WORKSHOP:  “O CONCEITO DE SUCESSO NO  MARKETING FARMACÊUTICO”                                               Trabalho elabo...
INDICE         ABSTRACT         This work has as main objective, to present a project to develop a pharmaceuticalmarketing...
Workshop; Marketing Farmacêutico; Mercado Farmacêutico; Gestão de Produto;Comunicação; Percepção de Valor; Formação; Casos...
consumo corrente. Para este receio e incerteza face ao futuro contribui de alguma forma a taxade desemprego que do mês de ...
Este workshop de Marketing Farmacêutico, a realizar em data a definir, no início deOutubro de 2009, decorrerá nas instalaç...
com 31,19%, do Sistema Nervoso Central com 19,87% e do Aparelho Locomotor com10,36%. As patologias mais frequentes assumem...
forte subida da taxa de poupança dos particulares (de 6,2 para 9% do RD) que poderá não severificar, uma vez que é muito d...
O ritmo médio de crescimento da população foi entre 1997 e 2007 de 4,6%, ou seja,acima dos 3,5% da média da União Europeia...
A juntar a estes dados, uma outra projecção da Eurostat 4 indica que em 2050, emPortugal 31,9% da população terá mais de 6...
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A diferença de competitividade entre os países membros da UE, obrigou Portugal arever a sua politica de desenvolvimento, d...
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Com efeito, de acordo com os resultados da avaliação das unidades de I&D, divulgados pelaFundação para a Ciência e a Tecno...
A actual política do medicamento assenta fundamentalmente nas medidas para a áreado Medicamento delineadas no Programa do ...
2.6. Envolvente Cultural         Toda esta conjuntura económica tem provocado fortes pressões das partesinteressadas, assi...
3. Micro Ambiente de Marketing         3.1. A Empresa         Ao estabelecer os seus planos de marketing, a direcção de ma...
3.4. Os clientes         Falando de clientes externos e dependendo dos segmentos de mercado onde cadaempresa opera, a list...
4.1. O PRODUTO         O evento será realizado num formato prático e de curta duração, facilitadora daadesão, apostando nu...
Pontos fortes                                  Pontos fracos  Tema interessante para o target de ambas as Instituições    ...
O principal objectivo estratégico é realizar um evento que, apostando num formatosimples e curto, possa de forma prática c...
específico, o do sector Farmacêutico, através da discussão e análise de casos de sucessoreconhecidos, o posicionamento pro...
Encargos com Oradores                                  0,00 €          IPAM / MARKINFAR               Encargos com Assiste...
associados valorização profissional e pessoal no quadro das ofertas de colaboração queestejam ao nosso alcance e caibam no...
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19h15 – Recepção      19h30 – Sessão de Abertura – Prof. Dr. Ferreira Cascão, Presidente do ConselhoCientifico do IPAM Lis...
O primeiro orador fará a apresentação do seu tema não havendo espaço paraperguntas e respostas no final.         •   20h00...
6.1.1. FORMATO DOS CASOS A APRESENTAR         Todos os conteúdos a apresentar durante o workshop devem ser elaborados emfo...
abordar, mas apenas incluir os objectivos individuais de cada orador de forma a se cumprir oobjectivo global do evento.   ...
•   Previsão de evolução do mercado total para os próximos anos        Caso de Sucesso – A força da Marca: Xanax – Dr. Din...
•   Estratégia de marketing – Posicionamento, Targeting e Segmentação            •   Marketing-Mix            •   Resultad...
A ordem de apresentação em formato powerpoint será a seguinte:         1º Estado de arte do Mercado Farmacêutico – IMS Por...
6.2. GESTÃO LOGÍSTICA            6.2.1. CARTA DE BOAS VINDAS            No dia do evento será entregue pelo secretariado a...
No que respeita ao convite dos oradores, foram endereçados emails ao Director doIPAM Lisboa, ao Presidente do Conselho Cie...
Existe a possibilidade de incluír ainda brochuras informativas alusivas à Markinfar seesta Instituição assim o desejar.   ...
A responsabilidade deste controlo atribui-se ao aluno nº 207056, Nuno Figueiredo,elemento integrante do grupo 3 da turma G...
c) Cada orador deve assegurar-se de que traz a sua apresentação em powerpoint 2003gravada em pen e possui uma cópia de seg...
g) Assegurar que são colocadas as bebidas programadas na mesa dos oradores.         h) Apoiar o fórum de discussão previst...
CONCLUSÕES          A análise conjuntural do sector farmacêutico foi a principal motivo para a tomada dedecisão sobre a es...
Estamos certos de este evento será o primeiro duma duradoura lista de colaboraçãoentre as duas Instituições, IPAM e Markin...
3. Pedidos de colaboraçãoa) Pedido IPAM, Direcção – documento 7b) Pedido IPAM, D. Ana Bento – documento 8c) Pedido IPAM, S...
Execução da Facilities checklist                                             Aluno nº 207056, Nuno FigueiredoControlo do A...
PMM5 “ a Learnin Resource - [em linha], 2009,http://www.pcma.org/Documents/pmmchecklist3.pdf [consultado em 09-04-2009]Mee...
APIFARMA - [em linha], 2009, http://www.apifarma.pt/Default.aspx?parentid=1985[consultado em 09-04-2009]APIFARMA - [em lin...
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Trabalho final publicidade workshop marketing farmacêutico no ipam grupo3 g2_na

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  1. 1. WORKSHOP: “O CONCEITO DE SUCESSO NO MARKETING FARMACÊUTICO” Trabalho elaborado para a Unidade Curricular: Publicidade Docente: Dr. Joaquim Caetano GRUPO 3 - TURMA G2NA Nuno Figueiredo - 207056, Sandra Sequeira - 207025, Paulo Almeida - 207031, Susana Alcântara – 207041, Pedro Gonçalves - 207039 e Pedro Ratão - 207030RESUMO: Este documento pretende fazer a apresentação de um projecto de realizaçãode Workshop sobre Marketing Farmacêutico no IPAM. LISBOA, 2008/2009
  2. 2. INDICE ABSTRACT This work has as main objective, to present a project to develop a pharmaceuticalmarketing workshop to be held on IPAM. With the workshop, we pretend to stimulatepractical training, to present examples of successful product management, communication oradded value perception and to discuss the environment changes occurred in last decade onthis market. RESUMO Este trabalho tem como principal objectivo, apresentar um projecto de elaboração deworkshop sobre Marketing Farmacêutico a decorrer no IPAM. Com o workshop,pretendemos, estimular a formação prática, apresentar exemplos de sucesso na gestão deproduto, comunicação ou criação de percepção de valor e discutir as alterações ocorridas nomercado na última década. PALAVRAS-CHAVE TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 2 e Pedro Ratão.
  3. 3. Workshop; Marketing Farmacêutico; Mercado Farmacêutico; Gestão de Produto;Comunicação; Percepção de Valor; Formação; Casos de Sucesso; Industria Farmacêutica;Markinfar; IPAM; INTRODUÇÃO O Mercado Farmacêutico movimenta milhões de euros na comercialização demedicamentos, quer se fale do mercado nacional ou de exportação, e foi considerado comoestratégico pelo governo Português. Para se ter uma ideia acerca da sua dimensão segundo aApifarma1, o mercado total nacional representa cerca de 4.507,620 milhões de euros, tendo umcrescimento em 2007 de 3,4%. Ao nível da exportação, o mercado farmacêutico movimentou396 milhões de euros em 2007. É por isso natural que este mercado seja atractivo para asempresas da Industria Farmacêutica e o Marketing assuma especial relevo na conquista dequota de mercado dos produtos comercializados, com especial relevo para os novos produtos. No contexto da maior crise económica mundial desde a “Grande Depressão de1930”, Portugal iniciou no segundo semestre do ano passado um período recessivo que seantevê como o mais profundo e prolongado das últimas décadas. Espera-se, de acordo comdados do Banco de Portugal e do INE, uma atitude de receio e incerteza face ao futuro quetraduzir-se-á num adiamento e forte redução da despesa em bens de consumo duradouro(-17%) podendo no entanto continuar a registar-se um incremento de 1% nos bens de1 Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica http://www.apifarma.pt/ TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 3 e Pedro Ratão.
  4. 4. consumo corrente. Para este receio e incerteza face ao futuro contribui de alguma forma a taxade desemprego que do mês de Abril de 2009, se situou em 9,3%. Temos pois um mercado apetecível em termos de volume de negócio para as 137empresas farmacêuticas em actividade (dados APIFARMA de 2007), com uma multiplicidadede produtos e intervenientes na prescrição ou aconselhamento dos produtos, diferentes preçosa pagar pelo utente assim como diferentes meios promocionais disponíveis. O Marketing Farmacêutico tem assim que ter em linha de conta que vivemos numambiente económico desfavorável com impacto no poder de compra das famílias e no seuRendimento Disponível, a especificidade dos seus clientes e mercados, a legislação que regulaas diversas actividades do mercado, o formato de regulação dos preços e políticas comerciaisadjacentes, bem como a extensa e complexa rede de distribuição farmacêutica em Portugal. Não podem ainda os gestores de Marketing esquecer que para além de tudo isto, ocliente interno, principalmente as forças de vendas, com a complexidade inerente à motivaçãoe performance que será necessária obter. É neste contexto que um Gestor de Marketing vai ter que actuar. Um mercadodesafiante, restrito, competitivo e extremamente exigente e regulado. O projecto de evento aqui apresentado, assenta num workshop de MarketingFarmacêutico dirigido a todos os docentes e alunos da Instituição IPAM assim como a todosos sócios da Markinfar (Associação Portuguesa de Marketing Farmacêutico). Inserem-se notarget da Instituição IPAM os actuais alunos das mais diversas ofertas de formação existentesassim como todos os ex-alunos; no target da Markinfar são considerados todos os associadosou ex-associados, convidados pertencentes aos seus órgãos directivos ou outros que considerede relevante importância. O Workshop visa analisar e discutir o ambiente de Marketing no MercadoFarmacêutico Nacional durante a última década e suas implicações na identificação esatisfação das necessidades e expectativas de um complexo espectro de clientes. Pretendeainda exemplificar a eficácia e eficiência, com casos de sucesso, da gestão de produto ou dacomunicação. Igualmente, pretende-se evidenciar através de casos práticos a forma como aestratégia de Marketing de alguns produtos encontrou soluções para criar valor no cliente. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 4 e Pedro Ratão.
