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Imperialismo   aulas 31 e 32
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Imperialismo aulas 31 e 32

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  • 1. Imperialismo no século XIX
  • 2. As razões do Imperialismo O imperialismo (ou neocolonialismo) é um fenômeno da segunda metade do século XIX e relaciona-se diretamente à Segunda Revolução Industrial. Ele difere do colonialismo do século XVI, que estava relacionado ao mercantilismo e à expansão comercial européia.
  • 3. Interesses imperialistas 1. Obtenção de matérias-primas; 2. Expansão do mercado consumidor para os produtos industrializados europeus; 3. Fixação de excedentes populacionais; 4. Interesses estratégicos / geopolíticos.
  • 4. Interesses imperialistas Os maiores beneficiários as grandes empresas européias, mas os interesses nacionalistas dos Estados europeus também eram muito fortes. As regiões exploradas foram, sobretudo, a África e a Ásia; a América Latina passou a sofrer um imperialismo “indireto”.
  • 5. Ideologia civilizatória As nações imperialistas consideravam-se chamadas a levar a civilização aos povos menos evoluídos, ensinando-lhes as línguas européias, os costumes refinados e convertendo-os ao cristianismo. Tal ideologia racista baseava-se, sobretudo, no darwinismo social, defendido por H. Spencer: assim como na natureza, existiam sociedades mais evoluídas, enquanto outras estariam destinadas ao desaparecimento. Cabia aos europeus “salvar” essas sociedades, civilizando-as.
  • 6. Disputas imperialistas Os diversos países europeus disputaram cada território dos continentes africano e asiático. Após a Conferência de Berlim, em 1885, apenas dois países eram livres no continente africano: a Etiópia e a Libéria. Os demais estavam sob o domínio de países europeus, sobretudo da Inglaterra e da França. Holanda, Bélgica, Portugal e Espanha também possuíam consideráveis territórios no continente africano.
  • 7. A hegemonia inglesa Era a Inglaterra que possuía um império onde “o sol nunca se punha”. E, de todas as suas colônias, a “mais bela jóia da Coroa britânica” era a Índia, país bastante populoso e um excelente mercado consumidor. No entanto, com a importação de artigos industriais ingleses (tecidos, por exemplo) a economia tradicional indiana foi sendo destruída.
  • 8. Disputas imperialistas A China era outro importante mercado consumidor, sendo bastante pressionada pelos ingleses para que abrisse seus portos aos produtos europeus. A partir da Guerra do Ópio, em 1841, cinco portos chineses foram abertos à marinha inglesa, além da cessão de Hong Kong, devolvida apenas em 1997. Outros países, no entanto, também influenciaram o mercado chinês, como França, Rússia e Japão.
  • 9. Resistências locais ao Imperialismo - Guerra dos Sipaios (1857-58), na Índia; - Guerra dos Bôeres (1899-1902), na África do Sul; - Guerra dos Boxers (1900), na China.
  • 10. Outros imperialismos A Rússia, no final do século XIX, passou a exercer grande controle na região dos Bálcãs; além disso, passou a disputar com ingleses e franceses o controle do Oriente Médio e, com os japoneses, o controle de regiões chinesas. Após séculos de ter se fechado para o Ocidente, o Japão inicia um rápido processo de industrialização (na segunda metade do século XIX) e de expansão imperial sobre a China e a Coréia. Esse processo é denominado Era Meiji.
  • 11. Outros imperialismos Os EUA, além da influência econômica sobre a América Latina, passará a exercer o controle direto sobre alguns territórios como Cuba (a partir da Emenda Platt, em 1901) e sobre Porto Rico, em 1898. Trata-se da Big Stick Policy. Além disso, eram grandes os interesses norte- americanos no Pacífico. Além da anexação do Havaí, os EUA conseguiram tomar as Filipinas do governo espanhol.

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