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  • O tubo digestivo tem aproximadamente 9 metros de comprimento
  • Uma vez que não ingerimos alimentos de forma contínua, é importante que só sejam produzidas enzimas digestivas quando existem alimentos no tubo digestivo. A produção de secreções digestivas é controlada por nervos e por hormonas que realizam um trabalho conjunto.
    O sistema nervoso capta informações a partir do aspecto, cheiro e paladar dos alimentos, as quais são transmitidas ao hipotálamo e ao córtex cerebral. O próprio contacto físico do conteúdo alimentar com as diferentes partes do tubo digestivo proporciona reflexos que conduzem à produção de movimentos e de secreções.
  • As enzimas catalisam reacções catabólicas e anabólicas.
    As enzimas são classificadas em função da substância sobre a qual actuam e a sua designação termina geralmente, com o sufixo ase.
  • Digestão mecânica – Mastigação - Os dentes cortam, rasgam e trituram os alimentos
    A mastigação deve ser lenta, para facilitar a digestão.
  • Digestão mecânica – ensalivação - a língua mistura os alimentos com a saliva.
  • Estima-se que as glândulas salivares produzem num ser humano saudável entre 0,75l e 1,5l de saliva por dia.
  • Xerostomia – boca seca
    Pode ser crónica ou ser uma situação ocasional. Quando é crónica a pessoa com xerostomia pode sofrer alterações de voz e paladar, dificuldade em engolir, candidíase (provocada por um fungo) e maior formação de tártaro.
  • A saliva é constituída, essencialmente, por mucina (com função lubrificante) e amilase salivar ou ptialina (com função enzimática). A amilase salivar é uma enzima que intervém na digestão química do amido, transformando-o em maltose.
  • Deglutição – designação dada ao acto de engolir. É um acto voluntário.
    Durante a deglutição a epiglote fecha para não deixar o bolo alimentar passar para a laringe e obstruir as vias respiratórias
    A faringe é um órgão comum ao Sistema respiratório e Digestivo.
  • Movimentos peristálticos são contracções musculares rítmicas que se verificam em vários órgãos do tubo digestivo. A contracção rítmica destes músculos gera uma “onda” que vai empurrando os alimentos.
    Os movimentos peristálticos são tão eficazes que actuam mesmo contra a força da gravidade, obrigando ao prosseguimento do bolo alimentar para o estômago, mesmo se estivermos de cabeça para baixo.
    O esófago também produz mucina que tem a função de lubrificar.
    Ao longo do esófago a amilase salivar continua a actuar sobre o amido.
    Os movimentos peristálticos do esófago estimulam o cárdia (esfincter), que deixa passar o bolo alimentar para o estômago.
    Todos os restantes órgãos do tubo digestivo possuem músculos idênticos que realizam este tipo de movimento e são responsáveis pela progressão dos nutrientes até à sua absorção. Ni intestino grosso, a propulsão é realizada por contracções maiores das paredes do intestino, denominadas movimentos de massa.
  • O Suco gástrico ou estomacal é produzido pelas glândulas que existem na parede do estômago. O suco gástrico contém muco, enzimas e ácido clorídrico.
    O muco protege as paredes da acção do ácido clorídrico.
    As enzimas gástricas são, essencialmente, a prótease (pepsina) que inicia a digestão das proteínas e a lipáse gástrica, que inicia a digestão de alguns lípidos.
    O Ácido clorídrico baixa o pH do estômago para cerca de 1 a 3, facilitando a acção das enzimas e eliminando a maioria das bactérias que existem nos alimentos.
    O quimo é uma mistura semilíquida e espessa.
  • O intestino delgado é o órgão mais comprido (cerca de 6m) e está dividido em três partes: o duodeno, o jejuno e o íleo.
  • Funções do fígado:
    Controlar os níveis de glicose no sangue;
    Metabolizar aminoácidos e gorduras,
    Armazenar vitaminas e minerais,
    Eliminar elementos tóxicos, como medicamentos e toxinas do sangue;
    Produzir proteínas do plasma;
    Gerar calor, ajudando o corpo a manter-se quente.
  • Funções do fígado:
    Controlar os níveis de glicose no sangue;
    Metabolizar aminoácidos e gorduras,
    Armazenar vitaminas e minerais,
    Eliminar elementos tóxicos, como medicamentos e toxinas do sangue;
    Produzir proteínas do plasma;
    Gerar calor, ajudando o corpo a manter-se quente.
