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Trabalho sobre o Cristianismo.

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    Trabalho Cristianismo Trabalho Cristianismo Presentation Transcript

    • C r i s t i a n i s m o
      • Origem do Cristianismo
      • História de Jesus
      • Nascimento…
      • Infância/juventude…
      • Incidentes relatados nos Evangelhos…
      • Impacto de Jesus na população local…
      • Os milagres…
      • Cristo como símbolo de Fé
      • A Crucificação…
      • A Ressurreição…
      • Os Discípulos…
      • A Bíblia…
      • Os primeiros anos…
      • Perseguição…
      • O Império Cristão
      • O Cisma Este-Oeste
      • As Igrejas Ortodoxas
      O Catolicismo As cruzadas e a Inquisição A Inquisição Reforma O Metodismo Igrejas e Catedrais As Festas Cristãs Autoria Índice
    • Origem do Cristianismo
      • O Cristianismo cresceu do talento extraordinário de um Homem, Jesus Cristo, que viveu há 2000 anos
      É na Sua morte e na Sua consequente ressurreição, que o Cristianismo se baseia e onde se alicerçam as crenças dos seus seguidores .
    • História de Jesus
      • Nascimento…
      • Anualmente, celebra-se o Natal que simboliza o nascimento de Jesus, mais concretamente a 25 de Dezembro.
      • Crê-se que Jesus terá nascido em Belém, num estábulo, não sabendo ao certo o dia e a hora.
      • Infância/juventude…
      • Da sua infância pouco se sabe…apenas que cresceu na Galileia e que sempre despertou muita curiosidade e surpresa junto dos sacerdotes e sábios da época pois viam Nele uma enorme sabedoria e inteligência.
      • Incidentes relatados nos Evangelhos…
      • Aos 12 anos, Jesus fugiu de seus pais durante uma visita a Jerusálem, na Páscoa, e foi encontrado, dias mais tarde, a discutir religião com os anciãos do templo
      • Quando Jesus foi baptizado, no rio Jordão, por João Baptista, uma voz celestial declarou: “Tu és o meu filho amado. Em ti, me sinto feliz…”
      • Depois, Jesus foi para o deserto jejuar á tentação do Diabo, antes de voltar para iniciar o seu ministério – Que durou menos de 4 anos. Jesus ensinava que o caminho para a salvação era através do amor de Deus e dos Homens. Destacava o valor da caridade, humildade, arrependimento e perdão, e fazia-se acompanhar pelos proscritos, a fim de provar o seu ponto de vista.
      • Os seus milagres englobavam, a restituição da vista aos cegos, da fala aos mudos, da audição aos surdos. Curou os que sofriam de lepra, epilepsia, possessão demoníaca, paralisia e, em três ocasiões, ressuscitou os mortos.
      • Impacto de Jesus na população local…
      • As palavras persuasivas da pregação de Jesus e os milagres que fazia galvanizaram a população local. Questionou a sabedoria e mérito da hierarquia religiosa da altura e depressa os líderes religiosos colaboraram para se verem livres deste Ser incómodo.
      • Jesus apercebeu-se do destino que o esperava. Afinal, João Baptista já havia sido preso e executado.
      • Os milagres…
      • Embora as palavras de Jesus fossem convincentes, eram os milagres que Ele fazia que atraíam multidões. Seus milagres eram considerados como intervenção de Deus na terra através de Jesus.
      • O primeiro milagre, segundo o Evangelho, ocorreu em Caña durante uma boda em que Jesus estava como convidado. Sua mãe, Maria, reparou que o vinho escasseava. Jesus pede então aos criados que enchessem os jarros com água. Quando os destaparam depararam-se com o melhor dos vinhos jamais servidos. Jesus sentia-se relutante a intervir dizendo “ a minha hora ainda não chegou…”, mas para os discípulos que o acompanhavam era somente um indicio da sua extrema grandeza.
