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Cartilha JPT Eleições 2012

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  4. 4. Nós, jovens, sempre fomos protagonistas na história do Brasil, na militância do PT e naconstrução de uma sociedade justa e igualitária. No período eleitoral não poderia serdiferente. Temos grande capacidade de mobilização, característica desse segmento, masprecisamos intensificar nossa organização. Cabe a cada jovem petista e a JPT debater oplano de governo nas questões que tangem a juventude e elaborar uma estratégia decampanha para nosso segmento em cada município. Precisamos mesmo é ocupar funçõesdestacadas de secretarias, prefeituras, ministérios, mandatos parlamentares, quadro deassessoramento superior ou de carreira, porque o grande desafio estratégico é darcontinuidade às transformações iniciadas no Brasil, o que exige formar uma nova geraçãode líderes em todos os níveis, que só se materializará com a participação dos jovens nosespaços de poder político. Não queremos só uma escola de jovens líderes, queremos umceleiro de quadros da esquerda para a República. Não queremos só um dirigente juvenil,mas um jovem dirigente. Sendo assim, no período eleitoral devemos ter jovens compondoa equipe de coordenação das campanhas majoritárias.O período eleitoral é muito mais que uma disputa entre os candidatos do nosso campo e aoposição. É uma oportunidade de debatermos com a sociedade, apresentarmos o modopetista de governar e os avanços que nossos governos tem feito pelo Brasil. Para issoprecisamos estar com o discurso afinado. É necessário fazer uma plataforma com a qualtodos os jovens se identifiquem e com forte conteúdo político em relação ao futuro. Mas,para isso, é fundamental que as discussões sejam pautadas por temas de abrangêncianacional, com conteúdo político e programático. A partir daí, é hora de irmos para as ruas,com garra e determinação do jovem contribuindo para construção da hegemonia dopensamento da esquerda.Enganam-se aqueles que pensam que tudo sabem sobre a realidade da juventude em seusmunicípios. Precisamos abranger os jovens das mais diversas tribos: movimento hip-hop,skatistas, jovens da periferia, universitários, estudantes secundaristas, movimento negro,movimentos culturais, esportivos, religiosos, dentre outros. Este é o momento da JPT
  5. 5. mobilizar a juventude e, a partir daí, ampliar o nosso grupo, filiar a galera. É hora de osjovens do PT começarem a alargar seus horizontes – para conduzir o partido de fato etambém para ampliar o diálogo com parcelas importantes da juventude brasileira que seidentificam com nosso projeto geral, mas não se reconhecem no dia-a-dia da militânciapartidária ou da intervenção política organizada.No 4º Congresso do Partido dos Trabalhadores, foi deliberado que todas as instâncias dopartido, sejam no âmbito municipal, estadual ou nacional, obrigatoriamente terão de ter20% de jovens em suas direções. O que isso significa? Renovação! Nosso partido estáenvelhecendo e é hora de fazer uma transição geracional. Nas eleições de 2012, o PTreconhece a importância dos jovens, como o ex-presidente Lula já havia pedido em 2010.É preciso institucionalizar o papel da juventude e, ao mesmo tempo, não permitir que issose transforme num gueto. juventude, além de saber onde eles se encontram. Não adianta forçar umUm espaço onde os jovens irão definir e discurso da década de 80 ou 90 e tentarcriar estratégias de como fazer umacampanha jovem. Lá serão elaboras fazer com que ele “pegue” no nossomateriais de campanha, o direcionamento segmento, a juventude merece umado perfil do/da candidato/da para uma campanha específica, que dialogue com acampanha jovem, planejamento da nova linguagem e com um modocampanha em nosso segmento e os locais específico de comportamento.onde devemos fazer campanha visandoatingir a juventude.Simples, são os jovens que sabem sobre osjovens. Conhecemos nossa forma decomunicar, de se relacionar com a
