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    Compreendendo as características autísticas e suas implicações no Compreendendo as características autísticas e suas implicações no Presentation Transcript

    • Dra. Lília Maíse de JorgeCRP/06-17953
    • Autismo – HistóricoCuriosidades• Início interessante – pautado em coincidências• Kanner e Asperger• Sequência de estudos não linear• Causa psicológica X Causa neurobiológica/genética• Nomenclatura• Autismo: de adjetivo (sintoma) para substantivo (síndrome)• T. Invasivo T. Global T. Neurodesenvolvimental• Entidade Nosológica (sintomas) Espectro (variabilidade)• Tipologia – diversificada• Idiopático ou sindrômico• Alto ou baixo funcionamento cognitivo• Comprometimento leve, moderado ou severo
    • Portanto, hoje...Autismo– Patologia complexa– Variabilidade de arranjos dos sintomas– Espectro de possibilidades clínicas
    • Diagnóstico atual Difícil - Exige experiência, humildade e estudo dos avaliadores. Espectro –Transtornos do Espectro Autístico (TEA) Termo abrangente Inclui as patologias: T. Autista, T. Asperger,TGD-SOE. Há ainda incorporações: D. Semântico Pragmático Transtorno de Aprendizagem Não-Verbal (TANV) É preciso também considerar a diferença entre: Autismo idiopático (sem causa definida) Autismo sindrômico, ou secundário (com causa conhecida).
    • Diagnóstico atual Crianças pequenas (com menos de 4anos) devem ser observadas eestimuladas durante um tempo antes dese estabelecer um diagnóstico, caso elenão seja óbvio por análise dos sintomas. ASCs – Condições doEspectro do Autismo.
    • Avaliação psicológica Primeiramente: é possível Com crianças menores: Escalas para checklist (NÃO HÁ escalas com normas brasileiras) Observação detalhada do desenvolvimento Considerações acerca de Atipia ou Atraso. Com crianças maiores: Testes de inteligência – de preferência vários (perfil/discrepância) Testes Nps (atenção, percepção, memória, FEx) Testes para investigação emocional e social Provas psicopedagógicas Provas psicomotoras Com a família Com a escola
    • Intervenção – a que eu faço Interação Observação Jogos Por meio de brinquedos e de observação dacriança, pode-se conhecer melhor o que ela estápensando, e como ela está compreendendo o mundo. Acompanhar um caminho que ela própria traça podefazer com que você entre no universo cognitivo dacriança e a traga para o seu, posteriormente.
    • Intervenção – a que eu faço É preciso entender o que acontece com o processamento deinformação dessa criança, para justificar seus atos e ser possíveltraçar planos de intervenção. Minha linha de trabalho é cognitivista, por isso uso o olhar clínicosobre as condições do processamento da informação que umacriança está sendo capaz de fazer naquele momento. Investigar habilidades cognitivas é prioridade. Gosto de trabalhar mais sobre o que a criança faz, do que sobre oque ela não faz.
    • Distúrbios regulatórios – pautadosno desenvolvimento
    • Distúrbios regulatórios A casa do desenvolvimento humano -Teresa Bolick Fundação da casa – S-Motor e Auto-Reg./Adap. Sensório Motor• compreender a imensa quantidade de dados sensoriais. Auto –Regulação descobrir como regular suas próprias respostas. Dieta sensorial – controle ambiental de estímulos quepodem gerar desregulação. Low and Slow – estratégia do adulto para ajudar criançasem estado de estresse a se acalmarem.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010)Dificuldades com os Movimentos• Podem ser:• Excessivos ou Atípicos• Isto afeta:• Postura, ações, fala, pensamentos, percepções, emoçõese memória.• Observados por meio de:• Caminhar diferente• Girar as mãos• Fazer o flapping• Caminhar de um lado para outro• Andar na ponta dos pés
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010) Há dificuldades no planejamento motor, na dinâmica domovimento: começar, parar, executar, ser rápido, controlar. Compreender essas questões permite que osprofessores pensem na forma mais correta de agir comautistas em sala de aula. A psicomotricidade é o melhor caminho paraconsciência corporal; deve constar no currículo básico. Um toque (prompt) para o início de uma atividade podeser o suficiente para que eles a executem. A imitação motora é uma meta a se atingir.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010)Dificuldades sensoriais• Pode ocorrer:• hipossensitividade ou hipersensitividade• Auditiva, visual, tátil, olfativa, proprioceptivae vestibular.• Isso causa impacto na aprendizagem.• A sobrecarga pode ocorrer com:• Luzes intensas ou fluorescentes• Barulhos; sons fortes e inesperados• Texturas rugosas nas roupas• Fala rápida ou lenta demais• Lugares quentes ou frios demais
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010) Complicação: As respostas sensoriais mudam ao longo do dia! A sobrecarga pode causar: Paralisação Agitação Confusão Cansaço Dor física Cada autista tem um perfil sensorial.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010) DificuldadesTáteis Pode ocorrer desconforto em: Pegar na mão Ser tocado no ombro Mas pode ser possível aceitar um aperto de mão etapinhas amigáveis nas costas. Na escola podem manifestar: Evitação por determinados materiais Evitação nos relacionamentos: abraços... É preciso ter à mão materiais diversificados emtextura, volume, peso...
