Suzano_Apimec

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Apimec SP da Suzano Papel e Celulose

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Suzano_Apimec

  1. 1. APIMEC 2009
  2. 2. Aviso legal Algumas afirmações nesta apresentação podem ser projeções ou afirmações sobre expectativas futuras. Tais afirmações estão sujeitas a riscos conhecidos e desconhecidos e incertezas que podem fazer com que tais expectativas não se concretizem ou sejam substancialmente diferentes do que era esperado. Estes riscos incluem entre outros, modificações na demanda futura pelos produtos da Companhia, modificações nos fatores que afetam os preços domésticos e internacionais dos produtos, mudanças na estrutura de custos, modificações na sazonalidade dos mercados, mudanças nos preços praticados pelos concorrentes, variações cambiais, mudanças no cenário político- econômico brasileiro, nos mercados emergentes e internacional. 2
  3. 3. Agenda Visão Corporativa e Gestão 4 Unidade de Negócio Florestal 12 Unidade de Negócio Celulose 19 Unidade de Negócio Papel 27 Resultados 35 Novo Ciclo de Crescimento 42 3
  4. 4. Visão Corporativa e Gestão
  5. 5. A Suzano Controle e Gestão • 2º maior produtor mundial de Grupo controlador celulose de eucalipto e um dos10 definido maiores de celulose de mercado. • Reputação • Visão de longo prazo • Líder regional no mercado de papéis. • Maior área de plantios certificados Mercado de capitais pelo FSC do mundo. • Avaliação de desempenho • Novo ciclo de expansão: de 2,8 da administração • Transparência para 7,2MM de ton/ano de papel • Fonte de recursos para e celulose. crescimento • Custos de produção de celulose: entre os mais baixos do mundo. • Estrutura comercial consolidada Gestão profissional nos principais mercados. • Disciplina de Capital • Presença no mercado de capitais: • Agilidade no processo decisório free float de 46%. 5
  6. 6. Produtos e mercados diversificados Portfólio de produtos balanceado e complementar Papéis (62% da rec liq) Celulose de Mercado Imprimir e escrever (49% da rec liq) Papelcartão (38% da rec liq) (13% da rec liq) Não revestido Revestido (41% rec liq) (8% rec liq) 2º produtor mundial 2o no Brasil 1o no Brasil 1o no Brasil de celulose de market share 27% market share 24% market share 28% eucalipto R$ 4,1 bilhões de Receita Líquida 57% no Mercado Externo / 43% no Mercado Doméstico Nota: Os valores de Market Share incluem as importações de papel. Últimos doze meses até junho de 2009. 6
  7. 7. Crescimento sustentável Suzano cresceu 130% nos últimos 5 anos e se prepara 7.150 para um novo ciclo de crescimento que elevará sua Nova unidade e capacidade para 7,2 milhões de ton/ano de papel e 1700 ampliação de Mucuri celulose. 1300 Unidade Piauí 1300 Unidade 2.750 2.850 Maranhão 1.920 1.720 1650 1750 1750 1.485 1.200 1.240 640 820 456 570 425 775 784 915 1080 1100 1100 1100 1100 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 Novo Ciclo papel celulose Nota: A capacidade efetiva dependerá das curvas de aprendizado. 7
  8. 8. Estrutura organizacional Conselho de Administração (CA) Comitês do CA 9 membros (4 independentes) Gestão Estrutura baseada em Unidades de Negócio Sustentabilidade e permite avaliação de Presidência Estratégia performance e retorno de cada negócio de forma Auditoria independente PS Operações UN Florestal UN Celulose UN Papel PS Estratégia, Novos UN: Unidades de Negócio Negócios e RI PS Finanças Objetivos: PS Recursos • Maior foco no cliente Humanos • Responsabilização por resultados • Desenvolvimento de líderes PS: Prestadoras de Serviço 8
