Apresentação - Curso de Professores

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Professores participantes do AR! confiram o material apresentado durante o Curso de Atualização em Esportes de Aventura e Ação, realizado nos dias 10 e 11 de agosto na UERJ.

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Apresentação - Curso de Professores

  1. 1. BASQUETE 33
  2. 2. BASQUETE 33 Modalidade do basquete jogada em espaços Indoor e Out door e ambientada na cultura street/hip hop que está em franco crescimento no universo esportivo. O Basquete 33 tem por característica a mescla do esporte com a música, a dança e as artes visuais (grafite).
  3. 3. BASQUETE 33 Cultura Urbana
  4. 4. BASQUETE 33 Ementa Identificar as diferentes técnicas do Basquete 33 • Apresentar as técnicas; • Analisar as técnicas; • Aplicar as técnicas; • Elaborar um método específico para o ensino do Basquete 33.
  5. 5. BASQUETE 33 Unidade I
  6. 6. BASQUETE 33 Conteúdo Físico Organização dos exercícios em função de: • Tempo/Espaço • Agilidade/equilíbrio • Coordenação dos membros inferiores com os membros superiores • Visão/percepção e concentração. • Controle de bola e finalização.
  7. 7. BASQUETE 33 Conteúdo Físico A base disciplinar para um bom método de ensino na modalidade, deve contemplar três aspectos básicos: a parte física, a técnica e a tática. Fortalecendo o conceito de que a parte física está contida nas partes técnicas e táticas. • Físico: Preparação e desenvolvimento corporal para a prática de modalidades esportivas. No caso do Basquete 33, desenvolver o planejamento num processo gradativo pautado pela tríade Coordenação-Força- Resistência.
  8. 8. BASQUETE 33 Conteúdo Físico Esta tríade será a base para todos os aspectos físicos, técnicos e táticos que o aluno deverá tomar conhecimento, após o processo de aprendizagem, a prática e ou treinamento de todos os aspectos técnicos e táticos. As leis da física que regem a performance do Basquete 33, são a lei de Hill e Lei de Fitts, Hill diz que quanto maior a força menor a velocidade, Fitts diz que quanto maior a velocidade menor a precisão. O Basquete 33 busca este equilíbrio entre força/velocidade/precisão a todo o momento. O que trará este equilíbrio é o poder cognitivo e coordenativo do aluno, que é trabalhado tanto na parte física como técnica e tática.
  9. 9. BASQUETE 33 Conteúdo Técnico • Técnica: Aprendizagem e aperfeiçoamento neuromuscular dos fundamentos técnicos ofensivos e defensivos do Basquete 33. A coligação entre físico e técnico é total. O jogador técnico é o que executa o movimento de forma mais adequada, mais econômica e mais eficiente possível. Portanto a aprendizagem técnica deve seguir os parâmetros das leis de Hill e Fitts. Deve ser a parte mais importante no treinamento, pois uma pessoa bem fundamentada, está apta para ser cobrada em performance sob qualquer situação.
  10. 10. BASQUETE 33 Conteúdo Tático • Tático: É o conhecimento do jogo e a escolha do fundamento a ser executado. A aprendizagem da modalidade, o conhecimento tático deve ser intrínseco, o atleta tem que conhecer o andamento natural do jogo e descobrir quais são as melhores atitudes a se tomar nestes momentos. São os conceitos de princípios ofensivos e defensivos. As regras serão apresentadas através das execuções dos fundamentos técnicos e dos princípios táticos.
  11. 11. BASQUETE 33 Conteúdo Técnico/Tático Metodologia de ensino e aperfeiçoamento é desenvolvida através do: • Drible • Passar e receber • Arremessar • Defender Através desses 4 fundamentos se desenvolve a metodologia de ensino do Basquete 33.