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010) Dificuldades Auditivas Podem ouvir sons que os outros não ouvem. Incomodam-se com barulhos inesperados e podem taparos ouvidos (ex: moto, trem, avião). Podem distrair-se com sons aparentemente nãodesconfortáveis, p. ex: borracha apagando papel. Falar em excesso com eles não é atitude funcional. Trabalhar a linguagem receptiva é prioridade. Instruções verbais deverão ser acompanhadas deconcomitantes visuais. Atender ao nome e responder a comandos básicos éfundamental no currículo.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010) DificuldadesVisuais Autistas reagem a: Cor, luz, padrões Causam desconforto: Muito brilho Movimentos faciais Lugares não familiares Escuro A própria sombra Pontes, rios, canais, mar... A cor da parede da sala de aula e os barulhos deste localpodem mexer com o sistema sensorial do autista.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010) Dificuldades Olfativas / Gustativas Sabores: podem ser insuportáveis ou agradáveis. Reagem a: perfumes, shampoos, comidas... Na escola, podem reagir à mistura de odores: Quadras pintadas Animais Produtos de limpeza Comidas Produtos químicos É preciso compreender essas questões e trabalhar comdiscriminação olfativa e gustativa.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010)Dificuldades na Comunicação• Há autistas não-verbais• Os verbais podem ter qualidade incomum de voz.• Sintomas mais comuns:• Repetição de jargões• Ecolalia• Entonação diferente (prosódia)• Ritmo e tempo de reação diferentes• Dificuldade no uso de pronomes• Dificuldade nas regras de comunicação (turnos)• Dificuldade para compreender linguagemfigurativa.
    • Características Autísticas(Sheila Wagner, 1999)Dificuldades na Comunicação• Dificuldade no uso do apontar paraexpressar interesse.• Dificuldade na imitação da linguagem.• Dificuldade no olhar direcionado erecíproco que a conversa propõe.• Dificuldade na compreensão de gestosinstrumentais.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010) CSA – Comunicação Suplementarou Alternativa Melhora a relação do autista(sobretudo os pequenos) com aspessoas. Permite perceber o potencial do aluno. Organiza as informações do ambienteque ele não consegue compreender sóauditivamente. Melhora o desempenho cognitivo dacriança.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010)Dificuldades Sociais• Autistas não se relacionam, não pq não querem.• Eles têm falhas que os conduzem à tranquilidadee à segurança do isolamento.• Podem estar com poucas pessoas, masdesorganizam-se em festas e em eventos ondeos estímulos são muito intensos.• Eles não fazem leitura de “sinais ou pistassociais”, por isso a falta de habilidade emrelacionamentos comuns.• Não compreendem o pragmatismo dalinguagem em contexto social.• Não conseguem iniciar ou conectar conversas.
    • Características Autísticas(Sheila Wagner, 1999)Dificuldades Sociais• Têm dificuldade no contato ocular.• Têm dificuldade no sorriso social.• Fazem uso inapropriado da expressão facial.• Dão respostas sociais inconsistentes.• Observa-se falha no jogo imaginativo.• São inábeis para brincar de jogossociais, fazer amigos ou julgar situaçõessociais.• Têm dificuldade no jogo social imitativo.
    • Características Autísticas(Sheila Wagner, 1999)Dificuldades Comportamentais• Interesses e preocupações não usuais.• Manejo repetitivo de objetos.• Compulsões.• Rituais.• Movimentação excessiva de dedos e mãos.• Comportamento auto-estimulatório.• Auto-agressão.• Habilidades especiais.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010)Dificuldades na Aprendizagem• Confundem-se com palavras similares.• Confundem-se com o imaginário e o real (Isso éverdade?Aconteceu?).• Em sala de aula podem conseguir entender asatividades, desde que as instruções sejamesclarecidas.• Quando não entendem algo, é preciso esmiuçara instrução, para ver onde o trajeto seperdeu, impedindo o processamento.
