• Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
  • Prof. obrigado por partilhar esta base de dados que nos vai ajudar a ser mais treinadores. Receba um abraço
    Are you sure you want to
    Your message goes here
No Downloads

Views

Total Views
3,925
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
28

Actions

Shares
Downloads
149
Comments
1
Likes
3

Embeds 0

No embeds

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide

Transcript

  • 1. 1ª QUESTÃO O QUE É QUE DEVEMOS TREINAR?
  • 2. O QUE É QUE DEVEMOS TREINAR? Serão os aspectos FÍSICOS do Futebolista? Serão os aspectos TÉCNICOS do Futebolista? Serão os aspectos TÁCTICOS do Futebolista?
  • 3. O QUE É QUE DEVEMOS TREINAR? Será a CONJUGAÇÃO de todos estes aspectos?
  • 4. O QUE É QUE DEVEMOS TREINAR? No nosso entender não é nenhuma destas quatro propostas
  • 5. O QUE É QUE DEVEMOS TREINAR? Do nosso ponto de vista é a ORGANIZAÇÃO DE JOGO
  • 6. Organização dos diferentes momentos de jogo pode assumir várias dimensões : • Colectiva • Inter - Sectorial • Sectorial • Grupal • Individual
  • 7. PRINCÍPIOS DE JOGO Consideramos Padrões de comportamento táctico, colectivos, inter-sectoriais, sectoriais, grupais e individuais, que se pretende que a equipa e os jogadores evidenciem nos diferentes momentos do jogo.
  • 8. O JOGO… remate passe Progressão finta duelo competitividade Contenção Cobertura defensiva superação Cobertura ofensiva salto travagem corrida Mobilidade (ou Espaço) Equilíbrio (ou Concentração)
  • 9.  “É sabido que a água (H2O) é um meio essencial para apagar o fogo, no entanto, se separarmos as suas componentes, hidrogénio (H) e oxigénio (O), qualquer uma destas ao invés de apagar o fogo, incandesce-o ainda mais”.
  • 10. Evolução das práticas de treino no futebol Os processos de análise e de estudo do futebol são, por vezes, pouco adequados porque se afastam muito da essência da própria modalidade; Não se apoiam naquilo que é específico e, pelo contrário dividem em partes, aspectos que pretendem identificar com mais pormenor, não conservando o que é essencial na relação entre essas partes;
  • 11. Duas formas distintas e antagónicas de entender o treino: PERIODIZAÇÃO CONVENCIONAL • Claramente analítica. Os aspectos “físicos” são os orientadores de todo o processo. • Importa que desde o início a equipa tenha como finalidade estar “bem fisicamente”.”.
  • 12. Futebol como um todo Repartir para analisar Treino em separado Treino em unidade realidade
  • 13. Dinâmica das cargas – persegue o Modelo de Matveiév • No início de época, grande volume e baixa intensidade. Duas semanas antes da competição, aumento da intensidade e diminuição do volume. • Procura “picos de forma”. Nas paragens de campeonato, “carrega baterias”.
  • 14. Periodização “Convencional” Requisita como imprescindível o Período Preparatório (fundamental) como base sólida para toda a época desportiva do futebol. As componentes volume e intensidade, aparecem aqui numa dimensão Universal, abstracta.
  • 15. Periodização “Convencional” Transporta a noção de que não é possível manter a "forma" durante toda a época competitiva. Originando a procura de "picos de forma", com base nos efeitos retardados das cargas.
  • 16. Recuperação • A recuperação é mais uma componente como as outras, é abordada analiticamente. • Como treinas duas horas, tens que descansar. • Recuperar bem, para treinar muito...
  • 17. A organização e a ordem de um sistema ou de um todo, transcende aquilo que é “oferecido” pelas partes isoladamente
  • 18. Entendimento do Jogo • O mais importante no futebol é perceber de futebol. • É imprescindível entender o jogo para perceber que existem diferentes “futebóis”, diferentes jogos e formas de jogar.
  • 19. Início… • Os jogadores devido ao seu passado possuem conflitos de ideias. • O treino é um meio para harmonizar as ideias do treinador no sentido de jogar de acordo com os princípios estabelecidos.
  • 20. Periodização Táctica: A componente táctica aparece como núcleo central de preparação, estando subjugada a esta, todas as outras componentes.
  • 21. Então os aspectos físicos, técnicos psicológicos e estratégicos não são importantes?! • Importantíssimos todos eles. O aspecto táctico aparece como regulador e orientador de todo o trabalho, mas não retira importância a nenhum dos outros.
  • 22. Periodização Táctica A maneira de como queres que a tua equipa jogue impõe uma coordenatividade muito própria, estando subjugada à dimensão táctica as restantes dimensões, técnica, física e psicológica.
  • 23. A importância do período preparatório. “O que se vai fazer lá, seja o que for, nunca vai ser responsável por aquilo que se vai passar três, quatro, cinco meses depois” Frade (1993)
  • 24. Então o Período Preparatório não é importante?! • Muito importante. Mas mais importante se torna no sentido de saber, o que vais trabalhar. • O pressuposto inicial é decisivo: - Colocar a equipa a jogar como nós queremos. Esta deve ser a nossa preocupação central
  • 25. Periodização Táctica: Põe ênfase na assimilação de uma determinada forma de jogar, exponenciando princípios do seu modelo de jogo nos quatro momentos.
  • 26. Princípios de Jogo • Existem quatro momentos no jogo: Ataque; defesa, transição para ataque e transição para defesa. • O treinador deverá definir claramente, princípios e sub-princípios para cada momento. E a forma com estes se devem articular.