    • Os milagres…
      • Mais três milagres ocorreram nas margens e no mar da Galileia...
      • A dada altura num barco em que Jesus e os seus discípulos se encontravam foi apanhado por uma tempestade. Temendo pelas suas vidas, os discípulos acordaram Jesus que tinha estado a dormir. “Porque temeis, homens de pouca fé?”. – «Diz-lhes Jesus». « Levanta-se e acalma os ventos e o mar; e gera-se uma grande acalmia.
      • Durante outra tempestade, Jesus caminha sobre as águas em direcção aos seus discípulos que se encontravam no barco, com fim de apaziguar suas angústias.
      • Outro milagre aconteceu quando Jesus alimenta cinco mil pessoas com apenas cinco pães e dois peixes, que vieram ouvi-lo pregar no deserto. Os restos do divino repasto encheram doze cestos.
      • Milagres de ressurreição
      • Um dos ressuscitados por Jesus era o filho de uma viúva em Nain. Jesus ficou tão impressionado com o pranto daquela mãe que tocou no esquife que envolvia o defunto e disse, “Jovem, ordeno que te levantes”.
      • Uma outra jovem (filha de doze anos do ancião Jairo da sinagoga) foi igualmente devolvida á vida.
      • Lázaro, amigo de Jesus, morto há quatro dias, também vence a morte ressuscitando pelas mãos de Jesus após ter sido informado e implorado pelos familiares e amigos de Lázaro. Este último milagre foi presenciado por uma enorme multidão, tal como consta no Evangelho.
      Os milagres…
      • Os milagres…
      • Muitos outros milagres foram concretizados por Jesus, na maioria, curando doentes e incapacitados.
      • Tocar na fímbria da sua túnica era o suficiente para curar doentes. Nos 2000 anos após a ocorrência destes milagres, não existe explicação cientifica, ficando apenas as explicações proferidas pelo próprio Jesus, que actuava como instrumento de Deus. São tantas as histórias de milagres descritas no Evangelho que, a serem obra de imaginação, só poderiam ser casos de alucinação de massas ou uma espécie de histeria colectiva.
      • Cristo como símbolo de Fé
      • Na ceia da Páscoa hebraica de 29 ou 30 d.C., Jesus e os seus doze discípulos juntaram-se com tristeza, enquanto o resto da cidade comemorava o Êxodo dos Judeus do Egipto. Jesus disse que um dos doze o trairia, e que Pedro iria renegá-lo antes que o galo cantasse três vezes na manhã seguinte…
      • … O que a seguir se passou constitui um dos acontecimentos mais significativos da vida de Jesus, cerne do creste sucesso do Cristianismo. Jesus abençoou e partiu o pão e deu-o aos seus discípulos dizendo: “Tomai e comei, este é o meu corpo.”
      • Depois passou o vinho, dizendo: “Este é o meu sangue…derramado por muitos para a remissão dos pecados.”
      • È este acto que se tornou a base Eucarística da Sagrada Comunhão.
      • Jesus foi preso e torturado na sequência da traição de Judas que O entregou aos soldados.
      • Pedro nega entretanto convictamente por três vezes tal como havia dito Jesus na última ceia.
      • A Crucificação…
      • Jesus foi acusado de blasfémia pelos sumos sacerdotes, condenado e levado acorrentado a Pôncio Pilatos, O governador romano. Pilatos não via culpa nem motivo de condenação em Jesus mas a multidão insistia na sua condenação. È dado á multidão a opção de Soltar Barrabás ou soltar Jesus, mas ainda assim a multidão insiste na crucificação de Jesus.
      • A crucificação era dolorosa e reservada para os criminosos mais baixos como uma forma especialmente humilhante para morrer. As vitimas eram flageladas e depois forçadas a caminhar com a cruz onde iriam morrer.