  • O intestino delgado é o órgão mais comprido (cerca de 6m) e está dividido em três partes: o duodeno, o jejuno e o íleo.
  • Os nutrientes passam, em grande parte, para o sistema circulatório, sendo posteriormente utilizados pelas células. Os restantes materiais passam para o intestino grosso, onde vão formar as fezes.
  • Os alimentos não digeridos, os nutrientes não absorvidos, o muco e as células mortas, constituem as fezes, expulsas pelo ânus.
  • As fibras essencialmente constituídas por celulose, ajudam a reter a água, o que torna as fezes mais volumosas, macias e fáceis de expelir, ficando, por isso, a parede do intestino sujeita durante menos tempo ao contacto com substâncias tóxicas dos resíduos dos alimentos. Tal facto reduz o risco de cancro no intestino e de outras doenças, como apendicite, hemorróidas, etc
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    1. 1. ESCOLA CIDADE DE CASTELO BRANCO SISTEMA DIGESTIVO CIÊNCIAS NATURAIS 9º ANO Prof. Teresa Condeixa Monteiro 0809 Adaptado de Óscar Sequeira e Raquel Cerca
    2. 2. Sistema digestivo / digestão  O sistema digestivo tem a função de realizar a digestão, ou seja, fraccionar os alimentos e transformar as macromoléculas em micromoléculas. Prof. Teresa Condeixa 0809
    3. 3. Sistema digestivo Boca Glândulas salivares Faringe Esófago Fígado Vesícula biliar Intestino delgado Recto Prof. Teresa Condeixa 0809 Estômago Pâncreas Intestino grosso
    4. 4. Sistema digestivo Tubo digestivo - Boca - Faringe - Esófago - Estômago - Intestino delgado - Intestino grosso - Recto e ânus Prof. Teresa Condeixa 0809 Glândulas anexas - Glândulas salivares - Fígado - Pâncreas
    5. 5. Digestão Digestão mecânica: é a quebra física dos alimentos através da mastigação e dos movimentos peristálticos. Digestão química é a transformação das moléculas mais complexas em moléculas mais simples através da acção dos sucos digestivos Prof. Teresa Condeixa 0809
    6. 6. Digestão / Sistema neuro-hormonal Os processos mecânico são controlados pelo Sistema nervoso Os processos químicos dependem de estímulos do sistema neuro-hormonal Prof. Teresa Condeixa 0809
    7. 7. Digestão Língua Digestão mecânica Digestão Digestão química Prof. Teresa Condeixa 0809 Dentes Movimentos peristálticos Sucos digestivos
    8. 8. Enzimas     São moléculas orgânicas de natureza proteica. Aceleram as reacções químicas São específicas (actuam sobre “uma só” substância) A sua acção é influenciada pela temperatura e pH. Prof. Teresa Condeixa 0809
    9. 9. Digestão / glícidos Polissacarídeo Dissacarídeo enzimas Prof. Teresa Condeixa 0809 Monossacarídeo
    10. 10. Digestão / lípidos Ácidos gordos Lípidos complexos (Triglicéridos) enzimas Prof. Teresa Condeixa 0809 Glicerol (álcool)
    11. 11. Digestão / prótidos Proteína enzimas Prof. Teresa Condeixa 0809 Péptido Aminoácidos
    12. 12. Digestão Prof. Teresa Condeixa 0809
    13. 13. Boca Prof. Teresa Condeixa 0809
    14. 14. Boca / dentes Prof. Teresa Condeixa 0809
    15. 15. Boca / língua Prof. Teresa Condeixa 0809
    16. 16. Boca / Glândulas salivares Prof. Teresa Condeixa 0809
    17. 17. Boca/Glândulas salivares/saliva  Mantem a boca húmida;  Ajuda na digestão (contém enzimas);  Lubrifica o bolo alimentar;  Regula o pH da boca;  Acção antibacteriana e antifúngica;  Previne a cárie dentária ao ajudar a eliminar os restos dos alimentos e a placa bacteriana;  Limita o crescimento de bactérias que danificam o esmalte devido aos minerais que contém;  Potencia o paladar. Prof. Teresa Condeixa 0809
    18. 18. Boca / digestão Alimento Saliva (Acção química) + Dentes e língua (Acção mecânica) Mastigação e ensalivação Bolo alimentar Prof. Teresa Condeixa 0809
    19. 19. Faringe / deglutição O bolo alimentar é empurrado da BOCA ESÓFAGO Prof. Teresa Condeixa 0809