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010) Interesses e fascinações Autistas se interessam por coisas estranhas(símbolos, certos números...) ou por coisas comuns(eletrônicos, transportes, bichos), mas com maisdetalhamento do que pares típicos. Em escolas, isso é complicado, pq nem sempre essasfascinações são compartilhadas ou toleradas peloscolegas. Se pensarmos bem, pessoas típicas também têmobsessões compartilhadas em grupo:futebol, músicas, carros...
    • Características autísticas(Paula Kluth, 2010) “A sociedade colabora para que o autismo seja vistocomo um problema”. “Uma desabilidade é criada, ou salientada, quando setem valores rígidos acerca do caminho certo de fazeras coisas, quando há falha na provisão de suportesapropriados, ou quando se espera que todos osindivíduos precisem das mesmas coisas”.
    • Texto interessante (Kluth, 2010, p.20)escrito por autistas e aspergers “Síndrome neurotípica é uma desordem neurobiológica caracterizada pelapreocupação com questões sociais, ilusões de superioridade, e obsessão comconformidade. Indivíduos neurotípicos frequentemente assumem que suaexperiência de mundo é única, ou a única correta. NTs têm dificuldades emestar sós. NTs são frequentemente intolerantes com as menores diferençasdos outros. Quando em grupos, NTs são socialmente ecomportamentalmente rígidos e frequentemente insistem em se comportarde forma destrutiva, disfuncional e até em rituais impossíveis como umcaminho para manter a identidade do grupo. NTs têm dificuldade em secomunicar diretamente, e apresentam maior incidência para mentir, secomparados a pessoas do espectro do autismo. NTs acredita-se ser de origemgenética. Autópsias têm mostrado que o cérebro dos neurotípicos sãomenores que o de um indivíduo autista e pode ter superdesenvolvido áreasrelacionadas ao comportamento social”.
    • Escola Inclusiva (Paula Kluth, 2010) Características Líderes comprometidos Compreendem inclusão como uma ideologia, uma filosofia que permeiatoda a escola. Classes democráticas Perguntam aos estudantes como fazer para as classes ficarem maisinclusivas. Estudantes e professores trabalham como um time. O autista podeensinar sua professora sobre suas necessidades e forças; pode escreveralgo sobre “como ajudar-me em classe”. Educadores reflexivos Refletem sobre os problemas que enfrentam, os erroscometidos...mas, nunca param de tentar. Pode ser mais produtivo se for feito entre colegas ou com profissionalsupervisor.
    • Escola Inclusiva (Paula Kluth, 2010) Cultura escolar inclusiva Movimentos dentro da escola voltados para a compreensão eaceitação das diferenças. Currículo relevante Unidades de estudo significativas à classe como um todo. Conteúdo desafiador – para qualquer idade. Cuidado instrucional Adaptar: materiais, formatos de tarefas, instruções, objetivoscurriculares, estratégias de ensino. Construir junto com o aluno uma lista de necessidades: ajudana organização, tempo, forma de aprender.
    • Escola Inclusiva(Sheila Wagner, 1999) Esta autora completa com alguns itensimportantes: Suporte administrativo Suporte intenso da administração da escola. Suporte da Divisão de Educação Especial. Treinamento de professores Nas características do autismo Em programas de habilidades sociais Em manejo comportamental Em estratégias eficazes de ensino ao aluno autista
    • Escola Inclusiva(Sheila Wagner, 1999) Coordenador(es) de Inclusão Responsável (eis) pela implementação do PEI e seumonitoramento. Consultor dos professores para resolução de problemas dodia-a-dia em sala de aula. Auxiliares ou tutores para cada criança, integral ouparcialmente, dependendo da necessidade de cada uma. Programa Educacional Individualizado (PEI). Colaboração entre casa e escola.
    • Papel do professor(Paula Kluth, 2010)“Em cada classe na qual encontramosalunos com sucessoinesperado, encontramos um professorque acredita que todos os alunos podemaprender e que implementa práticas como objetivo de fazer essa expectativaacontecer”.