  6. 6. Precisamos estar nas ruas, não dentro de um Comitê. O ideal seria um espaço dentro doComitê Geral, onde possamos realizar encontros com jovens, tendo autonomia nas nossastomadas de decisões, não ficando excluídos das decisões políticas. Experiências nosmostram que um Comitê de Juventude separado, nos isola das maiores partes de decisõesdos rumos das campanhas. Nós temos capacidade de ajudar a definir e orientar umacampanha na nossa perspectiva jovem, que significa cerca de ¼ da população brasileira.Para muito além disso, não discutindo apenas a juventude, mas todos os eixos queperpassam pelo pleito eleitoral, garantir nosso espaço na equipe de coordenação geral dacampanha é fundamental.Empolgação não nos falta, irreverência muito menos, criatividade temos de sobra. Esseselementos que fazem parte da essência jovem devem ser potencializadas. Chega domesmo, precisamos criar e inovar. Temos a capacidade de nos reinventar durante oprocesso. A nossa campanha deve ser assim, de massas, criando uma onda jovem. Umaonda que arraste a juventude por onde a gente passa. Organizar atividades específicas emcada segmento, panfletagem com materiais e uma linguagem diferente, dialogar com ajuventude no simbólico e no concreto. O imaginário jovem é repleto de um misto dopresente com o futuro. Essa deve ser nossa ideia: “construir o futuro, fazendo o presente”.Somos a geração da Internet, conhecemos a maior parte das ferramentas e militamoscotidianamente nas redes sociais. Então precisamos qualificar a campanha de nossoscandidatos nesses espaços. Devemos fazer tuitaços, reproduções massivas no facebook eOrkut. Além de produzirmos vídeos que serão bombardeardos no youtube, com os rostos,
  7. 7. slogan e propostas dos nossos/as candidatos/as. Podemos filmar atividades de campanha, entrevistar jovens sobre o que eles querem para seu município, mostrar que a nossa galera dialoga com a população. Aproveitar as redes sociais significa dominar um dos mais importantes mecanismos de comunicações da atualidade, uma tarefa difícil, mas que está longe de ser impossível.Pré-campanha: período que antecede a campanha eleitoral, pode começar apartir do último trimestre do ano anterior até a data de convenção (Outubro a Junho) Características: Organização e consolidação da rede de apoio; Proibição de campanha aberta; Definição da coordenação da campanha; Organização da documentação; Amarração dos multiplicadores de voto; Preparação do escritório político. Ampliação da visibilidade do/da candidato/da;Campanha: Período liberado pela justiça eleitoral para que os/as candidatos/asrealizem sua campanha (Julho a Outubro) Período autorizado pela justiça eleitoral; Busca do voto difuso; Prestação de contas mensal dos recursos; Visibilidade da candidatura; Organização da semana e do dia da eleição; Ampliação dos multiplicadores. Amarração do voto em sua base;
  8. 8. • Logo após a escolha em convenção oficial, o/a candidato/a é obrigado a abrir uma contabancária específica para registrar todo o movimento financeiro da respectiva campanha.Só estão dispensados os candidatos a vereadores onde os municípios tenham menos de20 mil eleitores.• Os/as candidatos/as devem dar importância máxima à prestação de contas dacampanha a ser apresentada ao Juiz Eleitoral, já que as exigências legais são bastanterigorosas.• Comícios eleitorais e carreatas são • Organizar atividades culturais oupermitidos e não precisam de licença esportivas que caracterize campanha. Ouprévia. O que precisa ser feito é um seja, o/a candidato/a fazer discurso nessecomunicado à policia, para reservar o local, local ou distribuir materiais de campanha.garantindo o seu funcionamento, como ter A visita e a conversa (campanha boca aum controle de tráfego, no caso de uma boca) com as pessoas é permitida.carreata, para que o evento não atrapalhe a • Distribuir materiais de campanha dentropopulação. Em alguns municípios existe de espaços públicos, como colégios,uma lista de locais permitidos para a universidades e dentro de terminais. Emrealização de eventos públicos, o indicado contra partida, realizar uma panfletagemé que se pergunte na delegacia sobre a do lado de fora desses espaços éexistência desta lista. permitido. Então “bora” pro portão dos• Criar vídeos e divulgar na web. Mostrando espaços estudantis entregar materiais dea cara das pessoas que apoiam o candidato nossos candidatos, o ideal é que isso sejae falando sobre as suas propostas. Isso, feito na entrada da aula, pois assim osapós o dia 6 de julho. alunos levam o material para dentro do• Ter um blog da juventude do PT , estabelecimento criando um visual.publicando as agendas e atividades da •Antes de 6 de julho é proibida qualquercampanha, além de divulgar a plataforma propaganda eleitoral na Internet. Blogs epolítica e notícias relacionadas ao/a sites de pessoas físicas são permitidoscandidato/a. desde que não divulguem propaganda• Frequentar aulas e espaços públicos com eleitoral, nem associem a imagem do pré-propaganda eleitoral individual, adesivo de candidato/a ao ano de 2012 ou ao cargo apeito ou camisetas do partido. ser disputado.
