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Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição
 

Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição

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Apontamentos de Fotografia Digital da disciplina de Design, Comunicação e Audiovisuais, do Curso Profissional de Técnico de Multimédia, da Escola Secundária de Emídio Navarro de Viseu.

Apontamentos de Fotografia Digital da disciplina de Design, Comunicação e Audiovisuais, do Curso Profissional de Técnico de Multimédia, da Escola Secundária de Emídio Navarro de Viseu.

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    Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição Módulo 1 | Fotografia Digital | 3. Exposição Presentation Transcript

    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   FOTO
 GRAFIA “Qual das minhas fotografias é a minha favorita? Aquela que farei amanhã!” Imogen Cunningham
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   CONTEÚDOS !  H I S T Ó R I A !  L U Z !  E X P O S I Ç Ã O !  C O M P O S I Ç Ã O !  E Q U I P A M E N T O !  N O T E R R E N O http://www.andreiaclarophotography.com  
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃO “Nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Deste modo, a excelência não é um ato, mas sim um hábito.” Aristóteles http://www.joseraposo.com  
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃO !   Entender a exposição ! Sub e sobreexposição !   Varáveis da exposição !   Abertura do diafragma !   Impacto da abertura na fotografia !   Profundidade de campo !   Velocidade do obturador !   Impacto da velocidade na fotografia !   Imagens tremidas !   Imagens congeladas ou com movimento por arrasto !   Sensibilidade ISO !   Impacto da sensibilidade ISO na imagem !   Qualidade da imagem – ruído digital !   Medição da luz e definição da exposição
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃO Do ponto de vista técnico, representa a quantidade de luz que consegue atingir o meio de registo da imagem.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃO Além de reunirem a quantidade luz ideal, cada uma das três variáveis tem um impacto criativo assinalável numa imagem, assumindo um papel determinante na composição fotográfica. Abertura  do   Diafragma   Velocidade  do   Obturador   Sensibilidade   ISO  
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃO Quanto menor for a abertura, mais longa terá de ser a exposição. Por sua vez, quanto maior for a abertura, mais curta terá de ser a exposição. ENTENDER A EXPOSIÇÃO
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃO Sensibilidade ISO alta ENTENDER A EXPOSIÇÃO Sensibilidade ISO Baixa
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOSUB E SOBREEXPOSIÇÃO Subexposição: não existem luzes altas e não existem detalhes nas baixas luzes Sobreexposição: não existem baixas luzes ou sombras e não existem detalhes nas luzes altas
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO !  Abertura do diafragma !  Velocidade do obturador !  Sensibilidade ISO
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Abertura do Diafragma
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Abertura do Diafragma
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Abertura do Diafragma
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Abertura do Diafragma na Fotografia Profundidade de Campo: porção de imagem à frente e atrás do plano focado que surge com nitidez evidente.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Abertura do Diafragma na Fotografia Alteração apenas da abertura do diafragma (f-stops)
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Abertura do Diafragma na Fotografia Alteração apenas da distância focal (zoom - mm)
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Abertura do Diafragma na Fotografia Alteração apenas da distância em relação ao motivo
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Abertura do Diafragma na Fotografia