  9. 9. Modelo de gestão Excelência Operacional Alinhamento de Interesses • Seis Sigma • Compensação de executivos focada • Programa Gestão da Rotina em métricas de EVA • Orçamento matricial • Maior parcela variável na remuneração total Gestão de Riscos Planejamento Estratégico • Metodologia COSO1 • Foco em gestão baseada em valor • Estrutura de Governança com adicionado (VBM) comitês - report para a Diretoria e • Inovação e P&D Conselho de Administração • Sustentabilidade Certificações e Reconhecimentos ¹Metodologia de controles internos do Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission 9
  10. 10. Sustentabilidade Triple Bottom Line – abordagem GRI Econômico-Financeira • Escala e competitividade global • Margens e retorno consistentes • Disciplina no uso de capital Social Meio Ambiente • Foco em educação: • FSC – gestão de florestas e cadeia de – Bibliotecas públicas custódia certificada – Reformas de escolas públicas • Integrante da CCX e WBCSD – Programas educacionais • ECOFUTURO (Parque das Neblinas) (com ECOFUTURO) FSC – Forest Stewardship Council CCX – Chicago Climate Exchange WBCSD - World Business Council for Sustainable Development 10
  11. 11. Plataforma para crescimento Presença consolidada nos Base de ativos principais Novo ciclo de Modelo de com escala e mercados de crescimento gestão competitividade celulose e com projetos liderança regional consolidado mundial competitivos no mercado de papéis Equipe qualificada que combina diversidade e foco em execução 11
  12. 12. Unidade de Negócio Florestal
  13. 13. Competitividade florestal Brasil: alta produtividade, tecnologia florestal, baixos custos de produção e áreas disponíveis para expansão. Floresta Plantio Plantio Plantio Nativa Ciclo de corte 7 8 12 80 (anos) Espanha, Indonésia, Canadá, Principais Portugal, Brasil Malásia e Finlândia e produtores Chile e Vietnã Suécia Uruguai 13
  14. 14. Evolução com tecnologia de ponta Produtividade florestal (m³/ha/ano) Inovação Tecnológica Micropropagação Plantio Monoprogênies Biotecnologia • Mais madeira/ ha (Clonagem) Solos e Nutrição 44 Melhoramento • Mais celulose/ m3 clássico • Mais qualidade 29 31 • Menor área 21 • Menores custos 1960 1970 1991 1998 2008 Rendimento em celulose (tsa/ha/ano) Biotecnologia Melhoramento clássico 11 5,5 100% 1980 2008 14
  15. 15. Base florestal Área própria (mil ha) Estado Distância Total Plantio média florestas: São Paulo 89 49 74 Km BA e ES 216 125 Minas Gerais 57 22 Maranhão 197 40 Distância Conpacel¹ (SP) 51 36 média Total SPC³ 610 272 florestas: 211 Km Fomento3 - 92 Área de preservação total: ¹ Conpacel: contabiliza 50% da área da antiga Ripasa. 252 mil ha2 ² Não inclui infra-estrutura e área disponível para plantio (86 mil ha). ³ Não inclui áreas dos novos sites, com exceção das adquiridas da Vale. A Suzano produz celulose a partir de 100% de florestas plantadas renováveis de eucalipto, e possui cerca de 40% de áreas para preservação ambiental. 15
  16. 16. DNA Suzano: pioneirismo e inovação Produtividade florestal Maranhão (m³/ha/ano) Condições de solo e clima similares aos da Austrália permitiram o desenvolvimento de 40 clones superiores no Brasil (inovação e P&D) 35 25 10 1980 1990 2000 2013 E.camaldulensis E.pellita E.brassiana 1980 1990 2000 16
