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CONCLUSÃO


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CONCEITOS E TENDÊNCIAS
C nc rrê ia ino ç e te no g a
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MOTIVAÇÃO DOS LEITORES
Em5a s a e d 8 % d stítulo no Bra il
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MOTIVAÇÃO DO
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CUSTO - BENEFÍCIO
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 Ideal jornalístico versus Ideal financeiro

 Id a jo lís o inve tim ntoe c b rtura , e
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 “ [...] é preciso separar o joio do trigo. Em toda a
  nossa cultura jornalística, da qual a gente proveio, na
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 Ge lm nteaim o nc d d m isq lid d d jo l e
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 “ investimentos em qualidade têm os seguintes
  Os
 retornos: favorecem incrementos de consumo,
 permitem aumentar o pre...
A RESPOSTA DOS JORNAIS
Que anale
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Otá Fria Filho a re itaq :
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J ve e tã a a ure e...
ACIRRAMENTO DA CONCORR NCIA
Exp ns o d Inte t, TVsp r a s tura jo lis ono
   a ã a       rne     o s ina , rna m
 rá io re...
ACIRRAMENTO DA CONCORR NCIA
INOVAÇ TEC
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Te tivad s rg e
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INTERNET
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           0 5 ra 3   ilhõ s e uá s a d
Bra il. 5 % b c va no ia einfo...
Mud nç no p rfil d jo lis : “ rna tad m c ”
   a a     e      o rna ta jo lis e o hila

       Deind ua taep ta o ta p ram...
Ind uoc m c d r ed s m d r d c nte o W b2 .
   ivíd o o ria o is e ina o e o úd . e .0



  Do s sp s o isa sb g
    s ite...
Jo isjáe ua ra o no no sm ld sd jo l o
  rna   nq d d s s vo o e o rna n-line

Blo s p s na no ia , víd o , o iniõ sd e p ...
Folha
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“ p e jo l e te p re l e líng p rtug s ”
O rim iro rna m m o a m      u...
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  1. 1. “ jo l as rviç d vo ê Um rna e o e c ” Análise crítica e conceitos
  2. 2. FICHA TÉCNICA Em re a Fo d Ma S.A. p s : lha a nhã Periodicidade: Diá rio Fo a : Standard rm to Se e Sã P ulo SP d : o a ,  Circulação: Brasil Fundação: 19 de fevereiro e19 1 d  2 Fundador: Oliva C s eP d C l o ta e ro unha Proprietário: Empresa Folha da Manhã S/A Presidente: Luís Frias Diretor: Octávio Frias Filho Editor: Eleonora de Lucena Fo W b ite http w .fo .uo o .b lha e s : ://w w lha l.c m r
  3. 3. ORGANIZAÇ E TIP DE ÃO OS INFORMAÇÃO ORGANIZAÇÃO TIPOS C te o a g ria Interna Alfa é a b tic Re re ia fe nc l No io a tic s Lo a ç o c liza ã Cultural
  4. 4. MERCADO DA INFORMAÇÃO • Ac m nto d c nc rrê ia c m o s m io d irra e a o o nc o utro e s e c m aã . o unic ç o • Me ste p àle no m o itura • J rna lo a o is c is • Mud nç no c ns od info a õ s a a o um e rm ç e • Mud nç s e trutura e nã vinc d s a c s im nto a a s is o ula a o re c e e o m ointe o e rno c nô ic rno u xte
  5. 5. PONTO DE VISTA DA AUDI NCIA • Te p e c s o m o s as • P s uis d m rc d e 2 0 : eq a e e a o m 0 3 1. Fo usg up(13g o ) c ro rup s 2. C s e A eB+ la s s 3. Ho e em re m ns ulhe s 4. Me q m isutiliza io ue a m 5. P nto e c m : b c r info a õ s ro ira e o m o um us a rm ç e tine m nte e umd s e m io m es s e s