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Abertura do Diafragma na Fotografia Dica: Difração da Luz Exceptuando necessidades criativas muito específicas, deve resistir-se à tentação de usar os valores de f/ mais elevados (logo, as aberturas pequenas, como f/22) com a intenção de conseguir máxima profundidade de campo. Isto porque, quanto mais pequena a abertura, mais evidente o fenómeno da difração da luz (ou seja, a proporção de luz difratada começa a significativa face à não difratada), o qual reduz o contraste e a definição dos pormenores devido ao aparecimento de halos de luz, contrariando a nitidez que se almejava.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Abertura do Diafragma na Fotografia Dica: Vinhetagem Se a luz disponível permitir e se criativamente for viável, deve evitar-se o uso de aberturas muito amplas, como f/2.8, pois aumenta a presença de vinhetagem (escurecimento dos cantos da imagem) em algumas objectivas. Adicionalmente, como a profundidade de campo é tão reduzida com estas aberturas, aumenta a probabilidade de um erro mínimo de focagem no motivo se notar na imagem.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Abertura do Diafragma na Fotografia Dica: Distância Hiperfocal Dada uma determinada abertura e distância focal, a distância hiperfocal é o ponto mais próximo da focagem em que o infinito recai dentro da profundidade de campo.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Velocidade do Obturador A velocidade do obturador é a variável que expressa o tempo de exposição, ou seja, a quantidade de tempo que o obturador permanece aberto, deixando passar a luz para esta atingir o sensor/filme. http://www.joseraposo.com  
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Velocidade do Obturador !   Quanto maior for a velocidade, menor é o tempo de exposição !   Quanto menor a velocidade, maior é tempo de exposição
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Velocidade do Obturador na Fotografia !  Imagens tremidas !  Imagens congeladas ou com arrasto por movimento !  Longas exposições
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Velocidade do Obturador na Fotografia :: Imagens Tremidas O mais pequeno movimento com a câmara no momento em que a exposição ocorre poderá resultar numa imagem tremida, degradando a nitidez dos detalhes, mesmo que os motivos em si não se tenham deslocado.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Velocidade do Obturador na Fotografia :: Imagens Tremidas Dica: Evitar imagens tremidas A velocidade de obturação deverá ser sempre igual ou maior a “I / distância focal efectiva”.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Velocidade do Obturador na Fotografia :: Imagens Tremidas Dica: Evitar imagens tremidas (explicação) Por exemplo, se estivermos a usar uma distância focal efectiva de 100mm, então para obter uma imagem nítida, a velocidade de obturação deverá ser, no mínimo, superior a I/100 seg. Se estivermos a usar uma distância focal efectiva de 300mm, deverá usar-se uma velocidade de obturação superior a I/320 seg. (não existe I/300 seg., por isso usa-se a velocidade imediatamente superior). Esta regra deixa de se aplicar em distâncias focais baixas (30mm, 18mm ou inferiores) pois é raro o fotógrafo que, sem ajuda adicional, consegue manter a câmara estável quando a segura na mão. Solução: utilizar um tripé.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Velocidade do Obturador na Fotografia :: Imagens Tremidas Dica: Técnicas para evitar fotos tremidas Para além do uso do tripé e da ativação do estabilizador de imagem ótico, existem outras formas de minimizar a probabilidade de registar uma imagem tremida. Assim, nunca dispare com os pulmões totalmente cheios ou completamente vazios, pois ficará em tensão. Segure corretamente na câmara, pousando os seus cotovelos no abdómen, transmitindo o peso e as vibrações ao seu corpo. Em fotografias verticais, coloque sempre a mão direita por cima da câmara e a esquerda a segurar o conjunto câmara/ objetiva, para que o dedo da mão direita, aquele que geralmente carrega no disparador, esteja relaxado e não abane o equipamento.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Velocidade do Obturador na Fotografia :: Imagens Congeladas ou com Arrasto por Movimento Se pretender uma imagem totalmente nítida e com o movimento dos motivos congelados, deverá ter em conta a velocidade de deslocação do motivo e a direção em que se move o motivo relativamente à câmara (perpendicular ou lateralmente).
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Velocidade do Obturador na Fotografia :: Imagens Congeladas ou com Arrasto por Movimento Embora muitas vezes exista a concepção que uma boa imagem deve estar completamente nítida e com os movimentos congelados, na prática algumas das imagens com maior beleza estética são conseguidas quando existem partes nítidas e outras com arrasto por movimento. http://www.joelsantos.net  