  12. 12. BASQUETE 33 Conteúdo Emocional Psicologia aplicada • Motivação • Atenção • Memória • Avaliações
  13. 13. BASQUETE 33 Unidade II
  14. 14. BASQUETE 33 Aplicação dos Fundamentos Individuais e Coletivos
  15. 15. BASQUETE 33 Drible DESCOBERTA CONHECIMENTO USAR Com uma mão Com a outra mão Troca de mão Situação de jogo Alto / Baixo Troca direção Avaliando Lento / Rápido Troca velocidade Escolhendo Fraco / Forte Começando / Recomeçando Caminhando e Correndo
  16. 16. BASQUETE 33 Passar e receber DESCOBERTA CONHECIMENTO USAR Colaboração Parado Situação de jogo Disponibilidade Em movimento Avaliando Atenção Do drible Escolhendo Comunicação Duas mãos Uma mão
  17. 17. BASQUETE 33 Arremessar DESCOBERTA CONHECIMENTO USAR Equilíbrio Do drible Situação de Pés / Pernas Da recepção jogo Perto / Longe Correndo Avaliando Frente / Lateral Direita /Centro /Esquerda Escolhendo Atenção
  18. 18. BASQUETE 33 Defesa DESCOBERTA CONHECIMENTO USAR Empenho Linha Situação de jogo Vontade Adversário / Cesta Avaliando Ataque/Defesa Adversário / Bola Escolhendo Adversário
  19. 19. BASQUETE 33 Unidade III – A Regra
  20. 20. BASQUETE 33 A Regra Art. 1 Categoria • Futuro Misto Art. 2 Quadra • A partida será jogada na meia quadra de uma quadra regular do basquetebol da FIBA. Art. 3 Equipes • Cada equipe deverá ter o máximo de doze (12) jogadores (seis {6} jogadores do sexo masculino, seis {6} jogadores do sexo feminino e um (1) técnico. Art. 4 Arbitragem • Dois (2) árbitros auxiliados por três (3) oficiais de mesa (um Apontador, um Cronometrista e um Operador de Quatorze {14} segundos).
  21. 21. BASQUETE 33 A Regra Art. 5 Início da Partida • 5.1. As duas equipes devem entrar em quadra para o jogo já aquecidas. • 5.2. A partida deverá começar com uma bola ao alto na linha de lance livre; a equipe “A” de frente para cesta. A equipe que ganhar o controle de bola poderá efetuar um arremesso imediatamente para cesta, sem a necessidade de voltar à bola para trás da linha de três pontos. • 5.3 Em caso de bola presa, disputa de par ou ímpar. Art. 6 Tempo de jogo • 6.1 O tempo regular jogado é composto por dois tempos de dez (10’) minutos cada e um intervalo de um (1’) minuto. • 6.2 No entanto, o primeiro tempo será jogado entre as mulheres das equipes (só as mulheres em quadra), e o segundo tempo será jogado entre os homens das equipes (só os homens em quadra).
  22. 22. BASQUETE 33 A Regra • 6.3 Se permanecer empate (placar) no final do último período, o jogo deve continuar com tempo extra de cinco (05’) minutos divididos em dois tempos de dois minutos e meio (2’ 30’’), o primeiro tempo será jogado entre os homens das equipes (só os homens em quadra), e o segundo tempo será jogado entre as mulheres das equipes (só as mulheres em quadra). • 6.4 O relógio deve ser parado apenas a um (01 ') minuto do último período e do último período no tempo extra. O relógio será reiniciado logo que a jogador ofensivo recebe a bola em qualquer lugar na quadra. Art. 7 Falta Individual / Falta Coletiva • 7.1 04 faltas individuais (o (a) jogador (a) será eliminado (a) da partida). • 7.2 Faltas coletivas (a partir da 5ª falta, cada falta será creditado 01 ponto contra a equipe infratora, a equipe que sofreu a falta mantém a posse da bola).
  23. 23. BASQUETE 33 A Regra • 7.3 O jogador que sofre a falta recebe a cesta na súmula. • 7.4 Na falta técnica a equipe oponente recebe 01 ponto e o (a) capitão (ã) recebe a cesta na súmula. • 7.5 Até a 4ª falta coletiva, se cobra apenas à saída de bola em qualquer posição lateral ou fundo, fora da quadra. Art. 8 Quatorze segundos • A equipe deve efetuar um arremesso à cesta dentro de Quatorze (14) segundos. Art. 9 Pontuação • Cesta de dois (02) pontos e três (03) pontos.
