indicações: pacientes com estímulos respiratórios abolidos: - fadiga da musc. resp: Asma, DPOC - disfunção neurológica: AVE, TCE, trauma medular - completamente sedados
  • ▪ Vantagens: - situação de maior gravidade - < gasto metabólico - controle total da função vent. (gasometria) ▪ Desvantagens: - atrofia por desuso da musculatura resp.
  •  Ventilação Assistida Controlada: - Na ausência do esforço resp. do paciente o aparelho mantém os ciclos controlados na freqüência programada. - O ventilador permite um mecanismo misto de disparo, funcionando este, como um sistema de segurança que é ativado apenas quando o ciclo assistido não ocorre.
  •  indicações:primeira escolha na fase inicial e de manutenção daVM na insuficiência resp. aguda de qualquer etiologia. ▪ vantagens: - permite ao paciente determinar sua própria FR. - garante FR mínima prefixada. desvantagens: - tendência a hiperventilação a pacientes submetidos a um estímulo. - casos severos podendo levar a alcalose resp.
  •  Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada: - combina ciclos controlados,assistidos e espontâneos. - permite apenas um ciclo assistidopor “janela”, atendendo aos demaisesforços insp. c/ ciclos espontâneos.
  • Um ciclo controlado só ocorreapós uma “janela” de apnéia, ou após uma “janela” onde só ocorreu um ciclo controlado.
  •  CMV – Ventilação Mecânica Controlada: Ajuste necessários: - volume corrente - freqüência respiratória - fluxo - forma de onda Ajuste opcionais: - peep
  •  A/C - Assistida/Controlada: Ajustes necessários: - volume corrente - freqüência respiratória - fluxo - sensibilidade - forma de onda - intervalo de apnéia Ajustes opcionais: - peep
  •  SIMV – Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada: Ajuste necessários: - volume corrente - freqüência respiratória - fluxo - sensibilidade - intervalo de apnéia - forma de onda Ajustes opcionais: - pressão suporte - peep
  • • Low Peak Pressure: limite de pressão mínima, é ativado se a pressão não conseguir atingir o valor ajustado pelo alarme durante a fase inspiratória (5 cmH2O acima da PEEP).• High Pressure Limit: limite de alta pressão, é ativado se a pressão ultrapassar o valor ajustado pelo alarme ( máx. 40 cmH2O).• Apnéia: alarme sonoro que ativa sempre em que o intervalo respiratório exceder o valor regulado, (geralmente programado em 15 segundos).
  •  Low Peep Pressure: pressão mínima de peep, (10 cmH2O abaixo da peep). High Breath Rate: freqüência respiratória máxima, este alarme é ativado se a freqüência respiratória exceder o pré- ajustado. Alarme de rede: será acionado sempre que a pressão de gás cair na rede.
  •  Ligar os cabos na rede elétrica. Ligar os cabos na rede de gases, com devidas válvulas redutoras de ar comprimido e oxigênio. Ligar o respirador, testar alarmes. Verificar possíveis vazamentos no circuito.
  •  Programar o respirador de acordo com os parâmetros determinados pela equipe. Testar se o respirador está ciclando. Proteger a ponta do circuito com gaze estéril. Colocar água estéril no *umidificador.
  •  Testar se o aquecedor do umidificador está funcionando. Conectar o circuito na cânula endotraqueal ou traqueostomia. Observar o aumento e diminuição na fase de platô.
  •  Realizar coleta de gasometria (depende da instituição). Observar sincronismo entre o respirador e o paciente. Trocar circuito a cada 7 dias ou quando necessário. Usar circuito do vent. esterilizado ou submetido a desinfecção de alto nível.
  •  Manter comunicação com o paciente. Desenvolver protocolo p/ verificação da rede de gases e parte elétrica. Protocolo manutenção trimestral do ventilador.
  • Iniciado quando o paciente mantém estabilidade clínica, hemodinâmica, funcional respiratória e gasométrica: Observar nível de consciência e colaboração do paciente. Avaliar gasometria e padrão respiratório.
  •  Extubação direta. Tubo T: conexão do tubo traqueal à fonte de O2. CPAP. PSV: ventilação por pressão de suporte, 7 cm de água.
  •  Explicar o procedimento ao paciente. Suspender dieta enteral. Manter cabeceira à 45°. Aspirar (traqueo-naso-oral). Material adequado para oxigenoterapia. Verificar FR, FC e SaO2 15/15 min. nas 2 primeiras horas. Gasometria.
  •  Risco para Aspiração. Risco para Resposta Disfuncional ao Desmame Ventilatório. Comunicação Verbal Prejudicada. Ansiedade. Mucosa Oral Alterada.
  •  Cateter Nasal: Fluxo FiO21à5 21 à 40%litros/min Fluxo FiO2 • Máscara Facial: 5 à 10 40 à 60% litros/min
  •  Máscara de Venture: Cor Fluxo FiO2 Azul 3 l/min 24% Amarelo 6 l/min 28% Branco 8 l/min 31% Verde 12 l/min 35% Rosa 15 l/min 40% Laranja 15 l/min 50%
  • Gerador defluxo:Fluxo – 100 l/min.FiO2 – 33 a 100%
  • IDADE PESO DIAMETRO CUFF Rn 4 kg 2,5 mm s/cuff1 à 6 meses 4 à 6 kg 3,5 mm s/cuff7 à 12 meses 6 à 9 kg 4,0 mm s/cuff 1 ano 9 à 11 kg 4,5 mm s/cuff 2 anos 11 à 14 kg 5,0 mm * s/cuff3 à 4 anos 14 à 16 kg 5,5 mm * s/cuff5 à 6 anos 16 à 21 kg 6,5 mm * s/cuff
  • IDADE PESO DIÂMETRO CUFF 9 à 13 anos 28 à 45 kg 7.0 mm cuffAdolescentes > 46 kg 7,0 à 8,0 mm cuffMulher adulta __ 7,0 à 8,0 mm cuffHomem adulto __ 7,5 à 8,5 mm cuff
  • Embora a maior parte da assistência deenfermagem esteja centrada no cuidadodireto ao paciente, vale ressaltar quetambém é de responsabilidade destaequipe o cuidado com os materiaisutilizados nos circuitos respiratórios.
  •  A) Proceder desmonte do circuito, de forma que a maioria dos seus componentes possam ser submersos em solução enzimática. B) Enxaguá-los com água corrente, secá-los com compressa limpa. C) Encaminhá-los para processamento de desinfecção ou esterilização de acordo com as rotinas da instituição.
  •  Em relação ao aparelho propriamente dito, este deve sofrer limpeza diária com água e sabão ou fricção com álcool a 70% por 30 segundos.
  • SOLANGESOLANGE