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Velocidade do Obturador na Fotografia :: Imagens Congeladas ou com Arrasto por Movimento Diferenças: !   Imagem tremida: ocorre quando a câmara oscilou durante a exposição, independentemente de existir movimento por parte dos motivos. !   Imagem com arrasto: surge quando a velocidade de obturação é insuficiente para congelar o motivo, independentemente de a câmara ter tremido ou não. !   Imagem desfocada: sucede quando se focou no local “errado”, deixando todos os elementos de uma imagem fora de foco e esbatidos, algo que não tem nada a ver com a velocidade de obturação.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Velocidade do Obturador na Fotografia :: Longas Exposições As longas exposições são uma excelente forma de registar imagens com uma quantidade de luz que os nossos olhos jamais conseguiriam captar e/ou com arrasto por movimento, conseguindo fotografias que literalmente excedem os nossos sentidos. http://hackertoni.com/photoblog  
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Sensibilidade ISO Sensibilidade do sensor/filme à luz. Quanto maior for a sensibilidade ISO, mais depressa o sensor/filme regista a luz.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Sensibilidade ISO
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Sensibilidade ISO na Fotografia O aumento da sensibilidade ISO tem como principal efeito o progressivo e consequente aumento do ruído digital (dois tipos): !   Luminância ! Crominância
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Sensibilidade ISO na Fotografia Luminância: manifesta-se através de flutuações no brilho dos píxeis que compõem uma imagem, sendo o aspecto visual muito semelhante ao “grão” típico do filme.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Sensibilidade ISO na Fotografia Crominância: surge sob a forma de flutuações na cor dos píxeis existentes numa imagem, afetando a capacidade das cores serem reproduzidas de uma forma fidedigna. Raramente confere um efeito esteticamente agradável.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Sensibilidade ISO na Fotografia Dica: Ruído e Exposição Se for técnica e esteticamente viável, sobretudo sabendo que o ruído digital se manifesta primordialmente nas zonas de sombra, deve evitar-se a subexposição da imagem. Note-se que a redução do ruído digital, nomeadamente em programas como o Adobe Lightroom ou Adobe Photoshop, é muito mais eficaz numa imagem “corretamente” exposta no terreno do que se a exposição for corrigida a posteriori nesses mesmos programas.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOVARIÁVEIS DA EXPOSIÇÃO Impacto da Sensibilidade ISO na Fotografia Dica: Ruído e Área do Sensor Tipicamente, quanto maior for a área do sensor e menor a quantidade de megapíxeis, menor será a quantidade de ruído digital numa imagem, pois o tamanho de cada fotosensor é maior (logo, o rácio sinal/ruído é maior). Assim, uma câmara reflex tende a produzir muito menos ruído digital que uma câmara compacta, pois, normalmente, a área do sensor da primeira é superior ao da segunda.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOMEDIÇÃO DA LUZ E DEFINIÇÃO DA EXPOSIÇÃO As máquinas digitais incluem um fotómetro automático incorporado, que mede a luz que entra pela objetiva. Estes estão definidos para uma “situação média”, a qual pressupõe que todos os motivos numa cena refletem 18% de luz. É a partir destes pressupostos que estas definem os valores a adoptar, para a abertura e velocidade, nos modos de exposição automáticos.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   EXPOSIÇÃOMEDIÇÃO DA LUZ E DEFINIÇÃO DA EXPOSIÇÃO Como nem todos os motivos refletem a mesma quantidade de luz, os fotómetros podem dar indicações erradas à câmara fotográfica. Estes erros podem ser contornados através de uma definição acertada do modo de medição de luz e, evidentemente, aplicando essa medição na parte correta da imagem. Outra forma é definindo compensações de exposição, uma funcionalidade das câmaras fotográficas que permite ajustar positiva ou negativamente os cálculos de exposição efectuados inicialmente pelo fotómetro.
    • ©  Nuno  Barros  2011/2012   REFERÊNCIAS !   Santos, J. (2010). Fotografia: Luz, Exposição, Composição, Equipamento (3ª ed.): Centro Atlântico. ! Ang, T. (2002). Manual de Fotografia Digital: Dorling Kindersley - Civilização Editores, L.da. ! Roberts, S. C. (2011). A Arte da iPhonografia (1ª ed.): Ilus Books S.L. !   Magno, S. (2010). Tudo sobre Fotografia Digital: Exame Informática. ! Polin, J. Fro Knows Photo. 2011, de http://froknowsphoto.com/