  17. 17. Novas fronteiras florestais Ocupação do solo no Brasil 2% 1% Norte e Nordeste: novas fronteiras de 2% 11% expansão da eucaliptocultura no país. 1% O plantio de florestas Suzano possui vantagem tecnológica e de ainda representa posicionamento pequena parcela da 20% área ocupada por 63% culturas no Brasil Ciclos de crescimento Floresta Plantada Floresta Nativa Pecuária Última Fronteira: Semi-árido (Década Cana-de-Açúcar Milho Soja de 2010 e 2020): Região Norte e Outros Nordeste Fonte: IBGE,2007 Década de 1980 e Florestas plantadas no Brasil (área) 1990: ES Área plantada (MM ha) 8,1 e Sul BA 8,0 5,6 6,6 4,0 4,3 5,2 3,6 2,0 2,0 1,9 2,3 1,0 Década de Década de 2005 2008 2030 2000: 1960 e 1970: Centro-oeste e Região Sul e Pinus Eucalyptus Extremo Sul Sudeste Fonte: BRACELPA / FAO / UNF 17
  18. 18. Prioridades da Unidade de Negócio Florestal Explorar novos Foco em Visão de longo Consolidar as negócios reduções de prazo em operações no relacionados a custos/logística pesquisa e Nordeste: base florestal e de madeira e desenvolvimento Maranhão e competências excelência na tecnologia Piauí Suzano operacional florestal 18
  19. 19. Unidade de Negócio Celulose
  20. 20. Visão geral da cadeia de produção de papel e celulose 51% 185 Minerais 8% 391 8% 362 Reciclados Produção global de Necessidade 8% papel e papelcartão 49% 177 total de fibra Fibra virgem 391 28% 50 72% 127 Celulose de Celulose Imprimir e escrever mercado integrada Milhões de toneladas (13% do total de fibras) Papelcartão Tissue Produção 2008 (MM ton) Corrugados Imprensa A celulose de mercado ainda representa a menor parte da fibra Outros consumida para produção de papel. Novas capacidades de papel estão sendo instaladas próximas aos mercados consumidores, enquanto competitividade de custos direciona as novas capacidades de celulose. Fonte: Poyry, 2008 20
  21. 21. Drivers do crescimento da demanda de celulose Crescimento global da demanda de papel (2008-15) de 2,2% a.a: destaque para o mercado chinês e latino americano, incluindo o Brasil. 4,5% 3,3% 3,5% 1,7% 2,2% 391 Milhões de toneladas 115 Imprimir e escrever -0,2% 45 Papelcartão América Europa América Brasil China Global 27 Tissue do Norte Latina 2008-15 Corrugados 204 Imprensa Outros Crescimento anual por segmento de papel I&E 1,8% 2008 Tissue 3,2% Fonte: Poyry, 2008 21
  22. 22. Demanda mundial de celulose Eucalipto cresce 3,6% a.a. (2008-13), ou 2,6 MM ton Realizado Previsão % a.a. Var. Kton MM ton 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2008-13 2008-13 Total BKP 21.250 19.640 19.930 20.195 20.195 20.220 -1,0% -1.030 fibra longa Total BKP 23.673 22.475 23.825 24.710 25.135 25.375 1,4% 1.702 fibra curta Eucalipto 13.241 14.095 14.795 15.090 15.430 15.805 3,6% 2.564 Sulfito 780 655 550 525 525 525 -7,6% -255 Total celulose 45.703 42.770 44.305 45.430 45.855 46.120 0,2% 417 branqueada O incremento da capacidade de produção mundial (oferta) neste horizonte é limitado devido a suspensão ou cancelamento de projetos. Fonte: Hawkins Wright, jul/ 09 22
  23. 23. Custo caixa de celulose Brasil: estruturalmente baixo US$ / ton (CIF/ Norte Europa) US$ 490 - 630 / t 650 US$ 450 - 540 / t 550 Canadá (Columbia Britânica) 450 US$ 300 – 310 / t Canadá (Leste) Ibéria, Noruega e Suécia Europa Ocidental França e Bélgica Finlândia Finlândia 300 Canadá EUA Suécia EUA SUZ Indonésia Chile Brasil Chile Baixo Custo Alto Custo Baixo Custo Alto Custo MM ton1 15,2 11,8 2,5 21,2 Fibra Curta Fibra Longa 1Inclui a produção total de celulose de mercado e não apenas a dos países representados no gráfico de barras. Fonte: Hawkins Wright, jul/ 09 - Volumes não incluem capacidade de produção de celulose não branqueada e pasta mecânica. 23
