Arquitetura de Informação, Usabilidade e Design de Experiência do Usuário

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Arquitetura de Informação, Usabilidade e Design de Experiência do Usuário
Encontro dos Profissionais da Informação da Justiça Federal – Brasília - 20 Nov. 2013
por Paula Azevedo Macedo

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  • Muito boa a apresentação!
    Mas adorei o 'Let's rock, biblios!' ;)
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Arquitetura de Informação, Usabilidade e Design de Experiência do Usuário

  1. 1. Arquitetura de Informação, Usabilidade e Design de Experiência do Usuário Encontro dos Profissionais da Informação da Justiça Federal – Brasília - 20 Nov. 2013 por Paula Azevedo Macedo Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 1
  2. 2. QUEM SOU EU Colaboradora do blog www.arquiteturadeinformacao.com Ministra o curso à distância de Arquitetura de Informação: Conceitos e Métodos, pelo Extralibris http://extralibris.com/ Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 2
  3. 3. O QUE VAMOS VER HOJE Informação Arquitetura de Informação Usabilidade e Heurística Experiência do Usuário + Biblioteconomia Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 3
  4. 4. INFORMAÇÃO Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal A “hipermídia” de Otlet: teleconferência combinando telefone, rádio, gramofone, filmes e televisão. Fonte: Mons, Archives du Musée du Mundaneum, EUM. 4
  5. 5. INFORMAÇÃO Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal http://loopinginfinities.blogspot.com.br/2011/03/look-back-part-1.html 5
  6. 6. INFORMAÇÃO Paul Otlet Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal ” (…) uma instrumentação agindo através da distância que combinaria ao mesmo tempo rádio, raio-x, cinema e micro-fotografia. Todas as coisas do universo e todas aquelas do homem seriam registradas a longa distância enquanto fossem produzidas. Entretanto a imagem em movimento do mundo seria estabelecida – sua memória, sua verdadeira duplicata. A longa distância qualquer um seria capaz de ler a passagem que, expandida ou limitada ao assunto desejado, seria projetado em sua tela individual. Assim, em sua poltrona qualquer um seria capaz de contemplar toda a criação ou partes particulares dela”. Mundaneum http://doraexlibris.wordpress.com/2010/12/11/visualisando-a-organizacao-e-disseminacao-deconhecimento-esbocos-de-paul-otlet-no-mundaneum/ 6
  7. 7. INFORMAÇÃO Paul Otlet e Henry La Fontaine idealizaram o Mundaneum, que propunha organizar e dar acesso à todo o conhecimento do mundo. Paul Otlet Essa área ficou conhecida como a linha da Documentação na Biblioteconomia, e é considerar por alguns como a origem da Ciência da Informação. Por suas ideias, Paul Otlet é considerado um precurssor da Web, pois já falava de hipermídia antes mesmo do termos existir Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal http://intuicaocriativa.wordpress.com/2008/08/05/museu-celebra-o-verdadeiro-precursor-da-web-paul-otlet-2/ 7
  8. 8. INFORMAÇÃO VIDEO http://youtu.be/DvLKr8Go3iA Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 8
  9. 9. INFORMAÇÃO GLEICK, James. A informação: uma história, uma teoria, uma enxurrada. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 9
  10. 10. INFORMAÇÃO “ Big data é uma palavra da moda, uma maneira de falar que temos acesso a quantidades enormes de informação não filtrada em vários domínios. As pessoas veem o big data como um desafio, porque todo mundo acredita que existam versões da verdade em meio a esse amontoado de dados, e investigam que meios poderíamos usar para manipulá-los. Isso tudo é verdade. Mas, novamente, vejo isso como um processo contínuo com que sempre nos envolvemos. A humanidade sempre lidou, de certa forma, com o excesso de informação, num volume difícil para qualquer indivíduo absorver. Agora, há mais ainda.”. Paula Macedo - AI & UX http://revistaepoca.globo.com/ideias/noticia/2013/06/james-gleick-sempre-lidamos-com-o-excesso-de-informacao.html Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 10
  11. 11. ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO Paula Macedo - AI de Abreu. In. ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998. Traduzida por André & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 11
  12. 12. CONCEITO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO Definimos arquitetura de informação como a arte e a ciência de organizar e catalogar websites, intranets, comunidades online e software de modo que a usabilidade seja garantida. À medida que a informação prolifera de forma exponencial, a usabilidade vem se tornando o fator crítico de sucesso para websites e aplicações. Uma boa AI estabelece as fundações necessárias para que um sistema de informação faça sentido para seus usuários IAI . Institute of Information Architectures usuários. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 12
