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Aula 12  Minimalismo Arte Conceitual
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Aula 12 Minimalismo Arte Conceitual

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    • 1. Minimalismo “Considero objetável o convite para participar de sua exposição de ‘arte minimal’ sem título. Não aprecio a designação da minha proposta como a de algum ‘movimento’ dúbio, jocoso, epitético, proto-histórico” Dan Flavin, 1967
    • 2. “Apoteose do idealismo modernista”, embora para os principais críticos modernistas, Clement Greenberg e Michael Fried, a minimal estava em desacordo com as realizações do alto modernismo.“Crítica pós-modernista de suas condições institucionais e discursivas” (Foster 1987)“Uma reação classicista contra a exuberância ro m â n t i c a e a a u t o c e l e b ra ç ã o d a p i n t u ra expressionista abstrata dos anos 50” (Baker 1988)Para alguns era um análogo da contracultura: “ateísta, comunista e materialista”. Para outros a arte do status quo: revelando “a face do capital, a face da autoridade, a face do pai” (Chave 1990)
    • 3. • É recorrente o formato quadrado, cúbico ou retangular;• Unidade ou módulo básico regular repetido;• Formas simples, sem ornamentação, sem arranjos dinâmicos ou instáveis;• Literalidade: os materiais não são disfarçados para parecerem algo que não são;• Não há moldura ou pedestal, estão no mesmo espaço do espectador.• Quando há cor, em geral ela é plana e homogênea, uma qualidade inexpressiva e trivial: pintura industrial.• Materiais industriais soldados, parafusados, colados: o gesto do artista é eliminado. Não são esculpidos ou modelados, os trabalhos são reunidos e ordenados.
    • 4. artistas• Carl Andre (1935)• Dan Flavin (1933-1996)• Donald Judd (1928-1994)• Sol Le Witt (1928-2007)• Robert Morris (1931)
    • 5. Donald Judd, sem título, 1958
    • 6. Donald Judd, sem título, 1963
    • 7. Donald Judd, sem título, 1963
    • 8. Donald Judd, sem título, 1964
    • 9. Cada unidade éidêntica, comintervalos idênticosentre cada umadas peças. E cadaintervalo tem asmesmasdimensões de cadaunidade. Aqui nãohá permutação.Donald Judd, sem título, 1970
    • 10. Donald Judd, sem título, 1972
    • 11. Donald Judd, sem título, stainless steel and yellow plexiglass, 6 cubes, 1966
    • 12. Donald Judd, sem título, 1991
    • 13. Donald Judd, sem título, 1984
    • 14. Donald Judd, sem título, 1989
    • 15. Donald Judd, sem título, 1978-9
    • 16. Donald Judd, 100 untitled works in mill aluminum in Marfa, Texas
    • 17. Donald Judd, 15 trabalhos de concreto, sem título, 1980
    • 18. Donald Judd, 15 trabalhos de concreto, sem título, 1980
    • 19. Donald Judd, 1977, For Leo Castelli, Los Angeles County Museum of Art sculpture garden
    • 20. Donald Judd, sem título, concreto, c.1975
    • 21. Donald Judd, The Chinati Foundation, Marfa, Texas
    • 22. Robert Morris, Instalação, New York, 1964
    • 23. Robert Morris, Instalação, Green Gallery, New York, 1964-65
    • 24. Robert Morris, Caixa I 1962 aberta
    • 25. Robert Morris, duas colunas, 1961 e sem título 1965
    • 26. Robert Morris, Untitled (Mirrored Cubes), 1965
    • 27. Com a permutaçãomodular emontagemprovisória otrabalho ganhauma dimensãotemporal. Robert Morris, Nine fiberglass sleeves, 1967
    • 28. Robert Morris, sem título, emaranhando, 1970
    • 29. Robert Morris, Centro per lArte Contemporanea Luigi Pecci
    • 30. Robert Morris, Portland mirros, 1977
    • 31. Robert Morris, Ring with Light, 1965-96
    • 32. Robert Morris, Sem título (círculo), 1991
    • 33. Robert Morris, labirinto, 1970-2006
    • 34. Carl Andre, peça de madeira entalhada com serra circular, 1959
    • 35. Carl Andre é oúnico desse grupoque parte datradição daescultura.Referência aBrancusi. Carl Andre, peça de cedro, 1959
    • 36. Carl Andre, página do caderno, 1960
    • 37. Carl Andre, equivalente VIII, 1966
    • 38. Carl Andre, Blacks creek, 1978
    • 39. Carl Andre, Black White Carbon Tin, 2004
    • 40. Carl Andre, Isoclast, 2004, 20 graphite stones
    • 41. Carl Andre, Graphite Sum of Numbers, 2006, 164 graphite cubes
    • 42. Carl Andre, oitavo canto de aço invertido
    • 43. Carl Andre, plano magnésio zinco, 1969
    • 44. Carl Andre, Lament for the Children, 1976-1996
    • 45. Carl Andre, Stone Field Sculpture, 1977, located in Hartford, Conn
    • 46. Dan Flavin, the diagonal of May 25, 1963, to Constantin Brancusi, 1963
    • 47. Dan Flavin, monumento, 1967
    • 48. Dan Flavin, sem título, 1968
    • 49. Dan Flavin, untitled (to the innovator of the Wheeling Peachblow, 1966-68
    • 50. Dan Flavin, sem título
    • 51. Dan Flavin, sem título
    • 52. Dan Flavin, sem título, for Robert with fond regards, 1977
    • 53. Dan Flavin, sem título
    • 54. Dan Flavin, sem título, 2004
    • 55. Dan Flavin
    • 56. Sol Lewitt, Cubic modular piece no. 3
    • 57. Sol Le Witt, Serial Project No. 1. (ABCD), 1966.