  5. 5. Este workshop de Marketing Farmacêutico, a realizar em data a definir, no início deOutubro de 2009, decorrerá nas instalações do IPAM, nomeadamente no seu AuditórioPrincipal. 1. O MERCADO FARMACÊUTICO A Missão da Indústria Farmacêutica é fomentar a inovação e o desenvolvimento deterapêuticas que respondam às necessidades de tratamento e prevenção de novas patologias enão só, bem como disponibilizar medicamentos que constituam uma melhoria para a saúde equalidade de vida das populações. Ao levar a cabo a sua missão, a Indústria Farmacêuticadefende elevados padrões éticos e de “qualidade”, a que se aliam a responsabilidade social e odever de solidariedade. O Mercado Farmacêutico subdivide-se em Mercado Ambulatório e MercadoHospitalar, sendo que no primeiro inserem-se os sub-mercados dos Medicamentos sujeitos areceita médica (MSRM) e o dos Medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM). Aindasegundo dados da Apifarma, em 2007, o Mercado Ambulatório teve uma quota de 79,4%resultante do sub-mercado de medicamentos sujeitos a receita médica (MSRM) responsávelpor uma quota de 74,1% e o sub-mercado de medicamentos não sujeitos a receita médica(MNSRM) por uma quota de 5,3%. Em menor dimensão o Mercado Hospitalar deteve umaquota de 20,6%. Em termos de tipos de medicamentos, em 2007, os fármacos de marca detinhamuma quota de mercado em valor de 82,15% enquanto os genéricos apenas 17,85%, no entantoapresentandavam uma taxa de crescimento de 22,5% ao ano, bem diferente da obtida pelasmarcas, que ficam pelos 0,70%. O regime de comparticipação dos medicamentos aos utentes do Sistema Nacional deSaúde encontra-se regulamentado pelo Decreto-Lei nº 118/92 de 25 de Junho e incorporaquatro escalões. No escalão A, a comparticipação do Estado é de 95%, no escalão B de 69%,no escalão C de 37% e o escalão D de 15% do preço de venda ao público. Assim temos custosdiferentes para doentes diferentes. Ainda remontando a 2007, os grupos farmacoterapêuticos mais relevantes nadistribuição dos encargos do Sistema Nacional de Saúde, são o do Aparelho Cardiovascular TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 5 e Pedro Ratão.
  6. 6. com 31,19%, do Sistema Nervoso Central com 19,87% e do Aparelho Locomotor com10,36%. As patologias mais frequentes assumem assim um papel relevante neste mercado. 2. Macro Ambiente de Marketing 2.1. Envolvente Económica No contexto da maior crise económica mundial desde a Grande Depressão de 1930,Portugal iniciou no segundo semestre do ano passado um período recessivo que se antevêcomo o mais profundo e prolongado das últimas décadas. A previsão actual do Banco de Portugal para a evolução da economia este ano é deuma recessão de 3,5%, valor que deverá situar-se marginalmente abaixo da média da zonaeuro. O crescimento e o comércio mundial afundaram no final do ano passado e no primeirotrimestre deste ano. A recessão internacional foi causada por uma quebra generalizadada procura e as medidas para combater os riscos recessivos provavelmente terão que seconcentrar em produzir efeitos na expansão da procura no mais curto espaço de tempopossível. Para Portugal, isso representou no 4º trimestre de 2008 uma queda do PIB de 1,8 porcento e uma redução de 8,9% das exportações e de 8,4 % do investimento. Esta alteração fezo Banco de Portugal rever a previsão da procura externa dirigida à economia portuguesa em2009 de uma redução de 2,5% para -13%. A recessão de 2009 é, assim, explicadaessencialmente pela queda das exportações (-14,2%) e do investimento (-14,4%). Na situação actual da economia mundial todas as previsões estão rodeadas deenorme incerteza. Isso é particularmente verdadeiro a propósito do investimento, mas destavez também se aplica à actual previsão de redução do consumo em 0,9%. Esta previsão éconfirmada pela situação verificada no 1º trimestre de 2009 onde o consumo final recua 1% eo consumo privado cai 1,7%. Outro dado que sustenta este clima é o Indicador de Confiançados Consumidores que em Maio de 2009 recuou 44,3%, dando mostra por isso da tendênciade comportamento futuro de consumo. Apesar de tudo, o Banco de Portugal continua a prever um aumento real de cerca de2 por cento do Rendimento Disponível (RD) médio das famílias portuguesas. Isto supõe uma TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 6 e Pedro Ratão.
  7. 7. forte subida da taxa de poupança dos particulares (de 6,2 para 9% do RD) que poderá não severificar, uma vez que é muito difícil prever uma inversão de comportamento desta ordem,apesar da plausibilidade de se verificar um aumento. Outro factor que pode contribuir paraeste aumento do rendimento está relacionada com a diminuição dos encargos das famílias coma habitação devido à baixa das taxas de juro bancário. O acréscimo da poupança poderá resultar de um atitude de receio e incerteza face aofuturo e traduzir-se-á num adiamento e forte redução da despesa em bens de consumoduradouro (-17%) podendo no entanto continuar a registar-se um incremento de 1% nos bensde consumo corrente. Para este receio e incerteza face ao futuro contribui de alguma forma ataxa de desemprego que do mês de Abril de 2009, se situou em 9,3%, o que representaqualquer coisa como 491.635 habitantes sem emprego registados no IEFP 2. No que concerne à despesa nacional com a saúde, verificou-se em 2006, segundo aApifarma, um aumento de 1,3%, para 14.633 milhões de euros, sendo que o sector públicorecuou 1.3% representando 70,9% da despesa nacional tendo o sector privado aumentado em8,1% o que equivale uma quota de 29,1%. Se analisarmos a despesa nacional per capita, emparidade com o poder de compra, Portugal em 2006, tinha como valor 2.120 dólares, abaixoda média da EU com 2.792 dólares. O Mercado Total Farmacêutico movimenta milhões de euros em consumo demedicamentos, quer se fale do mercado nacional ou de exportação, tendo sido consideradoestratégico pelo governo Português. A sua dimensão (mercado nacional), segundo a Apifarma,representa qualquer coisa como 4.507,620 milhões de euros, tendo crescido 3,4% em 2007.Também ao nível da exportação, o mercado farmacêutico movimentou 396 milhões de eurosem 2007. 2.2. Envolvente Demográfica Durante os primeiros anos do século XXI, e de acordo com os dados do INE 3,Portugal mantêm-se um país com um crescimento positivo da população total e um aumentoda esperança de vida.2 IEFP: Instituto de Emprego e Formação Profissional3 INE: Instituto Nacional de Estatística TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 7 e Pedro Ratão.
  8. 8. O ritmo médio de crescimento da população foi entre 1997 e 2007 de 4,6%, ou seja,acima dos 3,5% da média da União Europeia. Para este crescimento muito contribuiu oaumento significativo da imigração. Segundo dados do Gabinete de Estratégia e Estudos doMinistério da Economia e Inovação, estima-se que em 2007, 4,1% da população residente eraestrangeira, representando cerca de 435.741 habitantes, em parte oriundos de novos fluxosimigratórios. Observa-se um forte crescimento da população estrangeira residente nos anos de2006 (+20,9%) e 2007 (+31,2%), principalmente oriunda do Brasil, Cabo verde e Ucrânia. Sóestes três países representam 38,96% do universo da população estrangeira residente. Nãoestão contabilizados nestes dados valores projectados de população residente estrangeira comsituação ilegal, o que contribuiria para um acréscimo do peso deste grupo populacional. Em 2007, Portugal tinha 10,6 milhões de habitantes, dos quais apenas 5,6 milhõessão população activa. Prevê-se no entanto, um decréscimo da população total para 10,0milhões em 2050. Quando analisamos a distribuição da população por faixas etárias, em dadosde 2006, constata-se que a maior percentagem, 37,3% está entre os 25 e 49 anos, seguida de34,8% com mais de 49 anos e apenas 27,8% têm idade inferior a 25 anos. Como podemos observar no gráfico abaixo, a projecção da percentagem total dapopulação dos 27 membros da União Europeia, com mais de 65 anos, indica claramente umforte crescimento, contrastando com a tendência dos indivíduos com idade entre 0 e 14 anos. Gráfico 1. Projecção da população da UE – 27 Membros TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 8 e Pedro Ratão.