    20. 20. Esófago O bolo alimentar atravessa o ÉSOFAGO movimentos peristálticos (Acção mecânica) ESTÔMAGO Prof. Teresa Condeixa 0809
    21. 21. Estômago Prof. Teresa Condeixa 0809
    22. 22. Estômago / digestão Bolo alimentar Movimentos peristálticos (acção mecânica) + Suco gástrico Ácido clorídrico + muco + enzimas (acção química) Prof. Teresa Condeixa 0809 Quimo
    23. 23. Esófago / refluxo esofágico http://www.manualmerck.net/?url=/artigos/%3Fid%3D127%26cn%3D1081 Prof. Teresa Condeixa 0809
    24. 24. Estômago / suco gástrico / muco Prof. Teresa Condeixa 0809
    25. 25. Estômago / ácido / bulimia Prof. Teresa Condeixa 0809
    26. 26. Intestino delgado Jejuno-ileo Prof. Teresa Condeixa 0809
    27. 27. Fígado e pâncreas Prof. Teresa Condeixa 0809
    28. 28. Fígado / bílis / emulsão das gorduras gordura bílis água gotículas de gordura A bílis não possui enzimas mas é fundamental na divisão das gorduras em partículas de pequenas dimensões. AjudaTeresa Condeixa 0809 Prof. a neutralizar a acidez do quimo o que permite a actuação das enzimas.
    29. 29. Intestino delgado / digestão Quimo Bílis (acção química) Suco pancreático (acção química) Suco intestinal (acção química) + Movimentos peristálticos (acção mecânica) Prof. Teresa Condeixa 0809 Quilo
    30. 30. Mecanismo básico da Digestão Tubo digestivo / digestão Alimento Bolo alimentar Mastigação Saliva Movimentos peristálticos Movimentos peristálticos Quimo Suco gástrico Acção mecânica Acção química Prof. Teresa Condeixa 0809 Quilo Movimentos peristálticos Suco pancreático Bílis Suco intestinal
    31. 31. Digestão química BOCA Suco digestivo: Saliva Enzima digestiva: Amilase salivar ESTÔMAGO Suco digestivo: Suco gástrico Enzimas digestivas: Proteases Lipases INTESTINO DELGADO Sucos digestivos: Suco pancreático Suco intestinal Enzimas digestivas: Amilase pancreática , Maltase, Proteases, Peptidase e Lipases Prof. Teresa Condeixa 0809
    32. 32. GLÍCIDOS PRÓTIDOS LÍPIDOS Proteínas Triglicéridos Amido Boca Amilase Estômago Proteases Lipases Intestino Amilase Maltase Protease Peptidase Lipase Prof. Teresa Condeixa 0809
    33. 33. Digestão química NUTRIENTES GLÍCIDOS PRÓTIDOS LÍPIDOS VITAMINAS MINERAIS ÁGUA pH Amilase salivar BOCA Neutro Amido > Maltose 6,0–7,0 Lipase gástrica Protease (pepsina) Ácido Proteínas > Péptidos ESTÔMAGO Lípidos > Glicerol e Ácidos gordos 1,0–3,5 Lipase pancreática Amilase pancreática INTESTINO Amido > Maltose Protease pancreática Proteínas > Péptidos DELGADO Lípidos > Glicerol e Ácidos gordos Maltase intestinal Péptidase Péptidos > Aminoácidos 7,5–8,3 Lipase intestinal Maltose > Glicose Básico Lípidos > Glicerol e Ácidos gordos Produtos finais Prof. Teresa da digestão Glicose (monossacarídeo) Condeixa 0809 e Celulose Aminoácidos Ácidos gordos glicerol Vitaminas Minerais Água
    34. 34. Digestão química / enzimas Enzimas Prótidos Protease Peptidase Prof. Teresa Condeixa 0809 Lípidos Lípases Glícidos Amilase Maltase
    35. 35. Intestino delgado/ final digestão No final da digestão, no intestino delgado pode encontrar-se:  Um conjunto de nutrientes muito simples, como a água, iões minerais, glicose, ácidos gordos, aminoácidos e vitaminas.  Grandes moléculas não digeridas como a celulose. Prof. Teresa Condeixa 0809
    36. 36. Intestino delgado Prof. Teresa Condeixa 0809
    37. 37. Intestino delgado Prof. Teresa Condeixa 0809
    38. 38. Intestino delgado / absorção Absorção Intestinal intestinal Aminoácidos monossacarídeos( glicose) sais minerais Ácidos gordos e glicerol Vitaminas lipossoluveis Vitaminas alguma água Os produtos resultantes da digestão passam através de vilosidades para o sangue ou para a linfa. Prof. Teresa Condeixa 0809
    39. 39. Intestino grosso Prof. Teresa Condeixa 0809
