R e p a s s a n d o mais uma vergonha
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Repassando mais uma vergonha.

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R e p a s s a n d o mais uma vergonha R e p a s s a n d o mais uma vergonha Document Transcript

  • R E P A S S A N D O HOSPITAIS PARADOS...AMBULANCIAS NOVAS NAO PODENDO ATENDER AOS PACIENTES POR FALTA DE MACAS....ESCOLAS SEM WC ...E MUITAS OUTRAS SITUAÇOES VERGONHOSAS..... VOTE PARA UM BRASIL MELHOR.... August 7, 2014 Um escândalo muito maior do que o da Refinaria de PASADENA nos Estados Unidos. BOMBA, BOMBA... mais um ESQUEMÃO do Governo DILMA do PT para desfalcar nossos combalidos cofres públicos... O BNDES e a Caixa Econômica Federal pretendem comprar parte da dívida da ARGENTINA que não foi renegociada e que está nas mãos dos chamados Fundos Abutres. As instituições brasileiras comprariam a dívida por 80% do valor de face, enquanto os Fundos Abutres teriam pago por ela no MÁXIMO 15% ... o "mico" de US$ 2 BILHÕES DE DÓLARES iria para os caixas do BNDS e CEF. TÁ CHEIRANDO A FINAL DE FESTA!!! MAIS UMA CONTA PARA VOCÊ PAGAR... A DÍVIDA DO "MARADONA" IFR-Holdouts consideram oferta de grupo de bancos que incluiria Caixa e BNDES, dizem fontes NOVA YORK, 6 Ago (Reuters) – Os detentores de bônus da Argentina conhecidos como "holdouts" estão considerando uma oferta de um grupo de bancos, que incluiria a Caixa Econômica Federal e o BNDES, para comprar a dívida de 1,66 bilhão de dólares em bônus não renegociados do governo argentino, informou IFR, um serviço da Thomson Reuters, nesta quarta-feira. Segundo o IFR, que ouviu fontes próximas às negociações, a oferta seria de 0,80 dólar por cada 1 dólar de dívida argentina que está nas mãos dos holdouts — credores que não aceitaram ostermos das restruturações da dívida argentina e buscam na justiça o pagamento integral da dívida. Mas os quatro bancos internacionais envolvidos (Citigroup, Deutsche Bank, JPMorgan e HSBC) estão relutantes em absorver o valor total da dívida em questão, já que querem que os holdouts tenham uma razão para manter a longa disputa judicial sobre os bônus, disseram as fontes. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) negou qualquer interesse em comprar os títulos argentinos, enquanto que a Caixa Econômica Federal não comentou de imediato o assunto. "O banco não cogita participar de compra de papéis da dívida da Argentina" disse um assessor de imprensa do BNDES. Após a Argentina entrar em default na semana passada por uma dívida reestruturada, os holdouts agora estão preocupados que, se um acordo não for atingido num tempo razoável, outros credores do país latino possam requerer o pagamento acelerado, potencialmente deixando os holdouts sem nada para apresentar na disputa legal. Ao mesmo tempo, os bancos que comprariam a dívida estão querendo garantias de que os bônus soberanos da Argentina em questão serão pagos integralmente no próximo ano, depois que expirar a chamada cláusula "Rufo", que a Argentina diz que limita sua habilidade de pagar os holdouts agora. A cláusula Rufo determina que a Argentina não pode oferecer melhores condições de pagamento aos holdouts do que as oferecida aos credores que participaram das reestruturações de dívida do país em 2005 e 2010. Se a Argentina oferecer mais aos holdouts, os credores da dívida reestruturada teriam o direito de reivindicar o mesmo tratamento.
  • Porém, qualquer garantia implícita ou explícita de pagamento integral poderia ser interpretada como violação da cláusula. "Os bancos até agora não receberam garantias do governo de que podem receber em condições melhores do que as oferecidas aos credores reestruturados em 2005 e 2010 assim que expirar a cláusula Rufo", disse um investidor. "Tal garantia seria necessária pelos bancos para completar o acordo." A 0,80 dólar por cada 1 dólar, os bancos estariam colocando cerca de 1,32 bilhão de dólares em jogo, e uma percentagem disso seria mantida pelos holdouts. Com os juros acumulados, o montante total devido pela Argentina aos holdouts seria de cerca de 1,75 bilhão de dólares. As conversas na semana passada com bancos locais na Argentina não tiveram êxito antes que o país entrasse em default, mas tem havido discussões sobre um pagamento inicial de 200 milhões de dólares, então outros 300 milhões de dólares e 100 milhões de dólares antes do fim do ano, disse uma fonte, e qualquer acordo agora poderia ter parâmetros similares. Os bancos precisam confiar que o governo argentino não recorrerá a nenhuma engenharia financeira com a dívida dos holdouts após a cláusula Rufo expirar em 31 de dezembro. JPMorgan, Deutsche Bank e Citigroup declinaram comentar, enquanto representantes do HSBC não estavam imediatamente disponíveis para falar sobre o tema. Saudações nas Três Pontas do Triângulo -- João ATENÇÃO ao encaminhar esta mensagem, por favor: 1. APAGUE MEU ENDEREÇO DE EMAIL; 2. Coloque o endereço de email de seus amigos no CCo (Com Cópia Oculta), assim você os preserva dos catadores de emails. OBRIGADO !!! UMA CAMPANHA PELA NET LIMPA