  9. 9. A juntar a estes dados, uma outra projecção da Eurostat 4 indica que em 2050, emPortugal 31,9% da população terá mais de 65 anos, valor bem diferente do verificado em2005, cuja percentagem era de 17,0%. Outra projecção deste organismo aponta para, em 2050,Portugal terá 13,1% da população com idade inferior a 15 anos, valor inferior ao encontradoem 2005, que foi de 15,7%. Estamos pois perante uma tendência de envelhecimento dapopulação. 2.3. Envolvente Ambiental As questões ambientais começam a ser uma prioridade dos governos da sociedadeactual, facto visível nas directrizes emanadas da União Europeia (UE) nos últimos anos. O sexto programa de acção para o Ambiente da UE, definiu como domíniosprioritários, até 2012, as alterações climáticas, a natureza e a biodiversidade, o ambiente esaúde e qualidade de vida e a gestão dos recursos naturais e dos resíduos. Atingir os váriosobjectivos nestes domínios irá requerer uma acção concertada de todos os instrumentos aodispor da União - implementação efectiva de legislação existente, maior ênfase nosinstrumentos de mercado, “empowerment” dos cidadãos e integração dos objectivosambientais nas outras políticas da UE. Em Portugal, a aplicabilidade das políticas da UE está visível no Programa Nacionalda Política de Ordenamento do Território, no Plano Nacional da Água, nas Medidas deCumprimento do Protocolo de Quito e diversa legislação e incentivos aplicáveis aos diversossectores de actividade. Inserido no Programa Nacional da Política de Ordenamento doTerritório, a Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável (ENDS) estabelece comodesígnio mobilizador tornar Portugal num dos países mais competitivos e atractivos da UniãoEuropeia, num quadro de elevado nível de desenvolvimento económico, social e ambiental e4 O Eurostat é uma Direcção-Geral da Comissão Europeia, localizada no Luxemburgo. As suas principaisresponsabilidades são fornecer à UE informação estatística a nível europeu e promover a harmonização dosmétodos estatísticos entre os Estados-Membros da União Europeia, países candidatos e países da EFTA(European Free Trade Association). TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 9 e Pedro Ratão.
  10. 10. de responsabilidade social, e define os objectivos a prosseguir relativos aos três pilares dodesenvolvimento sustentável (Protecção e Valorização do Ambiente, Coesão Social eDesenvolvimento Económico). A actividade da Industria Farmacêutica está fortemente regulada e legislada, existindopara além disso diversos protocolos assinados para cumprimento das directrizes europeias,ambientais, nas diversas fases da sua actividade. O controlo do cumprimento da legislação éassegurado através de vistorias periódicas do Infarmed5 às empresas farmacêuticas e aaplicação de coimas e outras sanções em caso de incumprimento das normas estabelecidaspara o fabrico e produção, acondicionamento, transporte, promoção e comercialização dosseus produtos. A própria Industria Farmacêutica é neste capítulo pró-activa. Consciente daespecificidade do medicamento mesmo enquanto resíduo, a Indústria Farmacêutica,responsável pela gestão dos resíduos de embalagens que coloca no mercado, associou-se aosrestantes intervenientes do mercado - Distribuidores e Farmácias - e criaram a VALORMED 6(Sociedade responsável pela gestão dos resíduos de embalagens e medicamentos fora de uso). A experiência da Indústria Farmacêutica em matéria de produção, embalagem eacondicionamento de medicamentos, associada à logística operacional garantida pelosDistribuidores, é potenciada com a adesão de mais de 2.600 Farmácias, como locais de recolhade medicamentos e de aconselhamento ao público, o que tem vindo a ser feito com grandeempenho por parte da classe farmacêutica. Embora o Sector do Medicamento representemenos de 0,5% dos Resíduos Sólidos Urbanos, o projecto VALORMED justifica-se emtermos de saúde pública e ambiental. 2.4. Envolvente Tecnológica5 Infarmed: Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde I.P.6 VALORMED foi licenciada pelos Ministérios do Ambiente e da Economia para a gestão do Sistema Integradode Gestão de Resíduos de Embalagens de Medicamentos – SIGREM. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 10 e Pedro Ratão.
  11. 11. A diferença de competitividade entre os países membros da UE, obrigou Portugal arever a sua politica de desenvolvimento, definindo em traços gerais uma estratégia assente nosseguintes factores chave: • Maior qualificação dos recursos humanos; • Crescimento sustentado apostando em actividades internacionalmente competitivas; • Valorização do património natural e um melhor ambiente; • Uma sociedade com maior equidade, caracterizada por uma igualdade de oportunidades e maior coesão social; • Melhor conectividade internacional do país e uma valorização equilibrada do território; • Papel mais activo na construção Europeia e na Cooperação Internacional; • Administração Pública mais eficiente e modernizada. Desta estratégica surgiram vários programas e planos dirigidos à sociedadePortuguesa em geral, um dos quais o Plano Tecnológico7. Trata-se de uma agenda de mudançapara a sociedade portuguesa que visa mobilizar as empresas, as famílias, e as instituições paraque, com o esforço conjugado de todos, possam ser vencidos os desafios de modernizaçãoque Portugal enfrenta. No quadro desta agenda, o Governo assumiu o Plano Tecnológico como umaprioridade para as políticas públicas. Constitui também o pilar para o Crescimento e aCompetitividade do Programa Nacional de Acção para o Crescimento e o Emprego, quetraduz a aplicação em Portugal das prioridades da Estratégia de Lisboa. Enquanto estratégia para promover o desenvolvimento e reforçar a competitividadedo país, o Plano Tecnológico baseia-se em três eixos: 1. Conhecimento - Qualificar os portugueses para a sociedade do conhecimento,fomentando medidas estruturais vocacionadas para elevar os níveis educativos médios da7 Plano Tecnológico http://www.planotecnologico.pt/InnerPage.aspx?idCat=31&idMasterCat=30&idLang=1&site=planotecnologico TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 11 e Pedro Ratão.
  12. 12. população, criando um sistema abrangente e diversificado de aprendizagem ao longo da vida emobilizando os portugueses para a Sociedade de Informação. 2. Tecnologia - Vencer o atraso científico e tecnológico, apostando no reforço dascompetências científicas e tecnológicas nacionais, públicas e privadas, reconhecendo o papeldas empresas na criação de emprego qualificado e nas actividades de investigação edesenvolvimento (I & D). 3. Inovação - Imprimir um novo impulso à inovação, facilitando a adaptação dotecido produtivo aos desafios impostos pela globalização através da difusão, adaptação e usode novos processos, formas de organização, serviços e produtos. Na Industria Farmacêutica, um dos planos desenvolvido foi o Projecto PharmaPortugal, uma Parceria Público-Privada, criada em 2005, entre a Apifarma, o Infarmed e aAicep8, visando apoiar a internacionalização das empresas farmacêuticas nacionais. Múltiplasacções de reflexão e análise, de origens e motivações diversas, coincidiram na conclusão deque as actividades associadas à saúde reúnem um interessante conjunto de características quepermitem nuclear a criação de um pólo de competitividade e tecnologia em Portugal, comvocação internacional, ancorado nas competências e no potencial existente, apontando,naturalmente, para o mercado global. Surge, então, o Health Cluster Portugal9 – Associação doPólo de Competitividade da Saúde, composto por empresas, entidades do sistema científico etecnológico, e hospitais. Segundo esta Entidade, nas instituições do sector de I&D há cerca de 3 000investigadores dos quais 800 são doutorados, a que acrescem mais 1.000 nas universidades;Nos nossos hospitais trabalham cerca de 8.000 médicos, muitos deles altamenteespecializados. As empresas farmacêuticas e biotecnológicas, empregam cerca de 4 miltrabalhadores, dos quais 120 são doutorados; Os Dispositivos Médicos & Serviços empregam2.500 pessoas das quais 20 são doutorados. Estamos, pois, a falar de uma grande comunidadetécnica e científica, que integra cerca de 2.000 doutorados. Não nos espanta, por isso, que a qualidade das instituições de I&D e os resultados deinvestigação desta comunidade científica e técnica tenham crescido a olhos vistos, nos últimosanos, conforme os dados oficiais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.8 AICEP: Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal9 Health Cluster Portugal: http://healthportugal.com/ TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 12 e Pedro Ratão.