      • Foi-Lhe colocado uma coroa de espinhos como sinal de provocação por Jesus dizer-se Rei
      • O Nome e crime do condenado eram inscritos numa placa no topo da cruz. No caso de Jesus, lia-se INRI, lesus Nazarenus Rez Iudaeorum, que significa Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus.
      • Jesus, já pregado na cruz, dirige-se para Deus proclamando as seguintes palavras: “Pai, perdoa-lhes que não sabem o que fazem…”
      • A Crucificação…
      • Ao meio-dia dessa sexta-feira, a escuridão envolveu a terra por três horas. Jesus clamou antes da sua morte: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Aquando do seu último suspiro, a cortina do templo rasgou em duas e a zona foi abalada por um terramoto.
      • A dada altura é ordenado a um dos guardas que se faça garantir que Jesus está morto, este trespassa o corpo de Jesus com uma lança onde sai sangue e água, sinal do baptismo para os Cristãos.
      • A Ressurreição…
      • Na mesma noite da Sua morte, o próspero José de Arimateia obteve permissão para reclamar o corpo de Jesus. Embrulhado num pano, colocou-o num túmulo, coberto por uma enorme pedra.
      • Ao terceiro dia após a morte de Jesus, Maria Madalena e outras mulheres deslocando-se ao túmulo de Jesus depararam-se que este se encontrava vazio tendo-lhes sido dito que Jesus teria ressuscitado e encontrava-se junto de seus discípulos para que todos cressem com seus próprios olhos. A aparição de Jesus após sua ressurreição reforçou as crenças dos Seus seguidores.
      • Os Discípulos…
      • A palavra de Cristo era canalizada através de sinagogas judaicas, e estas existiam já em centros proeminentes, como Alexandria, Roma e Cartago, e assim sendo o Cristianismo espalhou-se rapidamente.
      • Os mercadores e os escravos ajudaram na divulgação da fé cristã, uma vez que uns transportavam ideias de um lugar para outro, juntamente com as suas sedas ou artigos de luxo e outros viajando entre colónias cristãs, espalhando assim a fé cristã por todo o Império Romano.
      • Os Doze Apóstolos foram: André, Bartolomeu, Tiago (filho de Zebedeu), e Tiago (filho de Alfeu), João, Judas, Judas Iscariote, Mateus, Filipe, Pedro, Simão e Tomás.
      • Após Judas se ter suicidado, foi Matias que tomou seu lugar.
      • Pedro, será certamente o de maior destaque pois foi o escolhido por Jesus como primeiro Papa na Terra…No evangelho de S. Lucas, é-nos contado como Pedro foi o pescador escolhido. Não pescara nada, mas seguindo as instruções de Jesus atirou a rede uma vez mais e a pesca foi tanta, que quase afundou o barco.
      • «Quando Pedro viu isto, caiu de joelhos aos pés de Jesus, dizendo: “Afasta-te de mim, pois sou pecador, Senhor…” e Jesus disse:” Não temas, de agora em diante serás pescador de Homens”».
      • A Bíblia…
      • A Bíblia é mais do que um livro, é o equivalente a uma autêntica prateleira de livros.
      • Nela constam 66 livros separados, variando na idade e na extensão.
      • Os primeiros 39 são conhecidos como o Velho Testamento, enquanto os restantes, pertencem ao Novo Testamento.
      • A Bíblia…
      • O Antigo Testamento
      • É igualmente importante para Judeus e Cristãos.
      • Ambos tiveram apenas acesso á Bíblia, numa versão do século IX d.C.
      • Contudo, em 1947, um rapaz árabe beduíno, atirou uma pedra a uma gruta e ouviu um barulho estranho. Ao investigar, encontrou uma colecção de potes de barro, cada um com um rolo manuscrito, maravilhosamente conservado em coberturas de linho.
      • Foi mais tarde descoberto, que tinham pertencido a monges hessenos, que foram provavelmente expulsos durante uma purga romana.
      • Calcula-se que a data destes manuscritos seja o ano 70 d.C.