  24. 24. Destaques da Unidade de Negócio Celulose Vendas de celulose (Kton) Destinos de vendas de celulose - 1S09 1.320 1% 7% 12% 969 799 50% 549 615 80% 88% 30% 78% 84% 81% 16% 19% 22% 20% 12% Ásia Europa 2005 2006 2007 2008 1S09 Am. Norte Am. Sul/Central Mercado Interno Mercado Externo Brasil • Capacidade de produção total de 2,6 MM ton/ano, sendo 1,8 MM ton de celulose de mercado • Venda de 969 Kton no 1S09 • R$ 1,2 bilhão de receita líquida no 1S09 • 88% do volume destinado a exportação para mais de 40 países, sendo China o principal destino • Custo caixa de produção: entre os menores do mundo • Projetos de crescimento orgânico para adição de 4,3 MM ton/ano de capacidade nos próximos anos 24
  25. 25. Abordagem comercial Distribuição das vendas Vendas por segmento 1S09 20% 19% 41% 12% 80% 28% Contratos Sem Contratos I&E Tissue Especiais Outros • Atuação local nos mercados internacionais: Ásia, Europa e América do Norte • Suporte técnico em cada escritório internacional: China, Suíça e EUA • Sólida presença na China com relacionamento direto e contratos de longo prazo • Celulose certificada FSC • Mais de 150 clientes ativos I&E: imprimir e escrever 25
  26. 26. Prioridades da Unidade de Negócio Celulose Implantação Foco na Presença local dos projetos no operação: nos principais MA e PI – nova eficiência de mercados fronteira de custos e mundiais crescimento no logística Brasil 26
  27. 27. Unidade de Negócio Papel
  28. 28. Demanda mundial de papel Demanda mundial de papel (MMt) 456 391 398 Foco 130 115 114 53 Suzano 45 47 34 27 29 204 209 239 2008 2010 2015 Outros Tissue Papelcartão I&E • Crescimento da demanda mundial de papel (2008-2015) de 2,2% a.a – I&E: +1,8% a.a – Papelcartão: +2,3 % a.a • Indústria ainda é considerada fragmentada, mas com forte concentração regional • Mercados emergentes lideram o crescimento da demanda e da oferta I&E – Imprimir e escrever / PC (Papelcartão + Papelcartão para líquidos) Fonte: Poyry – Março, 2009 28
  29. 29. Drivers do crescimento da demanda Historicamente vemos alta correlação entre PIB per capita e consumo de papel. No Brasil, a expectativa positiva de crescimento da economia deve impulsionar demanda interna de papel. Consumo de papel x Renda per Capita Consumption, kg per capita 350  Escolaridade USA 300  Impressão 250 Sweden Digital Taiwan Japan 200 Korea, Rep.  Mídia Customizada 150 UK  Embalagens 100 Inteligentes 50 Chin Spain a Brazil  Mídia 0 Eletrônica 0 5.000 10.000 15.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000 45.000 GDP per capita, US$ USA = 300kg  Plásticos India = 7kg Fonte: Poyry, 2008 29
  30. 30. Brasil e América Latina: mercados prioritários • Crescimento econômico e aumento Demanda de I&E e PC¹ (MMt) da atividade industrial América Latina • Aumento no nível de escolaridade e acesso a novas tecnologias • A demanda por I&E e PC¹ crescerá a taxa de 4,1%, entre 2010 e 2014: maior que o aumento de capacidade 9,4 da região 8,2 7,8 8,0 • Am.Latina: mercado importador líquido • Vantagem competitiva: proximidade 2008 2009 2010 2014 geográfica, menor custo logístico e menor tempo de entrega ¹I&E e PC: Imprimir e Escrever e PC (Papelcartão + Papelcartão para líquidos) Fonte: RISI Latin America Forecast – Ago/09 30