    • Modificações acadêmicas para inclusão deum autista (Sheila Wagner, 1999) Nas atividades e materiais (sensoriais) Na quantidade de itens a serem ensinados No ajuste de tempo para execução de tarefas No nível de suporte durante a atividade (maior) Na instrução oferecida (direta) Na consideração da resposta dada No nível de dificuldade No nível de participação Nos objetivos a serem alcançados No currículo Na forma de ensinar (prática, individual...) Nos agrupamentos das crianças Nos intervalos entre as atividades No ambiente ( salas, carteiras)
    • Salas de aula (Paula Kluth, 2010) Criando salas confortáveis: Luminosidade Não muito alta (acender só algumas) Sem luz fluorescente Sons Reduzir barulho da classe Usar tom baixo de voz Antecipar (se vai tocar o sinal) Usar fone de ouvido Colocar músicas suaves Colocar bolas de tênis nos pés das cadeiras
    • Salas de aula (Paula Kluth, 2010) Odores Restringir o uso de perfumes etc. Cheiros de comida podem distraí-los; organizar adisponibilização de alimentos em um só horário. Alguns cheiros os acalmam. Se forem a algum lugar onde se come, coloque-os perto deporta ou janela. Deixe-os aprender com os cheiros. Temperatura Nem muito quentes, nem muito frias. Evitar ventiladores (fazem barulho, giram).
    • Salas de aula (Paula Kluth, 2010) Assentos adequados Cadeiras Considerando que em cada local da escola o aluno vaiencontrar um tipo de assento (cadeira de sala, cadeira doteatro,cadeira do refeitório, escadas da quadra deginástica...) verificar em qual delas o autista aceita ficar maistempo. Chão Muitas vezes eles gostam de fazer certas atividades no chãoe é aconselhável deixar. Em pé Alguns autistas gostam de ficar em pé para fazerematividades na carteira.
    • Salas de aula (Paula Kluth, 2010) Organização do espaço Espaço para o estudante Cada um tem uma necessidade: Lugares com pouco movimento Áreas silenciosas para estudo Áreas de aprendizagem ativa Espaço para os materiais Cada coisa no seu lugar Evitar sobrecarga visual Organizar os espaços conjuntamente Marcar todos os objetos (escrita ou CSA) Momento para conversa
    • Exemplos de tesouras
    • Quadro para atividade na vertical
    • Pistas Visuais Quadros organizadores de atividades Atividades gerais – na parede da sala Atividades específicas – na carteira Em sequência ou em checklist Nos compartimentos que a criança frequenta Banheiro Refeitório Quadra de Educação Física Bases esquemáticas para localização Jogos (cartas, peças) Alimentos
    • Quadro organizador - de parede
    • Organizadores de atividades
    • Organizadores de tarefas básicas Planejamento de tarefas: Coloque esses itens em sua mochila:
    • Sequência para uso do banheiro
    • Comportamento (Paula Kluth, 2010)Como fenômenopessoal• Dois indivíduos não reagem da mesma forma na mesmaexperiência.• A mesma pessoa, em dias diferentes pode reagir deforma diferente na mesma situação.Como fenômenocontextual• Todos os comportamentos ocorrem sob circunstâncias(antecedentes / consequentes)• É preciso considerar vários fatores quando se quercompreender os comportamentos -problema dosautistas.
    • Comportamento (Paula Kluth, 2010) De um modo geral: Focalize o positivo, as capacidades que a criança possui. “Ponha sua própria máscara de oxigênio antes de ajudaros outros”. Evite tirar a criança da sala, a menos que a situação sejarealmente grave. Priorize a prevenção. Adapte o ambiente. Ensine novas habilidades. Reavalie o currículo e as instruções.
    • Estimulação CognitivaOs autistas precisam, além daestimulação sensorial, trabalhar apercepção e o raciocínio.A melhor forma de se atingir isso étrabalhar com jogos, sobretudo os quetêm pistas visuais claras.Inicia-se com a relação bi-tridimensional, mas o objetivo étrabalhar as operações mentais.
    • Estratégias comportamentais –(Buron & Curtis, 2003)• Usada em um programa que ensinacomportamento social adequado.• Proposta à criança por alguém que mais teminfluência sobre ela.• Considera que as reações frente adeterminadas situações possam ser graduadasem 5 pontos, desde o mais baixo até o maisalto.• Determina em qual circunstância usa-se cadagrau descrito.• Lembra-se sempre a criança de qual númeroespera-se dela.Escalade 5pontos
    •  Escala de 5 pontos – exemplo Exemplo:Quando a voz dacriança é muito alta. 5 – em emergências (gritar) 4 – no intervalo; em jogo defutebol (falar mais alto) 3 – em sala de aula (conversar) 2 – na biblioteca (sussurrar) 1 – quando está no cinema (evitarfalar)
    • Outras estratégias (SheilaWagner, 1999) Rocket Ship (Foguete) ou Flower Chart (Cartão deFlor) Para melhorar o comportamentoem sala de aula. Montar três regras. Ex: Terminar as tarefas Permanecer sentado enquantotrabalha Manter tom de voz natural Nunca usar frase negativa Usar reforçador quando a criançaconseguir “decolar”.