      • De facto, a escrita dos pergaminhos do Mar Morto e dos seus descendentes do século IX tinham poucas diferenças. O nome de Deus, que era considerado demasiado sagrado para ser escrito, era simbolizado por quatro pontos. A descoberta revelou que Jesus teria sido conhecedor da mesma versão do Velho Testamento que conhecemos hoje.
      • A Bíblia…
      • Os quatro Evangelhos
      • O Novo Testamento é a história de Jesus e das suas obras. Mateus, Marcos, Lucas e João foram escolhidos para os quatro Evangelhos.
      • O Primeiro a ser escrito foi o Evangelho de S. Marcos. Que remonta, aos anos de 65-70 d.C. Marcos acompanhou Paulo a Roma e lá fez de intérprete de Paulo.
      • Mateus vem a seguir. Escreveu usando o Evangelho de S. Marcos como referência. Dá uma perspectiva judaica, mostrando Jesus como o Messias prometido no Velho Testamento.
      • Lucas, um doutor gentílico, que trabalhava com S. Paulo, em missões na Grécia, Macedónia e Jerusalém, inspirou-se quer por Marcos quer por Mateus. O seu Evangelho é o testemunho mais completo no nascimento de Jesus.
      • O Evangelho de S. João é mais uma descrição e interpretação do trabalho de Jesus do que propriamente da Sua Vida.
      • Existem outros livros no Novo Testamento, incluindo os Actos dos Apóstolos e 21 Epístolas ou cartas enviadas tanto por S. Paulo como por outros, a igrejas, povos e amigos. Termina com o Apocalipse, onde constam visões estranhas e dantescas.
      • Os primeiros anos…
      • O Judaísmo conquistou por si mesmo a tolerância das autoridades romanas e os Judeus foram capazes de observar o Sabbath, manter o templo, e assim por diante, sem receio de perseguição.
      • Ao principio, os Cristãos eram olhados como seita judaica e como tal foram deixados em paz.
      • No entanto, o núcleo dos Cristão aumentava de uma forma alarmante.
      • Até os poderosos governantes romanos não podiam deixar de reparar na hostilidade com que os Judeus saudavam os Cristãos. Sem dúvida os Cristãos constituíam uma “raça” á parte.
      • Quando os Cristãos , em Roma, se recusaram a adorar os deuses romanos, provocaram a inimizade dos habitantes locais. Consequentemente, os seguidores desta nova fé tiveram de se encontrar em segredo e de noite.
      • Perseguição…
      • No ano de 64 d.C., Roma ardeu e alguns acreditaram que Nero, o imperador louco, tinha ateado as chamas devastadoras. Os Cristãos eram o seu bode expiatório, como explica o historiador Tácito:
      • “ Toda a espécie de escárnio acompanhava as suas mortes. Cobertos com peles de animais, eram esfacelados, por cães e sucumbiam; ou eram pregados a cruzes; ou atirados para as fogueiras.”
      • Foi esta onda de sentimento anticristão que provavelmente ceifou tanto as vidas de S. Pedro como de S. Paulo. O número crescente de Cristãos, que provinha geralmente dos escalões mais baixos da sociedade, padeceu sistematicamente sob sucessivos imperadores. O Imperador Décio trouxe com ele uma época perigosa. Chegou ao poder em 249 d.C. e foi destituído pelas celebrações do primeiro milénio do Imperador Romano.
      • Tinha como objectivo repor os deuses romanos como símbolos vitais de uma cultura venerada e as divindades rivais teriam de ser expurgadas.
      • O Bispo Fábio de Roma foi executado, enquanto outras figuras cristãs proeminentes preferiram o exílio.
      • Perseguição…
      • Os Cristãos que se mantinham na sua fé tornaram-se depois conhecidos como confessores, enquanto os que se mudavam para a fé romana durante o reinado de Décio eram conhecidos como “apóstatas”.