  13. 13. Com efeito, de acordo com os resultados da avaliação das unidades de I&D, divulgados pelaFundação para a Ciência e a Tecnologia10, mais de 50% foram classificadas de Excelente ouMuito Bom; e, no tocante a Laboratórios Associados, todos os avaliados foram classificadosde Excelente. Nos concursos de 2006 e 2007, em cada ano, os projectos de I&D nas Ciênciasda Saúde e da Investigação Clínica, ultrapassou os 200, sendo 54% classificados de Muito Bome 46% de Excelente. Quanto à produção científica, o número de publicações, em 1990, eram de cerca de250 e 85, respectivamente, nas Ciências da Vida e da Medicina Cínica. Estes valorescomparam, respectivamente, com 1.400 e mais de 600 em 2006. Entre 1998 e 2007 o númerode publicações científicas cresceu à taxa média anual de 10,8% (3 vezes mais do que a médiamundial; acima da Irlanda – 7,6% - e, da região Sueco-Dinamarquesa do Medicon Valley –2,6%); Em média, cada publicação tem 10 citações, abaixo da Irlanda com 13 e do MediconValley com 14,1, mas muito acima da Grécia e da República Checa. Não menos relevante é o número de publicações em co-autoria com investigadoresdos EUA ou do Reino Unido: mais de 35% das publicações, um pouco menos do que aIrlanda – 17,4% em co-autoria com o Reino Unido e 18,1% com os EUA. Digno de realce é também o facto de algumas empresas farmacêuticas de capitalportuguês, fruto da sua persistência em actividades de I&D estarem, também, a colocar nosmercados internacionais, alguns dos seus produtos ou a licenciar as correspondentes patentesde suporte. A crise internacional também está a ter reflexos no sector farmacêutico, quearrastarão, movimentos de consolidação no sector. Apesar desta conjuntura, as empresasfarmacêuticas nacionais e internacionais não podem deixar de apostar no investimento emactividades de I&D (interno e externo) e na internacionalização dos seus produtos. 2.5. Envolvente Política O sector farmacêutico tem sofrido na última década várias alterações legislativasreferentes à Politica do Medicamento.10 Fundação para a Ciência e a Tecnologia : http://alfa.fct.mctes.pt/navegador TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 13 e Pedro Ratão.
  14. 14. A actual política do medicamento assenta fundamentalmente nas medidas para a áreado Medicamento delineadas no Programa do XVII Governo Constitucional. São prioritáriosos seguintes pontos: - Alargamento da venda de MNSRM a outros locais de venda além das farmácias; - Redução geral de preços dos medicamentos; - Promoção dos medicamentos genéricos; - Revisão do sistema de comparticipação; - Negociação de um protocolo entre o Estado e a Indústria Farmacêutica para o controlo do crescimento do mercado do medicamento comparticipado pelo SNS; - Reforço e melhoria da informação dirigida aos profissionais de saúde; - Prescrição por DCI – Denominação Comum Internacional; - Transposição da nova legislação farmacêutica comunitária no novo Estatuto do Medicamento com alterações importantes para todo o sector; - Promoção da utilização racional do medicamento; - Definição de programas de melhoria da qualidade de prescrição; - Apoio à Investigação e Desenvolvimento da Indústria Farmacêutica. Os objectivos traçados nesta Politica do Medicamento trouxeram já algumasalterações com consequentes implicações em todo o sector. O alargamento da venda demedicamentos MNSRM a outros locais de venda além das farmácias (Decreto Lei-nº238/2007, de 19 de Junho), a redução do preço de venda ao público dos medicamentos em6% (Portaria nº618-A/2005, de 27 de Julho), a alteração do Escalão A de comparticipação demedicamentos comparticipados pelo SNS de 100% para 95% (Decreto-Lei nº 129/2005, de11 de Agosto), e a eliminação da majoração de 10% na comparticipação pelo Estado dosmedicamentos genéricos (Decreto-Lei nº129/2005, de 11 de Agosto) afectaram EmpresasFarmacêuticas, distribuidores, doentes e outras entidades do meio. Estas alterações foram introduzidas, tendo como objectivo essencial, reduzir adespesa nacional de saúde, pelo que se prevê à luz dos objectivos estabelecidos, outras quevisem baixar ainda mais a factura do Estado. Aliás, estão já contempladas na Politica doMedicamento e inclusive algumas já foram objecto de discussão entre os parceiros do sector. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 14 e Pedro Ratão.
  15. 15. 2.6. Envolvente Cultural Toda esta conjuntura económica tem provocado fortes pressões das partesinteressadas, assistindo o público em geral através dos órgãos de Comunicação Social, a váriasreportagens sobre acesos debates entre os órgãos afectos à Industria Farmacêutica como aApifarma, entidades ligadas ao sector da distribuição, como a Associação Nacional deFarmácias e Organismos de tutela Médica como a Ordem dos Médicos. Espera-se pois um período de mudança e de convulsão no sector farmacêutico. A própria Industria Farmacêutica divide-se na defesa ora dos medicamentos demarca, ora dos medicamentos genéricos, originando que a entidade que deveria ser o seuporta-voz, a Apifarma, fique numa situação fragilizada. Com a pressão do Estado sobre a despesa nacional de saúde e os programas deincentivo aos genéricos por um lado, e a pressão das empresas multinacionais que investemem I&D milhões de euros não querendo perder a sua margem de lucro, por outro, entende-sea discórdia e a falta duma posição firme e eficaz. Já ao nível da distribuição, o panorama não é melhor, pois as alterações ocorridasretiraram vendas às farmácias, existindo hoje, por motivos dum elevado número de produtos,e de campanhas de bonificação de genéricos muito fortes, stocks bastante volumososarmazenados e que necessitam de ser escoados. O incentivo aos genéricos foi tambémencarado por este sector como uma oportunidade de compensar eventuais perdas,pretendendo assim conseguir legislação que permita a troca de receituário de marca pormedicamentos genéricos, utilizando como ferramenta a prescrição por DCI. Esta intenção esbarra noutros interesses, os da classe médica, que não aceitam aalteração duma responsabilidade que lhes está atribuída, o diagnóstico clínico e o tratamento,pois tal não só viola a legislação em vigor, como violaria o código deontológico da classe. Paraalém destes factos influenciaria também a relação da classe com a Industria Farmacêutica, oque poderia significar uma perda de algumas regalias, nomeadamente o apoio à formaçãomédica continua onde a Industria Farmacêutica tem estado particularmente activa. Assiste-se assim a um ambiente de discórdia e de fortes grupos de pressão e delobbying na tentativa de cada parte conseguir os seus objectivos. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 15 e Pedro Ratão.
  16. 16. 3. Micro Ambiente de Marketing 3.1. A Empresa Ao estabelecer os seus planos de marketing, a direcção de marketing leva emconsideração outros grupos da empresa, tais como a administração de topo, os departamentosfinanceiros, pesquisa e desenvolvimento, recursos humanos, compras, produção econtabilidade. Todos estes grupos formam o ambiente interno e, em conjunto, têm umimpacto sobre os planos e as acções de marketing. Do ponto de vista de marketing, todasessas funções devem “pensar no consumidor” e coexistir em harmonia para oferecer valorsuperior e satisfação ao cliente. O panorama do sector farmacêutico é “simples de retratar”. Operam neste Mercadoempresas nacionais e multinacionais, com e sem produção própria, com e sem investigaçãoprópria, sobrevivendo através de licenciamento de produtos ou através do registo demedicamentos genéricos. 3.2. Os Fornecedores Os fornecedores são um elo importante no sistema geral de entrega de valor daempresa a um consumidor. Eles providenciam os recursos necessários para a empresaproduzir os bens e serviços, e podem afectar seriamente o marketing. Do ponto de vista de produção e dependendo do tipo de empresa, com ou semprodução própria, os custos de produção podem variar significativamente influenciando asmargens de lucro. Também a existência de custos com I&D prejudica as empresascomparativamente com as que apenas efectuam têm custos de registo de genéricos. 3.3. A distribuição A cadeia de distribuição dos medicamentos, era em 2007, composta por 343armazéns de medicamentos, 2.666 farmácias, 241 postos de medicamentos e 598 drug storesde medicamentos NSRM. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 16 e Pedro Ratão.
  17. 17. 3.4. Os clientes Falando de clientes externos e dependendo dos segmentos de mercado onde cadaempresa opera, a lista de clientes é extensa e complexa e pode variar entre 38.399 médicos,10.353 farmacêuticos, 51.167 enfermeiros, a população de doentes e o público em geral, 378centros de saúde, 200 hospitais, uma vasta lista de clínicas e seguradoras, 2.666 farmácias, 343armazenistas, outras empresas e o próprio Estado. Existirá assim o cliente consumidor, ocliente industrial, o cliente distribuidor/revendedor, o cliente internacional e o clientegovernamental. Já no caso do cliente Interno, a atenção está mais centrada nos órgãos de decisão ena força de vendas. 3.5. Os concorrentes Os profissionais de marketing não devem apenas preocupar-se com as necessidadesdo seu target alvo, mas também alcançar vantagens estratégicas, posicionando as suas ofertasde forma a se sobreporem às dos seus concorrentes na cabeça dos seus clientes. Não háestratégia competitiva de marketing que se adapte a todas as empresas. Cada empresa deveconsiderar seu próprio tamanho e particularidades assim como a sua posição na indústriacomparativamente aos seus concorrentes. Existiam em 2007 pelo menos 41.659 medicamentos com AIM (Autorização deIntrodução no Mercado), dos quais 6.642 comparticipados pelo Estado numa taxa média de64,6% e 35.017 medicamentos cujos custos estão inteiramente a cargo dos doentes. Na mesmadata encontravam-se registadas como associados da Apifarma, 137 empresas farmacêuticas aoperar em Portugal. 3.6. Os Públicos O ambiente de marketing da empresa inclui também vários tipos de público. Opúblico é qualquer grupo que tenha interesse real ou potencial ou que cause impacto nacapacidade da empresa em atingir seus objectivos. 4. ESTRATÉGIA DE MARKETING DO EVENTO TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 17 e Pedro Ratão.
