Caminhada alerta moradores do Teotônio Vilela sobre riscos de
contaminação da dengue
A ação ocorreu nesta sexta-feira, dia...
Segundo Rondinelli dos Anjos, o trabalho informativo da Coordenação de
Endemias da Sesau é contínuo, obedece a uma rotina....
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04.04.2014 caminhada alerta moradores do Teotônio Vilela sobre riscos de contaminação da dengue

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  1. 1. Caminhada alerta moradores do Teotônio Vilela sobre riscos de contaminação da dengue A ação ocorreu nesta sexta-feira, dia 4, e foi promovida pela Escola Arca de Noé em parceria com a Coordenação de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Uma caminhada pelas ruas do Teotônio Vilela, realizada nesta sexta-feira, dia 4, teve o objetivo de conscientizar os moradores do bairro sobre os riscos de contaminação da dengue, informando as formas de evitar a proliferação do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da doença. A ação foi promovida pela Escola Arca de Noé, em parceria com a Coordenação de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Segundo o último Levantamento do Índice da Dengue (LI), o local está entre os cinco que apresentou os maiores índices de infestação de Ilhéus. Conforme informa o Supervisor de Campo da Sesau, Rondinelli Santos dos Anjos, a iniciativa também teve como propósito alertar a população para os possíveis focos de proliferação do Aedes aegypti. “Pelo nosso levantamento, 80% das amostras coletadas do mosquito são encontradas dentro das residências, tanques, tonéis, caixas de geladeiras”, informa, ressaltando que a ação individual não basta, é necessário que todos os moradores façam a sua parte. Os moradores do Teotônio Vilela ficaram atentos às informações transmitidas durante a caminhada e aprovaram a iniciativa. “É muito interessante esses eventos porque os agentes visitam nossas casas, mas se nós não tivermos o cuidado não vai adiantar nada, a população tem que ser conscientizada e esses desfiles assim como as palestras são muito importantes”, revela a manicura Daiane Gomes da Silva. E a população do Teotônio Viela está atenta aos cuidados necessários e compreendendo que o controle da proliferação do mosquito transmissor da doença é um trabalho coletivo. “Não adianta a gente manter nossa residência limpa se os vizinhos não fazem a mesma coisa, a prevenção contra a dengue é um trabalho que não se faz sozinho, se faz em comunidade”. Sua vizinha Claudete Cândida dos Santos também concorda com a ideia. “Às vezes limpamos a nossa casa, tiramos a água empoçada, mas o vizinho não faz, tem que ser um trabalho coletivo, todos juntos em ação”, destaca. O vendedor Domingos Isidoro do Carmo já foi contaminado duas vezes pelo mosquito e hoje sabe a importância da prevenção. “Depois que eu fiquei doente mudou muita coisa, eu procuro cuidar do meu lado, não deixo água empoçada, em vasos de banheiro, pneus, nem acumulada em caixas d’águas, vasilhas plásticas, garrafas pets, tanques, tonéis e todo depósito que possa armazenar água”, conta.
  2. 2. Segundo Rondinelli dos Anjos, o trabalho informativo da Coordenação de Endemias da Sesau é contínuo, obedece a uma rotina. “Nós não criamos essas ações em períodos emergenciais, estamos sempre buscando informar a população”, ressalta. O supervisor alerta ainda sobre os perigos da automedicação. “Algumas pessoas ao perceberem os sintomas da dengue se automedicam, isso é muito perigoso. O correto é procurar a unidade hospitalar mais próxima da sua casa e aguardar a prescrição médica”, ressalta. Sintomas – Febre, dor de cabeça, dor por trás dos olhos, manchas no corpo sonolência, náuseas, falta de apetite, sangramento nas gengivas, no nariz e dores abdominais são indícios da contaminação da dengue. Quem apresentar esses sintomas deve comparecer ao Pronto Atendimento para manejo clínico da dengue – PA da Dengue. A unidade funciona no CAE II, também conhecido como Centro Municipal de Atendimento Especializado (CMAE), localizada na Rua Major Homem Del’Rey, no Bairro Cidade Nova, próximo ao Hospital São Jorge. Os atendimentos são realizados de segunda a sexta-feira, das 7 às 19 horas, por uma equipe formada por formada por médico, enfermeiro e três técnicos de enfermagem. É preciso portar o documento de identidade e o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). No local, o cidadão fará o exame e, caso confirmada a suspeita, receberá tratamento com soro e medicação. Os pacientes que apresentar quadros mais graves serão encaminhados ao Hospital Regional Luiz Viana Filho para internação. Secretaria de Comunicação Social (Secom) Ilhéus – 04.04.2014

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