      • Décio foi morto pelos Godos, mas outros imperadores seguiram-lhe as pegadas.
      • A paz chegou em 312 d.C., seguida pela vitória de Constantino, o Grande, a Maxêncio, o candidato romano ao trono do imperador, na batalha da Ponte de Múlvia.
      • Doze anos depois, conquistou o imperador oriental Lincinio, tornando-se chefe de um poderoso império que ultrapassava o mediterrâneo.
    • O Império Cristão
      • Antes das suas vitórias militares, Constantino teve uma visão no sol vislumbrando as letras CH e R e as palavras “ In boc signo vinces ”, que significa “ Vencerás com este sinal ”.
      • Constantino acreditou que a mensagem tinha vindo do Deus Cristão e com sucessivas vitórias tornou-se no primeiro imperador de Cristo.
      • Ele transformou a cidade de Bizâncio na grande cidade de Constantinopla e assim o Cristianismo conquistou uma importante área na Europa de Leste e Ásia.
      • Depois de Jerusalém e Roma, Constantinopla tornou-se a terceira mais importante cidade do Cristianismo.
    • O Império Cristão
      • A tolerância para com os Cristãos tornou-se rapidamente num vivo encorajamento que incluía concessões de impostos, seguidos de penalidades para os não crentes. Em 380 d.C., o imperador Teodósio decretou que o Cristianismo riria ser a religião do império.
      • Teodósio estava tão absorvido pela fé, que se autodenominou de o «Deus visível».
      • Para desconforto do pio e instruído clérigo, a igreja e o estado tornaram-se num só.
    • O Cisma Este-Oeste
      • A igreja lutou para consolidar o seu poder.
      • A religião foi dividida por amargas disputas.
      O tópico que dividiria a Igreja era o confuso ponto filosófico acerca da relação de Jesus com Deus. Era divino ou semidivino? Alguma vez existiu ou foi crucificado? Se há apenas um Deus qual é a posição exacta de Jesus e do Espírito Santo na hierarquia celeste? O primeiro Concílio Geral da Igreja, que teve lugar em Nicea em 325 d.C. sob a ordem de Constantino, tentou resolver esta difícil tarefa. O credo niceno tentou explicar o papel de Jesus, o Filho, e foi adoptado como parte da Eucaristia. Um artigo conhecido pelo Filioque que tratava a questão do Espírito Santo, descrevendo-o como vindo «Do Pai e do Filho», mais do que apenas do Pai, foi adoptado em Roma, mas Constantinopla sentiu-se chocada, pelo desafio á autoridade única de Deus.
    • O Cisma Este-Oeste
      • Os concílios da igreja eram a maneira aceite de resolução de diferenças. Embora fossem frequentemente mal sucedidos.
      Em 451 d.C. no Concilio da Calcedónia, foi discutido o equilíbrio do poder da Igreja Cristã. Foram proclamados cinco lugares de autoridade em Constantinopla, Roma, Jerusalém, Alexandria e Antioquia. Os bispos romanos consideravam-se descendentes de Pedro, e assim clamavam idoneidade moral. Mesmo assim, o Bispo de Constantinopla intitulava-se de «Patriarca Ecuménico». No séc. VI, os monofisitas encontravam-se isolados devido ao credo de que «há apenas uma natureza» em Jesus Cristo. Dividiram-se para formar as igrejas síria, arménia e copta (egípcia). Isto levou a posteriores divisões, dentro da Igreja Cristã.
    • As Igrejas Ortodoxas
      • Quando o rei franco Carlos Magno foi coroado pelo Papa Leão III, em Roma, e a influência do Santo Império Romano começou a crescer, Constantinopla estava chocada. A disputa entre a cidade e a sua rival italiana, estoirou em 1054, quando o Patriarca de Constantinopla foi excomungado , dividindo com carácter definitivo, a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa.
