Your SlideShare is downloading. ×
0
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Agnosia,apraxia,afasia,dislexia e epilepsia

45,084

Published on

Published in: Education
2 Comments
10 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
45,084
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
5
Actions
Shares
0
Downloads
583
Comments
2
Likes
10
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. PATOLOGIAS
  • 2. DISLEXIA
    • É uma dificuldade específica no aprendizado da linguagem.
  • 3. SINAIS E SINTOMAS NA PRIMEIRA INFÂNCIA
    • Atraso no desenvolvimento psicomotor;
    • Atraso ou deficiência na aquisição da fala;
    • Dificuldade em entender o que está ouvindo;
    • Distúrbios do sono;
    • Enurese noturna;
    • Suscetibilidade a alergias e infecções;
    • Hiper ou hipo atividade motora;
    • Inquietação ou agitação com muita freqüência;
    • Dificuldade para andar de triciclo;
    • Dificuldade de adaptação nos primeiros anos escolares;
    • Dificuldades em aprender rimas;
    • Falta de interesse por livros impressos.
  • 4. SINAIS E SINTOMAS NA IDADE ESCOLAR
    • Desatenção e dispersão;
    • Dificuldade de copiar de livros e lousa;
    • Dificuldade de coordenação motora fina e grossa;
    • Desorganização geral;
    • Confusão entre direita e esquerda;
    • Vocabulário pobre;
    • Dificuldade de memória a curto prazo;
    • Dificuldade de decorar sentenças;
    • Dificuldade de matemática;
    • Dificuldade de nomear objetos e pessoas;
    • Troca de letras na escrita;
    • Problemas de conduta: timidez excessiva ou “palhaço” da turma.
  • 5. SINAIS E SINTOMAS NO ADULTO (Se não teve acompanhamento adequado)
    • Dificuldade de leitura e escrita;
    • Memória imediata prejudicada;
    • Dificuldade de aprendizagem de outro idioma;
    • Dificuldade de direita e esquerda;
    • Dificuldade de organização;
    • Depressão, ansiedade, auto-estima rebaixada, drogas e álcool.
  • 6. DIAGNÓSTICO
    • Deve ser multidisciplinar e de exclusão;
    • Psicólogo: avalia por meio de testes e observações minuciosas. Exclui déficit intelectual, faz-se avaliação cognitiva (Wisc) e desordens afetivas;
    • Fonoaudiólogo: Avalia a linguagem falada, o processamento dos elementos sonoros como os fonemas e as sílabas.
    • Psicopedagogo: Avalia por meio de testes a cognição, compreensão e o desempenho da leitura e da escrita;
    • Neurologista: Avalia por meio de neuroimagens;
    • Oftalmologista: Exclui a possibilidade de patologias visuais.
  • 7. INCIDÊNCIA
    • Segundo a OMS 8% da população mundial é disléxica em ambos os sexos.
    • Segundo a ABD pode chegar a 15%.
  • 8. ANATOMIA
    • As diferenças estruturais começam na vida intra-uterina, por isso é genética e hereditária.
    • Planum temporale é simétrico nos disléxicos, já nos não disléxicos destros é maior do lado esquerdo e para os canhotos maior do lado direito.
    • No tálamo há neurônios menores.
    • Há ectopias dentro das áreas corticais responsáveis pela linguagem.
    • O corpo caloso é menos longo na porção anterior e mais curto e menor na posterior.
  • 9.  
  • 10. TRATAMENTO
    • Deve ser multissensorial e cumulativo;
    • Sintonia entre profissional, família e escola;
    • Enfatizar a terapia de método fônico (relação entre letra e som/ fonema – grafema);
    • Trabalhar a memória imediata, percepção visual e auditiva.
  • 11.  
  • 12. PROGNÓSTICO
    • Os resultados são progressivos e consistentes. O disléxico contorna suas dificuldades, responde bem a situações e vivência concretas e que utilizem os múltiplos sentidos.
  • 13. EPILEPSIA
    • O QUE É?
    • Doença neurológica crônica, podendo ser progressiva;
    • É uma descarga elétrica cerebral desorganizada que se propaga nas demais áreas do cérebro;
    • Cerca 1% da população mundial sofre com a doença.
  • 14.  
  • 15. COMO SE DESENVOLVE?
    • O mecanismo desencadeador das crises pode ser multifatorial;
    • Estímulos visuais e auditivos;
    • Nem toda crise convulsiva é caracterizada como epilepsia;
    • Para isso ocorrer é necessário o paciente apresentar duas crises no período de 12 meses, sem apresentar febre, ingestão de álcool, intoxicação por drogas ou abstinência durantes as crises.
  • 16. O QUE SE SENTE?
    • A sintomatologia apresentada durante a crise pode variar conforme a área cerebral que foi afetada;
    • Alterações motoras, sensoriais, perda de consciência e perda do controle esfincteriano, mal estar gástrico, dormência no corpo, sonolência, sensação de escutar sons estranhos, odores desagradáveis distorções de imagens.
  • 17. DIAGNÓSTICO
    • O diagnóstico é realizado pelo médico neurologista;
    • Exames como:eletroencefalograma (EEG),e neuroimagem como:tomografia e ressonância magnética de crânio.
    • Vídeo – EEG.
  • 18. COMO SE TRATA?
    • Através de medicações que possam controlar a atividade anormal dos neurônios, diminuindo as cargas cerebrais anormais;
    • Cirurgia da epilepsia, consiste na retirada de parte da lesão ou das conexões cerebrais que levam a propagação das descargas anormais.
  • 19.  
  • 20. AFASIA
    • É a perda da capacidade e das habilidades de linguagem falada e escrita, causada por lesão no sistema nervoso;
    • A linguagem falada é peculiar aos seres humanos e é localizada no hemisfério esquerdo e se correlacionando com assimetrias anatômicas (lobos frontal e temporal)