  24. 24. BASQUETE 33 A Regra Art. 10 Substituição • O revezamento ou substituição entre (o)s (a)s seis (6) integrantes das equipes ficarão a critério da equipe, não havendo necessidade de comunicação ao árbitro. O local determinado para ser efetuado à troca é ao lado da mesa de controle. Art. 11 Tempo técnico • Não tem tempo técnico para nenhuma equipe Art. 12 Como a bola é jogada • 12.1 Prosseguimento após cada cesta convertido: • Um jogador da equipe que sofreu a cesta reiniciará a partida efetuando um passe de fora para dentro da quadra a partir de uma posição atrás da linha final para qualquer um dos seus companheiros. Caso este se encontre na área de dois pontos deverá, através do drible ou de passe, fazer a bola chegar à área de três pontos.
  25. 25. BASQUETE 33 A Regra • Uma vez que a bola tenha chegado atrás da linha dos três pontos, pelo menos dois jogadores da equipe atacante (o que recebeu a bola ou a driblou e um dos seus companheiros) precisam tocar na bola antes da equipe poder efetuar uma tentativa de pontuar. • 12.2 Após cada arremesso não convertido: • Caso a equipe atacante ganhe o rebote, ela pode continuar a tentar marcar pontos sem retornar a bola para trás da linha de três pontos. • Caso a equipe defensiva ganhe o rebote, ela deve retornar a bola (passando ou driblando) para trás da linha de três pontos. • Uma vez que a bola esteja atrás da linha de três pontos, um mínimo de dois (2) jogadores da equipe atacante (aquele que recebe a bola ou aquele que está driblando e um dos seus companheiros de equipe) tem que tocar a bolar antes de tentar marcar pontos.
  26. 26. BASQUETE 33 A Regra • 12.3 Após um roubo de bola, perda da bola etc.: • Se isto acontece dentro da área de dois pontos, a bola deve ser passada ou driblada para um local atrás da linha de três pontos. Uma vez ela estando na área de três pontos, um mínimo de dois (2) jogadores da equipe atacante (jogador que recebe a bola ou aquele jogador que dribla e um dos seus companheiros) tem que tocar a bola antes de tentar marcar pontos. • 12.4 Se o primeiro jogador atacante que driblou ou recebeu a bola atrás da linha de três pontos tentar marcar pontos, ele cometerá uma violação. Caso sofra uma falta em sua tentativa, esta será assinalada, Não sendo, porém, uma falta em jogador no ato do arremesso. • 12.5 Todas as reposições o árbitro entregará a bola para o jogador que fará a reposição e este deverá efetuar um passe para um companheiro que se encontre em qualquer posição dentro da quadra. Contudo, caso o jogador que receba o passe esteja na área de dois pontos, ele deverá driblar ou passar a bola para um local atrás da linha dos três pontos.
  27. 27. BASQUETE 33 A Regra Art. 13 Disciplinar • Qualquer atitude considerada pelo árbitro ou Comissão Organizadora como anti- desportiva ou violenta, seja contra membros da organização, arbitragem, adversários, companheiros de equipe ou público presente, será punida com a desclassificação imediata da equipe da competição. • Qualquer informação falsa dada no ato da inscrição causará a desclassificação da equipe da competição. • Casos omissos serão resolvidos pela Organização.