      • Constantinopla foi invadida pelos muçulmanos e o Cristianismo tornou-se uma religião minoritária. Contudo, a religião ortodoxa grega, embora atacada nas suas fronteiras, proliferou e foi exportada pelos seus emigrantes. As igrejas ortodoxas orientais permaneceram uma federação com patriarcas individuais, reportados ao Patriarca Ecuménico.
    • As Igrejas Ortodoxas
      • Os Russos assumiram a Ortodoxia nos seus corações – O rei Boris da Bulgária converteu-se no séc. IX e o governador russo Vladimir, foi baptizado em 988 d.C.
      • As igrejas ortodoxas russas, rapidamente e em maioria, se afastaram dos Gregos no séc. XV.
      • Os comunistas, que mediam o poder na Rússia, entraram compreensivelmente em choque com uma religião de aspectos tão luxuosos. Apesar dos seus esforços, a ortodoxia russa não podia ser silenciada e, como sua prima grega, proliferou para lá das fronteiras marítimas, afirmando ser a Igreja da Única Verdade.
      • A ortodoxia não impõe o celibato do clero e embora tenham banido as imagens a três dimensões, a adoração de ícones é uma sua importante faceta. As suas liturgias são a obra de S. João Crisóstomo e S. Basílio, sendo cantadas sem acompanhamento instrumental.
    • O Catolicismo
      • A riqueza de Roma decaiu e fluiu, nos primeiros mil anos da cristandade.
      • Após as glórias do império romano, que haviam começado antes da época de Jesus, chegaram os invasores que saquearam a capital e puseram-se a andar com as suas riquezas.
      • Alguns, como os Visigodos, que lutaram em 410, eram tendencialmente Cristãos, mas a maior parte dos que forçavam as fronteiras do império não eram!
      • No entanto, o Cristianismo permaneceu sólido e proeminente, graças aos esforços de homens como S. Leão, o Grande.
      • A força da fé era espiritual, pois nenhum cristão podia desafiar a autoridade de Deus.
      • A igreja Católica continuava em constantes divisões.
    • O Catolicismo
      • S. Leão III foi fisicamente atacado por homens da igreja a seguir á sua eleição como Patriarca, em 795 d.C.
      • Expulso de Roma em 799 d.C., encontrou solidariedade em Carlos Magno, o rei cristão dos francos, que havia feito muito para espalhar a palavra do Cristianismo.
      • Leão regressou em glória a Roma e Carlos Magno foi coroado rei de Santo Império Romano.
      • O Santo Império Romano era o sucessor natural do antigo Império Romano e, quando a descendência de Carlos Magno falhou, a autoridade passou para os reis germânicos.
    • O Catolicismo
      • Quaisquer ameaças do Poder terreno, que se impusessem contra o poder papal, eram rapidamente contra-atacadas com a arma da excomunhão.
      • Quando o rei João de Inglaterra entrou em desacordo com o Papa Inocêncio III, em 1205, em relação á posição central do arcebispo do Canterbury, o monarca foi excomungado e em Inglaterra foi proibido qualquer serviço eclesiástico por um período de seis anos.
      • No séc. XIII, o clero afastava-se dos ensinamentos de Jesus tanto quanto os Judeus antes deles o fizeram com as leis de Moisés. Muitos viviam faustosamente permitindo-se banquetes, e mostrando pouco interesse nos mais desfavorecidos que tanto inspiraram Jesus.
      • As divisões politicas na igreja continuavam.
      • A Igreja Católica tem uma história de cerca de quarenta antipapas, pretendentes ao titulo, sendo o primeiro Hipólito no séc. III.
    • As cruzadas e a Inquisição
      • Entre os séc. XI e XV, a igreja católica esteve associada a duas questões prolongadas por muito tempo, que ilustram amplamente a face inaceitável do catolicismo: as Cruzadas e a Inquisição.