  6. 6. IMPORTÂNC DA INFORMAÇ IA ÃO • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 18a2 a s m ns e 3 no : “ rm ç o é tud . Se vo ê nã e tá Info a ã o c o s info a o vo ê nã s s nte b m Nã d rm d , c o e e e . o á p ra a c nvive c ma p s o s o r o s e s a .” • TV p r a s tura o s ina : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ vo ê nã tive info a ã , vo ê fic Se c o r rm ç o c a a na o Vive o e um m o q m a lie d . ms m und ue ud to o d . d ia Exis m m s info a õ s Vo ê te uita rm ç e . c s m re te q e p m ue e ta a na o s r nte d .” Seháp rd d inte s enojo l nã ép r a ha q ainfo a ã nã éim o nte e a e re s rna o o c r ue rm ç o o p rta
  7. 7. MEIOS E MENSAGENS • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ c te q a e s r vá s Vo ê m ue c s a rio ve ulo .(...) Eu g s d te vá s íc s o to e r rio c na p ra a is a m info a Eu a ho q e rm r. c ue um c m le o o p ta o .Ac q ojo l utro ho ue rna éo m is c m le .” a o p to • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 4 0 no : “ jee tátud tã rá id , aim re s o q ho s o o p o p s ã ue d é q a info a ã é á ue rm ç o fra m nta a m s nã g e d, a o é É vo êq nã te te p , à ve s d a s rve . c ue o m m o s ze , e b o r –tem q s r a sp uc s ue e o o o .”
  8. 8. RÁDIO • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ a ho q Eu c ue no rá io fa d lta m is a info a ã . C m e te e rm ç o o o ntre nim nto é le a gl vo ê c fic r m s la o m s e s nã a e c nd , a le o c ns g m d r o e ue a um info a ã c m le . Sinto ne e s a e d te a rm ç o o p ta c s id d e r m io a p a r m litud d no ia e e tíc .”
  9. 9. TV • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ na a info a õ s P r s r um Ba liza s rm ç e . o e m io d m s ae te d s r ta b m e e a s la m e e m é bs a á ic ” “ TV m nip a info a ã enã A a ula rm ç o o a re a na a g g d .”
  10. 10. INTERNET • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Mulhe sd 2 a4 a s re e 5 0 no : “ rne é uma a lho fa s o e q Inte t p re ntá tic , m ue vo ê te o m o to o a na s s m o . É c m und d li s ua ã s um m io e m d rnoe q vo êinte g c m o m o inte .” oe m ue c ra e o und iro Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ umm io d c m a ã e q vo ênã é e e o unic ç o m ue c o te lim . Vo ê p d p c r ta m ite c o e ro ura nto info a õ s d rm ç e o p s a o q nto a q a s d ua s ue a a a m d a o c r. P d c b ra e c nte e o e fa r c m um la o a p so d o e s a o utro la o d m o É um d o und . a to l ta c ne tivid d c mainfo a ã .” o c ae o rm ç o
  11. 11. INTERNET • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ hoq am io p rted te p q e Ac ue a r a o m o ue u e to na inte t éq nd e to noe c rio Te q s u rne ua o s u s ritó . nho ue a o p nha om rc d , o q e tá cma r e ao ue s a o c nd . A c nte e o inte t tra e s info a ã a liza ad fo aq s rne z s a rm ç o tua d e rm ua e ins ntâ a ta ne .” “ inte t, e fic c mums ntim nto d Na rne u o o e e e q ano iaéd s a ve Vo êvêano ia ue tíc e c rtá l. c tíc , m s no a, d sg ia e uinte na ac m umb me , d o o o ve jo l p ra lho rna a vo ês b r tud d fo a c ae o e rm m isc m le .” a o p ta “ ling g més p sm sa ho c ns tivo A ua e im le a c a a fic r le ono ianate d c m uta o m a nd tíc la o o p d r, e inc m d . o oa Te ta b maq s o d fic r m mé ue tã e a a rind b o ja la p rac g r a nd vo êq r. Àsve sa ho m ne s a he a o e c ue ze c uito m isrá id p g r o a p o ea jo l.” rna