  9. 9. É importante que o partido tenha claro que a entrada de jovens nos espaços políticosrepresenta a oxigenação do PT. Isso significa a esperança de uma política renovada,sem corrupção ou abuso de poder. •As plataformas dos/das candidatos/as jovens não devem ser segmentadas demais, devemos construir propostas para toda a sociedade. Elaborar uma campanha em torno da militância do movimento estudantil, defendendo apenas a educação não resolve. Precisamos pautar as principais necessidades do município que não se resumem apenas a um eixo.•A juventude significa renovação, o período eleitoral é propício para explorar isso.Reinvente, fuja da forma convencional de pedir voto, uma campanha jovem significainovação.• A Juventude do PT não é apenas “campanheira”, tem formulação paracontribuir, e muito, com todas as candidaturas. PT• No geral, os jovens não tem a experiência nos processos burocráti-cos do período eleitoral, por isso necessitam do apoio da direção dopartido. Erros são naturais e acontecem com todos, então não seja rígidodemais com eles, atitudes como estas podem afastar em vez de aproximar osjovens. Em contrapartida tem muito mais disposição, inclusive de estudar e se formar no processo eleitoral. Dar autonomia para as questões que lhes tangem éfundametal para a formação e a capacitação política da juventude.• Os/as candidatos/as jovens são uma boa novidade, na maioria das vezes são odiferencial. Mesmo que sua trajetória não seja longa é, preciso respeito. O discurso que“fundamos esse partido e sabemos muito mais que vocês” não passa de demagogia, poisno período em que vivemos, da tecnologia e da diversificação, os jovens conhecem muitomais a realidade do que a maior parte das pessoas. Se você acha que sabe tudo sobre ajuventude você está enganado, pois ela se reinventa a cada minuto.
  10. 10. A primeira coisa a se fazer é definir qual o objetivo da sua candidatura. Isso não significanecessariamente se eleger, pode ser a busca por uma representatividade de um grupo asmargens da política local, formar um grupo consistente com espaço político, afirmar umnome na política municipal ou representar um determinado movimento. Nesse momentoé importante ter os pés no chão em busca de um bom desempenho eleitoral, não se devecair no imaginário do “achismo”, vislumbrando um número de votos que você ainda nãotem. Uma análise realista desempenha uma melhor possibilidade de exploração decrescimento eleitoral. Nem todas as campanhas podem ser vitoriosas no primeiromomento, mas podem construir uma vitória futura. Como disse Che Guevara: “derrotaapós derrota, até a vitória final”. Isso não significa que já saímos derrotados deste períodoeleitoral, significa que nosso fim não deve ser apenas a eleição. Mas é lógico que um bomtrabalho acompanhado de uma estrutura mínima pode significar uma vitória, mas ocaminho é mais árduo do que se pensa. Agora é hora de definirmos quantos votos precisamos, para isso temos de analisar nossa coligação, a média de corte para a eleição de um vereador e a potencialidade de voto dos nossos adversários. Neste caso, não devemos apenas levar em consideração quanto votos o candidato pode fazer, mas sim, a de todo o grupo que o cerca. A partir desta meta estabelecida é hora de perseguir este objetivo até o ultimo dia da eleição. A partir dos seus apoios de campanha, chega o momento de mapear a base a ser acessada. Isso significa listar as regiões e grupos onde você deve conquistar eleitores. Nessa lista entram os bairros, movimentos sociais, lideranças regionais, grupos da sociedade civil organizada, dentre outros. A partir do mapa já feito é hora de ampliar. É possível que a listagem feita não seja suficiente para sua eleição, então planeje outras frentes de campanha. Este é o momento de elencar prioridades, quais segmentos (grupos) ainda restam, espaços para conquista de votos e quanto o perfil da sua candidatura se enquadra neles.
