Es Raula23[1]

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Es Raula23[1]

  1. 2. Mapas, placas e sinais, gestos, palavras, diagramas, gráficos, imagens, bandeiras, fórmulas matemáticas e lógicas, partituras musicais, fotos, filmes, texturas, cheiros, marcadores de átomos e párticulas; das tarefas mais ordinárias (e.g., deslocamento orientado no espaço) às atividades que demandam treinamento mais sistemático (e.g., construção de sistemas formais), tudo o que fazemos, ou pensamos poder fazer, parece depender de representações . Representar: substituir uma entidade (ou processo) por outra entidade (ou processo). Vôo orientado de um inseto: substituição de certos objetos da percepção por representações destes objetos, em um mapa cognitivo do espaço aéreo. Algo que fazemos quando nos deslocamos com um mapa na mão, à procura de um lugar.
  2. 3. Sobrevivência depende de ajustes às modificações do ambiente. Cognição é o conjunto de atividades que permite a realização de tais ajustes. Como explicar que um inseto, sem os instrumentos que usamos para navegar com precisão (e.g., mapas , bússolas, astrolábios, etc), voe longas distâncias sem se perder? Que processos atuam para que ele se desloque de um lugar em que se encontra para um lugar que não está perceptualmente manifesto e que precisa alcançar? Hipoteticamente, o inseto processa representações que estoca em um mapa cognitivo que possui do território que sobrevoa; cada região do mapa que possui em seu cérebro deve corresponder a uma região do espaço por onde se desloca.
  3. 4. <ul><ul><ul><li>Mas o que são representações? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Como são produzidas? Qual sua lógica de funcionamento? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Quantos tipos de representações conhecemos? Como se organizam em sistemas de representações? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Como são usados? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Como estes tipos se complexificam nas criaturas mais complexas? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Em que momento surgem, em termos ontogenéticos e filogenéticos? Quais estruturas estão associadas à sua produção em organismos complexos? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Como o desenvolvimento de sistemas de representação otimizam perfomances cognitivas? </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Como simular estas performances em criaturas artificias? </li></ul></ul></ul>
  4. 5. Etologia , robótica , psicologia cognitiva e comparada , ciências e neurociências cognitivas , linguística , filosofia , lógica ... Também é fácil supor que cada uma destas ciências faça uso de teorias, métodos, modelos, e protocolos próprios de investigação, e que muitas vezes eles diferem tão radicalmente, que uma conversa entre departamentos e disciplinas torna-se impraticável. Ao que tudo indica, não há um só domínio de pesquisa interessado em processos cognitivos que não tenha incorporado às suas preocupações a noção de representação . SEMIOTICS SEMIOLOGY
  5. 6. SEMIOTICS (THE OXFORD DICTIONARY OF PHILOSOPHY): The general study of symbolic systems, including language. The subject is traditionally divided into three areas: syntax, or the abstract study of the signs and their interrelations; semantics, or the study of the relation between the signs and those objects to which they aplly; and pragmatics, or the relationship between the users and the system. SEMIOTICS (GLOSSARY OF SEMIOTICS): The study or doctrine of signs, sometimes supposed to be a science of signs; the systematic investigation of the nature, properties, and kinds of sign, especially when undertaken in a self-conscious way. The study of signs has a long and rich history. As a self conscious and distinct branch of inquiry, however, it is a contemporary undertaking flowing from two independent research traditions. One tradition can be traced to C.S.Peirce, an american philosopher and the originator of pragmatism; the other can be traced to Ferdinand de Saussure, a Swiss linguist who is generally recognized as the founder of contemporary linguistics and the major inspiration for structuralism. SEMIOLOGY (GLOSSARY OF SEMIOTICS): A name for the general theory of signs; semiologie the term apparently coined by Ferdinand de Saussure to designate the science of signs in general.
  6. 7. SIGN (GLOSSARY OF SEMIOTICS): A term defined traditionally as aliquid stat pro aliquo (something thats stands for something else). The term itself, apart from any specific meaning, is usually used by semioticians as an all-encompassing or all-incluse term. Symbol, icons, myths, etc, are all signs or systems of signs. I other words, signs is used as an umbrella term. REPRESENTATION (GLOSSARY OF SEMIOTICS): The process by which one thing stands for another or by which it is presented, depicted, or portrayed in some fashion; the result of such a process. REPRESENTATION (PRINCIPIA CYBERNETICA WEB): If something stands in place of or is chosen to substitute for something else, the former is considered a representation of the latter. E.g., representation of constituencies in government, linguistic representation of an event see symbol). The belief that all knowledge is a representation of the properties of the real world is as unacceptable as the insistence that all descriptions or messages are about something else. (Krippendorff)

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