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  • 1.  
  • 2. Chris Anderson Vive em Berkeley, Califórnia, com a esposa e cinco filhos. Antes de assumir Wired em meados de 2001, atuou na The Economist, em Londres, Hong Kong e Nova York em várias posições, que vão desde a tecnologia Editor E.U. Business Editor. É presidente não-executivo e acionista de BookTour, uma empresa que co-fundou em 1997. Em março de 2009 Amazon adquiriu uma participação minoritária na empresa. É fundador da DIY Drones e Robótica 3D, uma empresa que fabrica equipamentos de robótica.
  • 3. Cauda Longa: O que é
  • 4. Cauda Longa: O que é
    • A premissa básica do livro é de que a economia está mudando seu foco de atenção para os nichos de consumo. Dentro deste conceito, a economia tradicional denominada “economia de escassez” - começa a dar lugar para uma nova economia - a “economia da abundância”.
    • No modelo antigo, isto é, na economia da escassez, a produção e a distribuição de produtos custa caro, e portanto, concentram-se os esforços em produzir e distribuir produtos com forte apelo popular. Essa é a tal da economia de massa a que somos submetidos desde a Revolução Industrial.
    • Custa muito caro produzir e distribuir, produtos sem apelo popular. Geralmente estes, simplesmente não são encontrados.
  • 5. Cauda Longa: Nichos de mercado
    • Na economia da abundância, com custos reduzidos de produção e de distribuição, há espaço para que os produtos afastados da “cabeça” da curva, tenham também o seu mercado.
    • Como isso é possível?
    • 1. A tecnologia faz com que vários tipos de produtos sejam mais fáceis e mais baratos de se produzir (abundância na produção);
    • 2. A tecnologia (a Web, no caso) faz com que o consumidor tenha acesso mais fácil a todos os tipos de produto.
    • 3. A facilidade de busca e principalmente as recomendações fazem com que a demanda se espalhe pela cauda da curva, não estando mais limitada à meia dúzia de produtos que antes estavam disponíveis.
  • 6. OS NICHOS DE MERCADO
    • Produtos de nicho antes virtualmente impossíveis de serem encontrados, hoje estão mais disponíveis graças à Web e aos vários sistemas de recomendação. Quanto a esses sistemas, os blogs especializados são citados por Anderson como tendo um papel primordial na disseminação de recomendações confiáveis.
  • 7. VOCÊ TAMBÉM PODE:
    • Segundo Anderson, as regras básicas para aproveitar a Cauda Longa são:
    • 1. Torne seu produto disponível;
    • 2. Avise os consumidores: Isto é, produza, coloque à venda em alguma loja virtual e dê ciência aos consumidores - através da própria loja ou de um dos vários sistemas de recomendação disponíveis - da existência destes produtos. Com milhões de internautas mundo afora, seu produto pode não se tornar o mais novo mega-sucesso mundial, mas certamente vai atrair a atenção de gente suficiente para te trazer algum lucro.
  • 8. A CAUDA LONGA NO JORNALISMO
  • 9. MIDIA CIDADÃ – jornalismo colaborativo
    • Com a internet, o poder da imprensa, que antes decorria do controle das ferramentas de produção, passou de repente a pertencer a qualquer pessoa com um computador e conexão à internet (Castells, 2005; Anderson, 2006).
  • 10.
    • Com baixo custo e rapidez a internet favoreceu a difusão extensiva de informações e conhecimentos, sem submetê-los às hierarquias de juízos e aos filtros ideológicos da mídia tradicional.
  • 11. TRADICIONAL X SOCIAL
    • É preciso levar em conta que a imprensa tradicional está focando no mainstream - MASSA, e que a imprensa social está focando na cauda longa.
  • 12. MÍDIA CIDADÃ
    • A maior variedade e volume de conteúdo na web em relação a qualquer outra mídia é resultado da democratização das ferramentas de produção e do acesso cada vez mais universalizado, segundo Stevens e Rivas Rodrigues (2007).
    • Junto com a facilidade de publicar qualquer coisa na internet, estes aspectos mudaram a história da mídia, que vinha sendo de um consumo passivo. Atualmente, o leitor pode ser um consumidor passivo e, ao mesmo tempo, um criador de conteúdo (The Future, 2006).
  • 13.  
  • 14.
    • O cidadão conectado tem pressa, muita pressa. A instantaneidade é o resultado, ele quer saber agora, o que acontece agora, quer interagir com a notícia. O Jornalismo cidadão é visto como ruído pelo público mainstream, mas é extremamente eficiente para seus apreciadores, e isto a velha mídia precisa entender e estudar.
  • 15. INTERATIVIDADE
    • A propósito, o poder dado ao leitor como criador e divulgador de conteúdo já mudou o cenário dos dados de acesso aos sites na internet. Segundo o relatório The Future of Media (The Future, 2007), o You Tube , que exibe filmes “domésticos”, e a Wikipedia , enciclopédia on-line baseada no conhecimento coletivo de milhões de especialistas e semiespecialistas amadores, junto com o site da Apple , são, respectivamente, os sites mais populares globalmente.