      O Papa procurava glorificação para impulsionar o apoio enfraquecido no seio da Igreja Católica, e que melhor maneira do que em luta armada contra uma fracção expansionista, dos Muçulmanos ou «infiéis»? A luta espiritual já não era suficiente. As boas tácticas de guerra eram agora essenciais. Em 1095, a primeira cruzada foi lançada pelo papado. Em 15 de Julho de 1099, Jerusalém foi derrotada pelas tropas do Papa entre cenas de hedionda chacina. Os Judeus morreram ao lado dos muçulmanos. Aconteceu 90 anos antes dos Muçulmanos reconquistarem a território sob a liderança de Saladino.
    • As cruzadas e a Inquisição
      • A segunda cruzada (1147-1148) e a terceira (1189-1192), um esforço da Inglaterra, Alemanha e França para derrotar Saladino.
      • A quarta, em 1204, foi designada para saquear o Egipto, mas contentou-se com Constantinopla, ainda uma cidade cristã. Mas da vertente ortodoxa. A pilhagem foi tão ultrajante que foi repreendida pelo Papa Inocêncio III.
      • Pouco se ganhou com as cruzadas em termos de poder e influência, embora muito sangue tivesse sido derramado e inimizade entre a fé cristã, muçulmana e judaica se aprofundasse e se tornasse a partir daqui mais dura.
    • A Inquisição
      • A Inquisição, ou Santo Ofício, instituída em 1231 pelo Papa Gregório IX. Foi projectada para expulsar o número crescente de hereges. Estes não negavam a existência de Deus, mas questionavam as acções do Papa e da igreja católica. Com evidente comportamento corrupto, alcoólico, ganancioso e de luxúria, em todos os níveis da hierarquia da igreja, as pessoas começavam a desviar-se do caminho preconizado pelo Papa.
    • Reforma
      • Um abuso do poder por parte da Igreja Católica foi a causa da reforma. Não se tratou de discussão sobre assuntos celestiais ou sobre a natureza de Deus, Jesus e do Espírito Santo. O que estava em causa era terreno e envolvia a interpretação manipuladora da vontade de Deus por parte do Papa.
    • Reforma
      • Martinho Lutero (1483-1546)
      Em 1517, Lutero elaborou as suas 95 Teses, desafiando o poder do Papado, e pregou-as á porta da igreja em Wittenburg. O seu objectivo era estimular a reforma interna e, sendo um académico, usufruiu de alguma protecção especial contra a ria da igreja instituída. Porém, um ataque frontal ao Papa no seu Apelo á Nobreza Cristã da Nação Alemã foi além dos limites e conduziu á sua excomunhão. Lutero, era um monge que considerava ser uma distorção bizarra da doutrina cristã a venda de indulgências por membros do clero, mediante as quais os pecados eram perdoados em troca de uma contribuição financeira. Lutero argumentava que o Homem podia chegar ao céu apenas através da sua fé pessoal.
    • Reforma
      • Martinho Lutero (1483-1546)
      • Lutero é recordado não apenas como um soldado para a mudança religiosa mas também como um tradutor da Bíblia e o autor de qualquer coisa como 42 hinos, alguns dos quais foram escritos durante o ano imediatamente a seguir á sua excomunhão, o qual ele passou escondido no Castelo de Wartburg sob a protecção do Eleitor Frederico da Saxónia.
      • Em 1534, Lutero deixou o mosteiro em Wittenberg e um ano mais tarde casou com uma antiga monja de Cister, Catarina de Bora. Tiveram seis filhos.
    • Reforma
      • João Calvino (1509-1564)
      • O grande reformador de França foi João Calvino, um estudante de leis e de teologia que começou a fazer campanha pelo Protestantismo na década de 1530.
      • Durante uma visita a Genebra em 1536, encontrou Guilherme Farel (1489-1564), outro fervoroso reformador já exilado de França por causa das suas actividades, e juntos tentaram implantar o Protestantismo na cidade.
      • Em 1538 foram ambos banidos pelos seus opositores.