  13. 13. ORIGENS DA ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO 1976 O Encontro Anual dos Arquitetos do American Institute of Architects teve como tema: “The Architecture of Information” . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal A Arquitetura da Informação 13
  14. 14. ORIGENS DA ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO 1991 WURMAN, Richard Saul. Ansiedade de Informação : como transformar informação em compreensão. São Paulo: Cultura, 1991. . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 14
  15. 15. ORIGENS DA ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO “Existe um tsunami de dados que bate sobre as portas do mundo civilizado. É um maremoto crescente de dados desconexos formado por bits e bytes, vindo em uma forma desorganizada, descontrolada, incoerente e cacofônico”. Paula Macedo - Saul. Ansiedade de Informação : como transformar informação em compreensão. São Paulo: Cultura, 1991. WURMAN, RichardAI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 15
  16. 16. ORIGENS DA ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO ARQUITETO DE INFORMAÇÃO =  Devem ser tornar o complexo claro, transformar a informação em algo compreensível para outros seres humanos.  Alguém que humaniza a tecnologia focando nas pessoas.  Organiza os padrões inerentes da informação, torna o complexo, claro.  Cria estruturas ou mapas de informação que permite outros encontrarem seu caminho para o conhecimento . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 16
  17. 17. DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 17
  18. 18. DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO @louisrosenfeld @morville 1998 ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998. . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 18
  19. 19. DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO @louisrosenfeld @morville 1998 ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998. . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 19
  20. 20. DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO www.arquiteturadeinformacao.com Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 20
  21. 21. DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO =   @morville Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Design estrutural de um espaço de informação a fim de facilitar a realização de tarefas (tasks) e o acesso intuitivo a conteúdos.  É a arte e a ciência de estruturar e classificar websites e intranets a fim de ajudar as pessoas a encontrar e a gerenciar informação.  @louisrosenfeld Combinação entre esquemas de organização, nomeação (rotulação) e navegação dentro de um sistema de informação. É uma disciplina emergente e uma comunidade de prática (community of practice), focada em trazer para o contexto digital os princípios de design, arquitetura e biblioteconomia 21
  22. 22. DEFINIÇAO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO O princípio básico da Arquitetura de Informação é a busca pelo equilíbrio entre os três fatores: Conteúdo, Contexto e Usuários Paula Macedo - AI & UX ROSENFELD, L., MORVILLE, P. Information Architecture for Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal the Word Wide Web. Sebastopol: O'Reilly, 1998. 22
  23. 23. DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO ARQUITETO DE INFORMAÇÃO =   Característica Multidisciplinar da AI – muitas contribuições além da Biblioteconomia  @louisrosenfeld Quando escreveu o livro queria fomentar a prática da Biblioteconomia para fora das bibliotecas : “pensar fora da caixa” Arquitetura da Informação como parte do “Guarda-Chuva” da interdisciplinaridade do Design de Experiência do Usuário WIAD – World Information Architecture Day Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 23
  24. 24. DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO ARQUITETO DE INFORMAÇÃO =   @morville Contexto da prática mudou, mesmo nas bibliotecas tradicionais, como a Biblioteca do Congresso. Agora é necessário pensar na experiências em multi canais, móveis e sociais. O nome da profissão não é o mais importante, mas sim a prática.  O bibliotecário que trabalha com Arquitetura de Informação tem que extrapolar sua área de atuação para conseguir exercer sua função WIAD – World Information Architecture Day Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 24
  25. 25. GRANDES LINHAS Modelo apresentado pelo prof. phd. Guilherme Ranoya. Digicorp. Turma 3. São Paulo, 2013. Material apresentado em aula ranoya@usp.br Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 25
  26. 26. USABILIDADE “Usabilidade é a eficiência, eficácia e satisfação com a qual os públicos do produto alcançam objetivos em um determinado ambiente”. Paula Macedo - AI & UX componente do Standard de ISO 9241-11 (1998) Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 26