  28. 28. BASQUETE 33 Quadra
  29. 29. BASQUETE 33 Súmula Nº ATLETA PTS FALTAS Nº ATLETA PTS FALTAS PONTUAÇÃO - EQUIPE A PONTUAÇÃO - EQUIPE B 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 Árbitros: ___________________/ ____________________/ ___________________ Mesa: ___________________/ ___________________/ ____________________
  30. 30. BASQUETE 33 Contato Chico Chagas B3 Street 21-9993-6583 www.b3street.com chico.chagas@b3street.com
  31. 31. PRIMEIROS SOCORROS Em algumas situações do cotidiano escolar J Silvio de O Barbosa Fisiologia do Exercício – IEFD-UERJ Fisiatra – Policlínica Piquet Carneiro
  32. 32. PRIMEIROS SOCORROS Lesões osteomioarticulares • Geral • Contusões • Musculares • Contraturas • Rupturas • Estiramento • Distensão • Ruptura completa
  33. 33. PRIMEIROS SOCORROS Lesões osteomioarticulares • Ósseas • Fraturas • Incompleta • Completa
  34. 34. PRIMEIROS SOCORROS Lesões osteomioarticulares • Articulares • Entorse • Luxação
  35. 35. PRIMEIROS SOCORROS Alterações metabólicas • Hipoglicemia • Sinais e sintomas • Fadiga • Tonteiras • Sudorese (“suor frio”) • Taquicardia • Palidez • Torpor • Convulsões • Coma • Morte • Prevenção • Tratamento
  36. 36. PRIMEIROS SOCORROS Alterações metabólicas • Distúrbio hidroeletrolítico fase I • Sinais e sintomas • Fadiga • Câimbras • Prevenção • Tratamento
  37. 37. PRIMEIROS SOCORROS Alterações metabólicas • Distúrbio hidroeletrolítico fase II • Sinais e sintomas • Sudorose (“suor frio”) • Taquicardia • Palidez • Confusão mental • Redução da produção de suor • Prevenção • Tratamento
  38. 38. PRIMEIROS SOCORROS Alterações metabólicas • Distúrbio hidroeletrolítico fase III • Sinais e sintomas • Elevação da temperatura corporal (retal 41ºC) • Pele seca e quente • Taquicardia • Hipotensão • Acidose metabólica • Coagulação intravascular disseminada • Insuficiência renal •  • Prevenção • Tratamento
  39. 39. PAREDE DE ESCALADA Educação – Esporte - Aventura
  40. 40. PAREDE DE ESCALADA Educação “A educação deve contribuir para o desenvolvimento total da pessoa – espírito e corpo, inteligência, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade social, espiritualidade. Todo ser humano deve ser preparado, (...), para elaborar pensamentos autônomos e críticos e para formular seus próprios juízos de valor, de modo a poder decidir por si mesmo nas diferentes circunstâncias da vida.” UFRJ - Mar - Cabo Frio - RJ Educação: Um Tesouro a Descobrir - Relatório Jacques Delors - UNESCO
  41. 41. PAREDE DE ESCALADA Aventura para isso: . . . tem o caráter mágico no imaginário humano. Todos ESCALE! carregam dentro de si o desejo de desbravar, de desprender-se e voar com liberdade, mas as máscaras sociais da cultura e do modo de educação que os envolve tolhe, em parte, esse desejo, fincando-lhes os pés na terra. (Costa, 2000)
  42. 42. PAREDE DE ESCALADA Escalada . . . um esporte que resgata valores de beleza, auto-realização, liberdade, cooperação e solidariedade, valores muitas vezes omitidos pelas práticas mecanizadas do esporte-espetáculo, em que preponderam a eficácia do rendimento corporal e a produção e consumo de bens e serviços. (Costa, 2000) Dedo de Deus – Teresópolis - RJ
  43. 43. PAREDE DE ESCALADA Escalada ...pode ser entendida de diferentes maneiras. Desde a subida ao cume de uma montanha, não importando a sua forma (inclusive caminhando), até uma série de movimentos complexos e ordenados de mãos e pés que necessitam da especialização dos mesmos.