  12. 12. INTERNET • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Mulhe sd 2 a4 a s re e 5 0 no : “ rne é uma a lho fa s o e q Inte t p re ntá tic , m ue vo ê te o m o to o a na s s m o . É c m und d li s ua ã s um m io e m d rnoe q vo êinte g c m o m o inte .” oe m ue c ra e o und iro Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ umm io d c m a ã e q vo ênã é e e o unic ç o m ue c o te lim . Vo ê p d p c r ta m ite c o e ro ura nto info a õ s d rm ç e o p s a o q nto a q a s d ua s ue a a a m d a o c r. P d c b ra e c nte e o e fa r c m um la o a p so d o e s a o utro la o d m o É um d o und . a to l ta c ne tivid d c mainfo a ã .” o c ae o rm ç o
  13. 13. REVISTA • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ um le É a itura que vo ê c . A c urte ling g m é b m m is le q ua e e a ve ue a ling g m d jo l. Às ve s vo ê q r d r um ua e o rna ze , c ue a a re s a a na c b ç , fre c d a ea p ip lm nte no fim d rinc a e e s m na e a .” “ nd e te ino d le a re ta m Qua o u rm e r vis , e sinto info a o P ip lm nte e rm d . rinc a e m re ç o à la ã m té p ip l, p re eq e a ria rinc a a c ue u a re i m is p nd a .”
  14. 14. JORNAL • Le re d Fo d Sã P ulo ito s a lha e o a : Ho e d 18a2 a s m ns e 3 no : “ c p d le a no ia q q e na ho Vo ê o e r tíc ue uis r ra q q e Te um d rs a e d a s ue uis r. m a ive id d e s unto . s Ensina vo ê a p ns r, a te um vis o m is c e a r a ã a c a d rític a s c d d .” o ie a e Ho e d 2 a4 a s m ns e 5 0 no : “ c lê jo l a s m na inte , c g no Vo ê rna e a ira he a Do ing , vo ê o a ue c lha a o d m o c lha q le a m ç e p p l. Eu ae vo d r um vo e um e p ire id . Nã a ho na a u a a lta a sa c a o c d d rtid le jo l a s ive o r rna o Do ing s m o .”
  15. 15. CONCLUSÃO O jo l te c d ve m no le re , s nã m a a m ne c m a rna rá a a z e s ito s e o ud r a ira o o no iaére ig a no fo a , ta a , p p l, tip lo ia a re c nta o tíc d id , rm to m nho a e o g , c s e nd m isa tivo (c m im g ns g fic s ilus ç e , e .) q fa ilite a a tra s o o a e , rá o , tra õ s tc ue c m a s ila ã d no ia e s nã g nha um c rá r m is d s o íd , s im ç o a tíc , e o a r a te a e c ntra o SEM p rd r aIDENTIDADE eaC e e REDIBILIDADE.
  16. 16. CONCEITOS E TENDÊNCIAS C nc rrê ia ino ç e te no g a o o nc , va õ s c ló ic s em a a no há ito d le ud nç s s b s e itura Re ç od p lic ç oae s sd s fio a ã a ub a ã se ea s Mo ç od sle re tiva ã o ito s
  17. 17. MOTIVAÇÃO DOS LEITORES Em5a s a e d 8 % d stítulo no Bra il no um nto e ,3 o s s Que ad 5 d e ,7% no núm rod e m la s e e xe p re J rna d MAIOR c ula ã X J rna LOC o is e irc ç o o is AIS EXP ANSÃO x LOC ALISMO P ré , “ ua m no o jo l, m no ac b rturalo a  o m q nto e r rna e r o e c l” d il d c te r ifíc e us a No ia d p ísem o c m ra a e a ê ia tíc s o a und : o p d s m g nc s No ialo a d p nd s tíc c l: is e io a Info a ã s d s a p lic e a e rm ç o e e tina o úb o nc ixe ntreno iae tíc d s jod s b r  c veefe ha ura ee e a e ha c d
  18. 18. MOTIVAÇÃO DO ANUNCIANTE Fa m nto tura e : 75 - ANUNCIANTES % 5 % - PUBLICIDADE 0 2 %- 5 CLASSIFICADOS C nc rrê ia o o nc : RÁDIOS eREVISTAS e p c liza a s e ia d s TV eINTERNET zapping muito o que melhorar