  18. 18. 4.1. O PRODUTO O evento será realizado num formato prático e de curta duração, facilitadora daadesão, apostando numa boa audiência, até porque existe afinidade entre o tema e o target decada entidade. Aposta-se também num programa onde prevaleça o carácter prático e baseado emcasos reais, com o cunho da experiência e maturidade profissional dos oradores escolhidos. A colaboração das Instituições IPAM e Markinfar contribui para a credibilização doevento e ao mesmo tempo permitir o ganho de competências pelos aderentes. Pretende-se também instituir um clima cordial e de confraternização entre todos. 4.2. DIAGNÓSTICO A conjuntura económica internacional e suas implicações nos diversos sectores dasociedade, nomeadamente no sector farmacêutico, obrigam a uma reflexão e a uma análisemais profunda. As mudanças ocorridas na última década são visíveis e alteraram o macro e microambiente do mercado, sendo urgente uma nova abordagem ao mercado e aos clientes. Éfundamental perceber a mudança mas também perceber as razões do sucesso alcançado pordiversos produtos e adequa-los ao novo “environment”. Já se percebeu que a inovação e o valor percebido pelos clientes, assume extremaimportância no mercado de hoje, pelo que se torna imperativo analisar, compreender, meditare implementar novas estratégias que reflictam estes dois factores chave. Fundamental torna-se também a capacidade de adaptação das empresas e dos seusprofissionais às mudanças, muitas das vezes imprevisíveis, que se registam nos mais diversosmercados. Importa ainda pensar em novas formas de comunicar e obter “share of voice” dasmarcas na mente dos clientes, garantindo uma notoriedade superior aos seus concorrentes, eassegurando resultados mais rápidos num mercado cada vez mais competitivo e exigente. 4.3. ANÁLISE SWOT TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 18 e Pedro Ratão.
  19. 19. Pontos fortes Pontos fracos Tema interessante para o target de ambas as Instituições Target limitado Experiência profissional dos oradores Desconhecimento sobre a Markinfar Percentagem de alunos do IPAM oriunda deste sectorPercentagem de associados da Markinfar oriunda deste sector Baixo custo do evento Duração e formato do evento facilitam adesão Oportunidades Ameaças Divulgação das Instituições Pouca adesão/ falta de interesse Captação de novos alunos para o IPAM Captação de novos associados para a Markinfar Aumento da Notoriedade das Instituições Consideramos que o evento se caracteriza por um tema interessante para o público- alvo das Instituições intervenientes, adequando a experiência dos oradores com a relevância dos casos apresentados. Não podemos esquecer que uma percentagem muito elevada dos alunos do IPAM, são oriundos do sector farmacêutico, e que maioritariamente os associados da Markinfar inclusivé laboram na área. Por outro lado, a curta duração do evento e o seu formato prático são facilitadores da adesão do público. Como pontos fracos elegemos a delimitação do target definido, mas temos a noção de que o alargamento poria em risco alguma comodidade da audiência face à dimensão das instalações e o desconhecimento de uma parte dos alunos e profissionais do sector sobre a Markinfar com consequente fraca percepção de credibilidade. Existem razões fortes para a realização do evento, entre as quais a possibilidade de divulgação e aumento da notoriedade das duas Instituições, inclusive, podendo permitir a captação de novos alunos para algumas ofertas de formação existentes no IPAM e a captação de novos associados para a Markinfar. A única ameaça que foi ponderada prende-se com a fraca adesão proveniente de um conjunto alargado de razões, por exemplo, férias, existência de aulas, desinteresse sobre o evento, etc. 4.4. OBJECTIVOS DE MARKETING TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 19 e Pedro Ratão.
  20. 20. O principal objectivo estratégico é realizar um evento que, apostando num formatosimples e curto, possa de forma prática colaborar na obtenção de maior competência dosparticipantes, no desempenho das funções de Marketing do sector Farmacêutico, através dadiscussão e análise de casos de sucesso reconhecidos, dando uma visão diferente de comoobter sucesso num mercado em mudança, no que respeita ás suas envolventes de macro emicro ambiente. A estratégia de Marketing do evento visa ainda, como objectivo secundário,promover as entidades parceiras, IPAM e Markinfar, dando a conhecer a todo o universodefinido como target audience, as Instituições, seus objectivos, sua missão e cadeia de valoroferecida ao mercado, tendo sempre presente os objectivos estratégicos estabelecidos por cadauma das entidades. Também é verdade que os mercados cada vez têm menos fronteiras, a globalização éuma realidade, como tal as competências dos profissionais cada vez mais terão que ter emconta aspectos transversais a todo o mercado nas suas mais diversas vertentes. 4.5. ESTRATÉGIA DE MARKETING De acordo com os objectivos definidos, estipulamos como segmentação o universode influência das duas Instituições, por ser aquele que de forma mais rápida e menosdispendiosa assegura uma audiência mínima pretendida de 100 pessoas. Esta segmentaçãotambém garante a divulgação e consequente adesão de um universo com elevado interesse emrelação ao tema. Estabelece-se assim, como target, o universo de todos os docentes e alunos daInstituição IPAM e o universo de todos os sócios da Markinfar (Associação Portuguesa deMarketing Farmacêutico). Inserem-se no target da Instituição IPAM todos os alunos e ex-alunos das mais diversas ofertas de formação existentes; e no target da Markinfar todos osassociados e ex-associados, convidados pertencentes aos seus órgãos directivos ou outros queconsidere de relevante importância. Ao definirmos como objectivo para este evento a colaboração na obtenção de maiorcompetência dos participantes, no desempenho das funções de Marketing num sector muito TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 20 e Pedro Ratão.
  21. 21. específico, o do sector Farmacêutico, através da discussão e análise de casos de sucessoreconhecidos, o posicionamento proposto para o evento é o seguinte: “O conceito de sucesso no Marketing Farmacêutico” 4.6. MARKETING-MIX Tendo em conta que este projecto se refere a um evento de “divulgação/formação” eque nem todas as componentes do marketing mix têm aplicabilidade no caso, abordamosneste capítulo apenas a relacionada com a promoção. Assim e por motivos orçamentais, a promoção do evento será realizada através doenvio de E-Mails ao universo definido e colocação de cartazes na sede das Instituiçõesparceiras. Espera-se ainda uma divulgação “one-to-one” dos alunos do IPAM e associados daMarkinfar devido ao tema ser comum aos interesses do target. 4.7. SPONSORSHIP É intenção da organização do evento assegurar que todos os conferencistas serãorecebidos com um cocktail patrocinado por entidade a designar, de forma a estimular umambiente de confraternização. O patrocínio desta acção será requerido à Markinfar e aoIPAM. Espera-se também que os custos relacionados com as diversas rubricas apresentadasno budget do evento, sejam suportadas pelas Instituições intervenientes. 4.8. BUDGET MANAGEMENT Rubrica Custo Patrocínio Aluguer do Auditório 0,00 € IPAM Material informático 0,00 € IPAM Material de Som 0,00 € IPAM Material de Vídeo 0,00 € IPAM Artigos de Decoração 0,00 € IPAM Catering - cocktail (previsão) 450,00€ IPAM / MARKINFAR Bebidas 0,00 € IPAM TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 21 e Pedro Ratão.
  22. 22. Encargos com Oradores 0,00 € IPAM / MARKINFAR Encargos com Assistentes 0,00 € IPAM Encargos com Fotógrafo 0,00 € IPAM Luz 0,00 € IPAM Material Informativo IPAM 0,00 € IPAM Material Informativo Markinfar 0,00 € MARKINFAR Carta de Boas Vindas 0,00 € IPAM Convites 0,00 € IPAM Cartazes 0,00 € IPAM Canetas 0,00 € IPAM Blocos 0,00 € IPAM Total 450,00 € Método de cálculo traduzido num universo de 150 participantes a uma média de3,00€ per cápita. 5. PROPOSTA DE EVENTO A proposta de evento, assenta num workshop de Marketing Farmacêutico, dirigido atodos os docentes, alunos e ex-alunos da Instituição IPAM e a todos os associados e ex-associados da Markinfar (Associação Portuguesa de Marketing Farmacêutico) assim comoconvidados pontuais que se julguem pertinentes no sentido de enriquecer o evento assimcomo as discussões adjacentes (exemplos: ANF; Apifarma; Infarmed; Empresas da IndústriaFarmacêutica; Min. da Saúde, etc.). Pretende-se assim realizar um evento que esteja de acordo com os objectivos destasduas entidades e que passamos a descrever. O IPAM é uma instituição dedicada à criação, transmissão, crítica e difusão da cultura,ciência e tecnologia que, através do estudo, da docência e da investigação, se integra na vida dasociedade, cuja missão é "Motivar a acção da aprendizagem no sentido do conhecimento e dosaber". Por seu lado, a Markinfar aposta em promover a realização de conferências, palestras,colóquios e mesas redondas, actividades que incentivem o interesse pelo exercício da profissãoe, por outro lado, contribuam para actualizar conhecimentos; em estimular a formaçãoprofissional quer através das suas próprias iniciativas quer através de outras entidades; emmelhorar as relações profissionais, culturais e sociais entre os seus sócios; e em abrir e/ouconsolidar espaços junto de Instituições Académicas cujas parcerias proporcionem aos TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 22 e Pedro Ratão.