  44. 44. PAREDE DE ESCALADA Cultura corporal “Busca desenvolver uma reflexão pedagógica sobre o acervo de formas de representação do mundo que o homem tem produzido (...), exteriorizadas pela expressão corporal: jogos, danças, lutas, esporte, malabarismo, mímica e outros, (...) identificados como formas de representação simbólica de realidades vividas pelo homem, historicamente criadas e culturalmente desenvolvidas.” (Coletivo de Autores, 1992) Fontainebleau - FR
  45. 45. PAREDE DE ESCALADA Simbolismo e imaginário “o símbolo, a capacidade de simbolizar, é inerente ao processo criativo. A escalada em muros contempla vivências próprias da infância, desenvolvendo a imaginação, sem descaracterizar o aspecto lúdico, desafiante e cheio de novas conquistas, pois apresenta infinitas possibilidades educacionais que podem ser vivenciadas por diversas faixas etárias” Fórum Mundial de Educação Nova Iguaçu – RJ - 2006 (HYDER, 1999)
  46. 46. PAREDE DE ESCALADA Risco e decisão slack line ! “estão vinculados a comportamentos de ordem emocional e a dificuldades cognitivas; o emocional pode vir a destruir seu autocontrole, condição essencial à tomada de decisão, e as dificuldades cognitivas muitas vezes impedem o sujeito de diagnosticar aquilo com o que está lidando” base jump ! “Para educar alguém para ter ancoragem em si mesmo é preciso audácia, ousadia, presença constante e convivência com o risco” (Costa, 2000, p.92)
  47. 47. PAREDE DE ESCALADA Vertigem bungee jump ! . . . o jogo de vertigem satisfaz o desejo de ver temporariamente arruinados a estabilidade e o equilíbrio do seu corpo, de escapar a tirania de sua percepção e de provocar a desordem de sua consciência, mergulhando em uma sensação profunda de terror e pânico, em uma espécie de hipnose. ... esta categoria proporciona um prazer imenso ao sujeito, um prazer no pânico do deslize. (Ferreira e Costa, 2003, p. 213)
  48. 48. PAREDE DE ESCALADA Outros elementos altura equilíbrio superação auto vertigem confiança Escalada desafio desconforto risco coragem controlado
  49. 49. PAREDE DE ESCALADA Contextualização escalada indoor ! ... derivada do alpinismo clássico, a escalada indoor surgiu na Ucrânia na década de 70, quando um alpinista impedido de ir às montanhas (devido ao frio e as fortes tempestades que assolavam a região), tomou algumas pedras de tamanhos diferentes e fixou-as na parede de sua garagem para treinar enquanto perdurasse o inverno. tal fato, mais tarde, foi repetido por todos os montanhistas locais. . . . nos últimos anos o esporte cresceu, saiu do ambiente natural (Montanha) e entrou firme em academias, escolas e ginásios, através da "escalada indoor "
  50. 50. PAREDE DE ESCALADA Tecnologia tecnologia boulder muro escolar estrangeira!
  51. 51. PAREDE DE ESCALADA Eventos UFRJ - Mar Arraial do Cabo 2005
  52. 52. PAREDE DE ESCALADA Eventos UFRJ - Mar Cabo Frio 2007
  53. 53. PAREDE DE ESCALADA Eventos Festival UFRJ - Mar Fórum Mundial Paraty 2008 Cabo Frio 2007 Nova Iguaçu 2006 Semana Nacional de Ciência e Tecnologia UFRJ – Praia Vermelha 2006
  54. 54. PAREDE DE ESCALADA Escalada na escola Colégio Municipal de Pescadores de Macaé IMPROVISO ! SEGURANÇA !
  55. 55. PAREDE DE ESCALADA Escalada na escola Instituto Politécnico de Cabo Frio - RJ falsa baiana !
  56. 56. PAREDE DE ESCALADA Circuitos Circuito variado construído basicamente com madeiras e cordas travessias em “teia” falsa baiana pneus suspensos pontes de corda de corda
  57. 57. PAREDE DE ESCALADA Benefícios . . . durante a escalada muitas decisões motoras devem ser tomadas, possibilitando o universo das escolhas e das tentativas. Valências Físicas: Valências Psicomotoras: Valências Cognitivas: • Resistência • Consciência corporal • Atenção • Força • Autoconfiança • Observação • Velocidade • Perseverança • Memória • Potência • Raciocínio lógico • Equilíbrio • Senso crítico • Coordenação • Flexibilidade • Ritmo • Agilidade grupo ! coletividade ! equipe !