    40. 40. Intestino grosso / absorção As substâncias não digeridas passam para o intestino grosso misturadas com água. Ocorre a absorção de minerais e de grande quantidade de água Prof. Teresa Condeixa 0809
    41. 41. Intestino grosso / eliminação de resíduos Composição das fezes (150g/dia) Água 117 g Celulose 20 g Lípidos 2g Prótidos Inf. 60 mg Pigmentos biliares Amido Microorganismos Prof. Teresa Condeixa 0809 250g Vestígios 11 g
    42. 42. Intestino grosso / papel das fibras Prof. Teresa Condeixa 0809
    43. 43. Intestino grosso / eliminação de resíduos Prof. Teresa Condeixa 0809
    44. 44. SISTEMA DIGESTIVO OBJECTIVOS Conhecer os órgãos que constituem o tubo digestivo. Conhecer as glândulas anexas. Conhecer a importância da digestão. Distinguir digestão mecânica de digestão química. Enunciar os órgãos onde são produzidas as diferentes secreções digestivas. Definir enzima. Explicar a actuação dos enzimas. Referir os factores que influenciam a actividade enzimática. Enunciar a função dos diferentes componentes da boca envolvidos na digestão. Enunciar algumas regras a cumprir para manter uma boa higiene oral. Enunciar algumas funções da saliva. Explicar a acção da amilase salivar sobre o amido. Explicar a formação do bolo alimentar. Descrever a sequência de fenómenos que ocorrem durante a deglutição. Explicar a função da epiglote. Identificar os movimentos peristálticos como responsáveis pela progressão do bolo alimentar. Localizar e referir a importância dos dois esfíncteres do estômago. Relacionar digestão mecânica no estômago com movimentos peristálticos e digestão química com suco gástrico.
    45. 45. SISTEMA DIGESTIVO OBJECTIVOS Referir a função de cada constituinte do suco gástrico. Identificar os produtos finais da digestão no estômago. Explicar a formação do quimo. Prever a importância da digestão no intestino. Identificar as substâncias produzidas pelo fígado, pâncreas e intestino delgado, que estão envolvidas na digestão. Explicar a função da bílis, suco pancreático e suco intestinal. Explicar a formação do quilo. Distinguir válvulas coniventes de vilosidades intestinais e microvilosidades. Explicar a importância e função da estrutura interna do intestino delgado. Referir o percurso das diferentes substâncias no decorrer da absorção. Explicar o facto de a celulose, a água os sais minerais e as vitaminas não sofrerem alterações ao longo do tubo digestivo. Identificar as diferentes partes que constituem o intestino grosso. Identificar as substâncias que são absorvidas no intestino grosso. Descrever o modo pelo qual são eliminadas as substâncias residuais da digestão. Explicar a importância do cumprimento de certas regras para a promoção da saúde do Sistema Digestivo. Referir algumas doenças associadas ao Sistema Digestivo. Explicar o destino das substâncias resultantes da digestão.
    46. 46. SISTEMA DIGESTIVO TERMOS E CONCEITOS Alimentos; Sistema digestivo; Nutrição; Nutrientes; Água;Minerais; Glícidos; Lípidos; Prótidos; Vitaminas; Função plástica; Função reguladora; Função energética; Nutriente orgânico; Nutriente inorgânico; Nutriente essencial; Alimentação; Enzimas; Tubo digestivo; Boca; Dentes; Língua; Esófago; Estômago; Intestino delgado; Intestino grosso; Ânus; Glândulas anexas; Glândulas salivares; Fígado; Pâncreas; Ingestão; Mastigação; Ensalivação; Digestão; Absorção; Defecação; Transformações físicas; Transformações mecânicas; Deglutição; Suco gástrico; Enzimas gástricas; Quimo; Bílis; Suco pancreático; Suco intestinal; Quilo; Pregas intestinais; Vilosidades intestinais; Bactérias intestinais; Hepatite; Cárie dentária; Úlceras peptídicas; Obstipação; Subnutrição; Obesidade; Anorexia; Bulimia.
    47. 47. FIM Adaptado de Prof. Óscar Sequeira Prof. Raquel Cerca Prof.Luís Dias  Prof. Teresa Condeixa 0809

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