  31. 31. Papel no Brasil Composição do consumo no Brasil 5% 7% 25% O mercado em que a Suzano 10% atua no Brasil corresponde a 6% 31% do consumo total,ou 47% 2,7 MM de toneladas. Imprimir e Escrever Papelcartão Embalagem Tissue Outros Imprensa Principais fatores que impactam ciclicalidade/sazonalidade da demanda nos papéis em que atuamos: • Compras do governo • Exportação de cadernos • Volta às aulas • Final de ano (embalagem) Papelcartão não inclui papelcartão para líquidos Fonte: Bracelpa – 2008 31
  32. 32. Negócio Papel na Suzano Mais de 90% da produção total integrada com celulose • Hedge cambial: cerca de 60% da receita do papel em moeda local • Hedge na ciclicalidade de preços da celulose • Captura dos benefícios da integração: secagem/ desagregação, transporte, impostos, sinergias em infraestrutura ambiental • Capacidade de produção de 1.1 MM ton/ano • Cerca de 400 clientes, 300 no Brasil • 5 plantas produtivas • 10 máquinas de papel • Marcas fortes, como: Report, Reciclato, Paperfect • 2 distribuidoras 32
  33. 33. Destaques da Unidade de Negócio Papel • R$ 1,2 bilhão de receita líquida no 1S09 • O Brasil e a América Latina representaram cerca de 70%¹ do volume de vendas • Maior rentabilidade e menor risco definem a composição das vendas nas regiões • Liderança na América do Sul nos Papéis Imprimir & Escrever e no Papelcartão branco • 2 distribuidoras próprias – SPP NEMO (2a maior do Brasil) e Stenfar (Argentina) • Portfólio complementar de produtos gráficos e de consumo Volume de vendas (Kton) Destinos de vendas de papel - 1S09 1.071 1.098 1.140 916 13% 794 37% 41% 43% 38% 42% 547 13% 49% 63% 59% 57% 51% 62% 58% 12% 49% 13% 2004 2005 2006 2007 2008 1S09 Mercado Interno Mercado Externo Brasil Am. Sul/Central Am. Norte Europa ¹Últimos 12 meses até junho/09 Outros 33
  34. 34. Prioridades da Unidade de Negócio Papel Gestão do portfólio de produtos, mix Liderança nos Excelência em Disciplina na de venda e regiões principais logística e avaliação das de atuação, foco segmentos de em margem abordagem oportunidades papéis brancos operacional e comercial de crescimento na região retorno 34
  35. 35. Resultados
  36. 36. Resultados 1S09 Resultados 1S09 1S08 1S09/1S08 Volume vendas total (Kton) 1.515 1.254 20,8% Volume de papel no MI (Kton) 268 306 -12,5% Volume de celulose no ME (Kton) 850 581 46,3% Receita líquida - R$ Milhões 2.042 1.974 3,5% Lucro líquido - R$ Milhões 529 325 62,9% EBITDA - R$ Milhões 548 713 -23,2% EBITDA - US$ Milhões 256 427 -40,2% Margem EBITDA 26,8% 36,1% -9,3 p.p. Câmbio médio (R$/US$) 2,14 1,67 28,5% Dívida líquida 4.495 4.236 6,1% Dívida líquida / EBITDA (UDM) 3,5 3,3 n.a. Nota: A partir de 2008, contempla os ajustes da Lei 11.638/07 UDM – últimos doze meses 36
  37. 37. Vendas líquidas e EBITDA Receita líquida (R$ milhões) EBITDA 4.064 39,4% 36,2% 3.410 32,8% 33,5% 33,6% 3.099 2.640 2.787 54% 42% 47% 2.042 1.469 26,8% 49% 47% 1.039 913 1.040 1.146 61% 53% 58% 53% 46% 548 51% 39% 2004 2005 2006 2007 2008 1S09 2004 2005 2006 2007 2008 1S09 Mercado Interno Mercado Externo EBITDA - R$ milhões Margem EBITDA Nota: os ajustes da Lei 11.638/07 são contemplados a partir de 2008. 37
  38. 38. Endividamento Início das Início operações da Projeto Linha 2 Mucuri Aquisição 3,8 3,7 3,7 3,5 da Ripasa 2,7 1,6 5.459 4.285 4.495 3.919 2.475 1.616 1.469 1.304 1.039 913 1.040 1.146 2004 2005 2006 2007 2008 1S09¹ Dívida Líquida (R$ MM) EBITDA (R$ MM) Dívida Líquida/EBITDA Nota: os ajustes da Lei 11.638/07 são contemplados a partir de 2008. ¹ Dívida 31/06/09 e EBITDA dos últimos doze meses até junho de 2009 38