  58. 58. PAREDE DE ESCALADA Conteúdos... . . . ultrapassar as barreiras do inter alcançando o transdisciplinar ; Educação Ambiental, Matemática, Geografia, História, Artes Física, Química, Línguas Estrangeiras, etc Equipamentos Nós Agarras
  59. 59. PAREDE DE ESCALADA Desafio... . . . permitir que a cultura corporal do movimento possa ser compreendida e trabalhada através de atividades físicas, atividades manuais e intelectuais envolvendo principalmente elementos inerentes ao gesto de escalar.
  60. 60. PAREDE DE ESCALADA Referências COSTA, Vera Lucia M. Esporte de Aventura e Risco na Montanha – um mergulho no imaginário. 1ª ed. São Paulo: Manole, 2000 FERREIRA e COSTA, Esporte, Jogo e Imaginário Social. 1ª. ed. Rio de Janeiro:Shape,2003 SOARES, C.L. et al. (Coletivo de Autores). Metodologia do ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992. HYDER, M. A. Have your Students Climbing the Walls – The growth of Indoor Climbing. Journal of Physical Education, recreation e Dance, vol. 70 n.9 p.32-39, Nov/Dec, 1999
  61. 61. PAREDE DE ESCALADA Projeto . . . duas faces de escalada contendo vias preparadas para a competição de dificuldade e velocidade. . . . uma parede projetada para atender variado repertório cognitivo e motor presente no movimento de escalar.
  62. 62. PAREDE DE ESCALADA Regulamento DAS EQUIPES • as equipes constituir-se-ão de onze (11) integrantes; • cada equipe deverá ser composta por seis (6) membros do sexo masculino, dos quais três (3) competirão na categoria VELOCIDADE, um (1) na categoria DIFICULDADE e dois (2) serão RESERVAS, e cinco (5) do sexo feminino, das quais duas (2) competirão na categoria VELOCIDADE, uma (1) competirá na categoria DIFICULDADE e duas (2) serão RESERVAS.
  63. 63. PAREDE DE ESCALADA Regulamento DAS VIAS • cada uma das duas torres de competição possuirá uma via de VELOCIDADE idêntica a da outra face; • cada torre irá conter uma via de DIFICULDADE, sendo uma face destinada à disputa masculina e a outra à feminina; • as vias estarão determinadas por cores, a saber: 1. CINZAS e AMARELAS: agarras da via de VELOCIDADE; 2. LARANJAS: agarras das vias de DIFICULDADE.
  64. 64. PAREDE DE ESCALADA Regulamento DAS CATEGORIAS E PONTUAÇÕES • VELOCIDADE 1. Prova acontecerá no sistema de desafio, em séries de melhor de três: o(a) atleta que chegar ao final da via e tocar o sinal sonoro primeiro será o(a) vencedor(a) da bateria. Quem vencer duas baterias será o vencedor da série. Caso nenhum dos atletas atinja o final da via, a bateria não será validada; 2. Via todas as agarras da parede poderão ser utilizadas pelo(a) escalador(a); 3. Ordem de participação cada equipe deverá apresentar a ordem dos escaladores, separados por gênero, antes do início da bateria;
  65. 65. PAREDE DE ESCALADA Regulamento DAS CATEGORIAS E PONTUAÇÕES • VELOCIDADE 4. Pontuação • a vitória valerá dez (10) pontos e o segundo lugar cinco (5); • somente será somada a pontuação de segundo lugar (cinco pontos) para o(a) atleta que completar a via, no mínimo, uma vez; • cada equipe poderá somar um máximo de cinqüenta (50) pontos e um mínimo de zero (0) pontos na prova. • em caso de queda, o(a) escalador(a) não será penalizado(a), entendendo que a queda já se constitui como punição por acrescer tempo à escalada do(a) participante;
  66. 66. PAREDE DE ESCALADA Regulamento DAS CATEGORIAS E PONTUAÇÕES • DIFICULDADE 1. Prova ocorrerá de forma seqüencial, com um(a) atleta escalando após o(a) outro(a), sem que o(a) posterior observe o(a) anterior, dentro da mesma bateria; 2. Via compostas por agarras de cor LARANJA; 3. Pontuação cada via valerá um total de quinze (15) pontos;
  67. 67. PAREDE DE ESCALADA Regulamento o score do(a) atleta será igual a quinze (15) menos o número de agarras restantes até o final da via; em caso de queda, conta-se a última agarra dominada*; existirão duas agarras BÔNUS que valerão cinco (5) pontos cada; para fazer jus a esta pontuação o(a) atleta NÃO poderá utilizar esta agarra no momento de sua passagem pela mesma, que estará sinalizada na parede de escalada; cada atleta poderá somar vinte e cinco (25) pontos e, conseqüentemente, a equipe, cinqüenta (50) pontos. * domínio de agarra: considera-se dominada, a agarra na qual o atleta tocou com uma ou as duas mãos e utilizou para sustentar todo ou parte do peso do corpo.