  19. 19. CUSTO - BENEFÍCIO “ o háre ç o d tae Nã la ã ire ntrec ula ã e irc ç o re b a e Umjo l nã s to m is nta ilid d . rna o e rna a re ve q nd a e s c ula ã . O ntá l ua o um nta ua irc ç o o o to p d a o c r.” p s o e c nte e A FOLHA to o ad c ã e tra g ad m u e is o s té ic e c te r d trib ã no Bra il eno inte r d us a is uiç o s rio e Sã P ulo a e a d s g ra p juízo o a , p s r is o e r re
  20. 20. VALORES VALORES INTANGÍVEI TANGÍVEIS S
  21. 21.  Ex: P s io re e us ã , p je ã na io l, re tíg , p rc s o ro ç o c na c d ilid d (q lid d se g ra re ib a e ua a e m e l)  “ a o tanaq lid d im lic um c rtare A ps ua a e p a a e núnc e ia m o te am xim re b a eno c b r á a nta ilid d urto p zo ¹ ra ” “ Entretanto é precisamente o investimento em qualidade [...] o que lhes proporciona prestígio e constitui sua principal barreira de entrada de possíveis concorrentes” 1 Alfo o Sá he ns nc z-Ta e ro b rne
  22. 22.  Ideal jornalístico versus Ideal financeiro  Id a jo lís o inve tim ntoe c b rtura , e e l rna tic : s e m oe s m c rre p nd nte nom oto o e g nd sm té s= a o so e s und d , m ra e a ria lto c to us  Id a fina e : s p id d d m té s re uç od el nc iro im lic a e e a ria , d ã e c rre p nd nte = re uç od g s s o so e s d ã e a to  O d to d Fo p p eume uilíb noid a d ire r a lha ro õ q rio el o jo lis oenoid a d a m tra o d jo l rna m e l o d inis d r o rna
  23. 23.  “ [...] é preciso separar o joio do trigo. Em toda a nossa cultura jornalística, da qual a gente proveio, na qual a gente ainda está imerso, sempre havia uma margem de desperdício. E sempre foi também uma cultura jornalística onde havia [...] uma enorme preocupação com tradições do próprio veículo, com uma visão mais conceitual do jornalismo [...]” Ota Fria Filho Dire r d Re a ã d Fo d S. P ulo vio s , to e d ç o a lha e a
  24. 24.  Ge lm nteaim o nc d d m isq lid d d jo l e ra e p rtâ ia a a a ua a e o rna m no are uç o d g s sva d a o oc mom d lo e s d ã e a to ria e c rd o oe d gs o e e tã
  25. 25.  “ investimentos em qualidade têm os seguintes Os retornos: favorecem incrementos de consumo, permitem aumentar o preço; erguem barreiras de entrada contra possíveis competidores.” Sá he nc z-Ta e ro b rne  Qua a e inta íve ta - c m c d ilid d ep c ã lid d s ng is l o o re ib a e re is o - e einve tim nto e q lid d m sg rare rno xig s e m ua a e a e to fina e nc iro
  26. 26. A RESPOSTA DOS JORNAIS Que anale d itura Otá Fria Filho a re itaq : vio s c d ue J ve e tã a a ure e o m ista e–a unsd le s o ns s o m d c nd a rd lg e se to rã le re d jo is s q m ista ia e . E rna o ito s e rna , ó ue a rd m nte nã s rã m io . o e o a ria Inte t = re s im ntod há ito d le rne s urg e o b a itura J rna c ntinua op rd nd “ a s d te ” m a a o is o rã e e o m s a e xto  ud nç d há ito d le e b e ituras b p p l o re a e
  27. 27. ACIRRAMENTO DA CONCORR NCIA Exp ns o d Inte t, TVsp r a s tura jo lis ono a ã a rne o s ina , rna m rá io re tas m na d , vis e a l. J rna d inuirã d ta a . “ uito c raao e ç o o is im o e m nho m a p ra ã m c nic d fa r jo l” e â a e ze rna J rna d vea a o r “ q a o c u o m  fo a na o l e b nd na o ue c nte e nte ” cr c nte liza ã , a lis , o iniã , c a o xtua ç o ná e p o rític .