  27. 27. USABILIDADE Jakob Nielsen Donald Norman Phd. IHC, “user advocate” Psicólogo e Cientista Cognitivo O que caracteriza uma interface com boa usabilidade? . http://www.nngroup.com/articles/ten-usabilityheuristics/ Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 27
  28. 28. DEFINIÇÃO DE ARQUITETURA DE INFORMAÇÃO ATRIBUTOS DE UMA INTERFACE COM BOA USABILIDADE = Heurísticas (principais)  Ser fácil de aprender  Ser eficiente na utilização  Ser fácil de ser recordado  Ser subjetivamente agradável Princípios(principais)   Feedback  Mapeamento  Consistência  Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Visibilidade Affordance 28
  29. 29. USABILIDADE O que caracteriza uma interface com boa usabilidade? . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 29
  30. 30. USABILIDADE O que caracteriza uma interface com boa usabilidade? . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 30
  31. 31. USABILIDADE O que caracteriza uma interface com boa usabilidade? . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 31
  32. 32. USABILIDADE O que caracteriza uma interface com boa usabilidade? . Fácil de Aprender? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 32
  33. 33. USABILIDADE O que caracteriza uma interface com boa usabilidade? . Eficiente na utilização? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 33
  34. 34. USABILIDADE O que caracteriza uma interface com boa usabilidade? . Eficiente na utilização? Fácil de ser recordado? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 34
  35. 35. USER EXPERIENCE É subjetivamente agradável? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 35
  36. 36. USER EXPERIENCE Donald Norman Psicólogo e Cientista Cognitivo NORMAN, Donald A. O Design do dia a dia. Editora Rocco. ______. Emotional Design: Why We Love (or Hate) Everyday . Things New York: Basic Books, 2004. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 36
  37. 37. USER EXPERIENCE . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 37
  38. 38. USER EXPERIENCE Um produto bem projetado envolve muito mais que apenas um conteúdo de qualidade – facilidade de uso, desempenho e design gráfico também são importantes. Donald Norman Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 38
  39. 39. USER EXPERIENCE Jesse James Garret Criador do AJAX e movimento adaptive Path Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal GARRET, Jesse James. The elements he Elements of User Experience User-Centered Design for the Web. Year: New Riders, 2011. 39
  40. 40. USER EXPERIENCE Jesse James Garret Criador do AJAX e movimento adaptive Path Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal . 40
  41. 41. USER EXPERIENCE A experiência humana é plural e difusa, e, no próprio ato de nos darmos consciência de nós mesmos, transformamonos em receptáculo de uma rica variedade de sensações simultâneas. A todo instante de nossa vida consciente, damo-nos conta, a um tempo só do ver, do ouvir, do tocar, do sentir odores e do paladar. McLuhan Teórico da Comunicação Qualquer tentativa que um espírito faça de se comunicar a outra essa variedade de experiência envolverá simplificação e distorção; segundo McLuhan, entretanto, uns métodos de comunicação mostram-se melhores do que outros – dependendo do grau em que o meio empregado . reproduz o integral matiz sensório da experiência original. A capacidade de um meio qualquer agir dessa maneira depende do número de canais sensórios que ele chame a atuarem, quando esteja operando adequadamente. Quanto maior o número de sentidos em pauta, melhor a possibilidade de transmitir uma cópia fiel do estado mental de uma pessoa. MILLER, Jonathan. As idéias de McLuhan. Tradução de Octanny Silveira da Mota e Leonidas Hegenberg. São Paulo, Cultrix : 1971. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 41
  42. 42. USER EXPERIENCE Abraham Maslow Psicólogo americano Como humanos, somos estimulados por fatores internos ou externos a executar ações. Por exemplo: quando sentimos fome (estímulo interno) somos motivados a comer (ação). Ele dividiu as nossas necessidades em um gráfico de pirâmide com cinco partes: fisiologia, segurança, amor/relacionamento, estima e realização pessoal. Segundo Maslow, as pessoas desejam alcançar os níveis mais altos de sua pirâmide, os desejos mais sofisticados Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 42
  43. 43. USER EXPERIENCE O que o site do IBGE ou outros do governo poderiam fazer para melhorar a experiência do usuário? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 43
  44. 44. USER EXPERIENCE O que você poderia fazer para melhorar a experiência do seu usuário? Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 44
  45. 45. USER EXPERIENCE
  46. 46. USER EXPERIENCE Como eu me sinto quando...
