Your SlideShare is downloading. ×
Crack
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Crack

253
views

Published on


0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
253
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. • O crack tem a mesma origem dacocaína, concentra os mesmosprincípios ativos, mas geraefeitos distintos. É uma drogaem forma de “pedra” branca ouamarelada que provoca efeitosmais rápidos e intensos do que acocaína em pó, porque atinge osistema nervoso central empoucos segundos. Fumar cracké a maneira mais rápida de fazercom que a droga chegue aocérebro e provavelmente esta éa razão para a rápidaprogressão para a dependência.
  • 2. • O crack surgiu nos EstadosUnidos na década de 1980 embairros pobres de NovaIorque, Los Angeles e Miami.• No Brasil, a droga chegou noinício da década de 1990 e sedisseminou inicialmente em SãoPaulo.• Se alastrou no País por ser umadroga de custo mais baixo• Hoje, a droga está presente nosprincipais centros urbanos doPaís.Vista da Rua dos Gusmões, na região da"Cracolândia"
  • 3. • A droga pode causar danos às funçõesmentais.• Pode prejudicar as habilidadescognitivas (inteligência).• O seu efeito inicial é liberar umagrande quantidade dedopamina.• Abuso de estimulantes de drogas(principalmente anfetaminas ecocaína) podem levar a parasitosedelirante.
  • 4. • Das vias aéreas até o cérebro, afumaça tóxica do crack causaum impacto devastador noorganismo. As principaisconsequências físicas doconsumo da droga incluemdoenças pulmonares ecardíacas, sintomas digestivos ealterações na produção ecaptação deneurotransmissores. Veja noinfográfico quais são os efeitosagudos e crônicos do uso dadroga.
  • 5. • O uso do crack — e sua potente dependência psíquica— frequentemente leva o usuário que não temcapacidade monetária para bancar o custo do vício àprática de delitos para obter a droga.• O pesquisador Luis Flávio Sapori, do Instituto Minas pelaPaz, que realizou a mais aprofundada pesquisa sobre oassunto, financiada pelo Conselho Nacional deDesenvolvimento Científico e Tecnológico, aponta que ocrack é, sem dúvida, um fator de risco para a violênciaurbana. Segundo Sapori, não há uma política nacionalde saúde pública para acolher o dependente químicoque queira se tratar. Ao mesmo tempo, não hámecanismos para aqueles que necessitariam de umainternação involuntária.
  • 6. • Estatísticas e apreensões policiaisdemonstram um aumento percentual doconsumo de crack em relação às outrasdrogas. vindo seus usuários das maisvariadas camadas sociais.• Outros relacionam a entrada do crack comodroga circulante em São Paulo ao aumentoda criminalidade e da prostituição entre osjovens, com o fim de financiar o vício. Naperiferia da cidade de São Paulo, jovensprostitutas viciadas em crack são o nichode maior crescimento da síndrome daimunodeficiência adquirida no Brasil.• Atualmente, pode-se dizer que há umaverdadeira "epidemia" de consumo docrack no País, atingindo cidadesgrandes, médias e pequenas.Efetivamente, é o que aponta recentepesquisa da Confederação Nacional deMunicípios, amplamentedivulgada, segundo a qual o crack éconsumido em 98 por cento das cidadesbrasileiras.17
  • 7. QUESTÕES ECONÔMICAS• Embora gere menos rendapara o traficante por peso decocaína produzida, ocrack, sendo maisviciante, garante um mercadocativo de consumo.• A pressão sobre o tráfico decocaína (de menor volume emaior valor agregado) para ospaíses ricos tem deslocado otráfico para o mercadode crack, passível de serfacilmente colocado parapopulações de baixa renda.

×