  • 21. LOBOS CEREBRAIS
  • 22.
    • É um sintoma comum da neurologia clínica;
    • Conseqüência de um AVC (Acidente Vascular Cerebral);
    • Traumatismos cranianos e encefálicos;
    • Tumores cerebrais;
    • Podem ser causadas por infecções e manifestações degenerativas locais, comprometendo a área especificada;
    • Existem peculiaridades que diferem as afasias e proporcionam ao médico uma determinação da topografia da região afetada.
  • 23. AFASIA DE BROCA
    • É caracterizada por uma grande dificuldade em falar, porém a compreensão da linguagem encontra-se preservada;
    • Conhecida como afasia não fluente, de expressão ou motora;
    • O paciente executa normalmente a leitura silenciosa, mas a escrita é comprometida.
  • 24. AFASIA DE WERNICKE
    • Caracteriza-se por dificuldade na compreensão da linguagem, a fala é fluente e faz pouco sentido;
    • Conhecida como afasia fluente;
    • Os pacientes falam espontaneamente, embora de modo vago, fugindo do objetivo da conversa;
    • Existem parafasias, ou seja, uma palavra substitui a outra. Exemplo: Chamar a colher de garfo (parafasia literal) chamar a colher de mulher (parafasia verbal).
  • 25.  
  • 26. AFASIA DE CONDUÇÃO
    • A compreensão está preservada e a fala é fluente e espontânea;
    • Existe uma incapacidade de repetir palavras corretamente.
  • 27. AFASIA GLOBAL
    • É a perda de todas as capacidades de linguagem: compreensão, fala, leitura e escrita;
    • É causada geralmente por um infarto completo no território da artéria cerebral média esquerda;
    • Os pacientes apresentam hemiplegia direita, ou seja, uma perda de força no lado direito do corpo, além de demência associada;
    • O prognóstico é mais reservado.
  • 28. DIAGNÓSTICO
    • Pressupõe avaliar a capacidade de compreensão e de expressão do paciente;
    • Deverá iniciar pela avaliação sensorial, uma vez que a deficiência auditiva pode interferir no processo de comunicação;
    • É preciso ter certeza de que apenas um lado está comprometido, antes de pedir que a pessoa movimente o outro braço para mostrar que entende o que lhe foi pedido.
  • 29. TRATAMENTO
    • É feito através da estimulação da linguagem e é planejado especificadamente para cada caso;
    • O terapeuta irá construir pontes entre as habilidades que permaneceram e as que foram perdidas, valendo-se da plasticidade do sistema nervoso central;
    • A plasticidade neuronal permite estabelecer novas ligações entre os neurônios;
    • No tratamento da afasia, tem por objetivo ajudar a pessoa a construir cadeias para ultrapassar as dificuldades provocadas pela lesão, de modo a tornar as palavras novamente disponíveis.
  • 30. AGNOSIA
    • Perda da habilidade de compreender o significado ou reconhecer a importância de várias formas de estimulação que não podem ser atribuídas á deficiência de uma modalidade sensorial primata.
  • 31. TIPOS DE AGNOSIA
    • Visual: o canal sensorial não consegue ativar a memória que tem dos objetos. Ocorre devido a lesões do lobo occipital na região da cissura calcariana;
    • Tátil: incapacidade para reconhecer objetos mediante o sentido do tato. Ocorre devido ao canal sensorial visual não consegue ativar a memória que tem dos objetos;
    • Auditiva: não consegue identificar sons e ruídos.
  • 32.  
  • 33. CAUSAS
    • Não é doença, é um sintoma;
    • Geralmente é decorrente de doenças neurológicas como um tumor, AVC e doenças degenerativas como o Alzheimer.
  • 34. TRATAMENTO
    • Exacerbar as funções cerebrais intactas para compensar as funções perdidas é uma boa estratégia de reabilitação (estimular a plasticidade cerebral).
  • 35. APRAXIA
    • Perda da capacidade de realizar atos motores previamente aprendidos;
    • Resulta de disfunções nos hemisférios cerebrais, sobretudo do lobo parietal;
    • As apraxias podem ser classificadas segundo as suas características:
  • 36. HEMISFÉRIOS CEREBRAIS
  • 37.
    • Movimento de Membro: Ocorre quando o paciente tem dificuldade de realizar movimentos finos e precisos;
    • Ideomotora: Dificuldade de realização de ações que não dependem de objeto (gestos);
    • Dissociação verbal-motora: O paciente hesita em fazer qualquer movimento, como se não tivesse entendido o comando;
    • Dissociação visuomotora: O indivíduo falha no desempenho com estímulo visual, mas desempenha-se bem para comando verbal e táctil.
  • 38.
    • Dissociação Táctil: Indivíduo obtêm melhor desempenho para estímulo visual e verbal do que para estímulo táctil;
    • Ideacional: A inabilidade de concluir uma série de atos ou um plano ideacional, ocorrem erros grosseiros. A maioria dos pacientes tem alguma doença demencial ou estado confusional;
    • Conceitual: O paciente não se recorda qual o tipo de ação está associada a que ferramenta específica, incapacidade de nomear, apontar, descrever uma ferramenta quando sua função é discutida;
    • Bucofacial: Possuem dificuldades em desempenhar funções, habilidades de movimentos aprendidos com a face, lábios, língua e etc. Exemplos: Apagar um fósforo, mandar um beijo.
  • 39. TRATAMENTO
    • É necessário a intervenção de equipe multidisciplinar para trabalhar a compensação funcional do membro contra- lateral ao hemisfério lesionado.
    • Intervenção de neurologistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicopedagogos e psicólogos.

×