Caso Clínico Bruno Miguel Graça 30 de Abril de 2008 Director: Prof. Doutor Filipe Caseiro Alves
História clínica <ul><li>Identificação </li></ul><ul><li>M. H. D. D. </li></ul><ul><li>XX  66  anos </li></ul><ul><li>Quei...
História clínica <ul><li>Exames complementares de diagnóstico </li></ul><ul><li>Gasometria – alcalose respiratória </li></...
Imagiologia
Imagiologia
Imagiologia
Imagiologia
Imagiologia
Resumo <ul><li>Senhora com 60 anos </li></ul><ul><li>Estudo hipertensão pulmonar de causa desconhecida </li></ul>
Imagiologia no estudo da HT pulmonar <ul><li>Detectar HT pulmonar </li></ul><ul><ul><li>Ecocardiografia – sinais directos ...
Imagiologia no estudo da HT pulmonar  Definir a etiologia  <ul><li>Redistribuição vascular </li></ul><ul><li>Edema interst...
TEP crónica <ul><li>4% dos doentes com TEP aguda apresentam sintomas de HT pulmonar crónica tromboembólica no 2 anos segui...
TEP crónica (vs aguda) <ul><ul><li>Sinais directos de TEP crónica – Artéria pulmonar: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Defei...
TEP crónica (vs aguda) <ul><ul><li>Sinais de HT pulmonar: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dilatação das artérias pulmonares...
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TEP crónica (vs aguda) <ul><ul><li>Alterações parenquimatosas:   </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Enfarte pulmonar </li></ul...
TEP crónica (vs aguda) <ul><ul><li>Alterações parenquimatosas:   </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ectasias brônquicas (por b...
Imagiologia no estudo da HT pulmonar <ul><li>1. Detectar HT pulmonar </li></ul><ul><li>2. Definir a etiologia </li></ul><u...
Imagiologia no estudo da HT pulmonar <ul><li>Detectar HT pulmonar (ecocardiografia, cateterismo cardíaco,  Angio-TC, RM ) ...
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Caso ClíNico HipertensãO Pulmonar CróNica TromboembóLica

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Caso ClíNico HipertensãO Pulmonar CróNica TromboembóLica