    • Outras estratégias (SheilaWagner, 1999) Snake race Para melhorar o nível de atenção na tarefa ea independência para fazê-la. Professor e aluno competem um com outro. Se o aluno terminar ganha um prêmio; se não, fazatividade extra. O professor pode ir pintando as partes da cobra acada atividade terminada pelo aluno. É importante fazer uma lista de reforçadores.
    • Outras estratégias (SheilaWagner, 1999) Puzzle piece Para incentivar a criança a terminar atarefa sozinha. A professora deixa um QC pertoda criança. Quando a criança terminar umaatividade, ou parte dela, a professoracolore uma das peças. Pode-se marcar tempo: para cada 2’de trabalho 1 peça é pintada.
    • Outras estratégias (SheilaWagner, 1999) Calm-down time Serve para auto-regulação; para o alunoidentificar quando está nervoso/ansiosoe usar estratégia adequada. Professora explica que todos ficamaflitos, mas é preciso saber lidar com asemoções. Professora dá exemplos de comportamentosnão apropriados e de possíveis substitutosdeles.
    • Outras estratégias (SheilaWagner, 1999) Professora ajuda o aluno a decidir quais as melhoresestratégias para que ele obtenha sucesso. Escreve as estratégias adequadas. Determina um estímulo visual, não-verbal: bandeiravermelha, plaquinha de PARE, ticket etc. Quando a professora perceber ansiedade no aluno, colocaesse símbolo na sua carteira. Imediatamente ele poderáparar o que está fazendo e se engajar na atividadeescolhida como substituta. Com o tempo, é possível o próprio aluno perceber omomento em que começa a se descontrolar.
    • Sugestões práticas (SheilaWagner, 1999) Ensinando intervenções para socialização: Ensine habilidades sociais diariamente (livros). Implemente atividades com pares tutores. Tenha um espaço, ou local, para “acalmar” a criançaquando necessário. Reforce interações sociais positivas. Reconheça que o aluno pode querer interagir, mas nãosabe como. Providencie regras sociais específicas. Use “ensaios” de estratégias para interações sociais. Reúna as crianças em pequenos grupos.
    • Sugestões práticas (SheilaWagner, 1999) Ensinando intervenções para comunicação: Ensine habilidades de comunicação funcional. Combine sistemas de comunicação quando necessário. Reforce a comunicação. Use linguagem apropriada (pequenas frases). Use linguagem concreta, direta. Use gestos e comunicação não-verbal. Ensine gestos funcionais específicos. Considere o verbo como sendo a classe gramatical maiscomplicada para o autista entender, depois dospronomes.
    • Exemplos de suportes paracomunicação
    • Exemplos de suportes paracomunicação
    • Sugestões práticas (SheilaWagner, 1999) Ensinando intervenções para comportamento em salade aula: Observe o que pode distrair a criança. Controle os estímulos ambientais. Explique a rotina (pistas). Ensine e reforce novas atividades. Ensine a criança a escolher. Reforce comportamentos apropriados, para construiruma interação de sucesso. Use materiais apropriados para a idade. Use reforçadores (cada aluno tem uma lista)
    • Quadro para controle decomportamento
    • Exemplos de materiais parareforçamento
    • Sugestões práticas (SheilaWagner, 1999) Ensinando Intervenções Gerais: Saiba das suas expectativas, mas apresente expectativas realistas para acriança. Analise forças e fraquezas individuais. Demonstre, seja modelo, para ensinar habilidades. Espere conseguir a atenção da criança. Trabalhe para manter o contato ocular. Faça pequenas paradas entre as atividades. Alterne atividades preferidas / não-preferidas. Seja coerente. Providencie momentos para atividades isoladas, se necessário. Reveja os reforçadores, periodicamente. Compreenda que autistas variam em características e habilidades. Tenha contato frequente com os pais.
    • OBRIGADA!liliamaise@uol.com.brliliamaise@gmail.com