  23. 23. associados valorização profissional e pessoal no quadro das ofertas de colaboração queestejam ao nosso alcance e caibam nos seus interesses. Assim e em conformidade com os objectivos de ambas as Instituições envolvidas,pretende-se que este evento paute por uma formação teórico-prática baseada emcomunicações que abordem temas importantes e oportunos, integrantes do quotidiano dosgestores de marketing em geral e marketing farmacêutico em particular, tendo em conta aprocura sistemática de identificação e satisfação das necessidades, bem como das expectativasde um complexo espectro de clientes: doentes; médicos; farmacêuticos; enfermeiros;fornecedores; responsáveis dos sistemas de saúde; autoridades reguladoras e clientes internos. É objectivo deste evento proporcionar também a todos os intervenientes exemplospráticos de sucesso na gestão de produto ou comunicação, na criação de percepção de valorda marca ou da instituição. Por fim, as alterações significativas ocorridas no sector farmacêutico durante a últimadécada são importantes e merecem a atenção não só de todos os profissionais deste sector,como também dos gestores de marketing em geral, pelo que constituem também um dosassuntos a abordar durante o evento. 5.1. OBJECTIVOS DO EVENTO Este evento visa analisar e discutir o ambiente de Marketing no MercadoFarmacêutico Nacional durante a última década e suas implicações na identificação esatisfação das necessidades e expectativas de um complexo espectro de clientes. Pretendeainda exemplificar com casos de sucesso, ao nível da gestão de produto ou comunicação.Pretende igualmente evidenciar através de casos práticos a forma como a estratégia deMarketing de alguns produtos encontrou soluções para criar valor no cliente. 5.2. TARGET AUDIENCE Estabelece-se como target o universo de todos os docentes e alunos da InstituiçãoIPAM e o universo de todos os sócios da Markinfar (Associação Portuguesa de MarketingFarmacêutico). Inserem-se no target da Instituição IPAM todos os alunos actuais das diversas TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 23 e Pedro Ratão.
  24. 24. ofertas de formação existentes, bem como todos os ex-alunos desde o início da sua actividade;e no target da Markinfar todos os sócios actuais ou passados, convidados pertencentes aosseus órgãos directivos ou outros que considere de relevante importância. Prevê-se a participação de pelo menos 100 pessoas no evento. 5.3. DATA E LOCAL DO EVENTO O workshop de Marketing Farmacêutico, a realizar em data a definir, no início deOutubro de 2009, decorrerá nas instalações do IPAM, nomeadamente no Auditório Principal. 5.4. DURAÇÃO DO EVENTO A previsão de duração estabelece-se em duas horas, com início às 19h30 eencerramento às 21h30. 5.5. TEMA DO EVENTO O tema deverá estar de acordo com temáticas identificadas no seio na IndustriaFarmacêutica, que sejam de interesse geral dos profissionais de marketing e vendas pela suanecessidade de resolução, com problemas e alterações ocorridos na última década no sector eainda com exemplos de estratégia de marketing ao nível da Gestão de Produto ou deComunicação, ou de criação de valor e que possam ser referenciados como case studies paratodos os gestores. Propomos o tema: “O conceito de sucesso no Marketing Farmacêutico” 5.6. PROGRAMA DO EVENTO O workshop terá lugar em Outubro, sendo aconselhável que o mesmo ocorra nohorário pós-laboral para garantir o maior número de presenças. Propomos o início às 19h30 efinal às 21h30 no total de duas horas conforme previamente estabelecido. O programa preliminar sugerido é o seguinte: TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 24 e Pedro Ratão.
  25. 25. 19h15 – Recepção 19h30 – Sessão de Abertura – Prof. Dr. Ferreira Cascão, Presidente do ConselhoCientifico do IPAM Lisboa (A confirmar) 19h40 – Estado de arte do Mercado Farmacêutico – IMS Portugal (A confirmar) 20h00 – Caso de Sucesso – A força da Marca: Xanax – Dr. Dino Duarte ex-GestorProduto da UpJohn Farmacêutica e Director de Unidade de Negócio da Genedec. 20h20 – Caso de Sucesso – A liderança da Marca: Plavix – Dr. João Teixeira, Gestor deProduto da Sanofi-Aventis Portugal (A confirmar) 20h40 – Caso de Sucesso – A Internacionalização da Marca: Campanha Cialis – Dr.Luis Albuquerque, Director de Marketing da Lilly Portugal (A confirmar) 21h00 – Casos de sucesso – Fórum de discussão moderado pelo Dr. José Barata Dias daMarkinfar (A confirmar) 21h15 – Análise do Ambiente de Marketing no sector Farmacêutico: Factores-chavepara o sucesso – Dr. Nelson Pires, Presidente da Markinfar (A confirmar) 21h30 – Encerramento do Workshop – Dr. Luis Liz, Director do IPAM Lisboa (Aconfirmar) Este evento contará no seu programa com nove momentos conforme plano abaixomencionado: • 19h15 – Recepção – 1º Momento Todos os conferencistas serão recebidos com um cocktail patrocinado por entidade adesignar, de forma a estimular um ambiente de confraternização. As assistentes fornecem omaterial de apoio antes do início do evento. • 19h30 – Início do Workshop – 2º Momento No início do workshop o Presidente do Conselho Cientifico do IPAM Lisboaapresentará os oradores e respectivo curriculum vitae, bem como a metodologia de trabalho aser seguida no workshop. • 19h40 – Apresentação do Primeiro Orador – 3º Momento TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 25 e Pedro Ratão.
  26. 26. O primeiro orador fará a apresentação do seu tema não havendo espaço paraperguntas e respostas no final. • 20h00 – Apresentação do Segundo Orador – 4º Momento O segundo orador fará a apresentação do seu tema não havendo espaço paraperguntas e respostas no final. • 20h20 – Apresentação do Terceiro Orador – 5º Momento O terceiro orador fará a apresentação do seu tema não havendo espaço paraperguntas e respostas no final. • 20h40 – Apresentação do Quarto Orador – 6º Momento O quarto orador fará a apresentação do seu tema não havendo espaço para perguntase respostas no final. • 21h00 – Fórum de debate – 7º Momento Todos os conferencistas podem intervir colocando questões à mesa de oradores commoderação dum interveniente. • 21h15 – Apresentação do Quinto Orador – 8º Momento O quinto orador fará a apresentação do seu tema não havendo espaço para perguntase respostas no final. • 21h30 – Enceramento do Workshop – 9º Momento O Director do IPAM Lisboa encerra o workshop, divulgando a missão, valores eobjectivos do IPAM, e agradecendo a presença de todos. 6. PLANEAMENTO DO EVENTO 6.1. GESTÃO DE CONTEÚDOS Os temas dos conteúdos são os designados no programa e definidos para cadainterveniente, sendo da responsabilidade de cada um a elaboração da apresentação dentro dasnormas académicas e profissionais, devendo incluir a identificação do autor ou autores efontes de informação. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 26 e Pedro Ratão.
  27. 27. 6.1.1. FORMATO DOS CASOS A APRESENTAR Todos os conteúdos a apresentar durante o workshop devem ser elaborados emformato PowerPoint compatível com Windows XP. O formato das apresentações deve ter em conta as seguintes sugestões: a) Para manter uma mensagem clara e a audiência atenta e interessada, reduza ao mínimo o número de diapositivos na apresentação. b) O tipo de letra que escolher vai afectar a maneira como a mensagem é recebida pelo que se recomenda a utilização de Times New Roman como tipo de letra. c) Deve ser utilizado um forte contraste entre a cor da letra e a do fundo, paraassegurar a legibilidade. Os formatos, negrito e itálico, devem ser usados apenas para darênfase – pois se forem muito utilizados, perdem a sua eficácia. d) Escolha um modelo ou tema apelativo e consistente mas que não seja demasiadodistractivo. Não pretende que o fundo ou o desenho afaste as pessoas da sua mensagem. e) Utilize gráficos para apoiar o seu discurso. No entanto, tenha atenção para nãosufocar a audiência adicionando demasiados gráficos a um diapositivo. f) Utilize apenas o texto indispensável para tornar os elementos do rótulo numdiagrama ou gráfico compreensíveis. 6.1.2. CONTÉUDO DOS CASOS A APRESENTAR De forma a existir um enquadramento dos conteúdos de cada orador ao programa ecomo forma de prevenção à sobreposição de temas, assuntos ou referências, estipula-se odia anterior ao workshop, pelas 19h30, como data de reunião dos oradores para acertode conteúdos, a qual decorrerá no IPAM. Não existindo consenso de horário, a reunião deveser substituída pelo envio das apresentações de todos os oradores para o Presidente doConselho Cientifico do IPAM. Cada orador deve organizar a sua apresentação de acordo com o tema que lhe foiatribuído, não sendo o objectivo do planeamento que se segue, delimitar ou definir os temas a TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 27 e Pedro Ratão.
  28. 28. abordar, mas apenas incluir os objectivos individuais de cada orador de forma a se cumprir oobjectivo global do evento. Neste contexto, estipula-se o seguinte planeamento: Sessão de Abertura – Prof. Dr. Ferreira Cascão, Presidente do Conselho Cientificodo IPAM Lisboa: Agradecimento a todos os presentes. Apresentação dos oradores intervenientes, indicando nome e apelido, funçãodesempenhada no caso a divulgar e função actual, e empresa onde exerce funções. Divulgação do programa do workshop. Explicação da metodologia de trabalho, nomeadamente no que se refere ao factode não ser possível a colocação de perguntas no final de cada intervenção, devido à existênciade espaço próprio no programa do workshop para esse efeito: Casos de sucesso – Fórum de discussão moderado. Estado de arte do Mercado Farmacêutico – IMS Portugal: • Dimensão do mercado farmacêutico total. • Evolução do mercado farmacêutico total. • Classes terapêuticas e relevância no mercado. • Importância das marcas e genéricos no mercado farmacêutico total. • Importância dos medicamentos MSRM e NSRM no mercado farmacêutico total. • Importância do mercado hospitalar no mercado farmacêutico total. • Ranking de empresas • Ranking de produtos • Evolução de mercado dos produtos apresentados nos casos de sucesso: Xanax, Plavix e Cialis TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 28 e Pedro Ratão.