  • 27. Treino… • Deverá fundamentar-se na exacerbação dos princípios e sub-princípios definidos pelo modelo de jogo concebido, utilizando exercícios específicos como meio para o alcançar.
  • 28. Periodização Táctica: Procura-se distribuir e organizar princípios, sub-princípios e subprincípios dos sub-princípios ao longo do microciclo semanal e consequentemente ao longo do ano.
  • 29. Reduzir sem empobrecer… • Podemos reduzir em número, espaço e tempo os nossos exercícios. • No entanto nunca devemos deixar de “visionar” a nossa forma de jogar, relembrando que treinamos princípios não exercícios. • O treino deve ter sempre sentido.
  • 30. Periodização Táctica – Noção de Especificidade O princípio da Especificidade é quem dirige a Periodização Táctica. “Só se poderá chamar especificidade à Especificidade, se houver uma permanente e constante relação entre as componentes psicocognitivas, táctico-técnicas, “físicas” e coordenativas, em correlação permanente com o modelo de jogo adoptado e respectivos princípios que lhe dão corpo”. Oliveira (1991)
  • 31. Fracções de máxima intensidade • A qualidade das acções no futebol está ligada à intensidade das mesmas. • Pretendemos uma adaptação do organismo a um padrão idêntico à competição. • Desde o primeiro dia treinamos em fracções de máxima intensidade de acordo com os princípios da nossa forma de jogar.
  • 32. Periodização Táctica Impõe-se uma inversão no binómio VolumeIntensidade, a Intensidade é quem "comanda", o Volume, é o somatório de fracções de máxima intensidade (Volume da qualidade) de acordo com o Modelo de Jogo concebido.
  • 33. Periodização Táctica Esta periodização reclama o Princípio da Estabilização, de forma a permitir os Patamares de Rendibilidade.
  • 34. Periodização Táctica Faz sentido falar em forma desportiva colectiva. Esta, está ligada ao jogar (bem) de acordo com o Modelo de Jogo concebido, a referência que serve como indicador é "jogar melhor”.
  • 35. Periodização Táctica • A Estabilização da Forma Desportiva consegue-se com base na estruturação de um determinado microciclo, onde nós procuramos uma lógica. • A estrutura lógica do microciclo deve manterse, o que leva a uma estabilização de rendimento.
  • 36. A recuperação aqui faz parte integrante do treino Recuperas porque tens que recuperar (entre os exercícios e unidades de treino), para que estejas apto a exercitar fracções de máxima intensidade de acordo com a forma de jogar da equipa
  • 37. 2ª QUESTÃO COMO É QUE DEVEMOS TREINAR?
  • 38. Tarefas fundamentais do treinador Planear – Realizar - Avaliar Definir objectivos Planear e realizar a sua acção nos vários níveis em que ela se desenrola Avaliar os resultados do trabalho realizado Reformular, se necessário, a sua acção se existirem diferenças entre o esperado e o obtido
  • 39. Tarefas fundamentais dos jogadores Ambição – Disponibilidade - Mentalidade Ambiciosos nos seus objectivos Disponíveis para as tarefas com espírito de superação Treinar para melhorar e não para manter Mentalidade competitiva positiva. Jogar para ganhar SEMPRE.
  • 40. Características dos exercícios Devem conter a essência da “matéria” a treinar Devem evoluir em termos de complexidade Devem ter um grau adequado de dificuldade Devem ser interessantes e motivantes para os atletas
  • 41. Características dos exercícios Devem contemplar situações de oposição Devem contemplar a indivisibilidade dos factores de rendimento Devem conter finalização Devem contemplar o carácter de continuidade/reversibilidade característico do Futebol
  • 42. Utilização dos jogos reduzidos Mais facil se torna fazer a leitura do jogo e darlhe significado Mais facil é identificar e escolher os comportamentos adequados e mais visiveis os erros realizados Maior é a possibilidade e oportunidade da capacidade pela densidade motora Mais frequentes são as situações de escolha o que exige uma atitude reflexiva permanente e elevado nível de concentração Promove a multifuncionalidade e implementa uma permanente mudança de atitude mental
  • 43. Temas Relação com bola Estruturação do espaço Comunicação na acção
  • 44. Relação com bola Exercitação da visão periférica Exercitação da proprioceptividade Dominio das trajectórias Equilibrio e dominio dos apoios Dominio das habilidades ( sempre em contextos abertos e com complexidade e dificuldade crescente)
  • 45. Estruturação do espaço Ofensivo Ocupação e criação racional do espaço de jogo (mobilidade e imprevisibilidade) Aumentar o espaço de jogo (espaço) Jogar em profundiade e/ou largura Defensivo Ocupação e redução do espaço de jogo Ocupação racional das diferentes zonas do terreno de jogo Jogar perto ou longe da bola
  • 46. Comunicação na acção Ofensiva Criar e utilizar linhas e espaços de progressão Facultar linhas de passe e esbater a concentração sobre o portador da bola Criar superioridade numérica Defensiva Fechar linhas de progressão e linhas de passe Promover a entreajuda Pressionar mais ou menos o adversário Conquistar a posse da bola
  • 47. Variaveis de evolução complexidade Numero de jogadores : efectivo + ou – reduzido; igualdade ou desigualdade numerica; utilização de jokers temas Balizas (nº, dimensão, posição) Espaço de jogo (comprimento, largura, zonas interditas, zonas obrigatórias, etc) Regras ( condicionar nº de toques, banir fora de jogo, limitar tempo de ataque, etc) Bola (forma, dimensão, peso, numero)