    • 58. Sol LeWitt
    • 59. “Decidi removertoda a pele erevelar a estrutura.Foi entãonecessário planejaro esqueleto demodo que aspartes tivessemalgumaconsistência.Módulos iguaisquadrados foramusados paraconstruir asestruturas”Sol Le Witt, floor plan #4 , 1976
    • 60. Sol LeWitt, 1 2 3, 1978
    • 61. Sol Lewitt, Three x four x three, 1984 minneapolis walker art center
    • 62. sol lewitt, quatro cubos, 1971
    • 63. sol lewitt, open cube
    • 64. Sol LeWitt, Forms Derived From a Rectangular Solid, 1990
    • 65. Sol LeWitt, Four-Sided Pyramid, first installation 1997
    • 66. sol lewitt, X with Columns, 1996, New York
    • 67. Sol LeWitt, pintura
    • 68. sol lewitt, Lines in two directions in five colors on five colors with all their combinations, 1981
    • 69. Sol LeWitt, Arcs in four directions, 1999
    • 70. sol lewitt, wall drawing #1042, 2002
    • 71. Sol LeWitt, Wall Drawing #918 Irregular vertical bands and horizontal bands, 1999
    • 72. Sol LeWitt, desenho mural
    • 73. Sol LeWitt, desenho mural
    • 74. Sol LeWitt, restauração de capela com david tremlett
    • 75. ARTECONCEITUALA Arte Conceitual, define-se como o movimento artístico moderno ou contemporâneo que defende a superioridade das ideias veiculadas pela obra de arte.
    • 76. Em Arte Conceitual a ideia ou conceito é o aspecto mais importante da obra. Quando um artista usa uma forma“ conceitual de arte, significa que todo o planejamento e decisões são tomadas antecipadamente, sendo a execução um assunto secundário. A ideia torna- se na máquina que origina a arte.
    • 77. George Maciunas, um dos fundadores do Fluxus, redigeem 1963 um manifesto em que diz: "Livrem o mundo dadoença burguesa, da cultura intelectual, profissional ecomercializada. Livrem o mundo da arte morta, daimitação, da arte artificial, da arte abstrata... Promovamuma arte viva, uma antiarte, uma realidade não artística,para ser compreendida por todos [...]". 77
    • 78. Body ArtArte PerformáticaInstalaçãoVideo ArteSound ArtEarth Art 78
    • 79. Flux Year Box 2, c.1967, a Flux box edited and produced by George Maciunas, containing works by many early Fluxus artists. 79
    • 80. Merda dartista / 1961 - Piero Manzoni  80
    • 81. Joseph Kosuth. Uma cadeira real, a fotografia da cadeira e uma definição de cadeira. 1965.  81
    • 82. Keith Arnatt. Peça Calça-Palavra. 1972.  82
    • 83. Cildo Meireles  é umdos ar tistas líderesinternacionais nodesenvolvimento daarte conceitual, e esteartista brasileirorealizou alguns dostrabalhos mais,politicamente falando,esteticamente atraentese filosoficamenteintrigantes, da arterecente.
    • 84. • Uso de objetos cotidianos, ainda acumulados em formas que nós nunca antes imaginados, como o ambiente todo vermelho da sala em Desvio para o Vermelho
    • 85. Cildo Meireles. Inserções em Circuitos Ideológicos - Projeto Coca-Cola, 1970.
    • 86. body artA Body Art usa o corpo do artista como meio de expressão, também chamada de arte performática, o que poderá ocasionar a participação do público ou somente transformá-lo em voyeur.
    • 87. Marc Quinn, Eu, 1991.   87
    • 88. InstalaçãoA instalação, ocorra ou não em um lugar específico, surgiu como um idioma flexível.
    • 89. Christo (1935-). Wrapped Reichstag. Date: 1971-1995 89
    • 90. Hiper-realismo “Quero lidar com a imagem que [a câmera] registrou e que é [...] bidimensional e repleta de detalhes na superfície. Chuck Close, 1970.
    • 91. 91Chuck Close, Mark, 1978-9
    • 92. Earth Art A arte do lado de fora
    • 93. Robert Smithson. SPIRAL JETTYRozel Point, Great Salt Lake, UtahApril 1970mud, precipitated salt crystals, rocks, water coil 1500 long and 15 wideCollection: DIA Center for the Arts,New York 93
    • 94. Side Works Arte Pública fora do museu.
    • 95. 95Richard Serra,Richard Serra at Pearson International Airport, Terminal 1, Mississauga, Canada.2007.
    • 96. Arte Povera Materiais “humildes” e “pobres” não pertencentes a arte. Os artistas enfatizamconceitos abstratos, tais como o empobrecimento moral de uma sociedade guiada pelo acúmulo da riqueza material.
    • 97. Michelangelo Pistoletto, Vênus dos trapos, 1967-1971 97
    • 98. High-tech A poesia da engenharia hidráulica
    • 99. Centre Pompidou.Renzo Piano and 99Richard Rogers. 1977
    • 100. Videoarte“Assim como a colagem substituiu a pintura a óleo, o raio catódico substituirá a tela”. Nam June Paik