  29. 29. • Previsão de evolução do mercado total para os próximos anos Caso de Sucesso – A força da Marca: Xanax – Dr. Dino Duarte: • Informação geral sobre o produto em causa • Diagnóstico de situação • Análise SWOT • Objectivos • Estratégia de marketing – Posicionamento, Targeting e Segmentação • Marketing-Mix • Resultados obtidos Caso de Sucesso – A liderança da Marca: Plavix – Dr. João Teixeira: • Informação geral sobre o produto em causa • Diagnóstico de situação • Análise SWOT • Objectivos • Estratégia de marketing – Posicionamento, Targeting e Segmentação • Marketing-Mix • Resultados obtidos Caso de Sucesso – A Internacionalização da Marca: Campanha Cialis – Dr. LuisAlbuquerque: • Informação geral sobre o produto em causa • Diagnóstico de situação • Análise SWOT • Objectivos TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 29 e Pedro Ratão.
  30. 30. • Estratégia de marketing – Posicionamento, Targeting e Segmentação • Marketing-Mix • Resultados obtidos Casos de sucesso – Fórum de discussão moderado pelo Dr. José Barata Dias • Abertura do fórum de discussão • Moderação do fórum • Apoio aos oradores nas respostas ás questões colocadas • Comentário final Análise do Ambiente de Marketing no sector Farmacêutico: Factores-chavepara o sucesso - Dr. Nelson Pires • As alterações do micro ambiente • As alterações do macro ambiente • As Perspectivas do futuro imediato • Os factores-chave para o sucesso tendo em conta a mudança do ambiente Encerramento do Workshop – Dr. Luis Liz • Agradecimento aos oradores e plateia presente. • Objectivo e missão do IPAM • Informação sobre os Programas académicos adequados ao tema • Referência á parceria com Markinfar 6.1.3. METODOLOGIA DE APRESENTAÇÃO Todas as apresentações finais serão introduzidas no computador de suporte doWorkshop meia hora antes do seu início, sendo a apresentação feita pelo próprio orador, deacordo com a agenda do evento. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 30 e Pedro Ratão.
  31. 31. A ordem de apresentação em formato powerpoint será a seguinte: 1º Estado de arte do Mercado Farmacêutico – IMS Portugal (A confirmar) 2º Caso de Sucesso – A força da Marca: Xanax – Dr. Dino Duarte ex-GestorProduto da UpJohn Farmacêutica e Director de Unidade de Negócio da Genedec. 3º Caso de Sucesso – A liderança da Marca: Plavix – Dr. João Teixeira, Gestor deProduto da Sanofi-Aventis Portugal 4º Caso de Sucesso – A Internacionalização da Marca: Campanha Cialis – Dr. LuisAlbuquerque, Director de Marketing da Lilly Portugal 5º Análise do Ambiente de Marketing no sector Farmacêutico: Factores-chavepara o sucesso – Dr. Nelson Pires da Markinfar As apresentações não devem exceder o tempo máximo de duração previsto, salvoindicação expressa. 6.1.4 DISCUSSÃO E ANÁLISE PELA AUDIÊNCIA Dentro do programa está previsto um intervalo de tempo adequado para a análise ediscussão pela audiência. Esse espaço designa-se por Casos de Sucesso – Fórum de Discussãoe o objectivo é permitir que a audiência possa colocar questões sobre os casos de sucessoapresentados aos respectivos oradores, sempre com a moderação dum elemento da mesa. Cada pessoa integrante da audiência levanta a mão solicitando intervenção que serávalidada pelo moderador e reencaminhará a questão colocada para o orador respectivo. As assistentes garantem o apoio na entregue de microfones aos sucessivosintervenientes validados. 6.1.5. ICEBREAKERS Na ausência de questões pela audiência teremos como “icebreakers” os elementos doGrupo 3 da turma G2NA que colocarão questões para dinamizar o debate. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 31 e Pedro Ratão.
  32. 32. 6.2. GESTÃO LOGÍSTICA 6.2.1. CARTA DE BOAS VINDAS No dia do evento será entregue pelo secretariado a todos os oradores uma cartapersonalizada de boas vindas conforme anexo 1. A responsabilidade de controlo desta rubrica fica a cargo da aluna nº 207041, SusanaAlcântara, elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA que elabora este projecto. 6.2.2. CONVITES Os convites ao target definido serão da responsabilidade das Instituições envolvidas,IPAM, na pessoa da D. Ana Bento, e Markinfar, em responsável a designar. Caberá a cadaInstituição o envio dos convites ao target definido, recorrendo aos dados presentes nas suasbases de dados. Devem ser enviados pelo menos três convites, resultantes do envio dum por mês(Julho, Agosto e Setembro). De forma a garantir o sucesso da operação, serão remetidos por email para ambas asInstituições, e com periodicidade quinzenal, avisos de alerta para a necessidade do envio dosconvites. O plano de envio será da responsabilidade da aluna nº 207041, Susana Alcântara,elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA que elabora este projecto, e será o seguinte: • 1º Aviso – 30 Junho • 2º Aviso – 15 Agosto • 3º Aviso – 30 Agosto • 4º Aviso – 15 Setembro Aguarda-se o envio do modelo de cartaz pela secretaria do IPAM. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 32 e Pedro Ratão.
  33. 33. No que respeita ao convite dos oradores, foram endereçados emails ao Director doIPAM Lisboa, ao Presidente do Conselho Cientifico do IPAM Lisboa, ao Director deMarketing da empresa IMS Health e ao Presidente da Markinfar. Todos os outros oradoresforam numa primeira fase convidados por contacto telefónico. A responsabilidade dos convites ao painel de oradores está a cargo do aluno nº207031, Paulo Almeida, elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA que elabora esteprojecto. 6.2.3. CARTAZES Serão afixados durante o mês de Setembro, cartazes informativos do evento nosplacares informativos do IPAM, em todos os pisos, incluindo bar, biblioteca, sala dosdocentes e secretaria. De igual forma serão disponibilizados à Markinfar exemplares decartazes caso seja necessário. A responsabilidade desta rubrica estará a cargo da aluna nº 207025, Sandra Sequeira,elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA que elabora este projecto. Aguarda-se o envio do modelo de cartaz pela secretaria do IPAM. 6.2.4. SECRETARIADO O secretariado funcionará como local de recepção e apoio aos conferencistas eoradores intervenientes no evento, tendo também um papel activo durante o cocktail derecepção. Propõe-se que esteja situado junto da entrada principal, nomeadamente junto àparede do lado direito de quem entra no edifício do IPAM Lisboa. Funcionará com duas assistentes, requerendo para seu funcionamento, em termos demateriais de apoio, uma mesa e duas cadeiras. Para além deste material devem estar presentesbrochuras informativas sobre as opções de formação do IPAM bem como cópias doprograma do evento. A responsabilidade da gestão do secretariado ficará a cargo do aluno nº207039, Pedro Gonçalves, elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA que elabora esteprojecto. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 33 e Pedro Ratão.
  34. 34. Existe a possibilidade de incluír ainda brochuras informativas alusivas à Markinfar seesta Instituição assim o desejar. 6.2.5. COCKTAIL DE BOAS VINDAS Todos os conferencistas serão recebidos com um cocktail patrocinado por entidade adesignar, de forma a estimular um ambiente de confraternização. A responsabilidade do apoiologístico do cocktail estará a cargo das assistentes enquanto que a gestão do conteúdo dococktail será definida após confirmação positiva do patrocínio pretendido. Aguarda-se arecepção de orçamentos de custos. A responsabilidade da gestão do cocktail ficará a cargo do aluno nº 207039, PedroGonçalves, elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA que elabora este projecto. 6.2.6. FACILITIES CHECKLIST De forma a garantir o sucesso do evento, minimizando o risco de ocorrência defalhas logísticas, estabelecemos o seguinte planeamento de controlo alusivo às facilidadesnecessárias para a sua ocorrência. a) Certificar-se da disponibilidade do Auditório Principal do IPAM para a dataprevista do evento. b) Garantir que o Auditório possui os meios de comodidade necessários ao sucessodo evento, nomeadamente a capacidade dos lugares sentados, a decoração adequada e aexistência de meios eléctricos indispensáveis. c) Certificar-se se a mesa dos oradores está funcional, têm a informação acerca dosnomes dos intervenientes e permite em condições de comodidade albergar todos os elementosprevistos. d) Verificar se a temperatura ambiente está de acordo com as condições de confortoelegíveis. e) Estão inseridas no computador, meia hora antes do início do evento, asapresentações de todos os oradores previstos no programa. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 34 e Pedro Ratão.