  1. 1. Caso Clínico Bruno Miguel Graça 30 de Abril de 2008 Director: Prof. Doutor Filipe Caseiro Alves
  2. 2. História clínica <ul><li>Identificação </li></ul><ul><li>M. H. D. D. </li></ul><ul><li>XX 66 anos </li></ul><ul><li>Queixas subjectivas </li></ul><ul><li>Doente internada electivamente para estudo de hipertensão pulmonar severa, diagnosticada por ecocardiografia, por quadro de dispneia e astenia intensa para pequenos e médios esforços </li></ul><ul><li>Antecedentes: HTA, DM2 </li></ul>
  3. 3. História clínica <ul><li>Exames complementares de diagnóstico </li></ul><ul><li>Gasometria – alcalose respiratória </li></ul><ul><li>Peptídeo natriurético B: aumentado </li></ul><ul><li>ECG: alterações inespecíficas </li></ul><ul><li>Provas de função tiroideia: normais </li></ul><ul><li>Auto-imunidade: normais </li></ul><ul><li>Provas de função respiratória: síndrome obstrutivo ligeiro </li></ul><ul><li>Teste de marcha: após 300 mts a sat O2 baixou de 95% para 87% </li></ul>
  4. 4. Imagiologia
  5. 5. Imagiologia
  6. 6. Imagiologia
  7. 7. Imagiologia
  8. 8. Imagiologia
  9. 9. Resumo <ul><li>Senhora com 60 anos </li></ul><ul><li>Estudo hipertensão pulmonar de causa desconhecida </li></ul>
  10. 10. Imagiologia no estudo da HT pulmonar <ul><li>Detectar HT pulmonar </li></ul><ul><ul><li>Ecocardiografia – sinais directos </li></ul></ul><ul><ul><li>Rx Tórax, TC, RM – sinais indirectos </li></ul></ul><ul><li>Definir a etiologia </li></ul><ul><li>Determinar a severidade </li></ul><ul><li>Avaliar o status do VD e monitorizar o tratamento </li></ul>
  11. 11. Imagiologia no estudo da HT pulmonar Definir a etiologia <ul><li>Redistribuição vascular </li></ul><ul><li>Edema intersticial </li></ul><ul><li>Derrame pleural </li></ul><ul><li>Dilatação VE </li></ul>
  12. 12. TEP crónica <ul><li>4% dos doentes com TEP aguda apresentam sintomas de HT pulmonar crónica tromboembólica no 2 anos seguintes </li></ul><ul><li>Pode permanecer assintomático durante muitos anos </li></ul><ul><li>Sintomas inespecíficos, relacionados com HT pulmonar </li></ul><ul><ul><li>Dispneia, dispneia de esforço </li></ul></ul><ul><ul><li>Tosse crónica, dor torácica atípica, taquicardia </li></ul></ul><ul><ul><li>Insuficiência cardíaca </li></ul></ul>
  13. 13. TEP crónica (vs aguda) <ul><ul><li>Sinais directos de TEP crónica – Artéria pulmonar: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Defeitos de repleção parciais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Trombo excêntrico, aderente, com base larga e ângulos de implantação obtusos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Na TEP aguda, os êmbolos têm localização central no vaso e ângulos de implantação parietal agudos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Bandas </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Trombo calcificado </li></ul></ul></ul>
  14. 14. TEP crónica (vs aguda) <ul><ul><li>Sinais de HT pulmonar: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dilatação das artérias pulmonares centrais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Tronco pulmonar > 29mm; > aorta ascendente </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alterações cardíacas: dilatação e hipertrofia do VD; regurgitação tricúspide </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Apesar da TEP aguda poder cursar com dilatação do VD e regurgitação tricúspide a presença de hipertrofia do VD traduz HT pulmonar estabelecida e associa-se a TEP crónica. </li></ul></ul>* *
  15. 15. TEP crónica (vs aguda) <ul><ul><li>Colaterais broncopulmonares: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ectasia de artérias brônquicas </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Na TEP crónica a circulação arterial brônquica encontra-se marcadamente aumentada, para compensar a redução de vascularização arterial pulmonar. </li></ul></ul><ul><ul><li>A presença destes colaterais favorece o diagnóstico de TEP crónica sobre TEP aguda ou HT pulmonar primária. </li></ul></ul>
  16. 16. TEP crónica (vs aguda) <ul><ul><li>Alterações parenquimatosas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Enfarte pulmonar </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mosaico de perfusão: redução da perfusão e diminuição da vascularização nas regiões hipoatetuantes </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>O padrão em mosaico é mais comum na TEP crónica, sendo menos frequente na TEP aguda ou na HT pulmonar primária. </li></ul></ul>
  17. 17. TEP crónica (vs aguda) <ul><ul><li>Alterações parenquimatosas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ectasias brônquicas (por broncodilatação hipóxica?) </li></ul></ul></ul>
  18. 18. Imagiologia no estudo da HT pulmonar <ul><li>1. Detectar HT pulmonar </li></ul><ul><li>2. Definir a etiologia </li></ul><ul><li>3. Determinar a severidade e extensão </li></ul><ul><li>TC na TEP crónica </li></ul><ul><ul><li>Trombos centrais – tratamento cirúrgico </li></ul></ul><ul><ul><li>Trombos segmentares – tratamento médico </li></ul></ul><ul><li>4. Avaliar o status do VD e monitorizar a resposta ao tratamento </li></ul><ul><li>RM é superior </li></ul><ul><li>Quantificar os parâmetros funcionais do VD </li></ul><ul><li>Monitorizar tratamento farmacológico </li></ul><ul><li>Avaliar recuperação funcional após tratamento cirúrgico </li></ul>
  19. 19. Imagiologia no estudo da HT pulmonar <ul><li>Detectar HT pulmonar (ecocardiografia, cateterismo cardíaco, Angio-TC, RM ) </li></ul><ul><li>Definir a etiologia (ecocardiografia, cintigrafia V/P, Angio-TC, RM , angiografia pulmonar, cateterismo cardíaco) </li></ul><ul><li>Determinar a severidade e extensão (ecocardiografia, cateterismo cardíaco) </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>Se TEP: TC avalia a severidade e extensão </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>Avaliar o status do VD (ecocardiografia, cateterismo cardíaco, RM ) </li></ul>

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