  47. 47. USER EXPERIENCE . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 47
  48. 48. USER EXPERIENCE . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 48
  49. 49. USER EXPERIENCE . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 49
  50. 50. USER EXPERIENCE . Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 50
  51. 51. USER EXPERIENCE a maneira como uma pessoa se sente sobre o uso de um produto, sistema ou serviço. [Isso inclui] percepções de uma pessoa de aspectos práticos, tais como a utilidade, facilidade de utilização e eficiência do sistema. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 51
  52. 52. USER EXPERIENCE ÚTIL CONTEXTO USÁVEL DESEJÁVEL VALIOSO UX ENCONTRÁ VEL CONTEÚDO ACESSIVEL USUÁRIOS CONFIÁVEL O princípio básico da Arquitetura de Informação é a busca pelo equilíbrio entre os três fatores: Conteúdo, Contexto e Usuários Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal No entanto, em Projetos com Design centrado no Usuário, são vários fatores a serem considerados . 52
  53. 53. USER EXPERIENCE User Experience é junção de muitas disciplinas e suas subcategorias, todas voltadas para entregrar uma boa experiência centrada no usuário. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 53
  54. 54. USER EXPERIENCE Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal http://semanticstudios.com/publications/semantics/000228.php 54
  55. 55. USER EXPERIENCE por exemplo.... Pesquisa Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Concepção Avaliação http://tinyurl.com/entregaveisdeux 55
  56. 56. USER EXPERIENCE por exemplo.... Pesquisa Concepção Avaliação  Estudo etnográfico  Inventário de conteúdo  Teste de Usabilidade  Diário de Uso Continuado  Jornada do Usuário  Análise Heurística  Entrevista com Stakeholders  Criação de Personas  Métricas  Cardsorting  Estratégia de conteúdo  SEO  Pesquisa quantitativa  Sitemap  Teste A/B  Análise Competitiva  Fluxograma  Wireframes e Protótipos navegáveis  Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Especificação de uso http://tinyurl.com/entregaveisdeux 56
  57. 57. USER EXPERIENCE por exemplo.... Pesquisa Concepção Avaliação  Estudo etnográfico  Inventário de conteúdo  Teste de Usabilidade  Diário de Uso Continuado  Jornada do Usuário  Análise Heurística  Entrevista com Stakeholders  Criação de Personas  Métricas  Cardsorting  Estratégia de conteúdo  SEO  Pesquisa quantitativa  Sitemap  Teste A/B  Análise Competitiva  Fluxograma  Wireframes e Protótipos navegáveis  Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal Especificação de uso http://tinyurl.com/entregaveisdeux 57
  58. 58. USER EXPERIENCE  Entrevista com Stakeholders  Cardsorting  Jornada do Usuário  Criação de Personas Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 58
  59. 59. USER EXPERIENCE  Estratégia de Conteúdo  Wireframes e Protótipos  SEO  Métricas Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 59
  60. 60. USER EXPERIENCE centrado no usuário v Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal http://www.census.gov/ 60
  61. 61. USER EXPERIENCE “Calçar os sapatos dos usuários” http://www.fastcompany.com/1799396/if-youre-not-sittingwhere-your-customers-sitting-youre-not-really-seeing-your-brand http://arquiteturadeinformacao.com/2012/02/23/se-voce-nao-estasentado-onde-seu-consumidor-esta-sentado-voce-nao-esta-vendosua-marca-de-verdade/ Obs. Grifos e adaptações livres Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 61