  39. 39. Amortização da dívida Condições favoráveis de liquidez e perfil de amortização: • R$ 2,4 bilhões em caixa (jun/09) • Custo competitivo • Fitch afirma rating AA- (bra) em mai/09 Amortização (R$ milhões) 2.429 1.297 1.231 1.044 884 1.019 834 614 195 638 Caixa 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 em (3T/4T) diante Dívida de curto prazo com renovação contratada (R$195 milhões) 39
  40. 40. Mercado de capitais: liquidez Elevação no número de negócios e recuperação do volume negociado 1.534 1.319 1.198 1.061 790 820 787 714 676 628 621 637 618 635 456 505 414 408 440 433 17 16 14 13 17 11 14 11 11 9 5 5 6 5 4 7 15 13 12 16 jan/08 jun/08 jan/09 jun/09 mai/08 nov/08 mai/09 jul/08 jul/09 out/08 ago/09 ago/08 abr/09 abr/08 fev/08 set/08 fev/09 mar/08 mar/09 dez/08 Volume Negociado (R$ MM) Número de Negócios Diário 40
  41. 41. Performance da ação 170% 160% 150 150% 147 140% 143 130% 120% 110% 100% 90% 80% 70% Suzano Ibovespa IBrX-50 41
  42. 42. Novo Ciclo de Crescimento
  43. 43. Novo ciclo de crescimento Com os novos projetos, a capacidade de celulose anual crescerá 4,3 MM de toneladas Nova unidade e a capacidade instalada total1 de produtos e ampliação de Unidade passará a 7,2 MM de toneladas por ano. Unidade Piauí Mucuri Maranhão 7.150 5.450 4.150 6.050 2.850 2.850 2.850 2.850 4.350 3.050 1.750 1.750 1.750 1.750 1.100 1.100 1.100 1.100 1.100 1.100 1.100 2009 2010 2011 2012 2013 2014 a definir Papel Celulose Unidade de Mucuri e nova linha de celulose: monitoramento da situação econômica e dos mercados mundiais de celulose para decisão sobre a ampliação e implantação.  Definição do novo cronograma e nova data para início de operação até final de 2009. 1 A capacidade efetiva dependerá das curvas de aprendizado. 43
  44. 44. Unidade Maranhão Área plantada necessária: 133 mil ha Firmada parceria com a Vale em jul/09 • Aquisição dos ativos florestais da Vale Abastecimento de madeira no Maranhão: 84,5 mil ha (34,5 mil ha já (2013-2028) plantados) • Aquisição de madeira do Programa Vale Florestar de 2014 a 2028 35% 25% • Convênio de cooperação tecnológica • Transporte ferroviário da celulose produzida no MA até o porto de São Luís 40% até 2043 • Start up em 2013 assegurado em função dos ativos florestais da Vale (floresta Ativo Florestal Vale Vale Florestar formada) - em bases competitivas Áreas próprias 2009 a 2015 2011 a 2014 Capex florestal US$ 200 Mi Capex industrial US$ 1,8 Bi 44
  45. 45. Unidade Piauí • Firmada parceria com a Área plantada necessária: 160 mil ha Transnordestina em jul/09: Abastecimento de madeira – Transporte ferroviário de (a partir de 2015) celulose produzida no Piauí à região portuária de São Luís até 2028 • Plantio já iniciado em área Fomento licenciada no MA 30% Áreas • Início das operações da unidade do próprias Piauí previsto para 2014 70% assegurado com floresta de 5,5 anos 2009 a 2015 2012 a 2015 Capex florestal US$ 370 Mi Capex industrial US$ 1,8 Bi 45
  46. 46. Unidades Maranhão e Piauí Unidade Maranhão Unidade Piauí 46
  47. 47. Principais mensagens Líder do mercado regional de papel e um dos 10 maiores Liderança produtores globais de celulose Competitividade Um dos produtores de mais baixo custo do mundo Visão Sólida estratégia de crescimento orgânico Modelo de gestão consolidado e alinhamento de interesses do Gestão management com acionistas Estrutura de Gestão disciplinada da estrutura de capital capital 47
  48. 48. Relações com Investidores www.suzano.com.br/ri +55 (11) 3503-9061 ri@suzano.com.br 48
  49. 49. SUZANO PAPEL E CELULOSE S.A.
