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  • 1. Conação
    • Características da Actividade Humana
    • Intencionalidade e Tendência
  • 2. Somos alunos da escola Secundária António Nobre e realizamos esta apresentação no âmbito da disciplina de Psicologia B. Iremos começar a apresentação do trabalho desejando que seja do vosso agrado!
  • 3.
    • Neste trabalho iremos abordar o tema conação que é a palavra usada para designar as tendências do ser humano para agir no meio físico e social.
    • Também iremos falar sobre os Processos Conativos que são os aspectos activos associados às motivações e às intenções que dinamizam o sujeito para a acção.
  • 4.
    • Por exemplo…
  • 5.  
  • 6.  
  • 7.
    • Exemplos como estes é que nos levam a agir de uma determinada forma ou a ter algum tipo de sensações. (por exemplo: comer, rir, ficar feliz, etc.)
  • 8.
    • Trilogia da Mente:
    • Cognitivos
    •  
    •  
    • Emocionais Conativos
  • 9.
    • O desejo diz respeito à tensão para agir em direcção a um fim que é forte de satisfação. A motivação é uma força interior que impulsiona o organismo a agir em direcção a um objectivo. A vontade é a capacidade de optar livre e conscientemente por determinada acção. O empenho é o interesse e o esforço investidos numa acção.
  • 10.
    • Um dos factores mais importantes na tomada de decisão aquando da acção é a Motivação . A Motivação é um processo que desencadeia uma actividade consciente, logo funciona como causa e como justificação da acção.
  • 11.
    • MOTIVAÇÕES
    •  
    • Intrínsecas: Extrínsecas:
    •  
    •    
    •  
    Aquelas que têm origem em nós mesmos - em factores internos. Aquelas que têm origem fora de nós – em factores externos. Existem dois tipo de motivações:
  • 12. A Voli ç ão liga-se aos processos de execu ç ão das ac ç ões. Estes processos procuram transformar as inten ç ões em ac ç ões. Enquanto que a motiva ç ão refere-se a necessidades anteriores à decisão, e a processos que estão na base da forma ç ão de objectivos, decisões e inten ç ões para agir, a voli ç ão diz respeito a processos de execu ç ão, de perseveran ç a, rela ç ão inten ç ão - ac ç ão.
  • 13.
    • As vontades referem-se às práticas culturais, às formas de lazer, aos saberes, às capacidades cognitivas e às sensibilidades e modos de existir.
    • A intencionalidade de um pensamento, emoção, percepção, etc. existe quando esse mesmo pensamento, emoção ou percepção é acerca de algo. Isto é, dizer que um estado mental tem intencionalidade significa que ele é acerca de alguma coisa. Por exemplo, quando pensamos, pensamos acerca de alguma coisa, logo o pensamento é intencional; quando sentimos, sentimos em relação a alguma coisa, logo o sentimento é intencional.
  • 14. A tendência é o impulso espontâneo que orienta a conduta do indiv í duo, vai do sujeito para o objecto, responde a uma necessidade interna e leva-nos a concretizar os nossos pr ó prios objectivos. É omnipresente, persistente e inacabada. Face a uma necessidade, um desequil í brio, h á um impulso ou tendência que nos leva a querer satisfazê-la r á pida e eficazmente. Depois da resposta dada, encontramo-nos saciados e, por isso, reequilibrados. Tendências são a for ç a e a energia motivacional e podem ser prim á rias ou secund á rias: as prim á rias acontecem desde sempre e são independentes da aprendizagem (ter fome, sede, frio), enquanto as secund á rias são aprendidas nos processos de socializa ç ão e correspondem a necessidades sociais (tendência para as l í nguas ou para o desporto, ou para as ciências). Quanto ao objecto, as tendências podem ser individuais quando se relacionam com os interesses pessoais do indiv í duo, sociais quando estão na base de interac ç ões sociais e têm a ver com as rela ç ões com os outros e ideais se se relacionarem com a promo ç ão de valores intelectuais, est é ticos ou é ticos.
  • 15. PROCESSOS CONATIVOS Motivações Vontades Tendências Intenções Os processos conativos levam ao empenhamento e ao investimento intencional e dirigido.
  • 16. O conceito de esfor ç o de realiza ç ão relaciona-se com o empenho para concretizarmos os nossos desejos e objectivos. Est á intimamente ligado aos processos conativos, ao modo como os nossos desejos e prop ó sitos se transformam em ac ç ões. Primeiro, satisfazemos as necessidades b á sicas fisiol ó gicas e de seguran ç a, depois as psicossociais de afilia ç ão e estima e s ó por fim as de auto-realiza ç ão pessoal. O homem que fez uma primeira tentativa de caracterizar as necessidades humanas foi Abraham H. Maslow.
  • 17. Maslow concebeu uma teoria da motivação que está intimamente relacionada com a hierarquia das necessidades que propõe. A Pirâmide de Maslow demonstra que nem todas as necessidades têm a mesma importância.
  • 18.
    • As necessidades descritas por Maslow são, por ordem crescente, as seguintes:
    • Necessidades Fisiológicas: representam as necessidades instintivas de sobrevivência tais como a alimentação, o descanso, a protecção contra elementos naturais, etc.
    • Necessidades de Segurança: surgem quando estão satisfeitas as necessidades fisiológicas e representam as necessidades de estabilidade e segurança no emprego e de protecção contra privações, perigos e ameaças.
    • Necessidades Sociais: incluem as necessidades de participação, de dar e receber afecto, amizade e amor. Surgem após a satisfação das necessidades primárias e a sua não satisfação pode levar à falta de adaptação social e à auto-exclusão.
  • 19.
    • Necessidades de Auto-estima: correspondem às necessidades de respeitos próprios (autoconfiança, aprovação e consideração social, prestígio profissional, dependência e autonomia). A não satisfação destas necessidades pode conduzir a sentimentos de inferioridade e ao desânimo.
    • Necessidades de Auto-Realização: surgem após a satisfação de todas as restantes necessidades, representando as necessidades humanas mais elevadas tais como a necessidade de conseguir o desenvolvimento pessoal através da utilização de todas as suas capacidades e potencialidades. Contudo, existem muitas pessoas que não concretizam a necessidade de auto-realização devido a diversas circunstâncias, daí a apatia e a alienação.
  • 20. Pirâmide de Maslow
  • 21. Da realização deste trabalho podemos concluir que a conação é vista como um conjunto de processos que se ligam à execução de uma acção ou comportamento, os processos através dos quais se formam as inquietações, as tendências, as vontades e as intenções para agir ou actuar. No fundo, a conação é o que faz com que um individuo se mova em direcção a um fim ou a um objectivo através da motivação, empenho, vontade e desejo para assim que este tenha um significado. Por fim, gostaríamos de referir que o grupo gostou de abordar este tema, todos os elementos do grupo participaram na elaboração do trabalho e todos eles adquiriram novos conhecimentos acerca deste assunto.
  • 22. FIM Realizado por:: Hélio Soares João Pereira José Pedro Gonçalinho Lucas Salomão Sá Bruno Rocha

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