  • 16. CAUDA LONGA DO TEMPO
    • Conforme Anderson ( in Stabe, 2006a, 2006b), as duas caudas longas que estão transformando o jornalismo são:
    • A Cauda Longa do tempo (troca dos valores-notícia através do tempo)
    • A Cauda Longa da abundância de conteúdo (representada pelos blogs , isto é, ao fato de que essas publicações pessoais competem com a mídia tradicional pela atenção do leitor).
  • 17. A Cauda Longa da abundância de conteúdo
    • A grande mídia continua a dominar a pequena cabeça do mercado de massa.
    • O crescimento de milhões de blogs representa uma importante Cauda Longa (Stabe,2006b), visto que “o número de autores e leitores de blogs
    • tem aumentado, assim como as fontes de informação”
    • (Rodrigues, 2006, p. 49).
    • Em abril de 2006, o número de blogs rastreados pelo site Technorati era de 35,4 milhões.Um ano depois, esse número já ultrapassava 70 milhões.
    • Entre os 100 sites mais populares: em outubro de 2006, 12 blogs estavam na lista dos 100 sites mais populares. Em abril de 2007, eram 22 blogs na lista (The State, 2007).
  • 18. A CAUDA LONGA ESTÁ TRANSFORMANDO O JORNALISMO ( Chris anderson)
    • Na era da internet, o indivíduo não está limitado ao que é divulgado pela mídia tradicional. Ele pode escolher entre uma variedade de opções (Anderson, 2006). Além disso, pode produzir, recriar, difundir e compartilhar conteúdos de sua seleção (Roig, 2006). Isto só foi possível graças à ausência de fronteiras e porque na web a maioria dos meios não é institucionalizada, pertencendo a quem participa deles (Rodrigues, 2006).
  • 19. UM NOVO JORNALISMO
    • Palacios e Munhoz (2005) acreditam que o surgimento de novas alternativas de divulgação da informação nas redes obriga os veículos tradicionais a repensar sua forma de atuar. Segundo eles, isso pode ser observado desde os “efeitos da participação do cidadão na produção de imagens com valor jornalístico”, que são “detectáveis tanto no que se refere à criação e consolidação de circuitos alternativos de circulação de informação, quanto no que diz respeito às transformações da mídia tradicional em sua convivência forçada com os novos circuitos” (2005, p.57).
  • 20. SIMBIOSE
    • No cenário comunicacional, está emergindo uma relação simbiótica entre a mídia tradicional (rádio, tevê e jornal) e a mídia social ( blogs , podcasts e redes sociais online ).
    • Uma alimenta a outra; por exemplo, os blogs promovem fóruns para discutir o conteúdo divulgado na mídia e essa cita blogs e bloguistas, às vezes exclusivamente, assim como utiliza a discussão gerada nos blogs como fonte de idéias para a elaboração de sua pauta (The Future, 2006).
    • Segundo Rodrigues (2006, p.172), “há vários casos de informações veiculadas por blogs que foram aproveitadas pelos meios de comunicação social e há muitos blogs que são observadores atentos da actividade jornalística”.
  • 21. Do receptor passivo ao emissor ativo
    • Marcelo Sabbatini – Doutor em Teoria da Educação pela Universidade de Salamanca, Espanha. Integrante da Cátedra Unesco.
  • 22.
    • Na reflexão sobre o papel da mídia para a construção da cidadania, em especial os meios de comunicação digitais, as tecnologias de informação e comunicação podem servir como ponto de alavancagem para, através de ações de inclusão digital, promover a inclusão social”,
  • 23. Da era industrial para a Sociedade da Informação
    • Passados 40 anos da criação da Internet, cada dia se faz mais patente sua consolidação como meio de comunicação social e como fenômeno cultural, além do consequente impacto sobre os fluxos de informação.
    • A cada instante se observa o surgimento aplicações inovadoras, de forma a permitir que os consumidores de informação agora passam também a ser responsáveis por sua criação e gestão.
  • 24. O impacto social das tecnologias de informação e comunicação
    • As comunidades virtuais de escala mundial, weblogs, fotologs, orkut, twiter...
    • Porém, em que medida estas transformações operadas pelas tecnologias de informação e comunicação recuperem, internalizem, reprocessem ou mesmo cirem a informação disponível nos canais de difusão de uma maneira valiosa e criativa?
  • 25.
    • A grande quantidade de informação disponível na Internet provoca uma cegueira informativa, fazendo cada vez mais difícil encontrar material relevante, ao qual se pode associar os problemas relacionados com a qualidade da informação na internet.
  • 26.
    • Para que a inclusão social passe pela inclusão digital é necessário criar, desde o primeiro momento, os conteúdo com os quais a cidadania deve interagir e sobre os quais deve ser construída.

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