  68. 68. PAREDE DE ESCALADA Regulamento DAS DISPOSIÇÕES GERAIS • nenhum(a) atleta poderá participar de duas categorias durante a mesma bateria, cabendo punição com a perda dos pontos do(a) mesmo(a); • não caberão recursos em função da ordem de participação dos(as) atletas, durante a competição de velocidade; • as dúvidas e omissões deste regulamento serão dirimidas pela organização do evento, respaldada pela equipe técnica responsável pelo torneio de escalada; • as decisões da organização são soberanas, não cabendo recursos.
  69. 69. PAREDE DE ESCALADA Contatos Diego Ferrer diegoferrer.hms@gmail.com Luiz Felipe Cavalcanti luizfelipe.hms@gmail.com Rafael Sardinha rafaelsardinha.hms@gmail.com
  70. 70. SKATE Professores Prof. Ms. Edmilson de Carvalho Prf. Esp. Andre Viana
  71. 71. SKATE O que é o skate • Ao longo do tempo o skate deixou de ser apenas um esporte e, hoje, é um estilo de vida formado por um movimento social e cultural. • O skate é composto basicamente por 6 partes. São elas: shape, lixa, truck, rolamento, roda e Parafusos. O shape é a tábua de madeira na qual o skatista apóia os pés.
  72. 72. SKATE Como é o Skate no Brasil • No Brasil o skate chegou na década de 70 e tem se desenvolvido a passos largos nos últimos 39 anos, pois de 1995 até o final de 2008, nosso país já conquistou 13 títulos mundiais pela WCS – World Cup Skateboarding.
  73. 73. SKATE Quem pode praticar o Skate • O skate é um esporte democrático. Qualquer pessoa pode pegar o seu e sair para dar uma volta na rua, em uma quadra ou pista. Só é necessário ter conhecimento da técnica de utilização do aparelho e utilizar todos os equipamentos de segurança adequados para cada modalidade.
  74. 74. SKATE História do Skate • Não existem registros exatos sobre o surgimento do skate. Existe a famosa lenda que diz que o skate surgiu nos anos 60, na Califórnia, Estados Unidos, inventado por surfistas como uma brincadeira para os dias que o mar estava sem ondas.
  75. 75. SKATE Como são as competições no Skate • No skate como esporte à competição acontece por meio da realização de desafios individuais, em dupla ou em grupo usando o aparelho, pistas, solo e/ ou obstáculos, dependendo da modalidade.