  50. 50. Conselho de Administração experiente e atuante DAVID FEFFER, 52 Experiência de 35 anos no setor de papel e celulose. CEO da Suzano Holding e presidente do conselho de administração da Suzan o Papel e Celulose. CEO da IPFL Holding. CEO e VP do Conselho de Administração da Polpar. VP da Premesa e da Vocal Comércio Presidente de Veículos. Experiência de 31 anos no setor de papel e celulose. Membro do Comitê de Sustent. e Estratégia; Presidente do CA da Polpar, DANIEL FEFFER, 49 Presidente da Premesa, VP Corporativo da Suzano Holding, da IPLF Holding, Presidente da Vocal Comércio de Veículos, V. Presidente Presidente do CA da Lazam-MDS Corretora e Administradora de Seguros, Presidente do Conselho Diretor do Inst. Ecofuturo. Experiência de 34 anos no setor de papel e celulose. Vice- Presidente FIESP. Membro do CA da ABRINQ e da EMBRAER. BORIS TABACOF, 81 Membro do Conselho Consultivo da BRACELPA, do Conselho da Associação de Com. Ext. do Br. e do Advisory Committee on V. Presidente Paper and Wood Products da Org. de Alimentos e Agricultura da ONU em Roma. Experiência de 30 anos no setor de papel e celulose. Membro do Conselho de Administração e do Comitê de Sustent. e Estratégia ; JORGE FEFFER, 48 Diretor da Premesa, VP Corporativo da Suzano Holding, membro do CA da Lazam -MDS Corretora e Administradora de Seguros e VP do Conselho Diretor do Instituto Ecofuturo. Coordenador do Comitê de Sustentabilidade e Estratégia e membro do Comitê de Auditoria e da Comissão de Remuneração do CLÁUDIO SONDER, 67 Conselho de Administração; Ex-presidente do CA e CEO da Hoechst do Brasil. Membro do CA do Grupo RBS, da Cyrela Brazil Realty, da OGX, do Grupo Químico DSM/Holanda, Presidente do CA das Lojas Renner. ( Independente) Sócio-fundador do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados e Conselheiro da OAB, Brasil. Presidente do CESA. ANTONIO MEYER, 63 Conselheiro Legal e Presidente do Comitê Legislativo da American Chamber of Commerce, 1987-89. Diretor Câmara Amer. do Br e Comitê Legislativo da ABRASCA. Sócio-diretor da Integra Associados. Membro do CA da Gerdau S.A., Metalúrgica Gerdau, Satipel Industrial S.A., Grupo RBS, São Paulo Alpargatas, Localiza, Delphi Corporation (EUA) e Johnson Electric (Hong-Kong); membro do Conselho Cons. da Bunge Brasil, OSCAR BERNARDES, 63 Alcoa Brasil e Veirano Assoc. Foi Presidente da Bunge Internacional e Sócio-Diretor da Booz-Allen & Hamilton. ( Independente) Coordenador do Comitê de Auditoria da Suzano Papel e Celulose. Ex-Presidente da WTORRE e TAM. Membro do CA da TAM e MARCO BOLOGNA, 54 Banco Daycoval. (Independente) Presidente do CA da Perdigão. Membro do CA da WEG SA, Ultrapar Participações S.A.; da Iochpe-Maxion S.A. Foi Diretor do Banco NILDEMAR SECCHES, 60 Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES; e Diretor Geral Corporativo do Grupo Iochpe-Maxion Holding Industrial. ( Independente) 50