  28. 28. ACIRRAMENTO DA CONCORR NCIA
  29. 29. INOVAÇ TEC ÃO NOL”GICA Te tivad s rg e nta e ine ia ntree iç e im re s seo d õ s p sa n-line–na Fo d c -s is o m snã p re eviá l. lha is ute e s , a o a c ve Fe m nta d W b inte tivid d ehie rq ç od rra e s a e ra ae ra uiza ã a no iap r p rted sle re  nã éus d naFo , tíc o a o ito s o ao lha ne a . g tivo Im o nc d tra a d jo lis a o a r e p rtâ ia o b lho o rna ta o rg niza hie rq r ano ia  p fe m nte o e “ tura ra uiza tíc . re re a r rd m na l” entree is o ere e to m sr c p r.
  30. 30. INTERNET Em2 0 e m3 ,4m e d us rio d re eno 0 5 ra 3 ilhõ s e uá s a d Bra il. 5 % b c va no ia einfo a õ s s 7,6 us a m tic s rm ç e . Trê b ne io p ip is s e fíc s rinc a :  Tro ac mo re e to s Aum ntod info a õ sa c o s c p re . e e rm ç e re p itod sre e to s(fe d a k). se o c p re e b c  Fo a q fa ilitaains rç od a rm to ue c e ã e núnc s io p lic rio ed a õ sd m rke . Hip rlink. ub itá s e ç e e a ting e  Ba od d d sp rm ne . Me ó d no ia nc e a o e a nte m ria a tíc .
  31. 31. Mud nç no p rfil d jo lis : “ rna tad m c ” a a e o rna ta jo lis e o hila Deind ua taep ta o ta p ram m ro d um e uip . ivid lis ro g nis , a e b e a q e Mud nç no p rfil d le r a a e o ito Des p sre e to p rare e to m s r. im le c p r, a c p r-e is o O jo l d vea rir e p ç p rao le r e re s r-s , d vefa r c m rna e b s a o a ito xp s a e e ze o q e tec la o c mac m o iç o d no ia inte nhaq nd ue s o b re o o p s ã a tic , rve ua o a ha ne e s rio m s nd as vis o d m o c r c s á , o tra o ua ã e und .
  32. 32. Ind uoc m c d r ed s m d r d c nte o W b2 . ivíd o o ria o is e ina o e o úd . e .0 Do s sp s o isa sb g s ite e s a o lo s Do s te a p racontent management a swiki s is m s a o Dastickiness a syndication o “ Enquanto os verbos característicos da web 1.0 são disponibilizar, buscar, ter acesso e ler, na web 2.0, as novas palavras de ordem são expor-se, trocar, colaborar em atividades de interação que encontram suas bases em principio de confiança e compartilhamento.”
  33. 33. Jo isjáe ua ra o no no sm ld sd jo l o rna nq d d s s vo o e o rna n-line Blo s p s na no ia , víd o , o iniõ sd e p c lis s vo ç e , p s uis s g , o ts s tíc s e s p e e s e ia ta , ta õ s e q a http w .e a .c m lo a ://w w lp is o /g b l/ http w .nytim s o / ://w w e .c m http w .c rrie .it/ ://w w o re
  34. 34. Folha http w .fo .uo o .b ://w w lha l.c m r/ “ p e jo l e te p re l e líng p rtug s ” O rim iro rna m m o a m ua o ue a Novos concorrentes na web - Gestores da informação no mesmo veículo http ng h.a ze ra t/ ://e lis lja e .ne http w .b c o ://w w b .c .uk/ http w .c o / ://w w nn.c m No Bra il: s http lo o w .g b .c m ://g b ne s lo o o / http w .b c o ://w w b .c .uk/p rtug s / o ue e

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