      • Calvino reuniu forças com Martinho Bucer, um antigo frade dominicano, que tinha renunciado aos votos durante a vaga inicial da reforma e se tinha tornado conselheiro de Rei Henrique VIII.
    • Reforma
      • João Calvino (1509-1564)
      Calvino partilhava algumas das convicções de Lutero, por exemplo, a aceitação da autoridade das Escrituras e a importância da fé pessoal. Acreditava também que algumas pessoas tinham sido escolhidas para a salvação. Chama-lhes de “Os Eleitos”, enquanto o resto da população eram “Os Réprobos”. Era também da sua vontade que a Igreja governasse o Estado. O seu trabalho mais famoso foi a Instituição da Religião Cristã (1536)
    • A reforma na Inglaterra
      • A nova Igreja evoluiu em Inglaterra por uma via diferente e muito menos virtuosa do que na Europa.
      • Era um facto que monges e padres tinham fama de beber e conviver com mulheres.
      • Era um facto que os impostos a que a Igreja Católica, de Roma, obrigava, eram impopulares.
      • Mas o nascimento do novo movimento religioso foi devido mais á vingança de um homem do que a um debate doutrinário.
    • O Metodismo
      • A reforma não terminou com a divisão dentro da Igreja e depressa se formaram muitas sombras de protestantismo – cujas linhas comuns formavam uma profundamente enraizada oposição ao catolicismo e uma simplicidade de fé, embora cada facção tivesse as suas próprias características.
    • O Metodismo
      • Os metodistas estavam entre os grupos dissidentes mais significativos e nasceram dos esforços de John Wesley (1703-1791).
      • O que distinguia esta sociedade de estudantes de laços estreitos era o seu estilo de vida bem organizado, que permitia tempo de oração, estudo da Bíblia, visitas a locais sagrados, tendo sido apelidada de «Metodista».
      • No dia 27 de Maio de 1738, Wesley foi iluminado pelo “sermão” escrito por Lutero. Wesley decidiu que o facto mais importante da vida é a fé, e a seguir vinha o resto.
      • Organizou uma série de encontros, de onde as pessoas saiam igualmente cheias de um entusiasmo novo pela fé.
      • Os Metodistas separaram-se da Igreja original.
    • Igrejas e Catedrais
      • Quando se tornou claro que sinagogas e templos já não eram locais apropriados para os actos de culto dos devotos de Jesus Cristo, São Paulo e teve a ideia de igrejas.
      • Estes eram, no entanto, um luxo não acessível aos primeiros Cristãos, enquanto sofreram a perseguição dos imperadores romanos.
      • O Cristianismo era um movimento subterrâneo e eles asseguravam os actos de culto literalmente debaixo do solo, em catacumbas, que se estendiam por baixo do nordeste e do sul de Roma.
      • As catacumbas utilizadas pelos Cristãos podem ainda distinguir-se das usadas por Judeus e Romanos pelos frescos nas paredes, que representam cenas da Última Ceia e de milagres de Jesus.
      • As igrejas em breve iriam adoptar um desenho regular que mantiveram até hoje. Basicamente compreende um rectângulo com um semicírculo ou polígono no extremo leste, a ápside.
      • Os estilos de construção incluem o Saxónico, Normando, Gótico, Barroco e o Gótico tardio.
    • As Festas Cristãs
      • Advento
      • Natal
      • Quaresma
      • Páscoa
      • Dia da Ascensão
      • Pentecostes
      • Domingo da Santa Trindade
      • Novembro/Dezembro
      • 25 de Dezembro
      • 40 dias antes da Páscoa
      • Março/Abril
      • Quinta feira após o quarto domingo depois da Páscoa
      • Sete domingos depois da Páscoa
      • Domingos depois do Pentecostes
    • Trabalho realizado por… *
      • Pedro Rocha
      Nº 5 10º C * Em anexo envio-lhe uma apresentação relacionada com este tema….espero que goste… clique aqui para o visualizar…