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A observação como técnica científica<br />Mestrandas: Ana Paula Moreira de Sousa  e Emiliana Cristina Rodrigues Nunes<br />
Sobre a observação como técnica<br /> O pesquisador deve decidir: <br /><ul><li> O seu grau de participação no trabalho;
 A explicitação do seu papel e dos propósitos da pesquisa junto aos sujeitos;
 A forma da sua inserção na realidade.</li></li></ul><li>Sobre a planejamento da observação<br /><ul><li> Delimitação:  o ...
 É preciso: preparo material, físico, intelectual e psicológico;
 É preciso: aprender a fazer registros descritivos;
 É preciso: fazer anotações organizadas;
 É preciso: saber separar os detalhes relevantes dos triviais e utilizar métodos rigorosos para validar suas observações; ...
 Possibilita recorrer aos conhecimentos e experiências pessoais como auxiliares no processo de investigação;
 Permite chegar mais perto da “perspectiva dos sujeitos”;
Possibilita “descobrir” aspectos novos de um problema;
Permite a coleta de dados em situações em que é impossível outras formas de comunicação; </li></li></ul><li>Desvantagens d...
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A observação como técnica científica de coleta e análise de dados

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  1. 1. A observação como técnica científica<br />Mestrandas: Ana Paula Moreira de Sousa e Emiliana Cristina Rodrigues Nunes<br />
  2. 2. Sobre a observação como técnica<br /> O pesquisador deve decidir: <br /><ul><li> O seu grau de participação no trabalho;
  3. 3. A explicitação do seu papel e dos propósitos da pesquisa junto aos sujeitos;
  4. 4. A forma da sua inserção na realidade.</li></li></ul><li>Sobre a planejamento da observação<br /><ul><li> Delimitação: o “que” e “como “ observar;
  5. 5. É preciso: preparo material, físico, intelectual e psicológico;
  6. 6. É preciso: aprender a fazer registros descritivos;
  7. 7. É preciso: fazer anotações organizadas;
  8. 8. É preciso: saber separar os detalhes relevantes dos triviais e utilizar métodos rigorosos para validar suas observações; </li></li></ul><li>Vantagens do uso da observação<br /><ul><li> Proporciona a experiência direta com o fenômeno estudado;
  9. 9. Possibilita recorrer aos conhecimentos e experiências pessoais como auxiliares no processo de investigação;
  10. 10. Permite chegar mais perto da “perspectiva dos sujeitos”;
  11. 11. Possibilita “descobrir” aspectos novos de um problema;
  12. 12. Permite a coleta de dados em situações em que é impossível outras formas de comunicação; </li></li></ul><li>Desvantagens do uso da observação<br /><ul><li>Provoca alterações no ambiente ou no comportamento das pessoas observadas;
  13. 13. Seu método se baseia muito na interpretação pessoal;
  14. 14. O grande envolvimento do pesquisador leve a uma visão distorcida do fenômeno ou a representação parcial da realidade.</li></li></ul><li>A parte descritiva da observação<br /><ul><li> A descrição dos sujeitos;
  15. 15. Reconstrução de diálogos;
  16. 16. Descrição de locais;
  17. 17. Descrição de eventos especiais;
  18. 18. Descrição das atividades;
  19. 19. Os comportamentos do observador.</li></li></ul><li>A parte reflexiva da observação<br /><ul><li> Reflexões analíticas;
  20. 20. Reflexões metodológicas;
  21. 21. Dilemas éticos e conflitos;
  22. 22. Mudanças na perspectiva do observador;
  23. 23. Esclarecimentos necessários.</li></li></ul><li>As dimensões da observação <br /><ul><li>Observação oculta versus observação aberta;
  24. 24. Observação não-participante versus observação participante;
  25. 25. Observação in natura (naturalista) versus situações artificiais; </li></li></ul><li>Observação oculta versus observação aberta<br /><ul><li>Observação aberta quando o observador é visível aos observados que sabem que estão sendo objeto de uma pesquisa;
  26. 26. Observação oculta quando os observados não sabem que estão sob observação;</li></li></ul><li>Observação participante versus observação não-participante<br /><ul><li>Observação participante o observador é parte da atividade objeto da pesquisa procura ser membro do grupo;
  27. 27. Observação não-participante o observador não se envolve e não se torna membro do grupo;</li></li></ul><li>Sobre a validade e fidedignidade da observação<br /><ul><li>Variedade de instrumentos de coletas de dados;
  28. 28. Processar a triangulação dos dados;
  29. 29. Documentar as fontes de observações e comentários casuais;
  30. 30. Usar sempre que possível elementos tecnológicos no processo de registro e documentação (gravadores, vídeos, máquinas fotográficas);
  31. 31. Entrevistar indivíduos mais de uma vez;
  32. 32. Tirar conclusões a partir de uma compreensão ampliada da situação observada;</li></li></ul><li>Referências bibliográficas<br />LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 2004.<br />VIANNA, Heraldo Marelim. Pesquisa em educação: a observação. Brasília: Liber Livro Editora, 2007.<br />
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