  76. 76. SKATE Quais são as Categorias • O skate profissional é composto pelos atletas que trabalham com o esporte e representa o mais alto nível do esporte. O skate profissional é dividido em: PRO Masculino, PRO Feminino e PRO Máster. • O skate amador é composto por pessoas de todas a idades e níveis divididos oficialmente da seguinte forma:
  77. 77. SKATE Quais são as Modalidades • Park • Street • Vert • Mini ramp • Longboard • Freestyle
  78. 78. SKATE O que são manobras • No skate, os fundamentos são as manobras. Em inglês, língua de origem deste esporte, chamamos TRICKS. Estas manobras são realizadas espontaneamente durante a realização das linhas e conforme nível técnico do praticante. • O skate é um esporte contemporâneo, que tem como características principais à utilização da criatividade e da liberdade de expressão corporal no solo, aparelhos e obstáculos. • as de todas a idades e níveis divididos oficialmente da seguinte forma:
  79. 79. SKATE Quais são os fundamentos do skate 1. Fundamentos primários: Os fundamentos primários são movimentos formados pela matriz de apenas um movimento. 2. Fundamentos secundários: Os fundamentos secundários são as manobras especializadas que o skatista realiza por meio de um conjunto de movimentos objetivando performance individual. 3. Fundamentos terciários: Os fundamentos terciários são as manobras complexas que o skatista realiza, por meio da realização conjunta de duas ou mais manobras secundárias, objetivando uma performance individual tecnicamente mais difícil de ser realizada.
  80. 80. SKATE REGRAS DO SKATE PARA O AR! 1. Categoria: categoria única denominada FUTURO 2. Modalidade: A modalidade para o AR! É o STREET 3. Competição: Sistema Jam Session (todos andam juntos) Formato das fases de competição: T. livre, eliminatória e final 4. Apresentação e competição: Apresentação de 2 a 3 minutos 5. Equipamentos e obstáculos: Caixote 20cm, caixote 40cm, rampa de salto e trilho paralelo 6. Critérios de avaliação: Estilo individual, grau de dificuldade, perfeição e precisão, constância no índice de acerto, criatividade e aproveitamento dos obstáculos
  81. 81. SKATE Referencias Bibliográficas ARMBRUST, Igor; o skate associado as dimensões educacionais, ESFA, 2008 FIGUEIREDO, Andre Viana; aspectos psicomotores na prática do skate; Rio de Janeiro 2005 SCHILLING, Davi; A prática do skate e o equilíbrio músculo esquelético dos membros inferiores e da cintura pélvica
  82. 82. SKATE Contatos Prof. Ms. Edmilson de Carvalho www.edmilsondecarvalho.com Prof. Esp. Andre Viana www.faserj.com.br
  83. 83. Oi Futuro Presidência José Augusto da Gama Figueira Vice-Presidência George Moraes Direção de Educação Comunicação Corporativa Graciela Mendes Samara Werner Márcio Batista Adriana Castelo Branco Direção de Cultura Maria Arlete Gonçalves Equipe Alessandra Moura Direção Administrativo Financeiro Andre Couto Flavio Copello Junior Cristina Couri Fernanda Sarmento Direção Social Flavia Vianna José Zunga Shirley Fioretti Sabrina Candido Gestão de Tecnologias Sociais Zilma Ferreira Estagiárias Lucas Mattos Gestão de Tecnologias Educacionais Thais Souza Maíra Pimentel Viviane Lepsch
  84. 84. Realização Direção de Arte e Design Artecom Esporte e Cultura Jair de Souza Design Direção Geral Designers Ivan Fortes Jair de Souza Lucio Macedo Rita Sepulveda Marisa Manfredini Felipe Kaizer Aline Assis Produção Executiva Mariangela Sedrez - Coordenadora de Produção Joanna Marins - Produção Executiva Rodrigo Oliveira - Produtor Esportivo Márcia Santos - Produtora de Conteúdo Mídias Sociais Priscila Ogino - Produtora de Logística e Cenografia Ideia S/A Fabricia Vianna - Designer Gráfica Janaína Michalski – Redatora Tony Coelho - Redator Prof. Tufic Derzi - Consultor de esporte Prof. Edmilson Carvalho - Consultor de esporte Prof. Chico Chagas - Consultor de esporte Prof. Roberto Bosch - Consultor de Esportes Renata Garrido - Assistentes de conteúdo Vinicius Moreira - Assistentes de conteúdo Vinicius Cardoso - Assistentes de conteúdo Gabriela Albino - Assistentes de conteúdo Administrativo / Financeiro Reinaldo Gaio Dayse Mendonça Rafael Santos
  85. 85. Patrocínio Parcerias Apoio Realização

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