  62. 62. USER EXPERIENCE OBJETIVO DE NEGÓCIOS Usabilidade
  63. 63. USER EXPERIENCE Obs. Grifos e adaptações livres Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 63
  64. 64. CONCLUSÃO O indiano Ranganathan pode ter sido o primeiro teórico da área da Biblioteconomia e Ciência da Informação a levantar de forma mais enfática a bandeira do usuário. 1931 . “5 Leis da Biblioteconomia ” Os livros são para serem usados: design por design não é nada, design bom é design eficiente (forma segue a performance). Todo leitor tem seu livro: conheça as necessidade do seu público alvo: pesquise. Todo livro tem seu leitor: defina seu público alvo e alinhe estratégia pesquise Ranganathan O defensor . 4. Poupe o tempo do leitor. Usabilidade e Encontrabilidade! 5. Uma biblioteca é um organismo em crescimento . Projete para o futuro, a interação do homem com tecnologia está e está em TODO o lugar. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 64
  65. 65. CONCLUSÃO O britânico Lancaster desenvolveu vários estudos à respeito das Linguagens Documentárias: Indexação, Resumo, Taxonomias, Recuperação da Informação, etc. O INDEXADOR É UM MEDIADOR As metodologias descritas por Lancaster podem ser consideradas uma arte, afinal fica explicito o quanto o indexador precisar tomar cuidado para impor limites da sua influência sobre o resumo e a indexação. A cognição e as escolhas culturais realizadas neste momento muito tem a ver com as quais um arquiteto de informação realiza em seu dia a dia. Lancaster O indexador A habilidade de olhar de fora para realizar um resumo . representativo é a mesma habilidade requerida pelo Arquiteto de Informação ao elaborar a estratégia de conteúdo e a organização da informação em sitemaps por exemplo. As preocupações acerca de sistemas capazes de recuperar e filtrar conteúdos também fazem parte do universo da AI. Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 65
  66. 66. Os estudos de uso e usuários são anteriores à Arquitetura de Informação. Eles sempre foram feitos na Biblioteconomia em diferentes níveis e grau de profundidade. Há várias abordagens na Biblioteconomia para os mais diversos tipos de estudos. Le Coadic Estudos de uso e usuários “Usar informação é trabalhar com a matéria da . informação para obter um efeito que satisfaça a uma necessidade de informação. O objetivo final de um produto de informação, de um sistema de informação deve ser analisado em termos dos usos da informação e dos efeitos resultantes desses usos nas ações dos usuários. O papel mais importante do sistema consiste na forma como a informação transforma a realização dessas ações (Le Coadic, 1996, p. 39). (Re)visitando os estudos de usuário: entre a “tradição” e o “alternativo”. The user studies revisited: between the tradition and the Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal alternative por Luciana Ferreira da Costa e Alan Curcino Pedreira da Silva e Francisca Arruda Ramalho; http://www.dgz.org.br/ago09/Art_03.htm 66
  67. 67. CONCLUSÃO “necessidades e usos são interdependentes, se influenciam reciprocamente de uma maneira complexa que determinará o comportamento do usuário e suas práticas” LE COADIC Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 67
  68. 68. Obrigada ;) Let´s rock, biblios @paulinhah paulazevedomacedo@gmail.com http://www.slideshare.net/PaulaMacedo br.linkedin.com/in/paulamacedo/ Paula Macedo - AI & UX Encontro Profissionais da Informação da Justiça Federal 68

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