  51. 51. Equipe de gestão diferenciada Diretor-Presidente, há 3 anos na Suzano. Membro do CA da Archer Daniels Midland Company – ADM e da Marfrig Frigoríficos e ANTONIO MACIEL Comércio de Alimentos. VP da BRACELPA. Foi membro do CA do SEBRAE, Gradiente, Crecisa e da Amcham. Foi Presidente da NETO, 51 Ford Brasil e América do Sul, do Grupo Itamarati, da Ferronorte Participações e da Cecrisa Revestimentos Cerâmicos e Executivo da Petrobrás e do Governo Federal. Graduado em Engenharia Mecânica pela UFRJ. Diretor Executivo, responsável pela Unidade de Negócio Celulose. Ingressou na Suzano em 2009. Ex-CEO das operações ALEXANDRE na Europa do Grupo RGM e Diretor Comercial da Aracruz. Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio YAMBANIS, 57 Vargas. Diretor Executivo, responsável pela Área Financeira e Jurídica, há 14 anos na Suzano. Trabalha no setor de papel e celulose há BERNARDO 29 anos. Trabalhou na CVRD Companhia Vale do Rio Doce por 23 anos, onde ocupou os cargos de Diretor, Vice-Presidente SZPIGEL, 63 Executivo e membro do Conselho de Administração. PhD em Administração de Empresas pela Universidade da Califórnia, Berkeley. Diretor Executivo, responsável pelas Áreas de Estratégia, Novos Negócios e Relações com Investidores, há 6 anos na Suzano. Atuou como responsável pela Unidade de Negócios Papel da Suzano (2005-08). Foi Executivo no J.P. Morgan no Brasil e ANDRÉ DORF, 36 NY (Investment Banking Global e Am. Lat.), Chase Manhattan e Banco Patrimônio/Salomon Brothers. Graduado em Adm. Empresas pela FGV. Diretor Executivo, responsável pela Área de Operações, há 5 anos na Suzano. Atuou como Diretor do Projeto de Expansão da ERNESTO Unidade de Mucuri. Ocupou vários cargos executivos na Dow Chemical Company, no Brasil, EUA e Europa, sendo o último em POUSADA, 41 Horgen, Suíça, como Diretor de poliestireno para a Europa. Especialização em Administração de Negócios pela FIA/USP. Diretor Executivo, responsável pela Unidade de Negócio Florestal., há 2 anos na Suzano Atuou na Champion Papel e Celulose e JOÃO COMÉRIO, 44 na International Paper, onde foi Diretor de Planejamento Estratégico Florestal Global na matriz, nos Estados Unidos. Pós-graduação em Ciência Florestal e Tecnologia de Madeira pela USP – Piracicaba. Diretor Executivo, responsável pela Unidade de Negócio Papel, há 6 anos na Suzano. Atuou como Gerente Executivo da Unidade de Negócio Celulose na Suzano. Foi Gerente Geral de Vendas para América Latina da General Electric, na Divisão de CARLOS ANIBAL, 39 Sistemas Industriais. MBA pelo Ibmec São Paulo. Diretor Executivo, responsável pela Área de Recursos Humanos. Ingressou na Suzano em 2008. Foi Gerente de RH de Operações em Aviação no Brasil e exterior, Diretor Global de RH para Tecnologia da Informação, nos EUA, e Diretor de RH para CARLOS GRINER, 45 México e América Latina. Antes da GE, trabalhou na Carioca Engenharia, CR Almeida, Comlurb, e Bureau Veritas. Pós-Graduação em Administração pela COPPEAD. 51

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