  35. 35. A responsabilidade deste controlo atribui-se ao aluno nº 207056, Nuno Figueiredo,elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA envolvido neste projecto. 6.2.7. AUDIOVISUAL CHECKLIST O responsável técnico dos meios audiovisuais do IPAM, Sr. Rui Santos, deve com aantecedência de pelo menos 15 minutos, assegurar que: a) Existem e estão operacionais os meios audiovisuais necessários á realização doevento, nomeadamente computador e slide show, bem como outros que tenham sidorequeridos para o efeito. b) Existem e estão operacionais os sistemas de som, nomeadamente microfones,colunas ou outros que tenham sido requisitados. c) Existe e está operacional o acesso à internet, caso seja necessário. d) Existe e está operacional a corrente eléctrica e os sistemas de luz previstos, bemcomo extensões ou material de apoio de reserva. e) Está operacional o ar condicionado. A responsabilidade deste controlo atribui-se ao aluno nº 207056, Nuno Figueiredo,elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA envolvido neste projecto. 6.2.8. ORADORES O planeamento da intervenção dos oradores requer uma lista de procedimentos doquais de destaca: a) Todos os oradores devem informar a organização sobre a necessidade de outrosmeios audiovisuais para além de computador e slide show, adequados para visualizar vídeos,filmes, som ou quaisquer outros ficheiros anexados às apresentações, bem como e necessidadede acesso à internet, com pelo menos 72 horas de antecedência. b) A chegada ao local do evento deve ser feita com 15 de minutos de antecedênciaem relação ao horário estabelecido para a recepção do evento, ou seja até às 19h00. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 35 e Pedro Ratão.
  36. 36. c) Cada orador deve assegurar-se de que traz a sua apresentação em powerpoint 2003gravada em pen e possui uma cópia de segurança da mesma em cd/dvd ou gravada em discoexterno. d) Deve testar a sua apresentação 15 minutos antes do início da recepção do evento,incluindo ficheiros anexos ou links de ligação á internet. e) Os testes de som a efectuar 15 minutos antes do início do evento devem ter apresença dos oradores para ajuste de volumes e outras especificidades técnicas. f) Cada interveniente deve assegurar-se de que dispõe de todo o material de apoioque programou para a sua apresentação. A responsabilidade deste controlo atribui-se ao aluno nº 207030, Pedro Ratão,elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA envolvido neste projecto. 6.2.9. ASSISTENTES Prevê-se a necessidade de dois assistentes ao evento que devem cumprir o seguinteplaneamento: a) Estar presentes meia hora antes do início da recepção, ou seja, às 18h45m, em trajeformal. b) Providenciar que existe no secretariado o material informativo do IPAM e ascópias do programa do evento nas proporções adequadas ao nº de participantes. c) Providenciar o apoio devido aos conferencistas, nomeadamente no apoio paradeslocação para o Auditório, local do evento. d) Fornecer aos conferencistas o material de apoio estipulado aquando da suarecepção. e) Fornecer aos oradores todo o apoio necessário e reencaminhar os assuntos para aspessoas competentes de forma a assegurar a sua resolução. f) Assegurar o fornecimento das bebidas a todos os conferencistas e oradoresdurante o cocktail de recepção. Nesta fase as duas assistentes dividem as tarefas, ficando umano secretariado e outra no apoio a esta fase do evento. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 36 e Pedro Ratão.
  37. 37. g) Assegurar que são colocadas as bebidas programadas na mesa dos oradores. h) Apoiar o fórum de discussão previsto encarregando-se de fazer deslocar osmicrofones para junto dos intervenientes da audiência. i) Prestar apoio na saída dos conferencistas e oradores. j) Assegurar no fim do evento que são recolhidos os materiais não utilizados eentregues na secretaria do IPAM. A responsabilidade da gestão desta rubrica ficará a cargo do aluno nº 207039, PedroGonçalves, elemento integrante do grupo 3 da turma G2NA que elabora este projecto. 6.2.10. REPORTAGEM FOTOGRÁFICA Pretende-se obter uma reportagem fotográfica para divulgação posterior do evento eentidades envolvidas, através dos meios disponibilizados pelo IPAM e Markinfar, devendoeste serviço ser desempenhado por um elemento do staff da Instituição IPAM. Em caso de tal não se possível, fica responsável pela reportagem fotográfica,incluindo a obtenção dos meios necessários, a aluna nº 207025, Sandra Sequeira, elementointegrante do grupo 3 da turma G2NA que elabora este projecto. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 37 e Pedro Ratão.
  38. 38. CONCLUSÕES A análise conjuntural do sector farmacêutico foi a principal motivo para a tomada dedecisão sobre a escolha do tipo de evento e seu formato. No contexto da maior criseeconómica mundial, desde a Grande Depressão de 1930, concluímos que as alterações aomacro e micro ambiente do sector justificam a realização do evento. Permitem una análise e uma percepção à mudança ocorrida e obrigam osprofissionais e alunos de Marketing a uma reflexão sobre a situação. Os desafios do sector sãograndes e nem sempre são percebidos em tempo real. É nossa convicção que este evento podevai ajudar todos os participantes a perceber essas mudanças e a adoptarem novas atitudes facea elas. A decisão da opção de realizar um evento de curta duração e de formato prático,embora incorpore factores facilitadores à adesão ao evento, pauta-se por um programacredibilizado pela presença do IPAM e Markinfar, por oradores com experiência e maturidadeprofissional, apresentando casos reais de sucesso reconhecido em toda a IndustriaFarmacêutica. Estão pois reunidas condições para o cumprimento dos objectivos estabelecidos parao trabalho aqui apresentado, possibilitando inclusive convergir os mesmos com os objectivosestratégicos estipulados por cada Instituição parceira do projecto. Por forma a garantir o sucesso do evento, junta-se em anexo plano de planeamentode controlo e nomeação das responsabilidades de cada elemento ou entidade que cooperamneste projecto. TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 38 e Pedro Ratão.
  39. 39. Estamos certos de este evento será o primeiro duma duradoura lista de colaboraçãoentre as duas Instituições, IPAM e Markinfar.ANEXOS1. Modelo de carta personalizada de boas vindasExmo. Dr. ________ A organização do Workshop“O conceito de sucesso no Marketing Farmacêutico”, oIPAM e a MARKINFAR, vêm por este meio endereçar-lhe os votos de boas vindas,desejando que o programa satisfaça as suas mais elevadas expectativas. Aproveitamos para agradecer toda a contribuição prestada e valor acrescentado aoevento, esperando contar com a sua presença e colaboração em futuros eventos. Com elevada estima e consideração, A organização2. Convites e respostas de participaçãoa) Convite IMS Health – documentos 1 e 2b) Convite Director IPAM Lisboa – documento 3c) Convite Presidente do Conselho Cientifico do IPAM Lisboa – documento 4d) Convite Markinfar – documentos 5 e 6 TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 39 e Pedro Ratão.
  40. 40. 3. Pedidos de colaboraçãoa) Pedido IPAM, Direcção – documento 7b) Pedido IPAM, D. Ana Bento – documento 8c) Pedido IPAM, Sr. Rui Santos – documento 9d) Pedido Markinfar, Presidência – documentos 10 e 114. Pedidos de orçamentoa) Catering Isabel Maria Rosa5. Planeamento de controlo e Atribuição de responsabilidades Acção Responsabilidade de controloControlo da elaboração e entrega das Cartas de boas vindas Aluna nº 207041, Susana AlcântaraEnvio de Convite ao Target IPAM IPAM, D. Ana BentoEnvio de Convite ao Target Markinfar Markinfar, pessoa a designarEnvio de Convite aos oradores Aluno nº 207031, Paulo AlmeidaControlo da elaboração e fixação de Cartazes Aluna nº 207025, Sandra SequeiraControlo do funcionamento do Secretariado do evento Aluno nº 207039, Pedro GonçalvesControlo do planeamento e realização do cocktail de recepção Aluno nº 207039, Pedro Gonçalves TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 40 e Pedro Ratão.
  41. 41. Execução da Facilities checklist Aluno nº 207056, Nuno FigueiredoControlo do Audiovisual checklist Aluno nº 207056, Nuno FigueiredoControlo do plano de procedimentos dos oradores Aluno nº 207030, Pedro RatãoControlo e coordenação das assistentes do Secretariado do evento Aluno nº 207039, Pedro GonçalvesControlo e coordenação de plano de contigência para a reportagem fotográfica Aluna nº 207025, Sandra SequeiraREFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • Apifarma: Associação Portuguesa da Industria Farmacêutica • Infarmed: Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde I.P. • INE: Instituto Nacional de Estatística • O Eurostat é uma Direcção-Geral da Comissão Europeia, localizada no Luxemburgo. As suas principais responsabilidades são fornecer à UE informação estatística a nível europeu e promover a harmonização dos métodos estatísticos entre os Estados- Membros da União Europeia, países candidatos e países da EFTA (European Free Trade Association). • Estados Membros integrantes da projecção: • IEFP: Instituto de Emprego e Formação Profissional • AICEP: Agência para o Investimento e Comércio Externo de PortugalBIBLIOGRAFIAGomes, António Silva; Publicidade e Comunicação - Texto EditoraLindon, Denis; Lendrevie, Jacques e outros; Mercator - Publicações Dom QuixoteNETGRAFIAAssociação Portuguesa de Marketing Farmacêutico - [em linha], 2009,http://www.markinfar.com [consultado em 09-04-2009] TURMA G2NA – Grupo 3 Paulo Almeida, Nuno Figueiredo, Sandra Sequeira, Susana Alcântara, Pedro Gonçalves 41 e Pedro Ratão.
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