  11. 11. É a divisão do número de eleitores pelo número de vagas em disputa.O partido tem que alcançar o quociente eleitoral, que é o cálculo feito pela justiça eleitoral,que define o número mínimo de votos necessários para o partido eleger um vereador.Exemplo: Se determinada cidade tem 1000.000 de eleitores e serão 35 vagas em disputa,logo a conta será 1000.000/35 cadeira na câmara municipal= 28571 votos. Para um partidoeleger um vereador precisa ter no mínimo 28.571 votos. Para eleger o segundo, precisariade no mínimo 42.856 votos. Tem candidato que sai “atirando pra tudo quanto é lado”. Acha que assim acertará o alvo. Hoje, quanto mais você focar a campanha, mais chances de se eleger você terá. Focar não significa diminuir a campanha, e sim saber qual o seu público alvo. A partir daí, é agendar com os diversos grupos de jovens e não-jovens identificados como a base eleitoral da candidatura e construir democraticamente atividades de visibilidade nos nichos de atuação escolhidos e, se for o caso, pela força da candidatura ou tamanho do município, que projete o/a candidato/a à toda a população.Ele é o passo para identificar seus pontos fortes efracos, você poderá potencializar os primeiros ecorrigir os seguintes. No planejamento você vaiidentificar a área de atuação, meta eleitoral,cenários que podem “detonar” a candidatura, eorganizar o dia “D”, que é o dia da eleição.
  12. 12. A partir das suas características e do perfil dos seus apoiadores, você deve elaborarpropostas para a população. A partir desse programa, serão feitos seus materiais decampanha e boa parte do seu discurso que irá dialogar com a sociedade. O programa deveser simples, direto e objetivo. Deve fornecer argumentos para os/as apoiadores/asconquistarem votos e para o eleitor se identificar com seu projeto político. Se você já tem os componentes ideológicos e as propostas é hora de ter uma marca. Um slogan e logotipo que simbolizem sua proposta. Quanto mais criativa a marca, mais os/as eleitores/as se identificarão com ela. Se nós, jovens, significamos renovação, isso pode estar proposto na sua marca, mas não podemos achar que isso basta, é preciso relacionar amarca ao seu projeto.Um panfleto não pode ser feito de qualquer jeito, ter fotos malfeitas. Isso é desperdício detempo e dinheiro. É também voto perdido. Se possível, se aproxime de quem entenda decomunicação, como free lancer, cedido por um estrutura maior ou contratado para seresponsabilizar para definir qual a melhor foto, em que caso e como usar. E mais, de queforma deve ser produzida (no trabalho? Com a família? de paletó? roupa esportiva? Comcriança? Caricatura?). Um material bem produzido passa credibilidade e informaçãocorreta para quem vai ler.O tempo na TV e no rádio pode ser potencializado se for utilizado de forma profissional ecom competência. Um candidato que grita na TV, usa linguagem de TV no rádio, com certezanão estará se comunicando. Comunicação não é o que dizemos, mas sim o que as pessoasentendem. Esta é a máxima que todas as pessoas deveriam entender quando acham queestão se comunicando. Com base no seu foco, produza as inserções no rádio e televisão,dialogando com “eles”. Na TV, a linguagem é de um jeito. No rádio é totalmente diferente.
  13. 13. No período eleitoral, você, candidata/o deve se preocupar o mínimo possível com problemas que surgiram durante o pleito. Para isso você deve ter uma boa equipe de coordenação de campanha. O que isso significa? Existem três perfis de coordenadores/as, os quadros (pessoas com perfil de) elaboradores, de massas e operacional. O elaborador é aquele que irá cuidar da aplicação do seu projeto na campanha, te ajudará na orientação do discurso, das e st raté g i a s e l e i to ra i s e d o mapeamento dos lugares e apoiadores. Irá tomar decisões políticas e administrativas do dia-a- dia. É um gerenciador de conflitos. O de massas deve estar em contatodiariamente com a população, ir às ruas, organizar suas atividades de campanha com apopulação, visitar a base e estar te acompanhando na campanha. Na verdade ele é umgrande mobilizador.O operacional deve resolver problemas, cuidar da prestação de contas e aplicar tudo quefor de técnico referente à sua campanha, como a produção de material e os orçamentos.Muitas vezes numa campanha, por falta de recursos, você coloca seu irmão para cuidardo marketing, sua esposa como coordenadora, seu melhor amigo como tesoureiro. Podeaté pode dar certo. Porém, se você quer realmente ter uma campanha vitoriosa, devecercar-se de pessoas qualificadas. Estes, com certeza, também tem que pertencer a suaequipe. Todavia, a cientificidade e profissionalismo nas campanhas eleitorais têm sidocada vez mais utilizados, principalmente pelos candidatos mais preparados.Tarefas distribuídas, é hora de potencializar a campanha e a fazer crescer a cada dia.Vamos botar o bloco na rua e mostrar o modo petista de militar com um sorriso no rosto,daqueles de quem ama a adrenalina política e o discurso afiado. Daí para frente não háespaço vago para esperar, tudo significa conquista, até último minuto do processoeleitoral.
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